Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 18 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

A sétima praga prevê a queda de Babilônia e Apocalipse 18 descreve o evento em detalhes. Sua destruição é tão devastadora que seus ex-amantes, os reis da terra, “chorarão e se lamentarão por ela. Amedrontados por causa do tormento dela, ficarão de longe e gritarão: “Ai! A grande cidade! Babilônia, cidade poderosa! Em apenas uma hora chegou a sua condenação!” (Apoc. 18:9-10). Três vezes diz “em uma hora”, como um sino a repicar sua condenação. Outras vozes em contraste gritam: “Celebrem o que se deu com ela, ó céus! Celebrem, ó santos, apóstolos e profetas! Deus a julgou, retribuindo-lhe o que ela fez a vocês” (v. 20). Há uma razão dupla para a sua condenação. O verso 23 revela o fascínio que aprisiona os que estão expostos a seus sutis caminhos; o v. 24 retrata o sofrimento daqueles que permanecem fiéis a Jesus. O engano e a intimidação sempre foram as ferramentas de Satanás e ele as emprestou para Babilônia.

Antes que Deus acabe por completo o reinado dessa cidade que comercializa um evangelho corrompido e doutrinas falsas, Ele tem um último convite a fazer: “Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!” (18:4) Entre as multidões que se associaram com a Babilônia espiritual estão muitos a quem Deus chama de “meu povo”. Eles simplesmente cresceram na Babilônia e nunca conheceram outra maneira de expressar sua devoção a Deus. Mas agora eles foram esclarecidos quanto ao evangelho puro e a verdadeira obediência. Deus não perdeu de vista esses verdadeiros e dedicados crentes que ainda estão em Babilônia.

Existe hoje uma igreja verdadeira dentro da falsa, e uma igreja falsa dentro da verdadeira. Há aqueles que seguem a Deus com o melhor de sua compreensão, em meio à perversão religiosa; e há aqueles que, apesar de serem expostos à luz gloriosa, não filtrada, do evangelho, têm apenas uma aparência de espiritualidade revestindo seus corações não santificados. Nos dias finais do drama da salvação haverá uma mudança de lealdades. Muitos que agora estão em Babilônia irão atravessar a linha para se juntar àqueles que obedecem aos mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus; muitos que agora se associam com os santos de Apocalipse 14:12 passarão para o lado da escuridão devido a pressão da perseguição e a atratividade do engano.

A experiência sincera com Deus, hoje, determinará as decisões finais de amanhã.

Garth Bainbridge
Australia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/18/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Apocalipse 18 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Romanos 13 by Jeferson Quimelli
11 de março de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Paulo começa esclarecendo a relação do cristão com a autoridade civil. Estamos sujeitos aos poderes mais altos, mas o mais alto poder é Deus. Ele deu autoridade para os líderes civis. Se guardarmos a lei de Deus e as leis da país onde estamos não há necessidade de temer. A autoridade civil ministra em favor de Deus e cumpre a lei contra os malfeitores (v. 4), mantendo a ordem.

Baseado no fato de que a autoridade civil ministra para Deus, Paulo então apela para que o cristão obedeça a sua consciência e seja honesto em todas as coisas. Ele implora aos crentes que paguem seus impostos (v. 5). Ele diz, ainda, que respeitemos e honremos os líderes civis e conclui esta seção incentivando os cristãos a amar uns aos outros, porque se realmente amarmos uns aos outros estaremos vivendo de acordo com a lei de Deus. Ele nos lembra que devemos amar os nossos vizinhos e usa explicitamente os últimos cinco mandamentos para nos lembrar de como o amor deve operar (vs. 8-10).

Na última parte do capítulo, Paulo faz um apelo para que os cristãos despertem do sono. Embora este apelo se aplique a qualquer geração que já viveu, é especialmente aplicável àqueles que estão vivendo pouco antes da volta de Jesus. De fato, na parábola das dez virgens, Jesus descreve a Sua Igreja como estando a dormir (Mt 25:1-13). Paulo nos exorta, tendo em vista o tempo em que vivemos, que é hora de acordar e não de dormir. Agora, mais do que nunca, nossa salvação está mais próxima do que quando no princípio cremos. A noite deste mundo está quase no fim. Agora é a hora de derrotar as obras das trevas e nos vestirmos das armas da luz de Deus.

