Reavivados por Sua Palavra


II SAMUEL 21 by jquimelli
27 de julho de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/2sm-capitulo-21/

Os Gibeonitas, um remanescente dos amorreus, haviam feito um acordo mútuo com os israelitas durante o tempo de Josué. Sem nenhuma justificativa conhecida, Saul havia massacrado alguns dos seus habitantes, que residiam no território de Benjamim. A fome sobre a terra foi o castigo de Deus pelos atos de Saul. Tempos depois, Davi cedeu ao pedido dos Gibeonitas de lhes entregar sete homens da família de Saul para serem enforcados, como uma reparação daquilo que Saul havia feito a eles

Depois, Davi recuperou os ossos de Saul e Jônatas que os homens de Jabes-Gileade haviam furtado dos filisteus de Bete-Seã, acrescentou-lhes os ossos dos sete homens, e os enterrou dignamente, no túmulo do pai de Saul (v. 12-14). Então “Deus respondeu às orações em favor da terra de Israel” (v. 14 NVI).

Deus respondeu, não por causa da morte dos sete descendentes de Saul, mas porque os Gibeonitas ficaram satisfeitos com a justiça e se voltaram para Deus.

Koot van Wyk 
Kyungpook National University
Sangju, Coréia do Sul

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=534
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



II SAMUEL 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de julho de 2019, 0:55
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II SAMUEL 21 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de julho de 2019, 0:45
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Lendo este capítulo estamos quase concluindo nossa reflexão no segundo livro de Samuel. Visualizando o conteúdo inspirado desde o primeiro livro da Bíblia, é fácil perceber que…

• Desde quando Satanás penetrou nosso planeta, a história mundial foi marcada por grande conflito entre o bem e o mal, o qual é bem percebido pelo povo de Deus.

Sendo privilegiados com a Palavra de Deus acessível a nós, podemos conhecer o caminho do bem para, então, desviarmos das avenidas do mal que tem o inferno como destino.

A Bíblia é um livro diferente, incomparável, com temas sublimes. Ela foi escrita por homens, mas sobrenaturalmente inspirada pelo Espírito Santo. Analisando os capítulos 21 a 24 do livro bíblico em apreço, onde está revelado o final do reinado de Davi, o Comentário Bíblico Africano destaca:

“Estes capítulos estão organizados de acordo com um requintado plano literário: dois relatos de pragas, um no começo e outro no final (21:1-14; 24:1-25), duas listas (21:15-22; 23:8-39) e, no meio, duas canções (22:1-51; 23:1-7)”.

Precisamente no capítulo em foco, destacam-se estes pontos:

1. A falha de Saul e as consequências de um voto desrespeitado; e, o evidente o amor de Rispa como mãe. Desta forma, a literatura bíblica evidencia as consequências das más atitudes, mas também exalta o exuberante amor de uma mãe (vs. 1-14).

2. Os pequenos podem vencer gigantes no poder de Deus. O menor alcança vitória sobre o menor quando existe confiança no Senhor. A literatura bíblica não esconde a força do mal; contudo, revela também a vitória dos débeis que dependem dEle (vs. 15-22).

O texto bíblico não despreza, nem humilha ou desvaloriza a figura feminina. O texto inspirado revela características sobressalientes e relevantes das mulheres na sociedade:

• A sabedoria da mulher vale mais que a força de milhares de homens; o que seria do mundo sem o toque feminino? (sobre essa verdade, confira II Samuel 19);
• O papel da mãe é importante para todo homem, e, o amor da mãe, que é incomparável, é essencial e vital em toda cultura, povo e nação.

Reflita: Alimentar preconceito à Bíblia é obstáculo à sua interpretação. A superficialidade e falta de familiaridade com Seu Autor são barreiras que inviabilizam a valorização do Livro mais importante do mundo! – Heber Toth Armí



2SAMUEL 21 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de julho de 2019, 0:30
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“Houve, em dias de Davi, uma fome de três anos consecutivos. Davi consultou ao Senhor, e o Senhor lhe disse: Há culpa de sangue sobre Saul e sobre a sua casa, porque ele matou os gibeonitas” (v.1).

