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“Apascentai, pois, as ovelhas destinadas para a matança, as pobres ovelhas do rebanho. Tomei para mim duas varas: a uma chamei Graça, e à outra, União; e apascentei as ovelhas” (v.7).
Considerada uma das ocupações mais antigas da humanidade, o pastoreio de animais requer certas características necessárias para a segurança e bem-estar do rebanho, principalmente quando se trata de um rebanho de ovelhas. A mansidão e a tranquilidade acalmam as ovelhas e criam um vínculo de confiança entre estas e o pastor. Ao mesmo tempo em que a firmeza e a autoridade do pastor refreiam as mais difíceis de lidar e estabelecem limites ao rebanho. Também se requer coragem e força a fim de defendê-las dos predadores, e da imprescindível característica: a vigilância. Um bom pastor está sempre atento, tanto às necessidades do seu rebanho quanto à preservação da sua segurança.
A parábola do bom pastor foi tão bem compreendida pelo profeta que sua linguagem passou de “Assim diz o Senhor dos Exércitos”, para “Assim diz o Senhor, meu Deus” (v.4). Zacarias experimentou a doce comunhão pessoal com o bom Pastor e nEle encontrou tudo de que precisava. Como Davi, esta era a canção de seu coração: “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará” (Sl.23:1). Em seu ministério profético, buscou cumprir sua missão por preceito e por exemplo, conduzindo o povo com as varas da Graça e da União (v.7). A vara tinha o objetivo principal de disciplina. Foi com a experiência de sua primeira ocupação que Davi descreveu a finalidade desta disciplina: “a Tua vara e o Teu cajado me consolam” (Sl.23:4). A correção, portanto, tem o viés não de punição, mas de trazer de volta para si, livrando “as pobres ovelhas do rebanho” (v.7) dos perigos e da morte.
Foi nesse contexto de “ovelhas destinadas para a matança” (v.4, 7), que Zacarias assumiu a função pastoral dada por Deus de conduzir o povo de volta para Ele. Foi com uma vara de pastor na mão que Moisés liderou Israel do Egito para o deserto. Quando recebeu das mãos do Senhor as tábuas da Lei e desceu do monte com esse segundo instrumento de ordem, vendo a impiedade do povo, quebrou as tábuas em sinal da quebra da aliança por parte de Israel (Êx.32:19). Ao rejeitarem a boa liderança de Zacarias a fim de viverem como quisessem, Judá e Israel endureceram o coração sob a liderança insensata de homens alheios ao seu bem-estar e segurança, de forma que algo parecido à experiência do Sinai aconteceu: “Tomei a vara chamada Graça e a quebrei, para anular a Minha aliança […] Então, quebrei a segunda vara, chamada União” (v.10, 14).
Jesus veio primeira vez a fim de apascentar “as ovelhas destinadas para a matança, as pobres ovelhas do rebanho” (v.7). Com as varas da Graça e da União, Sua vida arrebanhava multidões ao Seu encontro; pessoas que reconheciam nEle o que faltava nos mestres da Lei, “porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt.7:29). Essa autoridade representava o discurso de Sua própria vida. Seu olhar, Suas palavras e Seu toque eram típicos de um pastor que ama as suas ovelhas. Zacarias foi um dos últimos profetas no meio do povo antes de um silêncio de praticamente 400 anos até o nascimento do Messias. E ele sabia que aquela geração representava uma das últimas oportunidades dadas à nação eleita de se arrepender e buscar transmitir às gerações seguintes as palavras do Senhor, que faria da chegada do Messias um dia de celebração para todo o Israel e até mesmo para todo o mundo.
Infelizmente, o povo desprezou a palavra profética e, de todos, apenas uns poucos pastores foram testemunhas oculares do cumprimento da profecia do Rei menino (Lc.2:16). Trinta moedas de prata (v.12) foi o valor dado pela vida dAquele que veio para dar vida eterna aos que estavam destinados “para a matança” (v.4). Em um rompante de remorso, Judas lançou aquelas moedas “na Casa do Senhor” (v.13), cumprindo com precisão a Escritura, segundo as profecias de Jeremias e de Zacarias: “Então, Judas, atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se […] e as deram pelo campo do oleiro” (Mt.27:5, 10). Com as varas da Graça e da União, Jesus nos deixou registradas palavras que precisam nos guiar enquanto ainda estamos andando “no vale da sombra da morte” que é este mundo tenebroso (Sl.23:4). Leia João 10:1-18 e, como Zacarias e Davi, perceba ali as palavras do Senhor, seu Deus, o seu bom Pastor.
