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Olá, querido amigo do Reavivados!
para você que está estudando o livro de DEUTERONÔMIO neste trimestre, aqui estão os links para os comentários, por capítulos:
Deuteronômio 1 Deuteronômio 11 Deuteronômio 21 Deuteronômio 31
Deuteronômio 2 Deuteronômio 12 Deuteronômio 22 Deuteronômio 32
Deuteronômio 3 Deuteronômio 13 Deuteronômio 23 Deuteronômio 33
Deuteronômio 4 Deuteronômio 14 Deuteronômio 24 Deuteronômio 34
Deuteronômio 5 Deuteronômio 15 Deuteronômio 25
Deuteronômio 6 Deuteronômio 16 Deuteronômio 26
Deuteronômio 7 Deuteronômio 17 Deuteronômio 27
Deuteronômio 8 Deuteronômio 18 Deuteronômio 28
Deuteronômio 9 Deuteronômio 19 Deuteronômio 29
Deuteronômio 10 Deuteronômio 20 Deuteronômio 30
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TEXTO BÍBLICO II CORÍNTIOS 8 – Primeiro leia a Bíblia
II CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
II CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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2650 palavras
A generosidade e como ela é inspirada no próprio ato de Jesus de se tornar infinitamente pobre para que nos tornássemos ricos.
1 Irmãos. Os cap. 8 e 9 constituem uma nova seção, que trata da coleta para os pobres na Judeia (ver com. de 1Co 16:1). A palavra “irmãos” é a nota tônica desta seção. O amor fraternal entre os cristãos é a verdadeira motivação para doar e compartilhar. Em 2 Coríntios 8:1 a 5, Paulo chama a atenção dos coríntios para o exemplo de generosidade apresentado pela igreja da Macedônia, da qual Paulo escreve esta carta. Paulo informou os coríntios anteriormente sobre a questão da ajuda aos cristãos da Judeia e seu plano a respeito da grande coleta (1Co 16:1-4; cf. Gl 2:9, 10). Quando Paulo introduziu a proposta a princípio, cerca de um ano antes (2Co 8:10), eles manifestaram grande zelo, do qual Paulo mais tarde se gabou para outros (2Co 9:3, 4). No entanto, o zelo deles declinou, e quando Paulo escreveu esta carta eles estavam atrasados quanto ao cumprimento das promessas feitas (2Co 9:4, 5). Essa situação possivelmente se deveu ao período de declínio espiritual, mas eles se arrependeram. A conversão dos coríntios era genuína, e Paulo entendeu que eles estavam ansiosos para demonstrar amor de modo prático. Uma característica de ‘conversão genuína é a disposição em fazer ”sacrifícios pessoais por aqueles que estão “em necessidade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 978, 979.
Graça de Deus. A liberalidade das igrejas macedônicas foi exercida a despeito da “profunda pobreza” dessas comunidades (v.2), e isso testifica da “graça de Deus” operando no coração delas. Paulo relaciona essa generosidade à verdadeira fonte e salienta ‘aos coríntios que a graça divina é que inspira a generosidade, a doação e o sacrifício. Diz-se que os cristãos são mordomos “da multiforme graça de Deus” (1Pe 4:10). Além disso, pela graça de Deus, os cristãos são mordomos das coisas que possuem. A disposição em doar é uma atitude divinamente inspirada, e assim, uma evidência especial da graça divina. Um espírito liberal busca se manifestar espontaneamente em atos de benevolência. Não requer encorajamento. CBASD, vol. 6, p. 979.
Igrejas da Macedônia. Paulo exaltou estas igrejas como dignas de emulação. Todas foram fundadas por ele: Filipos, Tessalônica, Bereia e talvez outras mais. CBASD, vol. 6, p. 979.
2 Prova. Ou, “teste”. A palavra é usada especialmente para testes de qualidade de metais. Os cristãos macedônios sofreram mais que a aflição comum. Ainda assim, a fé e a experiência deles se provaram genuínas. Eles sofreram por causa da perseguição (At 17:5-9; lTs 1:6-8; 2:14; 3:3-5; 2Ts 1:4-6). Um dos grandes testes de uma experiência cristã triunfante é encontrar alegria, paz e amor em meio à aflição (Mt 5:11, 12; Rm 5:3; 12:12; 1Pe 2:20 , 21). CBASD, vol. 6, p. 979.
Abundância de alegria. A perseguição e a pobreza tendem a reprimir o espírito e a prática da liberalidade. No entanto, a abundância de alegria combinada com pobreza é representada como inspirando generosidade. Tal era o espírito da igreja apostólica (At 4:32-37). CBASD, vol. 6, p. 979.
A profunda pobreza deles superabundou. Figuradamente falando, a pobreza dos macedônios era tal que eles tinham que raspar o fundo de um barril que estava quase vazio. A despeito da completa destituição de bens, eles transbordavam em auxílio aos que estavam em necessidade. A medida do louvor de Paulo aos cristãos macedônios não era à real quantidade doada, embora fosse considerável. O espírito que impelia a doação era o que Paulo destacava como digno de emulação (ver com. de Mc 12:41-44). A pobreza extrema da Macedónia na época devia-se a vários fatores. Três guerras desolaram a área: a primeira delas, entre Júlio César e Pompeu, a segunda, entre os triúnviros, Brutus e Cássio, seguindo o assassinato de César, e a terceira, entre Otaviano e Antônio (ver vol. 5, p. 13, 14, 22-25). A situação dos macedônios era tão desesperadora que eles pediram redução de impostos ao imperador Tibério. Além disso, a maioria dos cristãos vinha das classes sociais mais baixas. CBASD, vol. 6, p. 979.
Generosidade. Neste versículo, denota-se a boa disposição de mente e coração que se manifesta em grande liberalidade. Refere-se não tanto ao que doaram, mas à atitude do coração, que é a base de toda verdadeira doação e que resulta em abnegação espontânea pelo bem-estar dos outros. CBASD, vol. 6, p. 979, 980.
3 Na medida de suas posses. No texto grego, os v. 3 a 6 constituem uma sentença, que explica melhor o tipo de liberalidade mencionada nos v. 1 e 2. Os macedônios doaram além da capacidade e dos meios. A tendência deles não era doar pouco, mas muito. Doavam espontaneamente, sem serem encorajados ou mesmo lembrados, como parecia ocorrer com os coríntios. Era suficiente que os macedônios soubessem da necessidade existente. Eles solicitaram o privilégio de poder compartilhar no ministério aos santos pobres de Jerusalém. O espírito deles exibia completa dedicação e abnegação para a obra do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 980.
A graça de participarem. Os macedônios consideravam a necessidade dos irmãos em Jerusalém como se fosse sua. Para os crentes que viviam na Macedónia, pertencer à grande família cristã significava ter uma causa comum com os companheiros cristãos em sacrifício, em compartilhar pobreza e auxiliar os outros. Até onde podiam e mais além, estavam prontos a ter todas as coisas, mesmo a pobreza, em comum (ver At 2:44; 4:32). Os recursos espirituais, morais, sociais e materiais estavam disponíveis aos outros, prontos para ser utilizados numa causa comum. Na verdade, eles consideravam um favor ser-lhes permitido agir dessa forma. CBASD, vol. 6, p. 980.
5 Como nós esperávamos. Melhor, eles excederam as expectativas de Paulo. Consideraram a coleta não como dever, mas como privilégio. CBASD, vol. 6, p. 980.
Deram-se. A doação dos macedônios vinha de corações gratos e devotos. Eles doavam a si mesmos, e as doações automaticamente os seguiam. Eles doavam a si mesmos nas doações (cf. Pv 23:26). O cristão que doa o coração a Deus nada quer de volta. … Aquele que se doa sem reservas não hesitará em também doar suas posses. CBASD, vol. 6, p. 980.
Vontade de Deus. Os macedônios permitiram que Deus lhes dirigisse a vida, e que a vontade de Deus fosse a deles. Era evidência de conversão completa. CBASD, vol. 6, p. 980.
7 Em tudo. Uma experiência cristã simétrica é um harmonioso desenvolvimento da vida e do serviço, das graças interiores e de sua expressão externa. Qualquer aspecto da vida cristã cultivado à custa de outros aspectos pode se tornar um defeito (ver 1Co 1:5). Os coríntios se distinguiam de tantos modos que seria inconsistente negligenciar a graça da caridade. CBASD, vol. 6, p. 980.
8 Não … na forma de mandamento. Ver 1Co 7:6, 12, 25. A coleta deveria ser concluída por livre escolha, não por uma exigência de Paulo. CBASD, vol. 6, p. 980.
Sinceridade do vosso amor. Ver com. 2Co 7:11, 16. Paulo n ã o duvidava da sinceridade dos coríntios, mas sabia que a coleta proveria a oportunidade ideal para revelar essa genuinidade. CBASD, vol. 6, p. 981.
9 Conheceis. Paulo declarou-lhes a graça de Cristo, e os coríntios a conheciam por experiência, como o grego evidencia, não apenas como um dogma. CBASD, vol. 6, p. 981.
Que … Se fez pobre. Do gr. ptocheuo, “ser [extremamente] pobre”, “ser um mendigo” (sobre a palavra pochos, o substantivo relacionado, ver com. de Mc 12:42). O tempo verbal utilizado neste versículo salienta a ação de se tornar “pobre”, a encarnação. Cristo Se esvaziou tão plenamente que nada reteve das riquezas que Lhe pertenciam. Ele tomou sobre Si a natureza humana e Se sujeitou às limitações da humanidade. Ele Se tornou pobre a ponto de não fazer nada de Si mesmo (Jo 5:19, 20; ver vol. 5, p. 1013, 1014). CBASD, vol. 6, p. 981.
Sendo rico. Uma alusão à pré-existência de Cristo (ver J o 17:5; ver com. de Fp 2:6, 7; ver Nota Adicional a João 1). Como Ele era criador e rei, o universo era Seu (Jo 1:1, 2; Cl 1:15-17), no entanto, Sua vida terrestre foi de extrema pobreza (Mt 8 : 2 0 ) . Suas riquezas consistiam da natureza e dos atributos da divindade, de milhões de mundos, da adoração e lealdade de multidões de anjos. CBASD, vol. 6, p. 981.
Para que … vos tornásseis ricos. Cristo veio para libertar os seres humanos da pobreza que resulta de buscar as falsas riquezas (ver T3, 401). Em Cristo e por meio de Cristo as pessoas conseguem discernir o verdadeiro valor das coisas, e recebem o privilégio de se tornarem “ricas” nEle, pois herdam todas as coisas (Mt 6:20; Rm 8:17, 32; 1Co 1:5; Ef 1:3-5, 10, 11, 18, 19; 2:6, 7; ver com. de Mt 6:33). CBASD, vol. 6, p. 981, 982.
10 Pois a vós outros. O conselho de Paulo era que os coríntios não deveriam procrastinar mais para completar o que iniciaram no ano anterior. Era desejável que não agissem dessa forma, para seu próprio bem. Procrastinar seria danoso à experiência cristã e os conduziria abertamente à crítica. Um voto a Deus não pode ser repudiado se envolver a integridade cristã (Ec 5:4-5). CBASD, vol. 6, p. 982.
Desde o ano passado. Aproximadamente um ano havia decorrido desde que os crentes coríntios empreenderam uma sincera tentativa para levantar fundos para a igreja de Jerusalém (2Co 9:2). Esse nobre projeto foi interrompido pela disputa e rixa ocasionadas pelos falsos apóstolos. Sendo que a maioria havia reafirmado lealdade a Paulo, o projeto podia ser retomado (ver com. de 2 Co 11:22). CBASD, vol. 6, p. 982.
11 Prontidão no querer. Uma mente disposta torna o pouco aceitável, no entanto, fazer menos do que s e é capaz de fazer é uma negação da boa vontade. Uma vontade generosa é boa, mas isolada, não é suficiente. A vontade deve ser incorporada às obras, para que nossos melhores desejos e energias prestem solidez e força ao caráter. E bom estimar a caridade, no entanto, o ideal deve encontrar expressão prática. Fé e amor, como ideais, nunca alimentarão o faminto ou vestirão o nu (Tg 2:14-20). “Prontidão” é uma disposição espontânea e uma atitude mental para servir a Deus e ao semelhante. Não há’ necessidade de ser encorajado ou direcionado “‘É pela importunação dos outros.CBASD, vol. 6, p. 982.
12 Boa vontade. É a boa vontade que determina a aceitabilidade do dom diante de Deus. Com Deus, a pergunta sempre é: Quanto o seu coração doa? Se o coração não doa nada, o que as mãos podem oferecer não tem valor diante de Deus. O Senhor não precisa de nosso cuidado nem de nosso dinheiro, e não é beneficiado com isso. Uma pessoa pode ter pouco ou nada “para doar, no entanto, um coração disposto é o que santifica o dom. … Não é a quantidade de talentos que uma pessoa possui, mas a devoção e a fidelidade com os quais ela os aprimora é que vale para Deus. CBASD, vol. 6, p. 982.
14 Haja igualdade. Paulo não se refere aqui à igualdade de propriedades ou bens, mas à proporcionalidade dos esforços. Na condição de prosperidade material, os coríntios tinham condições de fazer muito mais que os macedônios, na situação de escassez. (ver com. dos v. 1-5). CBASD, vol. 6, p. 982.
A falta daqueles. Chegaria o tempo em que os coríntios estariam em necessidade, e outros teriam que assumir uma grande parte do fardo. As Escrituras reconhecem o direito da propriedade privada e de que todas as contribuições sejam voluntárias, mas também condena o egoísmo e a cruel negligência dos pobres e necessitados. Se um cristão doa uma grande soma, isso não dispensa os demais da obrigação de contribuir com o puderem. Os que possuem menos bens terrenos não devem se isentar de fazer sua parte proporcional em auxiliar os outros (cf Ef 4:28; 2Ts 3:12). CBASD, vol. 6, p. 982, 983.
15 Muito colheu. Para ilustrar o princípio da proporcionalidade apresentado no v. 14, Paulo alude à colheita do maná no deserto (Êx 16:17, 18). Independentemente da quantidade colhida, cada pessoa tinha o suficiente para suas necessidades. O mesmo princípio deve operar na igreja cristã, não por uma intervenção miraculosa, mas por meio do exercício do espírito do amor pelos irmãos. É a vontade de Deus que cada um tenha uma porção das coisas materiais adequada às suas necessidades. Também é a vontade de Deus que aqueles que, devido à habilidade e oportunidade, colhem mais desses bens, não desfrutem, egoistamente sua superabundância, mas compartilhem com os necessitados (ver com. de L c 12:13-34). Eles são mordomos, não proprietários, dos b e n e f í c i o s terrestres que acumularam, e devem utilizá-los para o bem de seus companheiros (Sl 112:9; Mt 25:14-46). Assim, os males que resultam da superabundante riqueza e pobreza podem ser evitados, CBASD, vol. 6, p. 983.
16 A mesma solicitude. Em primeiro lugar, Paulo elogia a Tito para a igreja de Corinto, expressando gratidão pelo fato de que Tito também está dedicado à coleta. Eles podem contar com a dedicação integral de Tito para a realização da tarefa em questão. … A obra de caridade e filantropia no mundo é essencialmente cristã em sua origem e espírito. Tal espírito não se origina no coração humano, porque é naturalmente egoísta. … Os cristãos podem ser gratos a Deus pela igreja, que inspira seus membros a contribuir para suprir as necessidades de outros membros e também a ministrar às necessidades deles (Mt 20:26, 28). Tito oferece aos coríntios um verdadeiro favor, ao estimulá-los às obras generosas. Em vez de tentar evitar apelos para doar para a salvação e o bem-estar dos demais, os cristãos deveriam agradecer a Deus essas oportunidades. CBASD, vol. 6, p. 983.
17 Partiu. Paulo narra a partida iminente para Corinto, como se eleja tivesse partido, do ponto de vista dos coríntios que estariam lendo a carta. Esse modo de expressão grego característico indica que Tito foi o portador da segunda epístola. CBASD, vol. 6, p. 983.
18 O irmão. Paulo confiou a obra da coleta em Acaia a três homens, Tito e outros dois, cujos nomes não são apresentados. Os três contavam com a confiança das igrejas. Esse arranjo foi planejado para facilitar a coleta e para proteger a todos com relação à coleta, contra a suspeita de apropriação de fundos coletados para uso pessoal. Em vista de que uma minoria em Corinto ainda se opunha a Paulo, era melhor que ele não coletasse fundos pessoalmente. Uma soma considerável foi coletada, e um relatório completo foi devolvido às igrejas, mencionando a quantidade doada e a entrega em Jerusalém (ver v. 20, 21). Paulo sabia que seus oponentes encontrariam falhas nele, caso pudessem achá-las. O ministro do evangelho é aconselhado a ser criterioso com relação ao dinheiro (1Tm 3:3; 1Pe 5:2). CBASD, vol. 6, p. 983, 984.
19 Para a glória. A coleta proposta para os santos em Jerusalém levaria as pessoas a glorificar a Deus. Quem vivia em Jerusalém louvou a Deus porque o evangelho conduziu os gentios a ter interesse prático na condição de necessidade deles, e os gentios encontraram alegria ao ministrar às necessidades de seus companheiros cristãos.CBASD, vol. 6, p. 984.
20 Evitando, assim. Ou, “tomando precauções sobre isso”. Paulo tentou evitar qualquer justificativa para a acusação de que ele estava obtendo benefício pessoal do projeto. Estrita honestidade pode nem sempre ser suficiente nas questões financeiras, nas quais o mínimo descuido pode se tornar ocasião de crítica. O ministro cristão, especialmente, deve exercer cuidado escrupuloso ao lidar com questões financeiras (cf. 1Tm 3:3; 1Pe 5:2) .CBASD, vol. 6, p. 984.
21 Honestamente. Isto é, bom, admirável ou bonito, indicando o que é honorável. Neste versículo, denota a conduta de alguém que tem a excelência do amor e desfruta de uma boa reputação diante dos outros, alguém que é tido em alta estima por sua admirável conduta. Os cristãos não são chamados apenas para ser santos, honestos e puros, mas “também na vista dos homens” devem ser reconhecidos como possuindo a beleza da santidade, honestidade e pureza. O verdadeiro cristão deve exemplificar diante de Deus e dos homens um belo e atrativo modo de vida (Rm 12:17; Fp 4:8; I P e 2:12). CBASD, vol. 6, p. 984.
23 Glória de Cristo. Os três mensageiros de Paulo deveriam ser tratados com o máximo respeito como representantes pessoais de Cristo. A comissão deles redundará para a glória de Cristo. Paulo não poderia ter dado maior recomendação a esses homens.CBASD, vol. 6, p. 985.
24 Manifestai. Os coríntios eram uma exibição pública nessa questão da coleta. A honra deles como igreja estava em jogo. A única resposta adequada da parte deles seria de sincera cooperação com os mensageiros de Cristo e de generosidade para com os cristãos pobres na Judeia. Cada igreja é representante do reino de Deus e, assim, um espetáculo a anjos e seres humanos (lCo 4:9). Nenhum assunto deste reino foi confiado com os dons ou bênçãos de Deus apenas para uso pessoal, embora seja verdade que a experiência com Cristo ou as bênçãos materiais provêm da providência divina. CBASD, vol. 6, p. 985.
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II CORÍNTIOS 8 – A comunidade de crentes deve ser conhecida como “igreja do amor”. Cada motivação, decisão e ação de todo membro do corpo de Cristo devem ser baseadas constantemente no amor. Este amor é visível no desprendimento e generosidade no ajudar o próximo.
William MacDonald apresenta quatro tópicos em seu comentário deste capítulo:
1. Bons exemplos de contribuição generosa (vs. 1-9): Os macedônios, embora pobres, foram generosos em angariar recursos financeiros para a necessitada igreja de Jerusalém. Eles contribuíram voluntariamente acima da medida de suas posses. Só pode ajudar de verdade quem primeiro entrega-se a si mesmo. “As contribuições para a obra do Senhor só são valiosas quando provêm de pessoas que entregaram a própria vida a Deus” (Campbell Morgan). Jesus é exemplo maior de entrega. Paulo desejava que os coríntios e os crentes de todos os tempos fossem generosos.
2. Bons conselhos para concluir a coleta (vs. 10-11): Ter boas intenções, começar a contribuir, perseverar conforme a capacidade presente. Não esperar dias melhores para contribuir.
3. Três bons princípios para a contribuição generosa (vs. 12-15): 1. O coração orienta as mãos, o tamanho da generosidade revela o tamanho do amor; 2. O excesso de recursos de um supre a necessidade do outro a fim de promover a igualdade. Quem precisa um dia poderá ajudar àquele que agora o ajuda, caso este venha a ajudar; 3. Os recursos dados por Deus não devem ser acumulados, pois podem estragar ou arruinar a vida, principalmente a espiritual. Deus condena a mesquinharia, pois é, na verdade, o egoísmo.
4. Três irmãos idôneos para preparar a coleta (vs. 16-24): Paulo indicou Tito e mais dois irmãos de boa índole e zelosos do bem para lidar com o dinheiro arrecadado, a fim de precaver contra desconfianças e acusações. “A comunidade cristã deve realizar seus negócios de maneira que não dê motivos para suspeitar de nada contrário à probidade” (Campbell Morgan).
“Mostrem a eles do que vocês são feitos, demonstrando o amor de que tenho ouvido falar nas igrejas. Permitam que eles vejam por si mesmos”. Assim concluiu Paulo este capítulo à igreja de Corinto e a nós.
Uma grande lição que aprendemos o é que o tamanho de um presente não é tão importante quanto a prontidão do coração que o dá.
Sejamos generosos e amorosos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO II CORÍNTIOS 7 – Primeiro leia a Bíblia
II CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
II CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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542 palavras
1 Purifiquemo-nos. As pessoas são incapazes de se purificar, pois não há poder inerente ao ser humano para eliminar o pecado (Rm 7:22-24). O crente pode ser santificado apenas ao permitir que Deus trabalhe nele e por meio dele (Fp 2:12 e 13). O cristão deve utilizar os meios apontados por Deus para a purificação. Deus desperta a vontade para que as pessoas a exerçam. A armadura de Cristo está disponível para todos os cristãos, no entanto, eles têm a responsabilidade de vesti-la. O poder e a graça de Deus são ineficazes em alguém que tem vontade e mente passiva. Deus está com aquele que combate “o bom combate da fé”, e lhe concederá vitória. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 970.
2 Exploramos. Talvez os oponentes tenham acusado Paulo de negligência em relação à grande coleta que solicitou em favor dos pobres em todas as igrejas de Jerusalém. A recusa de alguns dos coríntios em abrir o coração a Paulo e aceitá-lo estava em evidente contraste com a livre associação deles com os falsos apóstolos. Se eles sentiam afeto por pessoas que praticavam o erro, a corrupção e a fraude, por que não deveriam sentir afeto por alguém que não havia feito nenhuma dessas coisas? CBASD, vol. 6, p. 972.
5 Fomos atribulados. Paulo retoma a narrativa da qual ele se desviou desde 2 Coríntios 2:13. Nenhuma igreja fundada por Paulo deu-lhe tantos motivos para aflição e sofrimento como a de Corinto. Muito desse sofrimento foi devido aos falsos apóstolos, que tinham seguido Paulo até Corinto e deliberadamente começaram a destruir sua obra, desacreditar seu apostolado e ridicularizar seu evangelho e sua pessoa. Eles criticavam seu caráter e o acusavam de mau uso do dinheiro, de covardia e falsidade e de usurpaçao de autoridade. Também tentaram impor certas exigências rituais aos conversos gentios, em contradição à posição da igreja. CBASD, vol. 6, p. 973.
Temores por dentro. Isto é, incerteza quanto a resolução das crises. Isso não significa que Paulo estivesse abatido pelo temor. CBASD, vol. 6, p. 973.
10 Tristeza segundo Deus. Isto é, do modo prescrito por Deus ou aceitável a Deus. Não é a tristeza por ser descoberto ou a antecipação de ser punido. É a genuína tristeza, arrependimento, separação do pecado e determinação para resistir, a partir dali, pela graça de Deus, à tentação que conduziu ao pecado. CBASD, vol. 6, p. 974.
12 Não foi por causa. Ao redigir a carta anterior, Paulo demonstrou grande preocupação pelo bom nome da igreja. Ele temia que os pagãos vissem o cristianismo com desprezo e que os judaizantes chamassem a atenção desse desavergonhado caso de incesto como resultado de seu ministério. Mas a igreja lidara com firmeza com o transgressor e ele se arrependera. Assim, o bom nome da igreja fora protegido, e a preocupação de Paulo se voltou para o bem-estar espiritual das pessoas envolvidas. CBASD, vol. 6, p. 976.
16 Confiarem vós. Ou, “coragem acerca de vós”. Este versículo é considerado por muitas autoridades como uma transição ou elo entre o que Paulo escreveu nos capítulos anteriores e o que vem a seguir. Essas palavras descartam todos os erros e mal-entendidos do passado e expressam verdadeira reconciliação. Ao mesmo tempo, oferecem uma introdução adequada ao assunto da grande coleta para os cristãos pobres da Judeia, que Paulo promove entre as igrejas gentílicas. CBASD, vol. 6, p. 977.
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II CORÍNTIOS 7 – Deus aspira nossa restauração, que resulta em nossa transformação de caráter. Por isso,
• Precisamos avivar-nos e reconciliarmo-nos com Deus, para que tornemos agentes de reconciliação no mundo, conforme termina o capítulo 5.
• Precisamos entender a aversão que devemos pela incredulidade, imoralidade, perversidade e motivados pelas promessas de Deus para purificarmo-nos “de toda impureza, tanto na carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus”. Desta forma, o final do capítulo 6 está ligado com a introdução do capítulo 7.
Nos versículos 2-4 nota-se amor, carinho, afeto e intimidade que Paulo ansiava ter com os crentes de Corinto. Ah! Se todo pastor tivesse esse perfil. Ah! Se todo líder espiritual tivesse o amor de Deus regendo cada uma de suas atitudes em relação aos frágeis filhos de Deus! Aprendamos com Paulo.
Os versículos seguintes são divididos da seguinte forma, conforme Paul Barnett, para auxiliar nossa compreensão.
Os efeitos da “carta severa”:
1. Alegria de Paulo pela chegada de Tito (vs. 5-7);
2. Alegria de Paulo pelo recebimento da carta (vs. 8-12);
3. Paulo confia nos crentes de Corinto (vs. 12-16).
A alegria de Paulo é notória nestes versículos. Pois, Deus o confortou em sua angústia e tribulações. Isso deixa claro que Deus jamais abandona ou rejeita Seus filhinhos. Paulo acabara de revelar suas fraquezas, ele era imperfeito como todo ser humano; todavia, Deus Lhe revelou Seu amor e consolou-o com a chegada de Tito, e com as notícias positivas resultantes de seu empenho em orientar os crentes de Corinto.
“Paulo encerra essa seção importante de sua carta com uma expressão de confiança na igreja: ‘Alegro-me porque em tudo posso confiar em vós’ (7:16). O sentimento de alegria do apóstolo (7:13-16) está intimamente ligado ao completo bem-estar daqueles com quem ele está amorosamente preocupado, seja seu cooperador (7:13-14) sejam os seus filhos espirituais (7:15-16)”, diz Hernandes Dias Lopes.
Reflita:
• A igreja deve cuidar de seus líderes e, os líderes devem cuidar dos membros da igreja.
• O arrependimento segundo Deus é positivo, mas o arrependimento do mundo é negativo.
• A santificação erradica atitudes e sentimentos impróprios e os substitui por atitudes e sentimentos nobres.
• O amor fraternal jamais deve esfriar na igreja de Cristo.
“Senhor, eleva-nos para viver o Teu ideal” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO II CORÍNTIOS 6 – Primeiro leia a Bíblia
II CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
II CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
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1400 palavras
1 Cooperadores com Ele. O princípio da cooperação é vital ao desempenho espiritual pessoal e ao sucesso no serviço cristão. Deus não dispensa o auxílio humano (DTN , 535). A capacidade humana para o bem depende da medida de sua cooperação com o divino (cf. Jo 5:19, 30; DTN, 297). Os ministros cristãos e os colaboradores não devem tentar trabalhar por sua própria força ou sabedoria, e Deus não os deixa entregues a si mesmos, à sua própria sorte, ou a seus próprios recursos. Essa cooperação entre Cristo e Seu s embaixadores deve ser íntima e contínua para que sejam “habilitados a realizar os feitos da Onipotência”(DTN , 827). Cristo é mais que um observador; é um companheiro ativo em tudo o que eles fizerem (Fp 2:12, 13; cf. Hb 1:14). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 960.
Recebais. Do gr. dechomai, neste versículo, “receber favoravelmente”, “aprovar”, “aceitar”. É possível concordar mentalmente com a graça de Deus e não ser beneficiado por ela. Cristo ilustrou essa verdade com as sementes que caíram em solo rochoso e entre espinhos (ver com. de Mt 13:5-7). Embora os coríntios tenham respondido às primeiras exortações de Paulo e tenham se reconciliado com Deus, isso não bastava. A obra da salvação deles, individualmente, ainda não estava completa. A vida cristã apenas se inicia quando os seres humanos são reconciliados com Deus e entram num novo relacionamento com Ele. É verdade que, no momento da reconciliação, eles estão numa situação segura. Permanecem justificados pela graça de Deus. No entanto, o evangelho de Cristo inclui muito mais que o perdão dos pecados passados; prevê também a transformação do caráter, cuja meta é uma vida em que o pecado não mais tome parte (ver com. de Rm 6:5-16; 2Co 1:22; 3:18). O recebimento inicial da graça de Deus, que justifica, deve ser seguido de um contínuo recebimento de graça, que produz santificação. CBASD, vol. 6, p. 960.
Em vão. Isto é, sem ter servido a qualquer propósito útil (cf. Is 55:10, 11). O importante é a maneira como o ser humano recebe a graça, e como continua a recebê-la (ver com. de Mt 13:23; At 2:41). A graça de Deus é recebida em vão: 1. Quando é negligenciada. … 2. Quando é pervertida ao usá-la como uma capa para o pecado (Rm 6:1, 15). … 3. Quando é adulterada com ideias e métodos humanos. … ; 4. Quando é recebida apenas pelo intelecto e não é levada para a vida. … CBASD, vol. 6, p. 960, 961.
2 Dia da salvação. Isto é, o tempo durante o qual se prolonga a luz da graça (ver Jo 12:35). CBASD, vol. 6, p. 961.
3 Escândalo. Literalmente, “uma ocasião para tropeço”. Paulo aspira a conduzir seu ministério (cf. v. 1) de modo que ninguém tenha desculpas para rejeitar a graça de Deus. CBASD, vol. 6, p. 961.
Ministério. Paulo … sofre, trabalha, estuda e ministra a palavra para não dar qualquer motivo para.escândalo (lCo 8:13; 10:32, 33; Fp 2:15; lTs 2:10; 5:22; cf. Mt 10:16). Ainda assim, houve vários em Corinto que se escandalizaram. Seria, talvez, impossível pregar e agir de modo que ninguém se escandalizasse. Para alguns, até mesmo a verdade e a santidade escandalizavam. As pessoas que ouviam Jesus se escandalizavam dEle (Jo 6:60 , 61, 66). Para outros, qualquer advertência contra o pecado ou o erro escandalizava. No entanto, para os verdadeiros cristãos, o embaixador do evangelho não escandalizará ao repreendê-los por manifestações de orgulho, irreverência, indiferença, hábitos ou práticas questionáveis, grosseria ou vulgaridade. … Tanto quanto possível, o ministro do evangelho deve ter “paz com todos os homens” (Rm 12:18), contudo, Jesus e Paulo despertaram inimizade por onde passaram. … Nenhum cristão teve mais inimigos que Cristo, e Seus discípulos foram acusados de ter “transtornado o mundo” (At 17:6). CBASD, vol. 6, p. 962
6 No Espírito Santo. O Espírito é o agente no cultivo de todas essas virtudes (Gl 5:22, 23). É possível exibir esses traços em certo grau, superficialmente, independente do Espírito Santo, mas nunca em sua plenitude. CBASD, vol. 6, p. 963.
Amor. Do gr. agape (ver com. de Mt 5:43 , 44). A característica culminante do ministro do evangelho é este principal fruto do Espírito (ver com. de lCo 13; sobre a expressão “amor não fingido”, ver com. de Rm 12:9). Sem essa qualidade, o embaixador de Cristo se torna rígido, autocomplacente e censurador. Pureza e poder são inalcançáveis sem amor. CBASD, vol. 6, p. 963.
11 Ó coríntios. Apenas neste versículo, nas duas cartas, Paulo se dirige aos coríntios especificamente. Paulo apela que retribuam seu amor e o tratem como ele os trata. CBASD, vol. 6, p. 965.
13 Como justa retribuição. Paulo considera os crentes coríntios como filhos espirituais (1Co 4:14, 15) e, como pai espiritual, ele derramou sobre eles a plenitude do amor paternal. Em contrapartida, o apóstolo anseia o amor dos coríntios. CBASD, vol. 6, p. 966.
14 Jugo desigual.A diferença em ideais e conduta entre cristãos e não cristãos é tão: grande que, ao entrar em qualquer relacionamento (casamento, negócios, etc), os cristãos são confrontados com situações em que têm de abandonar princípios ou enfrentar dificuldades. Entrar em tal união é desobedecer a Deus e negociar com o diabo. A separação do pecado e dos pecadores é apresentada em todas as Escrituras (Lv 20:24; Nm 6:3; Hb 7:26; etc). Nenhum outro princípio tem sido mais rigorosamente ordenado por Deus. Por toda a história do povo de Deus, a violação desse princípio tem, inevitavelmente, resultado em desastre espiritual. CBASD, vol. 6, p. 966.
Com os incrédulos. Para os que não aceitam Cristo como salvador, nem Seus ensinos, como padrão de crença e conduta, os ideais, princípios e a prática do cristianismo são loucura (1Co 1:18). Em razão de sua perspectiva da vida, os descrentes normalmente acham difícil tolerar um padrão de conduta que tende a restringir seu modo de viver, ou que indique que seus conceitos e práticas são maus ou inferiores. Paulo não proíbe toda a associação com descrentes, mas apenas a associação que teria a tendência de diminuir o amor do cristão por Deus, adulterar a pureza de sua perspectiva de vida ou levá-lo a se desviar de seu padrão de conduta. Os cristãos não devem se esquivar de seus parentes e amigos, mas se associar com eles como exemplos vivos do cristianismo posto em prática e, assim, ganhá-los para Cristo (1Co 5:9, 10; 7:12; 10:27). … Quando se trata de um relacionamento de vinculação como o casamento, o cristão que verdadeiramente ama o Senhor de modo algum se unirá a um descrente, mesmo na piedosa ou louvável esperança de conquistá-lo para Cristo. Quase sem exceção, o desapontamento é o resultado de uma ação contrária ao sábio conselho apresentado pelo apóstolo neste versículo. Aqueles que escolherem prestar atenção a esse conselho poderão esperar, de modo especial, desfrutar o favor divino e descobrirão que Deus tem algo reservado para eles, que ultrapassa, em muito, quaisquer planos humanos. CBASD, vol. 6, p. 966, 967.
Que sociedade. Toda união em que o caráter, as crenças e os interesses do cristão perdem algo de sua distinção e integridade, é proibida. O cristão não pode se dar ao luxo de entrar em uma ligação que exija concessões. CBASD, vol. 6, p. 967.
15 Maligno. Neste versículo, a palavra é uma personificação para Satanás, representando a inutilidade e o vazio das coisas por meio das quais ele tenta atrair e seduzir as pessoas ao pecado. … Por trás de tudo o que é mau e desprezível estão as forças sobrenaturais das trevas, conduzidas por Satanás. Todo o mundo está alinhado atrás de um ou outro líder (1Pe 5:8-9; Ap 12:11). CBASD, vol. 6, p. 967.
16 Ligação. Ou “concordar”, “consentir” (Lc 23:51). Não pode haver aliança entre Cristo e Satanás, entre o verdadeiro Deus e os falsos deuses, entre o cristianismo e o paganismo. Paulo declara que uma aliança entre crentes e descrentes é igualmente inconcebível. CBASD, vol. 6, p. 967.
17 Por isso, retirai-vos. A referência histórica é a retirada dos israelitas cativos da antiga Babilônia, que Paulo menciona neste versículo como uma ilustração da separação do povo de Deus do mundo e da Babilônia espiritual (ver com. de Ap 18:4). Após retornarem do cativeiro, os judeus foram encarregados de não levar qualquer coisa que tivesse relação com a idolatria pagã. De modo semelhante, o Israel espiritual é ordenado a “não tocar na s coisas impuras” (ver com. de Is 52:11, 12). CBASD, vol. 6, p. 968.
18 Filhos e filhas.Em consequência da fé dos crentes em Cristo, a operação sobrenatural do Espírito de Deus gera nova vida espiritual, que torna o ser humano um filho de Deus. Esse relacionamento Pai-filho é tão real e vital como o relacionamento humano utilizado para ilustrá-lo. Na vida de Jesus como o Filho de Deus, temos um perfeito exemplo do relacionamento que é nosso privilégio ter como filhos do Pai celestial (ver com. de Lc 2:49; Jo 1:14; 4:34; 8:29). A chave para esse relacionamento é o amor, e seu resultado é confiança e obediência. CBASD, vol. 6, p. 968.
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II CORÍNTIOS 6 – Paulo está escrevendo a cristãos, não a pagãos. Mesmo os cristãos precisam renovar seu compromisso com Deus. Devem ter disposição para a reconciliação. Por isso, é possível perguntar: Hoje, você já renovou teu compromisso com Deus?
Paulo fala sobre relacionamento aos cristãos de Corinto nos 13 primeiros versículos deste capítulo:
• Relacionamento com Deus.
• Relacionamento com ele, Paulo;
• Relacionamento com seus companheiros, de Paulo.
Há um apelo inicial para atender à graça de Deus, e um apelo final onde Paulo convida os crentes a abrir o coração e ele.
“Entre esses dois apelos, Paulo defende seu ministério. Ele novamente afirma que as agruras por que passou são uma insígnia de honra. Nessas aflições, Paulo e sua equipe exemplificaram, pelo poder de Deus, as grandes virtudes cristãs [vs. 6-7]. Eles serviram coerentemente através das mutáveis marés da opinião pública e do tratamento injusto [vs. 8-10]. Entre as contradições de seu ministério, mencionadas por Paulo, está a de que ele e seus auxiliares são desconhecidos, e, ao mesmo tempo, conhecidos [v. 9]. Eles não conquistaram grande reputação entre os homens. Mas à vista de Deus, são bem conhecidos” (John McVay).
Escrevendo a cristãos, esta carta visa o discipulado, que acompanha a conversão. E, o capítulo em questão tem muito a ser considerado (vs. 14-18):
1. O chamado ao discipulado é um chamado a ser separado:
• Separar-se significa renunciar a velha vida, filosofias anti-bíblicas, familiares e posses.
• É preciso separar-se porque associação requer compromisso com quem não quer compromisso com Deus.
• É necessário separar-se porque cristãos tornam-se santuários do Deus vivente.
Este tema abrange desde sociedade comercial até relacionamento conjugal. “O casamento entre cristãos e descrentes é proibido porque: (1) O matrimônio não ocorre entre dois indivíduos, mas também entre duas comunidades (v. 15-16); (2) A igreja é o templo santo de Deus (v. 16); e (3) por ser morada de Deus, a igreja deve manter uma clara separação do mundo em termos de constituição do caráter” (Bíblia Andrews).
2. O discipulado precisa de promessas divinas para manter os crentes motivados:
a) “Habitarei e andarei entre eles; serei o Seu Deus, e eles serão o meu povo” (v. 16).
b) “Serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas” (v. 18).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.