Reavivados por Sua Palavra


II SAMUEL 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de julho de 2019, 0:56
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II SAMUEL 22 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
28 de julho de 2019, 0:45
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Nas palavras de Kay Arthur, este capítulo “está repleto de reflexões maravilhosas sobre Deus e o que significa tê-lO como seu Deus. Queremos que leia este capítulo aos pedacinhos para ter tempo suficiente de meditar em seus magníficos preceitos para a vida”.

Arthur concluiu que, “observar essas reflexões ministrará ao seu coração”. Então, ele sugeriu: “Quando terminar, fale com Deus sobre o que aprendeu a respeito dEle. Peça-Lhe que mostre como essas verdadespodem ser realizadas em sua vida e em seguida passe algum tempo adorando-O e agradecendo pelo que Ele é”.

Mergulhemos profundamente no texto bíblico:

• Primariamente, esse Salmo se aplica a Davi: O segundo rei de Israel estava a salvo de seus inimigos; seu reino estava unido e estabilizado; Deus havia proporcionado grandes bênçãos em sua vida e ministério. Tudo isso era razão de abrir o coração e elevar louvores e adoração ao Deus todo-poderoso e todo-misericordioso.

• Em segundo lugar, esse Salmo possui ênfase messiânica: Reiterado no Salmo 18, as palavras poéticas proferidas por Davi tornaram-se relevantes pela autoridade do Espírito Santo; também reiteradas no Novo Testamento: Hebreus 2:13; e, Romanos 15:9.

• Finalmente, esse Salmo tem um aspecto profético: Há nele citações que apontam para o futuro, quando o Messias, em Sua segunda vinda, destruirá Seus inimigos e estabelecerá Seu reino eterno.

Esse Salmo inspirado pelo Espírito Santo é magnífico, profundo e impactante. O teólogo Paul R. House declarou que neste Salmo “Davi entende que os grandes atos de Deus a seu favor merecem louvor devido ao caráter de Yahweh. Assim, o cântico de confissão encontrado em 2Samuel 22:1-51 ressalta a importância da adoração na vida de Davi”.

Preste atenção nestas aplicações:

• Quem tem a Deus como o primeiro em Sua vida sabe por experiência que é Ele Quem salva, protege e sustenta. Neste mundo inseguro, só nEle há verdadeiro refúgio (vs. 1-3).
• Orar, clamar e suplicar ao Senhor nunca será em vão àquele que depende totalmente dEle até nas horas críticas da existência (vs. 4-29).
• Deus age capacitando-nos para enfrentar as vicissitudes deste mundo (vs. 30-46).
• Precisamos adorar a Deus por prometer vitórias sobre todo sofrimento através do Messias, nosso soberano Salvador Jesus (vs. 47-51).

Tudo que temos e somos devemos a Deus! Rendamos-Lhe constantes louvores! Ele merece! – Heber Toth Armí.



2SAMUEL 22 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de julho de 2019, 0:30
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“O caminho de Deus é perfeito, a palavra do Senhor é provada; Ele é escudo para todos os que nEle se refugiam” (v.31).

Gratidão é uma palavra simples de falar, mas difícil de executar. A nossa natureza humana egoísta muitas vezes nos priva de desfrutar das bênçãos da gratidão. Ser grato vai muito além de um muito obrigado. É um estilo de vida forjado nas experiências da vida. É tornar a vida uma canção que exalta Aquele que verdadeiramente é digno de todo o louvor e de toda a adoração. E pela graça e misericórdia do Senhor, a gratidão produz em nós benefícios em todas as esferas da vida, incluindo o fato de ser contagiante.

Davi celebrou a segurança, proteção e salvação no Senhor. Cercado por muitos inimigos e na constante iminência de morte, a angústia se apoderava de seu coração. Mas era exatamente ali, no momento de maior fraqueza, que o guerreiro de Israel encontrava a maior força. Ouvindo Deus o seu clamor, houve uma série de ações sobrenaturais tanto na natureza como nas batalhas contra os inimigos.

Davi tinha um coração humilde e sempre disposto a aceitar a vontade de Deus. Sua declaração pessoal acerca de sua fidelidade ao Senhor não são palavras presunçosas, mas palavras que revelam a sua total confiança em Deus e na justiça que Ele executa. Esta ousadia espiritual fazia de Davi um atalaia de boas-novas, uma testemunha do poder operante do Senhor na vida de Seus filhos. Tendo de enfrentar inimigos dentro e fora de casa, Davi aprendeu a depender de Deus em todas as circunstâncias.

