Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de março de 2018, 0:20
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palavras: 1666

1 também. Indica uma conexão com a parábola anterior. Bíblia Shedd.

discípulos. Talvez não só os Doze (v. 6.13; 10.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Havia um homem rico. Só Lucas registra esta parábola, bem como grande parte do ministério na Pereia. … As duas parábolas aqui relatadas [administrador infiel e o rico e Lázaro] se referem ao uso das oportunidades presentes levando em conta a vida futura (Lc 16:25-31), sobretudo no tocante aos bens materiais. A primeira parábola se dirigia especificamente aos discípulos, ao passo que a segunda foi proferida principalmente para os fariseus. A primeira ilustra um princípio vital de mordomia: o uso diligente e criterioso das oportunidades terrenas. A segunda aborda a mordomia de um ponto de vista negativo, assim como as parábolas do amigo importuno (Lc 11:5-10) e do juiz iníquo (Lc 18:1-8). Na primeira parábola, Jesus orienta a tirar o pensamento das coisas terrenas e voltá-lo para as eternas (PJ, 366). … Em geral, os comentaristas acham difícil explicar esta parábola por causa do aparente elogio feito ao administrador infiel (ver v. 8). Tais dificuldade se devem à tentativa de se atribuir significado a cada detalhe, bem como à sugestão de que o “homem rico” representa a Deus. Mas esta parábola não deve ser interpretada de maneira alegórica. Um princípio fundamental na interpretação de parábolas é que não se deve tentar atribuir significado especial a cada detalhe (ver princípios de interpretação das parábolas, nas p. 197, 200 [CBASD, vol. 5]). Jesus contou esta parábola a fim de ilustrar uma verdade específica, mencionada nos v. 8 a 14. CBASD, vol. 5, p. 909, 910.

desperdiçando (NVI). Tinha esbanjado as posses de seu senhor, assim como o filho pródigo, “desperdiçador” (15.13). Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 elogiou o senhor. O homem rico não apoiava a desonestidade do administrador; foi por esse motivo que o dispensou de seus deveres. Mas a astúcia usada para levar a um clímax sua carreira de improbidade administrativa foi tão surpreendente, e ele foi tão meticuloso ao colocar em prática um plano digno de objetivos mais nobres, que o homem rico não pôde deixar de admirar [sua] esperteza e a diligência. CBASD, vol. 5, p. 911.

mais hábeis. As pessoas que vivem para este mundo costumam ser mais ávidas em aproveitar o que ele tem a oferecer do que os cristãos … para aquilo que Deus tem a oferecer. CBASD, vol. 5, p. 911.

Jesus usa a parábola para ilustrar que os filhos do mundo, frequentemente, usam aquilo que têm para favorecer seus próprios fins terrenos, e o fazem mais sabiamente do que fazem os filhos da luz para favorecer os objetivos inteiramente diferentes do reino de Deus. Bíblia de Genebra.

A sagacidade espiritual é: 1) Prejuízo agora para se obter lucro no céu; 2) Investimento dos bens para ganhar almas eternas (v. 9); 3) fidelidade na mordomia de bens alheios para receber riquezas próprias (v. 12). Bíblia Shedd.

9 fazei amigos. Apesar deste mordomo ser injusto, ele estabelece um exemplo aos “filhos da luz” na diligência na qual ele usou suas posses. Andrews Study Bible.

amigos. Devem ser os discípulos ganhos para Cristo por meio de fidelidade no pouco (10), isto é, utilizando os bens materiais na expressão de amor às almas. Bíblia Shedd.

13 servir. Servo é o escravo da casa. Bíblia de Genebra.

14 Os fariseus … O ridicularizavam. Ou, “zombavam”. Sem dúvida, os fariseus perceberam que Jesus dirigia Seus comentários a eles. … as parábolas da ovelha, da dracma e do filho pródigo foram dirigidas a eles, ao Jesus justificar Seu interesse pelos “publicanos e pecadores” (ver Lc 15:1-3). CBASD, vol. 5, p. 913.

16 A Lei e os Profetas vigoraram até João. “Até” a pregação do “reino de Deus” por João, os escritos sagrados constituíam o principal guia para a salvação (Rm 3:1, 2). A palavra “até” (do gr mechri) não implica, como alguns pensam, que “a Lei e os Profetas”, as Escrituras do AT, perderam força ou valor depois que João começou a pregar. O que Jesus quer dizer é que, até o ministério de João, “a Lei e os Profetas” eram tudo que as pessoas tinham. O evangelho chegou não para substituir ou anular Moisés e os profetas, mas para complementar, reforçar e confirmar esses escritores (ver com. de Mt 5:17-19). O evangelho não assume o lugar do AT, mas soma-se a ele. … Ao longo do NT, não há nenhuma ocasião em que se diminui o AT de alguma maneira. Pelo contrário, era em textos do AT que os cristãos encontravam as mais fortes confirmações de sua fé. Na verdade, o AT era a única Bíblia que a primeira geração da igreja possuía (ver com. de Jo 5:39). Eles não o desprezavam, como alguns cristãos fazem hoje, mas o honravam e obedeciam. Nesta mesma ocasião, Jesus anunciou que os escritos do AT eram suficientes para guiar a pessoas ao Céu (ver Lv 16:29-31). CBASD – Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 914.

Lucas aqui indica que o ministério de João Batista assinalou o grande ponto crucial na história da redenção (Mt 11.11, nota). Bíblia de Genebra.

17 til. Não passará da lei a menor parte, pois ela se refere à mensagem de Cristo e cumpre-se no reino de Deus (cf Mt 5.17, 18). Bíblia Shedd.

19-31 Esta parábola ensina a lição de que a riqueza terrena não é garantia de eterna de bem-aventurança, uma lição que também pode ser encontrada em Moisés e nos Profetas. Jesus utiliza uma estória popular, porém um fábula, sobre Abraão para reforçar seu ponto principal. Andrews Study Bible.

Certo homem rico. Assim como as demais parábolas, a do homem rico e Lázaro deve ser interpretada em harmonia com seu contexto e com o conteúdo geral da Bíblia. Um dos princípios mais importantes de interpretação é que cada parábola é proposta para ensinar uma verdade fundamental e os detalhes não precisam ter significado em si, a não ser como acessório da estória. Em outras palavras, não se deve insistir que cada detalhe da parábola tenha sentido literal e represente uma verdade espiritual, a menos que o contexto deixe claro que esse é o significado pretendido. Desse princípio se origina outro: os detalhes de uma parábola não servem de evidências doutrinárias. Somente o ensino principal da parábola, definido com clareza pelo contexto e confirmado pelo teor geral das Escrituras, junto com os detalhes explicados dentro do contexto, pode ser considerado acessório para uma discussão doutrinária (ver p. 197-200). O argumento de que Jesus tinha a intenção de ensinar com esta parábola, que os seres humanos, tanto os bons quanto os maus, recebem sua recompensa assim que morrem viola ambos os princípios. O contexto ensina com clareza que esta parábola tinha o objetivo de ensinar que o destino futuro é determinado pelo uso que as pessoas fazem das oportunidades da vida presente. Jesus não estava debatendo o estado do ser humano na morte ou o momento em que se recebe o galardão. Ele tão somente estabeleceu uma clara distinção entre esta vida e a futura, mostrando a relação existente entre as duas. Além disso, interpretar que esta parábola ensina o recebimento da recompensa imediatamente após a morte contradiz de forma clara a declaração do próprio Cristo de que “o Filho do Homem […] retribuirá a cada um conforme as suas obras” quando “vir na glória de Seu Pai, com os Seus anjos” (ver com. de Mt 16:27; 25:31-41; cf. 1Co 15:51-55; 1Ts 4:16, 17; Ap 22:12; etc.). … Nesta parábola, Cristo simplesmente fez  uso de uma crença popular a fim de deixar clara a lição que desejava plantar na mente de Seus ouvintes. CBASD, vol. 5, p. 916

Este homem é, ás vezes, chamado “Dives”, uma palavra latina que significa “rico”. Bíblia de Genebra.

20 Lázaro (“Deus ajuda”). Este nome específico talvez indique que Jesus, nesta parábola, conta uma história conhecida. Não deve ser interpretada como fonte de informação sobre a vida do além.

Este é o único exemplo registrado em que Jesus dá nome a um dos personagens da parábola, recurso necessário neste caso por causa do diálogo (ver Lc 16:23-31). Embora Cristo tenha ressuscitado Lázaro de Betânia algumas semanas depois (ver Jo 11;1-46), não há ligação entre o personagem da parábola e o Lázaro ressuscitado. CBASD, vol. 5, p. 917.

22 seio de Abraão. Expressão judaica típica que significa “paraíso”. CBASD, vol. 5, p. 918.

A imagem de “seio” significa ser hóspede de honra num banquete (ver Jo. 13.23). Bíblia de Genebra.

23 inferno. Do gr hades, “sepultura” ou morte” (ver com. de 11:23). Hades é a morada de todos os seres humanos, bons e maus, até a ressurreição. CBASD, vol. 5, p. 918.

tormentos. A ideia de que após a morte, as pessoas vão para um lugar onde sofrem “tormentos” é completamente alheia às Escrituras, que ensinam com clareza que “os mortos não sabem coisa nenhuma” (Ec 9:5; ver com. de Sl 146:4). O próprio Jesus comparou a morte a um sono (ver Jo 11:11, 14). Concluir, com base nesta parábola, que Cristo ensina que os ímpios são levados a um lugar onde sofrem “tormentos” é contradizer Seu ensino claro sobre o assunto em diversas ocasiões, bem como a instrução da Bíblia como um todo. É no inferno de geena [juízo final] que os pecadores passarão por tormentos de fogo )ver com. de Mt 5:22), não no hades. Portanto, ao apresentar o homem rico “atormentado nesta chama” (Lc 16:24) no hades, Jesus está, sem dúvida, usando linguagem figurada, e não há razão em interpretar literalmente Suas palavras. CBASD, vol. 5, p. 918.

29 Moisés e os Profetas. Isto é, as Escrituras do AT. CBASD, vol. 5, p. 920.

31 Se não ouvem. Aqueles que não se impressionam com a declaração simples das verdades eternas encontradas nas Escrituras não teriam uma impressão mais favorável nem mesmo diante do maior dos milagres. Algumas semanas depois de proferir esta parábola, Jesus ressuscitou Lázaro dos mortos, como se desse uma resposta ao desafio dos líderes judeus por uma evidência maior do que tinham tido até então. Mas foi justamente esse milagre que levou os líderes da nação a intensificarem a conspiração contra Jesus (ver com. de Jo 11:47-54). E não apenas isso, eles entendiam ser necessário eliminar Lázaro a fim de resguardar a própria posição insustentável (ver Jo 12:9, 10; DTN, 588). Portanto, os judeus fizeram uma demonstração literal da verdade da afirmação de Cristo, de que os que rejeitavam o AT também rejeitariam uma luz maior, inclusive o testemunho de alguém que ressuscitasse “dentre os mortos”. CBASD, vol. 5, p. 921.



LUCAS 15 by Jeferson Quimelli
25 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-15/

Comentário devocional:

Jesus passou tanto tempo com os pecadores que os fariseus e escribas reclamaram: “Este homem recebe pecadores e come com eles” (V 2 NVI). Jesus respondeu com três de suas maiores parábolas: a da ovelha perdida, a da moeda perdida e a do filho perdido. Cada uma delas busca responder à pergunta: “Como é que Deus se relaciona com os pecadores perdidos?” Nestas parábolas Jesus explica Sua missão e descreve o plano de salvação de Deus. Cada uma das três parábolas tem três partes: 1) a perda de algo valioso; 2) a busca por aquilo que foi perdido; e 3) a celebração, quando aquilo que foi perdido foi encontrado.

Jesus inclui a todos, homens e mulheres, nessas parábolas: “Qual de vocês… “(V 4 NVI); “qual é a mulher… ” (V 8 NVI). Ao ler Lucas 15, imagine-se como o pastor a procurar por uma ovelha perdida ou imagine-se como a ovelha perdida nos lugares desertos. Sinta a ansiedade da mulher enquanto ela procura sua moeda perdida e o seu alívio quando ela a encontra. Ao imaginar o Pai correndo ao encontro de seu filho pródigo, lembre-se de que a resposta de Deus aos perdidos é compaixão, aceitação e alegria.

Como é que Deus se relaciona com os pecadores? Ele procura por eles até que os encontra, comemora o seu retorno e os aceita como Seus filhos. Ele fez isso por nós; podemos fazer menos que isso para os outros?

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1234
Comentário original integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/12/30
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados25-03-2018.mp3



LUCAS 15 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 15 – Comentário do pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
25 de março de 2018, 0:31
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LUCAS 15 – Os críticos de plantão sempre encontram alguma coisa para fazer. O pior é que sempre possuem visão distorcida. O orgulho e a vaidade os cegam a tal ponto de enxergarem coisas que não são como eles alegam.

Pela terceira vez Jesus foi criticado por envolver-se com gente de má fama, ralé e párias da sociedade, contaminadas, imorais, a vergonha da nação, pessoas perdidas no pecado (vs. 1-2). A reação de Jesus nos legou o capítulo em apreço, do qual destacam-se as seguintes verdades:

· As pessoas se perdem do rebanho de Deus por ignorância, estupidez; agem por instinto (como animais), sem sabedoria divina, e se afastam de Deus (vs. 3-7);

· A moeda é um objeto inanimado, se perde e nem sabe que está perdida; pessoas como moedas desconhecem o seu real valor, aliás, nem sabem que são filhas de Deus (vs. 8-10);

· O filho perdido apostatou-se premeditadamente, afastou-se propositadamente por um ato obstinado da própria vontade e decisão consciente (vs. 11-24).

· O filho mais velho não se afastou de casa, nunca abandonou o serviço na fazenda, porém era como a dracma, estava perdido e não sabia, perdido dentro de casa; assim como existem os perdidos dentro da igreja, como os escribas e fariseus que eram líderes religiosos (vs. 25-32).

Em relação aos três primeiros pontos há indicação de arrependimento e aceitação da parte de Deus. Aliás, a ênfase está na alegria e festa divina por encontrar o que se havia perdido. Contudo, no último ponto, o filho mais velho não se arrepende. O final da história não fala nada positivo dos profissionais da religião.

Reflita:

· “Pelo irmão mais velho foram representados os impenitentes judeus contemporâneos de Cristo, como também os fariseus de todas as épocas, que olhavam com desprezo aqueles que consideravam publicanos e pecadores” (Ellen G. White).

· “O irmão mais velho se orgulha diante do pai de nunca haver quebrado nenhum dos seus mandamentos, portanto, não há nele verdadeira consciência de pecado… Membros da igreja com a ‘síndrome do irmão mais velho’, justos e superiores aos seus próprios olhos, na idolatria das formas sem essência e exigentes, se tornam frios, acusadores e julgadores de todos os outros que não alcançam o seu ‘padrão’ de justiça própria” (Amin Rodor).

Amigos, arrependamo-nos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de março de 2018, 0:30
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“Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (v.32).


Certamente, as mais lindas e encantadoras ilustrações acerca do amor de Jesus pela humanidade estão contidas neste capítulo. Três parábolas, mas apenas um protagonista: “um pecador que se arrepende” (v.7, 10). Jesus enfatiza o zelo de Deus em salvar uma única alma que seja. Mas das três parábolas, tenho um apreço especial pela parábola central.

Multidões têm vivido sob o manto da falsa religiosidade e caridade. Pensam estar no caminho certo, quando, na verdade, estão bem longe da verdadeira piedade. A ovelha perdida não sabia como voltar para junto do seu pastor, mas sabia que precisava de ajuda. O filho pródigo caiu em si e tomou o caminho de volta para a casa do pai. Mas o que dizer da dracma? Jesus usou um objeto inanimado para ilustrar a situação de tantos que nem fazem ideia de seu fracasso espiritual.

A dracma perdida, à semelhança dos fariseus e dos escribas, representa uma classe de professos cristãos que não faz ideia de sua terrível condição. Estão dentro de casa pensando ser o bastante para estarem seguros. Este tem sido um dos piores enganos de Satanás. Precisamos ser a igreja e não apenas estar na igreja; manter comunhão com o Senhor da igreja, para que então Ele nos oriente acerca do nosso papel na Sua casa.

Mas a feliz notícia é que Jesus não desiste de procurar as Suas dracmas, porque Lhe são muito valiosas. Eu andei muitos anos errante e perdida, como a dracma que nem fazia ideia de sua triste situação. Tinha valor, mas perdida não servia para nada. Dentre as muitas atividades religiosas e seculares, não percebia que, paulatinamente, me afastava cada vez mais dos propósitos de Deus para minha vida. Não sabia o que era assumir uma relação de amor para com Deus, mas uma relação de negócios: eu fazia a Sua obra e Ele me retribuía com a vida eterna. Então, quando paro e penso por quanto tempo estive enganada, mais aumenta a minha gratidão por Aquele que não desistiu de me procurar.

Amados, o Senhor tem um forma singular de falar com cada um de Seus filhos. Porque Ele nos fez diferentes uns dos outros, mas nos ama com o mesmo amor. Só Ele conhece o nosso coração, e só Ele sabe como alcançá-lo. Assim como Ele me alcançou, também deseja alcançar a todos os que desejam receber o Seu alívio e descanso. Por isso que o Seu convite é: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt 11:28). O pecado nos deixa debaixo de duras cargas, mas o amor de Jesus nos liberta de todas elas. Porque o fardo pesado Ele já carregou por você e por mim.

Deixe que Jesus te encontre e encontrarás a salvação! Hoje é dia de celebração, pois “há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (v.10).

Feliz semana, alvos do amor de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas15
#RPSP



LUCAS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de março de 2018, 0:20
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 Palavras: 1887

1-32 Três parábolas que mostram a alegria no Céu quando pecadores se arrependem. Andrews Study Bible.

os coletores de impostos e pecadores. Somente estes excluídos respondem ao chamado que Jesus havia feito (14;35). Andrews Study Bible.

Os fariseus mais rígidos também consideravam “pecadores” as pessoas comuns, os amme ha’ares (literalmente, “o povo da terra”), que não tinham o privilégio da educação rabínica e, por isso, não eram dignos de respeito. O próprio nome “fariseu” (ver p. 39) indicava os membros desse partido como superiores ao povo comum e, supostamente, mais justos do que as pessoas em geral. … os líderes religiosos se irritavam ao ver que Jesus tratava de maneira amistosa os excluídos e rejeitados da sociedade … e que estes, por sua vez, Lhe correspondiam (ver PJ, 186). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 898.

murmuravam. É um paradoxo as pessoas que se consideravam modelos de perfeição se sentirem tão desconfortáveis na presença de Jesus, enquanto os que não se consideravam justos se sentirem atraídos ao Salvador (PJ, 186). Certamente, era a hipocrisia dos primeiros e a falta de pretensão dos últimos que fazia a diferença (ver Lc 18:9-14). Uma classe não sentia necessidade das bênçãos que Jesus oferecia, ao passo que a outra reconhecia suas carências e não se esforçava para escondê-las … Uma estava satisfeita com sua justiça própria; a outra sabia que não tinha justiça própria a oferecer. Fazemos bem em nos perguntar como nos sentimos na presença de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 898.

recebe pecadores. Os escribas e fariseus rejeitavam as pessoas que consideravam pecadoras, mas Jesus as recebia. Cristo respondera a esta acusação declarando que não viera chamar justos, mas, sim, pecadores ao arrependimento. … Cristo odiava o pecado, mas amava o pecador, ao passo que os fariseus e escribas acariciavam pecados, mas odiavam o pecador. CBASD, vol. 5, p. 898.

come com eles. Mais do que a simples associação, comer junto com alguém revelava aceitação e reconhecimento (cf At 11.3; 1Co 5:11; Gl 2.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

esta parábola. As parábolas de Lucas 15 enfatizam o interesse de Deus por aqueles que muitos costumam desprezar, os esforços divinos para conquistar a confiança deles e a alegria do Céu quando as pessoas se convertem. É importante notar que as três parábolas apresentam diferentes aspectos do problema do pecado e da salvação, e nenhuma é completa por si só. Em cada caso, o que estava perdido é encontrado e restaurado. CBASD, vol. 5, p. 898, 899.

da ovelha perdida (NVI). O tema do pastor era bem conhecido por causa de Sl 23, de Is 40.11 e de Ez 34.11-16. Bíblia de Estudo NVI Vida.

cem ovelhas. Nos dias de Jesus, isto era considerado um grande rebanho. CBASD, vol. 5, p. 899.

perdendo uma delas  vai em busca da que se perdeu. Deus toma a iniciativa de buscar e encontrar, mesmo que apenas uma. Andrews Study Bible.

Na parábola, fica evidente que a ovelha se perdeu por sua própria ignorância e insensatez. Mas, uma vez perdida, parecia completamente impossibilitada de encontrar o caminho de volta. Ela percebia estar perdida, mas não sabia o que fazer. A ovelha perdida representa tanto o pecador individual quanto o mundo que se perdeu (PJ, 190). Esta parábola ensina que Jesus teria morrido mesmo que houvesse apenas um pecador (ver com. de Jo 3:!6), e Ele de fato morreu por um único mundo que pecou. CBASD, vol. 5, p. 899.

Segundo a parábola, a menos que o pastor fosse em busca da ovelha, ela permaneceria perdida. … A eficácia da salvação não consiste em nossa busca por Deus, mas, sim, na busca que Ele faz por nós. Se deixados sozinhos, poderíamos procurá-Lo por toda a eternidade sem sucesso. Qualquer conceito que considere o cristianismo uma mera tentativa humana de encontrar a Deus erra o alvo, ao não perceber que é Deus quem busca o ser humano (ver com. de Jo 3:16; cf Mt 1:21; 2Cr 16:9). CBASD, vol. 5, p. 899.

deserto. Do gr eremos, “deserto” ou “sertão; como adjetivo, o termo significa “ermo”, “desolado” ou “solitário”. A ênfase da palavra é sobre uma região não habitada … uma ruína. CBASD, vol. 5, p. 899.

alegrai-vos comigo. A alegria do pastor era maior que a ada ovelha, por mais agradecida que a pobre criatura estivesse. CBASD, vol. 5, p. 900.

dracma. Salário de um dia de trabalho. Andrews Study Bible.

júbilo … por um pecador. Em contraste com os críticos de Jesus, que rejeitavam aqueles que eles viam como pecadores. Andrews Study Bible.

Os judeus haviam criado uma interpretação falsa da natureza do amor divino. … Os rabinos ensinavam que o pecador deveria se arrepender para que Deus Se dispusesse a amá-lo ou a prestar atenção sobre ele. … Concebiam o Senhor como aquele que derrama afeto e bênçãos sobre quem Lhe obedece e retém as dádivas a que não o faz. Na parábola do filho pródigo (v. 11-32), Jesus procura revelar a verdadeira natureza do caráter de Deus. CBASD, vol. 5, p. 901, 900.

Ou qual é a mulher. A parábola anterior parecia direcionada aos homens ali reunidos. É possível que esta se direcionasse, de maneira especial, às mulheres ouvintes. Com frequência, Jesus usava ilustrações que chamavam a atenção das mulheres em particular (cf. Mt 13:33; Lc 17:35). … Esta parábola enfatiza o valor intrínseco de uma pessoa bem como o fato de que um pecador perdido tem tanto valor aos olhos de Deus que Ele o “procura diligentemente”, a fim de tê-lo de  volta. CBASD, vol. 5, p. 900.

perder uma. A moeda não sabia que estava perdida. CBASD, vol. 5, p. 901.

Alegrai-vos comigo. A alegria partilhada com os outros é intensificada no coração de quem a reparte. Todo aquele que já teve a experiência de encontrar algo de valor que temia ter perdido para sempre consegue entender o júbilo dessa mulher (cf. Rm 12:15). Mas de todas as alegrias que a vida tem para oferecer, nenhuma se compara à de encontrar um pecador perdido e levá-lo a Jesus. CBASD, vol. 5, p. 901.

11 Certo homem. As parábolas da ovelha e da dracma perdida destacam a parte divina na obra da redenção; já a parábola do filho pródigo ressalta o papel humano em aceitar o amor de Deus e agir em harmonia com isso. … Na parábola, o filho mais novo representa os publicanos e pecadores; o mais velho, os escribas e fariseus. CBASD, vol. 5, p. 901.

12 a parte dos bens que me cabe. O mais jovem dos dois filhos herdaria um terço da propriedade; contudo, era um insulto pedir isso enquanto o pai ainda estava vivo. Andrews Study Bible.
… a exigência do jovem foi extremamente inadequada. Fica evidente que o pedido significava falta de confiança do filho no pai e uma rejeição completa e definitiva da autoridade paterna. CBASD, vol. 5, p. 902.
13 reuniu tudo o que tinha. Quer ficar livre das restrições impostas pelo pai, gastando da maneira que bem entende sua porção das riquezas da família. Bíblia de Estudo NVI Vida.
De fato, o pródigo não entendia a si mesmo nem ao pai.O pior é que ele não compreendia nem valorizava o fato de que o pai o amava e de que todas as decisões e exigências se baseavam, no fim das contas, naquilo que era melhor para os filhos. A narrativa deixa claro que o pai era sábio e compreensivo, ao mesmo tempo, justo, misericordioso e, acima de tudo, razoável. Em contrapartida, o jovem inexperiente parecia considerar como direito inquestionável o tirar plena vantagem de todos os privilégios filiais, sem assumir nenhuma responsabilidade. CBASD, vol. 5, p. 901.
uma terra distante. O jovem não se contentou em ficar perto de casa, onde se lembraria, de tempos em tempos, do pai e de seus conselhos. Procurou se livrar de todos os vínculos com seu lar. Portanto. a “terra distante” representa um distanciamento, o esquecimento de Deus. CBASD, vol. 5, p. 902.
dissipou todos os seus bens. Parece que sua consciência estava adormecida e, na “terra distante” do esquecimento dos conselhos e da orientação paterna, nada havia para impedi-lo de fazer tudo o que desejava. Segundo seu conceito de vida, ele estava aproveitando ao máximo. CBASD, vol. 5, p. 902.
vivendo dissolutamente. O gr asotos, “prodigamente”, “dissolutamente” ou “libertinamente”, é um advérbio derivado de a, prefixo negativo e soo ou sozo, “economizar”. CBASD, vol. 5, p. 902.
15 alimentar porcos (NKJV). Trabalhar para um gentio alimentando animais imundos (Lv 11:7) era um dos mais degradantes trabalhos imagináveis para um judeu. Andrews Study Bible.
18 pequei. Um exemplo do arrependimento que Deus deseja (vv 7, 10, 13:2-5). Andrews Study Bible.
contra o Céu. A instrução religiosa que o pródigo recebera na casa do Pai não fora esquecida por completo. CBASD, vol. 5, p. 904.
20 levantando-se, foi. O pródigo agiu sem hesitar. Assim que tomou a decisão, partiu. Na parábola, é o filho quem toma a iniciativa de voltar. Parece ser escolha dele, não o amor do pai, que realiza a reconciliação. … No entanto, … a iniciativa da reconciliação e da salvação é de Deus. CBASD, vol. 5, p. 904.
correndo. Pessoas de respeito não corriam. Aqui, o pai abandona sua dignidade para mostrar seu profundo amor e perdão, mesmo antes que o seu filho fale. Andrews Study Bible.
sandálias. O pai não só atendeu às necessidades do filho, como também o honrou. Ao fazê-lo, deu evidências do amor e da alegria que enchiam seu coração. Por meio dessa parábola, Jesus justificou a aceitação dos pecadores que O rodeavam … e reprovou a atitude crítica dos escribas e fariseus. CBASD, vol. 5, p. 905.
22 O manto, o anel e as sandálias representam o seu retorno ao status elevado e autoridade – acima dos escravos e outros  servos. Andrews Study Bible.
23 novilho cevado. Especialmente cuidado e alimentado com grãos em antecipação de uma futura celebração. Andrews Study Bible.
25 o filho mais velho. Até aqui, Jesus justificou sua atitude amistosa em relação aos”publicanos e pecadores”. … O restante da parábola (v. 25-32) trata da atitude dos fariseus e escribas para com os “pecadores” …, representada pela atitude do irmão mais velho em relação ao mais novo. Essa parte da história deveria servir de repreensão aos hipócritas, cheios de justiça própria, que “murmuravam” sobre a forma de Cristo tratar os excluídos da sociedade (v. 2). CBASD, vol. 5, p. 905.
28 o pai procurava. O pai sentia compaixão também pelo seu filho mais velho, a despeito de sua atitude de ressentimento. Andrews Study Bible.
29 te sirvo. Sua ira evidencia que sua obediência não provinha de amor, mas apenas pelo propósito de obter uma boa recompensa. Andrews Study Bible.
nem um cabrito. Alimento menos caro que um novilho gordo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
30 esse seu filho. O irmão mais velho recusou-se mesmo a reconhecê-lo como irmão, tão intenso era o ódio que sentia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Se o irmão mais velho se arrependeu e recebeu o irmão perdido é deixado para aqueles “irmãos mais velhos”, que escutavam a Jesus, decidirem. Andrews Study Bible.
31 filho. Do gr teknon, “criança” ou “filho”. Neste versículo, o pai não usa a palavra costumeira para “filho”, huios, mas se dirige ao primogênito como o termo mais afetivo teknon. É como se ele dissesse: “meu querido garoto”. CBASD, vol. 5, p. 906.
32 era preciso. A festa não foi dada com base nos méritos; tratava-se apenas de uma expressão da alegria do pai e, desta alegria, também “era preciso” que o irmão mais velho participasse. Esta, diz Jesus, deveria ser a atitude dos escribas e fariseus em relação aos pecadores. … Não se diz que o primogênito tenha mudado sua forma de pensar, nem que o mais novo passara a ter uma conduta honrosa dali em diante. Nada disso era relevante na parábola. Na verdade, ela continuava a ocorrer na vida real e o resultado dependia dos ouvintes (ver PJ, 209). CBASD, vol. 5, p. 907


LUCAS 14 by Jeferson Quimelli
24 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-13/

Comentário devocional:

Jesus curava no Sábado, usando o dia memorial da Criação para mostrar o Seu poder de restaurar homens e mulheres para a saúde e integridade. Se o Sábado é um memorial da Criação, que melhor maneira de comemorá-lo que ajudar outros a experimentar o poder criador e curador de Jesus?

A verdade de que é lícito ajudar homens e mulheres no Sábado é o fundamento da ética do Sábado. Quando submetemos nossas diretrizes de observar o Sábado aos princípios de Jesus, tornando-o um dia para fazer o bem, podemos descobrir que alguma das nossas proibições do que fazer no Sábado, na verdade, limitam boas ações que dão vida. Podemos, por outro lado, descobrir que algumas das nossas práticas sabáticas não têm valor de cura e devem ser feitas em outros dias.

Que a resposta silenciosa de Jesus, “É lícito fazer o bem no Sábado”, libere você a cada Sábado para ministrar o poder de cura de Jesus para outros.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor do Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1233
Comentário original integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/12/29
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados24-03-2018.mp3



LUCAS 14 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
24 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 14 – Na existência do cristão, muitas coisas precisam ser consideradas. Muitos que se dizem fieis (crentes) o são apenas na teoria; na prática, não passam de pagãos disfarçados de cristãos.

Religião, para muitos, é mera ilusão. O engano, muitas vezes, fala mais alto do que a verdade. E, Jesus não quer ninguém iludido, por isso proferiu os ensinamentos desse capítulo:

1. Religiosos egoístas enxergam a Bíblia como lhes convém; os conceitos pré-formados servem para condenar aqueles que agem de forma altruísta diante do que é certo. É mais fácil curar um homem hidrópico do que religiosos míopes (vs. 1-6).

• Note que, para muitos, a santidade do sábado ainda não está clara.
• Existem, atualmente, pessoas que distorcem ou rejeitam o dia sagrado instituído por Deus.
• Muitos preferem ser cegos espirituais.

2. Egoístas e orgulhosos precisam aprender a submissão total ao Deus que oferece gratuitamente a salvação. Não é melhor ser o melhor, estar à frente, nos primeiros lugares; é melhor ser humilde. Não é melhor servir àqueles que retribuirão, mas àqueles que nada têm para recompensar (vs. 7-14).

3. O cristão que não dá prioridade às coisas celestiais revela que Deus não é tão importante quanto professa crer (vs. 15-24).

• Alguém disse que as piores desculpas são as verdadeiras.
• Apesar dos materialistas, negociadores e hedonistas desinteressados de Deus, Cristo manterá Sua grande festa universal. Somos seus convidados; como responderemos?
• Nossas desculpas são indesculpáveis diante do Soberano Juiz do Universo!

4. Após tais advertências, Jesus ensinou sobre o verdadeiro discipulado. Veja os princípios (vs. 25-35):

a) Ninguém deve ocupar o lugar mais importante de nossa vida, a não ser Jesus;
b) Nem a nossa vida deve ser considerada, se quisermos seguir verdadeiramente a Jesus;
c) Tomar a cruz antecede ao ato de seguir a Jesus (tomar a cruz significa morrer para o eu);
d) É preciso avaliar o preço do discipulado a fim de decidir a favor ou contra Cristo;
e) Quem não renuncia tudo quanto tem não pode ser discípulo de Cristo;
f) Sem assimilação na vida do que foi dito anteriormente, o discipulado é uma ilusão tanto quanto sal que não salga.

Hipocrisia é ser pagão parecendo ser cristão. Ser plenamente cristão é o que interessa realmente para Cristo.

Viveremos intensamente o discipulado? – Heber Toth Armí.



LUCAS 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de março de 2018, 0:30
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“Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado” (v.11).


Em qualquer lugar que Jesus fosse, era observado. Suas ações eram tão diferentes das atitudes dos líderes judeus que era praticamente impossível vê-Lo e não ser atraído a Ele. Mas o sábado era o dia em que Seus passos eram minuciosamente observados. Não curava a fim de afrontar os rabinos judeus, mas de ensinar-lhes o verdadeiro sentido da guarda do sétimo dia. O sábado deve ser o ápice do amor a Deus e ao próximo. Não é um dia de severidade e legalismo, mas de bênção e restauração.

Interessante observar como o mundo cristão enfatiza a bênção do casamento ilustrando o primeiro casal do Éden antes do pecado. Ali, Deus celebrou a primeira união entre um homem e uma mulher, e até hoje o casamento é considerado uma instituição estabelecida por Deus. Contudo, que dificuldade é fazer o homem lembrar-se da segunda instituição criada por Deus antes do pecado: o descanso semanal no sétimo dia. É tão difícil, que é o único mandamento do Decálogo em que o Senhor inicia dizendo: “Lembra-te” (Êx 20:8). Ele não precisou dizer: “Lembra-te de honrar teu pai e tua mãe” (Apesar de que hoje em dia deveria ser lembrado mesmo!), nem disse: “Lembra-te de não matar”. Mas Ele disse: Lembra-te do sábado porque é um dia santo. Eu o separei para que você descanse em Mim assim como Eu lhe dei o exemplo após os seis dias da criação do mundo.

Quando Jesus perguntou aos fariseus: “É ou não é lícito curar no sábado?” (v.3), era como se dissesse: Lembrem-se que o sábado é um dia de celebração e não de condenação; que é um dia altruísta e não egoísta (v.5). Jesus não transgrediu o quarto mandamento da Lei de Deus, pois Ele não pecou, já que o pecado “é a transgressão da Lei” (1Jo 3:4). Assim como o Pai descansou no sétimo dia a fim de nos dar exemplo, Jesus também nos deixou exemplo de como este dia santo deve ser um dia dedicado a Deus e a fazer o bem aos nossos semelhantes. Os líderes religiosos haviam transformado este dia em um fardo que nem eles mesmos conseguiam carregar.

Provavelmente, todo o contexto deste capítulo se deu num dia de sábado. E ainda naquele banquete, Jesus reparou “como os convidados escolhiam os primeiros lugares” (v.7). Ou seja, cada um desejava honra maior do que o outro, numa disputa insensata de prestígio pessoal. Estavam diante do Verbo (Jo 1:1), diante dAquele que fez o sábado por causa do homem (Mc 2:27), para que desfrutasse de um dia especial com o seu Criador. No entanto, o que lhes ocupava a mente era a exaltação própria. Enquanto roubavam para si a glória do Senhor, acusavam Jesus de ser um transgressor. Que insanidade!

Meus irmãos, corremos o sério risco de estarmos agindo da mesma forma sem nem nos darmos conta. De pensarmos que em breve estaremos comendo “pão no reino de Deus” (v.15), quando estamos rejeitando hoje o convite do Senhor do reino. Defendemos a guarda do sábado com unhas e dentes, vamos à igreja, vestimos nossa melhor roupa, realizamos um culto impecável e voltamos para casa para dormir (afinal, o sábado é um dia de descanso!), ou oferecemos almoços fartos, ou participamos de longas reuniões que nos fazem chegar ao final do sábado esgotados e precisando de um novo repouso.

De fato, temos vivido, na essência, as bênçãos sabáticas? Temos realmente seguido o exemplo do Senhor do sábado? Enquanto os fariseus observavam quem estava vestido adequadamente para o sábado, se havia a presença de alguém importante do povo, se havia algum “pecador” desobedecendo às suas tradições sabáticas, se o comportamento inadequado do irmão seria levado à comissão, Jesus observava se havia alguém que precisasse de cura, se algum coração afligido pela culpa necessitava de perdão, se a incoerência de alguns precisava ser advertida com brandura, se corações resistentes precisavam ser chamados novamente. Este foi o exemplo que Ele nos deixou. O sábado é um dia de renúncia do eu. É, portanto, a nossa oportunidade de vencer o egoísmo e de aprender de Cristo, para que iniciemos cada nova semana com um coração manso e humilde (Mt 11:29).

Um sábado polido de rituais não impressiona o coração de Deus, mas ao que se humilha indo à Sua presença mesmo que não faça parte da “lista de convidados” para os banquetes desta terra, encontra o olhar do amor, a mão da cura e o convite para o banquete original. Será o sábado como Jesus observou que servirá de sinal profético e prova final para o povo de Deus. E “bem-aventurado” (v.14) serás “se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs” (Is 58:13). Então, “a tua recompensa… tu a receberás na ressurreição dos justos” (v.14).

Feliz sábado, humildes de espírito!

Desafio do dia: Separe um momento de especial comunhão com o seu Criador e peça que o Espírito Santo te use neste dia como instrumento de salvação na vida de alguém.

Rosana Garcia Barros

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