Reavivados por Sua Palavra


MALAQUIAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de abril de 2021, 1:10
Filed under: Sem categoria

TEXTO BÍBLICO MALAQUIAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR. ADOLFO SUÁREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR. VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



MALAQUIAS 2 by Jeferson Quimelli
26 de abril de 2021, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ml/2

Alianças são acordos. Duas partes concordam e selam sua promessa. Em seguida, cada um faz o que tem se comprometeu de fazer.

Dois relacionamentos de aliança estão neste capítulo. Um se refere aos sacerdotes de Israel. Como descendentes de Levi, eles fizeram convênio de servir apenas a Deus. Deus então proveria uma “vida de paz”.

O casamento foi o segundo. Duas pessoas, um homem e uma mulher, conhecem-se, aprendem a amar-se, tratam-se com respeito e criam uma família centrada em Deus.

Os sacerdotes de Israel eram corruptos em sua adoração. Os maridos de Israel eram infiéis com suas esposas. A aliança foi quebrada.
Deus cumpriu Sua parte do tratado, mas Israel não.

Nosso relacionamento com Deus também é uma aliança. Aprendemos sobre Deus e Seu amor. Por meio de nossa caminhada diária, aprendemos a respeitá-Lo mais. Nossa fé e confiança crescem. Deus se torna o centro de tudo o que fazemos. Prometemos servi-lo somente. Por sua vez, Deus nos ama, protege e provê.

Malaquias advertiu Israel: “Portanto, preste atenção ao seu espírito.” Este aviso ecoa através dos tempos. Deus deseja fazer aliança com um povo fiel. Procuremos amá-Lo mais a cada dia à medida que desfrutamos de Suas bênçãos.

Merle Poirier
Gerente de Operações, Adventist Review Ministries, Silver Spring, Maryland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1173
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de abril de 2021, 0:50
Filed under: Sem categoria

933 palavras

1 Sacerdotes. Os que deviam ser os verdadeiros professores e líderes espirituais (ver com. de 2Cr 15:3) são denunciados pelo profeta (Ml 2:1-3). CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1239.

2 Amaldiçoarei as vossas bênçãos. Possivelmente, é uma referência às bênçãos que os sacerdotes estavam acostumados a pronunciar sobre o povo (ver Lv 9:22, 23; Nm 6:23-26). No entanto, mais provavelmente seja uma referência às bênçãos que o próprio Deus outorgara sobre eles (ver p. 14, 15), como prometido pelo profeta Ageu um século antes (Ag 2:15-19). CBASD, vol. 4, p. 1239.

. A “maldição” deve estão ter ficado evidente aos sacerdotes e ao povo. CBASD, vol. 4, p. 1239.

3 Atirarei excremento. Evidência extrema de desprezo. CBASD, vol. 4, p. 1239.

Referência às fezes das entranhas dos animais sacrificados. Deveriam ser removidas do santuário e queimadas (Lv 4:11, 12). Receber excremento no rosto seria algo terrivelmente humilhante e desqualificaria o sacerdote de exercer seu ofício. Como os sacerdotes haviam profanado o Senhor (Ml 1:7), Deus os profanaria. Bíblia de Estudo Andrews.

Vossas festas (ARC). Deus não considera como Suas estas festas observadas em Sua honra, porque, na observância das mesmas, os sacerdotes expressavam nada mais que sua própria vontade e seu prazer. CBASD, vol. 4, p. 1239.

4 Minha aliança. A aliança de “sacerdócio perpétuo” (Nm 25:13) foi dada a Fineias, neto de Arão, por sua parte em eliminar a adoração de Baal-Peor do acampamento de Israel (ver Nm 25:3-13). CBASD, vol. 4, p. 1239, 1240.

Com Levi. A tribo de Levi foi escolhida por Deus para o serviço por causa da fidelidade de seus filhos em tempos de crise (ver com. de Êx 32:29). CBASD, vol. 4, p. 1240.