Paulo nos diz que nossa vida deve ser um livro aberto. Devemos viver honestamente com nada a esconder. Não devemos nos envolver em desordens ou em embriaguez (v. 13). E em um sentido espiritual, não devemos beber do vinho (falsas doutrinas) da Babilônia. O vinho de seu adultério espiritual tem embriagado a maior parte do mundo. Devemos ser espiritualmente puros e sóbrios, fiéis à mensagem que Deus nos deu como um povo. 

Paulo encerra o capítulo afirmando que o que realmente precisamos é nos vestirmos de Jesus Cristo e Sua justiça. Ao fazermos isso, não viveremos de acordo com a carne, de acordo com o velho homem do pecado, como visto em Romanos 7, mas teremos uma mente transformada que nos preparará para enfrentar a crise final.

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Romanos 13 
Comentário em áudio 



Daniel 1 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Não é correto pensarmos nos seis primeiros capítulos do livro de Daniel apenas como capítulos históricos. Existe muita profecia embutida nesta história sobre o curto reinado dos reis de Judá, e acerca de Nabucodonosor e do Faraó do Egito.

Daniel inicia o seu livro recordando a experiência traumática quando foi levado cativo para a Babilônia por Nabucodonosor, juntamente com artigos do templo (v.2). Jovens de boa aparência que demonstraram inteligência, incluindo Daniel, foram levados a servir na corte do rei (v. 4).

Daniel recorda como ele e seus três amigos tiveram de aprender babilônico, assírio, sumério e outras línguas e a literatura destas línguas. Eles tinham que se sentar diariamente com seus amigos aprendendo a gramática e o significado das frases em escrita cuneiforme (escrita em formato de unhas), como as que os arqueólogos encontraram nos textos da Biblioteca de Nínive.

O curso na universidade babilônica durava três anos (v. 5). Os melhores matemáticos, astrônomos, historiadores, professores de literatura educaram Daniel e seus amigos todos os dias.

O próximo passo para imergi-los na cultura babilônica foi dar-lhes nomes babilônicos. O nome de Daniel que significava em hebraico “Deus é meu juiz” foi mudado para Beltessazar, referindo-se ao poderoso deus babilônico “Bel”. O nome Ananias, que significa “Javé é amável”, o comandante mudou para Sadraque. Misael significava “Quem é de Deus”, e foi mudado para Mesaque. Azarias significa “Javé está ajudando”, e também foi mudado, para Abede-Nego. Todos esses nomes babilônicos significavam que eles eram servos dos deuses babilônicos, o que era uma grande humilhação para esses jovens hebreus.

Além disso, Daniel e seus amigos teriam de comer à mesa do rei, o que se tornou um grande problema. Eles deveriam comer os alimentos que o rei da Babilônia gostava. Uma boa fonte para sabermos o que os reis babilônicos comiam são os chamados textos hemerológicos, entre eles um texto de uma cartomante que dizia o que o rei devia ou não comer durante os 360 dias do ano. Este texto dizia que o rei deveria comer “carne de porco”, “carne de boi” e “peixe”. Outro texto incluía até o arganaz, um tipo de rato (NIG.GIG).

Daniel e seus amigos estavam em apuros. Eles enfrentaram decisões que testavam sua fé e tiveram que decidir rapidamente. O rei também bebia vinho (v. 8) e Daniel sabia que o álcool e a educação não são bons parceiros. Quando a Bíblia se refere negativamente ao vinho, está falando do vinho alcoólico; quando positivamente, ao suco de uva ou geléia de uva. Bebês pedem vinho a suas mães em Lam 2:11-12. Nenhuma mãe forneceria álcool para sua criança. 

Daniel e seus amigos devem ter considerado cuidadosamente os conselhos de Salomão: “Quando você se assentar com alguma autoridade, observe com atenção quem está diante de você … não deseje as iguarias que ele oferece, pois podem ser enganosas” (Prov 23:1 e 3 NVI); “Não se deixe atrair pelo vinho quando está vermelho, quando cintila no copo e escorre suavemente! No fim ele morde como serpente e envenena como víbora. Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente distorcidas” (Prov 23: 31-33, NVI).

Então eles resolveram firmemente não se contaminar com a comida e bebida escolhidas pelo rei para a sua mesa (v. 8). O conhecimento e o amor que tinham pelas Escrituras os ajudaram a tomar decisões sóbrias e vitais. Eles poderiam ser cativos do rei da Babilônia, mas não sua mente e alma. Deus aprovou a decisão de Daniel e seus companheiros e os abençoou nesta prova de fé. Seu comandante gostava deles (v. 9) e, após dez dias de teste, permitiu que recebessem somente comida vegetariana e água (v. 12-14). Deus apreciou muito a fé dos quatro companheiros e lhes deu “sabedoria e inteligência para conhecerem todos os aspectos da cultura e da ciência” (v 17a NVI). A Daniel foi dado adicionalmente o talento de interpretar visões e sonhos (v. 17b). Com a bênção de Deus, após o período de instrução o rei Nabucodonosor os achou superiores, em muito, aos demais sábios de todo o seu reino (v. 18-20).

