Reavivados por Sua Palavra


ROMANOS 13 by jquimelli
4 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/romanos/rm-capitulo-13/

Paulo começa esclarecendo a relação do cristão com a autoridade civil. Estamos sujeitos aos poderes mais altos, mas o mais alto poder é Deus. Ele deu autoridade para os líderes civis. Se guardarmos a lei de Deus e as leis do país onde estamos não há necessidade de temer.

Paulo nos diz que nossa vida deve ser um livro aberto. Devemos viver honestamente com nada a esconder. Não devemos nos envolver em desordens ou em embriaguez (v. 13). E em um sentido espiritual, não devemos beber do vinho (falsas doutrinas) de Babilônia. O vinho de seu adultério espiritual tem embriagado a maior parte do mundo. Devemos ser espiritualmente puros e sóbrios, fiéis à mensagem que Deus nos deu como um povo.

Paulo encerra o capítulo afirmando que o que realmente precisamos é nos vestirmos de Jesus Cristo e Sua justiça. Ao fazermos isso, não viveremos de acordo com a carne, de acordo com o velho homem do pecado, como visto em Romanos 7, mas teremos uma mente transformada que nos preparará para enfrentar a crise final.

Norman McNulty
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1305
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados04-06-2018.mp3
Veja também os vídeo comentários: Pr Ronaldo de Oliveira e Pr Adolfo Suarez
Textos da semana do projeto Crede em Seus Profetas



ROMANOS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
4 de junho de 2018, 0:55
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ROMANOS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
4 de junho de 2018, 0:45
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ROMANOS 13 – A mensagem deste capítulo é melhor entendida se vinculada ao capítulo anterior. Este é o segundo capítulo em que Paulo oferece aplicações práticas do efeito real e verdadeiro na vida de alguém que se converteu por inteiro ao evangelho.

O evangelho é o poder de Deus, não a teoria de Deus. Seu objetivo não é fornecer meramente informação, mas poderosamente transformação.

O capítulo anterior encerrou falando de paz e amor. Mario Veloso destaca que, “o crente que se entrega ao bem, aceito por Deus, e com o poder do Espírito Santo, realiza somente o bem. Consegue superar e vencer o mal. Tem uma conduta que corresponde à vida nova em Cristo”.

Na sequência, sugiro a divisão do capítulo 13, conforme Veloso:

1. Conduta em relação às autoridades (vs. 1-7):
a) Todas as autoridades provêm de Deus;
b) Autoridade dos magistrados;
c) Razão para sujeição às autoridades:
• Para evitar castigo;
• Por causa da consciência;
• Porque estão a serviço de Deus.
2. Conduta do crente para com o próximo (vs. 8-10);
3. Uma conduta à luz do dia: Obras do amor (vs. 11-14).

Segundo o capítulo anterior, o amor deve ser sincero (12:9) ter discernimento claro quanto ao que é certo e o que é errado (12:9), e respeitar e honrar ao próximo (12:10).

No final do capítulo 13, Paulo deixa alguns princípios interessantes sobre o amor que devem caracterizar o verdadeiro cristão.

• Amar ao próximo é uma dívida que nunca será possível ser paga, mas deve-se investir no seu pagamento.
• Amar aos outros significa o cumprimento da Lei de Deus, a qual é essencialmente amor.
• Amar de verdade é recusar-se determinantemente a fazer qualquer mal contra qualquer pessoa.

O amor é a essência do caráter cristão. Por amar a Cristo, aguarda ardentemente encontrar-se com Ele. Por isso…

1. Busca sabedoria a fim de ter discernimento do tempo em que vive.
2. Discerne a atitude apropriada que deve ter no tempo do fim.

A teologia de Romanos mostra que o pecador que aceitou a justificação operada por Deus através de Cristo caminha pela estrada da santificação, avançando diariamente.