6 Instrução. Do heb. torah, todo o conjunto dos ensinos divinos (ver com. de Dt 31:9; Pv 3:1). Este versículo mostra que Deus pretendia que os sacerdotes fossem líderes espirituais por preceito e exemplo. CBASD, vol. 4, p. 1240.

7 Procurar a instrução. O povo tinha o direito de esperar instrução adequada dos sacerdotes sobre as questões espirituais (ver com. de 2Cr 15:3). CBASD, vol. 4, p. 1240.

10 Pai. Conforme indica o paralelo na frase seguinte, o termo se refere a Deus como pai de Israel (Êx 4:22; Os 11:1), não a Abraão, conforme alguns sugeriram. Bíblia de Estudo Andrews.

Não nos criou o mesmo Deus? De todos os povos antigos, somente os judeus honravam a Deus distintamente como criador, como indicado na observância do sábado do sétimo dia, apontado no quarto mandamento do decálogo (ver Êx 20:8-11). Dessa forma, convinha-lhes considerar seus companheiros como irmãos, acima de todos os outros. É correto esperar hoje que os que honram a Deus como criador considerem todas as pessoas como seus irmãos. CBASD, vol. 4, p. 1240.

11 Judá. Toda a nação de Judá era culpada de afastar-se de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1240.

Adoradora de deus estranho. Mulher não israelita que adora ídolos. Os homens de Israel haviam recebido a proibição expressa de se casar com elas para não se afastarem de Deus (Êx 34:11-16; Dt 7:3, 4). Este versículo revela que o principal motivo para a proibição deste tipo de casamento não era racial ou étnico, mas a preservação da pureza religiosa do povo. Bíblia de Estudo Andrews.

12 Seja quem for. Literalmente, “o que vela e o que responde” (ARC). O primeiro, possivelmente, se refere ao vigia ou sentinela, e o segundo, ao povo ou aos soldados despertados pelos vigias para agir. Em outras palavras, embora os transgressores de Judá visualizassem o perigo vindouro, a falta de arrependimento deles requeria que todos eles fossem “eliminados”. CBASD, vol. 4, p. 1240.

13 Ele já não olha para a oferta. Enquanto eles persistissem nos maus caminhos, Deus não aceitaria os sacrifícios que levavam diante dEle. Agir assim seria confirmá-los nos maus caminhos. CBASD, vol. 4, p. 1241.

14-16 Malaquias afirma que o casamento é muito mais do que um contrato civil e envolve uma aliança permanente entre marido e mulher, tendo o Senhor como testemunha. Por isso, Deus

odeia o repúdio. Ele detestava o fato de os homens de Israel colocarem fim a seu relacionamento conjugal para se casar com mulheres estrangeiras. Esta é uma das declarações mais fortes no AT sobre o sentimento de Deus em relação ao divórcio. Bíblia de Estudo Andrews.

14 Por quê? Esta indagação é uma evidência da autojustificação cética do povo (ver com. de Ml 1:2), que se recusa a admitir a culpa (ver p. 1233, 1234). CBASD, vol. 4, p. 1241.

Mulher da tua mocidade. Talvez uma indicação de que muitos desses sacerdotes ímpios tenham despedido a esposa e tomado outra, possivelmente mulheres pagãs (ver Ed 9:1, 2; Ne 13:23-28). Também é possível que o adultério espiritual seja referido neste versículo, como no v. 11. CBASD, vol. 4, p. 1241.

15 Fez … um. O Senhor condena fortemente os homens dos dias de Malaquias que, ao divorciar-se da esposa legítima, violavam os princípios fundamentais de unidade no relacionamento matrimonial. CBASD, vol. 4, p. 1241.

16 Odeia. Deus revela Sua própria atitude pessoal quanto ao divórcio. Portanto, o homem que se divorcia da esposa legítima “cobre de violência as suas vestes”; isto é, da iniquidade, das quais ele não consegue escapar. CBASD, vol. 4, p. 1241.

17 Enfadais. A paciência divina chegou ao fim. Deus suportou por muito tempo a reclamação e o descontentamento de Seu povo. A prosperidade a a glória que eles esperavam logo fosse deles (ver p. 14) não chegaram, e, então, eles questionaram a justiça e a santidade de Deus, bem como a certeza do juízo futuro. CBASD, vol. 4, p. 1241.

Passa por bom. Às vezes, os malfeitores tentam dar a impressão de que, na verdade, são bons e de que são prosperados e abençoados por Deus por causa de sua bondade. CBASD, vol. 4, p. 1241.

O Deus do juízo. O povo não negava a existência de Deus, mas duvidava de que Ele estivesse preocupado com a conduta humana. Para propósitos práticos, eles se tornaram deístas. Os pagãos tinham um conceito semelhante de seus deuses. CBASD, vol. 4, p. 1241.



MALAQUIAS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de abril de 2021, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar instrução, porque ele é mensageiro do Senhor dos Exércitos” (v.7).

Como uma confirmação de sua eleição profética e do objetivo de sua missão, os sacerdotes do Senhor foram chamados por seu nome: Malaquias (“mensageiro do Senhor”). Apesar de ser um livro escrito para todo o povo, e conter profecias para os último dias, a mensagem de Malaquias foi dirigida primeiramente aos líderes espirituais de Israel. Sobre os sacerdotes, descendentes de Levi (v.4), pesava a responsabilidade de conduzir o povo a Deus e ensinar-lhe como andar com Ele em fidelidade; uma obra que deveria ser vista neles mesmos: “A verdadeira instrução esteve na sua boca, e a injustiça não se achou nos seus lábios; andou Comigo em paz e em retidão e da iniquidade apartou a muitos” (v.6).

A realidade, porém, era a de sacerdotes que não corresponderam ao chamado de Deus. E a razão foi exposta de forma bem clara: “Agora, ó sacerdotes, para vós outros é este mandamento. Se O não ouvirdes e não propuserdes no vosso coração dar honra ao Meu nome, diz o Senhor dos Exércitos […] porque vós não propondes isso no coração” (v.1-2). Não havia amor em suas obras. Seus corações movidos pelo egoísmo aceitavam no templo as piores ofertas porque eles mesmos prestavam a Deus um culto desprezível. A começar por eles, havia quebra da aliança matrimonial, quando muitos abandonavam “a mulher da sua mocidade” (v.15) para unir-se “com adoradora de deus estranho” (v.11). A ameaça do Senhor de eliminar de Israel quem cometesse tal abominação foi dirigida a “seja quem for” (v.12). A posição de liderança, portanto, não livraria os sacerdotes do mesmo castigo imposto sobre o povo comum.

Quão sério é o encargo dos ministros do Senhor e de todos os que assumem cargos de liderança à frente de Seu povo! Como precursores, Deus nos deixou em evidência em Sua Palavra excelentes referências: Noé, Abraão, Moisés, Arão, Josué. Homens que temiam e tremiam por causa do nome do Senhor (v.5). Homens que eram sujeitos “aos mesmos sentimentos” que nós (Tg.5:17), mas que aprenderam a guardar no coração o mandamento de Deus e descansar em Sua aliança “de vida e de paz” (v.5). Homens que, por seu testemunho pessoal, influenciaram gerações a amar a Deus e adorá-Lo em espírito e em verdade. São exatamente estes que o Pai procura como Seus adoradores e como “sacerdócio real” de Seu reino eterno (1Pe.2:9).

O casamento é um símbolo da união entre Deus e Seu povo. O apóstolo Paulo também usou a mesma analogia entre Cristo e Sua igreja, deixando uma mensagem direcionada não somente para o corpo eclesiástico, mas como a forma mais plena de definir a importância do matrimônio entre um homem e uma mulher aos olhos de Deus. O marido deve amar a sua esposa como Cristo amou a igreja a ponto de dar a Sua vida por ela. Da mesma forma, a esposa deve se submeter ao seu marido assim como deve honrar ao Senhor (Leia Ef.5:22-28). É certo que este não é um mandamento popular no que se refere aos relacionamentos atuais, mas o Senhor não nos chamou para sermos parciais no tocante à aplicação de Suas leis (v.9), mas para as praticarmos pela fé, ainda que sejamos desacreditados e rejeitados pela maioria. Ele ainda nos diz hoje: “cuidai de vós mesmos e não sejais infiéis” (v.16).

Onde está o Deus do juízo?” (v.17). A resposta precisa estar bem evidente na igreja que Cristo elegeu como Sua testemunha (At.1:8). Ao Seu último povo Ele conferiu a solene responsabilidade de pregar ao mundo as três mensagens angélicas que precederão o Seu segundo advento. E o lar e a igreja precisam da liderança espiritual de homens que assumam o posto de seu dever, sendo fiéis “para com a mulher da sua mocidade” (v.15) e amando o Senhor de todo o coração, alma e força, nele retendo os mandamentos de Deus a fim de praticarem as “boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef.2:10). Precisamos calar o nosso enganoso coração a fim de o preenchermos com as palavras que saem da boca de Deus. Se permitirmos que esse milagre aconteça diariamente em nossa vida, por Seu Espírito, o Senhor nos concederá o poder para sermos as testemunhas que encerrarão a obra de Cristo na Terra. Vigiemos e oremos!

Bom dia, sacerdócio real de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Malaquias2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MALAQUIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de abril de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

MALAQUIAS 2 – Precisamos aprender a ler a Bíblia. “Deus não pretende que a leitura bíblica funcione simplesmente como uma droga para a mente aflita. A finalidade da leitura da Bíblia é despertar a nossa mente, não colocá-la para dormir” (J. I. Packer).

Observe a revelação divina em Malaquias 2:
• Enquanto o crente preocupa-se com orações não respondidas (1:13), Deus Se preocupa com o estilo de vida errado de Seu povo (2:16). Quando Deus não responde tuas orações, não O questione; questione-se. O erro nunca está com Deus.
• Se o casamento está falido, o perdão é a melhor solução para reatar a união. Quando falta perdão é porque sobra orgulho; deste modo, o fim de união sempre parecerá o início da solução.
• Quem pratica a religião equivocadamente (vs. 2-9), terá posturas erradas perante Deus e atitudes impróprias diante das pessoas, inclusive do cônjuge (vs. 10-17);
O número de divórcios é tão alto na sociedade atual que muitos filhos se sentem constrangidos em dizer que seus pais são casados.
• A falta de relacionamento sério com Deus conduz as pessoas a relacionamentos contrários aos planos divinos: Jugo desigual (vs. 10-12).

Este capítulo em questão foi tão forte ao povo antigo como o é ao povo moderno, isso porque com mais de 2.400 anos, ainda vivemos numa sociedade imoral e perversa. No versículo 16 Deus disse que odeia duas coisas:
1. “Eu odeio o divórcio”;
2. “Eu odeio aquele que cobre de violência as suas vestes”.

Tem muita gente que não dá a mínima para as máximas de Deus. A imoralidade sexual multiplica-se rapidamente em nossa sociedade. No dia do juízo, Deus não dará a mínima para absolver da condenação estas pessoas (v. 17).

A infidelidade a Deus (vs. 1-9) gera deslealdade no mais íntimo dos relacionamentos (vs. 10-16). Quem tem coragem de romper com o Senhor, terá coragem de romper com qualquer amor. O jugo desigual é um rompimento com a Palavra do Senhor. Cuidado!

O divórcio com Deus gera divórcio com o cônjuge; é por isso que Deus odeia tanto (detesta) o divórcio. “Enfadais ao Senhor com vossas palavras, e ainda perguntais: Em que o enfadamos?” (v. 17).

A vida de relacionamento com Deus é percebida nos relacionamentos com as pessoas: compromisso afetuoso. Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.




%d blogueiros gostam disto: