Reavivados por Sua Palavra


Mateus 19 by Jobson Santos
13 de fevereiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-19

Comentário devocional:

Nos versos 1 a 10, Jesus declara que o casamento deve ser um compromisso para toda a vida. Se esposo e esposa estão vivendo uma vida temente a Deus, nunca precisarão se divorciar. Seguindo os ensinamentos de Jesus, encontrarão solução para todos os seus problemas interpessoais. Devido à natureza pecaminosa do homem, Deus fez uma provisão para o divórcio no contexto do adultério. Mas, mesmo nessas circunstâncias, a reconciliação é muitas vezes a melhor alternativa (Gn 1:27; 2:24; Dt. 24:1-4).

Alguns cristãos escolhem a vida de solteiro, a fim de servir a Deus sem as distrações e as responsabilidades de uma família ou cônjuge. Para aqueles que podem aceitar este estilo de vida, não pode haver condição melhor para o serviço dedicado a outros. Para aqueles que não conseguem se manter solteiros existe o casamento (1 Cor 7: 1-7).

Nos versos 16-22, o jovem rico homem se ajoelha diante de Cristo (Mc 10:17-21) e faz uma pergunta muito importante. Se fosse válida a crença de muitos cristãos de hoje, Jesus teria respondido: “Acredite, apenas acredite e você será salvo.” Em vez disso, o Salvador olha para este jovem com compaixão e diz-lhe para guardar os mandamentos, vender tudo o que tem, dar todo o resultado da venda aos pobres, e depois segui-Lo.

Tudo pertence a Deus e nós somos apenas os guardiões temporários. Como mordomos da casa do tesouro de Deus, temos a solene responsabilidade de usar tudo que possuímos, seja pouco ou muito, para servir os outros. Se usarmos o que temos para ganho pessoal e prazer, privaremos outros dos benefícios da generosidade de Deus.

Leo Van Dolson, Jr.
Califórnia, E.U.A.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/19
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/20       
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados13-02-2018.mp3


MATEUS 19 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by jquimelli
13 de fevereiro de 2018, 0:55
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#RPSP #PrimeiroDeus



MATEUS 19 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
13 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 19 – A batalha do bem contra o mal é percebida nitidamente nas histórias de Jesus. Muitas vezes o mal agia através da liderança espiritual da igreja verdadeira.

Neste capítulo, Jesus deixa “a Galileia e percorre a região da Judeia a leste do Jordão. Ali, numerosos enfermos fazem mais solicitações à sua compaixão, e os fariseus se esforçam mais uma vez para encontrar os meios de desacreditá-lo e a seu ensino” (R. V. G. Tasker).

Para uma visão geral do capítulo, veja o esboço a seguir baseado no trabalho de Leon Morris:

1. Viagem de Jesus a Jerusalém:
a) Ensino sobre o divórcio (19:1-12);
b) Jesus e as crianças (19:13-15);
c) Ensinamentos e viagem:
• O perigo das riquezas (19:16-30);
• A parábola dos trabalhadores da vinha (20:1-16);
• Previsão da paixão (20:17-19);
• Cargos para os filhos de Zebedeu (20:20-28);
• Dois cegos de Jericó (20:29-34).

Após obter uma visão mais ampla, volte-se para Mateus 19, o qual possui muitos assuntos profundos. Jesus aborda vários temas importantes e sempre relevantes, que muitas vezes nós não damos o devido valor.

Jesus instruiu sobre…

1. …casamento, divórcio e celibato. Aceitamos Suas orientações ali?
2. …as crianças. Seguimos Seus princípios neste quesito ou deixamos que Satanás leve nossos filhos através de jogos, programas midiáticos e outros meios diabólicos?
3. …as riquezas. Elas jamais devem interferir entre nós e Cristo, elas não são divinas para receber nossa devoção como se fossem deuses. Seguiremos os passos do jovem rico ou o convite de Jesus?
4. …a recompensa terrestre e celestial para aqueles que “abrem mão” de tudo para O seguirem. Acatamos tais ensinamentos?

Como o jovem rico, muitos sacrificam a vida eterna por coisas efêmeras, ao invés de sacrificar coisas efêmeras pela vida eterna.

Como o jovem rico, muitos pensam que sua religião externa, as práticas espirituais corretas e até a obediência, garantirão sua entrada no reino de Deus. Jesus mostra que é preciso segui-lO diariamente, pois sem Ele até a melhor pessoa é impossível salvar-se.

Os fariseus intentaram atrapalhar a multidão de seguir a Jesus e crer em Seus ensinamentos. Hoje muitos líderes eclesiásticos fazem a mesma coisa.

• Seguiremos a Jesus em tudo o que Ele orientar, ou daremos ouvidos a líderes espirituais cegos, orgulhosos e presos em seus emaranhados conceitos?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 19, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de fevereiro de 2018, 0:30
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“…Tudo isso tenho observado; que me falta ainda?” (v.20).

Atravessando o Jordão, Jesus seguiu pregando e curando as multidões, mas os que mais precisavam de cura insistiam em experimentá-Lo. Governados por suas próprias paixões e preferências, aqueles fariseus interpretavam as Escrituras conforme lhes fosse conveniente e testaram a Jesus usando o que Moisés havia escrito acerca do divórcio. Na verdade, o que está escrito em Deteronômio 24:1-4 não é uma autorização para o divórcio, e sim uma exceção ao divórcio. Contudo, o que Jesus deixou bem claro foi que o casamento foi criado por Deus no Éden como uma bênção para toda a vida. “Uma só carne” (v.5), não significa deixar de ter a sua individualidade, mas torná-la completa. Ele também não incentivou o celibato, mas esclareceu que esta opção é melhor do que não cumprir com fidelidade os votos do matrimônio sagrado.

Creio que a dureza de coração tenha sido o maior problema que Cristo teve de enfrentar no meio de Seu povo. A obra de lapidar o coração de Seus discípulos Lhe custou dedicação especial. Cada episódio da vida do Salvador era uma lição a ser ensinada ao Seu pequeno grupo de imaturos seguidores. Ao repreenderem aqueles que levaram crianças à presença de Jesus, os discípulos estavam apenas reagindo conforme o que haviam aprendido com a dureza de coração de seus líderes religiosos. Contudo, aquela cena comoveu o coração de alguém diferente. Ao ver Jesus abençoar e pegar no colo as criancinhas, um jovem rico saiu do meio da multidão com uma inquietante pergunta: “Mestre, que farei eu de bom para alcançar a vida eterna?” (v.16).

Imagino eu que esta pergunta não estava apenas no coração daquele jovem, mas que ele foi o único que teve a coragem de perguntar. A primeira resposta de Cristo esclareceu a primeira coisa que precisamos ter em mente: “Bom só existe Um” (v.17). Isto é, Deus é bom. Nada do que façamos ou deixemos de fazer nos atribui bondade alguma. A bondade faz parte do fruto do Espírito Santo. Ela nos é dada. Nós não a possuímos. Tranquilo até aqui? Então, vamos prosseguir…

Na segunda resposta de Jesus, Ele afirmou que, aquele que quer entrar na vida eterna deve guardar os mandamentos. Muitos há que ignoram o fato dEle ter citado alguns dos dez mandamentos. Outros, no entanto, usam a desculpa de que Ele só citou a segunda tábua da Lei. Mas esquecem de analisar o contexto. Jesus estava diante de um jovem judeu, ou seja, Ele não precisava lembrá-lo quanto à guarda do sábado ou quanto à adoração somente a Deus. Porém, aquele jovem carregava em seu íntimo um vazio inexplicável que desejava preencher.

“Que me falta ainda?” (v.20). Um jovem sedento por respostas, mas indisposto a aceitá-las. Ao expor o seu ponto fraco, Jesus lhe deu a certeza de quem Ele era, mas, ainda assim, a dureza de coração o impediu de seguir Aquele que tinha riquezas eternas a lhe oferecer. Para uma sociedade que julgava as pessoas conforme suas posses, abrir mão dos tesouros pessoais era algo fora de cogitação. E ao lançar por terra este tabu, Cristo causou grande tristeza ao jovem rico e grande admiração diante dos discípulos, a ponto de ser a vez deles de lançar-Lhe uma nova pergunta: “Sendo assim, quem pode ser salvo?” (v.25). E a resposta é uma só: “Isto é impossível aos homens, mas para Deus tudo é possível” (v.26).

Nenhum de nós, por melhor que pareça ser, é digno da vida eterna. Desde a entrada do pecado no mundo, nunca pisou na face da terra um ser humano sequer que pudesse salvar-se a si mesmo. Somente por causa do intenso e imenso amor de Deus por nós foi que Ele “deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). O jovem rico trocou o maior presente dado ao mundo pelas migalhas de uma vida passageira.

Jesus está nos chamando mais uma vez, hoje: “Vem e segue-Me” (v.21). Que você e eu não vivamos na ilusão de uma vida regada a obras vazias e regalias transitórias, mas que o Espírito Santo nos faça frutificar através de uma vida de fé e amor. E ainda que tenhamos de sofrer perdas aqui, por causa do nome de Jesus, alegre-mo-nos na certeza de que receberemos muitas vezes mais e herdaremos a vida eterna (v.29).

Bom dia, seguidores de Cristo

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Mateus19 #RPSP



MATEUS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
13 de fevereiro de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

7-8 Ouvindo o ponto de vista de Jesus a respeito do casamento, os fariseus pensaram que podiam colocá-Lo contra Moisés. Porém Jesus mostra que Moisés, em Dt 24.1-4, não estava dando justificativas para o divórcio, mas oferecendo providências no caso de divórcio. Dr 24.1-4 consiste de uma longa afirmação condicional introdutória (“se acontecer”), terminando com a proibição para um homem casar novamente com uma mulher de quem ele já havia se divorciado anteriormente. Bíblia de Genebra.

9 não sendo por causa de relações sexuais ilícitas. A palavra grega para “relações sexuais ilícitas” é bastante ampla e inclui, além do adultério, vários pecados de natureza sexual. Bíblia de Genebra.

Dos ensinamentos de Jesus aqui, pode-se inferir que a parte inocente está livre para escolher se o relacionamento conjugal deve continuar ou não. A reconciliação é sempre ideal, especialmente se envolve filhos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 481.

10 Não convém casar. Evidentemente, os discípulos argumentaram que, sendo a natureza humana o que é e havendo tantas circunstâncias em que o marido e mulher se mostram incompatíveis, não seria melhor renunciar à vida de casado por completo? sem dúvida, à primeira vista, o padrão que Jesus proclamou parecia muito elevado até mesmo para os discípulos, como, por vezes, fazem os cristãos de hoje, O que os discípulos esqueciam, e o que os cristãos de hoje são propensos a esquecer, é que Cristo oferece outra solução para a infidelidade conjugal. Se acordo coma  fórmula de Cristo, onde as disposições e personalidades não são adequadas, a solução é mudar as disposições, o coração e a vida (ver com. de Rm 12.2), não o cônjuge. … Não há problema conjugal que não possa ser resolvido para a satisfação de ambos, marido e mulher, em que os dois estejam dispostos a seguir os princípios estabelecidos por Cristo no Sermão do Monte. E, quando um dos cônjuges está disposto a fazê-lo, mesmo que o outro não esteja, é possível atingir um grau verdadeiramente notável de paz conjugal, resultando na conquista daquele que não está disposto. Essa recompensa vale mais do que a paciência e o sacrifício necessários. CBASD, vol. 5, p. 481.

12 que … se fizeram eunucos. O casamento é desejável. A formação do caráter pode ser muito mais eficaz e completa em estreita associação com outro ser humano do que quando a pessoa está solteira. … O celibato não é um estado comum, normal, e é um engano dizer que, por si só, ele pode levar a um estado superior de santidade do que seria possível de outra forma. Entre os judeus, o celibato era desaprovado ou digno de pena, e era praticado somente por grupos ascéticos extremos, como os essênios. CBASD, vol. 5, p. 482.

14 Deixai os pequeninos … vir a mim. Os discípulos consideravam as crianças como um embaraço na obra de Jesus, mas Jesus as acolhe como súditos do reino e as abençoa. Bíblia de Genebra.

16 que farei eu de bom? Essa questão reflete o típico conceito farisaico de justiça pelas obras como passaporte para a “vida eterna”. O jovem rico tinha cumprido conscienciosamente todos os requisitos da lei (PJ, 391), pelo menos de maneira formal, e também todos aqueles impostos pelos rabinos, mas estava consciente que algo faltava em sua vida. Ele admirava Jesus e pensava seriamente em se tornar um de Seus discípulos (DTN, 518). CBASD, vol. 5, p. 483.

23-26 A riqueza era considerada evidência da aprovação de Deus e o rico parecia ser o mais provável candidato ao reino. Jesus inverteu esta ideia e o resultado não passou despercebido aos discípulos: “quem pode ser salvo?” (v. 25). Bíblia de Genebra.

24 Camelo. Jesus trata de uma impossibilidade humana, como afirma claramente (v. 26). A verdade declarada foi precisamente o oposto do que as pessoas, mesmo os discípulos, criam … Os fariseus pensavam e ensinavam que a riqueza constituía uma prova do favor divino (ver com. de Lc 16.14). Quando Jesus discutiu as riquezas nessa ocasião, Ele pode ter tido em mente particularmente Judas Iscariotes, que, por amor ao dinheiro, estava prestes a vendê-Lo (Jo 12:6; 13:29). O problema de Judas era fundamentalmente o mesmo que o do jovem rico (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 486.

Fundo de uma agulha. Há uma explicação de que o “fundo de uma agulha” se refere a um portão menor aberto em um grande portão da cidade, pelo qual as pessoas poderiam passar quando a grande porta fosse fechada para o tráfego principal. Contudo, essa explicação se originou séculos depois da época de Cristo. Não existe, portanto, base válida para essa explicação, por mais plausível que pareça. Jesus estava lidando com impossibilidades (v. 26), e não há nenhum proveito em maquinar uma explicação pela qual tornar possível o que Jesus apontou especificamente como impossível. CBASD, vol. 5, p. 486




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