Reavivados por Sua Palavra


I CORÍNTIOS 4 by jquimelli
11 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-4/

Este capítulo nos fala acerca da importância da humildade.

Uma das coisas mais difíceis é não julgar uns aos outros. Como pastor, e agora como professor de pastores, aprendi que é importante perceber que, muitas vezes, há mais na história do que sabemos.

Quando me sentei com um marido e sua mulher que queriam ser batizados em meu escritório, cada um deles sentou-se em extremos opostos da sala. Depois de alguns minutos, decidi perguntar-lhes acerca do casamento deles. Ele confessou que se sentia atraído por outras mulheres. Embora eu estivesse feliz por ele desejar ser batizado, disse-lhe que, primeiro, precisávamos conversar sobre esse problema. Ele reagiu muito negativamente e chegou ao ponto de dizer aos outros que um pastor “mesquinho” não estava querendo batizá-lo. Os membros da Igreja vieram me perguntar por que eu não queria batizá-lo, mas não seria ético partilhar com eles o que realmente estava acontecendo.

Nós raramente sabemos a história toda, e, portanto, devemos ter cuidado de não julgar os outros, mas deixar o julgamento nas mãos de Deus. “Portanto, não julguem nada antes da hora devida; esperem até que o Senhor venha. Ele trará à luz o que está oculto nas trevas e manifestará as intenções dos corações” (v. 5).

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1312 e https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados11-06-2018.mp3
Acompanhe o projeto https://credeemseusprofetas.org/

Ouça online:



I CORÍNTIOS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
11 de junho de 2018, 0:55
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I CORÍNTIOS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
11 de junho de 2018, 0:45
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I CORÍNTIOS 4 – Líderes espirituais precisam ser vistos conforme Deus espera.

“Com este capítulo Paulo encerra a seção da carta que trata diretamente das divisões da igreja de Corinto” (William Barclay).

Analise-o:

1. Ninguém é melhor que ninguém. Jesus é o piloto do grande navio/igreja, Seus líderes são remadores. Os pregadores são mordomos dos secretos de Deus, os quais devem administrar com fidelidade e eficiência. É Deus, não os homens, Quem julgará se fizeram ou não bom trabalho (vs. 1-5).

• “Faríamos bem em lembrar duas coisas: A primeira é que, ainda que escapemos de todos os julgamentos humanos ou fechemos os olhos para não tê-los em conta, não podemos escapar ao juízo de Deus; e segunda, o julgamento é algo que corresponde a Deus realizá-lo, portanto, não assumamos tão alta responsabilidade” (Barclay)

2. Às vezes quem faz o que é certo não é desvalorizado pela igreja de Deus. O orgulho humano tende a aceitar pomposos líderes cheios de fama em vez daqueles que são fieis e até sofrem por isso. É preferível estar com quem está disposto a tudo pela verdade do que com aqueles que sacrificam a verdade pelos próprios interesses (vs. 6-13).

• “Uma vez que os crentes imaturos de Corinto estavam apaixonados (assim como muitos cristãos modernos também estão) por ‘personalidades’, isto é, líderes cristãos de grande projeção, Paulo usou a ocasião para colocar em foco a verdadeira natureza e prática de servos santos e piedosos. Ele enfatizou a necessidade de motivações puras e genuína humildade. Servos que honram a Cristo não apenas são identificados como mordomos dos mistérios de Deus, mas também como pais espirituais cuidadosos e comprometidos. O retrato apresentado por Paulo está longe da compreensão típica sobre liderança espiritual. É um retrato que merece a nossa maior atenção e estudo” (John MacArthur).

3. Paulo insta com o amor de um pai aos filhos indisciplinados (vs. 14-21).

• “Neste segmento de sua epístola, Paulo afirma que como servo de Cristo Ele tem que dar contas Àquele que O enviou. Cristo exige dele ser fiel no serviço a Deus e ministrar a Seu povo. Chegará o dia em que Paulo será julgado pelo trabalho que realizou. Porém, não o julgará um tribunal humano, mas por Cristo” (Simon Kistemaker).

