Reavivados por Sua Palavra


II SAMUEL 6 by Jobson Santos
12 de julho de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/2sm-capitulo-6/

Duas tentativas foram feitas para a mudança da arca de Deus, cada uma delas acompanhada com claras lições para que todos pudessem aprender. Na primeira tentativa, 30.000 israelitas foram escolhidos para a mudança, a arca de Deus foi colocada em um carro novo, e Davi e toda a casa de Israel se alegraram diante do Senhor. No meio do caminho, Uzá foi morto por não seguir estritamente as instruções sobre a manipulação da arca! Davi percebeu ali, como nunca havia percebido antes, a santidade da lei de Deus e a necessidade de obediência estrita.

Encorajados pelas bênçãos recebidas pela casa de Obede-Edom, onde a arca havia sido guardada, outra tentativa foi feita, três meses depois, para transportar a arca. Desta vez, Davi e seu povo seguiram cuidadosamente todas as instruções que eles conheciam e com sucesso levaram a arca do Senhor para Jerusalém.

Na primeira tentativa, a desobediência trouxe angústia e confusão para Davi. No entanto, a obediência explícita de Davi fez da transferência da arca uma ocasião muito agradável e esta celebração deixou uma impressão duradoura sobre Israel e às gerações que se seguiram. Nós também encontraremos plena satisfação e alegria em render obediência incondicional ao Senhor.

Samuel Wang
Centro para o trabalho no Leste da Ásia
Taiwan

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=519
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



II SAMUEL 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
12 de julho de 2019, 0:56
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II SAMUEL 6 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
12 de julho de 2019, 0:45
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Muitos gostam de viver no limite de muitas coisas, prova disso são os esportes radicais; arriscando, alguns perdem a vida. O mesmo se dá no aspecto espiritual; neste caso, a consequência é morte eterna.

A Bíblia de Jerusalém é da opinião de que toda a narrativa deste capítulo “revela a simplicidade e a profundidade da religião de Davi”; contudo, muitos querem tornar coisas simples e profundas em complexas e erradas.

Há situações neste capítulo que podem levar instáveis e ignorantes a interpretações esdrúxulas. Por exemplo:

1. Deus é tirano, cruel, intolerante, desprovido de graça e misericórdia por fulminar instantaneamente Uzá quando, simplesmente, segurou a arca da aliança para ela não cair (vs. 1-9);
2. Davi dançou perante a arca do Senhor, portanto, podemos dançar na igreja, em baladas, etc. (vs. 14-16);
3. É amaldiçoada a mulher que condena ao marido naquilo faz com a melhor das intenções (vs. 20-23).

É muito fácil interpretar incorretamente a Bíblia e fazê-la dizer o que almejamos. Por conseguinte, Charles R. Swindoll declara: “por muitos séculos a Bíblia tem sido lida de modo errado, torcida, forçada e corrompida, tanto por santos quanto por pecadores”.

E quanto a você…

• …está seguro de tuas interpretações do texto bíblico?
• …interpreta corretamente a Bíblia, ou como convêm, conforme tuas inclinações?

Pior que não ler a Bíblia é ler a Bíblia equivocadamente. Portanto, leia-a suplicando discernimento do Espírito Santo.

Após afirmar que não há nenhum tipo de dança litúrgica no Antigo nem no Novo Testamento, Augustus Nicodemus, referindo-se ao evento deste capítulo em apreço, declara:

“Acho que o rei de Israel cairia de costas se visse tudo o que se inventou hoje no culto a Deus com base naquele dia em que ele saltou de alegria diante da arca do Senhor”.

• E, o que dizer do Espírito Santo, diante de tantas aberrações interpretativas hodiernas?
• Muitos intérpretes pós-modernos não morreriam por perverter as Escrituras Sagradas assim como Uzá e Aiô ao tocarem a arca?

Concluindo, observe estas aplicações:

1. Agir conforme imaginamos diante do sagrado, ignorando a revelação, desagrada ao Senhor e atrai Seu juízo (vs. 1-11);
2. Deus abençoa quando demonstramos reverência para com Ele (vs. 11-19);
3. Atitudes corretas podem ser interpretadas incorretamente (vs. 20-23).

Alegremo-nos no Senhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



2SAMUEL 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de julho de 2019, 0:30
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“Assim, Davi, com todo o Israel, fez subir a arca do Senhor, com júbilo e ao som de trombetas” (v.15).

O transporte da arca da aliança para Jerusalém foi transformado em uma grande festa. Davi, juntamente com todo o povo, seguiam com danças e toda sorte de instrumentos. Fora aparelhado um carro novo e todas as providências pareciam evidenciar um momento sagrado e aprovado por Deus. Contudo, todas as danças e cânticos foram cessados quando presenciaram a consumação da ira de Deus.

Uzá não era ignorante quanto à instrução acerca do transporte da arca. Ninguém, ao não ser os sacerdotes, era autorizado a tocá-la ou carregá-la. Havia um limite muito claro e ele foi ultrapassado. Por mais que a aparência daquela jornada fosse de um culto feliz e vibrante, aquela não era a forma escolhida por Deus. Os filhos de Israel precisavam aprender a fazer diferença entre o santo e o comum, e o santuário e o que nele continha os ensinava nesse sentido.

Obede-Edom e sua família foram ricamente abençoados pela presença da arca em sua casa. Certamente, eles tomaram todo o cuidado para respeitar os limites estabelecidos por Deus, e foram recompensados por isso. Apesar da tragédia inicial, esta notícia encheu novamente de esperança o coração de Davi, que prontamente tornou a trazer a arca, mas, desta vez, respeitando a Palavra do Senhor. Sua devoção e grande alegria foram interpretadas por Mical como uma atitude insana para um rei. Mas a sua resposta à sua esposa insatisfeita deixou bem clara a intenção de Davi: agradar ao Senhor.

Amados, este episódio nos ensina que sensação de alegria e aparência de santidade não são requisitos de verdadeira adoração. Se estava escrito como a arca deveria ser transportada, cumpria a Davi ter obedecido e a Uzá ter temido fazer o que não lhe era permitido. Que parte do “Certamente morrereis” ainda não compreendemos? O Senhor nos deixou limites justamente para nos livrar do salário do pecado. E Ele jamais teria ferido a Uzá se ainda houvesse uma fagulha sequer de possibilidade de salvá-lo.

A verdadeira adoração consiste em adorarmos o Senhor como Ele deseja que O adoremos, ainda que sejamos desprezados por isso. Enquanto Davi representa o verdadeiro adorador, que se alegra no Senhor e em fazer a Sua vontade, Mical representa o falso adorador, ocupado apenas em censurar aquele que deseja abençoá-lo. A vitória de Jesus na cruz garantiu a bênção do Senhor a você “e a toda a sua casa” (v.11). Não despreze tamanho privilégio! E lembre-se: adorar não consiste em cerimônias bonitas, mas em humilhar-se perante Aquele “que Se assenta acima dos querubins” (v.2). Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Samuel6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II SAMUEL 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
12 de julho de 2019, 0:05
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II SAMUEL 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
12 de julho de 2019, 0:05
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1197 palavras

2 Desde 1Sm 6.21 [devolução da arca pelos filisteus aos habitantes de Quiriate-Jearim] até 2Sm 6.3, passaram-se cerca de 60 a 70 anos. Bíblia Shedd.

que Se assenta acima dos querubins. A arca era considerada a base [escabelo = apoio para os pés] do trone de Deus. Andrews Study Bible.

carro novo. Os filisteus usaram carro novo (1Sm 6.7). Israel não podia imitá-los, tinha que obedecer à lei e carregar a arca do Senhor nos ombros (Êx 25.14; Js 6.6). Bíblia Shedd.

estendeu Uzá a mão. A arca era santa. Ninguém, exceto os sacerdotes, descendentes de Arão, deviam tocá-la (Nm 4:15; PP, 705). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 677.

a ira do SENHOR se acendeu contra Uzá. O homem vê somente a aparência exterior, mas Deus olha para o coração. Para os que acompanhavam Uzá, pode ter parecido que as intenções dele eram perfeitamente honrosas – que estava apenas tentando ajudar quando estendeu a mão para aparara arca. No entanto, seu coração não estava num relacionamento correto com Deus. Ao tocar a arca, cometeu um ato de presunção. Um ser pecaminoso não devia ter ousado tocar naquilo que simbolizava a presença de Deus. O Senhor não podia permitir que passasse despercebido este flagrante desrespeito à Sua ordem expressa. Se os pecados de Uzá ficassem sem punição, sua culpa poderia ter envolvido muitos outros. Os que conheciam as faltas de Uzá teriam se tornado grandemente ousados em pecar se lhes tivesse sido permitido concluir que faltas como as dele podiam ficar sem correção e que o ofensor seria aceito por Deus mesmo assim. A morte de Uzá serviu como advertência para muitos do fato de que o Senhor é um Deus justo, que requer de todos estrita obediência. CBASD, vol. 2, p. 677, 678.

Deus o feriu. Alguns têm considerado a morte de Uzá como um juízo de severidade desproporcional. O incidente ocorreu, contudo, num regime teocrático, quando as penalidades civis abrangiam infrações religiosas e a pena de morte era infligida por delitos aos quais hoje não é mais aplicada… Muitas vezes, são necessárias penalidades severas para restringir o mal. No mundo atual, o abrandamento das leis de restrição ao crime é seguido de aumento de criminalidade. Uzá estivera tanto tempo na presença da arca que a familiaridade havia criado nele um espírito de irreverência. Ele se tornara culpado de uma presunção imprudente e irresponsável, e o Senhor lidou com isso da maneira adequada. A punição inesperada fez com que as multidões de Israel ali reunidas compreendessem quão importantes são as ordens expressas de Deus e quão terrível é o pecado da irreverência. CBASD, vol. 2, p. 678.

irreverência. Por irreverência à arca do Senhor morreram Uzá, os filhos de Eli (1Sm 4.3, 4, 11) e os homens de Bete-Semes (1Sm 6.19). Bíblia Shedd.

Desgostou-se Davi. O desagrado de Davi ante a morte de Uzá se deveu, em grande parte, ao fato de que seu próprio coração não estava completamente íntegro. Se ele estivesse em perfeita paz com Deus, não teria nenhuma razão para temer e teria aceitado a vontade divina. Tudo o que Deus faz é perfeito; e, quando uma pessoa se desgosta com as obras de Deus, isso é um indicativo de que há algo errado com sua própria experiência. Davi teria feito bem em se humilhar e em examinar seu coração para descobrir os males que poderiam estar ocultos ali, em vez de procurar faltas em Deus. CBASD, vol. 2, p. 678.

11 e o Senhor o abençoou e a toda a sua casa. A presença da arca no lar de Obede-Edom produziu bênção, não maldição. … ele acolheu com satisfação a arca em sua casa. A bênção concedida a Obede-Edom não foi somente para ele, mas para toda a sua casa. Por meio do fiel Abraão, todas as famílias da Terra seriam abençoadas (Gn 12:2, 3). Felicidade, prosperidade e paz vêm sobre muitos quando uma pessoa desfruta a presença de Deus. Aquele que recebe uma bênção se torna uma bênção. CBASD, vol. 2, p. 678.

12 avisaram a Davi. A nação ficou atenta para ver o que aconteceria com o geteu e sua família (PP, 706). A bênção divina baniu o abatimento e os maus presságios que a morte de Uzá causara. CBASD, vol. 2, p. 681.

14 dançava… diante do SENHOR. Um tipo religioso de dança executada fora do templo, que consistia na movimentação das mãos e estalar ou movimentação dos dedos. Andrews Study Bible.

A dança de Davi era um ato solene e santa alegria. Para um oriental daquela época, tal atividade era um modo de expressão natural, por mais estranho que isso possa parecer hoje. Por meio disso, Davi expressou seu grato louvor, e assim honrou e glorificou o santo nome de Deus. Não havia nada na dança de Davi que seja comparável à dança moderna, ou que a justifique. A dança popular não leva ninguém para mais perto de Deus, nem inspira alguém a ter pensamentos mais puros ou a ter um viver mais santo. Desqualifica a pessoa para a oração ou o estudo da Palavra de Deus e a desvia da justiça, conduzindo-a a diversões profanas. A moral é corrompida, o tempo é mais do que desperdiçado, e muitas vezes a saúde é sacrificada (ver PP, 707). CBASD, vol. 2, p. 681.

cingido de uma estola sacerdotal de linho. Davi deixou de lado seu manto real, para essa ocasião, e usou uma simples estola de linho do tipo geralmente usado pelos sacerdotes. … Ao fazer isso, não assumiu prerrogativas sacerdotais; estava simplesmente mostrando ao povo que se dispunha a se humilhar e a se tornar um com eles no serviço de Deus. CBASD, vol. 2, p. 681.

16 o desprezou. No passado, Mical amava Davi e era a única esposa. Agora ela era uma de suas muitas esposas. Andrews Study Bible.

Ela não conseguia apreciar ou entender o fervor que levava Davi a associar-se com o povo para expressar de maneira tão vívida sua alegria no Senhor. Quando Davi cantava e dançava diante de Deus, seu ato de adoração foi honrado no Céu, mas foi desprezado por sua esposa. … Ela se apaixonara por Davi quando ele era um jovem herói, mas seu casamento com ele terminou quando ele fugiu de Saul. Vinte anos haviam se passado, durante os quais ela estivera casada com outro homem, de quem fora tirada à força e entregue ao ex-marido como um prêmio político após uma longa guerra contra a casa de seu pai. A orgulhosa filha de Saul estava cheia de ressentimento e pronta a achar falhas em Davi, até mesmo no zelo dele em honrar ao Senhor por uma forma de louvor aceitável naquela época. CBASD, vol. 2, p. 681.

17 Davi oferecia (NKJV). Davi não era da tribo de Levi. Ele executava funções sagradas como adorador, não como sacerdote. Andrews Study Bible.

20 descobrindo-se. Isto é, removendo seu traje real e aparecendo em público na simples estola de linho usada pelos sacerdotes e por outros. CBASD, vol. 2, p. 683.

21 Perante o SENHOR. Mical precisava entender a verdadeira razão para a conduta de Davi. Precisava também aceitar que seu orgulho e egoísmo estavam por trás de sua própria amargura de espírito. Davi sentiu que Mical havia desprezado não o rei, mas o Senhor e Seu serviço. CBASD, vol. 2, p. 683.

23 não teve filhos. Não houve possibilidade da união das casas de Saul com a casa de Davi porque Davi e Mical não tiveram filhos. Andrews Study Bible.




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