Reavivados por Sua Palavra


II Coríntios 13 by Jobson Santos
6 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-corintios/2co-capitulo-13/

A igreja de Corinto nos lembra que uma igreja perfeita não existe e não existiu mesmo entre os primeiros crentes. Enquanto a igreja do Novo Testamento muitas vezes é mostrada como um modelo, é ainda mais importante aprender com os erros daquela igreja. Conflitos e problemas traziam perturbação tanto naquela época como hoje. Ao contemplarmos as dificuldades devemos nos lembrar da promessa: “nada podemos contra a verdade, mas somente em favor da verdade” (v. 8).

Como crentes, temos a responsabilidade de usar toda a influência que temos para construir a igreja. Paulo afirma que preferiria em muito usar sua autoridade apostólica para edificar e não para disciplinar os membros (v. 10).

Paulo se despede (vs. 11-13) com palavras que demonstram sua afeição pessoal pelos Coríntios. “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vocês” (v 14). Esta clara declaração trinitária, no contexto de igualdade entre as pessoas da divindade, nos é um lembrete de como aqueles crentes, e todos os crentes cristãos deveriam agir em relação uns aos outros.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1337
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/12
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados06-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

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II CORÍNTIOS 13– VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de julho de 2018, 0:55
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II CORÍNTIOS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
6 de julho de 2018, 0:45
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II CORÍNTIOS 13 – A conclusão apoteótica desta carta de Paulo chama os crentes leitores a um autoexame espiritual. Evangelho é mais um convite a autoexame do que examinar os outros.

O líder espiritual precisa pastorear as ovelhas do rebanho de Deus levando-as a tirar o foco colocado nos outros para colocar em si mesmo. Críticas precisam ser substituídas pela autocrítica.

• Se alguém não administrar corretamente nossa própria vida, quem dirá a vida dos outros?

Contudo, jamais alcançaremos autoavaliação correta desprovidos do estudo da Bíblia e da comunhão com Deus; veja que a comunidade de crentes de Laodiceia declarou: “Rico sou e de nada tenho falta”; quando, na verdade, o diagnóstico de Cristo era exatamente contrário (Apocalipse 3:14-22).

Diante disso, é imprescindível atentar para cada detalhe do último capítulo da segunda carta de Paulo aos Coríntios, que eram crentes difíceis de lidar.

1. A disciplina e a exortação em amor são fundamentais para corrigir o foco da igreja que está desfocada. A exortação e repreensão só são necessárias após usar todos os outros recursos mais brandos, mas sempre se baseando na misericórdia, bondade e amor oriundos do reino dos Céus (vs. 1-4).

2. O autoexame deve ser uma prática constante na vida de cada crente. O líder espiritual deve convocar sua congregação a fazer isso de vez em quando. Faça o exercício você, agora mesmo. Leia o versículo 5, depois prossiga:

• Examine a si mesmo se realmente estás na fé; tua concepção de crente pode estar fora do padrão bíblico ou do que Cristo espera de ti.
• Provai-vos a vós mesmos, não os outros; quando colocamos o foco nos outros enxergamos o cisco no olho deles, para não perceber as vigas em nossos olhos.
• Se Cristo não está em vós, indubitavelmente já estais absolutamente reprovados; és crente apenas de fachada, cristão só de nome, causadores de problemas na igreja.

3. Ser reprovado pelos homens não significa ser reprovado por Deus; fique atento, pois Paulo é um exemplo disso (vs. 6-10);

4. Enfim, os crentes devem amadurecer/aperfeiçoar, consolar uns aos outros, buscar o mesmo parecer e viver em paz e amor, para que Deus Se manifeste entre eles (vs. 11-12).

5. A Trindade deve abençoar cada comunidade para que viva na plenitude da verdade (v. 13).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Diga-nos como esta carta de Paulo te influenciou:



II CORÍNTIOS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
6 de julho de 2018, 0:30
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“Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (v.5).