Repense teu foco espiritual! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de junho de 2018, 0:30
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“Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (v.16).


A responsabilidade dos pregadores, uma severa reprovação e a admoestação de um pai são os temas deste capítulo que contém expressões fortes e um pequeno resumo da realidade vivida pelos primeiros discípulos. Considerando a rivalidade que havia se instalado na igreja de Corinto, Paulo esclarece como deveria, ele e os demais pregadores, ser considerados: “como ministros de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus” (v.1). Pouco importava o julgamento de homens se quem “julga é o Senhor” (v.4). Cada um prestará contas de sua fidelidade diante de Deus, quando naquele grande Dia Ele manifestar “os desígnios dos corações” (v.5).

Notem que Paulo exclui, inclusive, o julgamento próprio. Quantas vezes nos encurralamos e tornamo-nos juízes de nós mesmos. Quantos têm desistido no meio do caminho por julgarem ser incapazes de alcançar a linha de chegada. Mas este não é um pensamento saudável e nem vem de Deus. O Senhor nos convida a confiar em Sua graça e em Sua justiça, mesmo que tudo pareça desfavorável. O prévio julgamento atrapalha a missão, desvia o nosso foco do que verdadeiramente importa e nos coloca numa função que só a Deus pertence. No devido tempo, Deus “trará à plena luz as coisas ocultas das trevas” (v.5).

Quando os amigos de Jó foram visitá-lo, a primeira impressão foi de que verdadeiramente se compadeceram da situação deplorável do velho homem, mas ao passarem os dias, a compaixão se tornou em um tribunal em que os depoentes discursavam como advogados de Deus e promotores de Jó. Mas toda aquela falsa sabedoria foi desbaratada quando o Criador do Universo Se manifestou e concedeu a Jó o dobro de tudo quanto antes possuía. Enquanto os vulgos amigos disputavam pela razão e as palavras de Jó lhes soava como vãs lamentações, o Senhor lhes sondava os pensamentos, e no devido tempo, declarou o Seu julgamento: “porque vós não dissestes de Mim o que era reto, como o Meu servo Jó” (Jó 42:8).

A situação da igreja de Corinto não difere da que foi vivida pelos amigos de Jó e nem da que vivemos hoje. Como Laodiceia, a declaração “Já estais fartos, já estais ricos” (v.8), revela uma condição espiritual morna e, portanto, digna de severa reprovação. O discurso e inovação na pregação tornaram-se verdadeiros troféus e motivo de disputa entre os crentes. Paulo expõe a realidade de seu ministério não a fim de penalizar seus ouvintes, mas de fazê-los compreender que o “espetáculo ao mundo, tanto a anjos, como a homens” (v.9) não tem a ver com os aplausos e as honras desta terra, e sim com as vidas que cheias do Espírito Santo estão prontas para padecer o que for necessário por amor Àquele que as salvou.

O objetivo de Paulo não era criar algum tipo de constrangimento àquela igreja, mas de corrigi-los como um pai corrige a seus filhos. Nem tampouco considerou a si mesmo superior a seus irmãos, mas em que sua vida revelava que seus caminhos estavam firmados unicamente “em Cristo Jesus” (v.17). E como este perseverante apóstolo, Deus está constantemente chamando a todos ao arrependimento e fazendo de tudo para salvar. E Sua pergunta é: “Irei a vós outros com vara ou com amor e espírito de mansidão?” (v.21). Qual será a sua resposta? Não se vanglorie pelo dom ou pelos dons que o Senhor lhe concedeu, nem ultrapasse “o que está escrito” (v.6), mas cada um de nós sejamos encontrados fiéis, quando receberemos o nosso “louvor da parte de Deus” (v.5).

Bom dia, ministros de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Coríntios4 #RPSP



I CORÍNTIOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
11 de junho de 2018, 0:20
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1 Despenseiros. Os gregos usavam esta palavra para a administração de uma propriedade. O mordomo não só presidia sobre os assuntos da casa, mas também fazia provisões para ela. A aplicação desta palavra aos ministros de Cristo é singularmente apropriada. O ministro do evangelho é responsável por cuidar da igreja de Deus na Terra e prover o necessário para seu bem-estar. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 751. 

