Reavivados por Sua Palavra


Atos 1 – Comentários selecionados by jquimelli
30 de janeiro de 2015, 0:00
Filed under: cuidado de Deus, Espírito Santo | Tags: , , , ,

1 Primeiro. Um indicativo de que esta obra é a segunda de uma série. O evangelho de Lucas certamente é o “primeiro livro”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 105.

2 Por intermédio do Espírito Santo. Esta expressão pode ter o sentido de que o Espírito Santo guiaria os discípulos em toda a verdade (Jo 16:13), ou que Jesus, tanto antes quanto depois da crucifixão, falava como alguém cheio do Espírito Santo. Este último deve ser o significado pretendido, pois tudo ligado à vida de Cristo na
Terra foi realizado pelo poder do Espírito: a concepção, o batismo, a justificação, a orientação a uma vida de serviço, os milagres e a ressurreição. CBASD, vol. 6, p. 106.

Apóstolos. Do gr. apostolai, “aqueles que são enviados”. […] Parece que o ofício de apóstolo na igreja apostólica derivava da ordem e da comissão de Jesus aos doze discípulos. Ao chamar os discípulos de “apóstolos”, é provável que Jesus tenha usado a palavra aramaica shelicha, equivalente ao particípio heb. shaluach, “enviado”. CBASD, vol. 6, p. 106.

3 Provas incontestáveis.  Essas “provas infalíveis” foram as aparições de Cristo após a ressurreição, não os

milagres que os discípulos viram Jesus realizar. As provas eram: o fato de Ele ter comido e bebido com os discípulos, Seu corpo real em que eles puderam tocar, as repetidas aparições visíveis a até 500 pessoas de uma vez e as instruções sobre a natureza e as doutrinas do reino. A certeza da ressurreição conferiu poder à mensagem dos apóstolos e constituiu a base do magnífico raciocínio de Paulo sobre a certeza da ressurreição corpórea dos salvos (ICo 15:3-23). CBASD, vol. 6, p. 107.

4 Comendo com eles. Trata-se de possível referência a um encontro na Galileia para a última reunião, na qual os discípulos viram Jesus ascender ao céu. CBASD, vol. 6, p. 107.

Não se ausentassem de Jerusalém. Eles deveriam retornar para a capital, o lugar onde Cristo ministrara tantas vezes e onde sofrera, fora sepultado e ressuscitara dos mortos. Ali, os discípulos receberiam poder e deveriam começar a testemunhar. CBASD, vol. 6, p. 107.

Esperassem. Era preciso esperar com anseio pelo poder de Deus, buscar a condição adequada para recebê-lo e manter oração fervorosa e unidade a fim de ver o cumprimento da promessa. CBASD, vol. 6, p. 108.

6 Reunidos. O próprio Jesus estava com eles. Este foi o último encontro dos discípulos com o Senhor, pois era o dia da ascensão. CBASD, vol. 6, p. 108.

Será este o tempo em que restaures? Os discípulos ainda não compreendiam a natureza do reino de Cristo. Ele não havia prometido o tipo de restauração que esperavam. Achavam que Jesus “havia de redimir a Israel, isto é, dos romanos. CBASD, vol. 6, p. 108.

8 Poder. Lucas se refere ao “poder” sobrenatural recebido por aqueles que têm o Espírito Santo. Este poder é para testemunhar, pois vem dentro, proclama o evangelho e leva outros a Deus. CBASD, vol. 6, p. 110.

Confins. Os discípulos deveriam ir “por todo o mundo”, “a todas as nações” (Mt 24:14). CBASD, vol. 6, p. 111.

9 Elevado. A ascensão foi o clímax apropriado para o ministério de Cristo na Terra. CBASD, vol. 6, p. 111.

À vista deles. Nenhum fiel vira o Salvador ressuscitar dos mortos, mas os onze discípulos e a mãe de Jesus tiveram a oportunidade de vê-Lo subir ao céu. Por isso, tornaram-se testemunhas confiáveis da realidade, da ascensão. CBASD, vol. 6, p. 111.

Uma nuvem. Esta nuvem era uma hoste celestial. De igual modo, o retorno de Cristo será “sobre as nuvens” (Mt 24:30). Hostes de anjos acompanharão o Senhor quando Ele vier em glória. CBASD, vol. 6, p. 111.

11 Virá. A segunda vinda de Cristo está ligada à ressurreição e à ascensão. Trata-se de um evento prometido que se encontra vinculado a incidentes históricos. CBASD, vol. 6, p. 112.

 Do modo como. Esta promessa significa que Seu retorno deve ser pessoal.  A promessa tranquila, mas solene dos conselheiros angelicais confere certeza à doutrina da segunda vinda de Cristo, garantida pela realidade da ascensão. Sem o segundo advento, toda a obra anterior no plano da salvação seria tão vã quanto semear e cultivar a plantação, mas deixar de colher. CBASD, vol. 6, p. 112.

 14 Os irmãos dEle. Eram Tiago, José, Simão e Judas (Mt 13:55). Eles haviam permanecido indiferentes a Jesus e não são mencionados entre os que se reuniram em volta da cruz. Mas as cenas finais da vida terrena de Cristo os levaram à conversão e então faziam parte dos fiéis. É provável que Tiago seja aquele que se transformou num líder da igreja. Muitos acreditam também que ele seja o autor da epístola de Tiago. Judas pode ser o mesmo que escreveu a breve epístola com esse nome. CBASD, vol. 6, p. 114.

 21 É necessário. Pedro considerou que o número original de discípulos deveria ser mantido. Sem dúvida, os apóstolos tinham o conceito de que o número 12 expressava totalidade, seguindo o exemplo das doze tribos de Israel. CBASD, vol. 6, p. 117.

 23 Propuseram dois. No sentido anterior, esta passagem significa que José e Matias foram indicados pelos discípulos como os candidatos sobre os quais seriam lançadas as sortes. CBASD, vol. 6, p. 117.

24 Orando. Esta deve ter sido uma oração tremenda, brotando de uma fé simples e insistente.  Em todos os
grandes momentos da igreja apostólica, a oração era o recurso buscado de maneira espontânea. A experiência da igreja deve ser sempre assim, tanto no passado quanto agora. CBASD, vol. 6, p. 118.

26 Com os onze. Aos olhos humanos, Matias havia aceitado uma posição humilde, a de líder em um grupo insignificante de pessoas simples que logo seriam perseguidas. No entanto, para os cristãos, a posição que Matias assumiu tinha possibilidades imensuráveis para o futuro. CBASD, vol. 6, p. 118.


Compilação: TatianaW



Marcos 1 by jquimelli
30 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: submissão | Tags: , ,

Comentário devocional:

Marcos começa seu Evangelho descrevendo o ministério de João Batista a preparar o caminho para Jesus. Há um sentimento de grande expectativa nas palavras de João no verso 7: “Depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de curvar-me e desamarrar as correias das suas sandálias.” (NVI). Essa expectativa se cumpriu quando Jesus veio ao rio Jordão para ser batizado por João.

Claramente Jesus, o perfeito Filho de Deus, não precisava do batismo. E João sentia-se indigno de batizá-lo (Mateus 3:14). Mas Jesus insistiu em ser batizado como um exemplo para nós (EGW, O Desejado de Todas as Nações, p 111).

No dia do seu batismo, Jesus deu um exemplo ainda mais importante para nós:  Sua completa submissão a Seu Pai como expresso em Sua oração (Lucas 3: 21,22). Imediatamente após o Seu batismo, Jesus exemplifica a vida de entrega total que somos convidados a viver. Jesus estava iniciando Seu ministério. Sua missão estava diante dEle. Ele estava dando início a um reino que era o oposto do que as pessoas esperavam. Ele iria enfrentar a rejeição e oposição em cada movimento que fizesse. Ele enfrentou a cruz e a possibilidade de separação de Seu próprio Pai. Jesus entregou tudo isso em oração ao Pai (Idem, DTN, 111).

A resposta afirmativa do Pai registrada no verso onze: ““Tu és o Meu Filho amado; de Ti Me agrado” (NVI), incentivou Jesus em Sua missão. E depois dos primeiros discípulos aceitarem o convite de Jesus para segui-Lo (versos 14-20), eles também iriam aprender a entregar suas vidas nas mãos do Pai para que pudessem cumprir a sua missão.

Devemos fazer o mesmo. Ao fazermos isso, a voz do Pai nos dirá: “Este é o Meu filho amado, em quem me comprazo” (DTN, 113).

David Smith 
Pastor Sênior, Church University Collegedale, 
Tennessee, EUA

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/1/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Marcos 1 
Comentário em áudio 



Mateus 28 by jquimelli
29 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: evangelismo, poder de Deus, ressurreição, vitória | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

O Evangelho de Mateus chega ao seu clímax com a ressurreição de Cristo. Cristo venceu! A morte e a injustiça não podem derrotá-lo! 

Os líderes religiosos que deveriam ter recebido e anunciado a boa notícia negam o túmulo vazio e subornam os soldados para espalharem uma mentira. Aqui, novamente, questões de poder e identidade estragam a cena.

Em nítido contraste, duas mulheres fora das estruturas de poder, Maria Madalena e “a outra Maria”, são as primeiras pessoas a receber a tarefa de difundir o Evangelho. Isso mostra que a proclamação das boas novas acerca de Jesus é trabalho de todos os crentes, independentemente da condição sócio-econômica ou eclesiástica. Estas mulheres foram orientadas a dizer para “os discípulos” irem encontrá-Lo na Galileia (vs 7, 10). Os discípulos (vs 16) obedeceram a mensagem enviada através das mulheres, e foram para o monte que Jesus tinha especificado.

Quando todos estavam reunidos no monte, Jesus anuncia que tem todo o poder no Céu e na Terra, e por isso, comissiona Seus discípulos a irem por todo o mundo e fazerem discípulos de todas as nações. Os dois componentes-chave para a formação de discípulos são o batismo e o ensino de tudo aquilo que Cristo ensinou. Observe que os discípulos de Cristo não estão autorizados a ensinar o que bem entendem. Eles devem ensinar o que Cristo ensinou, ou seja, os ensinamentos bíblicos. Assim, não há nenhuma autoridade inerente no mensageiro. Em vez disso, a mensagem é que tem autoridade em virtude de Quem a originou. 

Jesus tem toda autoridade no céu e na terra, porque Ele é Deus. Assim, em Sua autoridade, não em nós mesmos, saímos ao mundo com a Sua mensagem, formando mais discípulos para seguir o divino Cristo ressuscitado.

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul

 

 

Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/28/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 25 
Comentário em áudio 



Mateus 28 – Comentários selecionados by jquimelli
29 de novembro de 2014, 0:00
Filed under: missão, ressurreição | Tags: ,

1 No findar do sábado. Do gr. opse de sabbaton. … E. J. Goodspeed conclui que “o sentido claro da passagem é: depois do sábado, ao amanhecer do primeiro dia da semana”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 599.

no primeiro dia da semana. Do gr. mia sabbaton. A palavra sabbaton … significa tanto “sábado”, o sétimo dia da semana, quanto “semana” …[como em Lc 18:12; 1Co 16:2). Sem qualquer base gramatical, alguns interpretam  mia sabbaton como “o primeiro dos sábados” e concluem que Mateus aqui designa o domingo da ressurreição como a primeira ocasião em que o caráter sagrado do sábado foi transferido para o primeiro dia da semana. No entanto, estudiosos do grego jamais tentaram defender a santidade do domingo com base nesta tradução gramaticalmente incorreta de Mateus 28:1.  CBASD, vol. 5, p. 600.

A contagem de Mateus deixa claro que o primeiro dia da semana seguiu ao sábado, que, por suas vez, seguiu ao dia da preparação (27.62) que foi sexta-feira. Isto deixa claro que décadas após a ressurreição, quando Mateus escreveu seu evangelho, o domingo ainda era o primeiro dia da semana (e não havia sido mudado para o “Sábado”) e que o sétimo dia ainda era observado como o Sábado, de acordo com os mandamentos e práticas bíblicas desde a Criação. Andrews Study Bible.

No domingo de madrugada verificou-se o milagre da ressurreição, da vitória sobre a morte pela intervenção divina. Bíblia Shedd.

foram ver o sepulcro. Naquela estação do ano astronômico, o amanheceer começava cerca de 5h30 da manhã. Se Maria Madalena acordou na hora em que começava a clarear o dia (ver Jo 20:1) e caminhou de Betânia ao Calvário, ela teria chegado por volta do nascer do sol (ver Mc 16:1, 2; cf Jo 20:1). CBASD, vol. 5, p. 600.

2 sobreveio (NVI). O significado é “sobreviera”. Fica claro nos relatos correspondentes (Mc 16.2-6; Lc 24.1-7; Jo 20.1) que os acontecimentos dos v. 2-4 tinham ocorrido antes da chegada das mulheres ao túmulo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Cada um dos quatro evangelistas dá sua própria versão dos acontecimentos rápidos e intensos da manhã da ressurreição. … As diferenças aparentes não são devido a discrepâncias entre os relatos, mas sim à brevidade das narrativas. CBASD, vol. 5, p. 601.

um grande terremoto. Somente Mateus menciona esse terremoto e o ocorrido por ocasião da morte de Jesus (27.51, 54). Bíblia de Estudo NVI Vida.

um anjo. Lucas 24:4 fala de dois anjos, dos quais Mateus menciona apenas um. … O fato de o outro não ser mencionado não deve ser tomado como uma negação de sua presença. CBASD, vol. 5, p. 601.

6 Ele não está aqui. O túmulo vazio proclamava a ressurreição de Jesus. Tudo que as autoridades judaicas precisavam fazer para refutar a ressurreição de Jesus era preservar o corpo morto do Salvador. Se pudessem, eles certamente fariam isso. CBASD, vol. 5, p. 601.

9 Salve! Literalmente, “seja feliz”, ou “se alegre”. Esta era uma forma comum de saudação (cf Mt 26:49; 27:29; Lc 1:28; At 15:23; Tg 1;1). CBASD, vol. 5, p. 601.

10 Não temais! Uma admoestação comum feita pelos visitantes celestiais (ver Mt 28:5; cf Lc 1:13, 30). CBASD, vol. 5, p. 601.

13 Vieram de noite os discípulos. Se esta acusação fosse verdadeira, os sacerdotes que fabricaram a mentira provavelmente teriam sido os primeiros a pedir punição severa para os soldados envolvidos no suposto caso de negligência. … A morte era a pena romana para quem permitisse a fuga de um prisioneiro. Sabendo disso, a guarda não teria dormido. Além disso, é inconcebível que todos os soldados tivessem adormecido ao mesmo tempo e que permanecessem adormecidos durante a remoção da pedra e do corpo de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 602.

13-15  A burla dos judeus. Agostinho propõe o seguinte argumento: “dormindo ou acordados: Se acordados, porque deixaram alguém roubar o corpo de Jesus? E se dormindo: como poderiam declarar que foram os discípulos que furtaram o corpo de Jesus?” Em ambas as circunstâncias seriam condenados à morte, se não fosse o interesse dos líderes, em encobrir o fato da intervenção divina. Bíblia Shedd.

15 como estavam instruídos. Durante vários séculos, esse relato fabricado do túmulo vazio apareceu em ataques judeus e pagãos ao cristianismo. Justino Mártir, na metade do 2º século, e Tertuliano, no início do 3º , o mencionam. CBASD, vol. 5, p. 602.

16 onze. Judas Iscariotes se suicidara (27.5). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 duvidaram. Isto não se refere aos onze, os quais estavam então convencidos, mas a outros, entre os 500 crentes reunidos na encosta da montanha, muitos dos quais nunca tinham visto Jesus (DTN, 819). CBASD, vol. 5, p. 603.

18 Toda a autoridade. Nesse momento, Ele retomou toda a autoridade que exercia antes de vir a terra para assumir as limitações da humanidade (cf Fp 2:6-8). CBASD, vol. 5, p. 603.

19 Ide. Os v. 19 e 20 constituem o grande fundamento da missão cristã. No pronome “vós” (subentendido em português), Cristo incluiu todos os crentes até o fim dos tempos (ver DTN, 822; cf 819). Como discípulos, os onze foram alunos na escola de Cristo. Como apóstolos, eles foram então enviados a ensinar aos outros (ver com. de Mc 3:14). CBASD, vol. 5, p. 603.

19-20 fazei discípulos de todas as nações. Apesar de Mateus escrever especificamente para judeus, sua intenção era mostrar que a boa nova de Jesus Cristo é universal, internacional e inclusiva. Ele inicia seu evangelho incluindo mulheres, não-judeus e pessoas com manchas no caráter em sua genealogia … e encerra não apenas destacando o envio das mulheres com as boas novas (28:5-8), mas comissionando os discípulos a levar as boas novas a todas as nações e todas os povos e fazer deles discípulos por meio do batismo no nome singular do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Andrews Study Bible.

O cristianismo foi a primeira religião a assumir um caráter verdadeiramente mundial. … O cristianismo desfaz efetivamente todas as barreiras de raça, nacionalidade, sociedade, economia e costumes. CBASD, vol. 5, p. 603. 

Espírito Santo. Ver com. de Mt 1:18; sobre o ofício e a obra do Espírito Santo, ver Jo 14:16-18. A natureza do Espírito Santo é um mistério divino, sobre o qual as Escrituras não consideram sábio especular. CBASD, vol. 5, p. 603.

20 ensinando-os. A aceitação do evangelho de Cristo envolve a ação da inteligência. … Conceitos do cristianismo que fazem da conversão e da salvação um mero assentimento à fé em Jesus Cristo como salvador, por mais importante que seja, omitem a parte mais importante da comissão evangélica. É essencialmente importante ensinar às pessoas, ao batizá-las, a observar as coisas que cristo ordenou. … Sem o exercício das faculdades mentais para entender a vontade revelada de Deus, não pode haver cristianismo verdadeiro, nem crescimento real. A instrução é, portanto, de importância vital antes e depois do batismo. CBASD, vol. 5, p. 604.

todas as coisas. Nada deve ser omitido. Não cabe ao ser humano declarar que alguns dos ensinamentos de Cristo estão fora de moda. CBASD, vol. 5, p. 604.

que Vos tenho ordenado. Tradições e exigências humanas são de nenhum valor diante de Deus. Qualquer ensinamento sem a autoridade de Cristo não tem lugar na igreja cristã. Jesus fez uma distinção vital entre o “mandamento de Deus” e a “tradição dos homens”. CBASD, vol. 5, p. 604.

estou convosco. Mateus termina citando as palavras confortantes e fortalecedoras de Jesus, que veio à terra para ser “Deus conosco”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A promessa da continuada presença divina é a chave de ouro que encerrará vários livros da Bíblia (cf Êx 40.38; Ez 48.35; Ap 22.20). Bíblia Shedd.

… pela virtude do Espírito Santo, Jesus estaria mais perto dos crentes em todo o mundo do que sera possível se permanecesse como antes, na terra (ver Jo 16:7). … Através do dom e da orientação do Espírito Santo, cada discípulo do Mestre pode encontrar comunhão com Cristo, como o fizeram os discípulos no passado. CBASD, vol. 5, p. 604.

A consumação do século. Ou, “o fim do mundo”. CBASD, vol. 5, p. 604.



Mateus 2 by jquimelli
3 de novembro de 2014, 0:00
Filed under: cuidado de Deus, Egito, , obediência, profecias, testemunho | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Quando foi a última vez que Deus falou com você? No segundo capítulo de Mateus vemos como Deus começou a falar com Seu povo novamente depois de séculos de silêncio entre o AT e o NT, quando não houve nenhum profeta ou nova revelação profética escrita. Ele fala com José em sonho e lhe diz que Maria está grávida pelo Espírito Santo e que ele deveria ir em frente e se casar com ela. Depois, Ele fala com os Magos através da estrela e em um sonho (Mt 2:2,12). Ele fala a Herodes e os sacerdotes através da Escritura (Mt 2:3-4). Então Deus fala com José em sonhos novamente (Mat. 2:13) e de novo (Mat. 2:19) dizendo-lhe o que fazer (Mat. 2:22).

Parece que Mateus queria enfatizar que Deus usa pessoas comuns. Ele queria que os leitores e os ouvintes vissem que foi a obediência de pessoas comuns que possibilitou que o plano de Deus se cumprisse na Terra.

No capítulo dois encontramos também quatro grupos de pessoas. O primeiro grupo é dos sábios do Oriente. Eles vêm para adorar a Jesus, o Rei. Muito provavelmente eram astrônomos com quem Deus falou utilizando uma linguagem familiar a eles: eles seguiram a estrela. Em seguida, houve Herodes, que queria matar Jesus. Herodes tinha medo de que Jesus pudesse tomar seu trono. O terceiro grupo é o dos escribas e sacerdotes. Eles sabiam da profecia, conheciam todas as profecias do AT que apontavam para o Messias, mas não entenderam – ou não queriam entender – o seu significado. Finalmente, o quarto grupo – José e Maria, que acreditou e seguiu a vontade de Deus.

Imagine o que José deve ter sentido ao saber que sua noiva estava grávida e que ele não era o pai! Mas então, o anjo do Senhor lhe aparece em sonho e ele ouviu, acreditou e obedeceu. Mas Deus não parou por aí. Ele enviou José e Maria depois do nascimento de Jesus para o Egito. José continuou a obedecer a vontade de Deus, porque sentiu que lhe havia sido confiada a enorme tarefa de proteger a vida do Messias.

É interessante ver como pessoas simples como José e Maria foram obedientes e é triste ver como meticulosos estudantes da Bíblia, como os sacerdotes, fecharam os olhos para a mais importante profecia, a profecia que indicava a chegada do Messias.

Assim como Deus confiou a José uma responsabilidade, hoje também Ele confia ao Seu povo uma importante tarefa: levar a mensagem de Jesus ao mundo inteiro. Para cumprirmos esta missão necessitamos ouvir a voz de Deus e sermos obedientes. Deus irá nos guiar passo a passo. Precisamos apenas estar dispostos a obedecê-Lo por amor. 

Oleg Kostyuk
Host of Cross Connection
Hope Channel

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/2/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Mateus 2 

Comentário em áudio 



Zacarias 2 by Jobson Santos
16 de outubro de 2014, 0:12
Filed under: Amor de Deus | Tags: , , , , ,
Comentário devocional:

“Que quadro maravilhoso do plano de Deus para o Seu povo!” Na visão de Zacarias 2, o Senhor deu a garantia de que seu plano para Jerusalém de ser o grande centro de Sua obra redentora para o mundo ainda era possível. As 70 semanas de anos proféticos dadas para os Judeus cumprirem os propósitos de Deus (ver Daniel 9:24.) tinha apenas começado. Zacarias proclamou o convite divino ao seu povo que havia sido espalhado para que saíssem de Babilônia e retornassem a Jerusalém.

Diversas denominações ensinam que essa visão e outras que Zacarias teve devem ser cumpridas pelos Judeus na Palestina. Eles ignoram as palavras pronunciadas por Cristo quando chorou sobre Jerusalém, “Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos”. Ignoram também as declarações de julgamento de Cristo, quando disse: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta” “Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos” (ver Lucas 19:42; Mateus 23:37, 38, ARA; 21:43, ARA).

“Os propósitos do Senhor para o seu povo tem sido sempre os mesmos. Ele deseja conceder aos filhos dos homens as riquezas de uma herança eterna. O seu reino é um reino eterno. Quando aqueles que optam por tornarem-se súditos obedientes do Altíssimo forem finalmente salvos no reino da glória, o propósito de Deus para a humanidade terá sido cumprido” (Ellen White, Bible Commentary, vol. 4, p. 1.177).

Este capítulo contem profecias belíssimas. “Canta e exulta, ó filha de Sião, porque eis que venho e habitarei no meio de ti, diz o SENHOR. Naquele dia, muitas nações se ajuntarão ao SENHOR e serão o meu povo; habitarei no meio de ti, e saberás que o SENHOR dos Exércitos é quem me enviou a ti” (Zac. 2:10, 11, ARA). Estes versos se cumpriram quando Jesus viveu em meio a humanidade. O ajuntamento de muitas nações ao redor do Senhor se deu quando os discípulos levaram o conhecimento de Cristo aos gentios e estes aceitaram o evangelho. Contudo, essas profecias gloriosas encontrarão realização completa na Nova Jerusalém de Deus, quando pessoas de muitas nações habitarão na presença de Jesus.

Alegremo-nos pelo amor que o Senhor tem por nós e pelos planos gloriosos que Ele tem para todos os que o aceitam como Senhor de suas vidas. Tomemos a firme decisão de pertencermos ao reino de Cristo e de cumprirmos a missão de pregar o evangelho que o Senhor nos deixou. Amém.

David Manzano
Pastor aposentado
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/2/

Traduzido por JDS

Texto bíblico: Zacarias 2

Comentário em áudio

 


Zacarias 1 by Jobson Santos
15 de outubro de 2014, 0:12
Filed under: Trabalho de Deus | Tags: , , , ,
Comentário devocional:

O ano era 520 aC quando o Senhor chamou Zacarias para unir-se a Ageu a fim de despertar os Judeus que retornaram a Jerusalém vindos do cativeiro na Babilônia. Dezesseis anos se passaram desde que Zorobabel os levara de volta para sua terra natal prometida. Eles chegaram com a autoridade do rei persa. Com entusiasmo as pessoas se estabeleceram em suas cidades e, em seguida, reuniram-se em Jerusalém, onde os sacerdotes tinham construído um altar para o Deus de Israel. Sacrifícios da manhã e da tarde passaram a ser oferecidos. A festa dos Tabernáculos foi celebrada. Em seguida, o alicerce do templo foi construido.

Em seguida, surgiram problemas com as pessoas ao redor. O trabalho foi interrompido. O profeta Ageu levou-os a renovar seus esforços para completar a missão que Deus tinha para eles – a reconstrução do Templo. O templo de Deus e seus serviços os uniu como nação e iria separá-los das práticas das nações ao seu redor. As primeiras palavras de Zacarias, (vs. 1-6) foram para convence-los da veracidade das palavras de Deus. Lá na Babilônia seus pais foram forçados a admitir: “O Senhor dos Exércitos fez conosco o que os nossos caminhos e práticas mereciam, conforme prometeu” (v. 6, NVI).

Esta lição é para nós. Nossa segurança está em Deus. Devemos crer em Suas palavras. A mensagem do homem montado no cavalo vermelho, “a terra está em repouso”, refere-se ao fato de que o conflito sobre a soberania Persa tinha acabado. Dario, o novo rei era mais favorável aos judeus. O Senhor disse: “Estou me voltando para Jerusalém com misericórdia, e ali o meu templo será reconstruído” (v. 16, NVI).  Seu povo estava para cumprir a missão para a qual Ele os havia trazido de volta. Os quatro chifres são explicados como aqueles que trabalharam contra o povo de Deus. A quatro carpinteiros-artesãos, referem-se a Zorobabel, Neemias, Ageu e Zacarias.

A mensagem é que Deus está muito ciente dos acontecimentos na Terra. Ele está particularmente consciente dos esforços feitos para prevenir a Sua igreja de cumprir a missão a ela confiada. Este capítulo faz-me perguntar: A minha primeira preocupação é ter uma boa vida neste mundo? Ou a minha primeira preocupação é apoiar a última igreja de Deus e participar proclamando as mensagens de Apocalipse 14:6-12 a todo o mundo?

David Manzano
Pastor aposentado
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/1/

Traduzido por JDS

Texto bíblico: Zacarias 1

Comentário em áudio




%d blogueiros gostam disto: