Reavivados por Sua Palavra


I SAMUEL 12 by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/1sm-capitulo-12/

Nunca foi intenção de Deus que Israel tivesse seu próprio rei. Deus havia proposto que através de Israel, o mundo inteiro testemunhasse o que aconteceria quando Deus estivesse diretamente no controle. Assim, Ele teria que expressar seu domínio na Terra através de seres humanos em quem Ele colocou seu Espírito.

Samuel (1:12) lista vários líderes usados por Deus ao longo da história de Israel para libertar seu povo: Moisés, Gideão, Sansão e outros. O que todos têm em comum é que cada um deles era um ser humano imperfeito. Apesar da fidelidade a Deus em vários momentos de suas vidas, em outros eles eram terrivelmente infiéis. E isso se apresentou como um problema, pois os israelitas constantemente olhavam para esses humanos imperfeitos em busca de liderança, em vez de olhar para o Deus perfeito e santo.

A boa notícia é que, apesar de sua constante rebelião, “o Senhor não os rejeitará, pois o Senhor teve prazer em torná-los o seu próprio povo.” (v. 22, NVI). Deus não desistirá de seus propósitos. Oro para que minha vida seja uma demonstração do que acontece na vida de um povo quando o próprio Deus é rei.

Fernando Villegas
Pastor da União Arkansas-Lousiana da IASD

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=494
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



1 SAMUEL 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de junho de 2019, 0:55
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1 SAMUEL 12 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
17 de junho de 2019, 0:45
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Deus Se envolve diretamente com Seu povo mesmo quando este está envolvido com decisões, atitudes e comportamentos errados.

Os erros dos filhos de Samuel (Jael e Abias) geraram o erro da liderança de Israel em pedir rei. O erro dos filhos dos líderes espirituais pode influenciar a erros coletivos do povo de Deus, quando não uma reação negativa. Mas, como Pai amoroso, Deus caminha com Seu povo em meio aos seus erros tentando conquistar novamente o coração dos indiferentes.

Sobre Deus guiar Samuel na escolha de um rei para Israel, mesmo sabendo que o desejo de um rei representava a rejeição de Sua regência, Rosalie Haffner Lee faz a seguinte aplicação:

“A mensagem para nós é que, mesmo quando o Seu povo se desvia de Sua vontade, Deus está diretamente envolvido em suas atividades. Ele designa dirigentes para reanimá-los, renovar-lhes as energias espirituais e dirigi-los à Fonte divina de sabedoria e força”.

Não podemos enclausurar Deus em nossos limitados conceitos, pois assim inventaremos um deus inexistente. Lee ainda diz: “A humanidade pode falhar, mas Deus nunca falha. A mão de Deus dirige as atividades de Sua igreja; a compassiva Providência Divina paira sobre os crentes, embora sejam imperfeitos; o amoroso Pai celestial executa bondosamente o Seu infinito propósito para a SALVAÇÃO da humanidade perdida”.

Sobre o capítulo em foco, David Tsumara oferece o seguinte esboço, destacando que Samuel discursa a Israel:

1. “Testemunhem contra mim!” (vs. 1-6);
2. “Olhem ao rei!” (vs. 7-15);
3. “Esperem e olhem!” (vs. 16-17);
4. “Temam ao Senhor e sirvam-Lhe!” (vs. 18-25).

Samuel é líder transparente. Conhecedor da história sagrada e de teologia. Também sabe distinguir maus procedimentos éticos do povo. Fala ao coração e chama o povo à decisão. Seu coração era terno e compassivo, refletia o caráter de Deus…

• Como precisamos de pessoas assim! Carecemos de “Samuéis”…

Samuel não ignora o povo que despreza a Deus. Ele é um exemplo ilustre de intercessor/professor no Antigo Testamento.

• Ao invés de criticar o povo em seus pecados, oxalá eu e você fizéssemos como Samuel: “Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o SENHOR, deixando de orar por vós; antes, vos ensinei o caminho bom e direito” (v. 23).

Eu me disponho! E, você?



1SAMUEL 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de junho de 2019, 0:30
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“Tão somente, pois, temei ao Senhor e servi-O fielmente de todo o vosso coração; pois vede quão grandiosas coisas vos fez” (v.24).


Samuel serviu a Israel desde a tenra idade até envelhecer. Em sua velhice, declarou o fim de sua liderança sob o estandarte da fidelidade. O profeta iniciou como uma criança que “crescia diante do Senhor” (1Sm.2:21) e encerrou como um idoso que permanecia fiel diante de Deus: “o meu procedimento esteve diante de vós desde a minha mocidade até ao dia de hoje” (v.2). “Eis-me aqui” (v.3), foi a sua atitude diante de todos os filhos de Israel para que provassem se algum mal lhes tinha causado. E, como Deus por Testemunha, todo o povo confirmou o caráter íntegro do profeta.

Em suas palavras, Samuel fez um pequeno paradoxo entre a fidelidade de Deus e a infidelidade de Israel. Como um filho malcriado, Israel exigia ver cumpridos todos os seus caprichos. Até ao ponto de rejeitar a teocracia e, insolentemente, exigir a monarquia. Mas apesar de sua rejeição ao plano divino, se fossem obedientes ao conselho do profeta, seriam bem-sucedidos: “Se temerdes ao Senhor, e O servirdes, e Lhe atenderdes à voz, e não Lhe fordes rebeldes ao mandado, e seguirdes o Senhor, vosso Deus, tanto vós como o vosso rei que governa sobre vós, bem será” (v.14).

A exortação do profeta, porém, precisava ser acompanhada de algo visível que desse ao povo um vislumbre dos resultados de suas más escolhas. E “o Senhor deu trovões e chuva naquele dia; pelo que todo o povo temeu em grande maneira ao Senhor e a Samuel” (v.18). Os filhos de Israel haviam aprendido a temer a Deus da forma errada. Seus pecados os acusavam diante de Deus. E, mediante a manifestação do poder do Senhor, não O adoravam, mas dEle se escondiam. Rogaram, pois, que o profeta intercedesse por eles. E a resposta de Samuel foi: “Não temais”, mas não se desviem de seguir a Deus de todo o coração (v.20).

Samuel foi dedicado a Deus por sua mãe, mas também decidiu entregar-se a Ele voluntariamente. E sua vida foi uma demonstração de humildade, fidelidade e confiança. Não havia coisa alguma de que o povo pudesse acusá-lo. Todavia, não se tratava apenas de reputação, mas de comunhão. Antes de ser amigo do povo, Samuel era amigo de Deus. Como o Pai lhe orientava, também como um pai cuidava de Israel. Não que fosse perfeito em tudo, mas em tudo era perfeitamente habilitado pelo Senhor.

O quanto necessitamos reviver os princípios que outrora moveram os grandes homens e mulheres de Deus a avançarem na divina obra! Humildade, fidelidade, dependência e confiança que, somados ao poder de Deus, iluminaram o mundo. Se tivéssemos mais intercessores e menos críticos, certamente poderíamos proclamar com poder que abalaria a Terra: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6). Samuel não deixou de advertir os filhos de Israel, mas também não ousou deixá-los à sua própria sorte, antes, lhes ensinou “o caminho bom e direito” (v.23), intercedendo ao Senhor por eles. Você deseja aprender o caminho bom e direito? Então persevere em examinar as Escrituras e não negligencie o privilégio da oração. “Tão-somente, pois, temei ao Senhor e servi-O fielmente de todo o vosso coração” (v.24). Vigiemos e oremos!

Bom dia, homens e mulheres de oração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Samuel12 #RPSP

Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100



I SAMUEL 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2019, 0:05
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940 palavras

Em seu discurso ao povo, Samuel denunciou o pedido por um rei e reafirmou sua posição de líder espiritual. Rogou ao povo que obedecesse ao Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.

[Samuel se retira do posto de juiz, mas não do de profeta e intercessor.]

Eis que ouvi. O reino de Deus se baseia no princípio da liberdade de escolha. O fato de o Senhor conhecer o fim desde o princípio não limita, de maneira alguma, as decisões tornadas pelo ser humano (ver Ed, 178). Deus revelou aos israelitas, antes da entrada na Palestina, que chegaria o momento em que eles pediriam um rei (Dt 17:14). Nisso, Ele não estava expressando Sua vontade, mas tão somente mostrando o rumo que os acontecimentos tomariam. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 537.

de quem tomei o boi… o jumento. O boi e o jumento, possessões valiosas nos tempos bíblicos, são mencionados no décimo mandamento como objetos típicos da cobiça (Êx 20.17; Dt 5.21). Bíblia de Genebra.

Samuel era íntegro como poucos. Bíblia Shedd.

perante o Seu ungido. Refere-se a Saul. Bíblia Shedd.

nada tens achado nas minhas mãos. O caráter simétrico de Samuel era resultado de atos individuais de cumprimento do dever, realizados sob a orientação do Espírito Santo. O mesmo se dá hoje. “O Espírito de Deus consumirá o pecado em todos quantos se submeterem a Seu poder” (DTN, 107). É completamente possível ser um Samuel hoje, assim como milhares de anos antes de Cristo. CBASD , vol. 2, p. 538.

pleitearei convosco (ARA; NVI: “vou entrar em julgamento com vocês perante o SENHOR”). Samuel pessoalmente se apresentara como réu e fora inocentado (vs. 3-5); agora, desempenha o papel de promotor, e o povo se torna o réu. Seu crime é o de ter desejado ter um rei, em total desrespeito para com todos os “atos de justiça” do Senhor durante todo o período do êxodo e dos juízes (vs. 7-11). Bíblia de Genebra.

então, os entregou. Síntese da história do livro de Juízes: a obedi~encia leva à liberdade, a desobediência resulta em opressão. Bíblia de Estudo Andrews.

12 O povo exigiu um rei (112) por causa do medo de Naás (11.1-2), pois não confiava em Samuel, que consideravam já velho (Samuel estava com cerca de 60 anos). Bíblia Shedd.

Diante da dupla ameaça dos filisteus no oeste (9.16) e dos amonitas no leste (11.1-13), os israelitas buscaram segurança na pessoa de um rei humano embora o SENHOR, o seu Deus, fosse o rei (NVI). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 o tempo da sega do trigo. Era a estação do ano quando o tempo, invariavelmente, permanecia seco. Os trovões e chuva, nessa ocasião, eram um milagre evidente de Deus, que confirmava as palavras de Samuel. Bíblia Shedd.

20 sirvam o Senhor de todo o coração (NVI). Servir a Deus é uma forma voluntária de serviço, que resulta do amor. As pessoas fazem por amor aquilo que não fariam de outra forma. Samuel amava a Deus e seu serviço era como o de um servo que se agrada em estar com seu senhor. À medida que o povo testemunhava a proximidade entre Samuel e o Senhor, a observação tendia a criar o mesmo desejo em seu coração. CBASD , vol. 2, p. 539.

21 coisas vãs. Descrição comum dos ídolos, que não passam de objetos mortos. Bíblia de Estudo Andrews.

22 não desamparará o Seu povo. Com ou sem rei, o Senhor cuidará do Seu povo. Bíblia Shedd.

Olhamos o visível e esquecemos o invisível; esquecemos que o Cristo invisível está pronto para socorrer-nos, preparado para salvar-nos totalmente. Foi crendo assim que o apóstolo encontrou paz e firmeza permanentes (ver 2Co 1.10). Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.

23 longe de mim que eu peque… deixando de orar. Aterrorizados pelos trovões e pela chuva, fenômenos que se constituíam no endosso divino à fé de Samuel, o povo pediu ao profeta que continuasse em oração; e o idoso vidente assegurou-lhes que estaria pecando grandemente se parasse de orar por eles. Deixar de orar não é apenas uma evidência de uma natureza enfatuada e desmoralizada, mas é, em si mesmo, um pecado que requer confissão e purificação. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.

lhes ensinarei o caminho que é bom e direito (NVI). A instrução de Deus (Torah), ensinada pelos sacerdotes e profetas, é o caminho reto que os israelitas deveriam trilhar diante de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

Samuel não está se aposentando do seu papel de profeta quando apresenta ao povo o rei. Continuará a interceder pelo povo (cf v. 19; 7.8, 9) e os instruirá nas suas obrigações segundo a aliança (v. Dt 6.18; 12.28). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Samuel garantiu ao povo que não guardava rancor por causa da escolha feita e que dedicaria sua vida a instruí-lo ainda mais nos caminhos do Senhor. Embora não tivesse mais responsabilidade pelo governo, sendo que um rei fora nomeado, ainda seria o representante do Senhor na função de profeta. Samuel pressentia os perigos do futuro. Sabia que seria impossível ao ser humano fazer o que é certo sem a orientação do Espírito de Deus. Começou a se dar conta de que seu fardo de profeta provavelmente seria ainda mais pesado do que antes. Contudo, tinha a certeza de que ninguém podia apontar o dedo para ele com repreensão, declarando que não permanecera ao lado de Israel em todas as vicissitudes. Ele fora leal à nação como juiz. E, mesmo que os israelitas o tivessem demovido de seu posto, Samuel provou que seu amor por eles não havia mudado, assim como o de Deus. CBASD , vol. 2, p. 539, 540.

25 vocês e o seu rei serão destruídos (NVI). Se a nação persistir no tipo de conduta que viola a aliança, trará sobre si destruição. Bíblia de Estudo NVI Vida.



1 SAMUEL 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
17 de junho de 2019, 0:05
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I SAMUEL 11 by Jobson Santos
16 de junho de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-samuel/1sm-capitulo-11/

A história de Saul começa bem. Ele é escolhido por Deus como o primeiro rei de Israel. Quando ele é testado em seu primeiro conflito armado em 1 Sam 11, Saul prova ser um líder militar capaz, organizando o povo sobre o que era então um grupo de tribos descentralizado e desorganizado, e conquistando uma vitória decisiva sobre seus inimigos.

O autor inspirado nos informa que “o espírito de Deus veio sobre Saul com poder” (v. 6, NRSV), e este é o segredo do sucesso inicial de seu reinado. A tragédia da história de Saul em 1Sm 11 é que sabemos o que acontece com ele em breve nos capítulos 13 e seguintes. Sua beleza, força, habilidades, etc., o levam a depender de si mesmo e de sua própria sabedoria, e não do Espírito de Deus que lhe deu poder no princípio. A história de Saul é um conto preventivo: não importa quão bem minha caminhada com Cristo comece, é somente por uma dependência contínua e diária dEle que eu poderei dizer com Paulo: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” (2 Timóteo 4:7-8).

Fernando Villegas
Pastor
Associação de Arkansas-Lousiana dos Adventistas do Sétimo Dia, EUA.

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=493
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



1 SAMUEL 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de junho de 2019, 0:55
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I SAMUEL 11 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
16 de junho de 2019, 0:45
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Deus abençoa-nos para que as pessoas vejam que Ele é bom para que O sirvam de coração. Age nos planos puramente humanos para que, quando houver fracasso, ninguém alegue que Ele nada fez. Pelo contrário, qualquer coisa fora de Sua vontade, nem com Sua ajuda dá certo.

Deus ajudou Seu povo na escolha do rei. Ajudou Saul em tudo. Contudo, por mais que Deus faça tudo, sem a decisão de depender dEle, qualquer pessoa estará fadada ao fracasso, à perdição, e, causará grandes e graves problemas, de longo alcance, na vida de muitas pessoas.

Ser habilidoso sem ser piedoso não é suficiente para a realização de um grande propósito celestial no mundo. Deus pode preparar e usar quem quiser, porém, o maior empecilho de continuarmos sendo usados por Deus chama-se ORGULHO.

Veja mais ajudas divinas a Saul. Ele não tem desculpas para dizer que Deus não O ajudou:

• Ao saber da terrível ameaça dos amonitas aos habitantes de Jabes-Gileade, Saul, que continuava incansavelmente trabalhando na fazenda do pai, foi tomado do Espírito de Deus levando-o a incentivar ao povo de Israel a segui-lo juntamente com Samuel na batalhar contra inimigos cruéis (vs. 1-7).

• Milhares aprontaram-se rapidamente para guerrear contra os amonitas; e, movido pelo Espírito Santo, Saul alcançou uma estupenda vitória para Israel (vs. 8-11).

• Consequentemente, Saul foi honrado. Seu governo fora aclamado. Teve uma atitude de perdão aos opositores e, alegrou-se pela vitória (vs. 12-15).

Saul era convertido. Seu coração estava possuído do Espírito Santo. Tornou-se um tremendo instrumento para Deus.

Neste capítulo de sua história pública, “deu Saul prova da mudança que se tinha operado em seu caráter, deu glória a Deus. Em vez de mostrar desejo de vingança, manifestou espírito de compaixão e perdão. Isso é prova inequívoca de que a graça de Deus habita no coração” (Ellen G. White).

Imagine, “se ao menos Saul houvesse mantido o espírito generoso e perdoador evidenciado nessa ocasião! Se ao menos houvesse continuado a reconhecer que a vitória vem do Senhor! Como a história do primeiro rei de Israel poderia ter sido diferente! E quão diferente poderia ter sido também a história dessa nação!” (Rosalie Haffner Lee).

E… quanto à nossa vida, quão diferente seria? Quantos/as…

• Fracassos?
• Decepções?
• Aflições?

“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.



1SAMUEL 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de junho de 2019, 0:30
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“Porém, Saul disse: Hoje, ninguém será morto, porque, no dia de hoje, o Senhor salvou a Israel” (v.13).


Uma das cidades de Israel, Jabes-Gileade, foi cercada pelos filhos de Amom. Com grande temor, o povo propôs fazer aliança com eles. Só que a aliança feita lhes custaria, como diz o ditado, “o olho da cara”. Então, sete dias foi o tempo que tiveram na esperança de que, ao enviar mensageiros a todo Israel, seus irmãos viessem socorrê-los. Ao tomar conhecimento do caso, “todo o povo chorou em voz alta” (v.4). Retornando Saul do campo, “perguntou: Que tem o povo que chora?” (v.5). Ao saber do ocorrido, “o Espírito de Deus se apossou de Saul” (v.6) e acendeu-se a sua ira. Cortou em pedaços uma junta de bois e as enviou por todos os territórios de Israel, ameaçando fazer o mesmo a todos os bois daqueles que não seguissem a ele e a Samuel. “Então, caiu o temor do Senhor sobre o povo, e saíram como um só homem” (v.7).

Formou-se um grande exército a favor de seus irmãos em Jabes-Gileade. Estes, ao saberem do socorro que lhes viria, muito se alegraram e enganaram os amonitas declarando que no dia seguinte se entregariam. Contudo, o exército de Israel, liderado por Saul, feriu os amonitas a ponto de não ficarem “dois deles juntos” (v.11). E diante de tamanha vitória, o povo reconheceu a liderança de Saul e quis matar todo aquele que o havia rejeitado como rei. Mas Saul interviu e não permitiu que tal coisa sucedesse diante de um dia glorioso como aquele, em que Deus os havia dado livramento. Samuel, então, conduziu o povo a Gilgal para que fosse renovado o reinado de Saul. Ali, de fato, Saul foi reconhecido por Israel como o rei ungido de Deus, e ele “muito se alegrou ali com todos os homens de Israel” (v.15).

O povo temeu perder um olho, quando na verdade já havia perdido os dois. Não enxergavam o agir de Deus, apenas a visão embaçada e enegrecida de ações humanas. Permaneciam a fazer ofertas e holocaustos, mas o coração estava bem longe de compreender o real sentido dos sacrifícios. Cristo, a respeito de tal atitude, proferiu o que está escrito no livro do profeta Isaías: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o coração está longe de Mim” (Mt.15:8). Choravam, oravam, e aparentavam piedade. Mas a situação do povo era a descrita por Cristo: “são cegos, guias de cegos” (Mt.15:14). Não enxergavam um palmo à frente do que realmente deveriam enxergar. A disposição de Deus em salvá-los não tinha nada a ver com a disposição deles em serem salvos. Será que essa disposição inconsequente ficou no passado com Israel? Será que a nossa geração não sofre do mesmo mal?

A respeito disso Cristo deu um conselho um tanto assustador em Marcos 9:42-48. Resumindo, Ele diz que, se nossa mão nos faz tropeçar, que a arranquemos fora; se nosso pé nos faz tropeçar, que o arranquemos fora; e, se nosso olho nos faz tropeçar, que o arranquemos fora. Cristo não Se referiu a uma mutilação literal, e sim a abrir mão de fazer a nossa própria vontade, rejeitando tudo o que nos leva a pecar. A lançar fora o nosso eu para que Cristo viva em nós. É uma batalha individual! O apóstolo Paulo viveu esse dilema. Ele expôs sua luta interna como a pior que já enfrentou: “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto… Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm.7:15 e 24). Mas no final, o apóstolo ergue um brado de vitória: “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25).

Os combates de Israel eram derramamento de sangue e tristeza. No combate que Deus nos convida a enfrentar não custa o nosso sangue e nem o sangue daqueles que nos perseguem. Não custa o nosso olho direito, ou nossas mãos e pés. Na verdade, o sangue já foi derramado, o sangue valioso, precioso de Cristo! Se teus olhos te fazem pecar, Jesus tem poder para lhe restaurar a visão. Se teus pés estão paralisados onde não devem estar, Ele tem poder para lhe fazer andar pelo caminho eterno. Se tuas mãos estão ressequidas por pecados que te afligem, Ele tem poder de fazer delas mãos abençoadoras. Se sentes que teu coração está impuro, como uma lepra incurável, Cristo tem poder para torná-lo puro. Se sentes que estás neste mundo como corpo presente, mas que, por dentro, estás morto, Cristo tem poder para ressuscitá-lo. Que, hoje, o Senhor nos dê a vitória sobre as nossas próprias fraquezas e nos salve de nós mesmos. Eis o mais árduo combate, mas, com Cristo, receberemos a eterna vitória! Vigiemos e oremos!

Feliz semana, salvos em Jesus Cristo, nosso Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Samuel11 #RPSP

Comentário em áudio:
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