Reavivados por Sua Palavra


Atos 1 by Jobson Santos
25 de abril de 2018, 1:00
Filed under: Atos, Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/atos/atos-capitulo-1/ 

O livro de Atos enche meu coração de alegria e expectativa quase mais do que qualquer outro livro da Bíblia. Nele encontro um retrato vívido do que está por vir com o derramamento final da chuva serôdia. Lucas, um médico-historiador, é o autor de Atos.

Antes de subir ao céu, Jesus deu aos Seus seguidores algo muito importante que lhes permitiu cumprir a grande comissão. Este fator chave é encontrado neste primeiro capítulo e é o que mais precisamos hoje também: “[E Jesus] deu-lhes [a Seus discípulos] esta ordem: Não saiam de Jerusalém, mas esperem pela promessa de meu Pai, da qual lhes falei” (v. 4 NVI). O verso 8 traz mais detalhes: “Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra” (NVI).

Cristo nos deu a grande missão de levar o evangelho a todo o mundo. Mas quantas vezes, na ânsia de cumprir a Grande Comissão cometemos o enorme pecado da omissão. Nos apressarmos a deixar Jerusalém (nossa casa) antes de termos abandonado os nossos pecados, antes de termos nos harmonizado com os membros de nossa própria casa (e a Igreja), e antes de termos passado tempo com a Palavra de Deus e de joelhos implorando por Seu poder.

Todos nós somos culpados disso. Mas não continuemos nesta falta por mais tempo. Imploremos com renovado fervor pelo precioso dom do Espírito Santo.

Eu quero desesperadamente receber esse presente! E você?

Melody Mason
Líder do programa Unidos em Oração
Conferência Geral da IASD


Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1265
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados25-04-2018.mp3



ATOS 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de abril de 2018, 0:45
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ATOS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de abril de 2018, 0:45
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ATOS 1 – Ore, depois abra tua Bíblia em Atos e escancare teu coração para a revelação que está diante de ti.
 
J. Sindlow Baxter exclamou: “Vinte e oito capítulos emocionantes apresentam-se a nós. Podemos ler qualquer deles várias vezes, descobrindo sua fascinação crescente a cada leitura. Pena alguma jamais escreveu um registro mais irresistível. Se esses acontecimentos memoráveis não provocarem a imaginação e nem despertarem as emoções de qualquer leitor realmente interessado, nenhum outro o fará. Todavia, até mesmo o simples interesse pelo livro fica eclipsado pela sua importância como revelação e história. Ele é a sequência dos poderosos eventos dos evangelhos e a introdução para as doutrinas das epístolas; marcando, de fato, um dos mais elevados pontos críticos da história, como em breve teremos oportunidade de ver”.
 
Dois pontos sobressaem de Atos 1:
 
• Depois de ressuscitar, Jesus passou 40 dias orientando e reorientando Seus discípulos, depois subiu ao Céu. Como eles, podemos estar focados em datas e eventos proféticos, quando, na verdade, deveríamos focar na pregação do evangelho, antes que Jesus retorne (vs. 1-11).
 
• Obedecer, unir-se, organizar-se e consagrar-se é essencial para receber o poder do Espírito Santo. Só depois deveríamos partir para a ação – missão! (vs. 12-26).
 
Steven Sheeley argumenta que, “pode-se dizer que o principal propósito de Lucas ao escrever Atos foi teológico. Ao passo que procurou informar, convencer e cativar a atenção, seu objetivo primordial foi que seus leitores aprendessem algo sobre Deus. Lucas destacou a ação do Espírito Santo. A mensagem de Lucas não é simplesmente que o evangelho se espalhou de Jerusalém até os confins da terra; sua mensagem é que Deus foi a causa dessa difusão do evangelho. A cada passo, o leitor é colocado frente a frente com a atuação de Deus no mundo”.
 
Através do primeiro capítulo de Atos, entendo que Deus quer que…
 
• …Aprendamos que o cumprimento da missão só acontece mediante intensa consagração.
• …Percebamos que a missão é dEle e, somos apenas Seus instrumentos no mundo.
• …Compreendamos que Sua missão teve início de forma sobrenatural e seu final não será diferente.
• …Sejamos motivamos à busca pelo poder que impactará o mundo com a mensagem vinda do trono de Deus.
 
Cristo fundou Sua igreja e Deus a conduzirá ao Céu. Sua igreja vencerá!
 
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


ATOS 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de abril de 2018, 0:30
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“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (v.8).


Por três anos e meio os discípulos receberam instrução da Fonte de toda a sabedoria. Andaram lado a lado com Jesus testemunhando todas as Suas obras e assimilando as Suas palavras. Na escola de Cristo aprenderam as mais ricas lições, os mais incríveis ensinamentos e o maior dos ofícios: o discipulado. Não foram simplesmente ensinados, mas preparados para perseverar até o fim ainda que severamente provados. O discípulo amado acrescenta um detalhe muito importante no final de seu evangelho. Na primeira aparição de Cristo a Seus discípulos, após Sua ressurreição, Jesus “soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo” (Jo 20:22).

O grande desafio que os discípulos teriam de enfrentar envolvia uma série de barreiras: linguísticas, territoriais, religiosas e políticas. Somente mediante a intervenção divina obteriam êxito na missão de solidificar a igreja de Cristo. Foi “por intermédio do Espírito Santo” (v.2) que Jesus proferiu as últimas instruções a Seus discípulos. E seria por intermédio do Espírito que cumpririam a missão que lhes foi confiada: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28:19). “A promessa do Pai” (v.4), ou seja, o batismo “com o Espírito Santo” (v.5), logo se cumpriria, tornando simples “varões galileus” (v.11) em pregadores fluentes em outros idiomas.

Obedecendo à ordem do Mestre, os discípulos permaneceram em Jerusalém e dali não sairiam até que fossem capacitados para a obra global. “Todos estes perseveraram unânimes em oração, com as mulheres, com Maria, mãe de Jesus, e com os irmãos dEle” (v.14). Certamente, os momentos de oração com Jesus e o exemplo que lhes deixou, de especial comunhão com Seu Pai, os motivou a fazer da oração o seu combustível espiritual. Em preciosas reuniões de oração e sincera súplica, os fiéis se reuniam e, como Jó, confessavam: Nós Te conhecíamos só de ouvir, mas os nossos olhos Te viram, por isso abominamos o nosso eu e nos arrependemos no pó e na cinza! (Vide Jó 42:5-6). Um grande despertamento aconteceu e o coração tornou-se em boa terra para receber a chuva temporã.

Mas, em meio a uma “assembleia de umas cento e vinte pessoas”, “levantou-se Pedro no meio dos irmãos” (v.15) e propôs que um novo nome fosse indicado para ocupar o lugar de Judas, na décima segunda “cadeira” do grupo apostólico. Entre José, “cognominado Justo” (v.23) e Matias, sobre este último recaiu a sorte, “sendo-lhe, então, votado lugar com os onze apóstolos” (v.26). Não há nenhuma outra referência das Escrituras em que seja citado o nome de Matias. Notem que, novamente, Pedro toma a frente da situação. Mesmo que houvesse uma profecia acerca da substituição do traidor, esta substituição não deveria ser feita por Aquele que elegeu os demais? Creio na eleição realizada pelo próprio Jesus quando apareceu e fez cair por terra aquele que se tornaria o apóstolo dos gentios (At 9:4).

Quantas vezes nos achamos sábios demais para ficar calados, quando o silêncio seria a maior prova de sabedoria. Quantas vezes colocamos nossas especulações à frente da vontade de Deus e usamos o “Assim diz o Senhor” de forma equivocada ou imprudente. Oh, quanta longanimidade e misericórdia Deus tem nos concedido! Quanto amor por uma gente que insiste em tomar para si os méritos da imperscrutável inteligência divina! É lógico que Pedro ainda tinha uma longa estrada a percorrer no processo de transformação e santificação e as Escrituras deixam isso bem claro. Mas a natureza humana de Pedro, e a de qualquer outra pessoa, não significa que somos um caso perdido. Apesar dele mesmo, Pedro se uniu a outros seres humanos repletos de defeitos, e juntos reconheceram, na oração, a sua total dependência de Deus, recordando as palavras de Jesus, quando disse: “sem Mim nada podeis fazer” (Jo 15:5).

Diante de nós está um dever tão solene quanto o foi o da igreja primitiva. Há um mundo que precisa ser despertado do sono fatal e que geme pela expectativa de algo que não sabe explicar. A promessa do derramamento do Espírito Santo em nossos dias está se cumprindo em uma igreja invisível que, mesmo separada geograficamente, nunca esteve tão unida no firme propósito de cumprir o seu papel como “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3:15). É nosso dever diário pedir ao Pai que cumpra a Sua preciosa promessa em nossa vida, “e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os 6:3). “Porque é tempo de buscar ao Senhor, até que Ele venha” (Os 10:12). Perseveremos unânimes neste propósito sagrado!

Bom dia, batizados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Atos1
#RPSP



ATOS 1 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Jeferson Quimelli
25 de abril de 2018, 0:25
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ATOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de abril de 2018, 0:20
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913 palavras

1 Primeiro. Um indicativo de que esta obra é a segunda de uma série. O evangelho de Lucas certamente é o “primeiro livro”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 105.

2 Por intermédio do Espírito Santo. Esta expressão pode ter o sentido de que o Espírito Santo guiaria os discípulos em toda a verdade (Jo 16:13), ou que Jesus, tanto antes quanto depois da crucifixão, falava como alguém cheio do Espírito Santo. Este último deve ser o significado pretendido, pois tudo ligado à vida de Cristo na Terra foi realizado pelo poder do Espírito: a concepção, o batismo, a justificação, a orientação a uma vida de serviço, os milagres e a ressurreição. CBASD, vol. 6, p. 106.

Apóstolos. Do gr. apostolai, “aqueles que são enviados”. […] Parece que o ofício de apóstolo na igreja apostólica derivava da ordem e da comissão de Jesus aos doze discípulos. Ao chamar os discípulos de “apóstolos”, é provável que Jesus tenha usado a palavra aramaica shelicha, equivalente ao particípio heb. shaluach, “enviado”. CBASD, vol. 6, p. 106.

3 Provas incontestáveis.  Essas “provas infalíveis” foram as aparições de Cristo após a ressurreição, não os

milagres que os discípulos viram Jesus realizar. As provas eram: o fato de Ele ter comido e bebido com os discípulos, Seu corpo real em que eles puderam tocar, as repetidas aparições visíveis a até 500 pessoas de uma vez e as instruções sobre a natureza e as doutrinas do reino. A certeza da ressurreição conferiu poder à mensagem dos apóstolos e constituiu a base do magnífico raciocínio de Paulo sobre a certeza da ressurreição corpórea dos salvos (ICo 15:3-23). CBASD, vol. 6, p. 107.

4 Comendo com eles. Trata-se de possível referência a um encontro na Galileia para a última reunião, na qual os discípulos viram Jesus ascender ao céu.CBASD, vol. 6, p. 107.

Não se ausentassem de Jerusalém. Eles deveriam retornar para a capital, o lugar onde Cristo ministrara tantas vezes e onde sofrera, fora sepultado e ressuscitara dos mortos. Ali, os discípulos receberiam poder e deveriam começar a testemunhar. CBASD, vol. 6, p. 107.

Esperassem. Era preciso esperar com anseio pelo poder de Deus, buscar a condição adequada para recebê-lo e manter oração fervorosa e unidade a fim de ver o cumprimento da promessa. CBASD, vol. 6, p. 108.

6 Reunidos. O próprio Jesus estava com eles. Este foi o último encontro dos discípulos com o Senhor, pois era o dia da ascensão. CBASD, vol. 6, p. 108.

Será este o tempo em que restaures? Os discípulos ainda não compreendiam a natureza do reino de Cristo. Ele não havia prometido o tipo de restauração que esperavam. Achavam que Jesus “havia de redimir a Israel, isto é, dos romanos.CBASD, vol. 6, p. 108.

8 Poder. Lucas se refere ao “poder” sobrenatural recebido por aqueles que têm o Espírito Santo. Este poder é para testemunhar, pois vem dentro, proclama o evangelho e leva outros a Deus. CBASD, vol. 6, p. 110.

Confins. Os discípulos deveriam ir “por todo o mundo”, “a todas as nações” (Mt 24:14). CBASD, vol. 6, p. 111.

9 Elevado. A ascensão foi o clímax apropriado para o ministério de Cristo na Terra.CBASD, vol. 6, p. 111.

À vista deles. Nenhum fiel vira o Salvador ressuscitar dos mortos, mas os onze discípulos e a mãe de Jesus tiveram a oportunidade de vê-Lo subir ao céu. Por isso, tornaram-se testemunhas confiáveis da realidade, da ascensão. CBASD, vol. 6, p. 111.

Uma nuvem. Esta nuvem era uma hoste celestial. De igual modo, o retorno de Cristo será “sobre as nuvens” (Mt 24:30). Hostes de anjos acompanharão o Senhor quando Ele vier em glória. CBASD, vol. 6, p. 111.

11 Virá. A segunda vinda de Cristo está ligada à ressurreição e à ascensão. Trata-se de um evento prometido que se encontra vinculado a incidentes históricos.CBASD, vol. 6, p. 112.

 Do modo como. Esta promessa significa que Seu retorno deve ser pessoal.  A promessa tranquila, mas solene dos conselheiros angelicais confere certeza à doutrina da segunda vinda de Cristo, garantida pela realidade da ascensão. Sem o segundo advento, toda a obra anterior no plano da salvação seria tão vã quanto semear e cultivar a plantação, mas deixar de colher. CBASD, vol. 6, p. 112.

 14 Os irmãos dEle. Eram Tiago, José, Simão e Judas (Mt 13:55). Eles haviam permanecido indiferentes a Jesus e não são mencionados entre os que se reuniram em volta da cruz. Mas as cenas finais da vida terrena de Cristo os levaram à conversão e então faziam parte dos fiéis. É provável que Tiago seja aquele que se transformou num líder da igreja. Muitos acreditam também que ele seja o autor da epístola de Tiago. Judas pode ser o mesmo que escreveu a breve epístola com esse nome. CBASD, vol. 6, p. 114.

 21 É necessário. Pedro considerou que o número original de discípulos deveria ser mantido. Sem dúvida, os apóstolos tinham o conceito de que o número 12 expressava totalidade, seguindo o exemplo das doze tribos de Israel. CBASD, vol. 6, p. 117.

 23 Propuseram dois. No sentido anterior, esta passagem significa que José e Matias foram indicados pelos discípulos como os candidatos sobre os quais seriam lançadas as sortes. CBASD, vol. 6, p. 117.

24 Orando. Esta deve ter sido uma oração tremenda, brotando de uma fé simples e insistente.  Em todos os grandes momentos da igreja apostólica, a oração era o recurso buscado de maneira espontânea. A experiência da igreja deve ser sempre assim, tanto no passado quanto agora. CBASD, vol. 6, p. 118.

26 Com os onze. Aos olhos humanos, Matias havia aceitado uma posição humilde, a de líder em um grupo insignificante de pessoas simples que logo seriam perseguidas. No entanto, para os cristãos, a posição que Matias assumiu tinha possibilidades imensuráveis para o futuro. CBASD, vol. 6, p. 118.

Compilação: TatianaW

Comentários adicionais em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/30/atos-1-comentarios-de-biblias-de-estudo/



AMANHÃ COMEÇAREMOS A LER ATOS DOS APÓSTOLOS! by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2018, 18:00
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Amanhã começaremos a ler a segunda parte do texto escrito por Lucas: Atos dos Apóstolos!

Alguém já disse que este livro deveria ser chamado de “Atos do Espírito Santo”, tamanhas são as Suas ações. É maravilhoso ver o que a atuação do Espírito de Deus pôde fazer em rudes discípulos, transformando-os em testemunhas intrépidas! E ficamos entusiasmados em saber que Ele pode fazer o mesmo conosco!

Será muito bom lermos juntos este livro!



JOÃO 21 by Jeferson Quimelli
24 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-21/

Se Jesus lhe perguntasse três vezes “você me ama”, como você se sentiria?

Tendo negado a Cristo três vezes, Pedro é agora repetidamente solicitado a reafirmar seu amor e lealdade. Ferido pelo questionamento repetitivo, Pedro deve ter se perguntado se Cristo o havia realmente perdoado ou se havia algo que ele pudesse fazer para provar seu amor depois de suas covardes traições.

Como faço para provar o meu amor depois de tudo que fiz?

Quando as relações humanas são abaladas por múltiplas traições, o coração ofendido requer garantias do ofensor. Embora a graça e o perdão sejam estendidos, a confiança não é restaurada imediatamente. Pedidos repetidos por reafirmações de lealdade são uma parte normal da cura e restauração de um relacionamento. A confiança é reconstruída escolha por escolha ao longo de um período de tempo. As feridas da traição somente são curadas por mudanças consistentes e sustentadas, fortalecidas por uma atmosfera de graça.

Cristo não disse a Pedro: “Sim, eu sei que você me ama.” Em vez disso, Ele lhe deu ordens de amor. “Se você me ama, cuide das minhas ovelhas”. Cristo pediu por amor demonstrado em ação. Depois de uma vida inteira cuidando das ovelhas de Cristo, a lealdade de Pedro levou-o à cruz, onde ele deu a vida por amor.

A prova do amor é o sacrifício.

Lori Engel
Capelã (atualmente aposentada)
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1264
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados24-04-2018.mp3



JOÃO 21 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
24 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 21 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
24 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 21 – Jesus morreu e ressuscitou para restaurar-nos física, mental e espiritualmente. Sem esta restauração, Seu sacrifício não teria sentido atualmente.

Como exemplo dessa restauração, o evangelista João cita dois personagens:

• Tomé: Jesus restaurou sua fé, crença e confiança. A incredulidade deve dar lugar à credulidade (João 20:24-31; 21:24-25).
• Pedro: Jesus o restaurou da vanglória, descrédito, covardia e distração.

“Depois do café da manhã na praia [João 21:1-14], veio a entrevista que Pedro temia [João 21:15-18]. Três vezes ele havia negado a Jesus. Assim, três vezes Jesus lhe fez a mesma pergunta: ‘Você me ama?’ E três vezes Jesus o renomeou, dizendo: ‘Cuide das minhas ovelhas’ […]. A pergunta não foi sobre o passado, mas sobre o presente; não sobre palavras ou obras, mas sobre a atitude do coração de Pedro. O amor a Cristo pressupõe prioridade, pois são pecadores perdoados os que mais amam” (John Stott).

Jesus quer restaurar-nos também:

• De nossa vanglória: Às vezes somos arrogantes. Pensamos que amamos a Jesus mais que as demais pessoas. Vangloriamo-nos de nosso cristianismo trôpego pensando que jamais negaremos a fé. Pedro, que alegava permanecer com Jesus ainda que todos O abandonassem, O negou três vezes; agora, por três vezes, Jesus perguntou-lhe sobre seu amor a fim de curar-lhe a vanglória. Jesus quer fazer o mesmo conosco.

• Do descrédito: Nossas palavras podem ser jogadas ao chão por nossas próprias ações contrárias ao que prometemos (João 18:15-27). O líder que peca tão gravemente como Pedro, que perde a credibilidade diante das pessoas, Jesus o perdoa e o restaura ao serviço. Jesus confiou a Pedro a missão de apascentar e pastorear Seu rebanho. Em vez de demiti-lo do cargo, Jesus o restaurou do descrédito. Há esperança para nós!

• Da covardia: A ousadia humana (João 13:37) pode tornar-se covardia diante da pressão da sociedade (João 18:15-27). Contudo, Jesus quer curar-nos. Curado, Pedro foi martirizado, crucificado de cabeça-para-baixo falando de Cristo.

• Da distração. Às vezes, como Pedro, somos distraídos diante da missão dada por Cristo. Podemos distrair por causa das dificuldades (Mateus 14:30), voltando à rotina antiga (João 21:3) ou focando em outra pessoa (João 21:20-23). Hoje Jesus quer dizer-nos, “quanto a ti, segue-Me”, deixe a distração!

Tudo o que João escreveu visa despertar nossa crença em Jesus. Reavivemo-nos intensamente! – Heber Toth Armí.

Compartilhe conosco tua experiência com o evangelho escrito por João…