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PROVÉRBIOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de julho de 2020, 0:50
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820 palavras

1 Provérbios de Salomão. Este capítulo dá início a uma longa seção de provérbios curtos, mais ou menos independentes uns dos outros. Há uma espécie de agrupamento aparente, às vezes, mas, de modo geral, há poucos pensamentos consecutivos. Como muitos dos provérbios têm sentido independente, esta seção contrasta com os trechos unificados que compõem a primeira parte do livro. Pode-se observar alguma conexão entre esta série de provérbios e as seções anteriores, ao considerar que os provérbios demonstram dois estilos de vida bem diferenciados, apresentados nos primeiros capítulos, e formulam os princípios que governam os estilos. A forma antitética da poesia hebraica, na qual a segunda parte do versículo faz nítido contraste com a primeira ( ver p. 8, 9 [CBASD]), é muito usada nestes provérbios. O v. 1 ilustra esse tipo de paralelismo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1099.

Tristeza. O contraste pretendido não é entre a reação diferente do pai e da mãe. Ambos se alegram no filho que trilha o caminho da sabedoria, e os dois se entristecem e sentem um peso quando este segue a loucura (ver Pv 13:1; 15:20; 23:24). CBASD, vol. 3, p. 1099.

2 Tesouros da impiedade. Estes tesouros não dão lucro, pois o único lucro que realmente compensa ganhar é a vida eterna, que nenhuma quantidade de ouro é capaz de comprar (Mt 16:26). CBASD, vol. 3, p. 1099.

3 Rechaça. Os problemas que Deus permite sobrevirem aos seres humanos têm a intenção de acordá-los para sua verdadeira condição e garantir que sejam salvos (ver Ag 1:5-11; PP, 109, 325, 326). CBASD, vol. 3, p. 1100.

4 Mão remissa. A preguiça e a ineficiência costumam andar juntas e certamente geram pobreza. Não se espera que nenhum empregador fique satisfeito com o funcionário que demonstre essas características. A diligência, por sua vez, em geral combina com a eficiência. O versículo apresenta um vívido contraste entre dois tipos de trabalhadores. CBASD, vol. 3, p. 1100.

5 Dorme. Do heb. radam, palavra para sono profundo, não mera soneca. O filho preguiçoso é uma vergonha a todo tempo, mas a indolência durante a sega é absolutamente indesculpável, pois envergonha tanto o pai quanto o filho. A loucura de dormir num momento de crise é ainda mais trágica quando a espiritualidade está em questão. Ao acordar e perceber que a oportunidade da salvação passou, lábios humanos proferirão as palavras mais tristes já ditas: “Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos”(Jr 8:20). CBASD, vol. 3, p. 1100.

7 Memória do justo. Não que os ímpios sejam esquecidos; em vez disso, são lembrados com medo ou repulsa, ao passo que a lembrança das pessoas de bem evoca prazer (ver Sl 72:17). Por isso a memória dos perversos é adequadamente comparada à podridão grotesca. CBASD, vol. 3, p. 1100.

9 Será conhecido. Aquele que se inclina para caminhos tortuosos, seja seja em relação a Deus ou aos seres humanos, com certeza será exposto. CBASD, vol. 3, p. 1100.

11 Manancial de vida. Ou, “fonte da vida”. Palavras de sabedoria, conselho e edificação fluem dos lábios dos bons. Como um manancial refrescante, elas levam nova vida e crescimento quando os outros as aceitam e lhes dão ouvidos. É uma honra para os justos serem descritos dessa forma, pois o próprio Deus disse ser “o manancial da vida”(Sl 36:9; Jr 2:13; cf Jo 4:14; 7:38).  CBASD, vol. 3, p. 1101.

19 Muito falar. A língua é um órgão difícil de controlar e tem um potencial tremendo tanto para o bem quanto para o mal (Tg 3:1-10). A língua que recebe permissão para muito falar corre o risco de conduzir seu dono a várias formas de pecado. O exagero que costuma acompanhar a prolixidade é uma falsificação da verdade. O escândalo e a difamação não estão distantes daquele que fala demais e procura impressionar. O ‘sábio filtra com cuidado tudo o que diz e lembra que um dia prestará conta de suas palavras (ver Ec 5:1-3; Mt 12:36; Tg 3:2; T4, 331). CBASD, vol. 3, p. 1102.

24 O perversos … os justos. O perverso sacia plenamente seu desejo. Ele quer seguir o próprio rumo e, mesmo assim, ser feliz. Quer semear o mal e colher o bem. Isso nunca vai acontecer. Faz parte da natureza do pecado proporcionar miséria e morte, por mais que a chegada do castigo se atrase (ver Tg 1:15). A pessoa de bem deseja ser regenerada, para que possa ir bem e ser boa. É seu propósito andar pelo caminho da vida e da felicidade. Quanto mais ela assim deseja, mais fácil é para Deus atender seus desejos. A felicidade é uma consequência tão inevitável da justiça quanto o sofrimento o é do pecado (ver Gl 6:7). CBASD, vol. 3, p. 1103.

30 Os perversos concentram o coração num estilo de vida mundano. Seu ideal de vida eterno é uma existência na qual podem viver de forma tão sensual e gananciosa quanto na vida presente. CBASD, vol. 3, p. 1104.

32 Somente o mal. O perverso fala o mal de forma tão inconsciente quanto o justo profere boas palavras; em ambos os casos, as palavras dos lábios brotam do coração (ver Mt 12:34-37). … O ímpio se deleita em causar sofrimento e não se importa com os danos que causa. CBASD, vol. 3, p. 1104, 1105.


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