Daniel termina o resumo de sua história pessoal dizendo que ele trabalhou para Babilônia até o primeiro ano do rei Ciro (v. 21), em 538 aC. Se ele tinha 16 anos na época do cativeiro, tinha 83 anos , quando terminou sua carreira. 

Querido Deus,

A autobiografia de Daniel fala sobre Ti. Vemos ali a Tua mão na frente, ao lado e atrás dele o tempo todo. Queremos ser assim também ser cuidados por Ti. Ao passarmos por situações difíceis ajuda-nos a sermos vitoriosos como Daniel e seus companheiros. Amém.

Koot van Wyk

Universidade Nacional Sangju, Coreia do Sul

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Daniel 1 

Comentário em áudio 

Palestra sobre Daniel 1

Palestra sobre o livro de Daniel

 

Material para estudo adicional

 

Tema e estrutura do livro de Daniel:

 O Senhor usou Daniel e seus amigos, e os milagres associados a eles, para impressionar uma série de reis do fato de que Ele estava no comando e que deveriam dar contas a Ele.Central ao livro está o tema de que Deus é soberano sobre todas as nações, mesmo quando Seu povo é oprimido e que Ele, por fim, livrará aqueles que Lhe forem fiéis. Este tema é explicitamente introduzido em 2:20-23 e enfatizado nos capítulos 4-5 pela repetição do conceito: “o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens” (4.17; comparar com vv. 25, 32; 5.21). Os capítulos 4-5 formam o centro de uma estrutura simétrica (quiástica):

A. Problema: O templo e o povo de Deus conquistados (cap. 1)

   B. Sonho de Nabucodonosor de quatro reinos (cap. 2)

      C. Amigos de Daniel livrados da fornalha de fogo (cap.3)

         D. Nabucodonosor humilhado pela sentença divina; 

              Belsazar humilhado pela sentença divina (caps. 4-5);

      C’. Daniel livrado da cova dos leões (cap. 6)

   B’. Visão de Daniel de quatro reinos (cap. 7)

A’. Solução: O templo de Deus restaurado e Seu povo libertado (caps. 8-12)

Os capítulos externos (1:1-2:4a; caps 8-12) da estrutura literária foram escritos em hebraico. Mas os capítulos internos (2:4-b – 7:28) estão em aramaico … Nabucodonosor pertencia ao povo caldeu do sul da Mesopotâmia (hoje Iraque), que havia conquistado Babilônia. O aramaico se tornara a língua internacional, portanto o uso dela por Daniel implica que a mensagem de 2:4-7:28 era dirigida tanto para os gentios quanto para os judeus (comparar com Jer 10:11, o único verso dos outros profetas escrito também em aramaico). Andrews Study Bible.

As profecias de Daniel estão estreitamente relacionadas às do livro do Apocalipse. Na verdade, o Apocalipse trata do mesmo tema, mas dá ênfase especial ao papel da igreja cristã como povo escolhido de Deus. Dessa forma, detalhes que parecem obscuros no livro de Daniel são em geral esclarecidos quando observados no livro de Apocalipse. A parte da profecia que se refere aos últimos dias, Daniel teve ordem de fechar e selar, até “o tempo do fim” (GC, 356), quando , por meio de estudo diligente do livro, o “saber” de seu conteúdo se multiplicaria (Dn 12:4). … João foi especificamente instruído: “Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo” (Ap 22:10). Assim, para se ter uma interpretação mais clara de qualquer parte do livro de Daniel que seja obscura, deve-se estudar cuidadosamente o livro de Apocalipse.  CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 828.

 

Comentários selecionados:

1 no ano terceiro do reinado de Jeoaquim. 605 aC. Andrews Study Bible.

A destruição foi completada alguns anos mais tarde, no ano 586 aC nos reinados de Jeoaquim, Joaquim e Zedequias, 2 Rs 24.1-25.10. Bíblia Shedd.

