Reavivados por Sua Palavra


HABACUQUE 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO HABACUQUE 1 – Primeiro leia a Bíblia

HABACUQUE 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

HABACUQUE 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



HABACUQUE 1 by Jobson Santos
3 de abril de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hc/1

O livro de Habacuque é único porque mais do que um livro de profecias, ele registra um diálogo entre o profeta e Deus. Habacuque está tentando entender o que ele vê e Deus responde ao seu sofrimento. No entanto, isto não deve ser considerado apenas como um diário pessoal. Habacuque verbaliza as preocupações das pessoas piedosas de Judá que estão tentando compreender e conciliar o que elas veem ao seu redor com o seu conhecimento de Deus como o Soberano que está no controle de todas as coisas.

Nos versos 2-4 Habacuque expressa indignação com a violência e a injustiça existente ao seu redor em Judá. Ele não está falando sobre as nações vizinhas, mas acerca do que ele vê entre o povo de Deus, onde estas coisas não deveriam acontecer.

Ao nos aproximarmos do fim da história terrestre, as perguntas feitas por Habacuque são parecidas com as que fazemos hoje. À semelhança do profeta, temos orado para que Deus intervenha e ponha fim à dor, ao sofrimento e à maldade que nos sobrevêm de todos os lados.

Da mesma forma que Deus não estava indiferente ou inativo na época de Habacuque, Ele não está indiferente ou passivo hoje. Depositemos nEle toda a nossa confiança.

Audrey Andersson
Secretária Executiva na Divisão Trans-Europeia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1150
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



HABACUQUE 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2021, 0:50
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506 palavras

1 Do heb. massa’, um pronunciamento (ver com. de Is 13:1).

2 Até quando... ? O profeta estava angustiado por causa da pecaminosidade do povo e dos resultados que certamente se seguiriam. Pela linguagem que emprega parece que Habacuque apresentava sua perplexidade a Deus já havia algum tempo, mas Deus não o escutava, isto é, aparentemente não fazia nada para deter os males em Judá. Habacuque deixa implícito que parece estar mais interessado na retidão e na justiça do que o próprio Deus.

3 Violência. Na LXX, a última frase do v. 3 diz: ”A sentença foi dada contra mim e o juiz recebe uma recompensa.

4 Lei. Do heb. torah (ver com. de Dt 31:9; Pv 3:1).

Afrouxa. O profeta atribui a paralisação da eficácia da lei entre os habitantes de Judá ao fato de Deus não pôr fim à iniquidade.

5 Entre as nações. Deus passa a responder à queixa do profeta. Ele acusa Habacuque de procurar entre as nações vizinhas a que Deus usará para punir o povo por seus pecados.

Maravilhai-vos e desvanecei. Quando chegar repentinamente, a punição divina levará terror aos corações.

Em vossos dias. Uma vez que Habacuque havia perguntado “até quando” (v. 2) seria permitido que esta iniquidade continuasse, o Senhor lhe assegura que a ira divina chegaria quando os daquela época ainda estariam vivos.

6 Os caldeus. Do heb. Kasdim (ver com. De Dn 1:4). A nação de Babilônia é então revelada como o agente da ira divina que Deus suscitaria para servir ao Seu propósito.

Impetuosa. Isto prediz o rápido movimento das conquistas babilônicas, bem representadas pela figura das “asas de águia” da profecia de Daniel (ver com. De Dn 7:4).

8 Águia. Moisés havia profetizado que se Israel se desviasse de Deus, seria punido por seus pecados por uma nação que tivesse cavalos tão velozes que poderiam apropriadamente ser comparados a águias (Dt 28:47-50).

10 Amontoando terra. Uma alusão à construção de rampas ou aterros para atacar uma cidade.

11 Fazem-se culpados. Isso se devia ao fato de os babilônios atribuírem seu sucesso à própria força e habilidade, fazendo de seu poder um Deus (ver com. do v. 7) O profeta deixa implícito que a nação usada para punir a Judá seria, ela própria, punida por seus pecados.

12 Rocha. Do heb. Tsur (ver Dt 32:31; 2Sm 22:3, 47). Este título enfatiza a ideia de que Deus é um apoio seguro e inamovível para Seu povo.

14 Os peixes. Muitas vezes o justo fica tão mudo e indefeso nas mãos de um opressor ímpio quanto o peixe na rede dos pescadores.

15 Levanta. Aqui o profeta mostra figurativamente como os babilônios conquistavam as nações, sendo que o equipamento de pesca representa os exércitos caldeus. Contudo, esta mesma figura poderia representar a atividade de qualquer pessoa ímpia.

16 Oferece sacrifício. Um modo metafórico de indicar que os caldeus não reconheciam o Deus verdadeiro, mas atribuíam o sucesso à sua própria habilidade (ver com. De Hc 1:7; cf. Is 10:12, 13).

17 Esvaziando. O profeta pergunta se será permitido aos caldeus prosseguirem em suas conquistas e continuarem “esvaziando a sua rede” para enchê-la novamente com os despojos de guerra.

Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1115-1157.



HABACUQUE 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de abril de 2021, 0:45
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“Não és Tu desde a eternidade, ó Senhor, meu Deus, ó meu Santo? Não morreremos. Ó Senhor, para executar juízo, puseste aquele povo; Tu, ó Rocha, o fundaste para servir de disciplina” (v.12).

Acusada de cometer injustiças, Judá tornou-se culpada perante Deus. A nação que deveria ser um exemplo de retidão diante das demais nações, mostrou-se perversa e violenta, cercando os justos com contendas e atitudes opressoras. O que sucedeu a Judá foi tão terrível, uma obra tão pavorosa, que seria difícil de acreditar sendo apenas contada (v.5).

Apesar de não se tratar de um nome hebraico, alguns sugerem que o significado do nome do profeta está relacionado com uma palavra hebraica que denota “abraço”. Habacuque, portanto, não foi enviado para declarar um desfecho, mas para comunicar uma saída. A disciplina viria, mas seria para correção e não para destruição. O Pai desejava abraçar novamente o Seu filho.

Como um filho rebelde, Judá escolheu andar por caminhos tortuosos e aprender à duras penas que longe do Senhor a vida não faz sentido. Fundada “para servir de disciplina” (v.12), Babilônia seria para o povo de Deus a prova de que não há lugar melhor do que aquele em que o Pai está.

Semelhante à parábola do filho pródigo, Judá desejava andar longe do Pai. Seguindo os desejos de seu próprio coração corrupto, acabou em terra distante. Julgando-se ser rico o bastante, tornou-se miserável ao extremo. O clamor apavorado do profeta (v.2) revela o caos que a nação enfrentava e o desejo sincero de um filho de Deus de entender o propósito divino para tal litígio.

Quando decidimos seguir os desejos de nosso próprio coração enganoso, estamos declarando a Deus que não queremos viver debaixo de Seu abrigo, mas gozar do que Ele mesmo nos dá de forma dissoluta, em “terra distante” (Lc.15:13). Como um Pai amoroso, Deus não nos impede de partir, mas nunca Se cansa de nos esperar.

A resposta para os questionamentos do profeta está neles mesmos. Deus é Eterno, Ele sabe o fim desde o princípio. Deus é Santo, não pode comungar com a impiedade. Deus é Rocha, a Sua justiça é imutável e perfeita. Deus têm olhos puros, não habita onde reina a iniquidade. Assim como o pai do pródigo permitiu que ele partisse, Deus permitiu que Seu povo seguisse o caminho que ele mesmo escolheu e experimentasse o quão terrível é estar longe do Pai.

Muitos estão a consumir tudo o que Deus lhes deu até que, sobrevindo as dificuldades da vida, se veem sem nada. Então, ao invés de voltar para a casa do Pai, vão atrás de pessoas que os colocam em situação ainda pior. Mas, aquele que cai em si e reconhece a sua inanição espiritual, volta para o lugar do qual jamais deveria ter saído. E, semelhante ao provável significado do nome do profeta, Deus não espera que Seus pródigos façam todo o trajeto de volta sozinhos. Ele corre ao seu encontro e lhes abraça!

Assim como a disciplina de Deus para Judá não foi para morte (v.12), as dificuldades da vida também não o são. Suas escolhas podem ter lhe levado para uma terra distante do Pai, mas saiba que Ele espera o seu retorno para correr ao seu encontro com abraços e beijos de um amor que é eterno (Jr.31:3). Você ainda se encontra sob as mazelas de Babilônia? Aceite hoje o convite do Pai: “Fugi do meio de Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). “Sai dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).

Volte, amado(a) irmão(ã), para os braços do Pai! Volte, para a nossa alegria e regozijo! Porquanto, “era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (Lc.15:32). Aleluia! Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, filhos do Pai de amor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Habacuque1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HABACUQUE 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2021, 0:40
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HABACUQUE 1 – Amigos, reflitam: Quem não já questionou alguma coisa na vida?

• Por que as coisas são como são?
• Por que ninguém faz nada para corrigir a imoralidade?
• Por que o mal parece prevalecer?
• Por que a injustiça toma conta da sociedade?
• Por que a corrupção está por todo lado?
• Por que a igreja está sendo influenciada pelo mundo, quando deveria influenciá-lo? Por que Deus parece não agir?
• Por que…

Se você teve tais experiências, sentiu na pele o que experimentou Habacuque ao ver a igreja em sua época trocando Deus pelo pecado. O capítulo 1 de seu livro pode ser assim dividido:

• O problema: Por que Deus não julga o pecado de Seu povo que está aumentando cada dia mais? Como um Ser todo poderoso e santo não age para combater o pecado que está no meio de Seu povo? Onde está a justiça de Deus para combater a injustiça? (vs. 1-4).

• A solução: Deus respondeu para o profeta dizendo que Ele não está de braços cruzados (Deus nunca cruzou os braços diante do pecado, tanto é que Jesus morreu de braços abertos). Deus revelou que os caldeus (Babilônia) estavam fortalecendo-se e seriam usados como instrumentos para disciplinar Seu povo (vs. 5-11).

• A solução de Deus, um problema para o ser humano: Os porquês de Habacuque voltam a aflorar. Agora que Deus deu a resposta, ele quer saber por que os ímpios caldeus, piores que os judeus, seriam usados como instrumento de Deus? (vs. 12-17).

A resposta está no próximo capítulo. Em Habacuque 1 ficamos meditando; entretanto, algumas lições podem ser extraídas. Talvez a maior lição deste capítulo seja: Quando pensamos que Deus não está agindo, devemos saber que Ele nunca é indiferente ao pecado – seja dentre Seu povo ou fora dele.

Observe as aplicações observadas por T. Whitelaw. Como Habacuque…
1. …nenhum servo de Deus pode ficar indiferente ao caráter moral e espiritual do tempo em que vive;
2. …devemos nutrir o mais alto interesse em levar os problemas de nossa nação a Deus em oração;
3. …o servo de Deus nunca deve duvidar que Deus é justo, e, ouve nossas orações.

A forma de Deus agir é muito superior à nossa forma de entender! Desta forma, precisamos confiar plenamente nEle. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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