Reavivados por Sua Palavra


II CORÍNTIOS 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
6 de outubro de 2021, 0:40
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II CORÍNTIOS 12 – Paulo mostra como agir amoravelmente com pessoas difíceis de lidar. A paciência é um dom que o ministro cristão deve pedir a Deus para ser coerente com o poder do evangelho.

Satanás incomoda demasiadamente. Apenas quando estamos envolvidos no amor de Cristo e confiando que Deus sabe o que é melhor para nós, é possível ter prazer em meio aos dissabores da vida, alegria em meio às fraquezas, satisfação frente à perseguição e oposição dos de fora e também dos de dentro.

O capítulo apresenta os seguintes tópicos:
1. Ter privilégios espirituais ou visões excepcionais não garantem que a pessoa será blindada frente aos infortúnios e obstáculos apresentados por Satanás (vs. 1-6).
2. Ser profeta ou apóstolo não é garantia de que a vida será pacífica, calma e isenta de problemas. Nem sempre nossas orações serão respondidas como queremos ou mais do que almejamos; entretanto, sempre será como Deus intenciona, visando o aperfeiçoamento de Seus servos (v. 7).
3. A desgraça vivida pela humanidade só pode ser curada com a graça de Deus que alivia a dor e dá suporte para enfrentar o que não foi aliviado. Na fraqueza, precisamos aprender a depender da força divina; nas nossas limitações, devemos confiar no Deus Todo-poderoso (vs. 8-10).
• Quando Deus é prioridade, nada mais importa para Seus servos, senão Sua bendita vontade.
4. Deslealdade, ingratidão e irresponsabilidade dos membros da igreja não devem desmotivar aos ministros de Deus; apesar da indiferença e indisposição dos cristãos que vivem a infantilidade espiritual, os ministros devem, como Paulo, agir com amor e tolerância (vs. 11-21).

Ser ministro não é fácil. Pois, enfrenta problemas de todos os lados o tempo todo. A pressão é grande, mas Deus é maior. Sendo assim, reflita:
• O ministério não é para os fortes, mas para os fracos que dependem da força de Deus.
• Também não é para os perfeitos, mas para que aqueles que, como Paulo, dependem da graça de Deus frente aos espinhos que são agentes satânicos causadores de dores e limitações.
• O ministério pastoral é uma função especial numa sociedade mergulhada no lamaçal do pecado, visando à transformação radical de quem se torna cristão.

Precisamos aprender aceitar a seguinte resposta de Deus para nossas súplicas: “Minha graça te basta!” – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
5 de outubro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO II CORÍNTIOS 11 – Primeiro leia a Bíblia

II CORÍNTIOS 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

II CORÍNTIOS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORÍNTIOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
5 de outubro de 2021, 0:50
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1593 palavras

1 Rogo. Os oponentes de Paulo eram arrogantes, obstinados e orgulhosos. Interpretaram erroneamente sua mansidão como fraqueza, sua gentileza como covardia. Estavam além do alcance de apelos conciliatórios e de exortação amável, como nos cap. 1 a 7. O único modo de atingir a autossuficiência deles era por meio de reprovação, denúncia e exposição, encontradas nos cap. 10 a 13. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 992.

2 Rogo. Paulo deseja ser poupado da necessidade de uma mostra decisiva de sua autoridade, que os embaraçaria e humilharia. Paulo roga para que não chegasse a tal ponto. E característica do espírito de amor evitar infligir dor ou humilhação. Esforço paciente, sincero e discreto de fazer as coisas certas no espírito do companheirismo cristão é sempre preferível à demonstração pública de autoridade e administração de disciplina. CBASD, vol. 6, p. 993

Ousado. Isto é, em lidar com os problemas de Corinto. Neste versículo, Paulo não faz uma ostentação vã. … Ele não teria receio de ninguém, nem hesitação para agir. Lidaria com eles ousadamente (2Co 11:21), a menos que uma mudança na atitude deles tornasse desnecessário que agisse dessa forma. A decisão era dos judaizantes. Paulo estava preparado para confrontar seus críticos e lidar com eles de modo eficaz. CBASD, vol. 6, p. 993, 994.

Mundano proceder. Referência à pessoa não regenerada, ao aspecto carnal, natural e mundano da pessoa não influenciada pelo Espírito Santo (ver com. de Rm 7:24; cf. com. de 1Co 9:27). CBASD, vol. 6, p. 994.

3. Andando na carne. Isto é, vive neste mundo como um ser humano. CBASD, vol. 6, p. 994.

Militamos segundo a carne. Apesar de viver entre pessoas que recorrem a métodos mundanos, Paulo não condescende com tais métodos (ver Jo 17:11, 14). A pessoa convertida possui uma natureza nova e diferente e é motivada pelo amor de Cristo e do Espírito de Deus, em harmonia com os ideais divinos (Jo 3:3, 5; Rm 8:5-14; 1Co 2:12-16; 2Co 5:14). CBASD, vol. 6, p. 994.

4 Armas da nossa milícia … poderosas em Deus. As armas do cristão são fabricadas no arsenal celestial e estão disponíveis por meio do ministério dos anjos (2Co 1:12; Ef 6:10-20; cf. DTN, 827) . Incluem a verdade como apresentada na Palavra de Deus (Hb 4:12) e o poder partilhado por Cristo e pelo Espírito Santo (1Co 2:4). Deus convoca as pessoas para o conflito, equipa-as para a batalha e lhes assegura a vitória. Ele supre o ser humano com todo o poder (2Co 2:14). CBASD, vol. 6, p. 994.

Fortalezas. A linguagem figurada dos v. 4 e 5 pode ter sido sugerida à mente de Paulo pelos piratas que infestavam a costa marítima nas proximidades de Tarso antes de ser expulsos dos mares pelas galés romanas, uma geração antes de seu nascimento. Esses saqueadores do mar atacavam de várias cavernas ocultas ria costa, invadiam navios que comercializavam nos portos próximos e então se retiravam com o espólio. Finalmente, o general romano Pompeu conduziu uma campanha contra eles, n a qual destruiu mais de 100 “fortalezas” piratas e fez mais de 10 mil prisioneiros. CBASD, vol. 6, p. 995.

Sofismas. Do gr. logismous, “raciocínios”, “pensamentos” (ver Rm 2:3, 15). Paulo se refere às teorias humanas em contraste com a verdade revelada. Não há nada mais autodestrutivo que o raciocínio especulativo de pessoas envaidecidas que têm ousada confiança na sabedoria pessoal e nada além de desprezo para com Deus e Sua Palavra. CBASD, vol. 6, p. 995.

5 O conhecimento de Deus. A exaltação da sabedoria humana está em oposição ao conhecimento espiritual e superior que Deus transmite (Jo 17:8; At 17:23; 1Co 1:24; 2:10; Cl 1:9). O deus do filósofo é criado pelo processo do pensamento individual. O Deus do cristão é o Deus da revelação divina. Um é subjetivo, o outro é objetivo. CBASD, vol. 6, p. 995.

Obediência de Cristo. A principal razão pela qual o evangelho não progride mais no mundo e na vida das pessoas é a indisposição para tornar Cristo verdadeiramente Senhor da vida, e aceitar a autoridade de toda a palavra de Deus. CBASD, vol. 6, p. 996.

6 Punir. Paulo está pronto a exercer a autoridade apostólica para disciplinar e punir o grupo rebelde na igreja de Corinto. Até então ele se conteve porque a questão ainda não estava clara e muitos poderiam ser levados a tomar uma decisão errada. Naquele momento, porém, o assunto estava claro, e a maioria havia tomado posição ao lado de Paulo contra a minoria resistente. CBASD, vol. 6, p. 996

7 Que é de Cristo. Isto é, reivindica ser um representante de Cristo devidamente designado. CBASD, vol. 6, p. 996.

8 Não me envergonharei. Os falsos apóstolos em Corinto se propuseram a envergonhar Paulo, ao ridicularizá-lo como apóstolo e ao diminuir o evangelho dele. Paulo declara que seu propósito em se gloriar de sua “autoridade” como apóstolo é em defesa de seu apostolado e de seu evangelho. Ele não tem motivos ocultos. CBASD, vol. 6, p. 997.

9 Cartas. Paulo já havia escrito pelo menos duas cartas aos coríntios, possivelmente mais (ver com. de 2Co 2:3, 4; cf. p 903, 904). Utilizando o plural, “cartas”, Paulo inclui a carta perdida mencionada . em I Coríntios 5:9. CBASD, vol. 6, p. 997.

10 Graves e fortes. Paulo cita as palavras dos críticos. Até mesmo seus inimigos admitiram que ele escrevia bem, e o tempo confirmou a opinião deles. Mal sabiam que as cartas de Paulo eram inspiradas e que constituiriam uma grande parte do que se tornaria o Novo Testamento, a base da teologia cristã. Em suas cartas abundam irresistíveis argumentos para a fé. Estão repletas do poder do Espírito Santo manifestado na severa reprovação, na mansidão e no amor cristão, na exaltação de Cristo como redentor, nos apelos aos homens e mulheres perdidos para que aceitem o caminho para a salvação, na inspiração para o companheirismo com Cristo e no testemunho da conversão pessoal e da experiência cristã. CBASD, vol. 6, p. 997.

10 Presença. Do gr. parousia (ver com. de Mt 24:3). Esta é a única referência no NT à aparência pessoal de algum dos apóstolos (cf. 1Co 2:3, 4; 2Co 12:7-10; Gl 4:13, 14). Os escritores antes do 4º século declararam que Paulo era de estatura baixa, curvado, possivelmente devido aos constantes castigos físicos (2Co 11:24, 25), calvo e tinha as coxas tortas, no entanto, era cheio de graça e tinha olhos cativantes de amor, nobreza e zelo por Cristo (ver Atos de Paulo e Tecla 1:7). … Em 2 Coríntios 10:1, Paulo reafirma que sua aparência pessoal não impressionava. O nível ao qual seus oponentes em Corinto se rebaixaram para ridicularizar sua fraqueza física, e talvez uma leve deformidade, revela o caráter desprezível deles. CBASD, vol. 6, p. 997.

Desprezível. Esta acusação parece ter sido um exagero ofensivo, se não uma completa calúnia. Paulo era um excelente orador (At 14:12; cf. 2 C o 24:1-21). E verdade que, depois da experiência em Atenas, Paulo evitou a retórica e a oratória que deleitava os gregos (ver 1Co 2:2). Ele recusou utilizar esses meios para atrair pessoas a Cristo. Nada deve ser permitido que possa diminuir a clareza e a força do evangelho (1Co 2:4, 5). CBASD, vol. 6, p. 997.

12 Louvam a si mesmos. Os coríntios faladores eram membros, aparentemente do que.pode ser chamado de uma sociedade de admiração mútua. Cada pessoa se eleva em seu próprio padrão de excelência e louva outros membros da sociedade para propagar os interesses pessoais e das pessoas que pertencem ao seu grupo. Elevando as próprias virtudes como um padrão de comparação, elas se tornam seu próprio ideal. CBASD, vol. 6, p. 998.

Revelam insensatez. E o auge do orgulho para um pecador se considerar perfeito ou quase perfeito (Rm 7:18; lJo 1:10). Um senso da própria imperfeição é a primeira exigência do Céu a todos que serão aceitos como filhos e filhas de Deus (ver com. de Mt 5:3). CBASD, vol. 6, p. 998.

15 Engrandecidos entre vós. Paulo procurava inspirar as igrejas com seu zelo missionário. Ele iniciava a obra nas grandes cidades e deixava a essas igrejas localizadas estrategicamente a responsabilidade de evangelizar o distrito ao qual pertenciam. Esse método de evangelismo se provou eficiente, pois muitas das grandes igrejas centrais originavam outras igrejas dentro de seus distritos. Da igreja de Laodiceia, por exemplo, diz-se que foram fundadas outras 16 igrejas na circunvizinhança. É privilégio de cada igreja enviar seus membros ao campo missionário, por Cristo. CBASD, vol. 6, p. 999, 1000.

16 Além das vossas fronteiras. A única indicação das regiões que.Paulo tinha em mente está em Romanos 15:19 a 24: Ilírico, Itália e Espanha. Fica evidente que já havia cristãos em Roma e que a igreja existia ali (Rm 1:7-13), sem o benefício dos trabalhos apostólicos. CBASD, vol. 6, p. 1000.

Campo alheio. Isto é, a região de trabalho pertencente a alguém mais. Em circunstância alguma Paulo violou o território alheio, tomando crédito pelos trabalhos de outros, como faziam os falsos apóstolos em Corinto. CBASD, vol. 6, p. 1000.

