Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 31 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de março de 2019, 0:30
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“Assim, dos milhares de Israel foram dados mil de cada tribo: doze mil ao todo, armados para a guerra” (v.5).


Orientados “por conselho de Balaão” (v.16), os midianitas conseguiram enfraquecer muitos de Israel através dos encantos de suas mulheres. Fatal e irreversível foi a consequência para os que se deixaram contaminar pela idolatria e imoralidade disseminadas por elas. Grande clamor ascendeu no arraial de Deus até que chegou o tempo da “vingança do Senhor” (v.3). Foram convocados mil homens de cada uma das tribos de Israel, totalizando doze mil homens “armados para a guerra” (v.5). Este exército matou “todo homem feito”, além dos “reis dos midianitas”, e “Balaão, filho de Beor, mataram à espada” (v.8).

Vitoriosos, os filhos de Israel regressaram da batalha com as recompensas da guerra: “as mulheres dos midianitas e as suas crianças; também levaram todos os seus animais, e todo o seu gado, e todos os seus bens” (v.9). Contudo, ao Moisés deparar-se com aquelas que foram os instrumentos de maldição, ordenou que fossem mortas todas as que “fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o Senhor” (v.16), mas que deixassem vivas as mulheres virgens. Também mandou exterminar as crianças do sexo masculino a fim de que não suscitassem descendência no futuro. Um período de purificação fora observado antes que o exército e os cativos pudessem entrar no arraial, as presas divididas e ofertas estabelecidas para serem dedicadas ao Senhor.

Em número de doze mil, ao todo, aquele pequeno exército, comparado às forças bélicas dos povos pagãos, retornou ao acampamento incólume. “Teus servos fizeram a conta dos homens de guerra que estiveram sob as nossas ordens, e nenhum falta dentre eles e nós” (v.49), declararam os capitães dos milhares do exército. Visto o Senhor ter-lhes concedido tão grande bênção e livramento, apresentaram uma oferta voluntária, “cada um o que achou” (v.50). Tesouros que foram levados “à tenda da congregação, como memorial para os filhos de Israel perante o Senhor” (v.54).

Temos um vislumbre muito aquém do que realmente acontecia nestas guerras sangrentas. Para alguns povos, porém, esta destruição era inevitável dado o grau de corrupção de seus habitantes. E a ira de Deus é muitas vezes questionada frente aos relatos do Antigo Testamento. Fica evidente que o Senhor não admitia a união do puro com o imundo e nem da justiça com a injustiça. A fim de evitar tal mistura, tanto os pagãos quanto os filhos de Israel que se rebelassem contra o Senhor deveriam ser punidos e servirem de exemplo para as futuras gerações, como pontuou o apóstolo Paulo: “Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (1Co.10:6).

Como último exército do Deus vivo somos convocados a nos apresentar “armados para a guerra” (v.5). A nossa luta, no entanto, não consiste mais no uso de lanças e espadas, e nem de uns contra os outros, mas em estarmos revestidos da armadura de Deus. Cingidos “com a verdade”, vestidos “da couraça da justiça”, calçados “com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé”, tomando “o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:10-18), estaremos aptos para a batalha e permaneceremos inabaláveis até a vinda de nosso Senhor e Salvador Cristo Jesus.

Não esqueçamos que a nossa luta é contra Satanás e as potestades que estão a seu serviço. E até em nossas vitórias ele tenta incluir recompensas que não fazem parte do plano divino para nossas vidas. As mulheres midianitas podem representar tudo aquilo que julgamos ser uma bênção, mas que não passam de estratégias malignas para nos destruir. Apegue-se ao Senhor e à sabedoria de Sua Palavra e Testemunhos, e, certamente, o Espírito Santo lhe mostrará a diferença entre o puro e o imundo, entre a justiça e a injustiça. Precioso foi o sangue derramado para que sejamos purificados. Que o nosso coração seja sempre uma oferta voluntária dedicada ao Senhor e que isto reflita em nossa vida.

Feliz sábado, purificados pelo sangue de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números31 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de março de 2019, 0:05
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942 palavras

A vitória dos israelitas sobre os midianitas, cuja destruição se fez necessária por serem fonte de prevaricação, moléstia e infecção para o povo de Deus, v. 16. Além do mais, os midianitas tinham se unido aos moabitas para amaldiçoar Israel, proferindo, deste modo, injúria ao Deus de Israel. Bíblia Shedd.

Os midianitas eram um povo nômade que descendia de Abraão e sua segunda mulher, Quetura. A terra de Midiã se estendia ao sul de Canaã, mas grandes grupos de midianitas se deslocavam a muitos quilômetros de sua terra natal, buscando por terras de pasto para seus rebanhos. Um grupo destes estava próximo da terra prometida quando os israelitas chegaram. Quando Moisés fugiu do Egito (Êx 2), ele buscou refúgio na terra de Midiã. Sua mulher e sogro era midianitas. A despeito dessa aliança, israelitas e midianitas foram sempre amargos inimigos. Life Application Study Bible.

8 Balaão morre, não como um justo, o que era seu desejo hipócrita (Nm 23.10), mas sim a morte de um infiel, mercenário e inimigo de Deus. A sua sorte será com os incrédulos, Ap. 21.8. Bíblia Shedd.

O cap. 25 não define o nome do instigador principal da sedução dos homens israelitas à adoração depravada de Baal. Aqui, porém, ele aparece entre os mortos. O que Balaão não conseguira levar a efeito mediante os atos de magia ou de feitiçaria (caps. 22-24) quase conseguiu realizar mediante os seus conselhos aos midianitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9-18 Embora as tropas matassem os homens de Midiã, pouparam as mulheres e crianças como despojo. Moisés ordenou que somente as mulheres virgens (que, portanto, eram inocentes das indecências em Peor) fossem poupadas; as mulheres culpadas e os meninos (que seriam uma ameaça contra os direitos de herança dos homens israelitas) deviam ser executados (v. 15-17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

A ordem de Moisés para que todas as mulheres que não fossem virgens fossem executadas deveu-se à imoralidade em Peor. Todos os varões foram mortos, inclusive os meninos, provavelmente para impedir o ressurgimento dos clãs midianitas (cf. v. 7) Bíblia de Genebra.

Homens e mulheres não virgens midianitas foram mortos por causa do dano que causaram a Israel ou porque se colocavam como potencial ameaça no futuro, mas as virgens podiam ser assimiladas em Israel, inclusive através de casamento (comparar com Dt 21:10-13). Andrews Study Bible.

Quando descobrimos pecados em nossas vidas, devemos tratar com eles de maneira séria e definitiva. Quando os israelitas entraram na terra prometida, foi sua atitude indiferente com o pecado que os levou à ruína. Moisés lidou com o pecado de maneira pronta e definitiva. Quando Deus apontar o pecado, aja rapidamente para removê-lo de sua vida. Life Application Study Bible.

16 estas, por conselho de Balaão. Quando Balaão não conseguiu ganhar um salário por amaldiçoar a Israel, 24.10-14, já que o próprio Deus pôs profecias verídicas em sua boca, colaborou na desmoralização de Israel pela idolatria, descrita em 25.1-3, o que levou a esta guerra contra os midianitas que Israel declarou a fim de afastar a causa da prevaricação. Talvez sua presença entre os midianitas na hora da sua morte (v 8) foi para efetuar a cobrança pela destruição de 24.000 israelitas (25.9), que era o motivo de os midianitas terem convocado este profeta falso, 22.4-5. Sua maldição não funcionou, mas seus conselhos malignos causaram esta tragedia. Bíblia Shedd.

A história de Balaão (22:1-24:25), tomada isoladamente, nos levaria a acreditar que Balaão era um homem honesto e temente a Deus. Mas aqui está a primeira das evidências bíblicas de que Balaão não era o bom homem que aparentava ser. Life Application Study Bible.

18 Os regulamentos para o casamento de um soldado com uma mulher que levou cativa da guerra são definidos em Dt 21.10-14. Bíblia Shedd.

19-24 Como essa era uma guerra santa, tanto as pessoas (v. 19, 20) quanto os objetos (v. 21-24) deviam ser purificados (cf. 19.11-13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Visto que os despojos de guerra tinham que ser manuseados de uma maneira que ficasse preservada a santidade de Deus e do povo, os princípios aqui aplicados ajudaram a preparar os israelitas para a conquista vindoura da terra. Bíblia de Genebra.

23 Na obra de purificar o metal, o fundidor sabe que a obra está terminada quando pode ver sua própria face no metal. Assim também o crente está se purificando quando a face de Cristo se reflete nas suas obras e atitudesBíblia Shedd.

27 duas partes iguais. A vitória pertencia a todos os israelitas. Bíblia Shedd.

49 nenhum fez falta dentre eles e nós. Sem dúvida, seria considerado uma tragédia que alguns homens perdessem a vida já no limiar da entrada na herança prometida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1, p. 1022.

50 para fazer expiação por nós mesmos. Quando da realização de um censo, deveria se entregar uma taxa de meio ciclo (shekel) por pessoa contada, como resgate por suas vidas (Êx. 30:11-16). Mas nessa ocasião, os oficiais israelitas estavam especialmente gratos a Deus pelo resultado de sua contagem, que mostrou que nenhum deles havia sido morto. Então, fizeram uma rica doação, cujo total superou em muito a taxa requerida. Andrews Study Bible.

Após a contagem cuidadosa de todos os seus homens, os oficiais descobriram que nenhum soldado havia sido morto na batalha. Imediatamente eles agradeceram a Deus. Após atravessar por tempos difíceis, devemos ser rápidos em agradecer a Deus por nos livrar e proteger de perdas severasLife Application Study Bible.

arrecadas. Ou “brincos” (NVI). Foram bastante comuns entre os povos orientais, tanto antigos quanto posteriores. CBASD, vol.1, p. 1022.

52 dezesseis mil setecentos e cinquenta ciclos. Cerca de 190 kg [de ouro, e outros materiais preciosos e semi preciosos, cf. v. 50]. Andrews Study Bible.

54 como memorial. Sem dúvida, boa parte da grande quantidade de ouro foi derretida e transformada em utensílios usados no santuário. CBASD, vol.1, p. 1022.



NÚMEROS 31 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
9 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 30 by Jeferson Quimelli
8 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-30/

A Bíblia ensina que ser um crente implica em manter a palavra. Ou seja, quando prometemos algo, estamos presos às nossas palavras. Números 30 trata desse tópico no contexto de uma família. Basicamente, se alguém faz uma promessa ou um voto a Deus, essa pessoa deve fazer o que prometeu. No entanto, existem dois casos em que o voto poderia ser anulado. Se a pessoa que havia feito o voto fosse uma moça solteira ou mulher casada, o voto poderia ser anulado pelo pai ou pelo marido, respectivamente.

Essas exceções parecem um pouco estranhas no século XXI. No entanto, o contexto das exceções é a família e os costumes antigos, onde o homem era o encarregado da casa. Talvez o voto não pudesse ser cumprido devido a algumas questões econômicas que eram administradas pelo pai ou pelo marido.

Portanto, atualmente, os votos devem ser realizados levando-se em consideração a dinâmica familiar e a situação econômica, com a comunicação entre os membros da família. No entanto, um voto não é feito ao homem – é um compromisso com o próprio Deus.

Alvaro F. Rodríguez
Professor de Hebraico Bíblico e Antigo Testamento
Seminário Teológico DSA
Universidade da União Peruana

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=393
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
8 de março de 2019, 0:45
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É preciso maturidade para interpretar com seriedade à Palavra de Deus. O que Deus quer nos falar neste capítulo?

O contexto deste texto revelam-nos uma abordagem sobre “leis referentes à terra, as ofertas e os votos (capítulo 27-30)” (Gordom J. Wenham). Especificamente, as leis deste capítulo mormente são referentes às mulheres, assim, elas “estavam protegidas por seu pai e por seu marido. O que prometessem não deveria tirá-las desta proteção” (Edgardo I. Iourno).

As leis sobre os votos referentes às mulheres focavam a legislação civil vigente em Israel como nação. “A palavra é dirigida aos chefes das tribos, visto que seriam responsáveis por exercer o juízo nesses casos (v. 1)”, comenta F. F. Bruce. Esse mesmo teólogo observa:

“Os votos poderiam estar associados a alguma oferta no altar, à abstinência de algum elemento de carne ou bebida, à observância de jejum pessoal ou à realização de algum serviço para Deus, além do que se exigia”.

Especificações: O voto de uma…

1. FILHA SOLTEIRA morando com os pais poderia ser anulado pelo pai dela somente no ato do voto (vs. 3-5);
2. ESPOSA poderia ser anulado pelo marido somente se a objeção ao voto fosse feita no ato do voto (vs. 6-8).

Marido e esposa são considerados uma só carne perante Deus; portanto, caso a esposa não cumprisse seu voto, era obrigação do marido cumpri-lo.

Havia leis referentes a votos também para:

1. Homens (v. 2);
2. Viúvas e divorciadas (vs. 9-16).

A legislação era para ser utilizada pelos responsáveis (v. 1) pelo cartório de Israel na Terra Prometida. Designadamente, são “ordenanças que o Senhor deu a Moisés a respeito do relacionamento entre um homem e sua mulher, e entre um pai e sua filha moça que ainda vive na casa do Pai” (v. 16, NVI).

Estas leis eram para um período patriarcal da nação teocrática, na qual Deus era Rei/Monarca e legislador. Não vivemos nesse contexto. Hoje devemos respeitar as leis civis que regem nosso país (Romanos 13) quando não confrontam à Legislação Moral do Criador (Êxodo 20; Atos 5:29).

Princípios extraídos deste capítulo: Deus…

…cuida daqueles que prometem irrefletidamente;
…quer votos/compromissos conscientes, aprovados e cumpridos;
…preza pelo bem-estar/paz familiar;
…anseia por integridade/fidelidade/honestidade;
…respeito àqueles que fazem votos a Deus.

Amados… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 30 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de março de 2019, 0:30
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“São estes os estatutos que o Senhor ordenou a Moisés, entre o marido e sua mulher, entre o pai e sua filha moça se ela estiver em casa de seu pai” (v.16).


O voto ou juramento era realizado para fins de adoração, gratidão, reavivamento espiritual ou até para alcançar alguma bênção. Tanto o homem como a mulher podiam fazer um voto, desde que respeitassem os estatutos estabelecidos por Deus para este propósito. A mulher, no entanto, deveria levar em conta a aprovação de seu pai ou de seu marido quanto ao voto realizado. Por vezes, pelo “dito irrefletido dos seus lábios” (v.6), uma mulher poderia fazer juramentos que fossem prejudiciais tanto a si mesma quanto à sua família. Para tanto, o pai ou o marido, responsáveis por sua proteção e segurança, foram autorizados pelo Senhor a “anular o voto que estava sobre ela” (v.8).

Um voto muito conhecido na Bíblia, feito por uma mulher, foi o voto de Ana. Sendo incapaz de gerar filhos, Ana prostrou-se em humilhação diante do Senhor e prometeu que se Ele lhe desse um filho ela o dedicaria a serviço dEle. Ciente da grande tristeza de sua amada esposa devido à sua esterilidade, seu marido, Elcana, não reprovou o voto de Ana, mas acordou em cumpri-lo logo após o desmame do pequeno Samuel (1Sm.1:24). Deus nunca Se agradou de votos precipitados ou realizados por motivos egoístas. A mulher exerce um papel fundamental no seio do lar e é muito importante que ela promova uma atmosfera de harmonia e de mútua cooperação na família.

Na cruz do Calvário, Jesus cumpriu o supremo voto dando a Sua vida para resgate de muitos. Quando encarnado entre nós, ao observar a incoerência dos votos e juramentos realizados, nos deixou a seguinte ordem: “de modo algum jureis” (Mt.5:34). Muitos dos juramentos daquela época eram feitos de forma pública e audível a fim de revelar uma aparência de piedade enquanto o coração era guiado pelo orgulho. Da mesma sorte, o jejum era praticado como um mostruário de “santos”. Mas, ao contrário disso, Jesus jejuou no deserto, deixando-nos exemplo de que o jejum é uma prática espiritual entre o homem e Deus e não uma propaganda de santidade.

O Senhor não espera de nós hoje que nos obriguemos com votos e juramentos, mas com uma vida consagrada a Ele e intimamente ligada a dEle. Como mulher, mãe e esposa, devo conhecer e buscar praticar os meus deveres diante de Deus e de minha família. Não posso viver em função apenas de mim mesma, mas zelar pelo bem-estar de minha casa, pois está escrito: “A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba” (Pv.14:1). Olhemos para Cristo, Sua vida abnegada e altruísta, e, certamente, encontraremos lições suficientes que nos ensinarão a sermos servos e servas de Deus não somente de palavra, mas de fato e de verdade, para a glória do Pai.

Bom dia, servos e servas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números30 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 30 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de março de 2019, 0:05
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405 palavras

Costumeiramente, o povo era obrigado a cumprir qualquer voto ou obrigação que tivesse assumido, incluindo até uma promessa precipitada (v. 6). Entretanto, o voto de um membro subordinado de uma família podia ser cancelado pelo cabeça da casa (vs. 5, 8, 12-13, 15). Moisés exortou o povo a não fazer votos precipitados, mas declarou que se fossem feitos, teriam que ser cumpridos (D7 23.21-23; cf Pv 20.25). Bíblia de Genebra.

2 Cumprir o voto é uma impreterível exigência de Deus. Israel não cumpriu seus votos ao Senhor, Êx 19.8. (Bíblia Shedd).

Mas, se o pai … o desaprovar Votos criavam solenes obrigações, que não podiam ser quebradas (comparar com Jz 11:30-31, 34-40, Sal 15:4). Mas na sociedade patriarcal israelita, os homens controlavam a propriedade da família que uma pessoa poderia dar através de voto ao Senhor, como um animal para um sacrifício. Portanto, uma mulher precisaria da autorização de seu pai ou de seu marido para fazer um voto que afetasse tal propriedade. Sem esta permissão, ele poderia se ver envolvida na situação terrível de não poder conseguir cumprir sua promessa a Deus. É notável que, neste capítulo, o Senhor desistia de receber uma oferta em prol da preservação da harmonia familiar. Observe que Deus não ordenou o modo patriarcal de fazer as coisas, mas preferiu aperfeiçoar aquela cultura ao invés de anulá-la (comparar com o cap.27). Andrews Study Bible.

O Senhor lhe perdoará Este é um exemplo da como Deus introduziu o perdão nos sistemas legais e religiosos israelitas (Andrews Study Bible).

Muitas vezes uma pessoa de pouca responsabilidade pode jurar algo contra a vontade divina, e então ainda haveria a possibilidade de alguém mais sábio tomar a responsabilidade de anular o voto. O pai da família deve exercer a autoridade pastoral no lar. Ex 12.26-27; 13.14-15; Dt 6.7 (Bíblia Shedd).

o dito irrefletido Infelizmente este aspecto quase sempre entra no voto, e é por isso mesmo que Deus quer que tenhamos consciências limpas e livres, abertas à influência do Espírito Santo (Bíblia Shedd).

13 para afligir a sua alma Refere-se a votos feitos contra a natureza, votos que ameaçariam a saúde e o bem estar, ou que ameaçariam a harmonia da vida conjugal (Bíblia Shedd).

Auto negação física (ver nota em Lv 16:29) poderia envolver a interrupção temporária das relações conjugais, fato que envolveria o marido. Num 30 não cobre a possibilidade de um esposo fazer voto de abstinência sexual, o que seria improvável. Paulo aconselhava que casais somente se abstivessem temporariamente de relações sexuais se houvesse concordância mútua (Andrews Study Bible).



NÚMEROS 29 by Jeferson Quimelli
7 de março de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-29/

O capítulo de hoje e o anterior fornecem informações adicionais sobre as várias ofertas apresentadas ao longo do ano. Aqui a ênfase recai sobre os dias festivos religiosos. Vários tipos de ofertas são apresentadas, incluindo holocaustos, ofertas de cereais, ofertas pelo pecado, ofertas de expiação, ofertas de bebida e ofertas pacíficas – e um lembrete para não esquecer as ofertas diárias regulares, mesmo nesses dias especiais.

Jesus é Aquele a quem todas essas ofertas apontam. Ele é definitivamente nossa oferta pelo pecado, mas Ele também é cada uma dessas outras ofertas. Em relação ao festival de ação de graças da colheita, Ellen White escreveu: “Pois até mesmo os produtos da terra, as graças fornecidas pelo sustento do homem, devemos à oferta de Cristo na cruz do Calvário. Deus nos ensina que tudo que recebemos Dele é o dom do amor redentor “. (Review and Herald, 10 de novembro de 1896)

Reserve um tempo hoje para pensar sobre as maneiras pelas quais o sacrifício de Jesus no Calvário afeta nossa vida. Ele nos traz esperança e paz, Ele restaura nosso relacionamento rompido com Deus e com outras pessoas, e Ele quer fazer parte de nossas vidas diárias como o pão que comemos todos os dias. Ele é nosso sacrifício perfeito.

Michael White
Professor de Religião e Tradutor
Universidade da União Peruana
Lima, Peru

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=392
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli