Reavivados por Sua Palavra


Mateus 11 by Jobson Santos
5 de fevereiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus, Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-11/

 

Comentário devocional:

Quando leio a Bíblia, busco descobrir o que ela está procurando me dizer. Eu sinto que cada capítulo tem algo que se aplica a mim como esposa e mãe. Este não é apenas um livro antigo de histórias. É muito mais. Todos os dias eu busco nela paciência e paz da parte de meu Pai celestial para me fortalecer.

Em Mateus 11, João Batista está procurando mais discernimento espiritual a respeito de Jesus. Ele está na prisão e ainda assim seu coração está repleto de amor para com o Salvador do Mundo. Ele havia seguido diligentemente o caminho que Deus havia planejado para ele e, então, foi preso. Jesus continuou o Seu ministério e quando os seguidores de João O encontraram, Jesus elogia João pelo trabalho que ele tinha feito em preparar o caminho para Ele. João era diferente do que as pessoas esperavam. Ele não usava roupas finas nem se alimentava das melhores comidas. Mas o que ele fez não foi sem importância para Deus.

Não devemos nunca pensar que o que fazemos para Deus não é importante. Enquanto Paulo refletia sobre suas limitações, o Senhor lhe disse: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2 Cor. 12:9, NVI). A mensagem também para nós é: apesar de nossas debilidades somos valiosos para Deus.

Quando leio Mateus 11, duas mensagens me vem a mente: 1. Jesus quer que mesmo nos momentos mais difíceis da nossa vida busquemos saber mais sobre Ele, porque Ele é quem verdadeiramente nos ama. 2. Jesus promete dar-nos paz e descanso quando colocamos a nossa confiança nEle.

Mantenhamos firmes a nossa confiança, pois nada poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus! (Romanos 8:39).

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/11 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1186
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/12    
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados05-02-2018.mp3   
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


MATEUS 11- COMENTÁRIO PASTOR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
5 de fevereiro de 2018, 0:51
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MATEUS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
5 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 11 – Tudo neste mundo conspira contra nossa alegria. O pecado é a nossa ruína e a maior desgraça que acometeu à nossa raça. Seus efeitos alcançaram nossa mente, percepção e visão da realidade.

Por isso, dedicamos nosso tempo em coisas erradas, tentando alcançar resultados positivos – o que é impossível.

O capítulo em questão nos revela que:

1. Diante de incertezas e dúvidas, procure Jesus e Sua Palavra, solicitando humildemente que Ele te esclareça as coisas que inquietam teu coração: Jesus surpreendeu os discípulos de João Batista com Suas respostas; e, elogiou, na ausência deles, ao último dos profetas que anunciou Sua primeira vinda (vs. 1-15). Jesus extrapola nossas expectativas.

2. Diante dos enviados de Deus, críticos e julgadores sempre chegam a conclusões equivocadas: Os críticos de plantão analisaram João Batista e o rejeitaram por causa de sua austeridade, alegando ser ele enviado do diabo; observaram a Jesus pelos padrões de sua limitada visão e, concluíram que deveriam recusá-lO por Sua empatia exagerada em relação ao pecador (vs. 16-19). O pecado cega, embrutece e bloqueia a percepção humana.

3. Diante das cidades impenitentes, que ignoram o evangelho, Jesus revela a sentença do juízo final: Censuras, mas não críticas; reprovação, mas não acusação; é assim que Jesus lida com Corazim, Betsaida, Tiro e Cafarnaum, deixando uma advertência a cada cidade do mundo que rejeita o Salvador (vs. 20-24).

4. Diante de um mundo condenado e desgraçado, Jesus oferece graça aos humildes: Não são os contemplados com intelecto privilegiado que apreende às singelas verdades espirituais, mas aqueles que, com coração simples e humilde, atenta para os mistérios revelados por Deus (vs. 25-27).

5. Diante da insatisfação, canseira, estresse, insatisfação, enfado das coisas e prazeres mundanos, Jesus misericordiosamente convida: Ele apela dizendo que aprendamos a ser mansos e humildes de coração para que alcancemos descanso para o coração (vs. 28-30).

Com Cristo, dúvidas transformam-se em certezas; pequenos tornam-se grandes; e, condenação resulta em absolvição. Junto a Cristo tudo é diferente, Ele acaba com a vida entediante. Não há como ter vida melhor que o estilo de vida prescrito por Cristo.

Você quer ter paz e alegria? Eis os passos para uma radical mudança de vida.

Rejeitar Jesus implica em rejeitar a vida. Em Cristo podermos reavivar-nos, revigorarmo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 11 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
5 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (v.28).


Com um ministério singular, João Batista anunciava as boas-novas de salvação preparando os corações para receber o Messias. Sua vida era uma inspiração para seus discípulos, que acompanharam a sua jornada e testemunharam o vibrante pregador. Não havia assunto mais sublime e importante para ele do que o de anunciar a chegada do Cristo prometido. Seu entusiasmo e ousadia andavam em harmonia com sua fé e convicção. Mas, quando “no cárcere” (v.2), algo inquietou o seu coração. Mesmo após ter anunciado Jesus como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29), e ter presenciado em Seu batismo a manifestação do Céu confirmando a Sua missão, inquietou-se por saber se era Ele mesmo o tão esperado Redentor da humanidade.
 
A resposta de Jesus foi a confirmação de outra profecia messiânica. A Sua vida era sinônimo de cura e de salvação (v.5). “E bem-aventurado é aquele que não achar em Mim [Jesus] motivo de tropeço” (v.6). Então, Ele dá testemunho de João chamando-o de “muito mais que profeta” (v.9), o “Elias que estava para vir” (v.14). Sabemos que o profeta Elias foi um dos maiores profetas de Israel, cuja missão foi a de restaurar a verdadeira adoração ao único e verdadeiro Deus. E as profecias apontam para “Elias” posteriores que antecederiam tanto a primeira quanto a segunda vinda de Jesus. Isto não significa que seriam o próprio Elias, mas atalaias de uma mesma mensagem: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:7).
 
Da mesma forma que João teve o seu momento de questionamento, ansioso por saber se a sua pregação havia alcançado o seu pleno objetivo, os mensageiros da bendita esperança dos últimos dias também têm passado por momentos onde a dúvida se apodera mesmo diante do fato inquestionável de que as profecias finais estão se cumprindo. Notem que “João ouviu… falar das obras de Cristo” (v.2). Ou seja, o testemunho de Jesus o alcançou mesmo na prisão e, ainda assim, pensou: “Será Ele mesmo o Messias?” Em momento algum João perdeu a sua fé ou culpou a Deus por estar naquela situação, mas a sua sincera busca lhe tornou em uma resposta que certamente foi um lavar regenerador, um estribilho da melodia celeste que fez seu coração descansar mesmo diante da morte.
 
Esta é a verdadeira paz de Cristo. Tomar o “reino dos céus… por esforço” (v.12) não se trata de usar minhas próprias forças para alcançar a salvação, mas de apoderar-me da força que há em Deus. É perseverar na fé ainda que as circunstâncias não me sejam favoráveis. João Batista recebeu uma missão e a cumpriu com louvor, mesmo sob ameaças e perseguições. Mas as injustiças cometidas contra a sua vida e ministério não calam o fato de que “a sabedoria é justificada por suas obras” (v.19). É certo que nós somos justificados pela fé em Cristo, mas as obras têm o papel fundamental de atestar a nossa fé. Elas não são e nunca serão a causa, mas devem ser a consequência: “Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (Ec 12:13).
 
Fomos chamados por Deus para desempenharmos a mesma obra de Elias e de João Batista, a de anunciar o evangelho eterno ao mundo, convocando todos a adorar ao único e verdadeiro Deus. Assim como as cidades impenitentes citadas por Jesus, hoje, há inúmeras cidades, regiões, países que precisam entender que “está próximo o reino dos céus” (Mt 10:7). E o Senhor tem revelado Sua sabedoria e instrução “aos pequeninos” (v.25), aos que têm Lhe confiado o coração e atendido ao Seu chamado de amor: “Vinde a Mim” (v.28). Ele não diz “Vinde a Mim vós que sois perfeitos e sábios”, mas chama os que sentem que suas forças acabaram e que não conseguirão dar nem um passo a mais.
 
