Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
16 de abril de 2018, 0:06
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JOÃO 12 by Jeferson Quimelli
15 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-12/

Comentário devocional:

Apenas seis dias antes da Páscoa, Jesus está de volta ao povoado de Lázaro e participa de um jantar em sua honra. Muitos judeus estavam em Betânia quando Lázaro havia morrido. E como Jerusalém ficava muito próxima, apenas 3 quilômetros de Betânia, amigos e muitos que tinham vindo pranteá-lo quando de sua morte vieram ver Lázaro vivo novamente.

Compare isso com o que acontece em seguida. Maria leva um frasco de perfume que valia o salário de um ano, derrama-o sobre os pés de Jesus e então começa a limpar os pés dele com os seus cabelos. Maria demonstra o seu amor como nenhuma outra pessoa. O salário de um ano, através daquele perfume, derramado sobre os pés de Jesus! Isso é adoração genuína! Judas Iscariotes critica o ato, porque ele quer uma parte do dinheiro para si mesmo. Adoração falsa e egoísmo!

E você? É um crente autêntico, ou falso? É um verdadeiro adorador, ou um falso adorador? É você um verdadeiro crente ou um crente com medo? Sejamos espiritualmente honestos a respeito de nossa fé.

Sejamos espiritualmente honestos e adoremos ao Pai como resultado daquilo que Jesus fez por nós! Pois “vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (João 4:23, ARA)

Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1255
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados15-04-2018.mp3
Acompanhe https://credeemseusprofetas.org/



JOÃO 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 12 – Comentário do pastor Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
15 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 12 – As festas judaicas se cumpriram em, e com Cristo. As festas bíblicas ensinam. Elas foram instituições divinas para servirem pedagogicamente ao Evangelho no Antigo Testamento.

No capítulo em pauta revela que a Páscoa se aproximava, quando Jesus, o Cordeiro de Deus, Se tornaria a Páscoa do crente (João 1:29; I Coríntios 5:7).

Observe estes pontos no texto inspirado:

· O convívio de Jesus com Seus amigos: Além dos doze discípulos, Jesus tinha três amigos em Betânia: Marta, a trabalhadeira; Maria, uma ex-prostituta; e, Lázaro, um ex-morto. Ao ser ungido e ter os pés massageados por Maria, Judas questionou o inadequado gasto em produtos de valor, mas fez isso porque era ambicioso e ladrão. Ele logo estaria vendendo Jesus por preço de escravo. Jesus Se relacionava amigavelmente com diversos tipos de pessoas (vs. 1-12).

· O relacionamento de Jesus com os gentios: Além dos judeus que vinham para a festa da Páscoa, para ver Lázaro e homenagear a Jesus, alguns gregos quiseram ter um encontro com Cristo. Jesus, então, reconhece ter chegado a sua hora, a hora de ser glorificado, através de Seu sacrifício. Seu objetivo não era atrair apenas os gregos, mas todas as nações, quando Ele fosse erguido na cruz; além dos judeus, todos os gentios também (vs. 13-36).

· A relação de Jesus com os judeus: Chegou a hora de Jesus Se esconder dos judeus. Todo tipo de oportunidade lhes fora dadas. Contudo, a todas, eles rejeitaram. Crendo no que queriam, demonstraram preferência pela incredulidade. Por desprezarem a Palavra de Deus, preferiram as trevas antes que a luz. Por rejeitarem a Jesus, estavam optando pela rejeição no dia do juízo, automaticamente escolhiam o caminho da morte em vez da vida (vs. 37-50).

Reflita:

Como André, devemos crer em Jesus, aceitá-lO como Salvador e tornar-se seu discípulo. Com André devemos aprender o método mais eficaz e simples da evangelização. Geralmente, quando André é mencionado pelo evangelista João, ele está conduzindo pessoas a Jesus (estude João 1:40-42; 6:8-9; 12:22).

O convite para seguir a Jesus é para mim e para você: “Se qualquer um de vocês quiser me servir, seja meu seguidor. Aí vocês estarão onde eu estiver, prontos para servir. O Pai honrará e recompensará quem me servir” (v. 26).

“Senhor, ajuda-nos a servir-Te” – Heber Toth Armí.



JOÃO 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de abril de 2018, 0:30
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Se alguém Me serve, siga-Me, e, onde Eu estou, ali estará também o Meu servo. E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26).


Faltando uma semana para a festa da Páscoa, os últimos dias de Jesus na Terra foram intensos e cheios de expectativa. Cada palavra, cada gesto Seu, eram minuciosamente observados pelos principais sacerdotes e fariseus. A ressurreição de Lázaro realmente foi o estopim de uma grande divisão entre os judeus, pois que não somente muitos que estavam presentes no dia da ressurreição creram, mas o testemunho de Lázaro continuava falando, de modo que “os principais sacerdotes resolveram matar também Lázaro; porque muitos dos judeus, por causa dele, voltavam crendo em Jesus” (v.10-11).

Após ser ungido em Betânia, Jesus entrou em Jerusalém de forma inusitada. Geralmente, quando Se dirigia às festas anuais em Jerusalém, a última coisa que queria era chamar atenção para Si. Mas parece que nos Seus últimos dias Ele não Se importou muito com isso, de forma que permitiu que o povo O aclamasse como “Rei de Israel” (v.13). Jesus sabia que havia chegado o momento de ser “levantado da terra” (v.32) e de selar para sempre o destino de Satanás (v.31). Sua morte seria uma grande decepção para Seus seguidores e a dura prova que iria separar a multidão entre crentes e incrédulos, entre adoradores e blasfemadores.

As declarações de Cristo não eram nada convencionais para um povo que acreditava que a glória dos homens era resultado da aprovação divina. “Quem ama a sua vida perde-a” (v.25), “E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26), eram declarações muito radicais para pessoas que mediam a santidade pelas conquistas terrenas. Por isso que a profecia de Isaías se encaixava perfeitamente com a situação espiritual daquela geração. Estavam cegos e seus corações endurecidos demais para compreender que diante deles estava a redenção de Israel.

Corremos o sério risco de estarmos agindo da mesma forma. Muitos dizem estar seguindo a Jesus, contudo, não estão dispostos a servi-Lo. De acordo com Jesus, o serviço antecede a caminhada: “Se alguém Me serve, siga-Me” (v.26). Títulos, posições e as glórias deste mundo tornaram-se mais importantes do que a vida eterna. Entendam: não que possuir estas coisas seja pecado, mas em colocá-las acima do chamado de Deus. Assim como em Israel, Deus tem chamado pessoas que hoje se encontram em privilegiadas posições sociais e religiosas, mas pelo medo de “serem expulsos” (v.42) ou rejeitados pelo meio em que vivem, não confessam a sua fé e prosseguem com sua crença 007.

Jesus poderia ter morrido de forma mais silenciosa e discreta, mas escolheu ser levantado na mais ignominiosa morte e na mais escandalosa sentença. Não são sinais, milagres ou prodígios que sustentarão a fé dos servos de Cristo nestes últimos dias, mas a firme confiança no Caminho que os está conduzindo para Casa. Iluminados pelo Espírito Santo, os “filhos da luz” (v.36) seguem a passos firmes na direção de Deus e estão prontos para renunciar o que preciso for por amor a Jesus. Assim como a semente que cai ao solo, Cristo nos chama a morrer para o mundo e ressurgir para a vida eterna. Que a oração de George Müller seja a nossa firme decisão, hoje e todos os dias, até aquele grande Dia:

“Houve um dia em que morri. Morri para [seu nome], suas opiniões, preferências, gostos e vontade; morri para o mundo, para a sua aprovação ou censura; morri inclusive para a aprovação ou censura dos meus irmãos e amigos; e desde então tenho estudado tão-somente como apresentar-me aprovado(a) diante de Deus”.

Feliz semana, filhos da luz!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#João12
#RPSP



JOÃO 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
15 de abril de 2018, 0:25
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JOÃO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de abril de 2018, 0:20
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2. Deram-Lhe. A ceia foi na casa de Simão (Mt 26:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1134.

3. Os pés.Mateus 26:7 e marcos 14:3 declaram que o bálsamo foi derramado sobre a cabeça. Sem dúvida, Maria fez as duas coisas, sendo que cada evangelista menciona uma delas. Lucas e João mencionam a unção dos pés (Lc 7:38). CBASD, vol. 5, p. 1134.

4. Um dos Seus discípulos. Mateus menciona que “indignaram-se os discípulos” (Mt 26:8). A crítica se originou com Judas, mas se espalhou entre os outros. CBASD, vol. 5, p. 1134.

9. Para verem Lázaro. Uma razão suficiente. Uma pessoa ressuscitada atrairia milhões. CBASD, vol. 5, p. 1134.

10. Resolveram matar também Lázaro. Não podiam [os sacerdotes] apresentar uma acusação contra Lázaro. Contudo, pelo fato de a vida dele ser um testemunho da divindade dAquele que haviam condenado à morte e uma negação da doutrina que muitos deles defendiam (ver com. de Jo 11:47), julgaram necessário matá-lo também. CBASD, vol. 5, p. 1135.

11. Voltavam. Ou, “começaram a se afastar”. Isto é, afastavam-se do judaísmo e se uniam às fileiras dos discípulos de Jesus (cf. NTLH, NVI, BJ). CBASD, vol. 5, p. 1135.

16. Não compreenderam. O ato de Cristo, sem precedentes, de permitir que O declarassem “Rei de Israel” parece ter despertado as esperanças de que Ele fosse, afinal, cumprir as expectativas da multidão, declarando-Se rei e assumindo o papel de um messias político. Após a ressurreição, por meio das profecias e guiados pela iluminação do Espírito Santo, eles entenderam o propósito do ato. CBASD, vol. 5, p. 1135.

19. O mundo. A linguagem é hiperbólica [exagerada]. Ela vem de pessoas frustradas e iradas. Em vez de encontrar um povo disposto a se apoderar de Jesus e entregá-Lo, autoridades veem a multidão rodeando-O com alegres exclamações e saudando-O como rei. Nessas circunstâncias, qualquer tentativa de prender Jesus teria suscitado um tumulto. Os líderes apelaram a Jesus para que fizesse as multidões se calarem, mas sem sucesso (Lc 19:39, 40). Tudo o que puderam fazer foi observar o desfile e ver seu odiado inimigo entrar em Jerusalém em régio triunfo. … Não sabendo qual era o propósito de Jesus, sem dúvida, imaginaram que Ele estivesse para Se proclamar rei, acabar com o poder deles e liderar uma revolta contra Roma. CBASD, vol. 5, p. 1135, 1136.

20. Haviam alguns gregos. O fato de esses gregos irem para adorar e não para participar da Páscoa sugere que não eram prosélitos completos. … Os semiprosélitos, como os gentios, ficavam restritos ao pátio dos gentios. CBASD, vol. 5, p. 1136.

27. Angustiada. A visita dos gregos havia levado à mente dEle a visão da colheita dos gentios. Mas, entre a colheita do evangelho e aquele momento, havia a cruz e a agonia mental e física a ela associadas, e a natureza humana de Jesus recuava diante disso. A causa da repentina agonia mental do Senhor foi a vívida contemplação das cenas então futuras (cf. com. de Mt 26:38). CBASD, vol. 5, p. 1137

28. Glorifica o Teu nome. Esta oração está em harmonia com o que Jesus havia ensinado antes acerca do relacionamento com o Pai, cuja glória Ele buscava. CBASD, vol. 5, p. 1137.

29. Foi um anjo. A julgar pela resposta de Jesus, de que a voz era “por vossa causa”, parece que os gregos e, sem dúvida, alguns outros ouviram e compreenderam a voz (ver DTN, 625). Para eles, ela foi uma evidência de que jesus era de fato o enviado de Deus. CBASD, vol. 5, p. 1137.

32. Atrairei. Para milhares de pessoas, a cruz exerce uma atração mais forte do que as fascinações do mundo. CBASD, vol. 5, p. 1138.

38. Senhor, que creu … ? Uma citação [de João] de Isaías 53:1 a partir da LXX e não do hebraico. Os dois textos são idênticos, exceto pelo título “Senhor”, que não ocorre no hebraico (ver com. de Is 53:1). CBASD, vol. 5, p. 1139.

39. Não podiam crer. A presciência de Deus não impede o livre-arbítrio. A profecia de Isaías era uma predição do que a presciência de Deus havia visto que aconteceria. “As profecias não moldam o caráter dos homens que as cumprem. Os homens procedem de acordo com seu livre-arbítrio” (RH, 13/11/1900). CBASD, vol. 5, p. 1139.

50. A vida eterna. Ver com. de Jo 3:16. O mandamento do Pai era que as pessoas deviam crer em Cristo, a quem Ele havia enviado ao mundo. Somente assim poderiam ser salvas (ver At 4:12). Numa declaração paralela, João diz: “Ora, o Seu mandamento é este: que creiamos em o nome de Seu Filho, Jesus Cristo” (1Jo 3:23). Os judeus criam ter a salvação porque se exercitavam no estudo e na observância da Torah. Muitos deles colocavam a esperança da vida eterna no fato de serem descendentes de Abraão. Jesus advertiu que só seriam salvos os que aceitassem a Jesus Cristo como o Filho de Deus, o Salvador do mundo.”E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). CBASD, vol. 5, p. 1140.

 



João 11 by Jobson Santos
14 de abril de 2018, 1:00
Filed under: João, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-11/  

Comentário devocional:

Lázaro vivia em Betânia, a menos de 3 km a leste de Jerusalém. O pequeno povoado se aninhava na encosta oriental do Monte das Oliveiras. Jesus orara por muitas vezes neste monte e fora recebido muitas vezes na casa de Lázaro e suas irmãs. Eles se tornaram mais ligados do que familiares entre si.

Por que Jesus esperou pela morte daquele a quem Ele amava? (v.3) Jesus mesmo explica que isto ocorrera para a glória de Deus (v.4), assim como ocorrera com o cego de nascença a quem Jesus recuperou a vista (Jo 9:3), para que os discípulos cressem (v. 15).

Jesus tinha ressuscitado anteriormente duas pessoas: 1) o filho da viúva de Naim – Ele deu ordem para o garoto levantar e este ressurgiu (Lc 7:11-17) e 2) a filha de Jairo – Ele só falou uma palavra para efetuar a cura (Lc 8:40-56). Neste capítulo, entretanto, Jesus espera até Lázaro estar morto por quatro dias, para que não houvesse qualquer dúvida de que ele estava realmente morto. Assim não haveria qualquer dúvida de que Ele é a Ressurreição e a Vida.

Esta afirmação não se aplica unicamente à capacidade de Jesus de trazer mortos físicos novamente à vida, mas também de dar vida aos que estão mortos espiritualmente. Jesus tem a vida nEle! E através dEle podemos experimentar uma “nova vida”.

Pode ser que você esteja se sentindo preso em uma tumba espiritual durante quatro dias, ou 40 anos, mas o seu Salvador Doador e Restaurador da vida não se esqueceu de você! Ele te ama!

Deixe-O vencer as suas batalhas espirituais e lhe dar uma vida renovada. Ele morreu na cruz por você e ressuscitou no terceiro dia.

Então, pela fé, abra a lápide de seu coração hoje a este Grande Médico e receba a VIDA em abundância!

Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1254      
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados14-04-2018.mp3


JOÃO 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de abril de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



JOÃO 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de abril de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

JOÃO 11 – Temas espirituais são importantes e relevantes para todas as pessoas. A revelação bíblica deve ser a base da cosmovisão de todo ser humano. Sem ela, o conceito de antropologia será equivocado.

É muito fácil endeusar conceitos próprios e atacar/desprezar verdadeiros conceitos, tratando-os com preconceitos.

Por que os judeus rejeitaram Jesus? Observe que, na parábola do rico e Lázaro, o rico sugere que, se alguém dos mortos voltasse à vida, os vivos creriam em Jesus (Lucas 16:30).

Em João 11, Lázaro morreu, ficou quatro dias morto, Jesus chegou para ressuscitá-lo e trouxe-o de volta à vida. Os mesmos líderes religiosos que ouviram os relatos de Cristo em Lucas 15:2 e 16:14 quando contou a parábola do rico e Lázaro, souberam do magnifico milagre da ressurreição literal de Lázaro (João 11:46).

Como reagiram os líderes espirituais? Movidos de inveja pelo fato de Cristo atrair a atenção do povo, começaram a cogitar de matar “o homem que fazia muitos milagres” (vs. 47-57).

Para quem não quer crer, nem mesmo a ressurreição de defuntos é capaz de convencer. Note que, em João 12:9-11, ao invés de crerem em Jesus que deu vida a Lázaro, os líderes religiosos queriam tirar novamente a vida de Lázaro. Eis o fruto da incredulidade! A ignorância é cruel!

Sobre certos temas espirituais, Deus não nos quer ignorantes. Um deles é o tema da morte (II Tessalonicenses 4:13-17). Na ressurreição de Lázaro, Jesus intentará corrigir os distúrbios teológicos dos discípulos de outrora e dos de agora (João 11:1-45).

• Morte não é vida no espaço, no céu nem no inferno.
• Morte é um estado plenamente inconsciente, semelhante ao sono.
• Morte é cessação da vida, consequência do pecado, não um meio de salvação.
• Morte é o fim da vida, mas será destruída pela ressurreição operada por Cristo.
• Morte será aniquilada quando Cristo a matar no último dia.
• A morte encontra limite no poder do Autor da vida.
• A morte não vencerá nenhum crente, mas Cristo vencerá a morte para o crente.
• Morte não tem a palavra final, é Cristo que tem. Aleluia!

Por que muitos rejeitam o conceito bíblico de morte? Devido à sua cosmovisão baseada no paganismo.

Aprofunde-se na verdadeira antropologia bíblica para não enredar-se com filosofias espúrias sobre “vida” e “morte”!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.