17 Glorie-se no Senhor. Em vez de se vangloriar. O v. 17 é uma citação de Jeremias 9:24 (ver com. ali). O crédito pelo sucesso, seja na experiência cristã pessoal ou no ministério em prol dos outros, pertence a Deus. Atribuir a si mesmo honra pelo sucesso é desonrar a Deus, por desviar a atenção das pessoas de Deus e concentrá-la no instrumento humano, exaltando a pessoa acima de Deus (ver Sl 115:1; 1Co 1:31; 10:12; 15:10; 2Co 12:5; Gl 2:20; 6:14; ver com. de 1Co 1:31). Aqueles que se tornam satisfeitos consigo mesmos estão longe do ideal cristão (Fp 3:12-14). Os que mantêm, constante relacionamento com Cristo nunca têm uma opinião exaltada de si mesmos (ver GC, 64). CBASD, vol. 6, p. 1000.

18 O Senhor louva. Alcançar uma posição de liderança desperta a tentação de aceitar a aclamação humana e de se orgulhar de conquistas pessoais. O próximo passo é o desejo de exercer autoridade arbitrária sobre os outros. Para o cristão, no entanto, a única aprovação desejável é a divina (ver Rm 2:29; 1Co 3:13, 14; 4:1-6). Receberão a aprovação de Deus apenas os que suportam esse teste e triunfam sobre a presunção, o orgulho e a exaltação própria. O autoelogio dos falsos apóstolos de Corinto, que, na verdade, não tiveram sucesso, deixou claro que eles não tinham a aprovação de Deus. CBASD, vol. 6, p. 1000.



II CORINTIOS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
5 de outubro de 2021, 0:50
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1 Minha loucura. Os críticos de Paulo fizeram parecer que o apóstolo era um insensato, então, como “insensato”, ele se gloria de suas “fraquezas” (2Co 11:30). Paulo também fala, apologeticamente, de sua glória como “loucura”. Gloriar-se como os críticos de Paulo “faziam era, para ele, a mais grave loucura, uma glória que ele considerava incompatível com sua humildade, dignidade e responsabilidade apostólicas. Tal glória era oposta ao espírito de Cristo. Paulo se sentia ridículo em ser colocado numa posição na qual, para defender sua autoridade apostólica, parecia necessário fazer o que seria considerado autoglorificação. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1002.

8 Salário. Paulo não afirma que tomou algo da igreja de Filipos de modo desonesto. As doações que havia recebido foram feitas voluntariamente e representavam um sacrifício real por parte dos doadores. Essas doações possibilitaram que ele devotasse mais de seu tempo a Corinto, para estabelecer a igreja ali. De certo modo, os coríntios foram beneficiados pelos macedônios; a pregação do evangelho nada custou aos coríntios, pois Paulo era sustentado por outras pessoas (2Co 11:9). CBASD, vol. 6, p. 1006.

13 Falsos apóstolos. Eram, nominalmente, judeus cristãos e alegavam ser apóstolos de Cristo. Eles se uniram à igreja cristã, no entanto eram impostores, meros pretendentes que haviam usurpado a autoridade, os direitos, ofícios e privilégios dos verdadeiros apóstolos de Cristo. Na ausência de credenciais genuínas, recorreram a disfarce e subterfúgio. CBASD, vol. 6, p. 1007.

17  Não o falo segundo o Senhor. Paulo nega que o que está prestes a dizer seja por ordem divina. Ele fala apenas em defesa própria. Caso ele não tivesse deixado claro esse ponto, ele poderia parecer ter justificado a jactância de seus inimigos. A razão de Paulo para se gloriar seria claramente compreendida. De um ponto de vista exterior, talvez a autodefesa de Paulo pode parecer tola, o que ele mesmo reconhece. No entanto, do ponto de vista de seus motivos, está plenamente justificado em agir assim. CBASD, vol. 6, p. 1008.

23 São ministros […]? Professando ser judeus conversos, alegavam ser porta-vozes de Cristo. Paulo negava essa afirmação. Como judeu, Paulo era igual a eles. No entanto, quanto ao relacionamento com Cristo (que é o teste fundamental em qualquer tempo), Paulo afirmava ser melhor do que os falsos apóstolos, o que se confirma pela própria autoavaliação deles. Como evidência, Paulo salienta as obras que de longe ultrapassam as deles, quanto a abnegação, a extensão e os resultados. Eles procuravam usurpar os frutos das obras de Paulo. CBASD, vol. 6, p. 1011.

32 Aretas. Registros históricos revelam que a Síria, incluindo Damasco, tinha sido uma província romana desde aproximadamente 64 a.C, antes de estar sujeita aos nabateus. Não se sabe como Aretas IV, um rei independente de Nabateia, que reinou de 9 a.C. a 39 d.C. (ver, vol. 5, mapa, p. 26, 51, 52), estaria no controle de Damasco na época à qual Paulo se refere. E possível que o imperador tenha designado a cidade a Aretas na época para assegurar amizade, ou por outras razões políticas desconhecidas. Aretas dificilmente a teria tomado à força dos romanos. CBASD, vol. 6, p. 1013.

Para me prender. Isto é, por influência dos judeus. CBASD, vol. 6, p. 1014.

by tatianawernenburg



II CORÍNTIOS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
5 de outubro de 2021, 0:40
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II CORÍNTIOS 11 – Esta breve carta de Paulo aos coríntios deve ser profusamente estudada. Dentro da Bíblia, “é um dos livros mais ricos para o obreiro entender como vencer apesar das dificuldades inerentes à obra de pregação” (Álvaro César Pestana).

Pestana sintetiza os claros objetivos desta carta, os quais facilitam a nossa compreensão a fim de extrairmos lições que nos enriquecem espiritualmente: Esta carta visa…
• …Consolar os corintos depois da crise e do sofrimento que tiveram que passar até tomarem a correta postura diante do evangelho e de Paulo, seu mensageiro (1:3-11);
• …Explicar as mudanças de planos de Paulo. Ele não estava agindo humanamente apenas, mas cuidando do bem-estar espiritual da igreja (1:12-2:4);
• …Explicar o ministério cristão aos corintos, para que eles pudessem entender no que consiste o bom obreiro do evangelho. Sucesso não é ausência de oposição, mas sim sofrer por fidelidade a Cristo e ao trabalho (2:14-7:16);
• …Dar mais instruções sobre as ofertas para a Judeia (8-9);
• …Reprimir um novo assalto à autoridade apostólica de Paulo, levada a efeito por uma minoria ou por alguns de fora que estavam se infiltrando em Corinto (10-13).

No capítulo em análise, alguns pontos sobressaem e, devemos aplicá-los a nossa existência:
• Apostasia dos crentes deve acender a luz da preocupação espiritual e revelar um pastoral ciúme santo pela igreja de Cristo (vs. 1-6);
• Opositores do evangelho verdadeiro condenam com suas críticas infundadas aos que são enviados de Deus e O servem sinceramente; é preciso ter discernimento espiritual e percepção consagrada para perceber quem é verdadeiro servo de Deus dentre os falsos (vs. 7-21);
• Ternura e amor pastoral podem ser considerados atitudes fracas e frouxidão pelos duros e firmes opositores; quando, na verdade, Paulo disse que a fraqueza caracteriza um pregador autêntico. Para isso, Paulo mostra que a fraqueza produz sofrimento, pois os verdadeiros servos de Deus sofrem neste mundo (vs. 21-29);
• A fraqueza no fugir em um cesto foi uma experiência particular que Paulo usou para revelar no que realmente consistia sua glória, a qual não era riqueza, esperteza, status, fama ou grandeza (vs. 30-33).

Se você quer viver e pregar o puro evangelho bíblico, é preciso praticar a resiliência, pois críticas e oposições virão de todos os lados. Mas, com Deus, tudo é possível! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
4 de outubro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO II CORÍNTIOS 10 – Primeiro leia a Bíblia

II CORÍNTIOS 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

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II CORÍNTIOS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
4 de outubro de 2021, 0:40
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II CORÍNTIOS 10 – Esta segunda carta de Paulo aos coríntios “é a epístola mais pessoal e pastoral do apóstolo”. Ela “contém mais dados autobiográficos que qualquer outro texto de Paulo” (David S. Dockery).

A seguir, observe a história do apóstolo relacionada a Corinto com suas cartas, conforme sintetiza Álvaro César Pestana:
• Início da obra em Corinto (Atos 18:1-8);
• A carta “anterior” escrita provavelmente de Éfeso (I Coríntios 5:9) [esta carta não foi preservada até hoje];
• Visitantes de Corinto vêm ao encontro de Paulo em Éfeso (I Coríntios 1:11; etc.);
• Uma carta dos coríntios é trazida até Paulo (I Coríntios 7:1);
• Redação e envio de I Coríntios [esta é nossa I Coríntios];
• Envio de Timóteo a Corinto, provavelmente levando a carta de I Coríntios (I Coríntios 4:17; 16:10-11);
• Timóteo ou outros retornam de Corinto com más notícias sobre a igreja;
• Segunda visita de Paulo (visita triste – os problemas aumentaram) (II Coríntios 1:15-16; 2:1-2) [visita não citada pelo livro de Atos];
• Paulo, de volta a Éfeso, escreve a carta severa (II Coríntios 7:8, 12; 2:3-4);
• Envio de Tito a Corinto, portando a carta severa;
• Paulo vai a Macedônia, via Trôade, para esperar Tito, mas acaba indo direto para Macedônia (II Corínitios 2:12-13; 7:5-6);
• Paulo encontra Tito na Macedônia: Escreve e envia II Coríntios [esta é nossa II Coríntios].

Provavelmente foram quatro cartas escritas por Paulo aos crentes de Corinto. Apenas duas foram preservadas. As quatro foram inspiradas, mas o Espírito Santo não preservou duas delas na Bíblia porque não acrescentariam nada ao que temos, ou porque eram específicas aos crentes de Corinto – ou por outras razões que só Deus conhece.

No capítulo em análise, Paulo apresenta seu testemunho, não para gloriar-se, mas para glorificar a Deus. Ele se defende (10:1-6) e alerta contra os intrusos que deturpam o evangelho (vs. 12-18). No miolo do capítulo, Paulo reprova a atitude dos que o criticam (vs. 7-11). Assim sendo, Paulo apresenta sua autoridade (vs. 1-11), sua esfera de atuação e satisfação (vs. 12-18), tendo intenção de preparar os crentes para sua iminente visitação.

No ministério…
• …mais do que saber que existem falsos evangélicos, é preciso precaver os crentes quanto aos hipócritas e saber lidar com eles.
• …é necessário buscar a aprovação de Deus, não a dos homens.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



II CORÍNTIOS 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO
3 de outubro de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO II CORÍNTIOS 9 – Primeiro leia a Bíblia

II CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

II CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
3 de outubro de 2021, 0:50
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557 palavras

1 É desnecessário. A linha de pensamento iniciada em 2 Coríntios 8:1 continua ininterrupta. No cap. 9, Paulo acrescenta á exortação concernente à coleta para os pobres em Jerusalém. Para que os coríntios não pensassem que Paulo insistia desnecessariamente no assunto, ele explica o motivo porque escreve amplamente a esse respeito. Os planos deles no ano anterior foram interrompidos pela dissenção e o espírito partidário que se ergueram entre os membros em Corinto. Entretanto, a fim de encorajar as igrejas da Macedônia a responder de um modo similar, Paulo salientou a prontidão original dos coríntios em participar no projeto. A menos que os crentes em Corinto completassem a coleta sem demora adicional, pareceria aos macedônios que a vanglória de Paulo acerca dos coríntios era infundada. Este versículo é uma forma sutil e cortês de expressar confiança na prontidão para continuar a coleta e de inspirá-los a fazer o mesmo, vindicando a confiança de Paulo neles. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 986.

4 Confiança. A base para a glória de Paulo estaria plenamente despedaçada, caso os coríntios estivessem despreparados quando ele chegasse. CBASD, vol. 6, p. 987.

6 Aquele que semeia. Na Bíblia, a imagem de semear e colher é bem conhecida. A relação entre semear e colher é natural e justa. Essa imagem está em plena harmonia com os princípios do governo de Deus. Um bom agricultor não semeia de forma relutante ou parcimoniosa, mas com alegria e abundância, conhecendo o relacionamento entre semeadura e colheita. CBASD, vol. 6, p. 988.

7 Proposto no coração. Isto denota uma decisão bem pensada. A benevolência cristã desenvolve escolha deliberada. Uma considerável quantia é doada no impulso do momento, sem o pensamento cuidadoso que acrescenta à doação o coração do doador. Não é assim com o grande dom do amor de Deus. Unicamente o que vem de um espontâneo desejo do coração é aceitável a Deus (Mt 6:2-4). CBASD, vol. 6, p. 988.

10 Dá semente. Paulo novamente cita a LXX (Is 55:10), utilizando uma analogia entre a agricultura e o mundo espiritual. Assim como Deus precisa de agricultores que semeiem abundantemente, assim Ele fará com as pessoas que semeiam sementes de caridade e benevolência. A lei da semeadura e da colheita no mundo natural também é verdadeira para a utilização humana das posses terrenas. Aqueles que são generosos colherão com mais abundância das generosidades de Deus, embora não necessariamente em espécie (Mt 19:29). Deus fornece a semente, ordena as estações e envia o sol e a chuva. Ele faz o mesmo com as sementes de generosidade semeadas no coração das pessoas. CBASD, vol. 6, p. 989.

15 Inefável. Literalmente, “que não pode ser descrito plenamente”. Não pode haver plena exposição do dom do amor divino. Essa atribuição de louvor a Deus fornece um clímax adequado à seção que lida com a coleta de doações para os santos em Jerusalém. A gratidão a Deus prepara o caminho para a obediência a Sua vontade e para a recepção do poder para se envolver em serviço abnegado. Aquele que está repleto de gratidão a Deus buscará cumprir todas as Suas exigências, não porque é forçado, mas porque escolheu fazer dessa forma. A gratidão a Deus é a base de uma experiência cristã eficaz. Até que a pessoa seja submersa pela gratidão a Deus, por Seu dom “inefável”, a religião não alcança as profundezas da alma humana e do seu exterior em serviço altruísta pelos semelhantes. CBASD, vol. 6, p. 991.



II CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de outubro de 2021, 0:40
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II CORÍNTIOS 9 – É muito mais importante dar do que receber. Pois é melhor ter para doar, do que padecer necessidades a tal ponto de precisar de doações para viver.

Desde o capítulo anterior, o ato de doar vem sendo sistematicamente abordado pelo apóstolo Paulo. Segundo Warren W. Wiersbe, o capítulo anterior fornece os princípios da doação, que são:
1. Deve-se trazer doações à igreja (8:1);
2. Deve-se doar de coração (8:2-9);
3. Deve-se doar de acordo com as posses (8:1-15);
4. Deve-se ser honestos com as doações (8:16-24).

Agora, no capítulo em pauta, “Paulo fala sobre promessas que podemos reivindicar quando somos fieis na doação ao Senhor. Esses dois capítulos apresentam a doação como uma graça cristã, uma bênção, não uma obrigação legal que onera a pessoa. Há alguma coisa errada com o coração do cristão que acha difícil doar”.

Após fazer tal declaração intrigante, Wiersbe extrai três promessas do texto inspirado:
1. O doador traz bênção para outros (9:1-5);
2. O doador traz bênção para si mesmo (9:6-11);
3. O doador traz glória para Deus (9:12-15).

Agora, reflita:
• Que tipos seria o cristão que não abençoa os outros com suas ofertas?
• Não estaria prejudicando a si mesmo aquele que se nega a doar para Deus?
• Recusar-se a doar não implicaria em roubar a glória de Deus?

Deus não quer que ninguém seja egoísta, mas convertido. Ellen G. White observou: “O Espírito de liberalidade é o espírito do Céu. O abnegado amor de Cristo é revelado na cruz. Para que o homem pudesse ser salvo, deu Ele tudo quanto possuía, e em seguida Se deu a Si mesmo”.

Tem mais: “A cruz de Cristo apela para a beneficência de todo seguidor do bendito Salvador. O princípio ali ilustrado é dar, dar. Isto levado a efeito em real beneficência e boas obras, é o verdadeiro fruto da vida cristã. O princípio dos mundanos é adquirir, adquirir, e assim esperam conseguir felicidade; mas, levado a efeito em todos os seus adeptos, o fruto é miséria e morte. A luz do evangelho que brilha da cruz de Cristo reprova o egoísmo, e anima a liberalidade e beneficência”.

Reconhecer o quanto recebemos de Deus nos fará generosos. Somente assim refletiremos o caráter de Deus numa sociedade egoísta! – Heber Toth Armí.