Imagino que João deve ter sentido medo naquele lugar cujos algozes “brincavam” constantemente com suas emoções. A apresentação do evangelho do reino aos “cansados e sobrecarregados” (v.28) através da vida de Cristo foi para ele o perfeito alívio. E esta é a mesma obra que Jesus deseja realizar em nossa vida: Retirar nossos fardos e colocar sobre nós a leveza e a suavidade resultantes de um amor que jamais nos abandona. Temos uma grande e sagrada obra e a responsabilidade de proclamá-la é séria e em caráter de urgência. Que possamos aceitar o Seu terno convite e, cada dia, esforçarmo-nos em aprender dEle as características que nos tornam Seus “verdadeiros adoradores” (Jo 4:23).
 
Bom dia, verdadeiros adoradores do Deus vivo!
 
Rosana Garcia Barros
 
#PrimeiroDeus
#Mateus11
#RPSP


Mateus 11 – comentários selecionados by jquimelli
5 de fevereiro de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1 tendo acabado Jesus. Deve-se notar que Mateus 11:1 pertence à narrativa de 9:36 a 10:42, e não à do cap. 11. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 399.

2 no cárcere. João Batista estava encarcerado em Maqueros, fortaleza inóspita nas proximidades do mar Morto. Bíblia Shedd.

3 És Tu AquEle que estava para vir? Herodes aprisionara João Batista porque este o havia repreendido publicamente por ter se casado com a esposa de seu irmão, Filipe (14:3-5). Na prisão João começou a duvidar se Jesus era realmente o Messias, especialmente do tipo de Messias do qual Mal 3 falava, ou que ele mesmo predizia (3:10-12) – aquEle cuja missão seria julgamento de fogo. Andrews Study Bible.

João quis certificar-se, antes de morrer, de que Jesus era realmente o Messias. … Aliás, Jesus e João evitaram usar a palavra “Messias” que os próprios ouvintes poderiam interpretar como a declaração da vinda do libertador militar nacionalista. Bíblia Shedd.

4-6 Ide e anunciai a João. Jesus altera o entendimento tradicional de qual seria a missão do Messias nesta resposta à mensagem de João:Em vez de um Messias político que traria julgamento aos inimigos dos judeus e quebraria o jugo do imperialismo romano, Jesus é o Messias que tem conhecimento das necessidades sociais, espirituais e pessoais. Ele cura, Ele ressuscita e proclama boas novas ao pobre. Mateus deseja demonstrara que a missão de Jesus era mais ampla do que outorgar uma nova lei e mais do que morrer na cruz. Andrews Study Bible.

7 um caniço. As canas cresciam em abundância no vale do Jordão, onde se realizou a maior parte do ministério de João. … Certamente João não poderia ser comparado às canas, pois seu caráter não era débil e vacilante. CBASD, vol. 5, p. 400.

9 Um profeta é simplesmente alguém que transmite uma mensagem de Deus. CBASD, vol. 5, p. 400.

Muito mais que um profeta. A ele [João] foi dada a tarefa mais importante de todos os tempos: apresentar o Messias ao mundo. CBASD, vol. 5, p. 400.

11 o menor do reinos dos céus é maior do que ele. Qualquer crente seria maior do que João, pois veria a culminação de Cristo, participando nos Seus benefícios. Bíblia Shedd.

… no privilégio de se relacionar com o próprio Cristo. CBASD, vol. 5, p. 401.

12 dias de João. Isto é, o tempo em que Batista proclamou a vinda do Messias e o reino messiânico, provavelmente desde a primavera de 27 d.C., até a primavera de 29 d.C. CBASD, vol. 5, p. 401.

até agora. Isto é, desde o tempo do aprisionamento de João, na primavera de 29 d.C. ao outono do mesmo ano. CBASD, vol. 5, p. 401.

é tomado por esforço. Alguns entendem que significa que as multidões lutavam com zelo para seguir Jesus; outros que o reino da graça divina (ver com. de Mt 3:2) sofria violência no sentido de que muitos que seguiam João e Jesus o faziam com pouco ou nenhum entendimento real da verdadeira natureza do reino. CBASD, vol. 5, p. 401.

13 os Profetas e a Lei. A totalidade do AT profetizava a vinda do reino. Bíblia de Estudo NVI Vida.

profetizaram até João. …todos os profetas do AT esperaram pela época de João e falaram do Messias que viria. (1Pe 1:10, 11). Portanto, é possível dizer que o ofício profético da época do AT teve seu clímax em João. CBASD, vol. 5, p. 401.

16 esta geração. “Esta geração” tinha recebido privilégios muito maiores do que todas as do AT. Mas, apesar dessas oportunidades sem precedentes, bem poucos tiveram “ouvidos” para ouvir …, para perceber o verdadeiro significado da missão de João Batista e da de Jesus. … João Batista serviu de ponte entre o AT e o NT (ver DTN, 220). O AT foi concluído com uma profecia de que ele viria (ver com. de Ml 3:1; 4:5, 6) e o NT se inicia com um registro do cumprimento dessa profecia (ver Mt 3:1-3; Mc 1:1-3). CBASD, vol. 5, p. 402.

17 tocamos flauta. Como num casamento. Cantamos um lamento. Como num enterro. … Os judeus eram como crianças que se recusavam a corresponder em qualquer dessas ocasiões. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O problema não era se eles gostavam do lamento ou dança. Eles simplesmente não queriam fazer o que os outros pediam. A aplicação dessa metáfora é óbvia. As crianças que não se agradavam de nada representavam os escribas e fariseus que criticavam tanto João quanto Jesus. CBASD, vol. 5, p. 403.

18 tem demônio! … desculpa para não aceitar a mensagem de arrependimento e vida nova. CBASD, vol. 5, p. 403.

20 increpar. Gr oneidisein, lit “lançar em rosto” ou “repreender”. Bíblia Shedd.

21 Corazim … Betsaida … Cafarnaum. Três cidades localizadas na banda noroeste do mar da Galileia sobre as quais pouco sabemos, a não ser que rejeitaram a mensagem de Cristo, precedendo, em sua rejeição, à dos judeus. Bíblia Shedd.

22, 24 menos rigor. Deus julgará os seres humanos mediante as oportunidades que tiveram. CBASD, vol. 5, p. 404.

Não que Sodoma fosse menos pecadora do que as cidades mencionadas: apenas não teve as mesmas oportunidades que estas. Bíblia Shedd.

23 inferno. Do gr. hades, … heb she’ol, “sepultura”, como em Oseias 13:14, em que she’ol, “túmulo”, é um paralelo poético de maweth, “morte”. CBASD, vol. 5, p. 404.

25 graças Te dou. Jesus dava graças pela misericórdia, em revelar as verdades eternas aos simples. Jesus não condena ao intelecto, mas, sim, ao orgulho intelectual. Sem humildade, o evangelho não tem acesso ao coração.Bíblia Shedd.

sábios e instruídos. Seriam os doutores da Lei e os escribas que orgulhavam-se do seu profundo estudo e conhecimento do AT, mas que não foram capazes de reconhecer Quem era Jesus. Bíblia Shedd.

…é evidente que os “sábios e instruídos”, os líderes de Israel, tiveram mais oportunidades de entender a Jesus do que qualquer um de seus compatriotas. … Porém, os líderes de Israel escolheram rejeitar a luz que o Céu lhes dera (ver Os 4:6; DTN, 30). Deus não foi parcial. CBASD, vol. 5, p. 405.

28 cansados. Cristo não está se referindo a trabalho físico, mas de alma e mente, que resulta em cansaço por preocupações e pesar. Esse convite tinha um significado especial para a multidão ouvinte, pois a religião de Israel tinha se corrompido até se tornar numa tentativa trabalhosa e sem sentido de se encontrar salvação pelas obras. CBASD, vol. 5, p. 406.

29 jugo. Um pedaço de madeira rígida colocada no pescoço de uma besta de carga (usualmente um boi). Era conectado a um veículo usado para carregar cargas pesadas. Andrews Study Bible.

O propósito de um jugo não era tornar mais pesadas as cargas para o animal que as levava, e sim mais leves; não mais difícil, e sim mais fácil de carregar. … O “jugo” de Cristo é nada mais do que a vontade de Deus resumida na lei de Deus e enaltecida no Sermão do Monte (ver Is 42:21; DTN, 329; ver com. de Mt 5:17, 22). A figura que Cristo empregou não era desconhecida de Seus ouvintes, pois os rabis também se referiam à Torah (ver com. de Dt 31:9) como um “jugo”, não no sentido de ser um fardo, mas como uma disciplina, um modo de vida ao qual as pessoas deviam se submeter. CBASD, vol. 5, p. 407.




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