Reavivados por Sua Palavra


II Coríntios 6 by Jobson Santos
29 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/2-corintios/2co-capitulo-6/

No capítulo 6, o apóstolo Paulo continua a defesa de seu ministério. E começa lembrando aos Coríntios que o momento presente envolvia urgência: “agora é o dia da salvação!”(6:2 NVI). Ele os adverte que prestem atenção. Isto faz-me lembrar de um membro da igreja que tinha o mau hábito de falar e distrair outros na igreja. Um dia, enquanto eu estava pregando eu enviei a ele uma mensagem de texto: “Preste atenção!”. Depois de um minuto ou dois, ele leu a mensagem e endireitou-se no banco. Depois, ele me perguntou: “Como é você enviou um texto enquanto pregava?” Eu disse a ele, brincando, que eu tinha o dom espiritual de enviar mensagens de texto via celular. Se o apóstolo Paulo estivesse vivo hoje penso que ele usaria massivamente as mídias sociais para lembrar as pessoas de que nossas vidas espirituais são importantes e que não devemos adiar nossa decisão a respeito de Jesus Cristo.

Nos últimos versos, Paulo lhes lembra de que Deus é nosso Pai celestial (vs. 17-18).O que distinguia a visão de mundo dos judeus e cristãos primitivos de todas as outras religiões do mundo, e ainda distingue hoje, é exatamente essa compreensão de um Pai celestial transcendente e pessoal.

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1330
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/04/05
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados29-06-2018.mp3
Comentários em vídeo

Ouça online [Voz Valesca Conty]:



II CORÍNTIOS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
29 de junho de 2018, 0:55
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II CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
29 de junho de 2018, 0:45
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II CORÍNTIOS 6 – Paulo está escrevendo a cristãos, não a pagãos. Mesmo os cristãos precisam renovar seu compromisso com Deus. Devem ter disposição para a reconciliação. Por isso, é possível perguntar: Hoje, você já renovou teu compromisso com Deus?

Paulo fala sobre relacionamento aos cristãos de Corinto nos 13 primeiros versículos deste capítulo:

• Relacionamento com Deus.
• Relacionamento com ele, Paulo;
• Relacionamento com seus companheiros, de Paulo.

Há um apelo inicial para atender à graça de Deus, e um apelo final onde Paulo convida os crentes a abrir o coração e ele.

“Entre esses dois apelos, Paulo defende seu ministério. Ele novamente afirma que as agruras por que passou são uma insígnia de honra. Nessas aflições, Paulo e sua equipe exemplificaram, pelo poder de Deus, as grandes virtudes cristãs [vs. 6-7]. Eles serviram coerentemente através das mutáveis marés da opinião pública e do tratamento injusto [vs. 8-10]. Entre as contradições de seu ministério, mencionadas por Paulo, está a de que ele e seus auxiliares são desconhecidos, e, ao mesmo tempo, conhecidos [v. 9]. Eles não conquistaram grande reputação entre os homens. Mas à vista de Deus, são bem conhecidos” (John McVay).

Escrevendo a cristãos, esta carta visa o discipulado, que acompanha a conversão. E, o capítulo em questão tem muito a ser considerado (vs. 14-18):

1. O chamado ao discipulado é um chamado a ser separado:

• Separar-se significa renunciar a velha vida, filosofias anti-bíblicas, familiares e posses.
• É preciso separar-se porque associação requer compromisso com quem não quer compromisso com Deus.
• É necessário separar-se porque cristãos tornam-se santuários do Deus vivente.

Este tema abrange desde sociedade comercial até relacionamento conjugal. “O casamento entre cristãos e descrentes é proibido porque: (1) O matrimônio não ocorre entre dois indivíduos, mas também entre duas comunidades (v. 15-16); (2) A igreja é o templo santo de Deus (v. 16); e (3) por ser morada de Deus, a igreja deve manter uma clara separação do mundo em termos de constituição do caráter” (Bíblia Andrews).

2. O discipulado precisa de promessas divinas para manter os crentes motivados:
a) “Habitarei e andarei entre eles; serei o Seu Deus, e eles serão o meu povo” (v. 16).
b) “Serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas” (v. 18).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de junho de 2018, 0:30
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“entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (v.10).

A parte inicial deste versículo sempre foi um desafio para mim pelo fato de não conseguir compreender como estar entristecida e ainda assim permanecer alegre. Até o dia em que entendi que a exata compreensão acerca desta afirmação de Paulo não pode ser compreendida a não ser que seja vivenciada. Após o encontro de Paulo com Cristo na estrada de Damasco, a vida dele nunca mais seria a mesma. Mergulhado em um universo de estrito zelo religioso, foi quando caiu que finalmente olhou para o alto. Cego e confuso, percebeu que maior cegueira era a que vivera antes.