Como Jesus interrogou a Pedro, Ele nos faz a mesma pergunta, hoje: “[…] tu Me amas?”. Ele não espera de nós simplesmente uma resposta em palavras, mas em atitudes: “Apascenta as Minhas ovelhas” (Jo.21:17). Não foi fácil para Zacarias e para os demais profetas lidar com um povo duro de coração, mas a recompensa deles era a constante companhia e aprovação de Deus e a certeza de que nem a morte poderia separá-los do amor de seu bom Pastor (Rm.8:38, 39). Da mesma forma, Ele nos convida a segui-Lo e, em Suas pisaduras, encontrarmos tudo de que necessitamos para viver nesta Terra conforme a Sua vontade, enquanto conduzimos outros pelo mesmo reto Caminho (Jo.14:6).
Oh, amados, como ovelhas destinadas à morte recebemos do Céu Aquele que Se fez ovelha e foi levado ao matadouro em nosso lugar (Is.53:7)! Que pela graça de Jesus e pela união do Espírito Santo, façamos parte do rebanho que, muito em breve, reconhecerá a voz do bom Pastor a nos chamar: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34). Vigiemos e oremos!
Bom dia, ovelhas do bom Pastor!
* Oremos para que sejamos ovelhas de Jesus ajudando umas às outras na jornada para o eterno aprisco.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Zacarias11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ZACARIAS 11 – Você sabia que muitos líderes religiosos de muitas denominações proíbem os membros de sua igreja de conhecerem verdadeiramente a Bíblia?
Sabe por quê? Quem estuda a Bíblia descobre a verdade e abandona as religiões falsas e líderes enganadores. Em contrapartida, Deus quer que você conheça bem Sua Palavra.
Deus chama a atenção do pastor com uma mensagem de exortação. Ser pastor é um grande privilégio, contudo a responsabilidade é grande também. Muitos possuem uma visão deturpada do pastorear devido aos falsos pastores que mais exploram do que pastoreiam a congregação.
• Estes terão de prestar contas a Deus.
O pastor fiel a Deus não se preocupa com aquilo que os outros pensam, mas com aquilo que Deus quer. Deus quer encorajar, cuidar, guiar, orientar, examinar, corrigir, amparar, proteger, prover, disciplinar, consolar e amar as ovelhas do rebanho do Senhor através de Seus pastores.
• Estes são Seus representantes, guiados pelo Espírito.
Sabe qual é o problema disso tudo? (vs. 1-17)
1. Da mesma forma que Israel rejeitou o bom pastor como profetizado por Zacarias, muitos religiosos rejeitam aos verdadeiros pastores enviados por Deus.
2. As pessoas que se dizem religiosas rejeitam a Jesus ao rejeitarem aos pastores enviados por Ele.
3. Assim como Judas vendeu Jesus por trinta moedas de pratas – preço de um escravo –, tem muitos que não dão a mínima para os servos de Cristo que cumprem cabalmente Seu ministério.
O resultado? O Deus que quebrou os três falsos pastores revelará o verdadeiro caráter dos falsos religiosos que rejeitam aos verdadeiros pastores.
Zacarias deixou-nos uma poderosa mensagem: Todos nós como servos do Bom Pastor Jesus devemos representar bem Seu caráter ao mundo.
• Devemos aprender com Zacarias!
Zacarias “tornou-se um tipo do Messias, o qual foi maltratado e rejeitado por aqueles a quem veio salvar. A ação de Zacarias simbolizava a tentativa final de Deus para restaurar Seu povo desobediente” (Philip G. Samaan).
Deus sente tristeza quando alguém rejeita um pastor que Ele enviou da mesma forma como fosse a rejeição de Seu próprio Filho. Certamente que aquele que rejeita mensageiros de Deus revelará atitude repulsiva de rejeição ao Salvador.
O contrário também é verdade. Aceitar os mensageiros de Deus é um preparo para aceitar o Messias de Deus! Reflita e reaviva-te! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ZACARIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ZACARIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR. ADOLFO SUÁREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR. VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/zc/10
A chuva temporã representa a obra do Espírito Santo semeando a semente do evangelho na primeira vinda de Cristo. A chuva serôdia acontece no final da história da terra, antes de Sua segunda vinda para fazer a colheita. O Espírito Santo tem duas funções principais: amadurecer o caráter dos crentes para a colheita; e permitir a pregação mundial final do evangelho a fim de preparar um povo para a Sua vinda. Zacarias nos diz para pedir ao Senhor a chuva serôdia na estação apropriada.
