Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 04 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de maio de 2019, 0:30
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“Débora, profetisa, mulher de Lapidote, julgava a Israel naquele tempo” (v.4).


Pela reiterada desobediência, Israel teve de sofrer vários períodos de retorno à escravidão. Bastava clamar ao Senhor para que Ele Se compadecesse de Seu povo e lhe provesse um meio de escape. A eleição de Débora como juíza de Israel foi inusitada, mas por todo o povo reconhecida. Sua biografia resumida a ter sido “mulher de Lapidote” também contava com o fato de ter sido uma profetisa. Como alguém que transmitia ao povo as palavras de Deus, Débora tornou-se respeitada como a única mulher a assumir tal posição política em Israel.

Ainda absorto pela responsabilidade de comandar os filhos de Israel contra um exército aparentemente imbatível, Baraque só consentiu em avançar se Débora o acompanhasse. Aquela mulher de Deus transmitia segurança e coragem. Suas palavras tinham a força de um exército em batalha e a sua presença, a imponência de quem anuncia a vitória, mas também a brandura e paz de quem acalenta uma criança. Tudo indica que os exércitos inimigos com seus carros de ferro foram conduzidos a um atoleiro. “E o Senhor derrotou a Sísera, e todos os seus carros, e a todo o seu exército a fio de espada diante de Baraque” (v.15).

Uma segunda personagem feminina fez a diferença neste episódio. Os queneus eram descendentes do sogro de Moisés, e, portanto, tinham algum grau de parentesco com Israel. Apesar disso, “Héber, queneu” (v.11), havia feito um acordo de paz com os inimigos de Israel; o que não era do agrado de sua esposa Jael que, na primeira oportunidade, provou ser temente a Deus e a favor de Israel. Grandes coisas acontecem quando o Senhor empreende Seus propósitos “às mãos de uma mulher” (v.9).

O principal empreendimento dado pelo Senhor às mulheres está na edificação do lar. “A mulher sábia edifica a sua casa” (Pv.14:1). Isto não implica que a mulher não possa assumir outras funções laborais, mas desde que estas não descaracterizem e nem minimizem a sua função principal como esposa e mãe. Ao descrever Débora primeiro como profetisa, ou seja, como mulher guiada por Deus, e depois como mulher de Lapidote, isto é, esposa e dona de casa, e, por último, como juíza em Israel, a Bíblia nos revela a ordem de prioridades que deve reger a nossa vida: Deus, família e trabalho.

O espírito voluntário de Débora em ser usada por Deus e a coragem de Jael de exterminar o mal de sua casa devem nos inspirar a buscar no Senhor a sabedoria necessária para que sejamos homens e mulheres que andem concordemente.

Precisamos, como nunca antes, atender ao apelo deixado por Paulo: “Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa, e que não haja entre vós dissensões; antes, sejais unidos em um mesmo sentido e em um mesmo parecer” (1Co.1:10). Vigiemos e oremos!

Bom dia, homens e mulheres guiados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Juízes4 #RPSP

Comentário em áudio:
youtube.com/user/nanayuri100


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