Reavivados por Sua Palavra


Mateus 17 by Jobson Santos
11 de fevereiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-17

Comentário devocional:

Ao verem Moisés e Elias vivos, os discípulos tiveram uma representação visual da certeza da vida eterna. Moisés representava aqueles que seriam ressuscitados na Segunda Vinda de Cristo e Elias aqueles que seriam trasladados. Enquanto na terra, Moisés e Elias tinham sido colaboradores de Cristo e depois de levados para o Céu, continuaram a compartilhar Seu anseio pela salvação dos seres humanos. Agora eles tinham vindo, não para anunciar o reinado de Jesus como Rei dos reis, mas para incentivá-lo e consolá-lo.

Mais adiante neste capítulo vemos os discípulos na parte inferior da montanha tentando, sem sucesso, curar um menino possuído pelo demônio. Quando Jesus e os três discípulos, se aproximaram, o pai do menino implorou a Jesus para curar seu filho, o que Jesus fez facilmente. Chama-nos a atenção nesta seção do capítulo o questionamento dos discípulos a Jesus do porquê não terem conseguido expulsar o demônio. Jesus explicou que não era só por causa de sua falta de fé, mas pela falta de cuidado com o que consideravam a sagrada obra a eles confiada. Ao invés de fortalecer a sua fé por meio da oração, quando Jesus e os três companheiros discípulos estavam na montanha, eles estavam cheios de inveja e se demorando em suas queixas pessoais. Para ter sucesso no conflito com os maus espíritos, eles devem vir para o trabalho de Deus com uma disposição diferente. Sua fé deve ser fortalecida por meio de oração, jejum e humilhação de coração. Que lição para nós, hoje! Devemos ser esvaziados de nós mesmos e nos tornarmos totalmente dependente de Deus (O Desejado de Todas as Nações p. 302-303).

Jack J. Blanco, Th.D.
Professor Emérito
Universidade Adventista do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/17
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/18      
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados11-02-2018.mp3     
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/  


MATEUS 17 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUAREZ by Maria Eduarda
11 de fevereiro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria


MATEUS 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
11 de fevereiro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

MATEUS 17 – Como extrair lições de um capítulo tão rico? Como ser pobre espiritualmente com riquezas espirituais tão valiosas diante de nossos olhos?

O capítulo em questão possui vários pontos, começando com a transfiguração (vs. 1-8).

• Assim como Moisés subiu ao monte levando em sua companhia a Arão, Nabade e Abiú (Êxodo 24:1), Aquele que é maior que Moisés também subiu acompanhado de Pedro, Tiago e João.

• No Monte Sinai, Moisés viu a glória de Deus e, a pele de seu rosto resplandecia, “na transfiguração, o rosto daquele que é maior que Moisés brilhou, não com glória refletida, mas com glória não tomada por empréstimo, semelhante aos raios do sol” (R. V. G. Tasker).

• Diferente de Moisés, não foi apenas o rosto de Jesus que resplandecia, as suas roupas se tornaram brancas como luz.

• Moisés e Elias aparecem falando com Jesus, e, ao serem envolvidos em uma nuvem luminosa, uma voz poderosa vinda do Céu confirmou que Jesus é o Filho amado de Deus: Aquele que deve ser ouvido como autoridade. Isso causou grande temor nos discípulos que diziam coisas infantis e inadequadas (16:22; 17:4, etc.).

• Após serem acalmados por Jesus, os discípulos questionaram-Lhe sobre a profecia da vinda de Elias, conforme os escribas ensinavam baseando-se em Malaquias. A interpretação dos escribas estava correta, entretanto a profecia se cumpriu diante deles, porém não perceberam. Por isso, ao invés de restaurar todas as coisas, acabaram com ele. O mesmo seria feito com o Messias (vs. 9-13).

• Embora Jesus operasse tremendos milagres, desde restaurar jovem possesso que ninguém conseguiu expulsar-lhe o demônio (vs. 14-21) até fazer aparecer moedas na boca do peixe para que Pedro pagasse o imposto (vs. 24-27), certamente Ele estava dizendo a verdade sobre ser entregue nas mãos dos homens e O matariam; contudo, ao terceiro dia Ele ressuscitaria (vs. 22-23).

