Reavivados por Sua Palavra


Romanos 6 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
4 de março de 2015, 0:30
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1 Permaneceremos. Paulo já havia mencionado que a doutrina da justificação pela fé sem as obras da lei estava sendo deturpada pelos inimigos, como incentivo a praticar o mal para que sobreviesse o bem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 588.

2 Que para ele morremos. O texto grego aponta para um tempo ou evento em particular, neste caso, a entrega do crente a Cristo e seu consequente novo nascimento e justificação. Para Paulo, viver em pecado é incompatível com o fato de ter morrido para ele. CBASD, vol. 6, p. 589.

3 Na sua morte. A fim de que o sacrifício de Cristo efetue a salvação para o pecador, o crente deve participar conscientemente da experiência e do sentido representados pela morte, pelo sepultamento e ressurreição de Cristo em seu favor. CBASD, vol. 6, p. 589.

4 Fomos […] sepultados. A descrição de Paulo de que o batismo representa o sepultamento é uma evidência de que batizar por imersão era uma prática dos primeiros cristãos (Mat 3:6). CBASD, vol. 6, p. 589.

6 Foi crucificado. A referência é a experiencia do crente quando ele aceita a Cristo pela primeira vez, tendo renunciado ao seu passado de pecado e morrido para o pecado. CBASD, vol. 6, p. 591.

8 Cremos. Assim como Abraão creu que o que Deus tinha prometido “Ele era poderoso para cumprir”. CBASD, vol. 6, p. 592.

10 Para Deus. Evidentemente, a vida de Cristo na Terra foi também “para Deus”. Mas Paulo parece fazer uma distinção entre a vida de Cristo na Terra, uma vida de conflito como o pecado e sujeição á morte, e Sua presente vida glorificada, exaltada á direita do Pai. CBASD, vol. 6, p. 592.

13 Instrumentos de justiça. Ao dedicar assim seus membros a Deus, o cristão se compromete a lutar, pela capacitação do Espírito de Deus, pela maior perfeição possível de todos os órgãos do corpo e qualidades da mente, a fim de conhecer, amar e servir a seu Redentor de forma aceitável. CBASD, vol. 6, p. 594.

14 Não terá domínio. Ou, “não será o senhor”. É verdade que o pecado vai tentar e molestar. No entanto, não terá domínio sobre o verdadeiro cristão. Assim, o crente deve se submeter corajosamente ao serviço de Deus, pois a vitória sobre o pecado está prometida. CBASD, vol. 6, p. 594.

19 Fraqueza da vossa carne. Ou, “vossa fragilidade humana”. “Carne” representa a natureza humana em sua fraqueza física, mental e espiritual. CBASD, vol. 6, p. 596.

22 Transformados em servos. Paulo não tinha vergonha de se chamar escravo de Cristo (Rm 1:1). No entanto, em nosso serviço a Deus não obedecemos porque estamos sob escravidão, mas porque O amamos e Deus, por sua vez, na verdade não nos trata como escravos, mas como filhos. CBASD, vol. 6, p. 597. 

23 Em Cristo Jesus. Cristo é a “ressurreição e a vida”. É o autor da vida, que concede vida eterna a todos os que têm fé nEle. CBASD, vol. 6, p. 598.



Romanos 6 – Comentários de Bíblias de Estudo by Jeferson Quimelli
4 de março de 2015, 0:00
Filed under: batismo, crescimento espiritual, lei, salvação | Tags: , ,

6.1 – 8.39 Em 3.21 – 5.21 Paulo explica como Deus tem provido a nossa redenção e justificação. E em seguida, explica a doutrina da santificação – o processo mediante o qual os crentes crescem e chegam à maturidade em Cristo. Trata do assunto em três partes: 1) libertação em relação à tirania (cap. 6), 2) libertação quanto á condenação da lei (cap. 7) e 3) vida no poder do Espírito Santo (cap. 8). Bíblia de Estudo NVI Vida.

1, 2 Se Deus ama perdoar, por que não lhe dar mais para perdoar? Se o perdão é garantido, temos a liberdade de pecar o quanto quisermos? A enérgica resposta de Paulo é: “De modo nenhum!” Tal atitude – decidir pecar no futuro para tirar vantagem da benignidade de Deus – mostra uma pessoa que não entende a seriedade do pecado. O perdão divino não diminui a seriedade do pecado; a morte de Seu Filho pelo pecado mostra-nos a terrível seriedade do pecado. Jesus pagou com Sua vida para que pudéssemos ser perdoados. A disponibilidade da graça de Deus não deve se tornar um desculpa para um viver descuidado e frouxidão moral. Life Application Study Bible.

1 Continuaremos pecando para que a graça aumente? A pergunta surgiu do que Paulo acabara de dizer em 5.20: “Onde aumentou o pecado, transbordou a graça”. Tal pergunta expressa um conceito antinômico (contrário à lei). Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-4 Na igreja dos dias de Paulo [assim como na igreja adventista, hoje], a forma usual de batismo era por imersão – isto é, os novos cristãos eram completamente “enterrados” na água. Esta forma de batismo simbolizava a morte e sepultamento do velho modo de vida. Sair da água simbolizava a ressurreição para uma nova vida em Cristo. Se pensarmos em nossa vida de pecado como morta e enterrada, teremos um motivo poderoso para resistir ao pecado. Podemos conscientemente escolher tratar os desejos e tentações da velha natureza como se elas estivessem mortos. Então podemos continuar a desfrutar nossa maravilhosa nova vida com Jesus (ver Gl 3:27 e Cl 2:12 e 3:1-4 para mais a respeito deste conceito). Life Application Study Bible.

5ss Podemos desfrutar nossa nova vida em Cristo porque somos unidos com Ele em Sua morte e ressurreição. Life Application Study Bible.

3-4 Através do batismo o crente se identifica com a morte, sepultamento e ressurreição de Jesus (Cl 2:12-13) e se torna membro do Seu corpo (1Co 12:13). Como o sepultamento, o batismo marca o fim de um antigo modo de vida. Andrews Study Bible.

4 mediante a glória do Pai. pelo poder de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 o nosso velho homem. Nosso eu não regenerado; o que éramos antigamente. Bíblia de Estudo NVI Vida.

corpo do pecado. O eu no seu estado pré cristão, dominado pelo pecado. Trata-se de uma expressão figurada em que nosso velho eu é personificado. É um “corpo” que pode ser morto. Para o crente, esse velho eu tem sido “deixado sem poder” … de modo que já não possa nos escravizar ao pecado – embora talvez queira ainda fazer valer alguns restos de vitalidade ao agonizar. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus não nos retira deste mundo ou nos torna robôs – nós ainda sentiremos desejo de pecar e algumas vezes pecaremos. A diferença é que antes de sermos salvos nós éramos escravos de nossa natureza pecaminosa, mas agora escolhemos viver por Cristo (ver Gl 2:20). Life Application Study Bible.

7 morreu. O crente morreu com Cristo para o poder dominante do pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Assim como a ressurreição seguia a morte na experiência de Cristo, assim também o crente que morrer em Cristo é ressuscitado a uma nova qualidade de vida moral aqui e agora. A ressurreição no sentido de um novo nascimento já é um fato e se faz valer cada vez mais na vida do crente. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Por conta da morte e ressurreição de Cristo, seus seguidores não precisam jamais temer a morte. Esta certeza nos permite desfrutar comunhão com outros e fazer a Sua vontade. isto afetará todas as nossas atividades – trabalho e adoração, diversão, estudo da Bíblia, tempo de descanso e em cuidado de outros. Quando você sabe que não tem mais que temer a morte, você experimentará um novo vigor na vida. Life Application Study Bible.

14 não estais debaixo da lei. Não debaixo da lei como meio de salvação. A lei revela o pecado (3:20), mas não perdoa ou ajuda a superá-lo. O sistema do santuário revelado na lei (Torah) não possuía poder para libertar pessoas do pecado. Ver Hb 9:1-10. Andrews Study Bible.

15-23 Este trecho faz uma comparação entre a redenção e o mercado de escravos tão vulgar nos tempos do NT. O escravo está sob a obrigação de servir o seu mestre até a morte. Uma vez morto, o dono não consegue mandar mais nele. É igual com o cristão.

O seu velho dono, o pecado, não tem mais direito sobre ele uma vez que já morreu com Cristo (vv 3, 4). Bíblia Shedd.

15 Quando estávamos sob a lei, o pecado era nosso mestre – a lei não nos justificava ou nos ajudava a vencer o pecado. Mas agora que estamos ligados a Cristo, Ele é o nosso mestre e Ele nos dá poder para fazer o bem ao invés do mal. Life Application Study Bible.

16 O contraste entre o pecado e a obediência leva a supor que o pecado, pela própria natureza, significa desobediência para com Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 obedecer de coração. A obediência cristã não é forçada nem legalista, mas de boa vontade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A “forma de doutrina” entregue a eles são as Boas Novas que Jesus morreu por seus pecados e ressuscitou para lhes dar vida. Life Application Study Bible.

19-22 É impossível ser neutro. Toda pessoa tem um mestre – ou Deus ou o pecado. Um cristão não é alguém que não pode pecar, mas alguém que não é mais um escravo do pecado. Ele pertence a Deus. Life Application Study Bible.

19 santidade. Ser servo de Deus produz a santidade, e o fim do processo é a vida eterna… Não existe vida eterna sem santidade (ver Hb 12.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 fruto para a santificação. É o tema dos cap. 6-8. Se um homem não está sendo santificado, não há razão para se pensar que tenha sido justificado. Bíblia Shedd.

23 Aqui dois tipos de servidão são contrapostos. Um deles traz a morte com o salário; o outro resulta na vida eterna, não como salário imerecido por trabalho, mas como dádiva de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Você é livre para escolher entre dois mestres, mas você não é livre para alterar as consequências de sua escolha. Qualquer um dos dois mestres pagará do seu modo. A moeda do pecado é a morte. Isto é o que você pode esperar da vida sem Deus. A moeda de Cristo é a vida eterna – nova vida com Deus que começa na terra e continua para sempre com Deus. Qual a sua escolha? Life Application Study Bible.

A vida eterna é um presente [dom] gratuito de Deus. Se é um presente, então não é algo que se possa comprar, nem algo para o qual tenhamos que dar uma retribuição. Considere a tolice de alguém que recebe um presente e então se oferece para pagá-lo. Um presente não pode ser comprado por quem o recebeu.. Uma resposta mais apropriada a um amado que oferece um presente é a aceitação agradecida. Nossa salvação é um presente de Deus, não algo que possamos produzir (Ef 2:8, 9). Ele nos salvou por causa de Sua misericórdia, não por causa de algo bom que tenhamos feito (Tt 3:5). Com quanto maior gratidão deveríamos aceitar o presente que Deus nos tem dá gratuitamente. Life Application Study Bible.



Atos 9 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
7 de fevereiro de 2015, 0:00
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1-31 Esta é a primeira das três narrativas da história de conversão e chamado de Saulo [Saul] de Tarso em Atos (ver também 22:1-21; 26:1-23). … Depois da narrativa da história de Jesus esta é, provavelmente, a mais importante narrativa em todo o NT. Através da intervenção de Deus, o grande perseguidor de cristãos se torna o grande campeão d Cristo. Andrews Study Bible.

A conversão de Paulo, narrada três vezes … é o mais importante acontecimento da história, desde o Pentecostes, até o dia de hoje.  Bíblia Shedd.

1 Respirando. Do gr. emftieõ, “inspirar” ou “respirar sobre”.  A prisão e a morte dos cristãos eram, em sentido figurado, o próprio ar que Saulo respirava. Os povos semitas costumavam associar a emoção da raiva à respiração. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 224.

Contra os discípulos. Os nomes das vítimas desta perseguição contínua não são mencionados, mas a confissão posterior de Paulo, “contra estes dava o meu voto, quando os matavam” (At 26:11), revela que Estêvão não foi o único a ser morto na época. CBASD, vol. 6, p. 224.

2 pediu [ao sumo sacerdote] cartas. Cartas de autorização do Sinédrio eram válidas entre os judeus por toda a extensão do império romano. Bíblia Shedd.

Damasco. É uma das cidades mais antigas do mundo. A tradição defende que nela ocorreu o assassinato de Abel. CBASD, vol. 6, p. 224.

Do Caminho. Isto é, “qualquer um que pertença ao caminho”.  A palavra “Caminho” foi um dos primeiros sinônimos de cristianismo.  CBASD, vol. 6, p. 226.

Termo originalmente de uso popular mas agora tornado técnico, usado para denominar o movimento cristão. Bíblia Shedd.

3-9 Próximo ao fim da viagem, Paulo é confrontado por Aquele cujos seguidores ele está perseguindo. A caminho de fazer prisioneiros cujos nomes ele não conhece, ele se torna o prisioneiro dAquele que sabe o seu nome e o chama por ele. Jesus Se identifica com Seus seguidores ao perguntar: Saulo, Saulo, por que me persegues? (v.4), mostrando que tinha conhecimento de suas prisões. Andrews Study Bible.

3 Brilhou. Em Atos 22:6 é dito que isto ocorreu ao meio-dia. Por mais brilhante que seja a claridade do sol oriental ao meio-dia, Paulo afirmou que a luz vinda do céu era “mais resplandecente que o sol”. Em meio a esse fulgor, ele viu o Cristo glorificado com tanta clareza que mais tarde se incluiu entre os que tiveram o privilégio de contemplar o Senhor após Sua ressurreição. CBASD, vol. 6, p. 227.

4 Saulo, Saulo. A repetição significa um trato íntimo e pessoal (cf Gn 22.11; 46.2; Êx 3.4; 1Sm 3.10; Lc 10.41; 22.31). Bíblia de Genebra

Por que Me persegues? Perseguir os discípulos de Jesus era perseguir Jesus (Mt 5.10-12; Jo 15.19-20). Bíblia de Genebra

Cristo fez ao perseguidor uma pergunta penetrante, desafiando os motivos de sua conduta e mostrando que Saulo não conhecia Aquele a quem perseguia implacavelmente. CBASD, vol. 6, p. 228.

5 Quem és Tu, Senhor? Saulo dificilmente estaria usando a palavra “Senhor” com seu significado pleno do NT. Era uma declaração natural de deslumbramento e respeito. CBASD, vol. 6, p. 228.

A quem tu persegues. O pronome “tu” é enfático no texto grego, assim como o pronome anterior, “Eu”. Isso coloca Cristo, em Seu amor, poder e em Sua glória, em contraste com Saulo, perseguidor, mas então prostrado e temeroso. CBASD, vol. 6, p. 228.

7 ouviam a voz. os que estavam com Paulo ouviam o som, mas não entendiam o que a voz dizia (22.9; cf Dn 10.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não vendo, contudo, ninguém. Eles viram a luz celestial, mas não reconheceram a forma divina que Paulo viu envolta no resplendor. CBASD, vol. 6, p. 229.

11 rua chamada Direita. Esta é ainda uma rua principal de Damasco. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Forma um nítido contraste com as numerosas ruas tortas da cidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Tarso. Cidade natal de Paulo, onde conseguiu sua cultura grega. Era centro universitário, capital da Silícia [hoje sul da Turquia]. Bíblia Shedd.

está orando. Acontecimentos importantes em Lucas e Atos são acompanhados de oração. Bíblia Shedd.

13 De muitos tenho ouvido. Ananias recua diante da ordem implícita. Seu espírito obediente, mas humano, rejeita o pensamento de ministrar a alguém com uma reputação tão temível quanto Saulo. CBASD, vol. 6, p. 231.

Teus santos. Os crentes ligados ao justo (7.52), separados para Deus, e batizados pelo Espírito Santo, são santos (1 Pe 2.9). Bíblia Shedd.

15 Levar o Meu nome. Isto explica o propósito divino para a eleição de Paulo. Ele levaria o nome de Cristo, ou seja, demonstraria Seu caráter (At 3:16). CBASD, vol. 6, p. 232.

16 Eu lhe mostrarei. Isto sugere instruções especiais de Cristo a Paulo, talvez por meio de visões. A expectativa de sofrimento tende a deter algumas pessoas de dar início a um projeto. Para Saulo de Tarso, porém, tal possibilidade seria um desafio. Mesmo que não expiasse o passado, ela o capacitaria a produzir frutos dignos de seu arrependimento. Esta predição de sofrimento se cumpriu em diversas situações. CBASD, vol. 6, p. 232.

17-19 Nesta cena sagrada, vemos o Senhor ressuscitado reunindo Saulo e Ananias. Ananias inicia a história convencido de que Saulo é mau e termina impondo suas mãos de cura sobre a cabeça de Saulo. Saulo inicia a história como inimigo jurado do Caminho e acaba como seguidor deste Caminho.Estes são estudos de caso da graça transformadora de Deus, que ainda está ativa hoje! Andrews Study Bible.

17 Ananias foi. Ele aceitou as declarações divinas e prestou obediência imediata. CBASD, vol. 6, p. 232.

o próprio Jesus que te apareceu. Saulo não tinha tido um sonho ou uma visão, mas tinha visto o Senhor (cf Is 6.1, 5). Bíblia de Genebra

fiques cheio do Espírito Santo. Cf 2.38. Nada é dito a respeito de quaisquer dons sobrenaturais, mas a ênfase recai sobre a poderosa pregação a respeito de Jesus como o Filho de Deus (v. 20). Bíblia de Genebra

18 como que umas escamas. Lucas frequentemente chama atenção para as enfermidades físicas (13.11; 28.3-8). Bíblia de Genebra

Batizado. O relato mais completo em Atos 22:16 mostra que Ananias exortou Paulo a participar do rito. Fica claro que o batismo era considerado uma condição para a admissão na igreja. Nenhuma visão ou revelação de Senhor, nem a intensidade da convicção pessoal eximiram Saulo de ser batizado. CBASD, vol. 6, p. 233.

20 sinagogas. Saulo adotou o costume de pregar nas sinagogas em cada oportunidade que se apresentava (13.5; 14.1; 17.1, 2, 10; 18. 4, 19; 19.8). Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Saulo, porém, mais e mais. Ele crescia em experiência e eficácia. O Espírito Santo lhe concedia mais e mais poder com o passar do tempo. CBASD, vol. 6, p. 234.

Confundia. A instrução que Paulo recebera de Gamaliel o colocava em posição vantajosa. Ele podia usar seu conhecimento do judaísmo para embasar suas novas convicções. Seus métodos chamavam a atenção dos judeus que buscavam com sinceridade a Esperança de Israel. Infelizmente, porém, esse grupo não era a maioria dos ouvintes. O restante dos judeus se “confundia”. Eles ouviam as passagens das Escrituras aplicadas à vida de Jesus com a mente fechada. Continuavam a rejeitar o Salvador, mas ainda não tinham chegado a atacar Saulo. CBASD, vol. 6, p. 234.

23 muitos dias. Provavelmente o período de aproximadamente três anos que Paulo passou na Arábia (ver Gl 1:17-18), provavelmente fazendo seus primeiros trabalhos de evangelismo na Arábia dos Nabateus, que tinha Petra como capital. A fuga de Paulo de Damasco (v. 25) ocorre ao final deste período. Andrews Study Bible.

os judeus decidiram de comum acordo matá-lo. Quando Paulo voltou a Damasco, o governador que representava Aretas deu ordens para a sua prisão (2Co 11.32). Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 Seus discípulos. Esta tradução, comprovada por evidências textuais, está de acordo com as implicações da expressão “muitos dias”, no v. 23. Em sua segunda visita a Damasco, Saulo permaneceu ali o suficiente para reunir um grupo de seguidores que o aceitaram como mestre e então se mostraram dispostos a arriscar a própria vida para garantir a segurança dele. CBASD, vol. 6, p. 236.

Ver 2Co 11:32-33, onde o próprio Paulo conta a história desta fuga. Andrews Study Bible.

26 Jerusalém. A fuga de Damasco para Jerusalém ocorreu após os três anos de residência na Arábia (Gl 1:17, 18).  Portanto, seria a primeira visita de Paulo à capital desde a partida para Damasco e é provável que ainda fosse conhecido pelos cristãos em Jerusalém somente como um inimigo. CBASD, vol. 6, p. 236.

o temiam. Consideravam que a estratégia de Paulo era fingir-se de crente para se infiltrar na Igreja. Bíblia Shedd.

27 Barnabé. Por que Barnabé aceitou Saulo enquanto os outros discípulos o temiam? A resposta é que ele era uma pessoa gentil e generosa (At 4:36, 37). CBASD, vol. 6, p. 236.

30 Ao conhecimento dos irmãos. Eles conheciam Saulo e a conspiração que fora feita contra ele. Tal conhecimento os despertou para ação imediata. Desceram com ele para o litoral, de onde poderia fugir. CBASD, vol. 6, p. 238.

Tarso. Onde Barnabé foi buscar Paulo uns dez anos mais tarde (11.25; Gl 2.1). teria viajado de barco; Cesareia era porto importante. Bíblia Shedd.

31 Igreja. Só aqui encontramos o singular para significar mais do que uma igreja local. Bíblia Shedd.

A igreja ideal: 1) Edifica-se por ensino e amor (Rm 15.1-14); 2) Vive na consciência da presença imediata de Deus (1Pe 1.15-17); 3) Vive impulsionada (gr paraklesis, “exortação”, “encorajamento”; …) pelo Espírito; 4) Cresce pela evangelização dos perdidos (8.4). Bíblia Shedd. 

9:32 – 12:24 Tendo apresentado Saulo de Tarso, Lucas aqui se volta para o importante papel que Pedro desempenha no início do cristianismo dos gentios, uma história contada em cinco segmentos: (1) a cura de Eneias e Dorcas, por Pedro (9:32-43); (2) a história de Cornélio (10:1-48); (3) O ministérios de Pedro por Cornélio homologado em Jerusalém (11:1-18); (4) Antioquia como um centro do cristianismo (11:19-30); e (5) Herodes Agripa I e a igreja (12:1-24). Andrews Study Bible.

32  Lida. 18 km a sudoeste de Jope; um importante porto da Judeia. Andrews Study Bible.

34 Jesus Cristo. Pedro toma o cuidado de não sugerir que ele possui poder pessoal para curar. Ele atribui a Cristo a habilidade de ajudar o sofredor . CBASD, vol. 6, p. 240.

35 Sarona [ou Sarom]. A planície fértil de Sarona segue o litoral mediterrâneo por uns 80 km, aproximadamente de Jope até Cesaréia. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

Os quais se converteram. O milagre da restauração física de Eneias despertou fé no poder de Jesus Cristo para realizar curas espirituais. Desse modo, o círculo de cristãos aumentou ainda mais. Estava sendo preparado o caminho para a apresentação do evangelho aos gentios que viviam na região litorânea. CBASD, vol. 6, p. 242.

36-43 Curar um paralítico (vv 32-35) era um grande milagre, mas ressuscitar Tabita (Dorcas, em aramaico) era ainda mais espantoso e resultou em muitas conversões. Aparentemente, é nesta mesma estadia de Pedro em Jope que Pedro teve a visão dos animais em um grande lençol (10:5). Andrews Study Bible.

36 Jope. Um antigo porto de mar (atualmente Jafa, ao sul de Tel Aviv), cerca de 60 km a noroeste de Jerusalém, o porto do qual Jonas zarpou (Jn 1.3). Bíblia de Genebra

Boas obras. Alguns consideram Dorcas a diaconisa da igreja de Jope. Caso seja verdade, isso pode refletir a influência de Filipe. Ele era um dos sete (At 6:3, 5) e é possível que tenha instituído o modelo organizacional da igreja de Jerusalém nos grupos que fundou. Por isso, Dorcas demonstraria cuidado especial pelas viúvas da igreja. CBASD, vol. 6, p. 242.

37 quarto do andar superior [NVI; ARA: Cenáculo]. Se houvesse atraso no sepultamento, o costume era colocar o corpo num quarto do andar superior. Em Jerusalém, o corpo devia ser sepultado no mesmo dia que a pessoa morresse, mas fora de Jerusalém, permitia-se um período de até três dias para o sepultamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

39 mostrando-lhe. Do grego dá pra entender que elas se vestiam de trajes feitos por Dorcas. Bíblia Shedd.

40 Orou. Pedro se ajoelhou e fez uma oração fervorosa, reconhecendo que somente o poder de Deus seria capaz de realizar o milagre. Mais uma vez, a oração demonstra ser o canal usado pela igreja apostólica para obter poder. CBASD, vol. 6, p. 243.

Levanta-te. A brevidade desta ordem demonstra sua firme crença de que a oração seria respondida positivamente. CBASD, vol. 6, p. 243.

42 Muitos creram. A notícia do milagre espalhou com rapidez. Toda a região de Jope passou por um despertamento espiritual, e a mensagem do evangelho recebeu poderoso ímpeto. CBASD, vol. 6, p. 244.

43 um curtidor chamado Simão. Os judeus acreditavam que a curtição de peles era uma profissão imunda, pois envolvia contato com animais mortos (Lv 5.2). Pedro estava disposto a hospedar-se com um curtidor porque a mensagem do evangelho estava começando a romper barreira entre as pessoas. Bíblia de Genebra

A disposição de Pedro de hospedar-se com ele, já demonstra uma disposição de rejeitar o preconceito judaico e prepara o caminho para sua visão iminente e para a missão junto aos gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

 

Compilação: Tatiana W / Jeferson Q



João 13 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
21 de janeiro de 2015, 0:00
Filed under: Amor de Deus, batismo, crescimento espiritual, humildade | Tags: , , ,

13.1 – 17.26 O relato dos acontecimentos no cenáculo registrado em João é muito maior que o constante em todos os demais evangelhos… …devemos a João a maior parte das informações sobre o que o Senhor disse a Seus discípulos naquela noite. Uma característica do relato é a ênfase que Jesus dá ao amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este amor é ilustrado na comovente cena do lava-pés, na qual o Filho de Deus não desdenha realizar o mais humilde trabalho de um servo (Fp 2.7-8). Bíblia de Genebra.

amou-os até ao fim. A expressão ainda pode ser traduzida como “ao extremo”, significado que pode ser aplicado aqui, embora a tradução literal, “até ao fim”, também seja apropriada ao contexto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1142.

2-5 Um contraste vivo entre Judas que serve a si mesmo e Jesus, que Se dá a Si mesmo. Bíblia de Genebra.

3 sabendo. Este que o Pai tudo confiara às Suas mãos. A humilde conduta de Jesus não foi porque ele tivesse esquecido a sua condição de Filho encarnado de Deus. Seu ato demonstra que condição superior e privilégio não são razão para a arrogância, porém são altas credenciais para o serviço. Bíblia de Genebra.

viera de Deus.Isto é mencionado para ressaltar que, enquanto lavava os pés empoeirados dos discípulos, Jesus estava plenamente consciente de Sua divindade. O ato foi, assim, uma suprema demonstração de humildade. CBASD, vol. 5, p. 1142.

5 lavar os pés aos discípulos. O lava-pés era um elemento comum de hospitalidade num país poeirento, onde as pessoas usavam sandálias (cf. Lc 7.44). Esta tarefa era geralmente realizada pelo membro mais humilde da casa. Bíblia de Genebra.

10 Que já se banhou. A lavagem completa do discípulo simboliza-se no batismo; nesse ato o crente se identifica pela fé com o batismo de Cristo na cruz (cf 3.3, 5; At 2.38; Rm 6.1-11; Tt 3.5; Hb 10.22; 1 Pe 3.18ss). Bíblia Shedd.

não necessita senão lavar os pés. Representa a necessidade da confissão diária dos pecados para manter a comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.

11 Ele sabia quem era o traidor. A ação de Judas foi de sua própria decisão, livre e responsável, contudo foi levada a efeito de acordo com o plano de Deus. Bíblia de Genebra.

15 Eu vos dei o exemplo. A humildade de Cristo é um padrão para seus discípulos. Ao invés de aspirar a dominar, eles devem estar ávidos a servir (Mt 20.26-28; Fp 2.5-8; 1Pe 2.21). Bíblia de Genebra.

A ordenança [do lava-pés] tem um triplo significado: (1) Simboliza a purificação do pecado. O batismo simboliza a primeira purificação experimentada pelo crente. A purificação das contaminações que se acumulam posteriormente é simbolizada pelo lava-pés. Como no caso do batismo, o rito não tem nenhum significado a menos que o participante, pelo arrependimento e pela conversão, tenha renunciado ao pecado em sua vida. Não há nenhum mérito em si no lava-pés. Só quando há um adequado preparo preliminar é que a cerimônia passa a ter significado. (2) Simboliza uma renovada consagração ao serviço. O que participa e se inclina para lavar os pés de seus irmãos indica, desta forma, que está disposto a se empenhar no serviço do Mestre, não importa quão humilde seja esse serviço. (3) Tipifica o espírito de companheirismo cristão. A ordenança é, assim, um serviço preparatório adequado para a participação na Ceia do Senhor (ver DTN, 642-651). CBASD, vol. 5, p. 1144.

17 se as praticardes. …nossas obras … são a evidência da verdadeira fé. Confiança e obediência são inseparáveis. Bíblia de Genebra.

18 que se cumpra. A profecia não havia decretado que Judas devia trair o Senhor. A presciência divina previra o que aconteceria (ver com de Jo 12:39). CBASD, vol. 5, p. 1145.

19 antes que aconteça. Se Jesus não tivesse dito de antemão aos discípulos que Judas desertaria, eles poderiam ter concluído que Ele cometera um erro de julgamento ao permitir que Judas fosse um dos doze. A escolha de Judas tinha sido uma ideia, não de Jesus, mas dos próprios discípulos (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 1145.

A veracidade de uma predição anterior era a marca de um verdadeiro profeta, e a falsa predição era o caminho seguro para discernir o falso profeta (Dt 18.18-22). Bíblia de Genebra.

22 sem saber a quem ele se referia. Judas tinha ocultado seu propósito traidor tão cuidadosamente que os outros discípulos nada perceberam. Cada discípulo começou a temer que ele pudesse ser o elo fraco (Mt 26.22). Bíblia de Genebra.

26 É aquele a quem Eu der o pedaço de pão molhado. No médio oriente, ainda hoje, receber primeiro um bocado da mão do hospedeiro significa uma grande honra. Judas continuou como o alvo da graça de Cristo até que “saiu” (30). Bíblia Shedd.

27 Tão logo Judas comeu o pão. Se dar o pão a Judas era sinal de honra, parece também ter sido um último apelo – ao qual Judas não aceitou. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A recusa de Judas em responder ao apelo de Jesus abriu o seu coração para o controle de Satanás. Bíblia de Genebra.

30 Judas saiu. E era noite. Considerando o realce que João atribuía ao conflito entre a luz e as trevas, essa anotação pode ser mais que uma referência ao horário – também uma referência às trevas na alma de Judas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31-32 glorificado. O verbo é repetido cinco vezes. Podia-se esperar a palavra oposta (“humilhado”), porque, na linguagem de Paulo, Jesus desceu ao último degrau de Sua profunda “humilhação”, sendo pendurado na cruz sob a maldição divina (Gl 3.13). Porém, João faz o foco incidir sobre a glória de Deus através de Cristo, para mostrar a glória de Deus revelada especialmente na cruz. Bíblia de Genebra.

Aqui, a ideia da glória compreende uma referência à morte sacrifical de Jesus na cruz e à salvação dela resultante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Um novo mandamento. Em certo sentido, era antigo (v. Lv 19.18), mas para os discípulos de Cristo era novo, por ser sinal da fraternidade gerada entre eles pelo grande amor de Cristo por eles (cf. Mt 22.37-39; 12.30, 31; Lc 10.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O novo elemento é a mudança de “próximo” para “uns aos outros” e a mudança de “a si mesmo” para “como Eu vos amei”. O amor cristão tem o amor sacrifical de Cristo como seu modelo e a comunidade de crentes como o primeiro lugar (ainda que certamente não exclusivo) onde esse amor se expressa (cf. Mt 25.40; Gl 6.10; Ef 5.25). Bíblia de Genebra. 

36 mais tarde, porém, me seguirás. Esta é uma profecia a respeito do martírio de Pedro (21.18-19). Bíblia de Genebra.



João 3 by Jeferson Quimelli
11 de janeiro de 2015, 1:00
Filed under: batismo, conversão, salvação | Tags: , ,

Comentário devocional:

Independentemente de nossa posição na vida, todos precisamos de Jesus para obter a vida eterna. Do pobre ignorante ao rico doutor da Lei. 

Nicodemos representava a ortodoxia religiosa, riqueza, poder, desempenho acadêmico, e, ao mesmo tempo uma fé inadequada. Um membro do Sinédrio – uma alta posição de responsabilidade na nação judaica – fica impressionado diante dos ensinamentos e ousadia do professor humilde de Nazaré. Apesar de sua convicção pessoal, Nicodemos não está disposto a ser visto com Jesus e decide esperar pela cobertura da escuridão para se encontrar com Ele.

Ao conversar com Nicodemos, Jesus imediatamente muda da conversa superficial e informal para o centro do que é importante: “Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo” (v 3 NVI). Nicodemos quer se envolver em uma conversa filosófica, mas Jesus só está interessado em compartilhar a salvação que Ele veio oferecer a cada membro da raça humana. A conversa entre Jesus e Nicodemos também é dirigida para você e para mim.

No verso 16 Jesus compartilha com Nicodemos a essência do Evangelho: “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (NVI). Esta oferta é boa para você, caro leitor, não importa em que país do mundo você viva. O “todo o que” significa você.

Este é o maior presente que o Céu poderia dar: “Este grande sacrifício não foi feito a fim de criar no coração do Pai o amor pelo homem, para torná-lo disposto a salvar. Não, não! ‘Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito'” (Caminho a Cristo, p. 13).

Como João Batista, é nosso privilégio humildemente exaltar Jesus. A principal mensagem deste capítulo é clara: a salvação é um dom de Deus acessível a todos através da pessoa de Seu Filho Jesus Cristo.

Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/3/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: João 3 
Comentário em áudio 



Mateus 3 by Jeferson Quimelli
4 de novembro de 2014, 0:00
Filed under: arrependimento, batismo | Tags: , ,

Comentário devocional:

Todos os quatro Evangelhos dedicam uma atenção especial a uma pessoa específica, além de Jesus. Uma das pessoas mais mal compreendidas no Novo Testamento, mas que teve uma profunda influência sobre Jesus e o Cristianismo. Seu nome era João Batista.

Toda a história de Jesus e do cristianismo começa a partir do momento em que João batiza Jesus. Josefo, historiador judeu do 1º século, descreve João Batista como uma figura profética tão significativa que adquiriu muitos e animados seguidores. Na verdade, ele se tornou tão influente que representava uma ameaça séria para os líderes políticos da época.

O próprio Jesus disse em Mateus 11:11: “Digo-lhes a verdade: Entre os nascidos de mulher não surgiu ninguém maior do que João Batista” (NVI). Mas, entre os cristãos, há uma tendência a subestimar João como não mais que um mensageiro do Messias.

O  que João Batista tinha de tão significante que levou tantas pessoas a se tornarem suas seguidoras? A resposta a esta questão reside na mensagem de João Batista: ““Arrependam-se, pois o Reino dos céus está próximo” (v. 2).

Esta mensagem era dirigida àqueles que pensavam que seria salvos somente por pertencerem à nação judaica. O conceito de batizar judeus era absolutamente radical. Em suas mentes, eram os gentios que precisavam ser batizados, não os judeus. Então, por que os judeus vinham para serem batizados?

A resposta é que muitos sentiam que seus rituais e observâncias externas não lhes traziam a paz de um coração purificado pelos céus. Assim, o batismo para eles era um ato simbólico e eficaz de lavar as suas impurezas.

Deste modo, o ministério de João é um exemplo para todos os cristãos. Afinal, o próprio Jesus foi batizado, não porque Ele precisava, mas como um exemplo para nós. O batismo é mais do que um ritual simbólico; é uma confissão pública de fé e compromisso com Cristo e Sua igreja. Ele simboliza uma verdadeira mudança de vida.

Se ainda não fomos batizados, façamos planos de demonstrar publicamente nossa fé e devoção a Jesus através dessa cerimônia. E quer sejamos novos ou antigos cristãos, aceitemos a mensagem de João Batista e vivamos uma vida que evidencie o verdadeiro arrependimento.

Oleg Kostyuk
Host of Cross Connection
Hope Channel

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/3/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Mateus 3 

Comentário em áudio 




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