2 O Senhor lhe entregou. Segundo foi profetizado por Jeremias, Jr 27.1-8. Bíblia Shedd.

Judá foi exilado para a Babilônia por desobedecer à palavra de Deus no tocante à guarda da aliança, aos anos sabáticos e à idolatria. (v. Lv 25.1-7; 26.27-35; 2Cr 36.14-21). Na primeira deportação (605 aC) estava Daniel, e na segunda (597), Ezequiel. Aconteceu uma terceira deportação em 586, quando os babilônios destruíram Jerusalém e o templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

alguns dos utensílios da Casa de Deus. Mais tarde foram todos. Bíblia Shedd.

O templo permaneceu em pé até 586 aC. Mas Nabucodonosor levou alguns dos itens mais valiosos e os depositou no tesouro de suas divindades. Isto introduz conflito entre o Deus verdadeiro e o poder do homem. Andrews Study Bible.

3 linhagem real. Daniel era um jovem de alta estirpe, um nobre. Bíblia Shedd.

8 resolveu Daniel … não contaminar-se. Porque Daniel resolveu permanecer fiel ao Senhor, ele não poderia permitir ser absorvido pela cultura babilônica de modo que conflitasse com a santidade, incluindo comer carne de espécies “imundas” (Lev 11; Dt 14; comparar com Gên 7:2, 8-9, 20). Havia problemas adicionais com a dieta babilônica: a carne poderia vir de animal sufocado, com sangue não adequadamente drenado (Gên 9:4; Lev 17:10-12; comparar com At 15:20, 29) e a comida e bebida poderiam ter sido oferecidos a ídolos (comparar com Num 25:2; At 15:20, 29). Andrews Study Bible.

Tinha suas convicções, e as manifestou com coragem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus honrou esses jovens por causa de seu firme propósito de fazer o que era certo. Para eles, a aprovação de Deus era mais estimada do que o favor do homem mais poderoso da terra; mais estimada que a própria vida (ver CRA, 31). Essa firme resolução não nasceu com a pressão das circunstâncias imediatas. Desde a infância, esses jovens foram treinados com hábitos de estrita temperança. CBASD, vol. 4, p. 837.

12 Experimenta, peço-te, os teus servos. Daniel empregou bom juízo ao oferecer uma alternativa em vez de rebelar-se. Bíblia de Estudo NVI Vida.

dez. Muitas vezes tinha o significado simbólico de conta completa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

legumes. Do heb. zero’im, “alimento derivado de plantas”, como cereais e vegetais. De acordo com a tradição judaica, frutas vermelhas e tâmaras também se incluíam neste termo. CBASD, vol. 4, p. 837.

legumes … e água. Esta dieta vegetariana resolveria todos os problemas religiosos. Além disso, ela foi notadamente mais saudável, razão pela qual se Daniel e seus companheiros foram autorizados a nela continuar (v. 15). Andrews Study Bible.

17 Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria. Com a ajuda de Deus, Daniel e seus amigos dominaram os escritos babilônicos a respeito da astrologia e da adivinhação mediante sonhos. Mas nos testes cruciais de interpretação e de predição (ver 2.3-11; 4.7), toda a literatura pagã mostrou-se inútil. Só mediante a revelação especial da parte de Deus (2.17-28) Daniel conseguiu interpretar corretamente. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

A instrução que Daniel e seus três amigos receberam foi também um teste de fé. O saber dos caldeus estava aliado a práticas idólatras e pagãs, e misturava ciência e magia, conhecimento com superstição. Os aprendizes hebreus se mantiveram distante dessas coisas. Não se sabe como evitaram conflitos; mas, apesar das influências más, eles se apegaram à fé de seus pais, como demonstraram claramente os eventos posteriores. Os quatro aprenderam as habilidades e ciências dos caldeus sem adotar os elementos pagãos mesclados com as mesmas. CBASD, vol. 4, p. 837.

19 Era o exame conduzido pelo próprio rei, para verificar a cultura geral dos rapazes selecionados para contribuir à glória do seu império. Esta cultura confunde-se com as artes mágicas. Bíblia Shedd.

20 dez vezes mais. Uma expressão que quer dizer “muito melhor”. Andrews Study Bible.