Toda avaliação requer um preparo anterior. Na fase escolar ou acadêmica, por exemplo, nosso conhecimento é testado através de provas e outros métodos a fim de saber se podemos avançar para a classe subsequente ou não. Na vida espiritual também somos avaliados. Seja como consequência de nossas más escolhas ou resultado da fúria do Maligno, as provações surgem e o nosso preparo anterior fará toda a diferença ao enfrentá-las. Ao encerrar a sua segunda carta aos coríntios, a linguagem de Paulo foi clara e persuasiva. Ou eles se arrependiam e mudavam suas atitudes, ou teriam de ser corrigidos com rigor. Paulo fez tudo o que estava ao seu alcance para admoestá-los com brandura e não fez caso da própria vida por amor a eles.

Na esfera espiritual, porém, as provas também podem ser uma forma de reavivar em nós o que havia se perdido. A igreja de Corinto precisava voltar ao primeiro amor e todas as tribulações enfrentadas deveriam lhes servir de espelho para notar todo o erro que estava permitindo contaminá-la. O exame pessoal era necessário e a única maneira de se arrepender de seus pecados, confessá-los e abandoná-los. Cristo e somente Ele deveria ser o fundamento de sua fé. Paulo não estava impondo um comportamento específico a eles, mas oferecendo-lhes a oportunidade do “aperfeiçoamento” (v.9); de avançarem espiritualmente. Mediante a autoridade que o Senhor lhe “conferiu para edificação” (v.10), concluiu: “Aperfeiçoai-vos, consolai-vos, sede do mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz estará convosco” (v.11).

Quando o apóstolo afirmou: “Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade” (v.8), expôs, a meu ver, o maior dos princípios da Bíblia: a verdade. Paulo e os demais apóstolos derramaram lágrimas e sangue em defesa das verdades da Palavra de Deus. Os reformadores, igualmente, dedicaram suas vidas contra as tradições humanas e em defesa do “Assim diz o Senhor”. Todos esses homens e mulheres de Deus enfrentaram duras e longas provas em favor da verdade. E foi por sua fé e confiança no poder de Deus, que hoje temos a Bíblia em mãos em nossa própria língua materna. Aqueles cristãos abriram mão de tudo, até da própria vida, por amor à verdade que os libertou da escravidão do pecado. O amor de Deus e a infinita graça do Salvador ressurreto era tudo de que precisavam. As muitas tribulações só provaram o quanto amavam a Deus.

Da mesma sorte, como povo de Deus, somos chamados ao aperfeiçoamento. Cada um de nós necessita do autoexame diário. Há um crivo sendo realizado e a ordem já foi dada: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc 13:9). Aqueles que seguem a “Testemunha fiel e verdadeira” (Ap 3:14) são conhecidos como “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). Como testemunhas de Jesus (At 1:8), é nosso dever guardar e zelar pelas verdades do Senhor. Não como uma obrigação imposta, mas como quem descobriu a verdadeira felicidade, pois “o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite” (Sl 1:2). Então, as últimas provas virão e “toda questão será decidida” não mais “por boca de duas ou três testemunhas” (v.1), mas, perante o Universo, Deus revelará “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml 3:18).

“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós” (v.13).

Bom dia, justos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Coríntios13 #RPSP



II CORÍNTIOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de julho de 2018, 0:20
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1636 palavras

Duas ou três testemunhas. Este capítulo constitui a última mensagem escrita de Paulo aos coríntios. Um estado crítico de declínio espiritual ainda prevalecia em parte da igreja (2Co 12:20, 21), pelo qual as epístolas anteriores (ver com. de 2Co 2:3), uma possível segunda visita de Paulo (ver com. de 2Co 12:14) e a obra de Tito (2Co 2:13; 7:6, 13, 14; 12:18) parecem ter realizado pouco ou nada para reverter. Paulo adverte os membros a respeito desse grupo voluntarioso (2Co 13:1-4). Resta apenas uma alternativa: lidar com eles firme e severamente no poder e autoridade de Cristo. Na expectativa de seu procedimento pretendido ao discipliná-los, Paulo cita uma reconhecida lei judaica (Nm 35:30; Dt 17:6; 19:15), a qual Cristo referendou (Mt 18:16). Numa visita anterior, Paulo tinha tratado esse grupo rebelde com leniência e evitou tomar medidas decisivas contra ele. O grupo interpretou essa atitude como fraqueza, até mesmo como covardia da parte de Paulo. O apóstolo se referiu àquela visita como uma experiência humilhante (2Co 2:1, 4; 12:21). A minoria insubordinada constantemente pedia prova de sua autoridade apostólica (ver com. de 2Co 2:1; 12:14). CABSD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1022.

Já o disse anteriormente. Isto é, nas epístolas anteriores (ver com. de 2Co 2:3; cf. 1Co 4:13-19). Na visita anterior, ele fez o mesmo verbalmente (ver com. de 2 C o 12:14). Eles foram advertidos por um considerável período de tempo. CABSD, vol. 6, p. 1022.

E a todos os mais. Paulo dirige esta advertência à igreja como um todo, para que ninguém diretamente envolvido fosse simpático aos acusados. CABSD, vol. 6, p. 1022.

Não os pouparei. Eles tiveram chance de se arrepender. Caso se mantivessem obstinados, seriam sujeitos à mais rígida disciplina da igreja. CABSD, vol. 6, p. 1022.

buscais prova de que, em mim, Cristo fala. Paulo tinha sido poderoso em verdade, em doutrina, em livrar pessoas do pecado, em levar-lhes regeneração espiritual e em realizar milagres (2Co 12:12), para que houvesse entre os próprios coríntios cartas vivas para Cristo (2Co 3:3). A evidência de seu apostolado era irrefutável a todos os que a examinassem francamente (ver com. de 2Co 12:11, 12). Tiveram evidência abundante de que Cristo falara por meio de Paulo. No entanto, mercenários não são impressionados por esse tipo de evidência (1Co 2:14-16). Na verdade, os inimigos de Paulo acusam Cristo, não Paulo. CABSD, vol. 6, p. 1023.

Crucificado em fraqueza. Paulo encontra consolo no pensamento de que ninguém deveria parecer mais fraco e indefeso que Cristo enquanto pendia na cruz em vergonha e agonia. Contudo, Cristo vive e é exaltado (Fp 2:6-9). Todos os que seguem a Cristo podem esperar partilhar não apenas Sua humilhação, mas também Sua força, que é “aperfeiçoada” na fraqueza (2Co 12:9; cf. Rm 6:3-6). CABSD, vol. 6, p. 1023.

Vive pelo poder de Deus. Os rebeldes coríntios teriam que lidar com o Cristo vivo “pelo poder de Deus”, não apenas com um Paulo “fraco”, como pensavam. CABSD, vol. 6, p. 1023.

Nós … somos fracos. Paulo admite sua fraqueza, mas se gloria no poder de Cristo que opera nele e por meio dele (ver 2Co 11:30; 12:9, 10), a despeito de sua fraqueza. CABSD, vol. 6, p. 1023.

Pelo poder de Deus. Os coríntios testemunharam deste poder e o experimentaram. Não podiam negá-lo. CABSD, vol. 6, p. 1023.

Examinai-vos. Começando com o v. 5, Paulo desvia a atenção de si mesmo e desafia os coríntios a olhar para eles mesmos criticamente. Eles seriam cristãos genuínos? Cada seguidor de Cristo pode examinar a vida pessoal diariamente. Se fôssemos mais autocríticos, criticaríamos menos os outros. CABSD, vol. 6, p. 1023.

A vós mesmos. Muitos dos coríntios estavam mais prontos a julgar os outros do que a si mesmos (ver 1Co 11:31, 32; cf. Gl 6:4). Antes de serem competentes em julgar os outros, as pessoas devem se provar. Deveríamos estar dispostos a aplicar a nós mesmos o teste que aplicamos aos outros (ver com. de Mt 7:1-5). A trave deve ser removida de nossos olhos. As pessoas geralmente se inclinam a ter uma visão muito favorável de si mesmas, de seu caráter e importância. Restringem a avaliação pessoal, a fim de que não descubram que não são tudo o que imaginam. Poucos conseguem suportar verem-se como realmente são. … Em vez de se encararem como realmente são, focalizam as faltas alheias. Agindo assim, perdem de vista as faltas pessoais e se convencem de que são b em melhores do que os outros. CABSD, vol. 6, p. 1023.

Na fé. Não no sentido doutrinário, mas prático. Paulo se refere a uma profunda convicção com respeito ao relacionamento pessoal com Deus; confiança e fervor santo nascem da fé em Cristo como Senhor e Salvador. CABSD, vol. 6, p. 1023, 1024.

Jesus Cristo está em vós? Isto é, vivendo os princípios da vida perfeita de Cristo na vida pessoal (ver com. de Rm 8:3,4; Gl 2:20). CABSD, vol. 6, p. 1024.

Reprovados. Do gr. adokimoi, literalmente, “reprovar em teste”. Reprovar no teste era evidência de que Cristo não estava neles e que não eram cristãos genuínos. CABSD, vol. 6, p. 1024.

Mas espero reconheçais que não somos reprovados. Paulo sinceramente espera passar no teste do apostolado aos olhos dos coríntios. CABSD, vol. 6, p. 1024.

Embora sejamos tidos como reprovados. Mesmo que eles não vissem em Paulo a evidência de apostolado genuíno, ele esperava que evidenciassem ser cristãos genuínos. Paulo estava disposto a ser considerado um fracassado, se isso os ajudasse a ser bem-sucedidos. CABSD, vol. 6, p. 1024.

Nada podemos contra a verdade. Isto é, a verdade como em Cristo Jesus, a verdade da salvação como apresentada na Palavra de Deus (Jo 1:14, 17; 8:32; Gl 2:5, 14). A verdade eterna permanece inalterada independentemente do que as pessoas façam. Os inimigos da verdade sempre falharam. Se os coríntios fossem dedicados à verdade não teriam nada a temer, pois ela os tornaria invencíveis. Quando as pessoas se colocam ao lado da verdade, Deus aceita a responsabilidade pela segurança delas e por seu triunfo eterno. CABSD, vol. 6, p. 1024.

Porque nos regozijamos quando nós estamos fracos e vós fortes. Paulo ficaria feliz em parecer fraco na aplicação de poder disciplinador, se eles fossem fortes nas graças do Espírito (ver com. do v. 6) e refletissem o caráter de Cristo. CABSD, vol. 6, p. 1024.

Aperfeiçoamento. Ou, “solidez”, “completude”. Paulo anseia ver seus conversos alcançarem a maturidade cristã, com os dons, talentos, faculdades, tendências e apetites devidamente ajustados. Ele deseja que a igreja seja reunida em amor, cada membro do corpo funcionando adequadamente sob o controle da habitação do Espírito (ICo 12:12-31). CABSD, vol. 6, p. 1024.

10 Que o Senhor me conferiu para edificação. O propósito da autoridade do evangelho é a edificação da igreja, o aperfeiçoamento dos santos (Jo 3:17; 20:21-23). Por mais necessário que seja o exercício desse poder em favor da disciplina, ele é inevitavelmente a segunda melhor opção. Não seria agradável a Paulo expulsar um membro da igreja, portanto, ele agiria com severidade apenas como último recurso. CABSD, vol. 6, p. 1025.

11 Consolai-vos. Os coríntios deveriam se encorajar e fortalecer mutuamente a fazer o bem. Nesse caso, não teriam tempo para se devorarem uns aos outros. CABSD, vol. 6, p. 1025.

Sede do mesmo parecer. A unidade cristã foi o objeto da última oração de Cristo por Seus discípulos (Jo 17:11, 21-23). A suprema necessidade da igreja de Corinto era a “unidade do Espírito no vínculo da paz” (ver E f 4:2-7). CABSD, vol. 6, p. 1025.

Vivei em paz. Ou, “vivei em harmonia”. A paz é um dos maiores legados que Cristo transmitiu a Sua igreja (Jo 14:27; 16:33; cf. Jo 20:21, 26; At 10:36). Sempre foi parte essencial do evangelho cristão e um teste de experiência cristã ( Rm 5:1; 10:15; 14:17, 19; 1Co 14:33; Ef 2:14). À altura de sua capacidade, o cristão deve viver em “paz com todos os homens” (Rm 12:18). Se a paz exterior não é possível devido a fatores além do controle do cristão, ele ainda pode desfrutar paz no coração. CABSD, vol. 6, p. 1025.

12 Com ósculo santo. Nos tempos da Antiguidade, e em várias partes do mundo hoje, esta é uma forma cordial de saudação. Era um beijo dado na bochecha, na testa, nas mãos ou mesmo nos pés, mas nunca nos lábios. Assim, homens saudavam homens e mulheres saudavam mulheres. O costume se originou nos tempos do AT (Gn 29:13). Expressava afeição (Gn 27:26, 27; 1Sm 20:41), reconciliação (Gn 45:15), despedida (Rt 1:9, 14; 1Rs 19:20) e homenagem (1Sm 10:1). … Entrou em uso geral pelos cristãos apostólicos como um símbolo de paz, boa vontade e reconciliação (Rm 16:16; 1Co 16:20; 1Ts 5:26). CABSD, vol. 6, p. 1025.

Os santos. Ver com. de At 9:13; Rm 1:7. Os cristãos são denominados assim no NT porque foram chamados a viver vida santa. Paulo faz referência especial aos cristãos da Macedônia, onde ele se encontrava no momento da escrita. CABSD, vol. 6, p. 1025.

13 A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós. Ver com. de Rm 3:24; 2Co 1:2. Este versículo é único porque, em todo o NT, ocorre apenas aqui em sua forma completa que seria conhecida como a bênção apostólica. Desde os tempos antigos, tornou-se parte da liturgia da igreja. A bênção também era pronunciada em batismos e no encerramento das reuniões cristãs. Junto com Mateus 28:19 este versículo fornece a síntese mais completa e explícita da doutrina da Trindade (ver Nota Adicional a João 1). A ordem dos nomes da Divindade apresentada neste versículo difere da ordem apresentada em Mateus. Geralmente, nas epístolas de Paulo, o nome do Pai precede o do Filho (Rm 1:7; 1Co 1:3; 2Co 1:2). Aqui, a ordem está invertida. A fórmula de despedida do AT, a bênção araônica, também era de natureza tripla (Nm 6:24-26). 0 teste da verdadeira experiência cristã é companheirismo e comunhão com Deus por meio do Espírito Santo. CABSD, vol. 6, p. 1025.

Com todos vós. Logo após enviar esta carta, Paulo fez outra visita a Corinto e passou três meses ali (At 20:1-3), tempo durante o qual escreveu as epístolas aos Romanos e aos Gálatas. Essa atitude sugere que os crentes coríntios aceitaram sua segunda epístola e agiram em harmonia com o conselho dado. Na epístola aos Romanos, Paulo indica que teve bondosa recepção em Corinto (Rm 16:23). Além disso, a coleta em Corinto para os pobres em Jerusalém foi bem-sucedida (Rm 15:26-28). Os registros da igreja apostólica não fornecem informação adicional a respeito da igreja de Corinto até o final do século, quando Clemente de Roma endereçou uma carta a eles. CABSD, vol. 6, p. 1025.



II CORÍNTIOS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
6 de julho de 2018, 0:10
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II Coríntios 12 by Jobson Santos
5 de julho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-corintios/2co-capitulo-12/

Paulo passa para a terceira pessoa no capítulo 12: “Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao terceiro céu” (v. 2, NVI). Parece óbvio que Paulo está falando de si mesmo, especialmente à luz do auto-engrandecimento de seus adversários, o que provavelmente explica sua relutância em falar diretamente de sua experiência visionária. A fim de permanecer humilde, diz ele, me foi dado um “espinho na carne” para que não “me exaltasse por causa da grandeza dessas revelações” (v. 7). Em meio a sua súplica, foi-lhe dito: “Minha graça é suficiente a você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (v 9, NVI). Cada pessoa possui algum tipo de fraqueza. No entanto, quando percebemos que somos fracos e nos apegamos a Deus nos tornamos fortes (v. 10).

Paulo indica sua vontade de retornar a Corinto uma terceira vez. Como antes, ele promete não ser um fardo para eles. “O que desejo não são os seus bens, mas vocês mesmos. “(v. 14, NVI). E esclarece: “Tudo o que fazemos, amados irmãos, é para fortalecê-los” (v. 19, NVI) Em seu retorno, Paulo espera não encontrar contenda, ciúme, acessos de ira ou maledicência entre os crentes (v. 20).

Com certeza Deus também espera não encontrar contendas ou maledicência ou ausência de arrependimento (v. 21) entre o Seu povo hoje!

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1336
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/11
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados05-07-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



II CORÍNTIOS 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
5 de julho de 2018, 0:55
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 II CORÍNTIOS 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2018, 0:45
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II CORÍNTIOS 12 – Paulo mostra como agir amoravelmente com pessoas difíceis de lidar. A paciência é um dom que o ministro cristão deve pedir a Deus para ser coerente com o poder do evangelho.
Satanás incomoda demasiadamente. Apenas quando estamos envolvidos no amor de Cristo e confiando que Deus sabe o que é melhor para nós, é possível ter prazer em meio aos dissabores da vida, alegria em meio às fraquezas, satisfação frente à perseguição e oposição dos de fora e também dos de dentro.

O capítulo apresenta os seguintes tópicos:

1. Ter privilégios espirituais ou visões excepcionais não garantem que a pessoa será blindada frente aos infortúnios e obstáculos apresentados por Satanás (vs. 1-6).
2. Ser profeta ou apóstolo não é garantia de que a vida será pacífica, calma e isenta de problemas. Nem sempre nossas orações serão respondidas como queremos ou mais do que almejamos; entretanto, sempre será como Deus intenciona, visando o aperfeiçoamento de Seus servos (v. 7).
3. A desgraça vivida pela humanidade só pode ser curada com a graça de Deus que alivia a dor e dá suporte para enfrentar o que não foi aliviado. Na fraqueza, precisamos aprender a depender da força divina; nas nossas limitações, devemos confiar no Deus Todo-poderoso (vs. 8-10).

• Quando Deus é prioridade, nada mais importa para Seus servos, senão Sua bendita vontade.

4. Deslealdade, ingratidão e irresponsabilidade dos membros da igreja não devem desmotivar aos ministros de Deus; apesar da indiferença e indisposição dos cristãos que vivem a infantilidade espiritual, os ministros devem, como Paulo, agir com amor e tolerância (vs. 11-21).

Ser ministro não é fácil. Pois, enfrenta problemas de todos os lados o tempo todo. A pressão é grande, mas Deus é maior. Sendo assim, reflita:

• O ministério não é para os fortes, mas para os fracos que dependem da força de Deus.
• Também não é para os perfeitos, mas para que aqueles que, como Paulo, dependem da graça de Deus frente aos espinhos que são agentes satânicos causadores de dores e limitações.
• O ministério pastoral é uma função especial numa sociedade mergulhada no lamaçal do pecado, visando à transformação radical de quem se torna cristão.

Precisamos aprender aceitar a seguinte resposta de Deus para nossas súplicas: “Minha graça te basta!” – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de julho de 2018, 0:31
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“Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (v.10).


A lógica divina é totalmente diferente da lógica humana. É por isso que Paulo também afirmou que “a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (1Co 1:25). Muitos confundem a sabedoria e a força com os padrões humanos, limitando Deus a esses padrões terrenos e corruptíveis. Entendem sabedoria como palavras bem escolhidas, e força como determinação. Porém, sabedoria nem sempre está numa boa oratória e força nem sempre se encontra em alguém determinado. Ambos são dons de Deus, disponíveis a todo aquele que os busca com sinceridade.

Além de ter que expor os reveses de seu ministério, Paulo continuou declarando sobre as “visões e revelações do Senhor” (v.1) que o haviam impactado. Teve o privilégio de receber sonhos e visões e, algumas vezes, pôde ouvir e ver o próprio Jesus. Diante de tamanhas revelações, considerou seu “espinho na carne” (v.7) uma forma do Senhor livrá-lo da exaltação própria e da soberba. Apesar de seus rogos para que fosse liberto deste mal, a resposta de Jesus o impactou e o fez compreender a lógica do Céu: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (v.9).

Não sabemos do que se tratava esse “espinho na carne, mensageiro de Satanás” (v.7). Pode ter sido alguma enfermidade, ou alguém que o perturbava, mas uma coisa é certa, Paulo estava incomodado e gostaria de se ver livre disto. Mas ao invés de ter seu pedido atendido, Jesus apresenta a Sua preciosa graça como suficiente e a fraqueza de Paulo como impulsionador do “poder de Cristo” (v.9). E o que antes lhe era um incômodo, passou a ser um incentivo para estar cada vez mais perto de Deus e uma maneira de reconhecer a sua total dependência dEle.

Mesmo no meio do professo povo de Deus há aqueles que se julgam sábios e fortes aos próprios olhos, chamando palavras rudes de sabedoria e autoritarismo de força. Da mesma sorte, muitos cristãos têm sido enganados por homens fraudulentos que só visam seus bens. A preocupação de Paulo e a do verdadeiro cristão deve ser de procurar sempre o bem do outro, de gastar-se em prol da salvação de almas (pessoas), de mostrar o caminho em que devemos andar, andando também por ele. Tudo o que compartilhamos com vocês aqui no Reavivados, “falamos em Cristo perante Deus, e tudo, ó amados, para vossa edificação” (v.19). Tudo para que possamos crescer juntos na graça de Cristo e nos desenvolvermos na vida em todos os seus aspectos, mas, principalmente, no espiritual.

Não permita que “haja entre vós contendas, invejas, iras, porfias, detrações, intrigas, orgulho e tumultos” (v.20), pois tudo isto endurece o coração. Pedir perdão ou “dar o braço a torcer” não é sinônimo de fracasso, mas de conquista; é  o reconhecimento de nossa fraqueza, abrindo espaço para a atuação do poder de Deus. “Temo” (v.20), porém, que muitos de nós “pecaram e não se arrependeram” (v.21). Que sustentando aparência de fortes e oratória de sabedoria não tenham ainda caído em si de que têm levado perante Deus “ofertas vãs” (Is 1:13). Que o Espírito Santo nos conceda um coração de carne, que possa ser moldado à forma do caráter de Cristo. Lembremos de Sansão, de como a sua força e sabedoria humanas o levou ao fundo do poço, e de que foi no seu momento de maior fraqueza que Deus o fez sobremodo forte. Eis o segredo da verdadeira força: reconhecer as nossas fraquezas e que a força é um dom de Deus.

Bom dia, fortes pelo poder de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Coríntios12 #RPSP