Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 22 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

O puro rio da vida nunca cessa de fornecer bênçãos do trono de Deus (v. 1). Aonde Nancy e eu vivemos atualmente, temos uma maravilhosa água doce de poço. Eu só posso imaginar como será a água do céu, fluindo através da árvore da vida que produz doze frutos (v. 2). Sempre conversamos sobre que frutos serão esses. Tentamos definir os doze melhores frutos que mais gostamos. Eu incluiria o durian, minha esposa não. [NT: O durian é uma fruta originária da Malásia e Indonésia, de aparência que lembra um pouco a jaca, de tamanho menor, que tem um cheiro tão forte que em alguns lugares de Cingapura proíbem que seja comida em público.] Ficamos imaginando quais sabores estarão representados na Árvore da Vida.

Jesus nos lembra de Sua autoridade como o Alfa e o Ômega (v. 13), significando que Ele é eterno e o que Ele diz é fiel e verdadeiro. Ele faz questão que entendamos a nossa relação de salvação com Ele e total dependência de Sua graça em nossas vidas. Enquanto aguardamos a “bem-aventurada esperança” Ele nos adverte a não mudarmos nada em Suas mensagens.

Uma advertência urgente soa ao longo deste último capítulo da Bíblia – Jesus apela à nossos corações três vezes (vs. 7, 12, 20), nos dizendo que Ele está voltando logo – em breve! Adoremo-Lo de todo o coração, bebamos livremente da água da vida (v. 17) cheia de graça, e recebamos as bênçãos prometidas para a obediência. Aceitemos as promessas proféticas do Apocalipse.

Na última página do livro “O Grande Conflito” é nos dito de forma majestosa:  “O grande conflito terminou. Pecado a pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz a alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas a inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor.”

Ao lermos palavras tão sublimes somos levados a dizer: “Vem, Senhor Jesus!” (v. 20 ARA). Levantemo-nos, brilhemos e juntos proclamemos ao mundo que “Jesus está voltando!” 
[NT: No original: “Arise! Shine!” and proclaim, “Jesus is coming!”, tema da 60ª Conferência Geral da IASD que se iniciou na quinta-feira, dia 02/07, em San Antonio, Texas].

Ted N C Wilson
Presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/22/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 22 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Atos 24 by Jeferson Quimelli
22 de fevereiro de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

O comandante, Cláudio Lísias, ao ouvir do pacto de 40 judeus para matar Paulo, tomou medidas para proteger seu prisioneiro, que era um cidadão romano. Ele o mandou ao governador Félix, em Cesaréia. Félix havia passado de escravo a governador com a ajuda de seu irmão, que era um dos favoritos do imperador Nero. Félix era conhecido por seu comportamento inescrupuloso e crueldade. Mas ele decidiu ouvir o caso de Paulo e convocou seus acusadores de Jerusalém. 

Os dois discursos feitos neste capítulo não poderiam ser mais contrastantes. Tértulo, o astuto advogado que representava o Sinédrio, disse uma mentira atrás da outra – algumas ousadas, outras sutis – misturadas com bajulação ao governador. Paulo, em sua defesa, apresentou a pura verdade do caso. Félix podia ver através de mentiras de Tértulo e decidiu que os judeus não estavam colaborando em trazer luz para o julgamento. Ele interrompeu o processo e disse que iria esperar por um relatório pessoal do comandante Cláudio Lísias. Os judeus foram, então, forçados a sair.

Félix, um velho estrategista e mentiroso, ficou intrigado com Paulo. Sua esposa Drusila era judia, filha de Herodes Agripa. Eles decidiram ter um encontro privado com Paulo. Félix conhecia bem os ensinamentos e estilo de vida dos judeus, mas ficou intrigado com essa “fé em Cristo Jesus” (v.24). Paulo alegremente discorreu para o poderoso casal sobre a justiça de Deus, comportamento adequado, e o julgamento final do homem diante de Deus. 

A maldade cruel de Félix era bem conhecida foi, e poucos, se houvessem, teriam ousado enfrentar o governador romano com a verdade. Mas Paulo não tinha medo de homens e viu nisso uma oportunidade para apelar para que Félix se reconciliasse com Deus. “Mostrou que esta vida é o tempo de preparo do homem para a vida futura.” Então, Paulo apontou-lhes o “grande sacrifício pelo pecado” e o fato de que Cristo tinha cumprido as exigências da lei (Atos dos Apóstolos , pp. 424, 425).

Félix sentiu-se culpado. Ele estava com medo do julgamento (v.25). Ele manteve Paulo sob custódia e ao longo dos próximos dois anos, falou com Paulo várias vezes sobre estas questões, mas nunca se rendeu. Mais tarde Félix foi chamado a prestar contas em  Roma por ter matado milhares de judeus e permitir saques das casas dos ricos [em Cesaréia], e foi removido de seu posto. Ele deixou Paulo na prisão para conseguir  favorecer sua imagem com os judeus, mas nunca mais ouviu uma mensagem de advertência para que se arrependesse. Como é trágico é o fim de quem adia o arrependimento!

Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor do Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/23/
Traduzido por JAQ
Texto bíblico: Atos 23 
Comentário em áudio 



Lucas 13 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli

1 Pilatos. Era notório pela sua crueldade (Josefo, Antiguidades, 17.9.3; 18.4.1ss) como também aqueles galileus eram conhecidos insurgentes que se rebelaram contra a opressão dos romanos. Bíblia Shedd.

…mandar matar pessoas enquanto ofereciam sacrifícios no templo condiz com a reputação de Pilatos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 A calamidade era comumente considerada como resultado do pecado (Jo 9.1-2), porém Jesus nega que estes galileus fossem especialmente pecadores. Bíblia de Genebra.

Nos tempos antigos muitas vezes se acreditava que as grandes desgraças aconteciam somente a pessoas extremamente pecaminosas )v. Jo 9.1, 2; v tb Jó 4.7; 22.5, em que Elifaz acusa Jó injustamente). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3, 5 não eram. Um desastre não prova a culpa uma culpa ou um estado de maior pecaminosidade das vítimas. É uma advertência contra a atitude dos auto-suficientes e “justos” que não sentem a urgência do arrependimento e do novo nascimento (cf 18.9-14). Bíblia Shedd.

3 todos igualmente perecereis. Todos são pecadores, por isso Jesus chama Seus ouvintes ao arrependimento – pois de outro modo eles perecerão. Os galileus não tiveram tempo para arrepender-se por ocasião de sua morte, e os ouvintes impenitentes de Jesus podiam também enfrentar a morte sem tempo de preparar-se. Bíblia de Genebra.

 4 a torre de Siloé. Edificada dentro da seção sudeste do muro de Jerusalém [provavelmente próxima ao tanque de Siloé]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 figueira. Pode referir-se a Israel e igualmente a um indivíduo. Bíblia Shedd.

6-9 A vinha era solo fértil para uma figueira e “três anos” indica uma árvore já bem formada. … O fato de Deus não punir os pecadores imediatamente não significa que ele aprove seus pecados. pelo contrário, Sua paciência mostra que Ele é misericordioso e os pecadores devem arrepender-se enquanto é tempo. Bíblia de Genebra.

Cedo ou tarde a lâmina do machado cairá sobre a raiz da vida inútil em que faltou o enxerto da nova vida em Cristo (cf Mt 7.16ss; Rm 11.16-24; Cf 1.6, 10). Bíblia Shedd.

7 três anos. Os séculos em que Israel gozou dos privilégios da Aliança culminam no período do ministério de Jesus. Bíblia Shedd.

10 sábado. Passagens anteriores que relatam as controvérsias acerca do sábado (exemplo 6.1-11) mostram a autoridade de Cristo sobre esse dia. Aqui se salienta o significado do dia de descanso. Desde o princípio o sábado era profético, lembrando a reconsagração da Criação a sua finalidade original, o que só se realizará por meio da derrota de Satanás (v. 16). Essa vitória final é prevista na libertação da mulher de quem foi expulso o espírito de enfermidade. Bíblia Shedd.

11 a descrição da enfermidade dessa mulher faz crer que os ossos da sua coluna eram rigidamente fundidos entre si. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 este ano. O juízo já devia ter caído sobre a nação, porque ela rejeitou seu Messias, mas Deus dará mais uma oportunidade especial e limitada entre o Pentecostes e a destruição de Jerusalém (66-70 d;C.). Bíblia Shedd.

15 Jesus chamou seus críticos “hipócritas”, porque fingiam ter zelo pela lei, mas pretendiam mesmo era atacar a Jesus e à cura que fizera. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18-21 Tanto no campo e na cozinha, como nos corações e no mundo, a implantação da nova natureza do reino não pode permanecer oculta. A nova vida do Espírito se manifestará no indivíduo e na Igreja. Essa vida influenciará o mundo inteiro (cf Ap 5.9). Bíblia Shedd.

19 aves. Cf Dn 4.12, 21, onde representam nações. Podem ser os gentios que terão livre acesso ao evangelho e à igreja (cf Ef 3.6ss). Bíblia Shedd.

22 Aqui começa uma seção que continua até 16.13, com o intuito de responder à pergunta: “Quem entrará no reino de Deus?” A resposta seria: “Não aqueles que vós pensais”. Bíblia Shedd.

Lucas apresenta Jesus indo sem pressa para Jerusalém, onde o clímax seria atingido. A caminho, Ele continuava servindo ao povo. Bíblia de Genebra.

 23 serão poucos os salvos? Os judeus geralmente concordavam que todo Israel (exceto uns poucos especialmente pecadores) estava incluído no número dos salvos. Bíblia de Genebra.

Possivelmente quem fez a pergunta notou que, a despeito das grandes multidões que vinham ouvir a pregação de Jesus e receber a cura, havia bem poucos seguidores leais. Jesus não respondeu de modo direto, mas advertiu que muitos tentariam entrar depois de ser tarde demais. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23-30 A salvação exige de nós: 1) Esforço gr agonizo, “lutar”, “concentrar toda a atenção e força” …; 2) Urgência, pois a porta se fechará de repente (v. 25) – apelo a não se demorar (cf 2Co 6.2); 3) União com Cristo, senão Ele não nos reconhecerá – apelo a uma relação pessoal com Cristo (Jo 17.3); 4) Santificação, sem a qual não veremos ao Senhor (Hb), apelo à ação renovadora do Espírito (Rm 8.4). Bíblia Shedd.

24 esforçai- vos. Isto não significa que a salvação seja alcançada por meio de obras; é uma maneira enfática de dizer que o indivíduo deve ser determinado a respeito da salvação. Bíblia de Genebra.

26-27 Ter tido comunhão social com Jesus e ter ouvido o seu ensino não é suficiente. Bíblia de Genebra.

31 vai-te daqui. Jesus encontrava-se provavelmente na Pereia, que estava debaixo da jurisdição de Herodes. Os fariseus queriam assustar Jesus a ponto de ele deixar a região e ir para a Judeia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os fariseus preferiam vê-lo na Judeia, onde tinham mais influência. Bíblia de Genebra.

Herodes. Não gostava de perturbação nenhuma. Jesus se achava na Transjordânia [Pereia] que, juntamente com Galileia, estava sob sua jurisdição. Bíblia Shedd.

32 essa raposa. Jesus não Se abala com as ameaças de Herodes e diz que continuará Seu ministério. Há um limite para o tempo, como mostra a referência ao terceiro dia. Bíblia de Genebra.

terceiro dia. Uma referência à ressurreição; Sua obra estaria completa. Bíblia Shedd.

33 nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém! Jesus … morreria em Jerusalém, assim como tinham morrido numerosos profetas antes dele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Quantas vezes. Jesus deve ter estado em Jerusalém mas vezes do que os Evangelhos Sinóticos registram explicitamente. O Evangelho de João registra várias visitas. Bíblia de Genebra.

Essa lamentação por Jerusalém pode levar-nos a crer que Jesus esteve em Jerusalém muito mais vezes dos que os sinóticos relatam … De conformidade com Mt 23.37, 38, a mesma exclamação foi feita na terça-feira  da Semana da Paixão. Jesus repetia muitos de Seus ensinos e declarações. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A condenação está ligada à profunda compaixão de Deus (cf Pe 3.9). Bíblia Shedd.

35 Bendito o que vem em nome do Senhor! Segundo algumas tradições rabínicas, este salmo foi composto especialmente para a coroação de Davi. Seria novamente proclamado pela vinda do Messias. Bíblia Shedd.



Jeremias 38 by Jeferson Quimelli
8 de junho de 2014, 1:12
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Comentário devocional:

Neste capítulo, vemos os últimos apelos de Jeremias aos líderes e ao último rei de Judá, Zedequias, no 11º ano do seu governo, imediatamente antes da queda de Jerusalém perante os babilônios (Jer 39). 

Alguns príncipes (v. 1) ouviram Jeremias transmitir a mensagem do Senhor a todo o povo que o visitava no pátio da guarda: “Aquele que permanecer nesta cidade morrerá …; mas aquele que se render aos babilônios …viverá.” (v. 2 NVI). Sendo esta mensagem contrária aos interesses destes líderes (para que mantivessem suas posições de destaque) e céticos com relação à Palavra de Deus pregada por Jeremias, pediram ao rei que o condenasse à morte (v. 4) como se ele fosse o inimigo público número um, por enfraquecer os ânimos do povo para a guerra.

Zedequias adotou a abordagem de Pôncio Pilatos e deixou que esses líderes decidissem o destino do profeta (v. 5). Jeremias foi, então, lançado por eles no poço sem água existente no pátio da prisão para ali morrer de fome. O poço tinha muita lama no fundo e Jeremias afundou nela (v. 6).  Foi aqui, provavelmente, que nasceu Lamentações 3: “Cercou-me de muros, e não posso escapar; atou-me a pesadas correntes.” (Lam 3:7).

O Senhor, entretanto, não permitiu que Seu profeta ficasse naquela situação e moveu o coração de um compassivo oficial etíope (negro), chamado Ebede-Meleque (“Escravo do rei”, em hebraico), que, junto à porta de Benjamim contou ao rei do perigo pelo qual passava o profeta (v. 7, 8. Ver Jer. 37:13). O rei, temeroso de ser responsável pela morte de um profeta de Deus, voltou atrás e ordenou que o oficial etíope levasse consigo três homens (NVI) sob seu comando e libertasse Jeremias do poço, o que foi feito cuidadosamente utilizando cordas e trapos velhos colocados debaixo dos braços do profeta.

A pedido do rei, Jeremias se encontrou com Zedequias na terceira entrada do templo (provavelmente uma entrada particular do palácio para o templo). O rei, então, lhe perguntou se havia alguma palavra do Senhor para ele (v. 14) e secretamente jurou que não o mataria qualquer que fosse a mensagem (v. 15, 16). O rei demonstra aqui a sua fraqueza: apesar de acreditar que Jeremias tinha realmente a Palavra de Deus, teve medo de enfrentar abertamente a vontade e influência dos príncipes. Ele, os líderes e toda Jerusalém sofreram terrivelmente por esta hesitação.

Jeremias, então, repetiu a mesma mensagem que pregara ao povo e aos príncipes: resistir significaria condenação. Esta foi a última pregação de Jeremias a Zedequias. O rei temeu mais aos homens, líderes e desertores, que a Deus e Deus o entregou e ao povo ao único amargo remédio a que sua rebeldia os levara: o cativeiro babilônico.  

O rei tomou providências para que Jeremias ficasse fora do alcance das mãos dos que queriam matá-lo, desde que mantivesse silêncio quanto a suas últimas advertências (v. 24, 25). O profeta ficou no pátio da casa da guarda, até o dia em que Jerusalém foi capturada (v. 28).

Que triste destino de um rei e de um povo que não deram crédito às solenes advertências de Deus! Estamos nós, hoje, atentos à voz da Palavra de Deus, através do Espírito Santo, corrigindo nosso caminho e cultivando a comunhão com Deus?

“Querido Deus, quando a Sua Palavra causar um impacto em nós, ajuda-nos a agir de acordo com Suas exigências e não tentarmos modificar ou negar o papel contemporâneo da Sua Palavra para nossas vidas. Amém.”

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/38/

Traduzido por JDS/JAQ/GASQ

Texto bíblico: Jeremias 38 




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