4 O Senhor. Somente Deus é capaz de fazer uma investigação completa da vida e da mordomia do apóstolo. Só Ele pode ler o coração e compreender o que motiva cada palavra e cada ação. CBASD, vol. 6, p. 752.

5 Nada julgueis. Paulo deixa claro que é errado acariciar uma opinião inflexível sobre o próximo. CBASD, vol. 6, p. 752.

6 Apliquei-as. Tudo o que escreveu a respeito dos mestres religiosos, Paulo aplica a si mesmo e a Apolo, que estava intimamente ligado a ele. CBASD, vol. 6, p. 753.

8 Chegastes a reinar. Ou, “começaram a reinar como reis”. Esta declaração atinge o clímax da ironia. Paulo compara seus leitores orgulhosos com os que alcançaram o topo, onde não há nada mais para se alcançar ou desejar. CBASD, vol. 6, p. 753.

9 Os apóstolos, em último lugar. A metáfora é a de um anfiteatro, onde os participantes que chegaram ao final da exibição tivessem que brigar entre si até a morte ou ser dilacerados por feras. Não havia esperança para eles. Os apóstolos são apresentados como se estivessem na condição de prover diversão para espectadores cruéis. CBASD, vol. 6, p. 754.

10 Loucos. ”A palavra da cruz é loucura para os que se perdem” (1Co 1:18). Devido ao fato de persistirem em apresentar as boas-novas da salvação por meio da fé em Jesus Cristo, os apóstolos eram considerados como tolos e de pouco entendimento. Contudo, não ousavam misturar a sabedoria mundana com a simplicidade do evangelho. CBASD, vol. 6, p. 754.

12 Nossas próprias mãos. Embora tivesse sido chamado por Deus para o ministério do evangelho, Paulo se mantinha com seu trabalho manual. CBASD, vol. 6, p. 755.

14 Para vos envergonhar. Paulo queria abrandar suas palavras e suavizar as severas observações. Havia razão para os membros da igreja de Corinto se envergonharem por causa das contendas e disputas entre eles. Quando os que estão no erro são levados a ver seu pecado, deve-se ter cuidado para que não lhes quebre a autoestima. CBASD, vol. 6, p. 756.

16 Imitadores. Literalmente, “mímica”. esta é uma declaração ousada para qualquer ministro cristão. Mas é verdade que cada obreiro de Deus deve viver de forma a refletir a imagem de Jesus,  a fim de que possa, confiantemente, dizer aqueles para quem exerce seu ministério que siga seu exemplo. CBASD, vol. 6, p. 756.

17 Meu filho amado. Paulo viu no jovem Timóteo alguém que podia se tornar um obreiro útil para Deus, então o escolheu para ser um de seus companheiros de viagem e colaboradores. O apóstolo tinha se referido aos coríntios como filhos, portanto, era apropriado enviar-lhes para representá-lo alguém que tinha nascido em Cristo por meio de sua pregação, assim como eles. CBASD, vol. 6, p. 757.

20 Não em palavra. O reino espiritual de Deus na Terra não é estabelecido ou promovido por pretensões jactanciosas e palavras humanas vãs. É preciso algo mais do que afirmações de autoridade da parte dos que não estão dispostos a se conformar com a simplicidade da mensagem do evangelho, acrescentando á verdade suas próprias interpretações e exaltando ambições de autoridade. CBASD, vol. 6, p. 758.

21 Amor. A correção deve sempre ser ministrada com amor, tendo em vista o bem-estar e a felicidade de quem errou. É preciso agir com firmeza e, as vezes, com severidade a fim de manter a igreja livre de confusão e contenda. No entanto, tudo deve ser suavizado com verdadeira preocupação pelo bem-estar eterno das pessoas envolvidas. CBASD, vol. 6, p. 758.

 

Compilação TatianaW



I CORÍNTIOS 4 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
11 de junho de 2018, 0:10
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