Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 12 by jquimelli
6 de fevereiro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-12/

Comentário devocional:

Jesus e os discípulos tinham ministrado às pessoas e estavam com fome. Ao entrarem em um campo, arrancaram espigas e as comeram. Jesus curou um homem com uma mão deformada e expulsou um demônio de um homem. Todas essas ações foram consideradas como impróprias para o sábado pelos fariseus. Eles estavam cegos de raiva a respeito de Jesus e tão focados na rigidez de suas regras que perderam a bela mensagem de amor e deixaram de perceber a importância dos milagres de Jesus e o poder do Messias.

Não conseguimos imaginar Jesus falando aos discípulos: “Se vocês tivessem realmente se preparado para este dia, teriam trazido comida consigo! Vocês deveriam ter trazido com vocês um bocado de pão embalado na sexta-feira!” Não, Ele não disse isso. Ele deixou-os colher as espigas do cereal, provavelmente milho. O foco não estava na “atividade ou trabalho”, mas na missão e na intenção.

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/12 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1187
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/13
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados06-02-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



MATEUS 12 – COMENTÁRIO PASTOR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
6 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 12 – A partir deste capítulo, o evangelista Mateus, inspirado pelo Espírito Santo, revela aos leitores que, “a rebelião contra o Rei adquire mais e mais força. Os fariseus rejeitaram seu mensageiro, João Batista (11:1-19), e não se arrependeram, apesar das obras poderosas de Jesus (11:20-30). Agora, eles discutem com Jesus a respeito de seus princípios (a questão do sábado) e até acusam-no de ter ligação com Satanás!” (Warren W. Wiersbe).

Analise…

1. Quem não se submete a Deus é ignorante, mesmo tendo estima e status de líder religioso e mestre espiritual. Líderes religiosos dos tempos de Jesus declararam ser certo, o errado; e, o errado, certo – referindo-se ao sábado (vs. 1-2).

• Quanto a isso nos dias atuais, não acontece a mesma coisa?

2. Jesus respondeu aos críticos acusadores baseando-se na Bíblia. Ele fez referência às Escrituras em I Samuel 21; Números 29; e, Oseias 6. Jesus tinha autoridade própria, entretanto preferiu revelar a autoridade da Palavra escrita (vs. 3-8).

• Adianta fundamentar respostas na Bíblia aos ignorantes arrogantes?
• Será que, quando Jesus responde com maestria divina, os céticos se convencem?

3. Críticos e acusadores acreditam possuir a verdade, quando, na realidade, estão enredados na mentira. O orgulho nunca cede à verdade mesmo provada. A arrogância não dá lugar a Cristo. Os líderes espirituais implicavam com tudo o que Cristo, o Emanuel, Deus conosco, fazia. Após implicarem quanto à cura realizada no sábado, Jesus retirou-Se (vs. 9-21).

• Adianta querer fazer enxergar a quem se nega ver? Nem Jesus consegue!

4. Falará coisas absurdas e acusará com descarado engano, aquele que fecha a mente e o coração à revelação e explicação de Deus. Após Jesus expulsar o demônio de um cego e mudo, líderes da melhor religião do mundo O acusaram de possuir poder de Belzebu – maioral dos demônios. Jesus apresentou Sua réplica com veemência, lógica e retórica; contudo, o resultado foi insatisfatório (vs. 22-45).

• Jesus deixou a lição: Não adianta usar os melhores argumentos para convencer quem se opõe abertamente à verdade.

5. Familiares de Jesus são aqueles que se rendem à Palavra, ou seja, à vontade do Pai (vs. 46-50).

• Da mesma forma que Jesus não tem ligação nenhuma com Satanás, também nunca transgrediu o sábado descrito na Palavra!

Reavivemo-nos na Palavra! Precisamos, não? – Heber Toth Armí.



MATEUS 12, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Quem não é por Mim é contra Mim; e quem Comigo não ajunta espalha” (v.30).


O contexto religioso daquela época exigia certos procedimentos (ou poderíamos chamar de constrangimentos) que se tornaram mais importantes do que o “Assim diz o Senhor”. Os sacerdotes, escribas e fariseus estavam sempre à espreita de transgressores e a guarda do sábado era o principal alvo de suas acusações. Separado pelo Criador como um dia especial de encontro com a obra prima de Sua criação (Gn 2:2-3), o sábado é o memorial eterno de que “em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx 20:11). Foi estabelecido por Deus como um tempo santificado de descanso e de comunhão especial entre Ele e o homem e entre o homem e seus semelhantes. Infelizmente, o homem se esqueceu de tal bênção a ponto do Senhor mesmo ter de dizer: “Lembra-te” (Êx 20:8).

Com o fim de saciar a fome, os discípulos colheram espigas para comer em pleno sábado, o que lhes custou o célere julgamento dos fariseus. Seus corações estavam tão endurecidos, que para eles, colher algumas espigas no sábado era pecado, mas conspirar para tirar a vida de alguém não o era (v.14). Contudo, Aquele que não veio revogar a Lei e nem os Profetas, mas veio para cumprir; que veio para ensinar o homem como servir a Deus; que não veio para julgar, mas para salvar, esclareceu àquela “raça de víboras” (v.34) quem na verdade tem o poder de dizer o que é ou o que não é lícito se fazer aos sábados: O “Senhor do sábado” (v.8).

O sábado é um dia de cura, de restauração, de comunhão e de recriação. A cada sétimo dia da semana o Criador nos estende o privilégio de receber as Suas mais sublimes bênçãos e todo aquele que deseja seguir os passos de Jesus, deve andar como Ele andou, realizando as obras que Ele realizou. Dos relatos de Suas curas, boa parte delas foi realizada aos sábados. Como era Seu costume (Lc 4:16), aos sábados, Jesus pregava e ensinava nas sinagogas e atendia o povo em suas necessidades. “Lembra-te do dia de sábado” (Êx 20:8) não foi uma lei estabelecida para um povo antigo, e nem tampouco é uma sugestão de que dia devemos guardar, mas é um mandamento dAquele que criou a ordem natural das coisas e sabe exatamente o momento em que precisamos parar. É como uma placa de PARE. Se um veículo não obedece ao aviso corre o sério risco de sofrer um grave acidente ou de prejudicar alguém. E não escolhemos onde as placas devem ser colocadas, mas há um órgão superior que as colocam em lugares estratégicos visando a nossa segurança. O homem não foi criado em função da placa, mas a placa foi estabelecida com o fim de proteger o homem. Da mesma forma, o sábado é como uma placa de PARE, que Deus estabeleceu “por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc 2:27). Compreendem a diferença?

O sábado não deve ser um motivo de divisões e desavenças, mas um meio de unir o povo de Deus num só propósito. Enquanto os líderes religiosos se reuniram para condenar a obra de Cristo e maquinar em seus corações um modo de tirar-Lhe a vida, Jesus saiu dali sendo seguido por muitos, “e a todos Ele curou” (v.15). Este é o real objetivo do santo sábado do Senhor. Não é um dia de condecorações (v.16) e de erguer bandeiras de quem é de Paulo ou de Apolo (1Co 3:4), mas é um tempo sagrado para erguer a ensanguentada bandeira do Príncipe Emanuel e mostrar ao mundo que ainda há um povo na Terra sendo guiado “pelo Espírito de Deus” (v.28).

Meus irmãos, não julguem mal a ênfase dada à mensagem do sábado, mas levem em conta de que os verdadeiros transgressores do sábado eram aqueles que afirmavam guardá-lo. E isto nos coloca em uma posição bastante preocupante e digna de séria reflexão. Jesus disse que aqueles que não ajuntam com Ele, espalham. Ou seja, pensam estar fazendo o que é correto quando ignoram o que realmente agrada a Deus: “Misericórdia quero e não holocaustos” (v.7). Você já parou para pensar que, muitas vezes, as suas obras sabáticas têm abafado a voz de Jesus a lhe dizer: “Estende a mão” (v.13)? Como esperamos oferecer o que nós mesmos não aceitamos? Como tirar bons tesouros de um coração que não tem tempo para parar e ouvir a voz do seu Criador? Precisamos, desesperadamente, de cura! Mas como seremos curados se não damos ouvidos Aquele que deseja nos curar?

Coloque, agora mesmo, a sua vida nas mãos do Criador. Não corra o perigo de blasfemar contra o Espírito Santo (v.31), que é a rejeição de Seu chamado. Jesus nos chama para fazermos parte de Sua família (v.50), uma grande família que, mesmo separada geograficamente, a cada sábado, segundo o costume de seu Mestre e Senhor, se une com um mesmo propósito: adorar “Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar e as fontes das águas” (Ap 14:7). Que o Espírito Santo preencha o nosso coração com o amor de Deus (Rm 5:5), para que a nossa boca fale palavras de justiça (v.37) e para que sejamos, à semelhança de nosso Salvador, abençoadores de nossos irmãos.

Bom dia, discípulos do Senhor do sábado!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus12
#RPSP



Mateus 12 – Comentários selecionados by jquimelli
6 de fevereiro de 2018, 0:20
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1 espigas. Poderia ser qualquer cereal, talvez trigo ou cevada. É interessante notar que todas as acusações feitas contra os discípulos de Cristo, conforme registradas no livro de Mateus, estavam relacionadas de uma forma ou de outra ao alimento (ver Mt 9:14; 15:2, etc.). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 410.

2 o que não é lícito. O Antigo Testamento não proíbe apanhar grãos no sábado, para comer. Os discípulos não eram agricultores empregados na obra da colheita. A objeção dos fariseus estava baseada numa tradição oral, que não levava em conta o verdadeiro propósito de Lei. Bíblia de Genebra.

O quarto mandamento (Êx 20.8-11; Dt 5.12-15) ordenou o descanso no sábado, e Êx 34.21 especificou que não deveria haver colheita neste dia. As leis expandidas, como encontradas na Mishnah judaica (ver nota em Mc 7:8), lista 39 categorias de trabalho que eram proibidos aos sábados. A colheita de grãos era uma delas. Alguns rabis desencorajavam caminhar por um campo de cereais se o grão estivesse já na altura do tornozelo; se o tornozelo de alguém acidentalmente batesse num grão durante a caminhada, isto poderia ser considerado como colheita. Jesus e Seus discípulos não somente caminharam pelo campo de grãos, mas eles colheram, debulharam e comeram. Andrews Study Bible.

sábado. O sábado é um símbolo da soberania de Deus sobre todo o universo criado (Êx 20.8). Recorda a redenção que Deus propicia a Seu povo (Dt 5.12) e é uma representação da esperança de descanso eterno, na consumação (Hb 4.9). Bíblia de Genebra.

4 pães da presença. Todos os sábados, 12 pães frescos deviam ser depositados sobre uma mesa no Lugar Santo (Êx 25.30; Lv 24.5-9). Os pães velhos eram comidos pelos sacerdotes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Quem é maior. Para os judeus, o templo era mais sagrado que qualquer outra coisa na Terra. Contudo, Cristo afirma que Ele é maior até mesmo que o templo, uma afirmação audaciosa. Ele é “maior que o templo”, Ele é “Senhor do sábado”, uma das mais sagradas instituições religiosas (Mt 12:8). Cristo indica que tanto o templo quanto o sábado foram ordenados ao serviço do ser humano, não o contrário. CBASD, vol. 5, p. 410.

7 misericórdia quero. Novamente citando Os 6.6 (cf. 9.13), Jesus condena o mau uso da Lei pelos fariseus. O sábado foi dado por Deus como auxílio para a humanidade, porém os fariseus perverteram este propósito, colocando o sábado contra os que estavam em necessidade e fazendo dele um peso (Mc 2.27). Bíblia de Genebra.

8 Senhor do sábado. A questão em debate com os fariseus não era se o sábado deveria ou não ser observado ou abolido. Em nenhum lugar no NT existe qualquer declaração de que Jesus aboliu a observância do sábado do sétimo dia. A questão em foco era como o sábado deveria ser observado e quem era a autoridade para determinar isto. … Todos mandamentos do sábado no AT focavam criação e redenção (Gn 2:1-3; Êx 20:8-11; 21:2-3; 31:12-17; Lv 25:1-22; Dt 5:12-15; 15:1-6). Os sábados não deveriam se tornar um fardo; em vez disso deveriam se tornar restauradores – uma volta à restauração edênica. Andrews Study Bible.

10 curar no sábado. Os rabinos proibiam a cura no sábado, a não ser que houvesse motivo para acreditar que a vítima morreria antes do dia seguinte. Obviamente, o homem com a mão atrofiada não corria esse risco. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9-14 Outro exemplo do senhorio de Cristo sobre o sábado. Novamente, no Antigo Testamento, não há proibição para curar no sábado e é sempre lícito fazer o bem. Jesus não ensina que o sábado é abolido com a vinda do reino, pois Ele não veio para destruir a lei, mas para cumpri-la (5.17, nota). O problema não estava na observância do sábado por parte dos fariseus, mas na interpretação errada deste mandamento por parte deles, tornando um peso aquilo que deveria ser um prazer. Bíblia de Genebra.

14 Já no meio do Seu ministério surge a ameaça contra a vida de Jesus. Bíblia Shedd.

16-21 advertindo-lhes, porém, que O não expusessem à publicidade. Is 42.1-4 é citado como uma explicação do porque Jesus pediu às pessoas que não dissessem quem Ele era. Ele veio proclamar e estabelecer a justiça, mas não por uma exibição do poder, nem por liderar um movimento político-militar. Uma vez que o papel do Messias era tão mal entendido entre o povo, Jesus tinha de refrear o entusiasmo mal orientado que estava prestes a explodir. Bíblia de Genebra.

23 Filho de Davi. O fato de que muitos ouviam a Cristo com prazer (ver Mc 12.37), O reconheciam como um grande Mestre (ver Jo 3:2) e mesmo um profeta (ver Mt 21:11) não significa necessariamente que O aceitassem como o Messias. Seus muitos milagres acenderam a chama da esperança no coração deles de que Ele pudesse ser o Messias …, mas as ideias preconcebidas de como o Messias deveria ser … apagava quase de imediato a débil chama. CBASD, vol. 5, p. 412.

24 os fariseus, ouvindo isso. A tênue esperança do povo sobre Jesus como o possível Messias (ver v. 23) enfureceu os fariseus. Marcos fala desses fariseus como “os escribas, que haviam descido de Jerusalém” (Mc 3:22), provavelmente espiões enviados pelo Sinédrio para observar e relatar a respeito de Cristo … Esses inimigos astutos de Jesus não podiam negar que um milagre genuíno tinha sido realizado, pois o homem curado passou “a falar e a ver” (Mt 12:22). Quanto maior a evidência da divindade de Jesus, maiores a raiva e o ódio deles, o que levou alguns a cometer o pecado imperdoável (ver com. dos v. 31, 32). CBASD, vol. 5, p. 412.

27 por quem os expulsam vossos filhos? Obviamente alguns fariseus declaravam ser capazes de exorcizar espíritos maus, ou Jesus não teria apresentado isso como um fato. … No AT, alunos das escolas dos profetas eram chamados de “filhos dos profetas” (2Rs 6:1, ARC). CBASD, vol. 5, p. 413.

29 do valente … sem primeiro amarrá-lo. Por Sua vitória sobre Satanás no deserto (4.10, nota) e por exorcizar demônios, Jesus demonstrou que tinha amarrado o “valente” e que Satanás estava sem poder para impedir a vinda do reino. Amarrar Satanás era um símbolo da era messiânica na literatura apocalíptica judaica (ver também Ap 20.2). Bíblia de Genebra.

roubar-lhe os bens. Cristo veio para libertar os cativos de Satanás, em primeiro lugar, da prisão do pecado (ver com. de Lc 4:18) e, finalmente, da prisão da morte (ver Ap 1:18). Ao expulsar demônios, Cristo estava tirando as vítimas de Satanás, isto é, seus “bens”. CBASD, vol. 5, p. 413.

sem primeiro amarrá-lo. Quem vai amarrar um “valente” precisa ser mais valente ou forte do que ele (ver Lc 11:22). Apenas Deus é mais forte que Satanás. … Os milagres de Cristo testificam não de Sua aliança com Satanás, mas da guerra contra ele (DTN, 406). CBASD, vol. 5, p. 413.

