Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 15 by jquimelli
9 de fevereiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-15

Comentário devocional:

Neste capítulo, vemos que os fariseus não estavam ouvindo com o coração. O foco deles eram suas tradições e rituais. Sem isto eles se sentiam perdidos. Jesus então os chama de “guias cegos”. Nesta passagem Jesus nos lembra que devemos manter nossas mentes e corações abertos para Ele. Distrações são inevitáveis, mas não devemos permitir que a mídia, os aparelhos eletrônicos, as tradições e outras coisas feitas pelo homem nos distraiam do que é real e definitivamente mais importante. Devemos estar abertos à direção do Espírito de Deus.

Jesus encontra a mulher cananéia e primeiro fala com ela da forma que um homem judeu falaria com uma pessoa estrangeira. Da forma que ela, uma não-judia, esperava. Jesus fez isso para testar a sua fé. Ela realmente acreditava que Ele era o Messias? Sua resposta a Jesus mostra seu coração aberto e seu desejo de que sua filha fosse curada. Ela clama a Jesus: “Senhor, ajuda-me!” (v. 25 NVI). Jesus pode ler o coração da mãe e sabe que ela realmente acredita em Deus e no Seu poder. A sua fé e esperança tornaram possível a realização do milagre. Sua fé em Jesus traz a cura para sua filha. Que incrível promessa de Jesus: “Seja conforme você deseja.” (v. 28)!

Quando nossa esperança e fé em Jesus tiverem esta intensidade, nós também testemunharemos grandes milagres.

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã


Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/15
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/16
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados09-02-2018.mp3



MATEUS 15 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by jquimelli
9 de fevereiro de 2018, 0:45
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#RPSP #PrimeiroDeus



MATEUS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
9 de fevereiro de 2018, 0:40
Filed under: Sem categoria
MATEUS 15 – Mensagens fortes afastam aos egoístas, mas convertem aos humildes. Se você tem coragem, continue lendo!
Embora Jesus intentasse em alcançar os perdidos judeus, eles rejeitaram o único que poderia salvá-los.
“Por isso, Mateus 15.1-16.12 mostra Jesus voltando-se dos judeus para os gentios, entre os quais teve melhor acolhida. Em 15.1-20, Jesus não tinha saído de Israel em termos geográficos, mas com certeza o fizera em termos ideológicos […]. Em 15.21-28 Jesus sai da Galileia e vai para a Siro-Fenícia (região de Tiro e Sidom), onde encontrara uma mulher que Mateus deliberadamente chama de cananeia – um rótulo que devia recordar os horrores causados pelos antigos inimigos de Israel. Essa mulher admite estar num plano secundário na história da salvação […]. De modo ainda mais impressionante ele repetiu o milagre dos pães e dos peixes, dessa vez para quatro mil homens gentios e suas famílias (15.29-39)” (Craig Blomberg).
• Jesus respeita quem O rejeita, e procura quem O aceita!
“Em contraste com a zombaria dos judeus, esses gentios ‘glorificaram o Deus de Israel’, particularmente quando Jesus opera novamente uma série de milagres” (Blomberg).
Do capítulo em análise destacam-se preciosas lições:
• Hipócritas elaboram regras sobre as diretrizes divinas, então, acham defeitos onde não existem; valorizam mais o aspecto externo da religião do que o interno; além disso, suas críticas e implicâncias revelam que eles se sentem superiores até de Cristo.
• Jesus mostra que toda manipulação humana da Palavra de Deus macula a verdadeira religião. Legalismo e liberalismo revelam tal constatação.
• Tem pessoas e denominações dando mais crédito a dogmas e leis eclesiásticas do que à Palavra de Deus. As tradições humanas parecem mais atraentes que os ensinamentos divinos, a isso Jesus reprova.
• A religião aprovada pelo Céu começa no interior e se expande no exterior; precisamos entregar nosso coração inteiro, que parece um poço de pecados, ao senhorio absoluto do Senhor para que a adoração seja genuína, não hipócrita.
• Os promotores de falsas doutrinas devem ser rejeitados – assim como Jesus os rejeitou –, por mais que os mestres pareçam sábios e tenham status religiosos na sociedade.
• Quando a verdade celestial é rejeitada, devemos pedir a direção de Deus e tomar outro rumo, onde encontraremos pessoas receptivas.
• Finalmente, que não sejamos nós os resistentes à verdade.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


MATEUS 15, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (v.8).


Assistindo a um vídeo de um canal cristão (Camelo na Agulha), de uma forma bem humorada ele apresenta a triste realidade de um grupo de pessoas o qual denominou de “ministério da crítica”. São aqueles cuja atenção está sempre voltada para criticar a atitude alheia. Jesus deparava-Se constantemente com este “ministério”. Ao comerem sem antes lavar as mãos várias vezes, conforme “a tradição dos anciãos” (v.2), os discípulos foram acusados de transgressão. A réplica de Jesus não foi uma devolução na mesma moeda, mas uma advertência quanto ao que os escribas e fariseus julgavam como prioridade.

Enquanto criticavam o comer sem lavar as mãos, transgrediam o quinto mandamento da Lei de Deus (Êx 20:12). A prática da tradição denominada “Corbã” (uma espécie de oferta especial) foi condenada por Jesus pelo fato de tal tradição ser colocada acima da Palavra de Deus (v.6). Muitos daqueles líderes religiosos negligenciavam o cuidado para com seus pais idosos, com o discurso: “É oferta ao Senhor aquilo que poderias aproveitar de mim” (v.5). E o que o nosso irmão chamou de “ministério da crítica”, Jesus chamou de “ministério da hipocrisia”.

Será que o nosso cristianismo tem sido, de fato, a prática do puro Evangelho? Ou temos vivido um evangelho à moda de Hitler, visando criar uma “raça” de “santos” hipócritas, condenando todos os demais como miseráveis hereges de “raça” inferior? Somos portadores de verdades eternas, e diante de tamanha responsabilidade, a nossa maior obra e urgente necessidade é a da comunhão com Deus. Adquirir conhecimento da Palavra sem conhecer a Deus torna-se hipocrisia. Mas buscar conhecer a Deus através de um relacionamento diário com Ele, examinando as Escrituras e através de uma vida de oração, é vida eterna (Jo 17:3).

O relato sobre o pedido da mulher siro-fenícia é uma prova de que Deus tem uma igreja invisível espalhada pelos quatro cantos da Terra e que, no devido tempo, assim como foi com Noé e sua família, ouvirá o Seu último chamado. Multidões têm clamado: “Senhor, socorre-me!” (v.25). Percebam que enquanto os discípulos não pediram para que Jesus desse atenção àquela mulher, Ele permaneceu calado. E que Ele estava sentado quando as multidões levaram os enfermos “e os largaram” aos Seus pés (v.30). Este detalhe nos revela o que Cristo esperava de Seus discípulos e o que Ele espera de cada um de nós, hoje. Que sejamos veículos de Deus encaminhando as pessoas até Ele.

Não lhe parte o coração pensar que milhares de pessoas estão sofrendo hoje sem saber que direção tomar? Estão famintas de Deus, mas não sabem como saciar sua fome. Jesus está nos dizendo, agora mesmo: “Tenho compaixão desta gente” (v.32). E o que faremos? Diremos, como os discípulos que foram testemunhas oculares da primeira multiplicação, que não temos como alimentar as multidões (v.33)? Ou simplesmente confiaremos que Jesus usará o pouco que temos para a glória de Deus?

Amados, eu passei muitos anos considerando que o meu cristianismo era verdadeiro quando eu nem conhecia a Jesus. Mas quando Ele me encontrou e eu passei a experimentá-Lo em minha vida todos os dias, eu posso afirmar que não há maior alegria do que esta. Da zona de conforto, fui levada ao deserto, que se não fosse Jesus a me dizer constantemente: “Filha, Eu já venci por você. A Minha graça te basta!”, eu não teria suportado. Ellen White diz que “as ações formam hábitos, os hábitos formam o caráter, e pelo caráter é decidido nosso destino para este tempo e para a eternidade” (Parábolas de Jesus, p. 356).

Precisamos formar o hábito da comunhão diária. Jesus anda e senta perto de nós, mas Ele jamais invadirá o território de nosso livre arbítrio. Quando compreendermos que como povo do advento o nosso primeiro serviço deve ser a renúncia do eu e a devoção diária a Deus, então o Espírito Santo será derramado com poder jamais visto e ser-nos-á dado “pão” suficiente para alimentar o mundo.

A escolha é nossa: “ministério da crítica” ou ministério de Cristo?

Bom dia, discípulos do ministério de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Mateus15
#RPSP



MATEUS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
9 de fevereiro de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1 Escribas e fariseus chegaram de Jerusalém para reforçar o rol dos inimigos de Jesus, que já estavam se consolidando, como foi o caso dos fariseus com os herodianos (Mc 3.6). Mais tarde, até os saduceus, tradicionais rivais dos fariseus, seriam acrescentados. Bíblia Shedd.

tradição dos anciãos. Após o exílio babilônico, os judeus, numa tentativa de observar perfeitamente a Torah (para que a experiência do exílio não se repetisse), começaram a desenvolver meticulosas regras e regulamentos que eram expansões das 613 leis encontradas nos livros de Moisés. Foram transmitidos oralmente de geração em geração até aproximadamente  ano 200 d.C., quando foram escritas em um livro chamado MishnahAndrews Study Bible.

não lavam as mãos. Esta não era uma questão sobre higiene pessoal, mas sobre pureza ritual e cerimonial. O propósito de lavar as mãos era remover a contaminação trazida aos piedosos judeus pelo contato com pessoas ou coisas cerimonialmente impuras. Os criadores destas tradições se baseavam em Êx 30:17-21, onde Deus ordenava que os sacerdotes lavassem suas mãos e pés antes de entrarem no tabernáculo. Isto foi expandido para a vida do dia-a-dia. Andrews Study Bible.

4-6 Se alguém queria livrar-se da responsabilidade de cuidar de seus pais em idade avançada, era só fazer a falsa declaração de que seus bens pertenciam ao templo, de que era korban (que significa “oferenda”). Seus bens seriam registrados em nome do templo até a morte de seus pais, quando então se passaria a “combinar” algo com os escribas, no intuito de reavê-los. Parece que para o gozo de tais benefícios legais não era necessário grande oferta. Talvez alguns dos que assim faziam estivessem presentes na hora. Bíblia Shedd.

invalidastes a Palavra de Deus. Devemos estar sempre atentos para os métodos que se usam para invalidar a Palavra: 1) Esquecimento; 2) Reinterpretação; 3) Racionalização; 4) Ignorância; e 5) Simples desobediência. Bíblia Shedd.

11 contamina. Ao dizer que não é o que entra em uma pessoa que a contamina, Jesus não está tornando todas as comidas permissíveis ou saudáveis. … Jesus inverteu o foco dos mestres da lei: eles estavam obcecados com o exterior, enquanto Jesus enfatizava as ações morais e internas.Para Ele, o pecado estava enraizado dentro do ser – o coração. Andrews Study Bible.

21 Partindo Jesus dali. O incidente seguinte provavelmente aconteceu no fim da primavera de 30 d.C., possivelmente no mês de maio. Com a alimentação dos 5 mil e o sermão sobre o Pão da Vida, na sinagoga de Cafarnaum (ver com. de Jo 6:1, 25), o ministério de Jesus atingiu seu clímax. A maré da popularidade começou a se voltar contra Jesus, como havia acontecido no ano anterior na Judeia (DTN, 393), e a maioria dos que se consideravam Seus seguidores O rejeitaram (ver com. de Jo 6:60-66). Isso ocorreu poucos dias antes da Páscoa desse ano, da qual Jesus não participou (ver com. de Mc 7:1). A terceira jornada pela Galileia alarmou muito os líderes judeus … Após a Páscoa, uma delegação de Jerusalém confrontou Jesus com a acusação de que Ele estava transgredindo as exigências religiosas (Mc 7:1-23). Mas Ele os silenciou revelando sua hipocrisia, e eles foram embora encolerizados … A atitude e as ameaças deles deixaram claro que Sua vida estava em perigo… Assim, em harmonia com o conselho que já havia dado aos discípulos, Ele Se retirou da Galileia por um tempo …, como havia feito na Judeia no ano anterior, quando foi rejeitado pelos líderes de lá. Essa retirada para o norte marca o início de um novo período no ministério de Cristo e o fim de Seu ministério na Galileia, ao qual ele dedicou cerca de um ano, aproximadamente da Páscoa de 29 d.C. à de 30 d.C. Isso foi menos de um ano antes de Sua morte. … Claramente, no entanto, essa visita não foi uma viagem missionária no sentido que tiveram as três jornadas pela Galileia, pois, ali chegando, Jesus procurou Se manter incógnito (Mc 7:24). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 440.

22 uma mulher cananeia. Os fenícios pertenciam a uma antiga etnia cananeia. CBASD, vol. 5, p. 441.

26 cachorrinhos. Gr kunarion, um diminutivo afetuoso, empregado para os cachorrinhos de estimação, “de colo”. … Devia ter sido, para Jesus, um grande alívio testemunhar uma fé tão grande, e ao mesmo tempo singela e humilde, em pleno funcionamento, depois de tantas lutas com fariseus que, a despeito de sua fidelidade à letra da Lei, pouco ou nada sabiam da verdadeira comunhão com Deus em espírito e em verdade. Bíblia Shedd.

O contexto indica que estão em vista os animais de estimação, e não os de rua. A expressão não é equivalente ao insulto comum “cão gentio”. Bíblia de Genebra.

Jesus queria ressaltar que o evangelho devia ser primeiro oferecido aos judeus. A mulher compreendeu o que Jesus dera a entender e se dispôs a aceitar “migalhas”. Jesus recompensou-lhe a fé. Bíblia Shedd.

27 Sim, Senhor. Por trás da aparente indiferença de Jesus ao apelo sincero da mulher …, ela aparentemente detectou a terna compaixão de Seu grande coração de amor. CBASD, vol. 5, p. 442.

30 Esta lista de doentes pende para o lado das grandes incapacidades físicas, as quais oferecem base para não apoiar a teoria das “curas psicológicas”. Bíblia Shedd.

32 três dias. As pessoas tinham levado comida para pelo menos um dia, até dois, pois Jesus não teve preocupação até o terceiro dia. CBASD, vol. 5, p. 443.




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