Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 19 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Apocalipse 19 se divide em duas metades. A primeira nos eleva subitamente às imagens e sons do céu em êxtase absoluto. Onda após onda de “aleluias” brotam de coros celestes (vs. 1-8). Os vinte e quatro anciãos, em uma breve pausa da grande multidão, exclamam seu próprio aleluia (v. 4). Deus é louvado porque seus juízos são verdadeiros e justos contra a prostituta que não só corrompeu a terra com o seu dogma adulterado, mas também derramou o sangue dos verdadeiros servos de Deus (v. 2). Ele é louvado novamente porque Ele agora reina incontestável como “o Senhor, o nosso Deus, o Todo-Poderoso” (v. 6 NVI). Então, a grande multidão se regozija e glorifica a Deus porque “chegou a hora do casamento do Cordeiro, e sua noiva já se aprontou” (v. 7 NVI). Ela está vestida com um vestido que “foi-lhe dado linho fino, … os atos justos dos santos” (v. 8 NVI). Qualquer justiça que ela [a igreja] tenha lhe foi concedida por seu noivo, o Cordeiro.

A segunda metade remete-nos mais uma vez à batalha do Armagedom. É concedida a João uma visão simbólica de Jesus voltando à Terra, montado em um cavalo branco e liderando os celestes exércitos angélicos. Ele vem para batalhar contra as nações e seus heróis espirituais, o dragão, a besta e o falso profeta (v. 19-20). 

Jesus vem apresentando quatro nomes. Ele é chamado de “Fiel e Verdadeiro” (v. 11 NVI). Fiel à sua aliança e verdadeiro com Seu povo sitiado, Ele vem para resgatá-los. Ele está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é a Palavra de Deus (v. 13 NVI). Quando Ele veio pela primeira vez como a Palavra de Deus, Seu manto foi embebido em Seu próprio sangue, a fonte da nossa salvação. Seu terceiro título é “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (v. 16 NVI). Os reis da terra não tem nenhuma opção ante Sua gloriosa presença, a não ser cair de joelhos e lançar suas coroas diante dEle. E em quarto lugar, “em Sua cabeça há … um nome que só ELe conhece, e ninguém mais” (v. 12 NVI). Não importa o quanto possamos saber a respeito de Jesus, haverá sempre um elemento que jamais compreenderemos do mistério divino sobre Ele, convidando-nos sempre a conhecê-Lo mais.

Os vs. 19-21 falam da destruição de todas as forças de oposição, exceto o dragão. Ele e sua destruição final são o assunto do próximo capítulo.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/19/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 19 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 17 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Percebe-se claramente que Apocalipse 17 e 18 são uma expansão da sexta e sétima pragas, que retratam a ascensão e queda da Babilônia do fim dos tempos. O capítulo 17, de fato, se desenrola sob a direção de um dos anjos portadores de praga. Os seis primeiros versos introduzem a visão de uma mulher espalhafatosa montada em uma besta com sete cabeças e dez chifres. O nome dela é Babilônia. Ela tem um relacionamento adúltero com reis e embriaga os habitantes do mundo “com o vinho da sua prostituição” (v. 2 NVI). Ela mesma está “embriagada com o sangue … das testemunhas de Jesus” (v. 6 NVI).

O restante do capítulo explica a visão. Uma mulher no simbolismo profético representa o povo que professa ser de Deus – sinceros ou não. Uma besta [animal feroz] geralmente se refere a entidades políticas. Assim, a imagem apresentada é a de uma aliança profana entre Igreja e Estado, produzindo uma bebida intoxicante.

Esta bebida simboliza a corrupção do “vinho novo” (Mt 9:17) do evangelho e a pureza da verdade. O mundo embriagou-se nas filosofias e ensinamentos decorrentes desse casamento adúltero entre a igreja e o mundo. Dela é a religião que questiona nossa pecaminosidade e necessidade de um Salvador, encontrando milhares de outros pretensos caminhos para conseguir a entrada no céu. A religião da prostituta coloca o homem no trono de seu próprio destino, decidindo por si mesmo o que é certo [e o que é errado] e quais são os limites da nossa liberdade. Os mandamentos de Deus são relativizados e a fé de Jesus é desprezada – tudo para atender o orgulho e o esforço humano.

Encorajada por seu próprio glamour e pelo apoio de líderes e habitantes do mundo, ela lidera uma aliança internacional para a batalha do Armagedom. Eles “guerrearão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; e vencerão com Ele os seus chamados, escolhidos e fiéis” (v. 14 NVI), sem nenhuma arma que não a verdade e nenhuma defesa a não ser a fé. 

Alguém poderia imaginar que a vitória seria desse ilustre e poderoso trio do mal. Mas o Cordeiro vence a besta, e seu fiel remanescente derrota a aliança mundial. 

Jesus vence pelo amor, governa através do serviço, e salva por morrer. O humilde Cordeiro é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/17/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 17 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 16 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

A descrição das sete últimas pragas não é o tipo de histórias que a gente costuma contar para os filhos dormirem. O livro do Apocalipse utiliza com frequência a linguagem simbólica, mas os efeitos dessas pragas serão muito reais e terrivelmente desastrosos. João viu as pragas serem direcionadas especificamente sobre aqueles “que tinham a marca da besta e adoravam a sua imagem” (16:2 NVI). Apocalipse 18:4 indica que essas pragas estão destinadas à Babilônia do tempo do fim e resultarão em sua queda. 

Quatro das pragas são semelhantes às que caíram sobre o Egito, e as duas últimas estão relacionadas com Babilônia. Elas nos lembram do êxodo do povo de Deus do Egito para a Terra Prometida e de sua libertação da Babilônia para voltarem à sua pátria. Essas pragas do tempo do fim preparam o caminho para os santos de Deus serem libertados dos seus inimigos e transportados para o seu eterno lar. No meio de tudo isso, Jesus diz: “Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (16:16 ARA). Quando as pragas chegam, estamos vestidos com a justiça de Jesus, prontos para irmos para casa.

Em um último esforço para vencer a batalha pelo controle do mundo, as forças da escuridão – o dragão, a besta e o falso profeta – se unem para conquistar o apoio dos chefes de Estado. Essa aliança internacional tem como alvo o Cordeiro e seus seguidores na batalha do Armagedom. Mas “o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (17:14 ARA). Por conseguinte, a tríplice união se desintegra e as capitais das nações e os governos entram em colapso (16:19). Os atos finais do julgamento incluem um terremoto sem precedentes e granizos enormes caem dos céus. Nesse momento, uma voz vinda do trono de Deus pronuncia: “Está feito”, ecoando o poderoso grito do Calvário: “Está consumado”. 

Os santos do fim dos tempos que sobrevivem as pragas encontrarão neste período grande encorajamento no Salmo 91. Ele faz referência às pragas e a punição dos ímpios: “Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia, nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia” (Salmo 91:5 ARA). Aqueles que fazem de Jesus, hoje, o seu Salvador e refúgio, nada não têm a temer quanto ao futuro.

Garth Bainbridge
Australia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/16/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Apocalipse 16 
Comentário adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 14 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

O capítulo 14 abre se inicia com uma visão daqueles que têm o Selo de Deus. Retrata “o Cordeiro, em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil que traziam escritos na testa o nome dele e o nome de seu Pai” (v. 1 NVI). Enquanto o mundo inteiro segue a besta e recebe a sua marca, estes “seguem o Cordeiro por onde quer que ele vá” (v. 4 NVI).

Apocalipse 14 apresenta três anjos cujas mensagens estabelecem uma linha de separação entre os seguidores da besta e os seguidores do Cordeiro. Com a foice na mão, eles são o apelo final de Deus para o Planeta Terra antes de Jesus voltar para colher os habitantes da Terra. A primeira mensagem é um convite para aceitar o evangelho eterno e para dar glória a Deus, nosso Criador. A segunda é uma declaração de que Babilônia caiu. A terceira mensagem angélica é uma advertência contra receber a Marca da Besta. Se acreditamos que somos a última geração antes do fim, essa tríplice mensagem é a mais relevante e a mais urgente que poderíamos considerar.

Aqueles que aceitam o convite do evangelho comunicado pelo primeiro anjo e rejeitam os dogmas da besta condenados pelo terceiro anjo, são descritos em 14:12 como os santos de Deus “que obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus”. Por essa razão o nome do Cordeiro e o nome de Deus estão escritos nas suas testas. Sua fé em Jesus leva-os a guardar os mandamentos de Deus, mesmo em face de terrível perseguição. Eles guardam as Suas leis, não a fim de obterem a salvação, mas porque foram salvos. Nas palavras de Efésios 2:8-10, eles são salvos “pela graça… mediante a fé… para boas obras” (ARA).

As questões que desafiam a última geração estão ligadas à fé de Jesus e os mandamentos de Deus. O anticristo é acusado ​​de oferecer caminhos alternativos ao céu – mil invenções para substituir ou complementar a uma solução providenciada por Deus para o problema do pecado. Não há nenhum substituto para Jesus e nada podemos acrescentar a sua obra de salvação. O anticristo é também culpado de adaptar os mandamentos de Deus para atender preferências humanas, ou totalmente descartá-los como uma relíquia do passado. Os santos de Deus, por outro lado, dão glória à Ele por apegarem-se, pela fé, a Jesus como sua única esperança de salvação e por obedecerem aos mandamentos de Deus que foram escritos pelo Espírito em seus corações e mentes.

Garth Bainbridge
Australia


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/14/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 14 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/2015.mp3



Apocalipse 13 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Apocalipse 13 nos apresenta a ascensão de uma nova trindade, uma paródia da Divindade.

    – O dragão é Satanás, cuja ambição original era ser “semelhante ao Altíssimo” (Isaías 14:14);

    – A besta do mar (vs. 1-8) imita a Cristo: fatalmente ferida, se levanta novamente, recebendo autoridade, poder e um trono do dragão, com autoridade sobre as nações por 42 meses (3 ½ anos). No entanto, ele não é outro senão o blasfemo anticristo;

    – A besta da terra (vs. 11-18) imita a atividade do Espírito Santo, fazendo descer fogo do céu e realizando sinais miraculosos. Assim como o Espírito aponta para Jesus, esta besta aponta para o anticristo. Em Apocalipse 19:20 ela é chamada de o falso profeta, afirmando falar em nome de Deus, mas realmente falando em nome de outro, parecendo um cordeiro, mas falando como o dragão.

Ao longo deste Eixo do Mal e em seus seguidores está o número da besta, o notório 666. A numerologia judaica considerava o número 7 como o número da perfeição e da plenitude. O número de Deus o replicaria três vezes, chegando a 777, refletindo Sua absoluta perfeição e superioridade. O sétimo dia da semana homenageia o Deus único e verdadeiro. Mas aqui temos uma paródia de Deus, uma besta de sete cabeças e um nome de blasfêmia em cada cabeça. Seis é o “número do homem” (v. 18 NVI), tendo em vista que o homem foi criado no sexto dia. O número da besta, um 6 triplicado, reflete as tentativas do homem de subir ao lugar de Deus, apesar de sua depravação absoluta. Tanto Paulo (2 Ts 2:4) quanto João (1 Jo 2:18-19) fala deste anticristo se levantando dentro da igreja. Mas vestes religiosas não santificam o orgulho humano e a ambição profana. Nem concedem permissão para perseguir aqueles que discordam deles.

O anticristo prega um falso evangelho e defende leis antibíblicas em nome de Deus. Todo “evangelho” que nega ou diminui a verdade central da salvação através de Jesus é um falso evangelho e é carimbado com o temido 666. Qualquer coisa que pretenda adicionar algo ao mérito de Jesus, nosso Salvador, na esperança de que Deus o aceite como nossa contribuição, recebe a mesma marca. Para receber o selo da aprovação de Deus, devemos viver pelo hino que diz: “Minha esperança é construída sobre nada menos do que sangue e justiça de Jesus.” (Edward Mote)

Garth Bainbridge
Sidney, Austrália

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/13/
Traduzido por JAQ/GASQ/IB
Texto bíblico: Apocalipse 13 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/




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