Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de abril de 2018, 0:10
Filed under: Sem categoria

Contagem de palavras: 1246

1 Saiu. Jesus e os discípulos tinham deixado a sala superior antes disso (Jo 14:31) e, nesse momento, estavam percorrendo o caminho até o jardim do Getsêmani. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1175. 

3 dos principais sacerdotes e dos fariseus, alguns guardas. Estes eram, provavelmente, os mesmos guardas do templo referidos em 7.32, 45. Eles, obviamente, esperavam resistência à prisão, tanto por parte de Jesus como dos discípulos. Bíblia de Genebra.

4 Adiantou-Se. Sua hora havia chegado. Ele saiu sem medo ao encontro do traidor.CBASD, vol. 5, p. 1176.

A quem buscais? Jesus estava no controle completo da situação. Ele toma a ofensiva e questiona os opositores. CBASD, vol. 5, p. 1176. 

5 Sou Eu. … a resposta de Jesus coincide com o nome solene de Deus (EU SOU), usado na tradução grega do Antigo Testamento [LXX], em Êx 3.14. Bíblia de Genebra.

6 Caíram por terra. Este incidente não é mencionado pelos demais evangelhos. O recuo e a queda da multidão sugerem uma manifestação da divindade. O milagre deu mais provas para a turba assassina da divindade dAquele a quem eles procuravam prender. A relutância foi momentânea, pois, logo mais, eles executaram seus planos (v. 12). CBASD, vol. 5, p. 1176. 

Todas as forças sob o príncipe deste mundo (12.31; 14:30) recuam e se prostram diante daquEle que que recebeu toda autoridade do Pai (17.2). Outra vez João observa que Jesus se entrega voluntariamente. Bíblia Shedd.

7 Jesus, de novo, lhes perguntou. Jesus ainda estava no comando. Esse deve ser o momento em que Judas se adianta e Lhe dá o beijo traidor (ver com. de Mt 26:49), o qual, entretanto, João não menciona. CBASD, vol. 5, p. 1176. 

8 Deixai ir estes. O pedido revela a preocupação de Jesus com os discípulos. Pouco tempo depois, “deixando-O, todos fugiram”. (Mc 14:50). CBASD, vol. 5, p. 1176.

10 Malco. João conhecia o nome deste escravo (gr doulos) porque ele conhecia pessoalmente o sumo sacerdote (15)… Alguém sugeriu que Zebedeu e seus filhos, Tiago e João, forneceram peixe salgado do mar da Galileia à casa de Anás e Caifás (16n). Bíblia Shedd.

Só João registra que Pedro carregava uma espada e que Malco era o nome do servo; somente Lucas registra que Jesus o curou (Lc 22.51). Bíblia de Genebra.

11 Mete a espada na bainha. A repreensão de Jesus nada tem a ver com a possibilidade da autodefesa ou da resistência civil; a questão é que Jesus veio dar a Sua vida em resgate de muitos e Ele não devia ser dissuadido desta tarefa (cf. Mt 16.21-23). Bíblia de Genebra.

não beberei o cálice. Esse “cálice” é o cálice do vinho da ira de Deus (Sl 75.8; Is 51.17; Jr 25.15-17, 27-38). O “cálice” que Jesus escolheu beber não é meramente a morte, mas a ira de Deus sobre o pecado (cf Mt 20.22; Mc 10.38). Bíblia de Genebra.

12 Comandante (gr chiliarcos) com a escolta ali presente mostra a participação dos romanos. Bíblia Shedd.

Manietaram-No. Provavelmente por amarrar as mãos atrás das costas. A submissão voluntária de Jesus é evidente em toda a narrativa. CBASD, vol. 5, p. 1176.

15 Simão Pedro. Pedro nega a Jesus. (Mt 26:69-75, Mc 14:66-72) CBASD, vol. 5, p. 1176.

Outro discípulo. Ou seja, João, filho de Zebedeu, o autor do evangelho. Ele não se identifica pelo nome, como em João 13:23. CBASD, vol. 5, p. 1176.

É provável que este fosse João, uma vez que, dos três mais chegados a Jesus (Pedro, Tiago e João), ele é o único que não é mencionado pelo nome no Evangelho. Bíblia de Genebra.

Conhecido. Do gr. gnõstos. Não é possível definir o grau de familiaridade ou associação através desta palavra. CBASD, vol. 5, p. 1176.

17 Não sou. Notável entre os evangelhos é a maneira branda em que João descreve a negação tríplice de Pedro (17, 25, 26). Pedro aqui não jura nem amaldiçoa. Bíblia Shedd.

18 Tendo acendido um braseiro. Jerusalém estava a uma altitude de 800m, e as manhãs de primavera eram frias. CBASD, vol. 5, p. 1176. 

20 Falado francamente … nada disse em oculto. Jesus pregou publicamente, mas ensinou também em particular. Aqui, Ele nega a acusação implícita de planejar uma sedição secretamente. Sua resposta foi uma censura aos meios desonestos pelos quais os judeus tentavam incriminá-Lo. CBASD, vol. 5, p. 1177. 

O ministério culminante de Jesus foi sobre a cruz (12.32). Bíblia Shedd.

21 Por que Me interrogas? Era ilícito forçar o réu a se condenar a si mesmo. Bíblia Shedd.

22 Deu uma bofetada em Jesus. Provavelmente um tapa no rosto, como sugere o texto grego. CBASD, vol. 5, p. 1177.

Isto, obviamente era altamente irregular, especialmente quando o prisioneiro estava amarrado (v. 24). Bíblia de Genebra.

Jesus sofre esta violência porque fez Anás parecer estúpido, não porque o insultou. Bíblia Shedd.

26 Um dos servos… parente daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha. Uma pergunta feita por este colocou Pedro em maior perigo do que as perguntas anteriores, uma vez que o interlocutor podia estar querendo vingar Malco. Bíblia de Genebra.

27 Pedro O negou. A queda de Pedro, ocorrendo três vezes, mostra a inerente fraqueza da carne quando privada da assistência sobrenatural do Espírito (Gl 5.16). Bíblia Shedd.

28 Pretório. Residência de Pilatos, o governador romano. Bíblia Shedd.

Cedo. Do gr. prõi, um termo geral para início da manhã. O julgamento começou, provavelmente, às seis horas. CBASD, vol. 5, p. 1177.

Não entraram no pretório para não se contaminarem. O pretório romano era um lugar de hostilidade entre os romanos e os judeus, e um lugar imundo para os judeus. Bíblia de Genebra.

Para um judeu entrar numa casa pagã significava contaminação ritual, o que devia ser evitado a todo custo (cf Mt 7.2-4). Bíblia Shedd. 

30 Se Este não fosse malfeitor, não to entregaríamos. As autoridades judias não queriam qualquer investigação da parte do romanos. Bíblia Shedd.

31 Julgai-O segundo a vossa lei. Pilatos manda que os judeus julguem a Jesus, uma vez que o mal de que O acusavam era uma infração religiosa de que os romanos não podiam tomar conhecimento. Bíblia Shedd.

A nós não nos é lícito matar ninguém. Acredita-se que o direito de executar a pena de morte teria sido tirado dos tribunais judaicos no tempo em que a Judeia se tornou uma província, em 6 d.C. CBASD, vol. 5, p. 1178.

Os judeus nem sempre eram tão obedientes: veja-se a morte de Estêvão (At 7.57-60). Bíblia de Genebra.

32 O modo por que havia de morrer. Jesus havia predito a morte por crucifixão Se tivesse morrido pelas mãos dos judeus, sem dúvida, teria sido morto por apedrejamento. CBASD, vol. 5, p. 1178.

33 És Tu o rei dos judeus? Alguém informara a Pilatos nesta altura que Jesus era um pretendente ao trono de Israel (Lc 23.2, 3). Bíblia Shedd.

35 Sou judeu? … Que fizeste? O orgulho impediu Pilatos de confessar qualquer interesse sincero em saber sobre a missão de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1178.

37 Logo, Tu és rei? A pergunta de Pilatos enseja a maravilhosa resposta de Jesus, cujo reino e missão são fundados na verdade (1.8, 14, 17; 8.32; 14:6). Bíblia de Genebra.

38 Que é a verdade? Pilatos levantou cinicamente a maior dúvida da filosofia. Pilatos indaga, “Que”; Jesus já declarara que Ele é a verdade (“Quem”). Bíblia Shedd.

Pilatos ficou impressionado com as palavras de Jesus e teria ouvido mais ensinamentos. No entanto, a multidão do lado de fora clamava por uma decisão, e Pilatos não esperou por uma resposta. Assim, ele deixou passar uma oportunidade áurea. CBASD, vol. 5, p. 1178.

A verdade não importa para aqueles que, como Pilatos, são motivados por oportunismo. Do mesmo modo, a verdade não importa para os céticos, que perderam a esperança de conhecê-la. Bíblia de Genebra.

Crime algum. Pilatos se convenceu da inocência de Jesus e deveria ter determinado a liberação dEle imediatamente. CBASD, vol. 5, p. 1179.

Pilatos não encontra crime em Jesus e está relutante em condenar Jesus à morte. Ironicamente, é um governador romano pagão que tenta soltar Jesus, enquanto “os Seus” (1.11) querem matá-Lo. Bíblia de Genebra.

 

Compilação: Tatiana Wernenburg



JOÃO 17 by Jeferson Quimelli
20 de abril de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-17/

Comentário devocional:

Sabendo que logo seria separado de seus amados, Jesus ora por Seus discípulos e por todos aqueles que O seguirem.

“Eu quero que eles estejam comigo e vejam a Minha glória.”

Quando você gosta muito de alguém, você deseja duas coisas: estar sempre presente com o amado e ser intimamente conhecido. Os amantes anseiam por serem totalmente conhecidos. Não basta simplesmente estar no mesmo espaço, embora isso possa ser verdadeiramente significativo. A presença física sem o conhecimento mais profundo do coração do outro é a experiência mais solitária do mundo. Deve haver conhecimento íntimo, compreensão da identidade e essência do outro. Estar presente requer intimidade. E intimidade requer presença.

Em Sua oração, Cristo expressa o mais verdadeiro amor. Ele quer que estejamos eternamente presentes com Ele, experimentando todas as alegrias e tesouros do céu. E ele deseja que nós conheçamos Sua identidade gloriosa. Incrivelmente, ele quer ser conhecido por nós.

Presença. Intimidade. É para isso que Jesus ora enquanto Sua crucificação se aproxima.
Você pode ajudar a responder a Sua oração.

Lori Engel
Capelã (atualmente aposentada)
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1260
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados20-04-2018.mp3



JOÃO 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de abril de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



JOÃO 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de abril de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

JOÃO 17 – Orar é tão importante que Jesus, mesmo sendo divino, orou ao Pai. Se Ele, que era perfeito, precisava de oração enquanto esteve neste mundo, quanto mais nós!

Jesus era um Deus de oração para que, ao olharmos para Seu exemplo, sejamos homens e mulheres de oração. D. A. Carson sugere o seguinte esboço para o capítulo da oração de Jesus:

1. Jesus ora por Sua glorificação (vs. 1-5);
2. Jesus ora por Seus discípulos:
a) Base de Jesus para esta oração (vs. 6-11a);
b) Jesus ora para que Seus discípulos sejam protegidos (vs. 11b-16);
c) Jesus ora para que Seus discípulos sejam santificados (vs. 17-19).
3. Jesus ora por aqueles que creem (vs. 20-23);
4. Jesus ora para que todos os crentes sejam aperfeiçoados para poder ver a glória de Jesus (vs. 24-26).

Existe uma intimidade entre Jesus e o Pai que por mais profundo que penetremos nessa oração, dificilmente a entenderemos plenamente.

“A oração inteira é uma bela ilustração de intercessão de nosso amado Senhor à mão direita de Deus. Nenhuma palavra contra Seu povo; nenhuma referência às suas falhas ou deficiências… Não. Ele só fala deles segundo o propósito do Pai, como em associação com Ele, e como os recipientes da plenitude que Ele trouxe do céu para conferir a eles… Todas as petições em particular a favor do Seu povo se referem às coisas espirituais: Todas têm referência às bênçãos celestiais. O Senhor não pede riquezas para eles, nem honras, nem influência mundial, ou grandes propriedades, mas ora mui sinceramente que sejam guardados do mal, separados do mundo, qualificados para as obrigações e elevados em segurança ao lar celestial. Prosperidade da alma é a melhor prosperidade; é o índice da verdadeira prosperidade” (Marcos Rainsford).

Ao meditar nesta oração especial de Jesus realizada antes da Sua morte na cruz, você precisa…

• Entender que antes mesmo de interceder no Céu por você, Cristo intercedeu na Terra.
• Compreender a abrangência desta oração de Cristo: Ele orou por Si, pelos discípulos e pelos crentes de todos os tempos e lugares.
• Aprender a usufruir intensamente dos benefícios da intercessão de Cristo.
• Permitir que Deus responda em você a oração de Jesus em relação à união e à missão.

“Senhor, desperta-nos, reaviva-nos, restaura-nos, reforma-nos, usa-nos…” – Heber Toth Armí.



JOÃO 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de abril de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (v.3).


Dadas as devidas instruções acerca do santuário terrestre, Moisés as transmitiu ao povo, especialmente à tribo de Levi. Desta tribo, Arão e seus filhos foram eleitos pelo Senhor para ministrar no santuário no ofício sacerdotal. Arão e sua descendência oficiariam todos os rituais no templo e eram os únicos autorizados a entrar no lugar Santo, sendo que apenas o sumo sacerdote poderia entrar uma vez por ano no lugar Santíssimo. Os sacerdotes intercediam pelo povo e foi mediante esta atribuição que Deus disse a Moisés:

Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel e dir-lhes-eis:
O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz.
Assim, porão o Meu nome sobre os filhos de Israel, e Eu os abençoarei” (Nm 6:23-27).

Jesus estava prestes a consumar de uma vez por todas a obra que o Pai Lhe confiou (v.4). Ao mesmo tempo em que intercedeu pelos Seus, também Se doou como a perfeita e suficiente oferta pela culpa. Todo o ofício do santuário e festas anuais que apontavam para o plano da redenção se cumpriram em Cristo, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29), por isso que “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (Ef 2:15). A Sua oração sacerdotal tem o mesmo objetivo da bênção sacerdotal do antigo Israel: gravar o Seu nome sobre os Seus filhos, a fim de que neles Jesus seja glorificado (v.10).

Quando Jesus fez esta oração audível perante Seus onze discípulos, com os olhos levantados para o céu, elevou seus corações a uma atmosfera completamente santa e aquele cenáculo tornou-se uma espécie de pátio do templo. Ali, o nosso Sumo Sacerdote proferiu uma intercessão pelo Seu povo de todos os tempos (v.20) através do pequeno, mas não insignificante, grupo apostólico. Percebam que a intercessão de Cristo não foi dirigida “pelo mundo” (v.9), mas por aqueles que crêem nEle, “por intermédio da Sua Palavra” (v.20). Jesus não fez acepção de pessoas, Ele simplesmente estava cumprindo Seu ministério sacerdotal. Já que o perdão é concedido mediante arrependimento e confissão.

Vivemos em uma época que Jesus comparou aos dias que antecederam ao dilúvio (Mt 24:37-39). “E a vida eterna” (v.3) só será concedida aos que, à semelhança de Noé, conhecem a Deus, ou seja, andam com Ele (Gn 6:9). Eles ouvem a voz do Senhor e a reconhecem, de forma que não duvidam de Sua Palavra e a cumprem diligentemente (v.6). “Santificados na verdade” (v.19) das Escrituras, seguram firme na mensagem que lhes foi confiada proclamar, ainda que odiados pelo mundo, pois “eles não são do mundo” (v.16). Noé foi chamado de louco e fanático, mas mesmo diante do ódio geral e dos muitos anos de espera, sua fé foi recompensada com a salvação de toda a sua casa (Hb 11:7).

Amados, a unidade tão destacada por Jesus em Sua oração não se trata de união de tradições humanas ou para fins ecumênicos, e sim unidade com Cristo pela santificação através da Palavra de Deus. Lutero, Huss, Jerônimo e tantos outros reformadores não foram hereges e nem rebeldes unidos para levantar um movimento sem sentido; pelo contrário, unidos com Cristo, pela verdade revelada nas Escrituras, foram instrumentos de Deus para que o mundo conhecesse o Seu amor através de Jesus Cristo. E usar a tão sublime oração de Jesus para justificar uma falsa união que despreza o sangue derramado daqueles mártires e as verdades que por tanto tempo haviam sido lançadas por terra, é, no mínimo, com o perdão da expressão, presunção diabólica.

Hoje, Cristo atua em nosso favor no lugar Santíssimo “do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb 8:2), como nosso Sumo Sacerdote. Estamos vivendo, profeticamente, no grande dia da expiação; dia em que precisamos afligir a alma em verdadeiro arrependimento e confissão. “Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo” (Lv 23:29). É tempo de atendermos ao apelo do Espírito Santo: “Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal… Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, reuni os filhinhos e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva, do seu aposento. Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor” (Jl 2:12, 16 e 17). Eis como Deus espera que o Seu povo se una. Eis a obra que deve começar por mim e por você.

Bom dia, unidos com Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#João17
#RPSP



JOÃO 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de abril de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1 Tendo Jesus falado estas coisas. Esta oração conclui os conselhos de despedida que Jesus iniciou no cenáculo e continuou a caminho do Getsêmani. Esta oração de Cristo é a mais longa de Suas preces. Bengel diz que, de todos os capítulos da Bíblia, este é o mais simples com relação às palavras e o mais profundo em idéias. CBASD, vol. 5, p. 1170.

3 Conheçam a Ti. O conhecimento vivo e experimental de Deus conduz à vida eterna e é essencial para o desenvolvimento do caráter cristão (ver Jo 17:17). CBASD, vol. 5, p. 1170.

6 Teu nome. Isto é, o caráter. Jesus é a revelação pessoal do caráter do Pai. (ver Jo 1:14, 18). CBASD, vol. 5, p. 1170.

7 Eles reconhecem. Isto é, de acordo com o grego, “eles vieram a conhecer e estão atentos”. Os judeus O acusaram de ser blasfemo e impostor, por afirmar que Deus era Seu Pai, mas os discípulos foram convencidos de Sua verdadeira origem e identidade. CBASD, vol. 5, p. 1171.

9 Não rogo pelo mundo. Ou seja, naquele momento Jesus estava concentrado em Seus discípulos. Ele não quis dizer que o mundo estava além dos limites de Sua solicitude ou da vista do Pai. Deus ama o mundo e oferece livremente a salvação á todos (Jo 3:16). CBASD, vol. 5, p. 1171.

10 Glorificado. O Pai foi glorificado pela obediência de Cristo. Da mesma forma, o Filho foi glorificado pela obediência dos discípulos, especialmente pela realização de sua missão no mundo. CBASD, vol. 5, p. 1171.

11 Eu vou para junto de Ti. Ou, “Eu vou para Ti”, um presente futurista, referindo-se ao retorno de Jesus para o Pai, não à Sua aproximação de Deus em oração. CBASD, vol. 5, p. 1171.

Guarda-os. Jesus estava prestes a deixá-los, por isso Ele entregou os discípulos aos cuidados do Pai. Eles seriam deixados em um mundo mau e necessitariam da graça especial na batalha contra o pecado. CBASD, vol. 5, p. 1171.

12 Filho da perdição.Ou seja, Judas Iscariotes. A palavra para a perdição (apoleia) descreve a destruição final dos ímpios (Ap 17:8). Por sua própria escolha, Judas se destinou à destruição. CBASD, vol. 5, p. 1171.

Para que se cumprisse. Esta frase deve sem dúvida ser reconhecida como a expressão de um resultado e não de um propósito. Judas não estava destinado a trair Jesus. Seu ato abominável foi por escolha própria. O trecho deve fazer alusão ao Salmo 41:9. CBASD, vol. 5, p. 1172.

14 Não são do mundo. Eles estavam no mundo, mas não compartilhavam do espírito do mundo. Eles foram enviados ao mundo a fim de influenciar outros a renunciar ao mundo (Mc 16:15). CBASD, vol. 5, p. 1172.

17 Santifica-os. Do gr. hagiazõ, literalmente, “tratar como santo”, “consagrar”, “tornar santo”. Os discípulos estavam prestes a ser consagrados para sua tarefa. A santidade é um dos atributos de Deus (lPe 1:16). Esta obra faz parte do plano de salvação e deve ser cumprida. CBASD, vol. 5, p. 1172.

20 Por aqueles que vierem a crer. Aqui tem início a petição por todos os crentes até o fim dos tempos. CBASD, vol. 5, p. 1172.

Por intermédio da sua palavra. Isto é, por meio da pregação, dos ensinos e dos escritos dos discípulos. CBASD, vol. 5, p. 1172.

21 Todos sejam um. Haveria diversidade de dons (lCo 12), mas unidade de espírito, de objetivos e de crenças. Não deveria haver contendas por supremacia como as que vinham ocorrendo entre os doze (Lc 22:24-30). A unidade destacada na harmonia entre os primeiros cristãos impressionaria o mundo quanto à origem divina da igreja cristã. CBASD, vol. 5, p. 1172.

24 Estejam também comigo. Ou seja, estejam no Céu. Jesus roga pelo clímax do plano da redenção na glorificação da igreja de Deus, no momento da segunda vinda de Cristo. A família humana tem estado por longo tempo em uma terra estrangeira (Hb 11:13, 14), longe da casa do Pai. A redenção virá quando o Senhor descer do Céu, no fim dos tempos, e reunirá Seus filhos desde os quatro cantos da terra (Mt 24:31). Então, os fiéis estarão “para sempre com o Senhor” (lTs 4:17). Jesus orou pela chegada desse evento extraordinário. Todo cristão deve orar pelo rápido cumprimento dessa promessa (Ap 22:20). CBASD, vol. 5, p. 1173.

26 Farei conhecer. Por intermédio das revelações posteriores do Espírito. CBASD, vol. 5, p. 1173.

 

Mais comentários em:

https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/25/joao-17-comentarios-selecionados/


JOÃO 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
20 de abril de 2018, 0:15
Filed under: Sem categoria



João 16 by Jobson Santos
19 de abril de 2018, 1:00
Filed under: João, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-16/

COMENTÁRIO DEVOCIONAL:

“Agora é o momento em que vocês ficarão tristes.”

Com bastante experiência cuidando de pessoas, Jesus fez o que todo coração angustiado mais deseja – Ele validou o pesar e a aflição dos seus discípulos. Ele honrou suas emoções. Nem uma vez Ele disse: “Oh, vocês de pouca fé” a respeito do seu iminente choro.

Muitas vezes, quando as pessoas experimentam dor e perda de vitalidade, fazemos comentários que apenas alimentam a tristeza delas. Pensando que estamos ajudando, nós os encorajamos a ter maior fé, a ler mais a Bíblia, a se animar naquele mesmo instante. Em vez de permanecer juntos no sofrimento, tentamos retirá-los do sofrimento. Consequentemente, eles se sentem ainda mais desolados e sozinhos. A tristeza anseia por compaixão.

Cristo entende as necessidades do coração.

“Eu tenho mais a lhes dizer do que vocês podem suportar.”

Enquanto encorajava seus discípulos, Jesus admitiu que havia coisas que Ele não podia compartilhar porque eles não estavam prontos. O pesar sempre entorpece nossa capacidade de entender. O tempo e o suave Espírito Santo freqüentemente trazem clareza à jornada da dor.

Todos nós sofreremos experiências insuportáveis ​​de pesar e dor, enquanto o mundo convulsiona em seus espasmos finais. Mas a promessa de Jesus permanece: um dia, ninguém nunca mais tirará a sua alegria!

Anime-se!

Lori Engel
Capelã (atualmente aposentada)
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1259  
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados19-04-2018.mp3

 



JOÃO 16 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
19 de abril de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



JOÃO 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
19 de abril de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

JOÃO 16 – A profundidade dos discursos de Jesus exige nosso tempo e habilidade para entender suas importantes verdades espirituais.

Note bem que, “os capítulos 14, 15, 15 e 17 têm, cada um, um tema central […]. Mesmo assim, num estudo mais detalhado, fica claro que uma conexão orgânica e lógica percorre todos estes capítulos: a nota predominante do capítulo 14 é de conforto (‘Que o coração de vocês não fique mais perturbado’); do capítulo 15 é de admoestação (‘permaneçam em mim… amem uns aos outros… também testemunhem’); e do capítulo 16, de profecia (‘Eles os expulsarão das sinagogas’), enquanto o capítulo 17 contém a Oração Sacerdotal, famosa por sua simplicidade e ternura” (William Hendriksen).

O capítulo oferece-nos os seguintes pontos:

• Enquanto os discípulos pregassem com paixão da verdade do amor divino, ódio brotaria do coração de muitos a tal ponto de promoverem uma perseguição, iludidos com suas crenças equivocadas (vs. 1-4);
• Jesus enviaria o Consolador para os capacitar, encorajar, ensinar e torná-lO real mesmo após a Sua partida (vs. 4-15);
• Jesus promete transformar tristezas em alegrias aos crentes que O amam e esperam encontrá-lO pessoalmente (vs. 16-22);
• A oração feita em nome de Jesus é o meio para conectar-se ao Pai diante das adversidades provocadas pelas pessoas perversas. Orações respondidas geram alegria sem medida (vs. 23-28);
• Jesus, mesmo sendo divino, enfrentaria a morte a fim de promover a paz no coração dos discípulos em meio ao grande conflito entre o bem e o mal existente no mundo (vs. 29-33).

Existe uma sequência do capítulo 15 para o 16, e uma ampliação dos temas proclamados por Jesus. “Enquanto no capítulo 15 os discípulos foram informados sobre o que eles deviam fazer, no capítulo 16 Jesus prediz o que o Deus Triúno iria fazer pelos discípulos em vista desse espírito de ódio e perseguição. Algo desse teor já fora dito em 15.26. Agora se expande o tema. O Espírito Santo condenará o mundo, e guiará a Igreja a toda a verdade. O Filho dará alegria ao coração dos discípulos (por meio de Sua gloriosa ressurreição e pelo envio do Espírito). O Pai continuará a amá-los. Portanto, a vitória é certa” (Hendriksen).

Temos inúmeras razões para reavivamo-nos espiritualmente! Por que permanecer apáticos?

Aprofundemo-nos nas Palavras de Cristo! – Heber Toth Armí.