A chuva serôdia irá equipar os fiéis para o verdadeiro reavivamento e reforma; no entanto, isso será precedido pela experiência da falsa chuva serôdia, a qual será caracterizada por emocionalismo e excitação descontrolada. A percepção silenciosa da verdade e a decisão intelectual a favor do Senhor não estarão presentes. Haverá falsas doutrinas. Muitos serão enganados, a menos que entendam profundamente a verdade e a vivam diariamente.
Oração:
“Querido Senhor, abre nossos olhos para ver o tempo em que todo o Teu povo remanescente retornará a Ti pela pregação da última mensagem. Conceda-nos o anseio genuíno pela chuva da primavera, e pela chuva serôdia a qual nos preparará para a Tua vinda. Amém!”
Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1167
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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438 palavras
1 Ao SENHOR. Zacarias mostra que, se o povo de deve receber as bênçãos prometidas, deveria buscá-las no Senhor, e não nos ídolos (v. 2). A certeza da abundância (Zc 9:17) incita o profeta que [a] apelar ao povo para confiar apenas em Deus em busca de bens materiais e espirituais.
Chuvas serôdias. Esta chuva ocorria na primavera, no final da estação chuvosa, e era necessária para amadurecer o grão antes da colheita (ver Dt 11:14). A primeira chuva inicia a estação, no outono, para promover o crescimento da semente recém-plantada (ver vol. 2, p. 92). Chuvas copiosas no início e no final da estação eram símbolo do cuidado e do favor divino e das bênçãos temporais e espirituais (ver Is 30:2; Jr 5:24; Jl 2:23).
Nuvens de chuva. Do heb. chazizim, “nuvens tempestuosas”. A imagem da chuva serôdia é utilizada para descrever o derramamento abundante do Espírito Santo nos últimos dias (ver com. de Jl 2:23). Este é o “tempo das chuvas serôdias”, quando as pessoas devem fazer sinceras orações para que a graça espiritual que prepara a igreja para a vinda do Filho do homem possa ser derramada rapidamente (ver AA, 55; TM, 506).
2 Ídolos. Do heb. terafim, deuses do lar, que normalmente tinham a forma de pequenas estatuetas humanas (ver com. de Gn 31:19).
Vãs. Fúteis, respostas completamente sem valor.
Adivinhos. Aqueles que pretendiam revelar a vontade dos deuses (ver Jr 29:8).
Anda o povo como ovelhas. A confiança desses enganadores levou os israelitas para o cativeiro.
Não há pastor. Uma referência à falta de rei para liderá-los e protegê-los (ver Os 3:4).
3 Bodes-guia. usado metaforicamente para os líderes.
4 Pedra angular. Ou, “pedra de esquina”. As variadas imagens enfatizam a firmeza e segurança de Judá. Os judeus consideravam este versículo como uma profecia messiânica.
6 Casa de Judá. O reino do sul (ver 1Rs 11:31, 32).
Casa de José. As dez tribos que compunham o reino do norte de Israel porque Efraim, um filho de José, era a mais numerosa e proeminente tribo do norte (Gn 41:50-52).
7 Os de Efraim. Isto é, os do reino do norte. Devido ao pecado, às dez tribos “não foi dada nenhuma promessa de completa restauração de seu domínio anterior na Palestina” (PR, 298).
10 Egito. Ver Jeremias 43 e 44 a respeito dos judeus que habitavam no Egito.
De Gileade e do Líbano. Estes países nas fronteiras ao leste e ao norte de Israel foram os primeiros a serem despovoados (2Rs 15:29; ver com. de 1Cr 5:26).
11 Passarão o mar. Uma referência ao milagre do Mar Vermelho (Êx 14). Novamente, Deus faria milagres na libertação de Seu povo.
Derribada. O castigo visitaria as nações que mantinham cativo o povo de Deus (ver Is 1o:12; 13:1-22; Ez 29-32; etc.).
Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1218-1220.
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“Pedi ao Senhor chuva no tempo das chuvas serôdias, ao Senhor, que faz as nuvens de chuva, dá aos homens aguaceiro e a cada um, erva no campo” (v.1).
Em Seu infinito amor, Deus criou o mundo em perfeita harmonia. Tudo na criação seguia as leis instituídas para o seu pleno funcionamento e desenvolvimento. Com a entrada do pecado, porém, iniciou-se um processo de desequilíbrio e gradual destruição. A começar pela corrupção do coração humano, houve uma resposta sequencial da natureza, que passou a revelar traços do mal que fizeram nossos primeiros pais chorar. A queda das folhas secas, a selvageria entre os animais e o murchar das flores foram os primeiros indícios de que até as coisas inanimadas estavam destituídas da glória que outrora fazia do mundo recém-criado uma tela sem defeitos do Soberano artista.
A cada centenário, Adão contemplava o envelhecimento da Terra e, como ninguém, sofria pelo contraste com o lugar de onde fora expulso com sua mulher. Então, chegou a geração de Noé, tão degradada em princípios e tão destituída de valores, que lançou sobre o mundo todo uma maldição sem precedentes, necessitando de uma intervenção divina. A Terra antes regada somente pelo orvalho foi completamente inundada e devastada pela força das águas do firmamento e das profundidades. A partir daí, os elementos do planeta deixaram de funcionar como no princípio e passaram a necessitar de algo mais, como as chuvas, a fim de manter a vida.
Como no princípio Deus deixou a natureza como uma evidência de “Seu eterno poder, como também [da] Sua própria divindade” (Rm.1:20), assim também os fenômenos naturais têm sido usados como símbolos de Suas fiéis promessas, da aliança dEle com o Seu povo (Gn.9:13), bem como formas de revelar à humanidade provas inequívocas de Seu controle sobre tais manifestações da natureza (1Rs.18:45; Mt.8:26). A chuva temporã e a chuva serôdia são eventos imprescindíveis para que haja o crescimento da planta e uma boa colheita. Através da analogia com o tempo das chuvas serôdias, o profeta anunciou que estava próximo o tempo da colheita. Não a colheita dos frutos da terra, e sim aquela espiritual de um povo que passaria “o mar de angústia” (v.11), mas que seria fortalecido e amparado pelo seu Deus.
A aliança do Senhor apresentada primeira vez a Adão e Eva (Gn.3:15), reafirmada em Noé (Gn.9:12), replicada a Abraão (Gn.17:7) e confirmada em Israel (Gn.28:14), foi cumprida em Jesus Cristo (Jo.19:30), “a pedra angular” (v.4), o Senhor da aliança eterna. Desde a Sua ascensão aos Céus, Ele não nos deixou sem auxílio à mercê das dificuldades deste mundo, mas Sua obra precedeu a obra do Consolador, “o Espírito da verdade” (Jo.15:26). Comparada à chuva, a vinda do Espírito Santo começou a derramar suas primeiras gotas na igreja cristã primitiva e está aumentando de intensidade nesses últimos dias, quando se aproxima o “tempo das chuvas serôdias” (v.1), quando o trigo precioso será colhido para os depósitos celestiais e o joio lançado “na lama das ruas” (v.5).
Está chegando o tempo, amados, e ouso afirmar que já começamos a vislumbrar suas primeiras evidências, em que o aguaceiro da chuva do Espírito será derramado sobre “cada um” (v.1) que por ele aguardava e clamava. Tempo em que “o Senhor dos Exércitos tomará a Seu cuidado o rebanho” (v.3), e fará dele “o Seu cavalo de glória na batalha” (v.3). Tempo das mais severas lutas, mas das mais poderosas vitórias, “porque o Senhor está com eles” (v.5). Tempo que dos “lugares remotos” (v.9) da Terra, Deus unirá aqueles que espalhou “por entre os povos” (v.9) em uma só fé, um só coração, a fim de reuni-los na celebração final.
Estamos vivenciando o cumprimento profético em que “os ídolos do lar falam coisas vãs” e mesmo os considerados mais sábios “oferecem consolações vazias”, deixando “o povo como ovelhas, aflito, porque não há pastor” (v.2). Necessitamos retornar ao Éden, e contemplar nos indícios da criação a poderosa e fiel promessa do breve retorno de Jesus. Somente pelo poder do Espírito viveremos aqui como peregrinos que “manifestam estar procurando uma pátria […] uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:14, 16). Quando o planeta ainda era uma criança, Enoque já vislumbrava e ansiava a nossa bendita esperança: “Eis que veio o Senhor entre Suas santas miríades” (Jd.14). Clamemos pelo Espírito Santo como chuva serôdia! Só assim, plenos do poder do alto, a aliança eterna nos alcançará, e a nossos filhos, fazendo-os se alegrar e se regozijar ao ver o Senhor retornar “com poder e muita glória” (Mt.24:30).
Entregue-se, agora, aos cuidados do Consolador que faz cair a Sua última chuva, e, ao raiar da manhã gloriosa, “a vossa tristeza se converterá em alegria […] o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar” (Jo.16:20, 22). Pois o conhecimento da verdade redundará em alegria eterna. “Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes” (Sl.126:6). Vigiemos e oremos!
Bom dia, criados para a eternidade!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Zacarias10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ZACARIAS 10 – Deus promete um final mais feliz que os finais de novelas, filmes e histórias infantis. Então, o maravilhoso final feliz terá, obviamente, aquele que, no presente, priorizar em sua vida ao Deus que desvenda o futuro.
Estudar a Bíblia e assimilar suas verdades à vida rendem indescritíveis vantagens; então, mãos à Bíblia. Analise estes pontos:
1. Por acreditar num futuro melhor – que, na verdade será um novo começo – quem assimila as promessas divinas, aceita o apelo profético de clamar pelo profuso derramamento da chuva serôdia (v. 1).
2. Atualmente, a realidade é decadente; muita gente está iludida, aceitando qualquer pessoa como guia, governo e até falsos líderes religiosos, que deixam seus liderados vagueando como ovelhas aflitas. Entretanto, estes líderes experimentarão o ardor da ira de Deus quando manifestar Seu poder (vs. 2-3).
3. Em face à realidade, as pessoas perdidas, maltratadas, fracas e sem pastor genuíno, Deus as tornará fortes e invencíveis em tempos de chuva serôdia; Jesus é a solução (vs. 4-5). Ele é…
• …a Pedra Angular (Príncipe da tibo de Judá);
• …a Estaca da Tenda (Mantenedor, Protetor);
• …o Arco da Guerra (Guerreiro, Defesa) do Seu povo;
• …maior de todos os exatores (Supremo);
• …o responsável pela restauração total.
4. Quando Deus age ninguém atrapalha: É disso que trata a chuva serôdia, um divino e sobrenatural poder restaurador. Deus mesmo age. Ele diz: “Eu fortalecerei”, “e salvarei”; “replantarei, porque me compadeci”; “lhes assobiarei, e os ajuntarei. Certamente os remirei”. “Eu os farei voltar”, “e os congregarei”. “Eu os trarei”. “Eu os fortalecerei” (vs. 6-12).
No processo de salvação Deus faz tudo; nossa parte é humildemente render-se a Ele integralmente. O perdão de Deus é tão completo que, ao perdoar-nos, considera-nos como sem pecado. Só não se salvará quem decididamente não quiser, porque Deus quer (v. 6).
Foi visando salvação que Deus deu Jesus para morrer por pecadores condenados. Ele tudo fez objetivando restaurar-nos do pecado e suas consequências.
O próprio Deus garantiu: “Mas meu povo, ah! Vou torná-lo forte, muito forte! E eles viverão nos meus caminhos” (v. 12). Que futuro fantástico!
Portanto, encharque-se com a chuva serôdia e saia imediatamente da letargia religiosa. Viva na expectativa real de um futuro excepcional! (ver I Coríntios 2:9).
Temos razões bíblicas suficientes para reavivar-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ZACARIAS 9 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/zc/9
Zacarias 9 contém uma profecia messiânica notoriamente cumprida na vida e ministério de Jesus: “Alegre-se muito, cidade de Sião! Exulte, Jerusalém! Eis que o seu rei vem a você, justo e vitorioso, humilde e montado num jumento, um jumentinho, cria de jumenta.” (v. 9). Enquanto Jesus cavalgava adentrando Jerusalém, no começo da festa da Páscoa, as esperanças do povo aumentaram com grande expectativa, mas logo foram destruídas pela crucificação no Gólgota.
“Por causa da aliança que fiz com vocês, aliança selada com sangue, livrarei seus prisioneiros da morte em um poço sem água” (v. 11 NVT). “O Senhor aparecerá sobre seu povo; suas flechas sairão como relâmpagos! O Senhor Soberano tocará a trombeta e atacará como um redemoinho vindo do sul. O Senhor dos Exércitos os protegerá, e eles lançarão pedras contra seus inimigos e os derrotarão … Eles brilharão em sua terra como joias numa coroa” (trechos dos vv. 14-16, NVT).
Que promessa para aqueles que vivem numa época tão caótica da história como a nossa! Covid, motins, incêndios e incertezas sobre o futuro. Nossa ESPERANÇA repousa nAquele que virá sobre nuvens de glória para resgatar os Seus filhos.
D. Lynn Bryson
Pastor, Twin Falls, Idaho, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1166
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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511 palavras
1 Sentença. Do heb. massa, “uma fala “profética”, “um oráculo” (ver com. de Is 13:1).
7 O sangue. Uma referência à prática pagã de beber o sangue dos sacrifícios ou de comer os sacrifícios com o sangue. Os israelitas eram estritamente proibidos de comer sangue (Lv 17:10, 12).
Jebuseu. Os jebuseus foram os antigos moradores da fortaleza de Sião. Eles não foram destruídos por completo e passaram a servir como escravos (1Rs 9:20, 21). … Talvez ele [o profeta] estivesse predizendo a absorção dos filisteus ao estado de Israel.
8 Acampar-Me-ei. Deus defenderia Israel de seus inimigos.
Para que ninguém passe. Uma referência às invasões de um inimigo ou aos ataques das forças inimigas em vários lugares.
Porque, agora, vejo. Deus observa com atenção a condição de Israel e Se propõe a ajudá-lo (ver Êx 3:7, 9).
9 Alegra-te muito. Sião é convidada a alegrar-se porque a salvação prometida será realizada por meio da vinda de seu rei, o Messias.
Justo. Justiça moral é o principal atributo do Messias. Em Sua humanidade, Cristo desenvolveu um caráter perfeito, e isto Ele oferece a todos que O aceitam pela fé. São “todas as nossas justiças, como trapos de imundícia” (Is 64:6). Mas Jesus foi feito por nós “sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção” (1Co 1:30).
Salvador. Do heb. yasha, “salvar”. Yasha’ é o radical do nome “Jesus” (ver com. de Mt 1:1, 21).
Humilde. Sobre este atributo do Messias, ver Mt 11:29; Fp 2:5-8.
Num jumentinho. Sobre o cumprimento desta profecia, ver com. de Mt 21:1-11.
10 Destruirei. Uma profecia da abolição definitiva da guerra. Efraim e Jerusalém representam, respectivamente, as 1o tribos do reino do norte de Israel e as duas tribos do reino do sul de Judá, ambas abrangendo toda a nação judaica.
Paz às nações. Toda oposição inimiga ao povo de Israel seria derrubada (Jl 3:1-17; Zc 14:1-9; ver p. 17).
11 Quanto a Ti. Deus se dirige ao povo da aliança.
Aliança. Numa visão ampla, uma referência à aliança feita com o ser humano no Éden (Gn 3:15) e renovada com Abraão (Gn 22:18). Esta aliança se tornou conhecida como a nova aliança (Hb 8:8-12; PP, 370, 371).
Tirei. Ou, “tirarei”. Uma referência aos israelitas que ainda estavam cativos em terras estrangeiras.
12 Voltai. O apelo divino aos prisioneiros dispersos para aceitarem o livramento. A fortaleza é Sião, defendida por Deus e símbolo da salvação (ver Mq 4:8).
Presos de esperança. Os exilados que retornaram se viam como prisioneiros das circunstâncias, mas Deus lhes assegura que há esperança de livramento, caso eles diligentemente obedeçam à Sua voz (Zc 6:15; ver com. de Mt 7:24-27).
13 Curvei Judá. Deus, como um guerreiro pronto para a batalha, utiliza Judá como Seu arco e Efraim (Israel) como Sua flecha.
15 Protegerá. A imagem é intensamente dramática. A morte dos inimigos é comparada ao sacrifício, e os executores são descritos como embriagados com o sangue de suas vítimas.
fundibulários (ARA). NVI: “pedras de atiradeira [funda]”.
16 Salvará. Os papéis foram invertidos. Os que foram humilhados e oprimidos brilhariam como as pedras preciosas de uma coroa.
17 Cereal. Grãos e vinho novo representam abundância de produção. As necessidades da vida seriam supridas fartamente quando Deus restaurasse Seu povo à sua herança.
Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1216, 1217.