Reflita:

1. Ninguém deve criticar ou dar broncas em Jesus (16:22); Ele sabe o que faz e deve ser ouvido (17:5).
2. Jesus sabia quem era e que seria morto; informando, estava preparando Seus discípulos: Ele é transparente, realista e preocupado com Seus frágeis servos (vs. 20, 27).
3. A cruz é essencial para a compreensão do ministério de salvação dos pecadores, jamais deveríamos evitá-la em nosso estudo, testemunho e pregações.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 17, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de fevereiro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus” (v.8).

Após a promessa de que alguns de Seus discípulos não veriam a morte sem que antes tivessem uma visão de Cristo glorificado (Mt 16:28), a promessa é cumprida. Pedro e os irmãos Tiago e João tiveram a visão privilegiada de Jesus como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Em Seu ministério público, o coração do Salvador estava cheio de compaixão, mas também terrivelmente aflito. O Pai olhou para o Filho em angústia e enviou dois mensageiros que Lhe seriam o mais terno conforto. Deus poderia ter enviado uma hoste angelical naquele momento, mas não teria tido o impacto que Moisés e Elias causaram. Aqueles dois homens representam as duas classes de salvos que Cristo apresentará ao Universo como troféus de Sua vitória.

Elias foi levado aos céus com vida (2Rs 2:11). Já Moisés morreu e foi ressuscitado (Jd 1:9). Na primeira carta de Paulo aos tessalonicenses, está escrita a mais linda e confortante promessa: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts 4:16-17). A aparição corpórea de Elias e Moisés foi a ilustração desta promessa, fortalecendo a Jesus em Sua missão de salvar a humanidade.

Da mesma forma, quando Cristo rasgar este céu atmosférico, e o Pai declarar perante o Universo: “Este é o Meu Filho amado” (v.5), os discípulos de Jesus que andaram com Ele, se prostrarão diante de tão magnífica aparição. Mas, da boca de Jesus, ouvirão o chamado: “Erguei-vos e não temais!” (v.7). E eles, “levantando os olhos, a ninguém [virão], senão Jesus” (v.8). Esta deve ser a nossa maior esperança e desejo mais ardente: o de ver a Jesus e nunca mais perdê-Lo de vista! Mas isso deve começar aqui. Eis o segredo da vitória: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is 45:22).

Ao contemplar o nosso Salvador todos os dias, “somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co 3:18). Então, cumprimos com fidelidade a missão que nos foi confiada de, à semelhança de João Batista, declarar ao mundo a brevidade da vinda, não mais do Deus menino, mas do Deus em Sua perfeita glória. O mundo está gemendo de dor, e o inimigo têm usado a sua hoste com ira de quem sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap 12:12). Não precisamos de mais “promoções” a fim de angariar multidões para viver um evangelho que não tem nada a ver com o Exemplo de Cristo. Precisamos sim, de um povo que, como os sete mil joelhos que com Elias não se curvaram diante de um deus estranho (1Rs 19:18), esteja unido em “oração e jejum” (v.21).

A notícia que causou grande tristeza aos discípulos (v.23), hoje, é a notícia que enche o nosso coração de esperança e alegria em um Salvador que pagou o preço de nosso resgate e que venceu a morte por mim e por você. Semelhante ao pagamento do imposto, Ele também não era obrigado a pagar uma culpa que era nossa, mas, por amor, escolheu nos amar até à morte. Que este amor extraordinário e constrangedor, seja a razão de nossa vida, e viveremos este amor de modo tão natural quanto nos é respirar.

Olhe para Cristo e, certamente, viverás!

Bom dia, discípulos do amor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Mateus17 #RPSP

Deixe o seu comentário:



MATEUS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
11 de fevereiro de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

um monte alto. O local da transfiguração não é conhecido. O monte Tabor (588 m de altitude), 19 km a sudoeste do lago da Galileia e 8,8 km a leste de Nazaré, é considerado ser este local, segundo a tradição. Contudo, a descoberta de que, no tempo de Cristo, uma fortaleza e um pequeno povoado coroavam seu cume parece tornar impossível que Jesus tivesse encontrado ali a solidão descrita em Mateus e Marcos (cf DTN, 419). … Ao pé do monte da transfiguração, os escribas e rabinos se misturavam com uma multidão, provavelmente de judeus, e tentaram humilhar Jesus e Seus discípulos. Isso parece indicar que a transfiguração ocorreu na Galileia, não no distrito gentio de Cesareia de Filipe. … No intervalo da semana entre a grande confissão e a transfiguração, em seguida, Jesus voltou para a Galileia. Assim, parece que os montes Hermon e Tabor não foram o monte da transfiguração. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 462.

1-13 A aparição de Moisés e Elias tem significância em vários níveis: 1) Representam a Lei e os Profetas, respectivamente. Jesus havia dito que não viera abolir a Lei e os Profetas, mas cumpri-los (5:17). 2) Moisés e Elias, como Jesus, realizaram milagres, foram rejeitados e se encontraram com Deus em uma montanha (Sinai e Horebe/Sinai [Êx 24:12-18, 1Rs 19:8-19], respectivamente). 3) No judaísmo, estes homens tinham significância escatológica. Em Dt 18:15-18, Moisés profetizou que Deus levantaria um profeta como ele mesmo. Acreditava-se que isto aconteceria nos últimos dias. Em Ml 4:5-6 foi profetizado que Elias apareceria “antes da vinda do grande e terrível dia do Senhor.” 4) Finalmente, ambos se acreditavam estar no Céu, tendo sido ressuscitado (Moisés, Judas 9) ou transladado (Elias, 2Rs 2:11-12). Eles se tornaram representativos daqueles que serão salvos na Segunda Vinda quando Jesus retornar (1Ts 4:16-17). Andrews Study Bible.

caíram de bruços. Comparar com Ez 1:28; Dn 10:9. Homens como Ezequiel e Daniel receberam visões, mas Pedro, Tiago e João viram com a visão natural. CBASD, vol. 5, p. 464

10 A escatologia [teologia dos últimos acontecimentos] tradicional dos mestres da lei, tendo por base Ml 4.5, 6, sustentava que Elias devia aparecer antes da vinda do Messias. Segundo o raciocínio dos discípulos, se Jesus realmente fosse o Messias, fato esse comprovado pela transfiguração, por que Elias não aparecera? Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 restaurará todas as coisas. na dramática experiência do monte Carmelo, Elias foi bem-sucedido em conduzir de volta o coração de muitos em Israel ao Deus de seus pais (ver com. de 1Rs 18:37-40) e, consequentemente, em refrear os terríveis avanços da apostasia. Da mesma forma, João Batista proclamou o batismo de arrependimento do pecado e o retorno ao verdadeiro espírito de adoração (ver com. de Ml 3:1, 7; 4:6; Lc 1:17). Evidentemente, João não era elias em pessoa (vem com. de Ko 1:21), mas ele foi adiante do Messias “no espírito e pode de Elias” (Lc 1:17). CBASD, vol. 5, p. 464.

17 Jesus, como Moisés, desceu do monte da glória, para encontrar a incredulidade (Êx 32.15-21). Bíblia de Genebra.

20 fé. A deficiência da fé que tinham os discípulos não está no fato de eles revelarem falta de confiança, ou que não esperassem sucesso – eles ficaram aparentemente surpresos por falharem – mas porque sua expectação não estava devidamente baseada num relacionamento com Deus. Uma leve porção de fé verdadeira, enraizada numa submissão a Deus, é eficaz. Mc 9.29 torna este ponto ainda mais claro, quando fala da oração como a chave. Bíblia de Genebra.

Com uma pequena quantidade de fé os seguidores de Jesus seriam capazes de fazer o que parecia impossível, como mover uma montanha. Anteriormente a eles, as pessoas pensavam que as montanhas eram pilares que sustinham o céu e mantinham no lugar o disco da Terra em cima das águas subterrâneas. Mover estes montes do lugar seria um trabalho dos deuses. Na teologia de Jesus, mesmo a menor fé poderia levar à concretização do que seria geralmente aceito como impossível. Este ensino de Jesus, obviamente, deve ser entendido á luz do resto da Escritura e não ser tomado sem entendimento. A fé deve estar de acordo com a vontade de Deus e com a Sua glória. Andrews Study Bible.

22 A segunda predição da morte de Cristo. A primeira acha-se em 16.21. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24. os que cobravam. Literalmente “que recebiam a dupla dracma” [gr didrachmon]. Estes não eram os publicanos, ou cobradores de impostos (ver com. de Lc 3:12), que cobravam pedágios e impostos para as autoridades civis, mas os homens designados em cada distrito para recolher o imposto do templo, o meio siclo [shekel] exigido de todo homem judeu livre, com 20 anos de idade ou mais para a manutenção do templo. Esse imposto não era obrigatório no mesmo sentido que era o dízimo, mas seu pagamento era considerado um dever religioso. CBASD, vol. 5, p. 466

não paga vosso Mestre? Aparentemente, a ideia de desafiar Jesus a esse respeito havia chegado havia pouco à mente deles; era parte de um plano bem elaborado. CBASD, vol. 5, p. 466.

taxa do templo. Somente Mateus menciona este incidente, provavelmente porque havia sido coletor de impostos antes de ter aceitado o chamado de Jesus para ser discípulo. Andrews Study Bible.

25 Sim, respondeu Ele. Pedro reconheceu imediatamente a natureza incomum e inesperada (ver com. do v. 24) do questionamento e sentiu o desafio implícito à fidelidade de Jesus ao templo que a suposta inadimplência indicava. Aparentemente, Pedro e seus condiscípulos ainda eram totalmente fiéis em espírito aos líderes judeus (cf DTN, 398), e a primeira reação de Pedro foi de evitar a todo custo qualquer coisa que tendesse a piorar as relações com eles. Porém, como em ocasiões anteriores (ver Mt 22:15-22), os escribas e fariseus procuravam confrontar Jesus com um dilema inescapável. Os levitas, sacerdotes e profetas estavam isentos (DTN, 433). recusar-se a pagar o imposto significaria deslealdade ao templo, mas pagá-lo implicaria que jesus não se considerava um profeta, que estaria isento dele. CBASD, vol. 5, p. 466.

26 isentos os filhos. Jesus poderia ter reivindicado a isenção como um mestre ou rabino. No entanto, ele deixou de lado essa afirmação válida. CBASD, vol. 5, p. 467.

27 Mas. O coletor de impostos do templo não tinha o direito legal de exigir o meio siclo de Jesus. Ele pagou por conveniência, não por obrigação. Ele renunciou a Seu direito a fim de evitar controvérsia e fez o que não podia legitimamente ser obrigado a fazer, a fim de estar em paz com Seus inimigos. Evidentemente, ele não queria que Sua lealdade ao templo fosse contestada, por mais que a acusação fosse injusta. O modo de ação de Cristo se destaca como lição para todos os cristãos. Devemos nos esforçar para viver em paz com todos e, quando necessário, fazer mais do que o exigido, a fim de evitar conflitos desnecessários com os adversários da verdade (cf. Rm 12:18; Hb 12:14; 1Pe 2:12-15, 19, 20). No entanto, sob nenhuma circunstância devemos comprometer o princípio cristão no esforço para agradar os outros (ver DTN, 356). CBASD, vol. 5, p. 467

por Mim e por ti. O milagre tinha a intenção de ensinar a Pedro uma lição e silenciar os cobradores de impostos críticos, que tinham procurado colocar cristo na categoria de um israelita comum e, assim, desafiar Seu direito de ensinar. CBASD, vol. 5, p. 467.




%d blogueiros gostam disto: