Reavivados por Sua Palavra


I CORÍNTIOS 7 by jquimelli
14 de junho de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/1-corintios/1co-capitulo-7/

O apóstolo fala sobre os princípios do casamento. A sexualidade deve ser mantida dentro dos limites de um casamento amoroso. Os votos de casamento são sagrados. O divórcio deve ser evitado mesmo quando um dos parceiros é descrente. “Você, mulher, como sabe se salvará seu marido? Ou você, marido, como sabe se salvará sua mulher?” (v 16 NVI).

Ao se espalhar a mensagem cristã por novos territórios, a questão da circuncisão ressurgiu várias vezes. Para os cristãos vindos do judaísmo, o rito da circuncisão era uma parte vital de sua identidade. Mas, ao se espalhar o Cristianismo por novas regiões, este rito passou a ser visto como não importante para os cristãos não-judeus, levando à primeira grande crise na igreja.

Paulo afirma que “A circuncisão não significa nada, e a incircuncisão também nada é; o que importa é obedecer aos mandamentos de Deus.”. Em meio a essa crise, o Apóstolo exorta aos leitores de sua carta que se lembrem do seu “chamado”, e que se lembrem que essa liberdade só foi possível por meio do Senhor Jesus Cristo. “Vocês foram comprados por alto preço”.

Quando surge um conflito na igreja, a solução é nos lembramos de nossa missão. Se assim não procedermos, isto significa que desviamos nossos olhos de Jesus. Afinal de contas, não foi Jesus Quem nos chamou à missão?

Michael W. Campbell
Professor Associado de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1315
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/21
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio: Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados14-06-2018.mp3
Comentários em vídeo


Ouça online [voz Valesca Conty]:



I CORÍNTIOS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de junho de 2018, 0:55
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I CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIO DO PR. HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
14 de junho de 2018, 0:45
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I CORÍNTIOS 7 – O egoísmo e o orgulho ferem a base de todo relacionamento, principalmente o casamento, que é o relacionamento mais íntimo entre um homem e uma mulher. Deus idealizou o casamento para ser uma bênção, mas o diabo idealizou o divórcio para transformar essa bênção em maldição (Malaquias 2:16).

“Problemas matrimoniais não são exclusivos dos tempos modernos. Ocorreram ao longo de toda a história e eram incontroláveis no Império Romano nos tempos do Novo Testamento. Como com seus muitos outros problemas, muitas das dificuldades matrimoniais, que permeavam a igreja de Corinto, eram reflexo da sociedade pagã e moralmente corrupta na qual viviam e da qual não tinham se separado completamente” (John MacArthur).

Anthony C. Thiselton intitula assim ao capítulo em análise: “Temas domésticos: Casamento, status, celibato e viuvez”. E, nos brinda com este esboço:

· Casamento e intimidade marital (vs. 1-7);

· Casamento para solteiros? (vs. 8-9);

· Caso de separação? Consequências (vs. 10-11);

· Cristãos casados com descrentes (vs. 12-16).

· Chamado divino ou status melhorado? (vs. 17-24);

· Problemas para os solteiros, especialmente as mulheres (vs. 25-38);

· Viúvas e novo casamento (vs. 39-40).

“Esse capítulo dá diretrizes – conselhos sábios e conforto – para cristãos casados com cristãos, assim como para crentes casados com não crentes. Apela por relacionamentos matrimoniais que durem toda a vida. Esse texto, estudado e bem observado, é o perfeito antídoto para o estado deplorável em que se encontra o casamento nos nossos dias” (MacArthur).

No capítulo anterior, Paulo declarara que até quem une sexualmente à prostituta, torna-se uma só carne com ela (6:16). Estas orientações visam conscientizar-nos a não relacionar-se sexualmente com qualquer pessoa, pois o casamento é uma instituição séria. Por isso, o matrimônio não deve ser banalizado, desvalorizado e desrespeitado – é pecado agir irresponsavelmente em relação a ele.

Reflita:

· A sociedade não é padrão de moralidade!

· Embora o casamento seja importante, ser solteiro ou viúvo não é empecilho à prática do cristianismo, nem para o cumprimento da missão.

· Ser casado é o plano original para um homem e uma mulher; no plano de Deus para a igreja, solteiros e viúvos estão inclusos.

· O que Deus não quer é perversão do sexo fora ou dentro do casamento, isso sim se torna obstáculo para a influência da igreja na sociedade.

Portanto, reavivemo-nos, santifiquemo-nos! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de junho de 2018, 0:30
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“Irmãos, cada um permaneça diante de Deus naquilo em que foi chamado” (v.24).


A partir deste capítulo, Paulo dá início a uma sequência de perguntas e respostas, começando pelo casamento. Para uma igreja que estava sofrendo os efeitos da imoralidade, os conselhos do apóstolo, se obedecidos, teriam um papel fundamental na reconstituição de sua moral e avanço da obra. Apesar de ter optado pelo celibato por entender a vontade de Deus para sua vida, Paulo não impõe tal condição como uma regra a ser seguida, mas a iguala ao casamento no sentido de que ambos são aprovados por Deus quando discernidos espiritualmente.

Ao colocar a mulher em pé de igualdade com relação ao marido nos direitos e deveres conjugais, Paulo deixou bem claro que, diante de Deus, ambos são responsáveis pela felicidade ou infelicidade no lar. E destacou o quesito sexual como fundamental para um casamento estável e próspero. “Não vos priveis um ao outro” (v.5), é uma das mais importantes frases de impacto nesse sentido. O sexo no casamento entre um homem e uma mulher tem a plena aprovação de Deus (observados os devidos limites) e deve ser uma entrega de ambos os cônjuges pelo prazer de fazer o outro feliz (v.4). Se o meu corpo pertence ao meu marido e o corpo do meu marido me pertence, deve haver um “mútuo consentimento” (v.5) e consciência de que a abstinência prolongada pela indiferença de uma das partes abre uma grande brecha para que Satanás os tente.

Jesus também nos deixou orientações com relação ao casamento, ao condenar o adultério e elevá-lo ao patamar das intenções e ao esclarecer que as únicas exceções que permitem um segundo casamento são em caso de adultério ou morte. Portanto, quando Paulo diz que é ele quem fala “e não o Senhor” (v.12), não está afirmando que aqueles conselhos não são inspirados, mas que abordará questões das quais Jesus não tratou. Ao dirigir-se a uma igreja que avançava na pregação do evangelho, era natural que tivesse em seu meio muitos cristãos que aceitaram a mensagem quando já casados, cujos cônjuges não abraçaram a mesma fé. Acontecia que muitos pensavam na possibilidade do divórcio neste caso como uma aprovação de Deus. Paulo esclarece que o divórcio nunca deveria partir do cristão, mas este, deveria ser um modelo de conduta cristã, a fim de ganhar seus filhos e cônjuge para Cristo (v.14).

Em tempos em que a igreja de Deus sofria severas perseguições e a obra de pregação encontrava sérios obstáculos, Paulo viu a necessidade de mais obreiros dedicados à missão de forma desimpedida, ou seja, “livres de preocupações” (v.32). Mais uma vez ele não condenou o casamento, mas advertiu o povo a sempre colocar o Reino de Deus em primeiro lugar. Um casamento apressado e sem a plena certeza da aprovação divina, ao invés de ser uma benção, pode tornar-se um fardo para toda a vida. E um casal que possui a plena consciência de seus deveres matrimoniais, precisará dividir as “coisas do Senhor” (v.34) com as “coisas do mundo” (v.33), de como agradar um ao outro. Pessoas desimpedidas certamente têm uma liberdade muito maior para estar a serviço da obra missionária.

Devemos observar e levar em consideração, no entanto, as palavras de Paulo à luz do que toda a Escritura diz sobre o assunto. O casamento foi instituído por Deus como uma bênção ainda no Éden. Sob um teto e sobre um solo destituídos de pecado, Adão e Eva gozaram das delícias de uma união pura e aprovada pelo Criador. Apesar de estarmos debaixo de um céu enegrecido e com os pés sobre uma terra maculada pelo pecado, ainda assim o casamento hétero e monogâmico continua sendo uma bênção. A despeito do celibato, o importante na vida de cada filho de Deus deve ser sempre a certeza da presença do Espírito Santo (v.40). Podemos fazer tanto do celibato quanto do casamento um instrumento nas mãos de Deus, pois “o tempo se abrevia” (v.29).

Solteiros e viúvos, sem dúvida, terão um papel fundamental no término da obra alcançando muitos lugares e pessoas. Mas em um tempo onde as famílias têm sido abatidas pelos ‘golpes’ de um inimigo que sabe que pouco tempo lhe resta (Ap 12:12), as famílias fundamentadas na Rocha que é Cristo terão uma influência e missão tão nobres quanto foi com Noé e sua família. Que independente de seu estado civil atual ou qualquer outro aspecto, lembre-se que “o que vale é guardar as ordenanças de Deus” (v.19) e permanecer fiel a Ele “naquilo em que foi chamado” (v.24), pois “o tempo se abrevia” (v.29).

Bom dia, chamados à paz de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Coríntios7 #RPSP



I CORÍNTIOS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
14 de junho de 2018, 0:20
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1 Toque em mulher. Um eufemismo para relação sexual. É provável que esta expressão seja sinônima de casamento. A instrução deve ser interpretada à luz de seu contexto, e não deve ser compreendida como uma proibição para o casamento. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 778.

5 Priveis. Do gr. a-postereõ, “roubar”, “privar de”. Os cristãos são aconselhados a não privar um ao outro dos privilégios íntimos do matrimônio, a não ser por tempo limitado, sob circunstâncias especiais e consentimento mútuo. CBASD, vol. 6, p. 779.

9 Não se dominem. Paulo enfatiza a importância de se dominar, mas também reconhece que nem todos são como ele. Além disso, os que se acostumaram à vida de casados podem achar difícil ter esse domínio completo. CBASD, vol. 6, p. 780.

10 A mulher. O fato de citar a mulher em primeiro lugar se deve a que ela estaria mais inclinada a buscar o divórcio. Como a parte mais frágil, ela era suscetível a sofrer opressão nas mãos do companheiro incrédulo. CBASD, vol. 6, p. 780.

12 Não a abandone. Poderia haver casos em que uma esposa não cristã fosse tão contrária ao evangelho que não desejasse viver com um marido cristão. Em tais casos, o marido não podia evitar a separação. Se, pelo contrário, a esposa incrédula desejasse permanecer com o esposo crente, ele não tinha a liberdade de buscar a separação. O voto matrimonial é sagrado e não pode ser desconsiderado por causa de uma mudança religiosa de uma das partes. O efeito natural da conversão de um cônjuge deveria ser torná-lo mais carinhoso, gentil, amoroso e leal do que antes. CBASD, vol. 6, p. 781.

19 O que vale é guardar. O que importa é a fé manifestada na obediência aos mandamentos de Deus. O Senhor não avalia a religiosidade individual pela observância de rituais, mas pelo relacionamento com os princípios da lei divina. CBASD, vol. 6, p. 783.

23 Comprados. O preço do resgate é o precioso sangue de Jesus. CBASD, vol. 6, p. 784.

27 Não procures casamento. Aconselha-se ao solteiro ou viúvo não estar ansioso para se casar. Isso não significa que Paulo desaprovava o casamento ou que o declarou ilegítimo, como talvez pensavam alguns dos crentes coríntios. Em vez disso, buscava livrar os cristãos de envolvimentos desnecessários em tempos de angústia. É verdade que os solteiros passam por menos dificuldades em períodos de tribulação. CBASD, vol. 6, p. 786.

32 Das coisas do Senhor. Isto é, coisas concernentes à religião, assuntos espirituais, em contraste com as questões terrenas. O solteiro não se sobrecarrega com responsabilidades familiares. Seu tempo e energia não são consumidos em satisfazer as necessidades materiais de uma família, em particular, em períodos de prova e perseguição. Ele é livre para dar atenção completa ao avanço do reino de Deus. Paulo pessoalmente preferiu isso. Portanto, é correto que uma pessoa, se assim o desejar, permaneça solteira e se dedique totalmente à obra do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 788.

38 E, assim. Este versículo resume a discussão dos v. 36 e 37. Não é errado dar a filha em casamento, ou que um jovem se case com sua noiva. Tampouco é pecado permanecer solteiro. CBASD, vol. 6, p. 790.

40 Eu tenho o Espírito. Parece haver referência a certos líderes da igreja em Corinto que criam ser inspirados. O apóstolo afirma sua crença de que ele também é inspirado pelo Espírito Santo. Portanto, essa declaração é uma afirmação de que suas cartas deviam ser recebidas não como opinião humana, mas como sabedoria divina. Era necessário que Paulo apresentasse seu direito de afirmar que tinha iluminação divina. Só assim ele poderia contrapor á instrução dada por falsos mestres em Corinto, e poderia estabelecer regras para a conduta dos crentes coríntios que os fortaleceria contra as tentações a que estavam expostos. CBASD, vol. 6, p. 791.

 

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I CORÍNTIOS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
14 de junho de 2018, 0:07
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