31 blasfêmia contra o Espírito. Este é tradicionalmente conhecido como o “pecado imperdoável”. O contexto desta declaração (11:24, 28, 32) sugere que o pecado imperdoável que os fariseus estavam cometendo era atribuir a Satanás (Belzebu), ao invés de ao Espírito Santo, o poder através do qual Jesus realizou Seus milagres. Deste fato podemos extrapolar que a essência deste pecado é recusar deliberadamente reconhecer o trabalho do Espírito e, portanto, do próprio Jesus. Sob tais circunstâncias a salvação através de Jesus é impossível. … É importante destacar que se alguém está preocupado se ele ou ela cometeu o pecado imperdoável, é quase certo que este estágio não foi alcançado. Tal dor de consciência significa que o Espírito Santo está ainda agindo na pessoa. Andrews Study Bible.

A blasfêmia contra o Espírito Santo, ou o pecado imperdoável, consiste da resistência progressiva à verdade, culminando numa decisão final e irrevogável contra ela, de forma deliberada no pleno conhecimento de que, ao fazer isso, decide-se buscar o caminho oposto à vontade divina. A consciência é cauterizada pela resistência contínua às impressões do Espírito Santo, e quem está nessa situação dificilmente percebe que tomou uma decisão fatal. Para uma pessoa assim, não há como decidir agir em harmonia com a vontade de Deus (ver DTN, 324). Portanto, se a pessoa sente o temor de ter cometido o ‘”pecado imperdoável” significa que, na verdade, não o cometeu. … A desobediência deliberada e persistente a Deus finalmente se torna um hábito que não pode ser abandonado (ver DTN, 324;….). CBASD, vol. 5, p. 414.

não será perdoada. Não porque Deus não esteja disposto a perdoar, mas porque quem comete este erro não deseja ser perdoado, e esse desejo é vitalmente necessário para o perdão. A pessoa prejudicou severamente sua linha de comunicação com o Céu, a fim de que não fosse mais incomodada com os chamados de advertência do Espírito Santo. CBASD, vol. 5, p. 414.

31-32 A noção do “pecado imperdoável” tem provocado ansiedade desnecessária. Qualquer que foi convencido de pecado pelo Espírito (Jo 16.8) e agora crê na verdade não pode ter cometido esse pecado. Bíblia de Genebra.

33 a árvore. Conforme torna evidente o contexto, Jesus de refere a Si mesmo. A cura do endemoniado cego e mudo (v. 22) foi o “fruto” e ninguém poderia negar que o “fruto” era “bom”. … Com frequência, o AT compara alguém, ou um povo, a uma árvore (ver com. de Jz 9:8-10; Sl 1:3; Is 56:3; Dn 4:10).[Ver tb. Jo 15:5-8.] CBASD, vol. 5, p. 415.

36-37 Na Bíblia, os pecados verbais tais como a mentira, a fofoca ou os insultos são condenados tão severamente como o adultério e o assassinato (5.22, 37; 2Co 12.20; 1Tm 1.10; Tg 3.6; Ap 21.8). Bíblia de Genebra.

36 frívola. Literalmente “que não trabalha”, “improdutiva”, “inútil” e, portanto, como neste caso, “perniciosa”. Ao acusarem a Cristo de expulsar demônios em nome do príncipe dos demônios (v. 24), os fariseus tinham mentido deliberadamente. CBASD, vol. 5, p. 415.

38 sinal. Tendo em vista o notável milagre que acabara de ser realizado (Mt 12:22, 23; DTN, 321), o pedido por um “sinal” (ver p. 204; ver com. de Lc. 2:12) não passava de um insulto. Indicava que o que acontecera não era um milagre  e insinuava sutilmente que Cristo ainda não tinha dado nenhuma evidência que atestasse suas pretensões sobrenaturais. CBASD, vol. 5, p. 416.

Para confirmar a obra de Jesus, haveria o maior portento de todos: Deus ressuscitaria a Seu Filho da sepultura, maior sinal do que aquele que serviu para a conversão de Nínive (39-41). Bíblia Shedd.

40 três dias e três noites. Incluindo pelo menos parte do primeiro e do terceiro dia, modo judaico comum de calcular o tempo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

grande peixe. A palavra grega não significa “baleia”, mas “criatura marítima”, i.e., algum grande peixe. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 ninivitas. O “sinal do profeta Jonas” (v. 39) consistia não só do fato de ter saído de forma milagrosa do “ventre do grande peixe”, mas também de seu ministério exitoso entre o povo de Nínive, capital da antiga Assíria (ver DTN, 406). CBASD, vol. 5, p. 417

porque se arrependeram. …os ninivitas “se arrependeram” a despeito de Jonas não ter realizado milagres. Aceitaram sua mensagem pela autoridade que demonstrava, porque atingiu o coração deles (ver Jn 3:5-10).  CBASD, vol. 5, p. 417.

42 a rainha do Sul. Em 1Rs 10.1 é chamada rainha de Sabá, país a sudoeste da Arábia, agora chamado Iêmen. Bíblia de Estudo NVI Vida.

43-45 A menos que o Espírito Santo resida no coração, os espíritos ímpios podem entrar nele (Rm 8.9). Se as pessoas não se entregarem ao Rei cujo poder já experimentaram, seu estado final será pior do que se o reino nunca tivesse vindo (Hb 6.4-6). Bíblia de Genebra.

Esse conselho (v. 43-45) se aplica em especial àqueles que ouviram a mensagem do evangelho com prazer, mas não se entregaram ao Espírito Santo (DTN, 323). Estes ainda não tinham cometido o pecado imperdoável, e Jesus lhes advertiu a não fazê-lo… No caso de uma doença, as recaídas resultam numa condição bem mais grave do que a original. A força física, já diminuída em grande parte, torna-se impotente diante do renovado ataque da enfermidade. A recaída com frequência se deve ao fato de o paciente não perceber sua fraqueza física e confiar demais em si mesmo. Ao nos recuperarmos da doença do pecado, devemos confiar totalmente nos méritos e no poder de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 417.

44 vazia, arrumada e ornamentada. A condição da “casa”, isto é, a pessoa, restaurada à situação antes de o demônio se estabelecer ali. A religião cristã não consiste basicamente em se abster do mal, mas em aplicar a mente e a vida de forma inteligente e diligente ao que é bom. O cristianismo não é uma religião negativa que consiste de várias proibições, mas uma força positiva e construtiva para o bem. Não é suficiente que demônios, quer literais ou simbólicos, sejam expulsos do coração e da mente; o Espírito de Deus deve entrar na vida e ser posto no controle do pensamento e da conduta (ver 2Cr 6:16; Ef 2:22). Não é suficiente odiar o mal; devemos amar e cuidar do que é bom (ver Am 5:15; 2Ts 2:10; ver com. de Mt 6:24). … Essa parábola é uma advertência solene contra simples melhorias; não é suficiente evitar o mal, devemos ativamente buscar “as coisas lá do alto” (Cl 3:1, 2). CBASD, vol. 5, p. 418.

46 Sua mãe. Embora, sem dúvida, estivesse preocupada com seu filho, Maria tinha fé nEle,uma fé não compartilhada pelos irmãos de Jesus (ver Jo 7:5). Foi ideia deles, não dela, impedir que Cristo trabalhasse mais em favor do povo (ver DTN, 321). Esperavam que Ele se rendesse ao apelo persuasivo de Maria, pois não criam que Ele os ouviria (cf. DTN, 87). CBASD, vol. 5, p. 418

Seus irmãos. Os escritores do evangelho deixam claro que esses eram filhos de José de um casamento anterior. CBASD, vol. 5, p. 418.

48 quem é Minha mãe […]? Está claro que Jesus era dedicado à Sua mãe. (ver Jo 19:26, 27). Seu ponto de vista do dever dos filhos para com os pais também é claramente apresentado claramente em Seus ensinos (ver Mc 7:9-13), O que Ele quer dizer com essa indagação é que mesmo aqueles mais íntimos e mais queridos para Ele não tinham o direito de interferir na Sua obra ou dizer como devia ser realizada (cf Mt 16:23; ver com. de Lc 2:49). CBASD, vol. 5, p. 419.

46-50 Jesus não tinha a mínima intenção de exaltar Sua mãe à posição de uma divindade. Bíblia Shedd.

50 Meu irmão. Jesus faz uma aplicação pessoal ao usar esses substantivos no singular. Todos os que reconhecem a Deus como Pai são membros de “toda família, tanto no Céu como sobre a terra” (Ef 3:15). Os laços que unem os cristãos ao Pai celestial e uns aos outros são mais fortes e verdadeiros, até que laços de sangue, e mais duradouros. Eis uma clara negativa de que os cristãos devam dar atenção especial a Maria (ver com. de Lc. 11:28). CBASD, vol. 5, p. 419




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