Reavivados por Sua Palavra


II Coríntios 3 by Jobson Santos
26 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-corintios/2co-capitulo-3/

O apóstolo Paulo lembra aos crentes de Corinto que eles não precisam de uma carta de apresentação para conhecerem o seu caráter (3:1). A própria existência da igreja ali é um testemunho acerca do ministério de Paulo. Como um pastor dedicado, ele se preocupava com eles genuinamente.

Eu sei como Paulo se sente porque, como pastor que agora ensina pastores, posso dizer que amo ouvir acerca dos meus ex-membros de igreja. Regozijo-me com eles quando ouço boas novas e choro com eles em outros momentos. Nossos corações estão unidos, mesmo que eu não consiga ter notícias deles com tanta frequência.

Paulo contrasta seu próprio ministério com o de Moisés (2 Coríntios 3:16), mas, em última análise, é o “ministério do Espírito” que é “muito mais glorioso” (v. 8). Na verdade, Moisés apontava para a vinda de Cristo, por meio do “antigo pacto”. Esses não são dois pactos separados, mas sim o que Moisés ensinou era como um “véu” que foi “removido e levado por Cristo”. Em outras palavras, o trabalho e as palavras de Moisés apontavam para Jesus Cristo como o Messias prometido.

Decidamos hoje servir a Cristo através do ministério do Espírito que deseja operar por nosso intermédio.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1327
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/02
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados26-06-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



II CORÍNTIOS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
26 de junho de 2018, 0:54
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II CORÍNTIOS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
26 de junho de 2018, 0:45
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II CORÍNTIOS 3 – Existem verdadeiros e falsos ministérios eclesiásticos. Deus tem uma igreja na Terra, mas Satanás quer pervertê-la, adulterá-la e deformá-la. Pois a igreja de Cristo deve confrontar as obras do diabo e resgatar pessoas de suas fortes correntes do vício do pecado.

O ministério evangélico visa glorificar a Deus na Terra, transformando pecadores em adoradores.

Desde o capítulo anterior, Paulo mostrou a natureza do ministério eclesiástico. Conforme destaca Merril F. Unger, temos estes pontos:

• A glória do ministério – seu triunfo (2:14-17);
• A glória do ministério – sua autenticação (3:1-6a);
• A glória do ministério – sua mensagem de graça (3:6b-11);
• A glória do ministério – seu poder transformador (3:12-18);
• A glória do ministério – sua sinceridade (4:1-7);
• A glória do ministério – seus sofrimentos (4:8-18);
• A glória do ministério – sua intrepidez diante da morte (5:1-13);
• A glória do ministério – seus motivos e dignidade (5:14-21);
• A glória do ministério – seu caráter (6:1-10);
• A glória do ministério – sua pureza (6:11-7:1);
• A glória do ministério – sua reflexão na vida de Paulo (7:2-6).

O mesmo autor, comentando o capítulo 3, apresenta as seguintes verdades sobre o ministério evangélico:

• Ele não é autenticado pelo autoelogio (v. 1);
• É autenticado pelo testemunho e pela obra do apóstolo (vs. 2-3);
• É autenticado por Deus (vs. 4-6);
• A mensagem é espiritual e vivificante (vs. 6-11);
• Deve demonstrar grande coragem, iluminação e liberdade (vs. 12-17);
• Opera maravilhosa transformação (v. 18).

Verdadeiros ministros não precisam de endosso humano; pois, vidas pagãs transformadas miraculosamente em cristãs autenticam o ministério genuíno. Ministérios que não transformam vidas para a glória de Deus devem ser descartados como espúrios.

Ligando os versículos 7-18 com Êxodo 34:29-35 obtemos as seguintes verdades:

1. O ministério do Antigo Testamento era glorioso, o rosto de Moisés brilhava após receber os Dez Mandamentos, “quão mais deslumbrante, então, será o governo do Espírito vivo?”;
2. No ministério do Novo Testamento, tendo Cristo retirado o véu que separa-nos da glória divina, não precisamos de ninguém além de Cristo entre nós e Deus;
3. Pelo que Cristo e o Espírito Santo fez e faz “somos transfigurados como o Messias, e nossa vida se torna cada vez mais deslumbrante e bela à medida que Deus entra em nossa vida e nos tornamos como ele” (A Mensagem).

Portanto, temos inúmeras razões para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de junho de 2018, 0:30
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“Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (v.17).

Consagrado para um ministério sagrado e de grande responsabilidade, Moisés tornou-se o maior líder que Israel já teve. Sua missão desafiadora incluía, além de liderar milhões de hebreus doutrinados pela cultura egípcia, estar perante Deus a fim de receber os estatutos e as leis que regeriam aquela nova nação. Para um povo que era escravo, sob um governo injusto imposto por Faraó, o Senhor fez questão de introduzir, o que seria a “Constituição Federal” de Israel, da seguinte forma: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx 20:2). Os dez mandamentos deveriam ser obedecidos como lembrança da liberdade obtida pelas mãos de um Senhor justo, e não como uma nova escravatura.

Porém, ainda que Moisés tivesse sido um grande líder e um homem de Deus, mesmo a glória manifestada em sua face, com o tempo se desvaneceu, mostrando que o temporário “ministério da condenação” (v.9) nunca poderia ser suficiente para salvar o homem de seus pecados. A antiga aliança, mediante o sacrifício de animais e leis ritualísticas, era apenas uma ilustração acerca do verdadeiro e suficiente sacrifício de Cristo (Hb 9:12). E os mandamentos gravados em pedra pela mão do próprio Deus (Êx 31:18), uma representação do que deveria ser escrito em seus corações. Tiago chama os dez mandamentos de “lei da liberdade”, pela qual todos serão julgados, e, logo após, enfatiza que “a misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg 2:12 e 13). Ou seja, há uma saída para o pecador. Há uma oportunidade de remissão, “uma nova aliança” (v.6) estabelecida por Jesus Cristo, a qual retira o véu e revela a glória do Pai.

Como bem expressou Tiago, a lei do Senhor é uma expressão de liberdade. Porque “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (v.17). O pecado nos escraviza e a lei de Deus nos faz lembrar disso. Mas, ainda que buscássemos obedecê-la com perfeição, jamais conseguiríamos. O único que obteve êxito na perfeita obediência foi Jesus, que foi morto pelas nossas transgressões. Somente por Cristo somos salvos da condenação da lei, e aí está a misericórdia que triunfa sobre o juízo. Como “ministros de uma nova aliança” (v.6), não nos recomendamos a nós mesmos como se a nossa obediência fosse suficiente, mas, endereçados por Cristo, como Sua carta, somos chamados para revelar o Seu caráter através de um coração submisso ao “Espírito do Deus vivente” (v.3).

Oh, amados, não confundam liberdade com libertinagem. Se Cristo morreu por causa de nossos pecados que são “a transgressão da lei” (1Jo 3:4), deveríamos nós ignorá-la? Absolutamente! Se matar, roubar, adulterar, ter outros deuses além de Deus tornou-se uma possibilidade a partir do sacrifício de Jesus, o que estamos fazendo pregando o evangelho do amor a Deus e ao próximo? Percebem? Quando o véu do santuário terrestre se rasgou “de alto a baixo” (Mt 27:51), o Santíssimo passou a ser um lugar acessível para mim e para você. O “ministério da morte, gravado com letras em pedras” (v.7) que dantes apenas nos revelava a nossa natureza pecaminosa, tornou-se em ministério da redenção gravado “em tábuas de carne, isto é, nos corações” (v.3), revestido de glória permanente (v.11), apontando para o Único que foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2:8).

Deus deseja gravar em nosso coração a Sua santa lei. Não mais em pedras, mas “nos corações” (v.3), através do Seu Espírito. Então, o que o mundo julga ser uma escravidão, para nós será sempre liberdade. Assim como a glória de Deus era manifestada no lugar Santíssimo do santuário terrestre acima da arca da aliança onde estavam os mandamentos de Deus, o Senhor deseja manifestar a Sua glória em nós, “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19), gravando a Sua lei, manifestação do caráter de Cristo, em nossos corações.

Assim diz o Senhor: “Dar-lhes-ei um só coração, espírito novo porei dentro deles; tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei coração de carne; para que andem nos Meus estatutos, e guardem os Meus juízos, e os executem; eles serão o Meu povo, e Eu serei o seu Deus” (Ez 11:19-20). Jesus está voltando para buscar “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). Aqueles que verdadeiramente tem sido “transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (v.18). Que Jesus nos encontre não como legalistas, “porque a letra mata” (v.6), mas como livres por Seu intermédio (v.4), obedecendo porque escolhemos amá-Lo.

Bom dia, carta de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Coríntios3 #RPSP



II CORÍNTIOS 3 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
26 de junho de 2018, 0:05
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