Reavivados por Sua Palavra


SALMO 39 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2026, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: SALMO 39 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



SALMO 39 – COMENTÁRIO ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: SALMO 39

Davi era um homem segundo o coração de Deus (1Sm 13:14). Às vezes, é difícil entender esse conceito por causa dos enormes pecados que Davi cometeu em sua vida. Ele era um grande rei, mas também matou, mentiu, era polígamo – e seus pecados foram registrados!

O Salmo 39 expressa o tipo de relacionamento que Davi teve com Deus. Davi focou sua visão não no que ele poderia ou não poderia fazer por Deus, mas no que Deus poderia fazer por ele. Temos um Deus maravilhoso ao nosso alcance, que está disposto a nos livrar de nossas iniquidades quando exclamamos: “E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança” (Sl 39:7).

Davi reconhece que “todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade” (v. 5). Ele reconhece sua condição pecaminosa dizendo: “Livra-me de todas as minhas iniquidades; não me faças o opróbrio do insensato” (v. 8). Reconhecer sua situação é uma parte do que devemos fazer. O outro é agir sobre esse conhecimento e buscar a ajuda de Deus.

No final, os planos de Deus para nós são sempre melhores que os nossos.

Eliangel Fermin
Southwestern Adventist University
Keene, Texas EUA

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/39
Tradução: Jeferson Quimelli/Jobson Santos e Gisele Quimelli



SALMO 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

1036 palavras

Este lamento é mais pessoal e autobiográfico do que a maioria das lamentações. O autor parece ser uma pessoa já idosa, cheia de reflexões, tal como o autor de Eclesiastes. Bíblia de Genebra.

O Salmo 39 é uma elegia [“texto poético de tom melancólico, triste ou lamentoso” (Wikipedia).] penitencial, considerada por alguns como “a mais linda de todas as elegias do Saltério”. É a comovente expressão de uma alma a princípio incapaz de falar de sua tristeza. Incapaz de reprimir suas emoções por tempo indefinido, o salmista finalmente derrama seu coração perante Deus. Neste salmo há apenas um vislumbre de luz, a profissão de fé “Tu és a minha esperança” (v. 7). Como Jó, o salmista se preocupa com a questão do sofrimento sob o governo de um Deus bom. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 819.

Jedutum. Mencionado aqui e nos títulos dos salmos 62 e 77. Um dos três líderes dos corais de Davi (1Cr 16:41-42; 25:1, 6; 2Cr 5:12), provavelmente o compositor das melodias destes salmos. Andrews Study Bible.

1-3 Davi resolveu livrar-se do pecado; Ou seja, ele decidiu não queixar-se a outras pessoas sobre o tratamento de Deus a ele. Davi certamente tinha razão para reclamar. Davi era o rei de Israel, mas teve que esperar muitos anos antes de assumir o trono. Então um de seus filhos tentou matá-lo e tornar-se rei em seu lugar. Mas quando Davi não pôde ficar quieto por mais tempo, levou suas queixas diretamente a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

Disse. Davi tomou a decisão de não pecar com suas palavras (ver Tg 3:2; cf. Jó 2:10). CBASD, vol. 3, p. 819.

Na minha presença. O salmista não queria que sua queixa fortalecesse a hostilidade do ímpio para com Deus (ver Sl 73:15). Pessoas más diversas vezes interpretam e empregam nossas dúvidas de forma errada. CBASD, vol. 3, p. 819.

2 O salmista reprimiu seus sentimentos, mas não podia livrar-se deles. Finalmente, falou. Bíblia de Genebra.

A minha dor se agravou. Sentimentos reprimidos podem ser intensificados (ver Jr 20:9); mas, quando são expressos, há alívio. CBASD, vol. 3, p. 819.

Então, disse eu. Finalmente, o fogo de suas emoções reprimidas irrompe em chamas e ele quebra o silêncio. Os v. 4 a 13 são a expressão de seus sentimentos, dos quais os v. 1 a 3 são apenas a introdução. CBASD, vol. 3, p. 819.

Fim. A essência dos pensamentos confusos do salmista é expressa na primeira frase deste versículo. O salmista quer ter uma noção correta da brevidade e incerteza da vida humana, para que possa descansar, ciente do cuidado de Deus. CBASD, vol. 3, p. 819.

A vida é curta não importa quanto tempo nós vivamos. Se há algo importante que queiramos fazer, não devemos deixá-lo fora para um dia melhor. Pergunte a si mesmo: “Se eu tivesse apenas seis meses de vida, o que eu faria?” Dizer a alguém que você o/a ama? Lidar com uma área indisciplinada na sua vida? Contar a alguém a respeito de Jesus? Porque a vida é curta, não negligencie o que é verdadeiramente importante. Life Application Study Bible Kingsway.