Quem se despiu das vestes do pecado, se reveste do manto da justiça de Cristo. O novo nascimento não nos deixa na velha vida!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ROMANOS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de junho de 2018, 0:30
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“E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (v.11).


A exortação de Paulo quanto às autoridades foi um adendo extremamente necessário. Diante do cenário político em que se encontravam, os judeus possuíam um profundo sentimento de revolta contra o governo romano. Havia uma tensão acerca do regime de leis e impostos instituídos pelo Império. Contudo, ao afirmar “que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus” (v.2), o apóstolo refreou prováveis rebeliões e conteve os ânimos exaltados. Um bom servo de Deus tem por obrigação ser igualmente um bom cidadão, mostrando respeito pelos governantes e pagando “o que lhes é devido” (v.7). O limite de nossa obediência às autoridades terrenas está no que disseram os apóstolos: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29).

Por sua vez, o cumprimento da lei de Deus deve reger a vida do cristão. O amor, mais uma vez, além de ser apresentado como fundamento da lei, também é o seu cumprimento. Se o fim da lei é Cristo e Ele é a Fonte de todo amor, a conclusão de Paulo faz todo o sentido. Quando interrogado sobre qual seria o maior dos mandamentos, Jesus respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento… Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:37 e 39). Jesus também apenas repetiu as Suas palavras ditas no Antigo Testamento (Dt 6:5 e Lv 19:18). Ou seja, o que Paulo falou não era algo novo, mas a confirmação do que já estava escrito, de que “o cumprimento da lei é o amor” (v.10). E o fato de Paulo citar alguns dos dez mandamentos nos dá um recado bem claro, você não acha?

Na sequência de seu pensamento, ele afirmou que os primeiros cristãos eram conhecedores de algo em comum: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo” (v.11). Este tempo de que Paulo se refere vem do grego *Kairos*, que significa “tempo certo”. Acreditando que Jesus voltaria em sua época, o apóstolo exortou o povo de Deus a estar preparado, dando-lhes algumas orientações quanto à devida conduta dos que aguardam a bendita esperança: “Andemos dignamente, como em pleno dia” (v.13). E listando uma série de pecados, ele apela com a palavra inicial da maioria dos mandamentos de Deus: NÃO. Em resumo, o que Paulo quis dizer neste capítulo é que todos os que hão de herdar a salvação, NÃO devem faltar com respeito às autoridades e nem deixar de pagar “a todos o que lhes é devido” (v.7); NÃO devem praticar “o mal contra o próximo” (v.10); NÃO devem ter comunhão alguma com “as obras das trevas” (v.12); NÃO devem andar “em orgias e bebedices”, nem “em impudicícias e dissoluções”, nem “em contendas e ciúmes” (v.13); NÃO devem dispor em nada “para a carne no tocante às suas concupiscências” (v.14).

Mas dentre tantos NÃOS, surge uma ordem positiva: “revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” (v.14). Revestir significa “vestir novamente, cobrir, tapar, envolver, recobrir”. Dá a ideia de que um dia já esteve vestido, agora nu, precisa ser revestido. Fazemos parte da última igreja profética, e já está mais do que na hora, meus irmãos, de despertarmos do sono; “porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (v.11). Tirai os olhos deste mundo vil e de sua podridão! Olhai para cima e contemplai o Alto e Sublime! Clamai para que sejas revestido das vestiduras brancas de Cristo! Porque o amor prático é o resultado da manifestação das vestes de justiça de Cristo Jesus em nós. Assim como a nossa obediência às autoridades terrenas devem ser “por dever de consciência” e não “por causa do temor da punição” (v.5), semelhantemente, a nossa obediência à lei de Deus não deve ser por medo do juízo final, mas por amor Àquele que já nos salvou.

Bom dia, revestidos das vestes de justiça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Romanos13 #RPSP



ROMANOS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
4 de junho de 2018, 0:20
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1 Por Ele instituídas. Paulo não sugere nestes versículos que Deus sempre aprova a conduta dos governos civis nem indica que é dever do cristão sempre se submeter a eles. As vezes, as exigências do governo podem ser contrárias à lei de Deus e, sob essas circunstâncias, o cristão deve antes “obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29). O raciocínio de Paulo é que o poder dominante dos governos humanos é confiado por Deus aos homens, de acordo com Seus propósitos para o bem-estar da humanidade. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 689.

3 Queres tu[…]? O cristão que não quer temer o governo civil deve praticar o que é certo e, por isso, será elogiado por sua boa conduta. CBASD, vol. 6, p. 690.

5 Temor da punição. Visto que as autoridades civis existem por determinação divina, o cristão deve obedecer, não só porque quer evitar a punição, mas porque é certo obedecer. A única exceção é quando a lei do Estado conflita com a lei de Deus. CBASD, vol. 6, p. 690.

6 Pagais tributo. O contexto sugere que este não é um mandamento, mas uma declaração de fato. Evidentemente, os primeiros cristãos consideravam questão de princípio pagar impostos, talvez em obediência ao ensinamento de Cristo. Apoiando, assim, o governo civil com seus tributos, os cristãos estavam reconhecendo que deviam obediência ao Estado, como ordenado por Deus. CBASD, vol. 6, p. 690.

A ninguém fiqueis devendo. O cristão deve pagar tudo o que deve, mas há uma dívida que não pode quitar plenamente: o amor para com os semelhantes. CBASD, vol. 6, p. 691.

11 Digo isto. A expressão lembra a injunção anterior de nada dever além do amor, que é o resumo dos deveres cristãos. Como um motivo urgente para o cumprimento de seus deveres, Paulo apela para o que sempre foi um dos incentivos mais fortes para a vida cristã: a crença na proximidade da segunda vinda de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 692.

Sono. O preparo necessário para o grande dia de Deus exige dos cristãos vigilância. Na parábola das dez virgens, as moças “foram todas tomadas de sono e adormeceram”. CBASD, vol. 6, p. 692.

Salvação está […] mais perto. Por “salvação”, Paulo se refere à vinda de Cristo em poder e glória, e tudo o que ele já havia descrito como a ocorrer nesse evento: “a revelação dos filhos de Deus”, “a redenção do nosso corpo” e a libertação da natureza “do cativeiro da corrupção, para a liberdade da gloria dos filhos de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 692.

12 Noite. Tendo comparado a atual condição espiritual de seus leitores ao “sono”, Paulo continua a figura, contrastando a vida presente com a que está por vir, como a noite com o dia. CBASD, vol. 6, p. 693.

Obras das trevas. Representadas aqui como a roupa que deve ser retirada. Em seu lugar, o cristão deve vestir a armadura da verdade e da justiça, para estar pronto para a luz do dia de Cristo, que está raiando. CBASD, vol. 6, p. 693.

13 Dissoluções. Do gr. aselgeiai, “sensualidade”, “libertinagem”, “indecência”. Os pecados dessa lista prevaleciam entre os pagãos no tempo de Paulo, e não estavam limitados a eles. CBASD, vol. 6, p. 693.

14 Revesti-vos.O cristão é exortado a se vestir “das armas da luz”. Então, Paulo representa o próprio Cristo como sendo a armadura do cristão. A vida com a qual ele estava vestido devia ser continuamente renovada na experiência de crescimento diário em santidade. CBASD, vol. 6, p. 693.

A carne. Ou seja, a natureza depravada. Devem ser buscadas provisões para as necessidades do corpo, mas o cristão não deve condescender com a satisfação de emoções e desejos profanos. A vida de luxo e autossatisfação estimula os impulsos carnais que o cristão deve mortificar. Portanto, Paulo adverte os crentes a não alimentar os pensamentos com essas coisas. CBASD, vol. 6, p. 693.

Compilação: Tatiana W



ROMANOS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
4 de junho de 2018, 0:15
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