“Persegui”, “derrotei”, “voltei”, “acabei”, “exterminei”, denotam Davi agindo. O poder de Deus aliado ao esforço humano compõem uma parceria imbatível. Deus não promete nos privar das batalhas, mas nos fortalecer para enfrentá-las. Jesus declarou: “Neste mundo tereis aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). Ou seja, se Deus é o nosso rochedo, escudo e refúgio, se Ele faz os fundamentos da Terra tremerem e as águas mudarem o seu curso natural para ser favorável com os que O temem, isto significa que as nossas lutas têm data marcada para acabar e nós temos um “para sempre” (v.51) para viver.

Contudo, o mais especial e lindo disto tudo, é que a promessa dada aos fiéis servos do Senhor não se limita a eles mesmos, mas alcança a “sua posteridade” (v.51): “e faço misericórdia até mil gerações daqueles que Me amam e guardam os Meus mandamentos” (Êx.20:6). Davi exaltou o Senhor e a infalibilidade de Sua Palavra. Este é o resultado salvífico de uma vida de ações de graças: conhecer e prosseguir em conhecer ao Senhor, cada dia mais, através das Escrituras. Uma escolha que redunda em bênçãos contagiantes.

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, fiéis servos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Samuel22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II SAMUEL 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de julho de 2019, 0:05
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603 palavras

Davi era um músico hábil que tocava sua harpa para Saul (1Sm 16:23), instituiu as programações musicais no templo (1Cr 25) e escreveu a maior parte dos Salmos. Escrever uma canção como esta não era inusitado para Davi. Life Application Study Bible Kingsway.

cântico. O cântico de ação de graças de Davi louva ao Senhor, que o livrou de ameaças à vida e lhe deu vitória sobre seus inimigos. O mesmo cântico, com pequenas variações é encontrado no Salmo 18. Andrews Study Bible.

todos os seus inimigos. Davi escreveu este salmo após Deus ter-lhe concedido um notável livramento de seus inimigos. Isso parece ter ocorrido depois da grande vitória sobre os filhos de Amom e seus aliados (ver 2Sm 8, 10). Também parece que o salmo foi composto enquanto Davi ainda podia falar diante do povo sobre sua justiça e sobre a pureza de suas mãos (2Sm 22:21), o que deve ter ocorrido antes de seu pecado com Bate-Seba (2Sm 11; cf . PP, 716). CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 766, 767. [A Bíblia de Estudo Kingsway aplica esta declaração de inocência e pureza de Davi ao seu sentimento de ter seus pecados perdoados e retirados, cf. com vv. 22-24].

O SENHOR é a minha rocha. Esta expressão é típica de Davi. Enquanto fugia de Saul, Davi muitas vezes havia encontrado refúgio e fortaleza nas rochas das montanhas. Deus era para ele como a fortaleza das rochas, proporcionando-lhe proteção e livramento de seus inimigos. … Ele viveu tão perto das montanhas eternas, e as rochas foram seu local de habitação por tanto tempo, que passaram a ser parte de sua vida. CBASD, vol. 2, p. 767.

a força da minha salvação. Literalmente, “o chifre da minha salvação”. … O chifre era símbolo de força e poder. A figura se refere aos chifres dos animais, que servem para ataque e defesa. CBASD, vol. 2, p. 767.

21 O SENHOR me tratou conforme a minha retidão (NVI). Nos vs. 21-25 Davi se refere ao livramento divino como recompensa pela própria retidão. Embora essas declarações talvez dêem a impressão de orgulho quanto à justiça pessoal e de uma base meritória para o favor divino, devem ser entendidas no seu contexto como: 1) o desejo de Davi de agradar a Deus no seu serviço como o ungido do Senhor (v. nota no v. 51); 2) seu reconhecimento de que o Senhor recompensa os que buscam servi-lo com fidelidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22-24 Davi não estava negando que nunca havia pecado. O Salmo 51 mostra sua tremenda angústia a respeito de seu pecado contra Urias e Bate-Seba. Mas Davi compreendeu a fidelidade de Deus e escreveu este hino da perspectiva de Deus. Ele sabia que Deus o havia deito limpo novamente – “mais limpo que a neve” (Sl 51:7) com um “coração puro” (Sl 51:10). Através da morte e ressurreição de Jesus Cristo, também somos feitos limpos e perfeitos. Deus substitui nosso pecado pela Sua pureza e não mais vê o nosso pecado. Life Application Study Bible Kingsway.

