Reavivados por Sua Palavra


Marcos 3 by Jobson Santos
25 de fevereiro de 2018, 1:00
Filed under: Marcos
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-3/

 

Comentário devocional:

A afirmação de Jesus que Ele era o Filho de Deus O levou à cruz (Mt 26:63-67). Marcos 3 revela a controvérsia que ocorreu no início do ministério de Jesus a respeito de Sua identidade e a fonte de Seu poder para realizar milagres. Lemos nos versos sete a doze que uma grande multidão seguia Jesus por causa dos milagres que Ele havia feito. Quando Ele expulsou os espíritos malignos, estes gritaram: “Tu és o Filho de Deus” (verso 11). Mas Jesus lhes disse para ficarem quietos. Disseminar esta informação prematuramente comprometeria Seu ministério.

Questionamentos a respeito de Sua identidade e poder seguiram Jesus onde quer que fosse. Nos versos 7-10, 20, 21 lemos sobre uma multidão atraída por Jesus que era tão grande que nem Jesus nem os seus discípulos tinham tempo para comer. O frenesi da multidão deixou Jesus vulnerável a acusações de perturbação civil. Para o observador casual, Sua vida parecia fora de controle. Sua própria família comentou: “Está fora de Si” (Mc 3:21 ARA).

Um professor da lei emitiu sua própria teoria: “Ele está possesso de Belzebu! E: É pelo maioral dos demônios que expele os demônios” (verso 22 ARA). Esta acusação inspirou a conhecida resposta de Jesus: “Se uma casa estiver dividida contra si mesma, tal casa não poderá subsistir” (verso 25 ARA).

No final, houve aqueles que decidiram seguir a Jesus, porque estavam convictos de que Ele era o Filho de Deus. E valia a pena segui-Lo e obedecer a Suas palavras não apenas porque Ele realizava milagres, mas porque Ele falava pelo Pai e revelava a vontade de Deus. Esses seguidores de Jesus tornaram-se parte de Sua família. Como Ele declarou: “Qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (verso 35).

Que privilégio o nosso de nos tornarmos parte da família de Jesus, reconhecendo-O como Deus e Salvador e amá-Lo!

David Smith
Pastor da Igreja da University Collegedale
Tennessee, EUA

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1206
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados25-02-2018.mp3


MARCOS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
25 de fevereiro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria

MARCOS 3 – O evangelho escrito por Marcos é mais curto que os escritos por Mateus, Lucas e João. Ele foi muito seletivo na escolha do que incluir em seu texto. Ele não se preocupou com a cronologia dos eventos da história de Cristo. Ele não escreveu uma biografia.

“Marcos não estava disposto a escrever um relato cronológico das palavras e dos feitos de Jesus na sequência correta, nem a fazer uma descrição completa de sua vida. Ao contrário, seu objetivo era apresentar um esboço fiel da pregação e do ensino de Pedro sobre as boas-novas de Cristo a um público gentio em Roma. Ele utilizou, portanto, o material de ensino e pregação usado por Pedro em Roma, de acordo com as necessidades do público de Pedro” (Victor Babajide Cole).

Marcos aprendeu sobre Jesus dos lábios de Pedro. Seu livro reflete o pensamento de Pedro sobre Cristo. “Assim como o Espírito Santo relembrava a Pedro as palavras e os feitos de Jesus à medida que o apóstolo pregava o evangelho, o mesmo Espírito Santo [inspirou] Marcos, quando este, mais tarde, colocou por escrito o que havia ouvido de Pedro” (Cole).

O que aprendemos do capítulo em pauta?

• O conflito na Galileia continuou. Embora Jesus tivesse silenciado Seus críticos com respostas inteligentíssimas, eles não desistiram de importunar Jesus devido à dureza do coração. Uma visão limitada do sábado emite a opinião de que Jesus cometeu erros, portanto, merecia morrer (vs. 1-6).
• Devido à insistência do conflito, Jesus se retirou da Galileia. Contudo, outras pessoas foram beneficiadas com a presença de Jesus (vs. 7-12).
• Jesus seleciona doze apóstolos para pregar e lhes concede autoridade sobre os demônios (vs. 13-19).
• Os desafios de Jesus não foram nada fáceis. A multidão, muitas vezes, não lhe deixava tempo nem para comer. Os irmãos e mãe de Jesus, incomodados com Ele, saíram para prendê-lO. Os líderes religiosos O acusavam de estar possuído pelo maior dos demônios (vs. 20-33).
• A resposta de Jesus revelou Sua identidade e a identidade de Sua verdadeira família (vs. 34-35). Você se encaixa?

Apesar das dificuldades, Jesus não desistiu de salvar-nos. Por que não perseverar em segui-Lo? Sejamos Seus irmãos e irmãs decidindo a fazer sempre a vontade de Deus revelada na Palavra! Reavivemo-nos entre os indiferentes! – Heber Toth Armí.



MARCOS 3 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de fevereiro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria


MARCOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
25 de fevereiro de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

ressequida uma das mãos. Ou, “uma das mãos atrofiada” (NVI). O grego indica que a mão ressequida era devido a acidente ou ao resultado de doença e não a um defeito congênito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 643.

para ver se ele iria curá-lo no sábado (NVI). Sinal de que os fariseus acreditavam no poder de Jesus para operar milagres. A dúvida não era se Jesus conseguiria, mas se desejaria curar. A tradição judaica conceituava que se podia prestar socorro aos enfermos no sábado somente quando havia ameaça contra a avida, que obviamente não era o caso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

o bem ou o mal, salvar a vida ou matar? Jesus pergunta: “O que é melhor, preservar a vida mediante a cura, ou destruir a vida mediante uma recusa de curar?”. A pergunta é irônica, já que, enquanto Jesus estava disposto a curar, os fariseus estavam tramando Sua execução. Era evidente quem tinha a culpa de violar o sábado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

ficaram em silêncio. Seu silêncio raivoso foi um reconhecimento de derrota. Encontros anteriores com Jesus lhes havia mostrado que nada poderiam obter ao desafiá-Lo publicamente, pois Ele sempre conseguia voltar contra eles seus próprios argumentos, de uma forma que revelava a verdade e tornava evidente ao povo que a posição dos rabinos era insustentável. CBASD, vol. 5, p. 643.

indignado. Frequentemente se diz que a única ira que não implica pecado é a ira contra o pecado. Deus odeia o pecado, porém ama o pecador. CBASD, vol. 5, p. 643.

herodianos. Eram os membros do partido nacionalista de judeus que apoiavam Herodes e sua dinastia. …Os fariseus (“os separados”) surgiam, como partido distinto, c. 140 a.C., após a revolta dos macabeus. Seus membros pertenciam à classe baixa, e não à aristocracia como os saduceus (cf 12.18-23n). É notável como as diferenças se desvaneceram num ódio mútuo a Jesus. Bíblia Shedd.

Alguns têm sugerido que esse episódio ocorreu na cidade de Séforis, a capital de Herodes, cerca de 6 km ao norte de Nazaré. CBASD, vol. 5, p. 643.

8 Aqui vemos comprovação impressionante da popularidade rapidamente crescente de Jesus entre o povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Iduméia. Forma grega do hebraico “Edom”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 os espíritos imundos … prostravam-se. Alguns consideram a possibilidade de que os demônios com essa atitude desejavam dar a impressão de que reconheciam a Jesus como seu líder, o que significaria que Ele estava associado a eles. Nesse caso, o fato de Cristo recusar o testemunho deles se torna significativo. CBASD, vol. 5, p. 644.

13 subiu ao monte. Com frequência Jesus dedicava toda a noite para orar (ver DTN, 419). CBASD, vol. 5, p. 645.

chamou. Havia um grupo maior de seguidores, dentre os quais os doze foram escolhidos. Nenhum dos doze foi escolhido devido à sua perfeição de caráter ou mesmo de capacidade. Cristo escolheu homens que estavam dispostos a aprender, eram capazes para isso e cujo caráter poderia ser transformado. CBASD, vol. 5, p. 645.

14 designou doze. Num tal contexto, a significação do número “doze” dificilmente pode passar despercebida. Jesus estava estabelecendo a constituição do novo Israel (Mt 19.28). Bíblia de Genebra.

A missão dos doze incluía pregar, mas também a cura e libertar o povo oprimido pelos demônios. Evangelismo envolve a restauração de toda a pessoa. Andrews Study Bible.

para que estivessem com Ele. O treinamento dos doze consistia não somente em instrução e prática nas várias formas do ministério, mas também em convívio contínuo com o próprio Jesus e comunhão íntima com Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 João. Este era um homem de profundo discernimento espiritual, que se desenvolveu ao contemplar em Jesus aquele que é “totalmente desejável”. João não apenas amava seu Mestre, mas era também o discípulo “a quem Jesus amava” (Jo 20:2; 21:7, 20). Por natureza, ele era orgulhoso, arrogante, ambicioso de honras, impetuoso, ofendia-se facilmente e sempre estava pronto a se vingar (ver Mc 10:35-41; AA, 540, 541). João se rendeu mais do que qualquer outro ao poder transformador da perfeita vida de Jesus e chegou a refletir a semelhança do Salvador mais plenamente do que qualquer dos outros discípulos. CBASD, vol. 5, p. 648.

Boanerges. Provavelmente, a transliteração de uma expressão aramaica que significa “filhos do tumulto”, ou “filhos da ira” e traduzida como “filhos do trovão”. O temperamento veemente e colérico de Tiago e João foi manifestado numa ocasião (Lc 9:49, 52-56). CBASD, vol. 5, p. 649.

19 Judas Iscariotes. Jesus não havia convidado Judas para que se unisse ao grupo de discípulos dentre os quais Ele selecionou os doze …, porém Judas se uniu a eles e pediu um lugar. Sem dúvida, Judas acreditava que Jesus era o Messias, como os outros discípulos, em termos do conceito popular judaico de um libertador político do jugo romano, e desejou ser admitido como membro no círculo íntimo dos discípulos a fim de assegurar um elevado cargo no “reino” a ser estabelecido em breve. … Apesar de todo o mal latente no coração de Judas, ele era em muitos aspectos mais promissor do que os outros que Jesus chamou. Ao ser admitido como membro entre os doze, havia esperança para Judas. Se ele cultivasse certos traços desejáveis de caráter, e eliminasse os maus traços, permitindo que Jesus transformasse seu coração, poderia ter sido um obreiro aceitável na causa do reino. Mas, ao contrário de João …, Judas manteve o coração insensível aos preceitos e ao exemplo de Jesus. Apesar disso, Jesus lhe deu todo o incentivo e oportunidades possíveis para que ele desenvolvesse um caráter celestial. CBASD, vol. 5, p. 651.

21 fora de Si. Isto é, “mentalmente desequilibrado”. A estreita semelhança entre este temor da parte dos familiares de Jesus e a acusação feita pelos escribas de que Jesus tinha pacto com o demônio (v. 22) pode explicar a afirmação do v. 21 como uma introdução da acusação de que Jesus agia como representante de Belzebu (v. 22-30). CBASD, vol. 5, p. 651.

29 não tem perdão para sempre. O único pecado que é imperdoável é a blasfêmia contra o Espírito Santo, que é cometida ao atribuir ao inimigo a obra salvadora do Espírito Santo. Tal pecado seria cometido por aquele cujo coração está endurecido e não mais pode responder à influência do Espírito (ver tb nota em Mt 12.31). Andrews Study Bible.

31 mãe … irmãos. Os estudiosos Católicos Romanos, para quem a virgindade eterna de Maria é um dogma, sustentam que “irmãos” pode referir-se a relacionamentos mais amplos de família, apontando para Gn 13.8; 14.16; Lv 10.4; 1Cr 23.22. Contudo, em Marcos, o termo parece ser sempre usado para significar irmãos de sangue dos mesmos pais. Mt 1.25 indica que Maria e José começaram a ter relações conjugais normais depois do nascimento de Jesus, acrescentando um sentido adicional à designação de Lc 2.7, onde Jesus é chamado o “primogênito” de Maria. Bíblia de Genebra.

35 qualquer que fizer a vontade de Deus. A chegada do reino de Deus muda os relacionamentos humanos. … os que se estão no reino se tornam nossos amigos mais íntimos, mais próximos e mais queridos que quaisquer outros. Bíblia de Genebra.




%d blogueiros gostam disto: