Reavivados por Sua Palavra


MALAQUIAS 1, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de janeiro de 2018, 0:30
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“Agora, pois, suplicai o favor de Deus, que nos conceda a Sua graça; mas, com tais ofertas nas vossas mãos, aceitará Ele a vossa pessoa? – diz o SENHOR dos Exércitos” (v.9).


O último livro do Antigo Testamento. O último profeta conhecido de Israel, no Antigo Testamento. O último chamado de Deus a cada geração. Este é o livro do profeta Malaquias (heb., “meu mensageiro”). Um livro onde a vida do mensageiro se esconde atrás da sublime e solene mensagem. Apesar de não haver citação acerca da vida de Malaquias em nenhum outro lugar na Bíblia, e do significado do seu nome indicar que talvez este não fosse realmente o seu nome e sim uma espécie de título, é certo de que este homem de Deus cumpriu com fidelidade o chamado divino dizendo exatamente o que o Senhor lhe havia revelado.

E a primeira coisa que o Senhor diz a um povo rebelde, desobediente e ingrato, por intermédio de Malaquias, é: “Eu vos tenho amado” (v.2).

Qual seria a sua resposta diante de uma declaração tão tremenda? Eis o que Israel respondeu: “Em que nos tens amado?” (v.2). A missão do profeta não foi fácil. Ele estava no meio de um povo extremamente religioso, mas completamente cego. Não existe coisa pior do que tentar corrigir aquele que não reconhece o seu erro. A condição laodiceana de que “estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap 3:17), é a pior das armadilhas. Ela é sutil, possui aparência de santidade e arrebata o coração num sentimento de falsa segurança.

A comparação feita entre Jacó e Esaú não mostra uma acepção por parte de Deus, mas o resultado de diferentes escolhas. Esaú era alvo do amor de Deus assim como Jacó, mas Jacó escolheu o caminho do arrependimento, já Esaú “querendo herdar a bênção, foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado” (Hb 12:17). Quantos não estão tentando fazer o mesmo? Querem a bênção do Senhor, choram pela bênção do Senhor, buscam por ela, mas não reconhecem que precisam se arrepender de seus pecados. Chamam a Deus de Pai e de Senhor, mas não O honram e não O temem (v.6).

E nem os sacerdotes escaparam da repreensão divina. Enquanto ofereciam ofertas imundas e desprezíveis, e acendiam fogo estranho no altar do Senhor, Ele dizia: “Tomara houvesse entre vós quem feche as portas” (v.10). Ele estava dizendo ao povo: “Eu prefiro um templo fechado a um templo que Me desonre”! Você compreende a seriedade desta mensagem? Deus estava falando com um povo que dizia honrá-Lo enquanto oferecia do pior ou do resto que tinha. E a estes são dirigidas as duras palavras: “Eu não tenho prazer em vós, diz o SENHOR dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oferta” (v.10). Que coisa mais triste!

O que temos ofertado ao Senhor? O que realmente temos ofertado? E quando Ele se refere a ofertas não está falando em quantidade, mas na qualidade do que ofertamos. Também não se refere apenas a dinheiro, mas à nossa resposta quanto ao tudo que Deus nos entregou. Até quando Deus terá de suportar a nossa arrogância em pensar que somos alguma coisa? Até quando a Sua longanimidade se estenderá por um povo que insiste em rejeitar a cura da enfermidade mortal que não admite ter? “Maldito seja o enganador” (v.14), que tendo o melhor para oferecer a Deus, promete dar e Lhe oferece o pior.

Amados, não é agradável ser repreendido, porém, o Senhor nos diz: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap 3:19). Experimente Deus! Não vá ao Seu encontro com propósitos egoístas, porque Ele sonda o seu coração. “Suplicai o favor de Deus” (v.9) com a oferta de um coração governado pelo Espírito Santo. Esta é a oferta pura (v.11) que Ele aceita. Esta é a Sua maior alegria!

Bom dia, amados pelo Pai!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Malaquias1
#RPSP


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Quando nós nos dirigirmos a Deus, reconhecendo a sua grandeza e fazendo o trabalho para o qual fomos designados, servindo-O fielmente, logo logo Jesus voltará.

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