No tempo em que Josué liderava Israel na conquista de Canaã, um dos povos daquela região usou de estratagema enviando uns de seus homens como embaixadores de uma terra distante. Mesmo tendo sua farsa descoberta, Josué já tinha firmado com os gibeonitas um acordo de paz, e estes passaram a habitar no meio de Israel como escravos. Saul, porém, quebrou o juramento ao tentar destruí-los, causando grande dano aos homens de Gibeão.

Ao atribuir à casa de Saul a culpa de sangue pela morte dos gibeonitas, o Senhor confirmou a maldade que se estendeu pelas gerações dos filhos do primeiro monarca de Israel. Ao contrário de Saul, Davi mostrou lealdade à aliança feita entre ele e Jônatas perante o Senhor, ao poupar a vida de Mefibosete. Mas aqueles sete homens representam “a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração” (Êx.20:5). Não se trata de uma transferência de responsabilidade, e sim de influência. Pois “o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai, a iniquidade do filho” (Ez.18:20).

A influência doméstica tem um papel fundamental na construção do caráter dos filhos. Isto contribui, em pesada medida, na formação moral e espiritual das futuras gerações. Como mãe, Rispa passou por um sofrimento difícil de exprimir em palavras. Como quem guarda um importante tesouro, guardou com bravura os corpos de seus filhos até que pudesse vê-los saindo dali para um sepultamento digno. E se os valentes de Davi não tivessem zelado pela vida do rei, ele seria o próximo a ser chorado em Israel.

Pior do que gigantes guerreiros, há um gigante que homem algum consegue tombar: a morte. Mas um dia, uma mãe também chorou muito diante da morte injusta de seu Filho. Ele sim não merecia nenhuma condenação. E num madeiro, Jesus venceu a morte para nos ofertar a vida. Quer você ver quebradas as maldições hereditárias e receber dos céus chuvas de bênçãos? Saiba que maior do que o poder da influência humana é o poder da redenção em Cristo Jesus. Aceite, hoje, o presente da graça!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, alvos da graça de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Samuel21 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II SAMUEL 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
27 de julho de 2019, 0:05
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924 palavras

1 Os capítulos 21 a 24 são uma espécie de apêndice ao livro de Samuel; compõe-se de eventos históricos e complementos poéticos, cuja ordem cronológica é irregular. O trecho de 21.1-14 [vingados os gibeonitas], por exemplo, deve ser colocado cronologicamente, antes do capítulo 9 (Bíblia Shedd).

pelos filhos de Israel. Nesta ofensa Saul não estava sozinho. Como rei de Israel, ele estava agindo com o povo e em favor dele. O povo, sem dúvida, o apoiou em sua campanha para exterminar os gibeonitas, e assim, a culpa recaía não só sobre o rei, mas também sobre eles. Isso explicaria por que o Senhor permitiu que a punição pela ofensa de Saul caísse sobre Davi e seu povo. A nação toda estava envolvida na violação do solene juramento feito mais de 400 anos antes por Josué e pelos príncipes da congregação. Sob a capa do zelo nacionalista de Saul, existia um espírito de egoísmo, orgulho e arrogância que era totalmente estranho à humildade, imparcialidade e ao elevado propósito que Deus exigia de Seus filhos (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 762).

que resgate vos darei […]? Davi devia ter dirigido esta pergunta a Deus, assim como fizera a respeito à causa da fome. O relato não declara que Davi tenha levado o caso ao Senhor, nem afirma que aquilo que os gibeonitas e o que Davi fez em resposta a isso estava em harmonia com o que Deus teria exigido a fim de corrigir a situação. A ação de Saul fora uma representação errônea da religião de Yahweh. Sua atitude provavelmente refletia a dos israelitas em geral, que, após a morte de Saul, continuaram a mostrar hostilidade para com esses estrangeiros que viviam em seu meio e a quem haviam prometido proteger. Era altamente essencial que a religião de Deus fosse vindicada. Não é revelado precisamente o que Deus teria exigido para alcançar esse fim. Um dos principais objetivos de se confessar as faltas para os que foram prejudicados é anular, tanto quanto possível, a má influência do ato errôneo. Pessoas têm ficado completamente desanimadas e têm perdido a salvação como resultado de erros alheios. É dever daquele que foi pedra de tropeço fazer tudo o que puder para tentar remover a causa de ofensa (CBASD, vol. 2, p. 762).

abençoem. Como o juramento feito [em nome do Senhor] a eles tinha sido violado, teriam o direito de invocar a maldição divina sobre a terra (Bíblia de Estudo NVI, Vida)

4 Matar pessoa alguma em Israel. Israel, como nação, era responsável pela matança dos gibeonitas nas mãos de Saul. Contudo, não seria solicitado que os israelitas, como um todo, pagassem o preço do sangue que tinha sido derramado. Os gibeonitas eram da opinião de que a culpa devia repousar primariamente  sobre a casa de Saul e que devia ser feita expiação por meio dela (CBASD, vol. 2, p. 763).

Um homem que nos destruiu. Saul deve ter provocado uma assolação geral entre os gibeonitas. Como povo, provavelmente quase foram destruídos, restando apenas um remanescente espalhado pelo país. Uma vez que Saul foi primariamente responsável por esse crime, os gibeonitas, então, pedriam que sua casa levasse a culpa. (CBASD, vol. 2, p. 763).

Nos deem sete homens, para que os enforquemos. Este castigo (heb yoka) era previsto apenas para os apóstatas (Nm 25.4) e não se aplicava, propriamente, aos descendentes de Saul. Mas os gibeonitas, gente manhosa, já haviam enganado Israel uma vez (Js 9:3-15); e não é de estranhar que, aproveitando-se das circunstâncias a seu favor, repetissem a façanha. Se Davi tivesse consultado somente a Deus e não aos gibeonitas (3, 4), provavelmente a resposta seria outra (Bíblia Shedd).

em Gibeá. Gibeá foi a cidade onde Saul nasceu (1Sm 10.26; 11:44). Parece adequado que a expiação pelo crime de Saul fosse feita em sua cidade natal. […] Contudo, não há razão para se crer que a execução desses descendentes de Saul fosse considerada como um sacrifício humano expiatório e que, portanto, tivesse de ocorrer em Gibeá, como se fosse mais aceitável ali (CBASD, vol. 2, p. 762).

Por causa do juramento ao SENHOR. Ver 1Sm 18:3; 20:12-17. O solene juramento que Davi fizera a Jônatas exigia que ele isentasse o filho de Jônatas da proposta de vingança dos gibeonitas (CBASD, vol. 2, p. 763).

10 tomou um pano de saco e o estendeu para si. Rispa estendeu o pano de saco como um abrigo do sol forte (Andrews Study Bible).

Desde o princípio da ceifa; que se dava nos meses de abril e maio. Até que sobre eles caísse a água do céu, maias ou menos no mês de outubro(Bíblia Shedd).

14 Deus Se tornou favorável. Pelo fato de o texto declarar que “Deus Se tornou favorável”, não se deve concluir que Davi seguiu o plano de Deus para expiar a má ação de Saul. Talvez Deus avalie um ato pela sinceridade do coração que o originou, embora condene o ato em si. (CBASD, vol. 2, p. 764).

15-22 Esta crônica [gigantes mortos pelos homens de Davi] é colocada, por alguns, depois do cap. 5, e, por outros, depois do cap. 12 (Bíblia Shedd).

17 Não apagues a lâmpada. Ver 1Rs 11:36; 15:4; Sl 132:17. Davi frequentemente colocava sua vida em risco ao se engajar em combate pessoal com seus inimigos. Chegou um momento, porém, em que já não era nem sábio nem necessário que o rei se aventurasse a sair à guerra com seus soldados, como tinha sido seu costume até então. (CBASD, vol. 2, p. 764).

19 e Elanã … o belemita, feriu Golias. Na passagem paralela (1Cr 20:5), é dito que Elanã matou o irmão de Golias, cujo nome era Lami. (CBASD, vol. 2, p. 765).

Davi matou Golias de Gate; este homem, de acordo com 1 Cr 20.5, era um “irmão de Golias…” [Lami] (Andrews Study Bible).



II SAMUEL 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
27 de julho de 2019, 0:05
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