5, 6 A brevidade da vida é um tema abordado nos livros dos Salmos, Provérbios e Eclesiastes. Jesus também falou sobre isso (Lucas 12:20). É irônico que as pessoas gastem tanto tempo investindo em suas vidas na Terra e pouco ou nenhum pensamento sobre onde passarão a eternidade. Davi percebeu que acumular riquezas e realizar tarefas mundanas não faria diferença na eternidade. Poucas pessoas entendem que sua única esperança está no Senhor. (Para outros versos sobre a brevidade da vida, ver Eclesiastes 2:18 e Tiago 4:14). Life Application Study Bible Kingsway.

De alguns palmos.  Indica, obviamente, pouco tempo. O palmo era uma das menores medidas, sendo equivalente a 1/2 côvado ou 22,23 cm. CBASD, vol. 3, p. 819.

O prazo da minha vida. Do heb. cheled, aqui a duração da vida (comparar com Sl 90:4-6). CBASD, vol. 3, p. 819.

em vão. Essa mesma palavra, no hebraico, é traduzida por “vaidade” no v. 5. O sentimento é similar àquele encontrado em Eclesiastes (5.8-20). Bíblia de Genebra.

Em vão se inquieta. O ser humano é inquieto, cheio de ansiedade, ativo. Mas afinal, o que ele conquista (ver Tg 4:13, 14)? CBASD, vol. 3, p. 820.

Amontoa tesouros. O salmista vê os iludidos seres humanos gastarem a maior parte de sua energia juntando riquezas, ao mesmo tempo que reconhece que eles não têm controle sobre sua riqueza após a morte (ver Jó 27:16-19; Ec 2:18, 21). CBASD, vol. 3, p. 820.

Mas agora (NVI). Neste ponto, o salmista deixa de refletir sobre a vaidade da vida para, de súbito, declarar que Deus é a única fonte de esperança. Este é o único vislumbre de luz na elegia. CBASD, vol. 3, p. 820.

De todas as minhas iniquidades. O salmista crê que o perdão o libertará de sua angústia, pois considera que seu problema é resultado de suas transgressões. CBASD, vol. 3, p. 820.

Porque Tu me fizeste isso. O salmista tentou solucionar seu problema submetendo-se cegamente à vontade de Deus. Muitos tentam entender o problema do sofrimento da mesma forma. Tentam convencer a si mesmos de que, se Deus envia o sofrimento, este deve ser justo e bom. Como o salmista, não entendem a verdadeira filosofia do sofrimento (ver com. [CBASD] do Sl 38:3). Em vez de reconhecer a Satanás como o verdadeiro autor da enfermidade e da aflição, e a Deus como quem predomina sobre os ardis do inimigo para fins misericordiosos (ver DTN, 471), o ser humano considera [erradamente] que a doença e a morte procedem de Deus, como castigo arbitrariamente infligido por causa da transgressão. CBASD, vol. 3, p. 820.

10 Tira. É correto orar para que o açoite do inimigo seja retirado (ver 2Co 12:8), mas quem pede deve se submeter totalmente à vontade divina (ver Lc 22:42). Somente Deus pode julgar o caso à luz de todas as questões envolvidas no grande conflito. Cabe ao ser humano remover todo impedimento para que Deus realize tudo o que deseja, e então pode deixar o restante com Ele. Se o flagelo não for retirado, deve-se dizer como Paulo: “Mais me gloriarei mas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo” (2Co 12:9). CBASD, vol. 3, p. 820.

12 Peregrino. Do heb toshab, “alguém que se estabelece por um tempo num país, mas não é cidadão dele” (ver 1Cr 29:15). CBASD, vol. 3, p. 820.

13 Deixe de existir. Comparar com Sl 6:5, Jó 14:1-12. O salmo termina com um tom de tristeza profunda, que mantém quase intacta a unidade de pensamento da elegia (ver v. 7).



SALMO 39 — Rosana Barros by Ivan Barros
15 de setembro de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“[…] Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade” (v.5).

A vaidade da vida, destacada por Davi no Salmo de hoje, encontra um paralelo com o que o seu filho Salomão escreveria mais tarde: “vaidade de vaidades, tudo é vaidade” (Ec.1:2). Tanto o pai quanto o filho chegaram a uma conclusão: a vida neste mundo é um sopro, é passageira. “Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta” (v.6). Como escreveu Ellen White: “Mas os cristãos são peregrinos na Terra; estão em terra estranha, parando, por assim dizer, por apenas uma noite. Nosso lar está nas mansões que Jesus foi preparar-nos. Esta vida é apenas um vapor que se desfaz” (A Verdadeira Riqueza, CPB, p.50).

O salmista iniciou com um monólogo. É Davi falando consigo mesmo, mais ou menos assim:

— Preciso estar vigilante para não falar demais. Vou fechar a minha boca diante dos que não são tementes a Deus.

O resultado disso foi dor de coração e angústia. Ele passou a ter uma real noção da brevidade da vida e de tudo o que o homem acumula nesta terra (v.6). É tudo “pura vaidade” (v.11). Enquanto a esperança de muitos estiver depositada nesta vida passageira e nas coisas deste mundo, ela passará “como uma sombra” (v.6). Mas se o Senhor for a nossa esperança, podemos ter a certeza de que ainda que tenhamos que passar pelo fogo das provações (v.11), Ele ouvirá a nossa oração (v.12).

Apesar de ter iniciado o Salmo como a figura de um homem emudecido (v.2), Davi o terminou com um “grito por socorro” (v.12). Podemos até nos calar para evitar falar o desnecessário, mas não podemos negligenciar o diálogo com o Eterno. De dia e de noite precisamos clamar: “Ouve, Senhor, a minha oração” (v.12). Antes que o nosso prazo de vida nesta terra chamado “nada” (v.5) se esgote, antes que seja tarde demais, que o nosso “grito por socorro” alcance os ouvidos misericordiosos do nosso Pai Celestial. Reconhecer que somos seres finitos e dependentes dEle nos faz olhar na direção do Único que é eterno e declarar: “Tu és a minha esperança” (v.7).

Entreguemos a nossa vida nas mãos de Jesus! Ele é a própria Vida (Jo.14:6)! E ainda que morramos aqui, quando Ele voltar, “com poder e muita glória” (Mt.24:30), nossa vida será transformada de “alguns palmos” (v.5) em dias incontáveis.

Oração: Senhor, somos todos peregrinos nesta Terra, e nós buscamos a pátria superior, celestial. Enquanto estamos aqui, nos concede a Tua sabedoria, para que, no silêncio ou em palavras, a nossa esperança esteja posta em Ti. Ouve, Senhor, a nossa oração e escuta o nosso grito por socorro nesses dias finais! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, peregrinos a caminho do Lar!

Rosana Garcia Barros

#SALMO39 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 39 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2026, 0:30
Filed under: Sem categoria

SALMO 39 – Precisamos olhar além da efemeridade da existência a fim de encontrar sentido para a vida.

Somos incentivados, através das sábias palavras do Salmo 39, a considerar o vazio da vida como uma força que nos impulsiona para a busca de um sentido mais profundo e um propósito mais nobre do que focar nas coisas efêmeras deste mundo.

Salomão, o filho de Davi, ampliou ainda mais as meditações e reflexões de seu pai no Salmo 39. O livro de Eclesiastes é profundamente filosófico e trata da vaidade da vida alheia a Deus e a Seus princípios. Os 12 capítulos de seu livro ecoam a mensagem do Salmo 39. Pai e filho, inspirados pelo Espírito Santo, nos lembram em seus escritos que, apesar de todo esforço humano em buscar segurança e satisfação nas coisas materiais e temporais, elas jamais oferecerão respostas satisfatórias para as questões mais profundas da vida e para a busca de significado.

• A única forma de encontrar verdadeira realização e real significado está em uma genuína conexão com Deus. Para isso, é preciso concordar com o Rei de Israel no reconhecimento da brevidade da vida, que pode ser comparada a um sopro ou uma sombra que passa rapidamente (Salmo 39:1-6). É preciso também reconhecer a futilidade dos esforços humanos em acumular riquezas, realizações e conquistas mundanas, compreendendo que tudo isso é passageiro desprovido de valor duradouro.

• Tal percepção da efemeridade humana precisa nos conduzir a orar a Deus em busca de maior compreensão da fragilidade e mortalidade a fim de encontrar um propósito mais profundo da existência (Salmo 39:7-13). Enquanto a efemeridade humana grita por socorro, a eternidade divina oferece auxílio. O Deus que transcende as limitações humanas possui uma natureza eterna. Esta percepção da eternidade divina oferece consolo e esperança ao crente diante da transitoriedade da vida humana.

O poeta, nos versículos centrais do Salmo 39, “avança com afirmações cada vez mais contundentes, até que no versículo 7, no ápice mais agudo, levanta uma pergunta desesperada: ‘Mas agora, Senhor, que esperança me resta?’” Neste exato momento ele “dá um grande salto, e vem a solução e o desfecho: ‘Tu és a minha esperança’”, destaca Ignácio Larrañaga.

Enfim, podemos perder tudo; mas se tivermos Deus, ainda temos tudo o que precisamos! – Heber Toth Armí.