Do que todos os mágicos e encantadoresPor meio de uma descrição posterior das habilidades de Daniel, feita pela mãe de Nabucodonosor, sabe-se que Daniel era conhecido como um homem capaz de “declaração de enigmas e solução de casos difíceis” (Dn 5:12). As perguntas feitas a eles podem ter incluído explicação de enigmas, que era diversão favorita nas cortes do antigo Oriente. O exame também pode ter incluído a solução de problemas matemáticos e astronômicos, matérias em que os babilônios eram mestres, conforme revelam documentos, ou uma demonstração da habilidade de ler e escrever a difícil língua cuneiforme. A sabedoria superior de Daniel e de seus companheiros não era resultado de sorte ou destino, ou mesmo de um milagre, como em geral se entende. Os jovens se aplicaram com diligência e consciência aos estudos, e Deus abençoou os esforços deles. O verdadeiro êxito em qualquer empreendimento é assegurado quando se combina esforço humano com o divino. O esforço humano por si só de nada vale, e o poder divino não torna desnecessária a cooperação humana (ver PR, 486, 487; cf PP, 214). CBASD, vol. 4, p. 839.

Encantadores. Adivinhação, magia, exorcismo e astrologia eram comuns entre os povos antigos; mas, em alguns lugares como Babilônia, eram praticados por homens da ciência [métodos de previsãodescritos: haptoscopia/exame de fígados; quiromancia/mãos; lecanomancia/óleo na água; belomancia/flechas sacudidas]. … É um erro supor que os sábios de Babilônia eram apenas adivinhos e magos. Embora fossem habilidosos nessas artes, eram também eruditos no verdadeiro sentido da palavra. … como na Idade Média. …  Os encantadores e adivinhos da Antiguidade se aplicavam também a estudos estritamente científicos. Seu conhecimento astronômico tinha atingido um surpreendente nível de desenvolvimento. … Os astrônomos eram capazes de predizer eclipses lunares e solares mediante cálculos. Sua habilidade matemática era bastante desenvolvida. Eles empregavam fórmulas cujo descobrimento em geral é atribuído erroneamente aos gregos. Além disso, eram bons arquitetos, construtores e médicos. Eles encontravam por meios empíricos a cura para muitos males. Deve ter sido nessas áreas de conhecimento e habilidade que Daniel e seus três amigos superaram os encantadores, astrólogos e eruditos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 840.

21 continuou. Ficou como oficial do Império até o ano 536 aC, o primeiro ano do rei Ciro. Sua última visão veio mais tarde. Bíblia Shedd.

Daniel ainda estava vivo no ano 537 (10.1), de modo que viu os exilados voltarem a Judá, saindo do cativeiro na Babilônia. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Jeremias 52 by Jobson Santos
22 de junho de 2014, 0:15
Filed under: obediência | Tags: , , ,

Comentário devocional:

O final do capítulo 51 diz: “Aqui terminam as palavras de Jeremias” (Jeremias 51:64, NVI). Então, quem escreveu o capítulo 52? Jeremias começou seu ministério profético em torno de 625 aC. Ele provavelmente não estava vivo no momento em que o rei Nabucodonosor morreu e Evil-Merodaque tornou-se o rei de Babilônia em 562 aC. Isso aconteceu no 37 º ano do rei Joaquim, depois de ter sido exilado na Babilônia. Além disso, o capítulo 52 é quase idêntico à última porção de 2 Reis (24:18-25:30). Portanto, o escriba de Jeremias pode ter acrescentado esta parte, considerando necessário colocá-la no final do livro de Jeremias como uma nota adicional de confirmação da queda de Jerusalém.

O capítulo 52 (vs. 1-11) retrata o reinado de Zedequias, a derrota de Judá pelos caldeus, e o fim desastroso da família real e dos oficiais de Judá. A razão pela qual Deus permitiu que tudo isso acontecesse a Jerusalem foram as maldades cometidas pelos reis Zedequias e Joaquim (vs. 2-3).

Os versos 12-16 relatam as providências que Nebuzaradã, capitão da guarda de Nabucodonosor, tomou com relação a Jerusalém, após a sua conquista. No décimo dia do quinto mês do ano 19 do reinado de Nabucodonosor, ele entrou em Jerusalém e queimou o templo de Deus e a casa real depois de pilhá-los. O exército caldeu destruiu as muralhas da cidade ao redor de Jerusalém e Nebuzaradã levou a maioria dos judeus para a Babilônia, exceto os agricultores mais pobres que foram deixados para cuidar das vinhas e plantações. 

Nos versos 17-23 são listados os itens e utensílios do templo de Jerusalém levados para a Babilônia. Eles levaram a maioria do ouro, da prata, do bronze e dos utensílios, incluindo as duas altas colunas de bronze e o enorme “mar” de bronze. Então, nos versos 24-27 lemos que Nebuzaradã levou 74 judeus, incluindo príncipes e sacerdotes, para Ribla, onde Nabucodonosor estava, e que o rei ordenou a morte de todos eles. Triste fim para aqueles que não quiseram atender aos apelos divinos através de Jeremias.

Os versículos 28-30 nos informam o número total de exilados de Judá que foram levados para longe da terra da Judéia: quatro mil e seiscentos.Como é triste ler sobre a destruição de Jerusalém! O povo de Judá poderia ter prosperado se tivesse obedecido a Deus. Mas o caminho da desobediência e rebelião sempre conduz ao caos e destruição.

A boa informação mencionada no final deste capítulo é que Evil-Merodaque, o sucessor de Nabucodonosor, libertou Jeoaquim, o rei cativo de Judá, e permitiu que comesse na mesa real. Mesmo na pior tragédia Deus ainda tem meios de nos socorrer e aliviar o nosso sofrimento.

Senhor, eu Te louvo porque és justo e bondoso. Ajuda-me a ser fiel a Ti a fim de que as bênçãos que desejas para mim possam se realizar de modo completo. Amém

Yoshitaka Kobayashi

Japão

 

https://reavivadosporsuapalavra.org/

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/52/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Jeremias 52

 

Nota: Observe que os acontecimentos narrados nos capítulos 1 a 4 de Daniel ocorrem entre os fatos registrados nos versos 27 a 31 de Jer 52.



Jeremias 40 by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2014, 0:00
Filed under: Israel | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Nebuzaradã, o capitão da guarda babilônica levou Jeremias preso em correntes até Ramá, provavelmente em Naftali, após a destruição de Jerusalém. Jeremias 40:1-6 é uma explicação do resumo em Jeremias 39:11-14.

O rei Nabucodonosor mandou Nebuzaradã não fazer mal a Jeremias, mas que cuidasse bem dele e que concedesse qualquer pedido seu. Nebuzaradã, então, deu a Jeremias liberdade para ir a qualquer lugar que quisesse. Jeremias decidiu viver perto de Gedalias, em Mispa de Benjamim, a quem Nabucodonosor nomeou como governador de Judá. Deus concedeu ao novo governador ajuda através da presença do profeta Jeremias com ele. Jeremias poderia consultar a vontade do Senhor sempre que o governador pedisse.

Gedalias foi um bom governador do ponto de vista humano. Ele procurou a bondade e a felicidade do povo de Judá (Ver Jeremias 40:9-10).

Havia capitães do exército de Judá, do lado de fora de Jerusalém, que não foram capturados pelos babilônios. Eles foram a Gedalias e lhe disseram que havia um plano para matá-lo através de Ismael, a mando de Baalis, o rei dos amonitas. Gedalias não acreditou no relatório de Joanã e dos capitães do exército da Judéia. Mas Joanã estava preocupado e propôs um plano para matar Ismael antes que ele matasse o governador. Joanã sabia que o pequeno povo remanescente de Judá se dispersaria caso o governador Gedalias fosse assassinado por esses assassinos pró-egípcios. No entanto, o governador foi complacente para com os assassinos ao não acreditar no relatório. Ele ordenou a Joanã, “Não faça uma coisa dessas. O que você está dizendo sobre Ismael não é verdade. Você não deve matar Ismael. Porque você fala falsamente a respeito de Ismael” (v. 16 NVI).

Faltava algo para Gedalias, aliás, a coisa mais importante na vida de qualquer ser humano. Antes de sua decisão final ordenada a Joanã, Gedalias deveria ter consultado o profeta Jeremias, que estava com ele, se este rumor de assassinato era verdadeiro. Se o profeta dissesse: “É verdade”, ele então poderia perguntar a Jeremias o que deveria fazer.

Gedalias era um homem de boa vontade, que amava as pessoas, mas neste momento importante de decisão, ele não fez a coisa mais importante: consultar a Deus através do profeta Jeremias. Deus quer ser consultado.

Senhor, ajuda-nos a evitar o terrível erro de Gedalias. Nos momentos decisivos de nossa vida, ajuda-nos a consultar a Ti ao invés de confiarmos em nosso julgamento.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/40/

 Traduzido por JAQ/JDS

 Texto bíblico: Jeremias 40 



Jeremias 39 by Jeferson Quimelli
9 de junho de 2014, 0:00
Filed under: Israel | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Os primeiros versos deste capítulo mencionam a invasão de Jerusalém por Nabucodonosor e o que ele fez a Zedequias e ao povo de Judá. O rei Zedequias defendeu sua cidade por mais de dois anos, mas no décimo primeiro ano do seu reinado uma parte do muro foi derrubada. Depois de ver os chefes babilônicos entrarem na cidade, Zedequias e seus soldados fugiram de Jerusalém secretamente no meio da noite. Eles queriam fugir pela campina do Jordão, mas foram capturados perto de Jericó. Então, foram levados ao rei Nabucodonosor em Ribla, na terra de Hamate, na Síria.

Nabucodonosor matou os filhos de Zedequias e os nobres de Judá, cegou os olhos de Zedequias, prendeu-o com cadeias de bronze e o levou cativo para Babilônia. Nesse meio tempo os caldeus queimaram o palácio do rei e as casas dos judeus e derrubaram os muros de Jerusalém. Então Nebuzaradã, o capitão babilônico da guarda, deportou o resto do povo de Judá, para a Babilônia, exceto os agricultores pobres da Judéia.

Enquanto Jeremias ainda estava encarcerado no pátio da guarda, veio a ele a mensagem de Deus para que dissesse a Ebede-Meleque, que havia anteriormente salvo Jeremias de sua prisão no poço de lama, de que não morreria na invasão da cidade. Deus garantiu a sua vida.

Este capítulo contrasta três tipos de pessoas. Em primeiro lugar, os oficiais do rei que confiavam no Egito e odiavam Jeremias. Eles eram maus e se opuseram a Deus. Em contraste, Ebede-Meleque salvou a vida de Jeremias e, pelas informações que dispomos, era um homem de caráter, que confiava em Deus.

O rei Zedequias, no entanto, não pertence a nenhum desses dois grupos. Ele foi sensível o suficiente para salvar Jeremias das mãos dos príncipes, mas não aceitou a sugestão de Jeremias de se render ao rei de Babilônia, porque confiava na força do exército egípcio contra os babilônios. O resultado de sua descrença em Deus foi a destruição de Jerusalém e o fim do reino de Judá. 

Jeremias 39:1-8 descreve o miserável fim da vida de Zedequias. Ele poderia ter evitado tal desgraça se tivesse acreditado plenamente e obedecido a mensagem de Deus através de Jeremias.

Como podemos evitar ser como o rei Zedequias e os seus oficiais? Ouvindo e obedecendo de boa vontade a voz de Deus através de Seus mensageiros ao invés de julgar cada situação de acordo com os padrões do mundo.

Yoshitaka Kobayashi, 

Japão

 

Texto bíblico: Jeremias 39 



Jeremias 29 by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2014, 0:00
Filed under: libertação, profecias, Queda de babilônia, restauração | Tags:

Comentário devocional:

Você gostaria de receber uma mensagem de um profeta de Deus? 

Neste capítulo, nós lemos sobre o profeta Jeremias enviando uma carta aos cativos na Babilônia. Se você também se considera um prisioneiro da moderna Babilônia em que vivemos, este conselho pode lhe ser útil: “Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: ‘Não deixem que os profetas e adivinhos que há no meio de vocês os enganem. Não deem atenção aos sonhos que vocês os encorajam a terem. Eles estão profetizando mentiras em meu nome. Eu não os enviei’, declara o Senhor.” (v. 8-9 NVI). 

Será que temos falsos profetas em nosso redor hoje? Este verso é uma advertência contra eles.

Minha filha Lauretta e eu estávamos em pé no antigo Caminho da Procissão na antiga Babilônia. Saddam Hussein restaurou 180 metros desta famosa via. Ali recordamos a História, quando os exilados de Jerusalém entraram pela Porta de Ishtar rumo aos seus desastrosos 70 anos de exílio. 

Bem ali, naquele lugar histórico, as mensagens reconfortantes de Jeremias 29 vieram às nossas mentes: “Assim diz o Senhor: ‘Quando se completarem os setenta anos da Babilônia, eu cumprirei a minha promessa em favor de vocês, de trazê-los de volta para este lugar. Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.’” (v. 10 -11 NVI). 

Se você abriga pensamentos negativos sobre o futuro, por favor, substitua-os pelos pensamentos que Deus tem para o seu futuro. 

Enquanto minha filha e eu andávamos através dos enormes portões da Babilônia, parcialmente reconstruídos, a caminho da sala do trono de Nabucodonosor, recordávamos a parte final desta promessa inspiradora: “’Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês’, declara o Senhor, ‘e os trarei de volta do cativeiro. Eu os reunirei de todas as nações e de todos os lugares para onde eu os dispersei, e os trarei de volta para o lugar de onde os deportei’, diz o Senhor” (v. 12 -14 NVI). 

Estamos todos exilados de nossa casa sem pecado no Éden e estamos vivendo, não só em um mundo pecaminoso, mas com nossa natureza caída pecaminosa. Quem irá nos salvar?

Quando minha filha e eu deixamos a sala do trono onde Daniel explicou ao rei que uma pedra viria esmagar os reinos deste mundo e estabelecer um reino eterno, entramos no enorme salão onde Belsazar e mil dos seus nobres (Daniel 5:1) foram destruídos por Ciro. Enquanto estávamos na sala do trono, apesar de não sabermos onde, sabíamos que tinha sido ali que a mão divina escrevera a condenação da Babilônia. 

Com as promessas de Jeremias 29 em nossa memória, Lauretta e eu fomos a Pasárgada, no Irã, onde fizemos uma visita ao túmulo de Ciro – um tipo de Cristo. Isaías 44 e 45 chama Ciro de pastor, libertador e ungido. Estes títulos de Ciro estão relacionados com um Personagem muito maior, de quem Ciro era um tipo. À medida em que meditávamos sobre este grande libertador, lembramos da tremenda mensagem reconfortante de Isaías 45:13: “Eu levantarei esse homem em minha retidão: farei direitos todos os seus caminhos. Ele reconstruirá minha cidade e libertará os exilados, sem exigir pagamento nem qualquer recompensa, diz o Senhor dos Exércitos” (NVI).

“Nosso querido Pai celestial amoroso, obrigado por explicar Sua salvação através da história de Ciro. Obrigado por nos libertar desta Babilônia onde vivemos de dor e morte para a felicidade do céu. Oramos isto em nome de Jesus, nosso celeste libertador e pastor. Amém”

Pr. François du Plessis
Evangelista na África do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/29/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 29 



Isaías 47 by Jeferson Quimelli
12 de abril de 2014, 0:00
Filed under: Queda de babilônia | Tags: ,

Comentário devocional:

Temos visto um crescendo desde Isaías 40: Judá está em um momento de grande angústia e incerteza – a nação deve esperar no Senhor (Isa 40); Ciro, um dia libertará o oprimido povo de Deus (Isa 41); Ciro é um tipo do Messias por vir, nosso poderoso libertador do pecado! (Isa 42); O remédio para o pecado de Israel incluiu o cativeiro na Babilônia (Isa 43); Deus derramará o Seu Espírito sobre Seus filhos! Eles não precisam confiar nos ídolos feitos pelo homem (Isa 44). Deus prometeu agir através de Ciro – lembre-se que foi Ele quem criou todas as coisas! (Isa 45). Os deuses dos babilônios serão carregados após a derrota da nação, enquanto o povo de Deus será carregado no colo   pelo Senhor (Isa 46).

Finalmente, Isaías 47 descreve a queda de Babilônia. A “filha virgem” de Babilônia (as prostitutas cultuais dos templos pagão eram muitas vezes chamados de “virgens sagradas”) cairia e finalmente acabaria sentada no pó (v.1). Se este capítulo soa familiar é porque muitas de suas frases, palavras e pedaços são também mostrados no livro do Apocalipse. Isaías e Jeremias falam da Babilônia histórica, enquanto Apocalipse refere-se à Babilônia espiritual no tempo do fim.

Babilônia vive “na glória e luxo” (Ap 18:7 NVI), mas agora ela “não será mais chamada mimosa e delicada” (Isa 47:1 NVI). Ela se vangloriava: “jamais ficarei viúva nem sofrerei a perda de filhos” (v. 8 NVI; ver Apoc 18:7), mas Deus a fará desolada (v.11). E tudo isso acontecerá “num mesmo instante, num único dia” (v.9 NVI), de fato, “em apenas num só dia … em apenas uma hora” (Apoc 18:8, 10 e  17, 19).

Uma das coisas mais intrigantes a respeito de Deus é como Ele usa os maus para cumprir Seus propósitos, em benefício de Seus filhos. Como é importante guardarmos isso em nossas mentes. Grande parte da miséria que nos cerca pode ser o meio que Deus usará para o nosso bem. Não é de admirar que sejamos aconselhados a não nos preocuparmos, pois ”a ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas Jesus vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio.” (O Desejado de Todas as Nações, p.330). 

E agora, atente e aplique à sua vida o encerramento deste pensamento: “Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra de Deus o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés.”

Confie nEle. Confie nEle! Fale para si mesmo as promessas de Deus até que você confie nEle. Faça isto hoje.

Ron E M Clouzet
EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/47/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 47 




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