27 ao perverso te revelas astuto. Significa que  Deus é um juiz que punirá aqueles com pecado. Life Application Study Bible Kingsway.

28 os Teus olhos estão sobre os orgulhosos para os humilhar (NVI). As palavras desse versículo se encaixam bem com a experiência de Davi no seu conflito com Saul. Bíblia de Estudo NVI Vida.

33 Deus é a minha fortaleza. O homem que não se apoia no Senhor não é mais forte que ele próprio, mas o homem que confia em Deus tem consigo a força do Céu. CBASD, vol. 2, p. 770.

47 O SENHOR vive! (NVI). As intervenções e bênçãos de Deus a favor de Davi demonstraram que Ele é o Deus vivo (v. Dt 5.26). Bíblia de Estudo NVI Vida.



II SAMUEL 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
28 de julho de 2019, 0:05
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II SAMUEL 21 by Jeferson Quimelli
27 de julho de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/2sm-capitulo-21/

Os Gibeonitas, um remanescente dos amorreus, haviam feito um acordo mútuo com os israelitas durante o tempo de Josué. Sem nenhuma justificativa conhecida, Saul havia massacrado alguns dos seus habitantes, que residiam no território de Benjamim. A fome sobre a terra foi o castigo de Deus pelos atos de Saul. Tempos depois, Davi cedeu ao pedido dos Gibeonitas de lhes entregar sete homens da família de Saul para serem enforcados, como uma reparação daquilo que Saul havia feito a eles

Depois, Davi recuperou os ossos de Saul e Jônatas que os homens de Jabes-Gileade haviam furtado dos filisteus de Bete-Seã, acrescentou-lhes os ossos dos sete homens, e os enterrou dignamente, no túmulo do pai de Saul (v. 12-14). Então “Deus respondeu às orações em favor da terra de Israel” (v. 14 NVI).

Deus respondeu, não por causa da morte dos sete descendentes de Saul, mas porque os Gibeonitas ficaram satisfeitos com a justiça e se voltaram para Deus.

Koot van Wyk 
Kyungpook National University
Sangju, Coréia do Sul

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=534
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



II SAMUEL 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de julho de 2019, 0:55
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II SAMUEL 21 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de julho de 2019, 0:45
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Lendo este capítulo estamos quase concluindo nossa reflexão no segundo livro de Samuel. Visualizando o conteúdo inspirado desde o primeiro livro da Bíblia, é fácil perceber que…

• Desde quando Satanás penetrou nosso planeta, a história mundial foi marcada por grande conflito entre o bem e o mal, o qual é bem percebido pelo povo de Deus.

Sendo privilegiados com a Palavra de Deus acessível a nós, podemos conhecer o caminho do bem para, então, desviarmos das avenidas do mal que tem o inferno como destino.

A Bíblia é um livro diferente, incomparável, com temas sublimes. Ela foi escrita por homens, mas sobrenaturalmente inspirada pelo Espírito Santo. Analisando os capítulos 21 a 24 do livro bíblico em apreço, onde está revelado o final do reinado de Davi, o Comentário Bíblico Africano destaca:

“Estes capítulos estão organizados de acordo com um requintado plano literário: dois relatos de pragas, um no começo e outro no final (21:1-14; 24:1-25), duas listas (21:15-22; 23:8-39) e, no meio, duas canções (22:1-51; 23:1-7)”.

Precisamente no capítulo em foco, destacam-se estes pontos:

1. A falha de Saul e as consequências de um voto desrespeitado; e, o evidente o amor de Rispa como mãe. Desta forma, a literatura bíblica evidencia as consequências das más atitudes, mas também exalta o exuberante amor de uma mãe (vs. 1-14).

2. Os pequenos podem vencer gigantes no poder de Deus. O menor alcança vitória sobre o menor quando existe confiança no Senhor. A literatura bíblica não esconde a força do mal; contudo, revela também a vitória dos débeis que dependem dEle (vs. 15-22).

O texto bíblico não despreza, nem humilha ou desvaloriza a figura feminina. O texto inspirado revela características sobressalientes e relevantes das mulheres na sociedade:

• A sabedoria da mulher vale mais que a força de milhares de homens; o que seria do mundo sem o toque feminino? (sobre essa verdade, confira II Samuel 19);
• O papel da mãe é importante para todo homem, e, o amor da mãe, que é incomparável, é essencial e vital em toda cultura, povo e nação.

Reflita: Alimentar preconceito à Bíblia é obstáculo à sua interpretação. A superficialidade e falta de familiaridade com Seu Autor são barreiras que inviabilizam a valorização do Livro mais importante do mundo! – Heber Toth Armí



2SAMUEL 21 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de julho de 2019, 0:30
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“Houve, em dias de Davi, uma fome de três anos consecutivos. Davi consultou ao Senhor, e o Senhor lhe disse: Há culpa de sangue sobre Saul e sobre a sua casa, porque ele matou os gibeonitas” (v.1).

No tempo em que Josué liderava Israel na conquista de Canaã, um dos povos daquela região usou de estratagema enviando uns de seus homens como embaixadores de uma terra distante. Mesmo tendo sua farsa descoberta, Josué já tinha firmado com os gibeonitas um acordo de paz, e estes passaram a habitar no meio de Israel como escravos. Saul, porém, quebrou o juramento ao tentar destruí-los, causando grande dano aos homens de Gibeão.

Ao atribuir à casa de Saul a culpa de sangue pela morte dos gibeonitas, o Senhor confirmou a maldade que se estendeu pelas gerações dos filhos do primeiro monarca de Israel. Ao contrário de Saul, Davi mostrou lealdade à aliança feita entre ele e Jônatas perante o Senhor, ao poupar a vida de Mefibosete. Mas aqueles sete homens representam “a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração” (Êx.20:5). Não se trata de uma transferência de responsabilidade, e sim de influência. Pois “o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai, a iniquidade do filho” (Ez.18:20).

A influência doméstica tem um papel fundamental na construção do caráter dos filhos. Isto contribui, em pesada medida, na formação moral e espiritual das futuras gerações. Como mãe, Rispa passou por um sofrimento difícil de exprimir em palavras. Como quem guarda um importante tesouro, guardou com bravura os corpos de seus filhos até que pudesse vê-los saindo dali para um sepultamento digno. E se os valentes de Davi não tivessem zelado pela vida do rei, ele seria o próximo a ser chorado em Israel.

Pior do que gigantes guerreiros, há um gigante que homem algum consegue tombar: a morte. Mas um dia, uma mãe também chorou muito diante da morte injusta de seu Filho. Ele sim não merecia nenhuma condenação. E num madeiro, Jesus venceu a morte para nos ofertar a vida. Quer você ver quebradas as maldições hereditárias e receber dos céus chuvas de bênçãos? Saiba que maior do que o poder da influência humana é o poder da redenção em Cristo Jesus. Aceite, hoje, o presente da graça!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, alvos da graça de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Samuel21 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II SAMUEL 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de julho de 2019, 0:05
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924 palavras

1 Os capítulos 21 a 24 são uma espécie de apêndice ao livro de Samuel; compõe-se de eventos históricos e complementos poéticos, cuja ordem cronológica é irregular. O trecho de 21.1-14 [vingados os gibeonitas], por exemplo, deve ser colocado cronologicamente, antes do capítulo 9 (Bíblia Shedd).

pelos filhos de Israel. Nesta ofensa Saul não estava sozinho. Como rei de Israel, ele estava agindo com o povo e em favor dele. O povo, sem dúvida, o apoiou em sua campanha para exterminar os gibeonitas, e assim, a culpa recaía não só sobre o rei, mas também sobre eles. Isso explicaria por que o Senhor permitiu que a punição pela ofensa de Saul caísse sobre Davi e seu povo. A nação toda estava envolvida na violação do solene juramento feito mais de 400 anos antes por Josué e pelos príncipes da congregação. Sob a capa do zelo nacionalista de Saul, existia um espírito de egoísmo, orgulho e arrogância que era totalmente estranho à humildade, imparcialidade e ao elevado propósito que Deus exigia de Seus filhos (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 762).

que resgate vos darei […]? Davi devia ter dirigido esta pergunta a Deus, assim como fizera a respeito à causa da fome. O relato não declara que Davi tenha levado o caso ao Senhor, nem afirma que aquilo que os gibeonitas e o que Davi fez em resposta a isso estava em harmonia com o que Deus teria exigido a fim de corrigir a situação. A ação de Saul fora uma representação errônea da religião de Yahweh. Sua atitude provavelmente refletia a dos israelitas em geral, que, após a morte de Saul, continuaram a mostrar hostilidade para com esses estrangeiros que viviam em seu meio e a quem haviam prometido proteger. Era altamente essencial que a religião de Deus fosse vindicada. Não é revelado precisamente o que Deus teria exigido para alcançar esse fim. Um dos principais objetivos de se confessar as faltas para os que foram prejudicados é anular, tanto quanto possível, a má influência do ato errôneo. Pessoas têm ficado completamente desanimadas e têm perdido a salvação como resultado de erros alheios. É dever daquele que foi pedra de tropeço fazer tudo o que puder para tentar remover a causa de ofensa (CBASD, vol. 2, p. 762).

abençoem. Como o juramento feito [em nome do Senhor] a eles tinha sido violado, teriam o direito de invocar a maldição divina sobre a terra (Bíblia de Estudo NVI, Vida)

4 Matar pessoa alguma em Israel. Israel, como nação, era responsável pela matança dos gibeonitas nas mãos de Saul. Contudo, não seria solicitado que os israelitas, como um todo, pagassem o preço do sangue que tinha sido derramado. Os gibeonitas eram da opinião de que a culpa devia repousar primariamente  sobre a casa de Saul e que devia ser feita expiação por meio dela (CBASD, vol. 2, p. 763).

Um homem que nos destruiu. Saul deve ter provocado uma assolação geral entre os gibeonitas. Como povo, provavelmente quase foram destruídos, restando apenas um remanescente espalhado pelo país. Uma vez que Saul foi primariamente responsável por esse crime, os gibeonitas, então, pedriam que sua casa levasse a culpa. (CBASD, vol. 2, p. 763).

Nos deem sete homens, para que os enforquemos. Este castigo (heb yoka) era previsto apenas para os apóstatas (Nm 25.4) e não se aplicava, propriamente, aos descendentes de Saul. Mas os gibeonitas, gente manhosa, já haviam enganado Israel uma vez (Js 9:3-15); e não é de estranhar que, aproveitando-se das circunstâncias a seu favor, repetissem a façanha. Se Davi tivesse consultado somente a Deus e não aos gibeonitas (3, 4), provavelmente a resposta seria outra (Bíblia Shedd).

em Gibeá. Gibeá foi a cidade onde Saul nasceu (1Sm 10.26; 11:44). Parece adequado que a expiação pelo crime de Saul fosse feita em sua cidade natal. […] Contudo, não há razão para se crer que a execução desses descendentes de Saul fosse considerada como um sacrifício humano expiatório e que, portanto, tivesse de ocorrer em Gibeá, como se fosse mais aceitável ali (CBASD, vol. 2, p. 762).

Por causa do juramento ao SENHOR. Ver 1Sm 18:3; 20:12-17. O solene juramento que Davi fizera a Jônatas exigia que ele isentasse o filho de Jônatas da proposta de vingança dos gibeonitas (CBASD, vol. 2, p. 763).

10 tomou um pano de saco e o estendeu para si. Rispa estendeu o pano de saco como um abrigo do sol forte (Andrews Study Bible).

Desde o princípio da ceifa; que se dava nos meses de abril e maio. Até que sobre eles caísse a água do céu, maias ou menos no mês de outubro(Bíblia Shedd).

14 Deus Se tornou favorável. Pelo fato de o texto declarar que “Deus Se tornou favorável”, não se deve concluir que Davi seguiu o plano de Deus para expiar a má ação de Saul. Talvez Deus avalie um ato pela sinceridade do coração que o originou, embora condene o ato em si. (CBASD, vol. 2, p. 764).

15-22 Esta crônica [gigantes mortos pelos homens de Davi] é colocada, por alguns, depois do cap. 5, e, por outros, depois do cap. 12 (Bíblia Shedd).

17 Não apagues a lâmpada. Ver 1Rs 11:36; 15:4; Sl 132:17. Davi frequentemente colocava sua vida em risco ao se engajar em combate pessoal com seus inimigos. Chegou um momento, porém, em que já não era nem sábio nem necessário que o rei se aventurasse a sair à guerra com seus soldados, como tinha sido seu costume até então. (CBASD, vol. 2, p. 764).

19 e Elanã … o belemita, feriu Golias. Na passagem paralela (1Cr 20:5), é dito que Elanã matou o irmão de Golias, cujo nome era Lami. (CBASD, vol. 2, p. 765).

Davi matou Golias de Gate; este homem, de acordo com 1 Cr 20.5, era um “irmão de Golias…” [Lami] (Andrews Study Bible).