O respeitado doutor da lei e instruído na escola dos fariseus, transformou-se em perseguido por causa de Cristo. Aqueles que dantes o consideravam com demasiado apreço, agora revelavam-lhe um trato rude e até homicida. Paulo trocou os privilégios, posições e conforto para sofrer escárnios, perseguições e privações. À vista dos cristãos sinceros, era considerado um homem de Deus. À vista dos incrédulos, um fanático. À vista dos líderes judeus, uma ameaça. Certamente, a vida deste apóstolo não foi nada fácil. Mas tenho absoluta convicção de que ele não trocaria um dia sequer ao lado de Cristo por qualquer alívio que lhe fosse oferecido.

Extremamente coerente e divinamente inspirado, suas palavras tinham comunhão com suas obras, e seu zelo passou a ser movido pelo amor que devotava a Deus e aos irmãos, a fim de não dar “motivo de escândalo em coisa alguma” (v.3). A vida de Paulo representa a vida de todo aquele que experimenta o verdadeiro encontro com Jesus; todo o que vive o ponto da virada. Quando lemos a lista de Paulo quanto à vida dos “ministros de Deus” como ele, percebemos que não se tratava de um ministério cercado de regalias ou pompas, mas de tribulação e de muita renúncia. Mas que apesar das intempéries vividas, ele não se esquivaria de sofrer tudo de novo porque certo estava de que, no final, poderia contemplar novamente a face de Cristo.

Quando paro e penso de onde Jesus me resgatou e o modo que Ele usou para me encontrar, mais grata me sinto pela paciência que Ele teve e continua tendo para comigo. Na verdade, o ponto da virada na vida de cada um de nós é um testemunho à parte, pois que o Senhor tem um modo todo especial de falar com cada um de Seus filhos, conferindo-lhes particular atenção. E é quando passamos por esta experiência pessoal que então entendemos de fato as palavras de Paulo: “entristecidos, mas sempre alegres” (v.10). Porque da forma que Deus desperta Seus filhos para um reavivamento e reforma necessários, da mesma sorte Satanás se utiliza de instrumentos humanos não convertidos para tornar a vida daqueles o mais difícil possível. O grande conflito fica cada vez mais acirrado, e, de forma astuta, o inimigo procura promover alianças e amizades que “corrompem os bons costumes” (1Co 15:33).

A nossa comunhão com Cristo não está baseada no que fazemos ou deixamos de fazer, não foi isso o que Paulo falou e nem é isso o que a Bíblia nos ensina. Mas está sim baseada no que fazemos com o “tempo da oportunidade” (v.2) que nos é ofertado. Este tempo se chama “agora” (v.2) e requer de nós a humildade e a submissão para reconhecermos o agir de Deus moldando o nosso caráter. Após a conversão, inicia-se o processo da santificação que, como o próprio nome já diz, é um processo, isto é, acontece por etapas, onde Jesus sempre respeita o ritmo de cada um. Mas precisamos aprender a reconhecer, “no Espírito Santo” (v.6), “o tempo sobremodo oportuno” que nos é dado para abandonarmos velhas práticas e até mesmo amizades que não têm edificado em nada a nossa vida espiritual. E isto, meus irmãos, é questão de salvação. Pois “que harmonia há entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?” (v.15).

A verdadeira conversão não é instantânea e nem tampouco a santificação acontece da noite para o dia. Creio que o que mais marcou a vida de Paulo não foi seu encontro com Jesus na estrada de Damasco, mas que ali foi o ponto de partida para os seus encontros diários com Ele. Jesus deseja nos encontrar e falar conosco todos os dias. Quando descobrimos e aceitamos este encontro diário, qualquer tristeza é vencida pela alegria de saber que, não importa o que aconteça, Jesus está ali conosco, porque Ele nos prometeu (Mt 28:20) e Ele nunca mente.

Que a nossa ligação com o Céu esteja acima de qualquer ligação com as coisas deste mundo. Mas que, acima de tudo, “no Espírito Santo”, possamos viver “no amor não fingido” (v.6), “na palavra da verdade, no poder de Deus” (v.7), respeitando-nos mutuamente e sendo cooperadores com Cristo (v.1). Sejamos, pois, pacientes uns com os outros, lembrando da paciência que Jesus tem tido conosco.

Bom dia, entristecidos, mas sempre alegres!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Coríntios6 #RPSP



II CORÍNTIOS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
29 de junho de 2018, 0:20
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1400 palavras

Cooperadores com Ele. O princípio da cooperação é vital ao desempenho espiritual pessoal e ao sucesso no serviço cristão. Deus não dispensa o auxílio humano (DTN , 535). A capacidade humana para o bem depende da medida de sua cooperação com o divino (cf. Jo 5:19, 30; DTN, 297). Os ministros cristãos e os colaboradores não devem tentar trabalhar por sua própria força ou sabedoria, e Deus não os deixa entregues a si mesmos, à sua própria sorte, ou a seus próprios recursos. Essa cooperação entre Cristo e Seu s embaixadores deve ser íntima e contínua para que sejam “habilitados a realizar os feitos da Onipotência”(DTN , 827). Cristo é mais que um observador; é um companheiro ativo em tudo o que eles fizerem (Fp 2:12, 13; cf. Hb 1:14). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 960.

Recebais. Do gr. dechomai, neste versículo, “receber favoravelmente”, “aprovar”, “aceitar”. É possível concordar mentalmente com a graça de Deus e não ser beneficiado por ela. Cristo ilustrou essa verdade com as sementes que caíram em solo rochoso e entre espinhos (ver com. de Mt 13:5-7). Embora os coríntios tenham respondido às primeiras exortações de Paulo e tenham se reconciliado com Deus, isso não bastava. A obra da salvação deles, individualmente, ainda não estava completa. A vida cristã apenas se inicia quando os seres humanos são reconciliados com Deus e entram num novo relacionamento com Ele. É verdade que, no momento da reconciliação, eles estão numa situação segura. Permanecem justificados pela graça de Deus. No entanto, o evangelho de Cristo inclui muito mais que o perdão dos pecados passados; prevê também a transformação do caráter, cuja meta é uma vida em que o pecado não mais tome parte (ver com. de Rm 6:5-16; 2Co 1:22; 3:18). O recebimento inicial da graça de Deus, que justifica, deve ser seguido de um contínuo recebimento de graça, que produz santificação. CBASD, vol. 6, p. 960.

Em vão. Isto é, sem ter servido a qualquer propósito útil (cf. Is 55:10, 11). O importante é a maneira como o ser humano recebe a graça, e como continua a recebê-la (ver com. de Mt 13:23; At 2:41). A graça de Deus é recebida em vão: 1. Quando é negligenciada. … 2. Quando é pervertida ao usá-la como uma capa para o pecado (Rm 6:1, 15). … 3. Quando é adulterada com ideias e métodos humanos. … ; 4. Quando é recebida apenas pelo intelecto e não é levada para a vida. … CBASD, vol. 6, p. 960, 961.

Dia da salvação. Isto é, o tempo durante o qual se prolonga a luz da graça (ver Jo 12:35). CBASD, vol. 6, p. 961.

Escândalo. Literalmente, “uma ocasião para tropeço”. Paulo aspira a conduzir seu ministério (cf. v. 1) de modo que ninguém tenha desculpas para rejeitar a graça de Deus. CBASD, vol. 6, p. 961.

Ministério. Paulo … sofre, trabalha, estuda e ministra a palavra para não dar qualquer motivo para.escândalo (lCo 8:13; 10:32, 33; Fp 2:15; lTs 2:10; 5:22; cf. Mt 10:16). Ainda assim, houve vários em Corinto que se escandalizaram. Seria, talvez, impossível pregar e agir de modo que ninguém se escandalizasse. Para alguns, até mesmo a verdade e a santidade escandalizavam. As pessoas que ouviam Jesus se escandalizavam dEle (Jo 6:60 , 61, 66). Para outros, qualquer advertência contra o pecado ou o erro escandalizava. No entanto, para os verdadeiros cristãos, o embaixador do evangelho não escandalizará ao repreendê-los por manifestações de orgulho, irreverência, indiferença, hábitos ou práticas questionáveis, grosseria ou vulgaridade. … Tanto quanto possível, o ministro do evangelho deve ter “paz com todos os homens” (Rm 12:18), contudo, Jesus e Paulo despertaram inimizade por onde passaram. … Nenhum cristão teve mais inimigos que Cristo, e Seus discípulos foram acusados de ter “transtornado o mundo” (At 17:6). CBASD, vol. 6, p. 962

No Espírito Santo. O Espírito é o agente no cultivo de todas essas virtudes (Gl 5:22, 23). É possível exibir esses traços em certo grau, superficialmente, independente do Espírito Santo, mas nunca em sua plenitude. CBASD, vol. 6, p. 963.

Amor. Do gr. agape (ver com. de Mt 5:43 , 44). A característica culminante do ministro do evangelho é este principal fruto do Espírito (ver com. de lCo 13; sobre a expressão “amor não fingido”, ver com. de Rm 12:9). Sem essa qualidade, o embaixador de Cristo se torna rígido, autocomplacente e censurador. Pureza e poder são inalcançáveis sem amor. CBASD, vol. 6, p. 963.

11 Ó coríntios. Apenas neste versículo, nas duas cartas, Paulo se dirige aos coríntios especificamente. Paulo apela que retribuam seu amor e o tratem como ele os trata. CBASD, vol. 6, p. 965.

13 Como justa retribuição. Paulo considera os crentes coríntios como filhos espirituais (1Co 4:14, 15) e, como pai espiritual, ele derramou sobre eles a plenitude do amor paternal. Em contrapartida, o apóstolo anseia o amor dos coríntios. CBASD, vol. 6, p. 966.

14 Jugo desigual.A diferença em ideais e conduta entre cristãos e não cristãos é tão: grande que, ao entrar em qualquer relacionamento (casamento, negócios, etc), os cristãos são confrontados com situações em que têm de abandonar princípios ou enfrentar dificuldades. Entrar em tal união é desobedecer a Deus e negociar com o diabo. A separação do pecado e dos pecadores é apresentada em todas as Escrituras (Lv 20:24; Nm 6:3; Hb 7:26; etc). Nenhum outro princípio tem sido mais rigorosamente ordenado por Deus. Por toda a história do povo de Deus, a violação desse princípio tem, inevitavelmente, resultado em desastre espiritual. CBASD, vol. 6, p. 966.

Com os incrédulos. Para os que não aceitam Cristo como salvador, nem Seus ensinos, como padrão de crença e conduta, os ideais, princípios e a prática do cristianismo são loucura (1Co 1:18). Em razão de sua perspectiva da vida, os descrentes normalmente acham difícil tolerar um padrão de conduta que tende a restringir seu modo de viver, ou que indique que seus conceitos e práticas são maus ou inferiores. Paulo não proíbe toda a associação com descrentes, mas apenas a associação que teria a tendência de diminuir o amor do cristão por Deus, adulterar a pureza de sua perspectiva de vida ou levá-lo a se desviar de seu padrão de conduta. Os cristãos não devem se esquivar de seus parentes e amigos, mas se associar com eles como exemplos vivos do cristianismo posto em prática e, assim, ganhá-los para Cristo (1Co 5:9, 10; 7:12; 10:27). … Quando se trata de um relacionamento de vinculação como o casamento, o cristão que verdadeiramente ama o Senhor de modo algum se unirá a um descrente, mesmo na piedosa ou louvável esperança de conquistá-lo para Cristo. Quase sem exceção, o desapontamento é o resultado de uma ação contrária ao sábio conselho apresentado pelo apóstolo neste versículo. Aqueles que escolherem prestar atenção a esse conselho poderão esperar, de modo especial, desfrutar o favor divino e descobrirão que Deus tem algo reservado para eles, que ultrapassa, em muito, quaisquer planos humanos. CBASD, vol. 6, p. 966, 967.

Que sociedade. Toda união em que o caráter, as crenças e os interesses do cristão perdem algo de sua distinção e integridade, é proibida. O cristão não pode se dar ao luxo de entrar em uma ligação que exija concessões. CBASD, vol. 6, p. 967.

15 Maligno. Neste versículo, a palavra é uma personificação para Satanás, representando a inutilidade e o vazio das coisas por meio das quais ele tenta atrair e seduzir as pessoas ao pecado. … Por trás de tudo o que é mau e desprezível estão as forças sobrenaturais das trevas, conduzidas por Satanás. Todo o mundo está alinhado atrás de um ou outro líder (1Pe 5:8-9; Ap 12:11). CBASD, vol. 6, p. 967.

16 Ligação. Ou “concordar”, “consentir” (Lc 23:51). Não pode haver aliança entre Cristo e Satanás, entre o verdadeiro Deus e os falsos deuses, entre o cristianismo e o paganismo. Paulo declara que uma aliança entre crentes e descrentes é igualmente inconcebível. CBASD, vol. 6, p. 967.

17 Por isso, retirai-vos. A referência histórica é a retirada dos israelitas cativos da antiga Babilônia, que Paulo menciona neste versículo como uma ilustração da separação do povo de Deus do mundo e da Babilônia espiritual (ver com. de Ap 18:4). Após retornarem do cativeiro, os judeus foram encarregados de não levar qualquer coisa que tivesse relação com a idolatria pagã. De modo semelhante, o Israel espiritual é ordenado a “não tocar na s coisas impuras” (ver com. de Is 52:11, 12). CBASD, vol. 6, p. 968.

18 Filhos e filhas.Em consequência da fé dos crentes em Cristo, a operação sobrenatural do Espírito de Deus gera nova vida espiritual, que torna o ser humano um filho de Deus. Esse relacionamento Pai-filho é tão real e vital como o relacionamento humano utilizado para ilustrá-lo. Na vida de Jesus como o Filho de Deus, temos um perfeito exemplo do relacionamento que é nosso privilégio ter como filhos do Pai celestial (ver com. de Lc 2:49; Jo 1:14; 4:34; 8:29). A chave para esse relacionamento é o amor, e seu resultado é confiança e obediência. CBASD, vol. 6, p. 968.



II CORÍNTIOS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
29 de junho de 2018, 0:00
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