Reavivados por Sua Palavra


Lucas 10 – Comentarios selecionados by Jeferson Quimelli
25 de dezembro de 2014, 0:00
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1 o Senhor designou outros setenta, e os enviou de dois em dois (ARA. NVI: setenta e dois). Jesus alcançou a Judeia com a Sua mensagem (v. nota em 9.51) de modo tão eficiente quanto a Galileia. … Durante Seu ministério na Galileia, Jesus também enviara os Doze, dois a dois… prática também observada pela igreja primitiva (At 13.2; 15.27, 39, 40; 17.14; 19.22). Bíblia de Estudo NVI Vida.  

Há uma interessante comparação: Houve 12 patriarcas [filhos de Jacó/Israel]; houve também 12 discípulos (cf Ap 7:4-8; 21:12, 14). Moisés elegeu 70 homens para auxiliá-lo a julgar Israel (ver Nm 11:16-25); Jesus também elegeu 70 para auxiliá-Lo. Segundo a tradição judaica, baseada numa lista de descendentes de Noé em Gênesis 10, houve 70 nações no mundo. O Sinédrio era composto de 70 membros, além de seu presidente. desta forma, o número 70 tinha papel importante no pensamento judaico. Os motivos pelos quais Jesus escolheu os setenta, e se Ele conferiu algum significado a esse número, não são revelados; e a especulação a respeito disso é inútil. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 859. 

para que O precedessem. Os setenta foram primeiramente às cidades e aldeias da Samaria. Isso indica que Jesus deve rer conduzido um ministério amplo ali durante o inverno de 30-31 d.C. A atitude amigável de Jesus para com o povo de Samaria manifestada na ocasião da visita à mulher de Sicar e Seu ministério pelo povo daquela vizinhança (ver Jo 4:5-42) deve ter contribuído para quebrar o preconceito. … O ministério dos setenta ao povo samaritano prepararia os discípulos para os labores futuros naquela região  (ver At 1:8). Depois da ressurreição, um notável êxito acompanhou os trabalhos dos apóstolos ali. CBASD, vol. 5, p. 859.

2 seara. Aqueles prontos a ouvir a seguir a mensagem de Deus (vv. 1, 9). Andrews Study Bible.

4 não leveissandálias. Proibição de levarem um par de sandálias extras. Bíblia de Genebra.

a ninguém saudeis pelo caminho. Os setenta deveriam reservar as saudações para os lares que visitariam (ver Lc 10:5; ver com. de 2Rs 4:29). Ainda hoje as saudações orientais são complicadas e longas. Restava pouco tempo de vida ao Salvador e a missão dos setenta devia ser realizada com rapidez. Eles foram enviados para proclamar “o reino de Deus”, que exigia pressa. CBASD, vol. 5, p. 860.

5 paz. Habitual saudação judaica. “Shalom” deseja paz e inteireza. Andrews Study Bible.

6 filho da paz. Um hebraísmo típico, que descrevia o líder de uma família como um homem agradável, pronto a receber e hospedar. CBASD, vol. 5, p. 860.

8 comei do que vos for oferecido. Os discípulos não deveriam ser comilões, solicitando alimento que o anfitrião não oferecesse; ou exigentes, rejeitando comer o que ele propiciava. A exortação de Jesus aos setenta é, ás vezes, interpretada como permissão para comer o que for disponibilizado pelo anfitrião, mesmo que o alimento seja proibido nas Escrituras. Deve-se lembrar que os setenta não entrariam em lares gentios, onde seria servido alimento proibido, apenas entrariam em lares de judeus e samaritanos, e ambos eram rigorosos quanto às disposições do Pentateuco acerca de alimentos puros e impuros (ver com. de Lv 11). CBASD, vol. 5, p. 860.

11 está próximo o reino de Deus. Na pessoa de Cristo e Seus emissários, não no tempo (cf Mt 12.34). Bíblia Shedd.

13 Corazim e Betsaida. tendo ouvido e rejeitado a Jesus, estas cidades eram mais culpadas do que Tiro e Sidom, que eram infames por causa da sua iniquidade. Bíblia de Genebra.

Privilégio maior exige responsabilidade maior. Bíblia Shedd.

15 inferno. Gr haidou, “hades”, como sheol no AT, significa o local dos mortos ou o sepulcro. Bíblia Shedd.

As pessoas não serão condenadas no grande dia do julgamento final porque creram no erro, mas porque negligenciaram as oportunidades fornecidas pelo Céu para conhecer o que é a verdade. CBASD, vol. 5, p. 860

17, 20 alegria. É característica de Lucas mencionar a alegria (19 vezes), o cântico e a glorificação de Deus. Bíblia Shedd.

17 demônios se nos submetem. Até onde vai o relato, Jesus não comissionou especificamente os setenta para expulsar demônios (ver v. 9), assim como ocorreu com os doze (Mt 10:1). No entanto, este aspecto do ministério parece ter impressionado os setenta. CBASD, vol. 5, p. 860.

pelo Teu nome! Repletos de alegria, os setenta reconheceram que foi o poder de Jesus operando por meio deles que possibilitou o sucesso. CBASD, vol. 5, p. 861.

18 caindo do céu. Em seu contexto, o dito parece significar que o ministério dos pregadores tinha infligido uma derrota sobre Satanás. Bíblia de Genebra.

Satanás era um inimigo conquistado. Nesta declaração, Jesus olhava adiante, para a crucifixão, quando o poder de Satanás seria desfeito (ver DTN, 679, 758; cf 687). Ele também viu o tempo quando o pecado e os pecadores não mais existiriam. Os setenta testemunharam a expulsão de Satanás da vida de muitas pessoas: Jesus “viu” sua completa queda. CBASD, vol. 5, p. 861.

19 autoridade. Os mensageiros de Deus são protegidos quando fazem aquilo que Deus manda fazer. Bíblia de Genebra.

serpentes. Simbolizavam os demônios no judaísmo antigo; a proteção é contra o poder satânico. Bíblia Shedd.

20 alegrai-vos, não porque. A habilidade de operar milagres não assegura, em si mesma, a vida eterna de alguém (ver Mt 7:22, 23). CBASD, vol. 5, p. 861.

23-24 O maior dos profetas e reis, nos dias primitivos, não tinha visto o Messias, como estes discípulos viram. Bíblia de Genebra.

25 intérprete da Lei. Gr nomikos,  “advogado”. Era um teólogo judeu, autoridade na Lei (Torá) de Deus. Bíblia Shedd.

Jesus estava em Sua última viagem da Galileia para Jerusalém (ver com. de Mt 19:1). A narrativa indica que o evento ocorreu em Jericó. O cenário envolvendo o samaritano e a vítima de assalto teria ocorrido havia pouco (ver DTN, 499). Imediatamente após o encontro com o intérprete da Lei e a narração do caso do bom samaritano, Jesus foi para Betânia, partindo de Jericó. CBASD, vol. 5, p. 861

pôr Jesus à prova. A pergunta do intérprete da Lei a Jesus foi cuidadosamente estruturada pelos líderes religiosos (ver DTN,  497). CBASD, vol. 5, p. 861.

Mestre. Literalmente, “professor”. Como profissional do ensino da lei, o intérprete confronta Jesus com um problema que os próprios escribas discutiam longamente. CBASD, vol. 5, p. 861.

que farei ? A pergunta revela que o conceito de justiça do intérprete era equivocado. Para ele, bem como para a maioria dos judeus da época, obter a salvação era uma questão essencialmente de fazer as coisas prescritas pelos escribas. Desta forma, ele considerava que a pessoa poderia obter a salvação pelas obras. No grego, a ênfase é colocada sobre a palavra “fazer”. CBASD, vol. 5, p. 861.

26 Como interpretas? Era o ofício do intérprete saber a resposta a esta pergunta. Ele era professor da lei judaica e, como tal, era apropriado que lhe fosse concedida oportunidade para a resposta. A pergunta de Jesus não indica necessariamente uma repreensão. Dar oportunidade a outro de responder a própria pergunta era uma cortesia. CBASD, vol. 5, p. 862.

27 Amarás. O intérprete da lei cita Deuteronômio 6:5 … mais tarde, Jesus respondeu da mesma forma a mesma pergunta feita por outro intérprete da Lei (ver Mt 22:36-38). … Amar a Deus no sentido indicado neste versículo que dizer dedicar o ser completo a Seu serviço: as afeições, a vida, a força física e o intelecto. Este tipo de “amor” é “o cumprimento da lei” (Rm 13:10). … Aquele que verdadeiramente “conhece” a Deus guardará “Seus mandamentos” porque o “amor” de Deus é “aperfeiçoado” nele (1Jo 2:4-6). CBASD, vol. 5, p. 862. 

de toda a sua alma forças entendimento. A tônica é a total dedicação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Respondeste corretamente. O amor é o núcleo da lei e a norma pela qual o povo de Deus é chamado a viver. Andrews Study Bible.

Estes dois mandamentos sumariam toda a lei (cf Rm 13.9). Como era impossível o coração humano atingir este padrão, Cristo cumpriu a dupla lei do amor por nós. Bíblia Shedd.

faze isto. A vontade de Deus é o caminho da vida. Bíblia de Genebra.

29 querendo justificar-se. É como se dissesse: “Quem é o meu próximo?”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como o jovem rico (Mt 19:16-22), o intérprete da lei não estava satisfeito com o conceito farisaico de justiça (ver DTN, 497). Como o jovem rico, ele estava consciente de uma carência em sua vida que, intuitivamente, ele pressentia que Jesus preencheria. Como Nicodemos (ver com. de Jo 3:2, 3), ele relutava admitir o fato, até para si mesmo. Portanto, em  parte como um meio de negar sua convicção interna, ele passou a “justificar-se”, fazendo parecer que havia dificuldades maiores em realmente amar os companheiros (ver DTN, 498). CBASD, vol. 5, p. 863.

Quem é o meu próximo? Quando uma pessoa faz perguntas sutis das quais sabe ou deveria saber a resposta, é evidente que ela está convicta (cf Jo 4:18-20); mas, por alguma razão, lança desculpas para não fazer o que a consciência lhe diz que deve fazer. No pensamento do intérprete da Lei, pagãos e samaritanos estavam excluídos da categoria “próximo”. A pergunta dele tinha que ver qual dos companheiros israelitas ele deveria considerar como “próximos”.  CBASD, vol. 5, p. 863.

30 Certo homem. Este foi um episódio real (DTN, 499), que era notícia em Jericó, o lar do sacerdote e do levita envolvidos no incidente … Esses dois homens estavam presentes nessa ocasião (DTN, 499). CBASD, vol. 5, p. 863.

de Jerusalém para Jericó. Distância de quase 28 km, com uma descida de 762 m acima do nível do mar para 244 abaixo da superfície do mar. A estrada passava por uma região rochosa e desértica, propiciando a presença de assaltantes que ficavam à espreita para atacar viajantes indefesos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A rota principal de Jerusalém para Jericó seguia o Wadi Qelt, através de uma porção de colinas desabitadas, estéreis e áridas do deserto de Judá. A determinada altura, o Wadi Qelt estreita-se num desfiladeiro rochoso que é refúgio de ladrões desde tempos remotos. Toda a região, com suas muitas cavernas e rochas, provê um esconderijo oportuno para bandidos. CBASD, vol. 5, p. 863.

31 um sacerdote passou de largo. Como se não tivesse visto; na verdade, porque não se importava. A hipocrisia tinha se tornado uma capa, como se fosse para proteger o egoísmo da inconveniência. … Muitas desculpas passaram pelas mentes desses homens enquanto procuravam justificar sua conduta. CBASD, vol. 5, p. 863.

32 levita. Os levitas auxiliavam os sacerdotes nas tarefas do templo. Se ajudassem a vítima, ambos se arriscavam a outro ataque e a um ritual de limpeza que demandaria tempo por tocar numa pessoal potencialmente morta. Andrews Study Bible.

33 Samaritano. Os ouvintes esperariam que um sacerdote e um levita fossem seguidos por um leigo israelita, numa história anticlerical. O samaritano é totalmente inesperado, como é inesperada a sua compaixão. Bíblia de Genebra.

Os samaritanos tinham uma mistura ancestral de judeus e gentios. Judeus e samaritanos possuíam uma longa história de hostilidade mútua, desde o tempo em que os judeus retornaram da Babilônia (Ed 4:1-4). Andrews Study Bible.

Os judeus consideravam os samaritanos mestiços, tanto física (v. nota em Mt 10.5) quanto espiritualmente (v. notas em Jo 4.20, 22). Os samaritanos e os judeus hostilizavam-se abertamente (v. nota em 9.52), mas Jesus asseverou que o amor não tem fronteiras nacionais. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O samaritano sabia bem que se ele fosse a vítima ferida deixada ao lado da estrada, não poderia esperar misericórdia de qualquer judeu comum. No entanto, o samaritano, arriscando-se aos ataques dos salteadores, decidiu auxiliar a pobre vítima. De modo real, a misericórdia demonstrada pelo samaritano reflete o espírito que moveu o Filho de Deus a vir a esta terra resgatar o ser humano. deus não era obrigado a resgatar a humanidade caída. Ele poderia ter passado ao largo de pecadores, como o sacerdote e o levita ignoraram o viajante na estrada para Jericó. Mas o Senhor estava disposto a ser “tratado como nós merecíamos, para que pudéssemos receber o tratamento a que Ele tinha direito” (DTN, 25). CBASD, vol. 5, p. 864.

“O bom samaritano” ensina que: 1) Religiosidade não significa, automaticamente, bondade; 2) Nosso “próximo” pode ser alguém fora do nosso grupo, raça ou religião; 3) O amor real requer sacrifício como Cristo demonstrou (cf Rm 5.8). Bíblia Shedd.

34 ferimentos. Do gr traumata, de onde se originam as palavras “trauma”, “traumatismo”, etc. CBASD, vol. 5, p. 864.

35. dois denários. As moedas pagariam a pensão de um homem por vários dias. Bíblia de Genebra.

quando voltar. Possivelmente, na viagem de volta. A confiança que o hospedeiro parece ter no samaritano indica que este último era um negociante que frequentemente passava por Jericó e era conhecido. CBASD, vol. 5, p. 864.

36 Qualparece ter sido o vizinho? (NKJV) Jesus mudou a pergunta original do intérprete da lei de “Quem é o meu vizinho?” para uma mais importante: “Sou eu um bom vizinho?” Andrews Study Bible.

A pergunta passou agora a ser: “Quem revelou por seus atos ser o bom vizinho – o próximo?”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ser um bom “próximo” não é tanto uma questão de proximidade quanto de vontade de carregar os fardos dos outros. Ser bom próximo é a expressão prática do princípio do amor pelo semelhante. CBASD, vol. 5, p. 864.

37 O que usou de misericórdia. Sob tais circunstâncias, os meros pensamentos não tinham valor; o que contou foram as obras. … O “próximo” de uma pessoa é simplesmente quem necessita de seu auxílio. CBASD, vol. 5, p. 864. 

Vai e procede tu de igual modo. em outras palavras, se você deseja conhecer o verdadeiro bom “próximo”, vá e modele sua conduta pela do samaritano. Tal é a natureza da verdadeira religião (Mq 6:8; Tg 1:27). … Deus “permite que tenhamos contato com o sofrimento e a calamidade para nos tirar de nosso egoísmo” (PJ, 388). CBASD, vol. 5, p. 865.

38 num povoado. Betânia, a cerca de 3 km de Jerusalém (Jo 11.1). Bíblia de Genebra.

MartaMaria. Marta era a mais velha das duas irmãs e aquela que administrava os assuntos do lar. Ela era que “O hospedara em seu lar”. … Marta era responsável pelo lar e tinha uma mente prática. Por sua vez, Maria era mais preocupada com as coisas espirituais. CBASD, vol. 5, p. 865.

39 aos pés do Senhor. A posição de um discípulo. Andrews Study Bible.

40-41 A preparação de Marta pode ter sido desnecessariamente esmerada. Maria sabia que ouvir Jesus era uma oportunidade extraordinária demais para dar preferência a outros tipos de preocupações (ver Mc 9.7). Bíblia de Genebra.

Senhor, não Te importas ? Marta sabia, de experiências passadas, que nada conseguiria ao apelar diretamente a Maria. … Ao apelar a Jesus, Marta não apenas envergonhou Maria, como indiretamente censurou a Jesus. O problema real, indicava ela, repousava no fato de que Ele “não Se importava” com a situação ou não tinha intenção de fazer nada a respeito, porque Ele se agradava mais em que Maria O ouvisse do que auxiliando no preparo da refeição. CBASD, vol. 5, p. 865.

41 Marta, Marta. A repetição do nome indica afeição e, algumas vezes, preocupação (ver Lc 22:31; At 9:4). CBASD, vol. 5, p. 865.

te preocupas com muitas coisas. A hospitalidade simples seria suficiente para Jesus; ele não exigia coisas elaboradas. CBASD, vol. 5, p. 865.

42 pouco é necessário. Em vez da nervosa preocupação pelo servir um banquete digno do Senhor, um prato seria suficiente. Bíblia Shedd

uma só coisa. Marta era diligente, rápida e enérgica, mas faltava a ela o espírito calmo e devocional de sua irmã Maria. Ela não aprendera a lição dada em Mateus 6:33, de dar prioridade ao reino de Deus, e um papel subordinado às coisas materiais. CBASD, vol. 5, p. 866.

Maria, pois, escolheu a boa parte. Alguns consideram a expressão “boa parte” [ou “boa porção”] como um jogo de palavras, em que Jesus faz referência ao melhor prato na mesa. “a boa parte”, a “única coisa” necessária para Marta, era uma profunda preocupação pelo conhecimento do reino de Deus. CBASD, vol. 5, p. 864.

não lhe será tirada. As coisas materiais em que Marta se interessava seriam tiradas (ver Lc 112:13-21; 16:25, 26). maria estava acumulando “tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome” (Lc 12:33; ver com. de Mt 6:19-21). CBASD, vol. 5, p. 866.



Lucas 9 by Jeferson Quimelli
24 de dezembro de 2014, 1:00
Filed under: escolhas, Messias, milagres | Tags: ,

Comentário devocional:

Em Lucas 9, Jesus pergunta a seus discípulos: “Quem as multidões dizem que eu sou? (v 18 NVI). Herodes, governador da Galiléia, fez uma pergunta semelhante, após ter ouvido “falar de tudo o que estava acontecendo” (v 7 NVI).

Cuza, administrador do tesouro de Herodes e marido de Joana, uma dos seguidores de Jesus, deve ter falado baixo: “Senhor, o rabino Jesus curou minha esposa e está curando muitos outros. Milhares se reúnem, vindos de todas as aldeias da Galileia para ouvi-lo.” O diretor do porto de Cafarnaum falaria: “Evidentemente, este Jesus pode controlar o tempo. Ele e seus discípulos estavam atravessando o lago da Galileia, quando um vendaval desceu do Monte Hermon. Quando o barco estava afundando, Jesus repreendeu o vento e, instantaneamente, todo o lago ficou calmo.” “Lembra-se de ter escutado acerca daquele homem perturbado que andava nu ao longo do país dos gadarenos?”, perguntaria o diretor da alfândega, “Pois então, Jesus expulsou seus demônios! Agora o ex-endemoninhado anda vestido, em perfeito juízo e dizendo a todos como Jesus o curou”.

“Algum outro relatório?” Herodes pergunta. “Sim”, diria o prefeito de Cafarnaum, “Jesus ressuscitou a filha de Jairo, um dos chefes da sinagoga de Cafarnaum. E em seguida, enviou Seus doze discípulos por toda a Galileia, pregando e curando. É como se Jesus estivesse em doze lugares ao mesmo tempo.” Perplexo, Herodes finalmente pergunta: Afinal,”quem, pois, é este de quem ouço essas coisas?” (Lucas 9:9 NVI). Seu chefe de segurança responde: “algumas pessoas estavam dizendo que João tinha ressuscitado dos mortos” (Lucas 9:7 NVI). “Não, isso não pode ser! Eu mandei degolar João! Quem mais?” “Alguns se perguntam se não é Elias que reapareceu. Outros dizem que um dos antigos profetas ressuscitou.” “Eu tenho que conhecê-lo e descobrir quem ele é”. Herodes olha para a sua equipe ainda perplexo: “Vão, descubram uma maneira para que eu me encontre com ele.”

A pergunta: “Quem é Jesus?” é a pergunta que todos devem responder. Herodes e os discípulos de Jesus enfrentaram essa questão depois de Jesus ter pregado “as boas novas do Reino de Deus” (Lucas 8:1 NVI) e provado Sua autoridade sobre a natureza, demônios, doença e morte. Jesus tinha inclusive transformado cinco pães e dois peixes em mais de 5000 refeições. Após todos estes milagres Jesus pergunta: “Quem as multidões dizem que eu sou?” (v. 18 NVI)

A resposta dos discípulos à pergunta de Jesus sobre o que as pessoas estavam dizendo sobre Ele, é idêntica à resposta dada a Herodes: Alguns dizem que o senhor é João Batista, Elias, ou um dos antigos profetas ressuscitado. Então, Jesus faz uma pergunta diferente e mais pessoal: “E vocês, o que dizem?”, “quem vocês dizem que eu sou?” (Lucas 19:20 NVI).

Esta é a pergunta mais importante que você terá que responder em toda a sua vida. Na verdade, é a única questão que realmente importa. Ao você ler a resposta de Pedro, opte por fazer dela a sua resposta: “Tu és O Cristo [o Ungido, o Messias] de Deus” (Lucas 9:20).

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/9/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Lucas 9 

Comentário em áudio 



Marcos 12 by Jeferson Quimelli
11 de dezembro de 2014, 0:30
Filed under: correção, desobediência, escolhas, Israel | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Poderíamos chamar esse de o capítulo das uvas amargas. O plano de Deus era estabelecer a mais espetacular vinha do mundo na terra de Israel, no sentido espiritual de um povo amoroso e dedicado a Ele. Essa vinha seria tão incrível e produziria uma colheita tão abundante de uvas doces que pessoas de todas as nações desejariam descobrir o segredo do seu sucesso.

Mas não houve sucesso. O profeta Isaías lamentou: “A vinha do Senhor dos Exércitos é a nação de Israel, e os homens de Judá são a plantação que ele amava. Ele esperava justiça, mas houve derramamento de sangue; esperava retidão, mas ouviu gritos de aflição” (Isaías 5:7, NVI).

Aqueles que foram deixados a cargo da vinha não aceitaram nenhuma instrução, apesar dos muitos conselheiros enviados a eles por parte do proprietário da vinha. Os profetas foram apedrejados, espancados e até mesmo serrados ao meio por oferecerem consultoria para o cultivo das uvas.

Deus havia suportado a teimosia do povo por muito tempo. Chegara a hora de entregar uma mensagem final através de Daniel: “Setenta semanas estão decretadas para o seu povo e sua santa cidade a fim de acabar com a transgressão, dar fim ao pecado, expiar as culpas, trazer justiça eterna, cumprir a visão e a profecia, e ungir o santíssimo” (Dan 9:24, NVI). 

Israel desperdiçou o tempo de misericórdia concedido. A qualidade dos frutos da vinha de Deus não melhorou, mas piorou. Então Deus enviou o seu próprio filho para resgatá-los. Agora que o Santo Filho de Deus estava diante deles, eles tramaram a sua morte. Mas Deus, em Seu amor, lhes fez um último apelo para que se tornassem uvas doces: “Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças” (Marcos 12:30, NVI).

Você e eu também recebemos um valioso tempo de misericórdia para nos tornarmos como Jesus, a fim de representá-Lo corretamente ao mundo. Como está a sua condição perante Deus? Está você seguindo as instruções entregues por Seus mensageiros? Está você permitindo que o Criador lhe transforme de uva amarga em uva doce?

Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/12/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Marcos 10 
Comentário em áudio 



Lucas 4 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli

1 guiado pelo Espírito Santo. O tempo verbal grego indica que a condução do Espírito Santo não se limitou à viagem ao deserto, mas continuou durante a Sua permanência ali. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 798.

O Espírito Santo desceu sobre Jesus no batismo e permaneceu com Ele, O enchendo e guiando. Andrews Study Bible.

2 quarenta dias. Mateus deixa claro que as três maiores tentações ocorreram no final dos 40 dias (ver com. de Mt 4:2, 3), um fato evidente também a partir de Lc 4:2. Quando Jesus entrou no deserto, estava rodeado pela glória do Pai e, quando a glória partiu, Ele foi deixado sozinho para lutar com a tentação (DTN, 118). As tentações de Satanás continuaram durante todos os 40 dias de jejum de Jesus. As três mencionadas nos v. 3 a 13 representaram o clímax das tentações, no final do período (ver SP2, 90). CBASD, vol. 5, p. 798.

sendo tentado. Os ataques do diabo são contra o Messias, o cabeça da Nova Humanidade (cf Cl 2.15) … Em contraste com Adão, o cabeça da velha humanidade, que caiu, ainda que vivendo em condições ideais, o Segundo Adão venceu o diabo em total fraqueza da carne (cf 40 dias de jejum). Bíblia de Genebra.

3-13 O diabo procura desviar Jesus de Sua missão divinamente estabelecida. … A narrativa de Lucas realça o paralelo entre a tentação de Jesus e as provações de Israel no deserto. Jesus foi tentado por 40 dias no deserto e Israel peregrinou por quarenta anos no deserto (Nm 14.34). Israel falhou no teste da obediência, enquanto Jesus foi plenamente obediente ao Pai. Bíblia de Genebra.

3 manda esta pedra transformar-se em pão. O diabo sempre faz com que suas tentações pareçam atraentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 Não só de pão viverá o homem. O contexto de Deuteronômio [Dt 8:3] que Jesus cita, frisa a completa dependência do homem para com o Senhor. Sem Sua bênção, a fartura material de nada adianta. Bíblia de Genebra.

5-8 Esta tentação [a 2ª] vem em terceiro lugar em Mateus. A razão para esta diferença de ordem não é conhecida. A tentação é para Jesus estabelecer um poderoso império mundial, mas ao custo de cultura Satanás. Outra vez Jesus repele a tentação, citando as Escrituras (Dt 6.13). Bíblia Shedd.

6 Compare 1Jo 5.19. A tentação era inaugurar o Reino sem a cruz. Bíblia de Genebra.

ela me foi entregue. Isto é, por Adão quando ele pecou. Depois da Queda, Satanás denominou a si mesmo o “príncipe” deste mundo (DTN, 114), esquecendo-se que Adão mantinha o título apenas em virtude da obediência ao Criador. Satanás insinuou que Adão o escolheu como soberano e como seu representante no Céu. CBASD, vol. 5, p. 798.

9 Se é o Filho de Deus. Deus acabara de declarar esse fato (3.22). O diabo ainda usa a artimanha de suscitar dúvidas a respeito da Palavra de Deus (Gn 3.1). Bíblia de Genebra.

o pináculo. Este pode ter sido o topo do muto do templo, de onde se podia ver o vale de Cedrom ou, talvez, pode ter sido o ponto mais alto do próprio templo. Jesus foi tentado a demonstrar publicamente o Seu poder miraculoso, mas reponde citando outra vez as Escrituras (v. 12). A passagem citada (Dt 6.16) novamente recorda a experiência de Israel no deserto. Bíblia Shedd.

10 Pois está escrito. Dessa vez, Satanás também citou as Escrituras, embora tenha aplicado erroneamente Sl 91.11, 12. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 até momento oportuno. Isto é, até o tempo conveniente, quando outra oportunidade se apresentasse. Desde os primeiros anos, Cristo foi atacado pelo tentador (DTN, 71, 116). CBASD, vol. 5, p. 798.

14 Então, Jesus, regressou para a Galileia. Aqui começa o ministério de Jesus na Galileia, e que termina em 9.50. Bíblia de Genebra.

Jesus realizou um intensivo ministério antes de retornar a Nazaré. Bíblia Shedd.

poder do Espírito (cf 5.17). A mesma palavra “poder”, gr dunamis, aparece na promessa do Espírito em At 1.8, mas é traduzida como “milagres” em Lc 10.13; 19.37, etc., indicando que o poder sobrenatural de Deus é oferecido ao crente, pelo Espírito. Bíblia de Genebra

15 E ensinava. O ensino era o modo costumeiro com o qual Jesus transmitia a verdade . … O ensino tende a ser mais eficaz do que a pregação, pois os ouvintes são participantes, enquanto na pregação eles são passivos. … Feliz é o pregador que consegue dar à sua pregação a qualidade adicional de ensino. CBASD, vol. 5, p. 799.

glorificado. Ou “honrado”, “louvado”. A Galileia era um campo mais favorável à obra do Salvador do que a Judeia (DTN, 232). Para onde Jesus ia, “grande multidão O ouvia com prazer” (Mc 12:37). CBASD, vol. 5, p. 799.

16-20 Esta narrativa é o mais antigo registro conhecido a respeito da ordem do culto no serviço de uma sinagoga. O culto incluía uma leitura da Lei e uma dos Profetas. Jesus ou o dirigente da sinagoga pode ter escolhido Is 61.1-2 e 58.6. Era costume levantar-se para a leitura, numa demonstração de respeito para com a Palavra de Deus e, em seguida, sentar-se para o sermão. A leitura escolhida mostra uma forte preocupação para com o pobre (1.51-53; nota; Sl 9.18, nota). Bíblia Shedd.

16 Indo para Nazaré. Esta foi a primeira visita de Cristo a Nazaré, desde que Ele deixou a carpintaria no outono de 27 d.C. para se dedicar ao ministério público (DTN, 236). Este seria, possivelmente, o final da primavera de 29 d.C., e quase metade do período de Seu ministério público já havia se passado. Uma ano mais tarde, possivelmente no inicio da primavera de 30 d.C., Jesus fez Sua última (DTN, 241) visita a Nazaré. … Em Nazaré ainda moravam a mãe, os irmãos e irmãs de Jesus (DTN, 236), que, sem dúvida, estavam entre os adoradores na sinagoga, nesse sábado, em especial. CBASD, vol. 5, p. 799.

Provavelmente todos os acontecimentos de Jo 1.19-4.42 se deram entre Lc 4.13 e 4.14. Bíblia de Estudo NVI Vida.

entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o Seu costume. A simples declaração de Lucas de que Jesus frequentava as reuniões sagradas da sinagoga no dia de sábado, o qual Ele especifica como o sétimo dia da semana (Lc 23:56-24:1), deixa claro o dever do cristão que ama seu Mestre e quer seguir os Seus passos (ver Jo 14:15; 1Pe 2:21). O fato de Cristo pessoalmente ter observado o mesmo dia da semana que os demais judeus observavam é evidência de que a contagem do tempo não havia sido perdida desde o Sinai, ou mesmo desde a criação.  Cristo é “Senhor também do sábado” (Mc 2:28); isto é, Ele o fez (Gn 2:1-3; cf Mc 2:27) e o reivindica como Seu guia. Seu exemplo ao observá-lo é um modelo perfeito para o cristão, tanto com relação ao tempo como quanto à maneira de observá-lo. … observar o sétimo dia da semana é guardar o sábado como Cristo o fez. Desde aquela época, há milhões de judeus espalhados por todo o mundo civilizado, e seria impossível que todos eles, simultaneamente, cometessem o mesmo erro ao calcular o sétimo dia da semana. … Cristo tinha o hábito de frequentar as reuniões regulares da sinagoga aos sábados. A esta sinagoga em Nazaré, Ele havia sido regularmente convidado na juventude, para ler os Profetas, e Ele extraía lições de Seu profundo conhecimento das Escrituras, as quais comoviam o coração dos adoradores (DTN, 74; cf 70). CBASD, vol. 5, p. 799.

levantou-se. A reverência pela Palavra escrita exigia que aquele que a lesse publicamente permanecesse em pé. A Lei e os Profetas eram lidos dessa forma, mas não os Escritos [poéticos], que não desfrutavam de conhecimento semelhante. CBASD, vol. 5, p. 800.

17 Então, Lhe deram. Isto é, pelo diácono ou chazzan, cujo dever era tirar os rolos sagrados e entregá-los ao leitor, e retorná-los à arca após a a leitura (ver p. 44). Dessa forma, em harmonia com o ritual da sinagoga, o chazzan tirou da arca o rolo dos Profetas, removeu a cobertura e o entregou, fechado, a Jesus. É evidente que Jesus não apenas falava a linguagem comum do povo [aramaico], como também lia bem em hebraico – naquela época, uma linguagem quase morta, exceto nas reuniões religiosas. A lição para o dia era sempre lida em hebraico. CBASD, vol. 5, p. 800.

Esta é a única referência à Sua capacidade de ler. teria lido o trecho em hebraico, traduzindo-o para o aramaico, antes de pregar. Bíblia Shedd.

18 ungiu. Referência ao Messias, que significa “ungido” (9.2n). A profecia foi cumprida no batismo (3.22). Bíblia Shedd.

No contexto messiânico, esta passagem pode ser traduzida desta forma: “Ele me fez o Cristo” ou “Ele me fez o Messias” (ver com. de Is 61:1). CBASD, vol. 5, p. 800, 801.

19 ano aceitável. Isto é, a era do evangelho…  lembra o ano do jubileu, quando os escravos eram libertados, os débitos eram cancelados e as terras herdadas eram devolvidas aos proprietários originais. … Neste ponto, Jesus concluiu a leitura de Isaías 61:1 e 2. a frase seguinte, que era o clímax da passagem para o judeu patriota – “o dia da vingança do nosso Deus” – Ele não leu. Os judeus ingenuamente criam que a salvação era para eles, e a retribuição, para os gentios (ver Sl 79:6). A ideia judaica de que a salvação era uma questão de nacionalidade em vez de uma submissão pessoal a Deus, cegou o povo para a verdadeira natureza da missão de Cristo e os levou a rejeitá-Lo. … Gostavam de pensar na ideia que o julgamento de Deus estava reservado para os outros e, possivelmente, surpreenderam-se quando Jesus não mencionou isso. Quando, em Seu sermão, Jesus exaltou a fé dos pagãos, indicando a falta de fé dos judeus, o público ficou fora de si, cheio de ressentimento e fúria. CBASD, vol. 5, p. 802.

20 Tendo fechado o livro. Isto é, enrolando o livro de Isaías em seu cilindro. CBASD, vol. 5, p. 802.

sentou-Se. …para o sermão, que se seguia a leitura, o orador se sentava num lugar especial, algumas vezes chamado “a cadeira de Moisés”. … Com frequência, Cristo Se assentava enquanto pregava e ensinava (Mc 4:1; Lc 5:3; Jo 8:2), um costume também seguido, pelo menos ocasionalmente, pelos Seus discípulos (ver At 16:13, ver p. 45). CBASD, vol. 5, p. 802.

21 passou Jesus a dizer-lhes. Jesus popularmente era considerado um rabino ou professor (ver Jo 1:38, 49; 3:2; 6:25). Era de se esperar que, como rabino visitante, fosse solicitado que Ele fizesse o sermão, principalmente em vista do fato de que Nazaré era Sua cidade natal … É evidente que Lucas fez um esboço dos comentários de Cristo nesta ocasião, selecionando os que produziram o efeito registrado no v. 22 e a violenta reação dos v. 28 e 29. CBASD, vol. 5, p. 802, 803.

Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir. Este comunicado conscientizou as pessoas de que Jesus as considerava pobres, quebrantadas de coração, cativas, cegas e oprimidas (DTN, 237). CBASD, vol. 5, p. 803.

22 Não é este o filho de José? Eles recusavam crer que Jesus, a quem conheciam tão bem, fosse o Prometido,. CBASD, vol. 5, p. 803.

23 Sem dúvida. Assim como Jesus lia os rostos e corações da audiência, Ele bem conhecia os pensamentos que os perturbavam. Sua tentativa de revelar aos ouvintes sua verdadeira atitude e condição (ver Lc 4:23-27), os enfureceu ainda mais e os levou a atentar contra Sua vida. Jesus, com frequência deixava claro que lia os pensamentos das pessoas e, desse modo, evidenciava Sua divindade. … Foi essa parte do discurso de Jesus (v. 23-27) que evidenciou que Ele lia os pensamentos secretos (DTN, 238). … Alguns tem sugerido que Ele interpretava os pensamentos deles como significando: “Você tem mostrado muitos sinais de cura e milagres relacionados a outros [significando o povo de Cafarnaum], agora mostre um sinal em favor de Si mesmo [isto é, ao povo de Nazaré]. Você afirma ser o Messias da profecia; deixe-nos ver alguns “milagres”. … Essa exigência silenciosa deixa claro que Jesus não realizou milagres durante Sua infância e juventude, como reivindicam os evangelhos apócrifos. CBASD, vol. 5, p. 803, 804.

26 e a nenhuma delas. Deus não pode fazer nada pelos que têm o coração endurecido e são incrédulos, que não sentem sua necessidade. … A falta de fé dos cidadãos de Nazaré impediu que Jesus realizasse milagres ali (Mc 6:5, 6). Não que Ele fosse incapaz de realizá-los, mas porque estavam despreparados para receber as bênçãos que Ele desejava lhes outorgar. CBASD, vol. 5, p. 804.

Jesus queria dizer que quando Israel rejeitou o mensageiro da redenção enviado por Deus, este o enviou aos gentios – e assim acontecerá de novo caso se recusarem a aceitar Jesus (v. 10.13-15; Rm 9-11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 Todos na sinagoga, ouvindo estas coisas. A repreensão implícita do Senhor caiu pesadamente sobre seus corações relutantes. Conscientes, por um instante, de seu caráter falho e de sua necessidade do verdadeiro arrependimento e conversão, o coração deles se rebelou (ver Rm 8:7). CBASD, vol. 5, p. 804, 805.

se encheram de ira. Conscientes de que as palavras de Jesus os descrevia perfeitamente, eles não desejavam mais ouvi-Lo. Para aceitá-Lo, deveriam admitir que não eram melhores que os pagãos, a quem consideravam como cães. … Embora tivessem sido tocados, sua consciência culpada se ergueu rapidamente para silenciar as penetrantes palavras da verdade. O forte orgulho nacional se ressentiu do pensamento de que as bênçãos do evangelho deveriam estar disponíveis aos pagãos e, em seu preconceito irracional, estavam prontos a assassinar o Príncipe da vida (ver at 3:15). CBASD, vol. 5, p. 805.

29 levantando-se. O povo de Nazaré parou de ouvir antes que Jesus parasse de falar. Eles “não O receberam” (Jo 1:11). O assassinato estava no coração deles, mesmo no dia de sábado, e eles estavam prontos a destrui-Lo. CBASD, vol. 5, p. 805.

O levaram até o cima do monte … para, de lá, O precipitarem abaixo. CBASD, vol. 5, p. 805.

30 passando por entre eles. Os anjos O cobriram e O levaram a um local seguro, como fizeram noutra ocasião (cf Jo 8:59), como regularmente protegeram as testemunhas celestiais em todas as épocas (ver DTN, 240). CBASD, vol. 5, p. 805.

31 desceu a Cafarnaum. Do vilarejo de Nazaré, no alto das colinas, até Cafarnaum, … é literalmente uma “descida” de 349 m acima do nível do mar para 209 m abaixo dele. CBASD, vol. 5, p. 805.

os ensinava no sábado. Como era a prática do Senhor (ver com. do v. 16). CBASD, vol. 5, p. 806.

32 se maravilhavam. Em contraste com os fariseus e mestres da lei, que apelavam para a tradição e mestres anteriores, Jesus provocou um sentimento de admiração no povo, porque não citava autoridades. Bíblia Shedd.

33 Há poucos exemplos de possessão demoníaca no Antigo Testamento ou no Novo Testamento, fora dos Evangelhos. Nas Escrituras, tal possessão é, primariamente, parte da oposição do mal à vinda do Filho de Deus. Bíblia Shedd.

38-39 Mateus e Marcos, ambos, registram este milagre, porém, só Lucas menciona a febre alta, o que pode indicar o seu interesse médico. O fato de Jesus “repreender” a febre pode significar que Ele viu Satanás por trás disso, de algum modo. Bíblia Shedd.

40 Era ao pôr do sol que o sábado terminava, possibilitando assim o transporte dos doentes sem se contrariar a lei mosaica. Bíblia Shedd.

cada um. Cristo nunca perde de vista o indivíduo, mesmo quando as massas o envolvem (42; 5.1; cf 8.42-48). Cumpriu-se literalmente a profecia de Isaías, citada nos vv 18, 19. Bíblia Shedd.

41 os repreendia [aos demônios]. Ou “não os permitia”. Jesus passou imediatamente a silenciá-los, talvez porque o testemunho poderia ser entendido como significando que Ele estava em aliança com os demônios. CBASD, vol. 5, p. 806.

Jesus nega aos demônios o direito de anunciá-Lo, porque nada têm em comum com Ele. As testemunhas de Jesus devem ser puras. Bíblia Shedd.

o Cristo. Ou, o Messias. O artigo definido faz da palavra um título em vez de um nome pessoal (ver com de Mt 1:1). CBASD, vol. 5, p. 806.

42 Instavam. isto é, eles queriam impedir que Cristo os deixasse, aparentemente fazendo o que podiam para dificultar Sua partida. CBASD, vol. 5, p. 806.

43 reino de Deus. Esta é a primeira menção de Lucas a respeito do reino de Deus, o mais frequente tema da pregação de Jesus. Bíblia Shedd.

também às outras cidades. Quando a oportunidade de ouvir de Jesus é limitada a um grupo, contrariamos tanto o mandamento como a prática de Jesus (Mt 28.19, 20; Jo 3.16). Bíblia Shedd.

Judeia. Alguns manuscritos bem como os relatos paralelos (Mt 4.23; Mc 1.39) trazem Galileia, e não Judeia [cf tb nota textual NVI]. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Marcos 10 by Jeferson Quimelli
9 de dezembro de 2014, 0:30
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Comentário devocional:

Paulo diz: “No passado, todas essas coisas valiam muito para mim; mas agora, por causa de Cristo, considero que não têm nenhum valor. E não somente essas coisas, mas considero tudo uma completa perda, comparado com aquilo que tem muito mais valor, isto é, conhecer completamente Cristo Jesus, o meu Senhor. Eu joguei tudo fora como se fosse lixo, a fim de poder ganhar a Cristo”(Filipenses 3:7-8 NTLH). Quem mostrou a Paulo que as “coisas” dessa vida não tem nenhum valor? O Espírito Santo, é claro! 

Neste capítulo, um jovem correu em direção a Jesus. Ele era muito rico e desejava a vida eterna. Mas antes de abordar a profundidade das necessidades desse homem, Jesus viu o seu coração e “o amou”. Ele tinha o seu maior bem em mente quando lhe disse: “Venda tudo o que tem e de o dinheiro aos pobres.” Jesus podia ver que as riquezas deste jovem acabariam por sufocar a “amizade” dele com o doador da vida.

Eu tenho tido a oportunidade de compartilhar muitas histórias de milagres ocorridos ao redor do mundo, alguns deles quase inacreditáveis, com as pessoas dos Estados Unidos. A seguir, geralmente me perguntam: “Por que não vemos esses milagres acontecendo neste país?” Eu respondo, apontando para a história de Pedro e João quando eles se encontraram com o paralítico nos degraus do templo. O homem aleijado pensou que Pedro poderia dar-lhe algum dinheiro, mas Pedro disse: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda” (Atos 3:6, ACF).

Ele não tinha prata nem ouro, mas o que ele tinha? O Espírito Santo! Pedro possuía intimidade com Deus. Ele finalmente percebeu que nada era mais importante do que sua amizade eterna com Cristo. Infelizmente, o jovem rico não aceitou trocar a sua riqueza pela habitação do Espírito Santo, o qual concede poder para a realização de milagres.

Se você deseja que milagres aconteçam em sua vida e na vida das pessoas ao seu redor, você não pode buscar apenas a prata e o ouro. Você não pode passar por cima dos outros com o objetivo de se tornar o maior no reino. Você não pode amar a Jesus apenas da boca para fora. Se agir dessa maneira, você também deixará a presença de Deus com tristeza.

Em vez disso, seja como Bartimeu (versículo 47), que clamava para que Jesus o curasse de sua cegueira. E quando o Criador respondeu, ele pôs de lado a sua túnica, a sua única posse, praticamente a sua prata e o seu ouro, e correu até Jesus. Ele não queria que nada ficasse entre ele e o “Filho de Davi”.

Dois encontros com Jesus tiveram resultados completamente diferentes devido ao poder da escolha. Qual será a sua decisão hoje? O Senhor lhe ama e está lhe chamando para ser um amigo íntimo dEle. Não deixe que o “lixo” dessa vida faça com que você se afaste, “triste”, de Jesus.

Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/10/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Marcos 10 
Comentário em áudio 



Marcos 10 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli

2 aproximaram-se dEle para pô-Lo à prova. A pergunta dos fariseus era hostil. João Batista denunciara Herodes Antipas e Herodias pelo divórcio ilícito (v. 6.17, 18) e, por ter feito essa repreensão, foi lançado no cárcere e depois decapitado. Jesus, agora, estava dentro da jurisdição de Herodes, e os fariseus talvez tenham esperado que a resposta de Jesus levasse o tetrarca a prendê-Lo, assim como prendera João Batista. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 O divórcio jamais contou com a aprovação de Deus, a não ser como o menor entre dois males. Bíblia Shedd.

11-12 O costume judeu dizia que somente o marido poderia dar início ao divórcio, porque o divórcio era parte das leis do direito de propriedade. Tribunais e autoridades não eram envolvidas. Contudo, somente aqui, em Marcos, encontramos uma referência a uma mulher ser capaz de dar início ao divórcio. Esta pode ser uma outra indicação de que a audiência de Marcos seja não judia, muito possivelmente romana. Na lei romana, a mulher também tinha a prerrogativa de se divorciar de seu marido. Andrews Study Bible.

15 como uma criança. O que se compara aqui são a abertura e a receptividade comuns às crianças. O Reino de Deus pode ser recebido somente como dádiva; não pode ser recebido mediante o esforço humano. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O ponto central do texto é que mesmo os pequenos podem ser discípulos de Jesus. Andrews Study Bible.

Jesus apresenta uma criança como modelo para os adultos. A confiança e a amorosa obediência de uma criança representam traços de caráter de grande valor no reino dos Céus. Jesus chama de “pequenas” as crianças que ainda não aprenderam do exemplo negativo dos adultos os pecados da dúvida e da desobediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 699.

17 que farei? O rico pensava da perspectiva de acumular atos de justiça para merecer a vida eterna, mas Jesus ensinava que era uma dádiva que deve ser recebida (cf. v. 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 a todas estas coisas eu tenho guardado. Um piedoso e fiel judeu observava todas as 613 leis como listadas nos cinco primeiros livros da Escritura, o Pentateuco. O apóstolo Paulo, que era um fariseu, disse que era inculpável pela observação destes requisitos legais, até ter encontrado a Jesus; então eles se tornaram como lixo em comparação com o dom da justiça que ele recebera de Jesus (Fl 3.4-11). Andrews Study Bible.

21 uma coisa te falta. O amor desse jovem pelas riquezas (v. 22) e a recusa dele em distribuí-las e seguir a Jesus mostram que ele quebrou o maior mandamento de todos: “Amarás, pois, o SENHOR teu Deus, de todo o coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt 6.5; cf Mt 22.37). Bíblia de Genebra.

Vá, venda tudo. O problema principal do jovem eram suas riquezas (cf. v. 22), e por isso Jesus lhe recomendou desfazer-se delas. … Ao doar as suas riquezas, o jovem teria eliminado o obstáculo que o impedia de confiar em Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 olhando ao redor. Um quadro vívido descrito por Marcos. Jesus deve ter olhado para os discípulos um após o outro para ver como reagiriam à decisão do jovem rico. CBASD, vol. 5, p. 699.

Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que tem riquezas. A dificuldade não é porque as riquezas sejam um mal em si mesmas e desqualifiquem aqueles que as possuem, mas é porque os ricos são tentados a depender de suas riquezas e podem ser incapazes de admitir que necessitam de Deus. Bíblia de Genebra.

25 camelofundo de uma agulha. Um excelente exemplo da linguagem proverbial e vívida de Jesus, aqui expressando a ideia de impossibilidade (v. 27). A sugestão de que havia um pequeno portão chamado de “fundo da agulha”, através do qual os camelos podiam passar sem carga, não tem apoio e minimiza a figura usada por Jesus. Bíblia de Genebra.

26 maravilhados. Os judeus olhavam para as riquezas ganhas honestamente como um sinal da aprovação de Deus. Se os ricos, que tem “todas” as vantagens que poderiam propiciar a seus corações agradarem a Deus, perecem, quem, então, poderia se salvar? Bíblia Shedd.

Os discípulos entenderam o significado do que Jesus disse. Ninguém pode ser salvo por boas obras. Bíblia de Genebra.

28 deixamos. O verbo gr está no aoristo, tipo de ação que revela uma decisão definitiva. Bíblia Shedd.

29 amor. Se a renúncia não for motivada por um grande amor  a Cristo e ao evangelho (necessário à sua divulgação) nada vale (1Co 13.1-3). Bíblia Shedd.

30 cêntuplo. A fraternidade produzida pelo evangelho tornará todos os cristãos em uma grande família (cf At 2.44-47; 4.32-35; Rm 16.13). Bíblia Shedd.

Jesus, tornando a levar à parte os doze, passou a revelar-lhes as coisas que Lhe deveriam vir. Os doze sabiam dos planos em andamento para tirar a vida do Mestre (ver com. de Lc 13:31; cf. Jo 11:7, 8), mas não acreditavam que, por fim, esses esforços teriam êxito (ver Lc 18:34). CBASD, vol. 5, p. 699.

37 direitaesquerda. É notável a ironia; quem acabou ocupando estas posições, na hora do triunfo de Cristo na cruz foram dois ladrões (15.27). Bíblia Shedd.

38 beber o cálice. Um símbolo do Antigo Testamento para expressar sofrimento e ira (Sl 75.8; Is 51.17-22; Jr 25.15; Ez 23.31-34). Bíblia de Genebra.

45 o Filho do Homem veio para … servir e dar a Sua vida em resgate por muitos. Versículo-chave de Marcos. Jesus veio a este mundo como servo … que sofreria e morreria por nossa redenção, como Isaías predisse com clareza (Is 52.13-53.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

muitos. Ver Is 53.12. Nos escritos do Qumran (Manuscritos do Mar Morto) este é um termo para todos os membros da comunidade. Bíblia de Genebra.

46 E foram para Jericó. A cidade do Jericó do NT estava situada a mais ou menos 1,6 km ao sul das ruínas da cidade de Jericó do AT. Herodes, o Grande, havia embelezado a cidade e tinha um palácio de inverno lá. CBASD, vol. 5, p. 700.

51 Mestre. Heb Rabboni, lit. meu grande ou ilustre (senhor, mestre). Nota textual Bíblia de Genebra.

Uma forma aumentada de “Rabi”, título comum para designar um mestre… Ressalta o reconhecimento e submissão à autoridade de Jesus. Bíblia de Genebra.

Este é o mesma terna expressão que Maria usou quando se dirigiu a Jesus após Sua ressurreição (Jo 20.16). Bartimeu reconheceu Jesus como mais do que um fazedor de milagres. Ele desejou um íntimo relacionamento com Ele. Andrews Study Bible.

que eu torne a ver. Literalmente “recuperar a minha visão”. O texto grego deixa claro que Bartimeu não nasceu cego, mas que se tornou um. CBASD, vol. 5, p. 701.



Mateus 23 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli

1 Então, falou Jesus. Isto ocorreu, provavelmente, na terça-feira, no fim do dia. Foi a última vez que Jesus ensinou no templo, a última em que falou ao povo. Evidentemente, Ele procurou, através de denúncias contundentes contra os escribas e fariseus, quebrar as correntes que prendiam as pessoas à tradição e àqueles que a perpetuavam. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 518.

2 Na cadeira de Moisés, se assentaram. Ou, como intérpretes oficiais da lei de Moisés. … os arqueólogos descobriram que as antigas sinagogas judaicas tinham cadeiras literais em que o intérprete da lei, sem dúvida, se assentava. CBASD, vol. 5, p. 518. 

3 não os imiteis. Fazemos bem em examinar nossa vida em busca dos traços dos mesmos males que fizeram “fariseu” sinônimo de “hipócrita. CBASD, vol. 5, p. 518. 

dizem e não fazem. Dizer sem fazer é o que faz de um homem um hipócrita. CBASD, vol. 5, p. 519. … Escribas e fariseus professavam lealdade absoluta às Escrituras, mas falhavam na prática dos princípios ali estabelecidos.  CBASD, vol. 5, p. 519.

4 Atam pesados fardos. Esses “pesados fardos” eram parte da tradição rabínica e não das leis de Moisés (ver com. de Mc 7:1-13). CBASD, vol. 5, p. 519.

5 serem vistos pelos homens. Sua conduta era regulamentada pelo que imaginavam que os outros pensariam dela, mais do que por amor a Deus (cf 2Co 5:14). CBASD, vol. 5, p. 519.

filactérios. Eram cápsulas, ou rolos de couro, que os judeus usavam na testa, perto do coração, e no braço esquerdo. Continham quatro passagens bíblicas: Êx 13.1-10; 13. 11-16; Dt 6:4-9; 11.13-21. … Honravam-se as cápsulas tanto quanto as próprias Escrituras (imaginava-se que o próprio Deus usava filactérios), e seu tamanho era considerado como um sinal de zelo de quem o usava. Também eram considerados como amuletos para evitar o mal. Bíblia Shedd.

A ideia de usar filactérios foi baseada em uma interpretação literal de Dt 6;8. … Para muitos o filactério se transformou num talismã. CBASD, vol. 5, p. 519.

franjas. São as borlas descritas em Nm 15.37-41, usadas de maneira singular, como lembrete visível da profissão religiosa dos judeus e que Jesus também usava (cf Mt 9.20 onde se traduz por “orla”). Os fariseus desenvolveram esse costume até sobrecarregá-lo de minúcias, esquecendo-se, porém, da sua singela mensagem espiritual. Bíblia Shedd.

Alongá-las era um meio de torná-las mais visíveis; e, como as roupas adornadas com essas franjas ou borlas eram usadas para fins religiosos, a pessoa que as usava procurava chamar a atenção dos outros como sendo piedoso além das exigências da lei e além das pessoas comuns. CBASD, vol. 5, p. 519.

8-10 A advertência é contra procurar títulos de honra para alimentar o orgulho. Obviamente, devemos evitar um literalismo insensato ao aplicar esses mandamentos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ao proibir o uso dos títulos “Mestre” (v. 8), “Pai” (v. 9) e “guias” (v. 10), Jesus não proíbe a organização ou o uso de todos esses títulos na igreja (cf At 20.17; 1Co 9:1; 1Tm 1.1-2, 8, 12; Tt 1:5-7). A advertência de Cristo é contra a tentação de conceder, aos líderes humanos, a autoridade e prerrogativa que pertencem só  Deus – uma tentação aqui exemplificada pelo uso de pretensas formas de tratamento. Bíblia de Genebra.

13 fechais o reino dos céus. Os escribas e fariseus tornaram quase impossível, aos sinceros de coração, encontrar o caminho da salvação, em primeiro lugar, fazendo da religião um fardo insuportável (Mt 23:4) e, em segundo, pelo seu próprio exemplo hipócrita (v. 3). CBASD, vol. 5, p. 521.

15 prosélito. Os gentios eram convertidos ao judaísmo eram convertidos ao regulamento legalístico da circuncisão e à Lei Mosaica e não a um relacionamento pessoal com Deus. Andrews Study Bible.

Um número muito maior acreditava no Deus verdadeiro e O adorava, mas sem participar dos ritos do judaísmo; esses eram conhecidos como “prosélitos de portão” ou “tementes a Deus”. CBASD, vol. 5, p. 521.

duas vezes mais. Um convertido empolgado acabava se tornando, se possível, ainda mais intolerante do que os fariseus. CBASD, vol. 5, p. 521.

23 dízimo.  Jesus não está abolindo a prática de dar um décimo das entradas a Deus. Justamente o oposto. Os comentários de Jesus reafirmam a permanência da lei do dízimo e a coloca em perspectiva ao mais importante: justiça e misericórdia e fé. Andrews Study Bible.

As três hortaliças [hortelã, endro e cominho] teriam algum valor comercial, mas o dízimo obtido seria o mínimo. Os fariseus, ao se mostrarem zelosos nos pormenores, pensaram que poderiam esconder, de si mesmos e de Deus, o fato de não estarem á altura da verdadeira religião. Bíblia Shedd.

os preceitos mais importantes. Os escribas e fariseus davam grande valor às ordenanças humanas e às formas externas de observância da lei (ver com. de Mc 7:3-13), mas se esqueciam quase completamente do verdadeiro espírito da lei em si, do amor a Deus e ao próximo. CBASD, vol. 5, p. 523.

24 coam. A cláusula deveria dizer, literalmente, “coar todos os insetos”, da água potável. CBASD, vol. 5, p. 523.

O fariseu rigoroso coava cuidadosamente a água potável em um pano para ter certeza de não engolir um mosquitinho, considerado o menor ser vivo impuro. Mas, figuradamente, engolia um camelo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

…camelo, o maior animal impuro da Palestina (Lev 11:4, 41-45). Andrews Study Bible.

27 sepulcros caiados. De acordo com a lei ritual, uma forma extrema de contaminação era o contato com a morte. Os sacerdotes, por exemplo, não deviam se “contaminar” pelo contato com os mortos, salvo em caso de parentes próximos (Lv 21:1-4), mas até essa exceção era negada ao sumo sacerdote (v. 10, 11). de acordo com a Mishnah, era costume caiar as sepulturas em 15 de adar, um mês antes da Páscoa, a fim de que os sacerdotes e nazireus pudessem evitar a contaminação através do contato involuntário com as sepulturas. CBASD, vol. 5, p. 523.

29 edificais os sepulcros. Os mártires de uma geração, muitas vezes, se tornam os heróis da seguinte. Enquanto os profetas estavam vivos, era comum apedrejá-los. Algum tempo após a sua morte, era costume edificar monumentos elaborados em pedra para homenageá-los. Os judeus não poderiam honrar os profetas vivos sem aceitar as suas mensagens, mas era simples honrar os mortos sem acatar suas exortações. CBASD, vol. 5, p. 524.

30 Se tivéssemos vivido. Cada geração tende a se orgulhar de ser mais sábia e tolerante do que as anteriores. … Se esses profetas, teriam comunicado as mesmas mensagens em denúncia do pecado, e essas mesmas mensagens provavelmente teriam encontrado a mesma resistência insensível e provocado as mesmas tentativas de silenciar seus portadores. CBASD, vol. 5, p. 524.

35 sobre vós. Isso não quer dizer que as pessoas da geração de Cristo deveriam ser punidas pelos erros de seus antecessores, pois as Escrituras ensinam especificamente que ninguém é punido pelos pecados os outros (ver Ez 18:2-30; cf. Êx 32:33). Mas a rejeição a Jesus e a Seus ensinamentos tornou a sua culpa maior do que a de qualquer geração anterior. CBASD, vol. 5, p. 525.

Abel, até […] Zacarias. O assassinato de Abel é registrado em Gn 4.8, e o de Zacarias, filho de Joiada, em 2Cr 24.20-22 (2Cr é o último livro do AT, segundo a ordem em hebraico). A expressão é algo semelhante ao que dizemos hoje: “Do Gênesis ao Apocalipse”. Jesus estava resumindo a história dos martírios no AT. Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 todas estas coisas. Ou, o clímax das más ações resumidas nos vs. 34 e 35. A taça da iniquidade dos judeus como nação estava se enchendo rapidamente. CBASD, vol. 5, p. 525.

37 Jerusalém, Jerusalém. Reconhecimento pleno da rejeição dos judeus (cf Jo 1.11). Deus fez tudo para Seu povo, mas este rejeitou a Jesus. Bíblia Shedd.

quis Eu reunir. Literalmente, “como desejei reuni-los!” Esta é uma das expressões mais pungentes e solícitas dos lábios de Jesus. Com o mesmo terno anelo, Deus contempla todos os perdidos (ver com. de Lc 15:7). O tempo em que Deus devia rejeitar os judeus como povo escolhido estava prestes a chegar (ver Mt 23:38). mas com que relutância Ele os abandonou á sua própria perversidade e a seu trágico destino! CBASD, vol. 5, p. 526

vossa casa. Apenas um dia antes, Jesus tinha Se referido ao templo como “Minha casa” (Mt 21:13). Então, passou a ser “vossa casa”. As palavras de Jesus devem ter despertado terror no coração dos sacerdotes e príncipes. Pode ser que, durante o julgamento de Cristo, eles tenham se lembrado dessa declaração (Mt 26:61-64). O véu rasgado, três dias depois, foi um sinal visível de que Deus não aceitava mais as formas e cerimônias destituídas de significado. Por cerca de 40 anos mais, elas continuaram a ser praticadas (ver Mt 27:51). CBASD, vol. 5, p. 526.

A cidade e a nação seriam assoladas em 70 d.C. Biblia Shedd.

desde agora, já não Me vereis. Por “desde agora” Jesus não se refere à Sua saída do templo, na tarde de terça-feira, mas a todas as circunstâncias ligadas à rejeição, ao julgamento e crucifixão. CBASD, vol. 5, p. 526.

até que venhais a dizer: “Bendito o que vem em nome do Senhor!”. Jesus se referiu ao tempo em que os homens, incluindo os “que O transpassaram” (Ap 1:7), O veriam “vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (Mt 24:30). No último dia, mesmo os escarnecedores seriam obrigados a reconhecer a bem-aventurança dAquele a quem eles amaldiçoaram tão livremente (ver Fp 2:9-11). Os escribas e fariseus , a quem Jesus falou, estariam nessa multidão. Jesus quis dizer: “Vocês não mais me verão até que Eu retorne em glória.” Logo depois de dizer essas palavras, Jesus partiu para sempre do recinto do templo. CBASD, vol. 5, p. 526



Jonas 1 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Ao contrário de outros profetas, o foco do livro de Jonas é sobre ele mesmo e sua relação pessoal com Deus. Ao longo dos quatro capítulos, a interação entre Deus e Jonas é próxima e pessoal. Eu fico até com um pouco de inveja de Jonas por causa da conversa audível que ocorre entre eles. Afinal, você não gostaria de ouvir a voz de Deus falando diretamente com você? 

Mas pode ser que Ele esteja falando conosco e estejamos escolhendo fechar os nossos ouvidos, com a desculpa: “Eu não ouvi o que você disse, Senhor!” 

Jonas foi incapaz de oferecer qualquer desculpa quando Deus lhe disse para ir e pregar na cidade de Nínive. A voz e a ordem de Deus foram muito claras. Você ouve a voz de Deus falando com você, dizendo: “Este é o caminho: siga-o”? (Isaías 30:21 NVI). Ou, você ignora a Sua voz para que possa ter uma desculpa e assim negar te-Lo ouvido? Se você não ouve a voz de Deus falando com você, você tem um problema no cerne de seu cristianismo. Por quê? O nosso Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Ele falou ao Seu povo no Antigo Testamento; falou-lhes, no Novo Testamento; e fala ao Seu povo hoje.

Como eu sei? Deixe-me perguntar: você é uma de Suas ovelhas? Se você for, então estas palavras de Jesus valem para você: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; e eu as conheço, e elas me seguem” (João 10:27 NVI).

Descobrimos também em Hebreus 3:7-8 que Paulo esperava que seus leitores ouvissem a voz de Deus: “Assim, como diz o Espírito Santo: ‘Hoje, se vocês ouvirem a Sua voz, não endureçam o coração’ ” (NVI). E novamente em Apocalipse 3:20 Jesus chama por nós: “Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele e ele comigo” (NVI). Podemos ignorar a voz de Deus por algum tempo. E como Jonas, podemos ter que ter nossa própria experiência “no fundo do mar” para que possamos aprender a ouvir e seguir a voz de Deus.

Em algum ponto no tempo todas as pessoas ouvem a voz de Deus. Contudo, somente aqueles que se tornaram habituadas a ouvir aquela suave voz regularmente, atendendo às suas instruções, serão erguidos do pó na ressurreição. João falou a respeito deste momento em seu evangelho: “Não fiquem admirados com isto, pois está chegando a hora em que todos os que estiverem nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão; os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para serem condenados” (João 5:28-29, NVI).

É evidente que até mesmo profetas de Deus não são imunes ao declínio espiritual e a deixarem de ouvir a voz de Deus nas “pequenas” coisas de cada dia. Isto, eventualmente, pode levar a desastrosas consequências como aconteceu com Jonas. 

Seguir instruções não era um dos melhores talentos de Jonas; ele aprendeu da maneira mais difícil que é muito melhor dar atenção à voz de Deus e seguir Suas ordens. Espero que você esteja aprendendo a ouvir a voz de Deus e a obedecer prontamente aquilo que Ele lhe pedir para fazer.

Jim Ayer
Rádio Mundial Adventista

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jon/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jonas 1

Comentário em áudio



Amós 7 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Este capítulo apresenta três das cinco visões de Amós a respeito dos juízos que cairiam sobre Israel (vv. 1-9), assim como o confronto do profeta com Amazias, o sacerdote de Betel (vv. 10-17).

O primeiro juízo é a fome (v.1). “Gafanhotos”, como instrumentos da ira divina, vieram sobre a terra para destruir a sua beleza e seus frutos trazendo carestia e fome aos habitantes. Deus é longânimo para com as pessoas, mas não para sempre; especialmente quando se trata de grandes iniquidades. No entanto, o juízo veio misturado com a misericórdia de Deus. Os insetos comeram apenas o último crescimento da grama, que é de pouco valor em comparação com o primeiro.

Observe que as misericórdias que Deus continua a nos dar são mais numerosas e mais valiosas do que aquelas que Ele tira de nós. Isso deve nos tornar mais submissos em gratidão à Sua vontade quando decepções vierem.

Vendo a terrível obra dos gafanhotos, Amós intercede em favor de Israel (v. 2). Os profetas sempre oraram por aqueles a quem profetizaram, e, assim, mostraram que, apesar de denunciarem o pecado das pessoas, não tinham prazer na sua destruição.

A próxima visão, o julgamento pelo fogo (v.4) mostra que Deus tem muitas maneiras de humilhar uma nação pecadora. Esse fogo abrasador sobre a plantação seca, trazida por Deus, fez coisas terríveis; e ainda consumiu os reservatórios profundos de água, deixando claro que nada pode interromper as visitações de Deus.

Mais uma vez, o profeta intercedeu em favor dos pecadores. Ele reconheceu que Israel havia se tornado mais humilde diante dos castigos anteriores. Então, devido a intercessão profética, o Senhor postergou os Seus juízos.

A terceira visão, do fio de prumo (v.7), nos lembra que Israel era como uma parede forte que o próprio Deus havia construído. Mas agora Deus está em cima do muro com um fio de prumo, para medi-la e trazer juízos sobre ela porque não estava à altura de Suas expectativas. A punição seria certa. Observe que virá um tempo quando aqueles que foram poupados logo não mais o serão.

Apesar da  intercessão de Amós em favor de Israel, este continuou em pecado. Além disso, perseguiu o profeta. Amazias, o sacerdote-chefe da adoração do bezerro em Betel, queixou-se ao rei Jeroboão sobre o profeta, sem mencionar a sua oração de intercessão por eles. Note-se que os que mais fingem ter santidade são geralmente os piores inimigos de quem está realmente santificado.

Amos profetizou/fez aquilo que Deus o designara a fazer (vv. 14,15). Ele testemunhou que Deus o chamara enquanto era apenas um pastor, não para temer o homem, mas fazer a Sua vontade. Suas habilidades vinham de Deus (v. 12). Ele era um profeta, e não por profissão ou modo de ganhar a vida com isso, mas foi chamado para honrar a Deus, servir as pessoas, e fazer o bem.

Amós condena Amazias por denunciar os juízos de Deus (vv. 16,17). Quando Amazias ordenou que Amós ficasse em silêncio, o profeta profetizou contra sua esposa e seus filhos. Sua mulher seria tratada como uma prostituta; seus filhos e suas filhas seriam mortos pela espada de guerra; e o próprio Amazias viveria para ver isso e, em seguida, seria levado cativo para morrer em uma terra estrangeira. Amazias havia ensinado o povo a adorar ídolos e por isso o Senhor o destruiria por seus pecados. 

As interações de Deus com o seu povo nos mostram que Ele é muito paciente, mas não tolera o pecado. O dia do acerto de contas chegará para todos nós, por isso peçamos a Deus que nos ajude a vivermos em harmonia e fazermos as pazes com Ele no dia que se chama hoje.

Deepati Vara Prasad, Ph.D.

Watchman Publishing House, Índia



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/amo/7/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Amós 7 

Comentário em áudio  



Oséias 13 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Efraim, a mais influente das tribos que compunham Israel do norte, era a mais forte das doze tribos. Inicialmente, Efraim e todo o Israel do norte, contrariamente à vontade de Deus, O adoravam através de bezerros de ouro. Após a introdução do culto a Baal por Acabe e Jezabel, o pecado de Israel do norte aumentou ainda mais. Não só os bezerros passaram a representar Baal, mas Jezabel deu início a uma contínua perseguição contra os que não o adoravam. Na época de Elias, pelo menos 7.000 pessoas restavam que não dobravam seus joelhos a Baal (I Reis 19:18). Assim, Israel cometeu pecados cada vez maiores e morreu espiritualmente (13: 1).

No tempo do profeta Oséias o pecado da nação aumentou ainda mais, ao fazerem imagens adicionais para a adoração a Baal. Eles sacrificavam animais a esses ídolos em forma de bezerro e os beijavam (13:2, ARA). Deus, portanto, não permitiria que estes israelitas ficassem na terra, contaminando-a. Eles desapareceriam como o orvalho da manhã ou o joio levado por uma tempestade (13:3). 

Deus livrou Israel da escravidão no Egito, e eles aceitaram o Deus vivo como o seu Deus. Nenhum outro Deus poderia tê-los salvo (13:4). O Deus do céu mostrara o seu amor e cuidado para com eles no deserto e por 40 anos foram protegidos dos perigos (13:5). 

No entanto, quando Deus lhes deu prosperidade e comida suficiente, eles se afastaram dEle. Suas mentes se tornaram arrogantes e eles se esqueceram de Deus (13:6). Os sentimentos divinos se tornaram semelhantes aos de uma ursa cujos filhotes foram levados. A íntima relação entre Deus e Israel foi despedaçada e quebrada (13:7, 8). Deus queria fazer Israel conhecer a realidade da sua situação espiritual e que Ele era a única fonte de vida, prosperidade e proteção (13:10, 15). No entanto, Israel se recusou a ouvir. 

O afastamento do reino do norte de Israel se deu desde a sua fundação, quando o primeiro rei, Jeroboão I, desobedeceu a Deus e cometeu três pecados: (1) impedir que o povo do norte fosse a Jerusalém adorar, construindo bezerros de ouro como alternativa para adorar a Deus; (2) a expulsão dos levitas do país e a nomeação de não levitas para o sacerdócio; e (3) a nomeação de um novo dia festivo, sem a aprovação de Deus (1Rs 12:25-33). 

A única solução para melhorar a situação era permitir a deportação de Israel de Canaã para seu cativeiro na Assíria (13:11). A rebelião espiritual deles foi a razão de perderem o seu país em Canaã e sua capital Samaria (13:16). Era necessário que Israel sentisse dor em um país estrangeiro (13:13). Este tipo de castigo era a única maneira de fazer o reino do norte de Israel perceber sua trágica situação e trazê-los à razão e a Deus (Os 11:11). E assim, à semelhança de Judá, sob a liderança de Ezequiel e Daniel, serem, mais tarde, restaurados em Canaã. Porém, mesmo o cativeiro não trouxe seus corações de volta a Deus e eles se tornaram “as tribos perdidas de Israel”.

Senhor,  

livra-nos da rebelião. Sensibiliza o nosso coração e lembra-nos, sempre, que és O nosso único Criador e Sustentador e de seguirmos felizes as Tuas instruções!

Yoshitaka Kobayashi 



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/13/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Oseias 13 

Comentário em áudio




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