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7 Que tenho eu contigo […]? O desafio à autoridade de Jesus … realmente significava: “Que direito tens Tu de interferir em mim?”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 658.
Rogo-Te por Deus que não me atormentes! O demônio percebeu que seria castigado e usou a linguagem mais contundente que conhecia, embora seu apelo a Deus fosse estranhamente irônico. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Legião. Jesus força o demônio a se desmascarar. Ele não é apenas um, mas muitos. Uma legião romana compunha-se de seis mil homens. Bíblia de Genebra.
Esta foi possivelmente a maior força demoníaca que Jesus encontrou e sobre a qual Ele demonstrou Sua autoridade. Este parece ser o objetivo de Marcos, porque ele concede muito espaço à história … Vemos que Jesus se encontrou com uma legião do exército de Satanás e não apenas demonstrou ter autoridade sobre eles, mas os colocou a correr. E mais, eles admitiram a divindade de Jesus quando disseram que Ele era o “Filho do Deus Altíssimo” (v. 7). Andrews Study Bible.
12 Manda-nos. O objetivo de Satanás era fazer com que o povo da região se voltasse contra o Salvador, dando a impressão de que Ele era responsável pela destruição de suas propriedades. CBASD, vol. 5, p. 559.
15 assentado. Em comparação com o seu violento comportamento anterior e com a recente destruição dos porcos, o homem “assentado, vestido, em perfeito juízo” expressa com eloquência a paz e a restauração vivificante, que provêm do poder de Deus (4.39; 9.26-27). Bíblia de Genebra.
vestido. O princípio conhecido como “a economia do milagre” indica que Deus em geral não opera milagres em que o resultado pode ser conseguido por meios naturais nem faz o que pode ser realizado através do esforço humano. Em harmonia com esse princípio, é improvável que as vestes do homem então usava tivessem sido providenciadas miraculosamente. É mais provável que os discípulos tivessem compartilhado roupas como o homem. CBASD, vol. 5, p. 660.
19 Vai para tua casa. Este homem se torna o primeiro missionário gentio. Bíblia de Genebra.
Anuncia-lhes. Entre gentios pagãos não havia necessidade de se guardar o segredo messiânico. … Todos os elementos da grande comissão missionária encontram-se neste versículo. (cf Mt 28.19ss). Bíblia Shedd.
20 Decápolis. Uma confederação de dez cidades gregas localizadas ao nordeste da Palestina, incluindo, nela, a própria Damasco. Bíblia Shedd.
21 a outra margem. Jesus voltou à margem oeste do lago, talvez a Cafarnaum. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 dirigentes da sinagoga (NVI). O dirigente da sinagoga era um leigo com responsabilidades administrativas, entre as quais zelar pelo patrimônio e supervisar o culto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ainda que fosse um leigo, as responsabilidades de um chefe eram social e religiosamente importantes, incluindo não só a conservação do edifício, mas, também, a condução própria do serviço e a escolha das leituras da Torá. Bíblia de Genebra.
25 uma hemorragia. A condição da mulher era não só fisicamente debilitante, mas também a desqualificava tanto para o casamento (Lv 20.18) quanto para a vida religiosa em geral (Lv 15.25-33). Bíblia de Genebra.
Sua existência era deplorável porque as pessoas em geral a evitavam, visto que quem tivesse o mínimo contato com ela ficaria impuro (Lv 15.25-33). Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 médicos. A mulher que gastou tudo o seu dinheiro inutilmente, é semelhante àqueles que procuram o alívio do pecado por meio de “boas ações” e de obediência a ritos religiosos, em vez de unicamente confiar em Cristo. Bíblia Shedd.
28-29 ficarei bem … curada (NKJV). A mesma palavra grega traduzida por “bem” e “curada” [sozo, cf. 6.13n] pode também ser traduzida por “salva”. Os milagres de cura de Jesus eram terapêuticos tanto física quanto espiritualmente. Andrews Study Bible.
30 poder. Dr dunamis, a palavra mais comum para designar “milagre” (cf 6.2). Bíblia Shedd.
Quem, está no feminino (no gr), indicando, assim, que Jesus na realidade, já sabia que pessoa O tocara. Bíblia Shedd.
32 olhava ao redor. Para uma mulher que tinha sido uma rejeitada social por tantos anos, a cura só se completa quando Jesus a identifica publicamente, elogiando sua fé, declarando a todos que ela está curada (v. 34) e purificada. Bíblia de Genebra.
34 curou. O grego significa literalmente “salvou”. Aqui estão em jogo a cura física (“fique livre do seu sofrimento”) e a salvação espiritual (“Vá em paz”). As duas são muitas vezes vistas juntas em Mc (v. 2.1-12; 3.1-6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 Não temas. O tempo dos verbos significa: “Para de temer, continua crendo…” Bíblia Shedd.
38 pranteavam.Nas culturas do Oriente Médio, prantear era uma expressão habitual de luto e, às vezes, apelava-se para pranteadores profissionais. Bíblia de Genebra.
alvoroço. Mateus menciona os flautistas …, os quais ainda hoje comparecem aos funerais orientais e tocam suas tristes melodias, que eram e ainda são consideradas essenciais. O famoso rabi Judá indicou o dever de um israelita nestas palavras: “Mesmo o homem mais pobre em Israel [para o funeral de sua esposa] deve providenciar no mínimo duas flautas e uma pranteadora” (Mishnah Kethuboth, 4.4, ed. Soncino, Talmude, p. 266). CBASD, vol. 5, p. 664.
39 dorme. Nenhuma comparação é mais apropriada para a morte do que o sono, que muitas vezes significa libertação de cansaço, desapontamento e dor. … A metáfora confortadora em que o “sono” significa “morte” parece ter sido a maneira predileta de Cristo Se referir a essa experiência (ver com. de Jo 11:11-15). A morte é um sono, mas é um sono profundo do qual unicamente o grande doador da vida pode nos despertar, pois somente Ele tem as chaves da morte (ver Ap 1:18; cf Jo 3:16; Rm 6:23). CBASD, vol. 5, p. 664.
A filosofia grega de que quando alguém morre sua alma vai para o céu ou para o inferno e o corpo permanece na sepultura não tem suporte na Escritura. A morte é apenas um sono até que o Doador da vida ressuscite a pessoa toda, como Jesus ressuscitou a filha de Jairo. Andrews Study Bible.
40 riam-se. Do gr. katagelao, “escarnecer”. Foi mais do que um simples riso. Não é de admirar que Jesus os fez sair do quarto antes de despertar a menina do sono da morte. CBASD, vol. 5, p. 664.
mandado sair a todos. Jesus não está interessado num grande espetáculo. Bíblia de Genebra.
41 Talitá Cumi. O aramaico era a língua popular falada na Palestina. Marcos dá a tradução para outros termos aramaicos (3.17; 7.11, 34; 10.46; 14.36), de modo a tornar sua narrativa mais clara para os que não tinham familiaridade com essa língua. Bíblia de Genebra.
Talitá, lit, “cordeirinha”. Bíblia Shedd.
42 a menina se levantou. Este é o único caso de ressurreição relatado nos três evangelhos sinóticos. CBASD, vol. 5, p. 665.
43 não dissessem nada a ninguém. Na vizinhança da Galileia, Jesus muitas vezes advertia as pessoas por ele curadas de não espalharem a história do milagre. Sua grande popularidade junto com a oposição crescente dos líderes religiosos poderia precipitar uma crise antes de se completar o ministério de Jesus (v. 1.44; 5.19; 7.36; 8.26). Bíblia de Estudo NVI Vida.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-4/
Comentário devocional:
Em Marcos 4 encontramos quatro parábolas. Elas ilustram um importante princípio do reino de Deus, que é o crescimento.
Na parábola do semeador a semente que caiu em boa terra “deu fruto, que vingou e cresceu, produzindo a trinta, a sessenta e a cem por um” (versículo 8, ARA), mostrando que mesmo bons corações reagem de modo diferente à Palavra de Deus, produzindo menor ou maior fruto.
A parábola da lâmpada inclui a seguinte observação: “Pois ao que tem se lhe dará…” (Verso 25).
Nas parábolas restantes, da semente e da semente de mostarda, o foco também está no crescimento. A semente que é espalhada cresce em estágios até amadurecer. O reino de Deus é como uma pequena semente de mostarda que “uma vez semeada, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças e deita grandes ramos, a ponto de as aves do céu poderem aninhar-se à sua sombra” (versículo 32).
Estes pensamentos se completam com o reconhecimento da grande necessidade de que aqueles que receberam a Palavra de Deus passem a ser também “trabalhadores para a Sua seara”, pois “a colheita é grande” (Mt 9:37-38). Decidamos ajudar o reino de Deus a crescer utilizando todas as oportunidades de compartilhar o evangelho com os outros.
David Smith
Pastor da Igreja da University Collegedale
Tennessee, EUA
—
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1207
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados26-02-2018.mp3
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MARCOS 4 – Após Jesus mostrar que é de Sua família não quem o é de sangue ou de laços biológicos, mas quem faz a vontade de Deus (capítulo 3), Ele passou a apresentar enfaticamente a importância da Palavra de Deus.
Fica evidente que Jesus anseia que Seus ouvintes sejam realmente de Sua família. No capítulo em questão temos:
1. Uma parábola que ilustra possíveis reações diante da Palavra de Deus (vs. 1-20):
a) Endurecer o coração diante da Palavra;
b) Ser relapso diante da apresentação da Palavra;
c) Estar demasiado atarefado para se comprometer com a Palavra;
d) Ter um coração aberto e ávido para receber a Palavra a tal ponto de produzir muito fruto.
2. Três parábolas que ilustram a importância da Palavra no estabelecimento do reino de Deus (vs. 21-34):
a) A Palavra de Deus tem um poder sobrenatural que ilumina a vida daquele que está nas trevas do mal, da imoralidade e do pecado, ainda o conduz ao reino da luz;
b) A Palavra de Deus tem poder de germinar no coração, crescer e frutificar na vida cotidiana do cristão;
c) A Palavra de Deus pode exercer pouco impacto em alguém, mas o que, inicialmente, é pequeno como semente de mostarda, logo será grande como árvore – devido ao Seu poder.
3. Uma experiência de vida numa tempestade real para evidenciar o tremendo poder e impacto da Palavra divina (vs. 35-41).
Talvez até hoje muitos não saibam “Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem”. Isso porque muitos que alegam seguir a Cristo não permitem que Sua Palavra penetre no âmago do coração a tal ponto de produzir frutos que sejam bom testemunho dEle.
• Muitos crentes dizem seguir a Cristo sem aplicar os princípios de Seu reino à vida diária. Como viver o reino de Deus seguindo práticas vigentes no reino do diabo?
• Como viver o verdadeiro cristianismo sendo absorvido pelo mundanismo, materialismo, secularismo, e até mesmo o ateísmo? (vs. 15-19).
• Como impactar a sociedade se, a luz de Jesus estiver escondida atrás da timidez, das atitudes acanhadas e do testemunho zero? (vs. 21-23).
Sejamos relevantes numa sociedade decadente dedicando tempo para estudar e assimilar os conteúdos da Palavra de Deus! Dediquemo-nos à consagração: “Senhor, reaviva-nos pela Palavra!” – Heber Toth Armí.
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“E sem parábolas não lhes falava: tudo, porém, explicava em particular aos Seus próprios discípulos” (v.34).
O método utilizado por Cristo para ensinar as multidões era baseado principalmente na intenção que possuíam. Ciente de que nem todos estavam realmente interessados na Palavra de Deus, mas somente nos milagres que Ele poderia realizar, Jesus declarou a verdade de forma clara apenas àqueles “que estavam junto dEle” (v.10). Percebem onde podemos encontrar as respostas que precisamos?
Jesus estava sempre cercado por multidões e todos alegavam segui-Lo. Mas ali estavam aqueles que O ouviam e não Lhe davam crédito; os que O ouviam com alegria, porém não tinham fé suficiente em face da angústia e da perseguição; os que O ouviam, contudo o que o mundo oferecia era mais importante do que a Palavra e os que, além de ouvir, replicavam o que ouviam, “frutificando a trinta, a sessenta e a cem por um” (v.20).
A estes últimos, Jesus “explicava em particular” (v.34) os mistérios do reino dos céus e não lhes negava o conhecimento do qual desejavam apropriar-se. A maior alegria e desejo do Salvador seria a de que todos fossem alcançados pela sabedoria de Seus ensinos, mas a realidade era a de um povo que vendo não via e ouvindo não ouvia. Eram cegos e surdos espirituais.
Cada vez em que abrimos as Escrituras, o Espírito Santo nos é enviado a falar e o mesmo apelo é feito: “Atentai no que ouvis” (v.24). Ou seja, preste atenção no que o Espírito Santo deseja lhe falar; não negligencie o estudo da Palavra por coisa alguma, mesmo que seja por algo que você julgue importante. Pois muitos há que pensam que estar no meio da multidão é o suficiente. Não, amados. Jesus não nos chamou para estar entre a multidão, mas a estar “junto dEle” (v.10). Pois é junto de Cristo que encontramos as respostas que precisamos e a bonança em meio ao temporal.
A manifestação da verdade está em permanecer junto dAquele que disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14:6). Em um tempo onde “é chegada a ceifa” (v.29) e onde o “grande temporal” deste século tenta nos destruir, a nossa única segurança está em permanecer na embarcação de Cristo. Experimente estar a sós com Ele, todos os dias, através da comunhão diária. Não abra a Sua Palavra a fim de cumprir um ritual, mas de ouvir a Sua voz. Não ore “de si para si mesmo” (Lc 18:11), mas reconheça a sua necessidade de um Salvador que deseja lhe falar e repreender o mar e os ventos que têm lhe afligido.
Bem junto a Cristo, eis onde encontramos a verdade e a paz real.
Bom dia, achegados a Cristo!
DEZ DIAS DE ORAÇÃO, 5° dia: Oremos para que o Senhor console o nosso coração e que assim possamos também consolar aqueles que sofrem.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Marcos4
#RPSP
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1 entrou num barco. Afastando-se da multidão, Jesus podia, do palco do barquinho, ser ouvido por muito mais gente. Bíblia Shedd.
2 parábolas. Em geral continham continham uma verdade central, e não precisava haver significado em cada detalhe. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Outra … caiu em boa terra … e cresceu, produzindo. Quando interpretando parábolas narrativas, o que é dito por último é usualmente a chave para entender a parábola. É a chamada “tensão final”. A parábola quer dizer que o reino de Deus triunfará extraordinariamente, a despeito de tentativas para deter o seu sucesso. Isto fica claro a partir do contexto do capítulo anterior: primeiro, os oponentes de Jesus estavam observando se Ele iria curar no sábado para que eles O acusassem; depois, eles O acusaram não só de ser insano, mas de estar operando em nome de Satanás; terceiro, mesmo Sua mãe e irmãos tiveram dúvidas. Mas a parábola ensina que o reino de Jesus terá sucesso extraordinário. Uma boa colheita na Palestina seria aquela que rendesse dez vezes mais. Trinta, sessenta e cem vezes mais seria realmente extraordinário. Andrews Study Bible.
9 Quem tem ouvidos. Esta frase é uma chamada para ficar atento. Bíblia de Genebra.
11 mistério. Significa “fechado” ou “escondido” no grego. Popularmente o termo dava nome ao tipo de ritos religiosos místicos. No NT trata da verdade de Deus, outrora oculta, mas agora revelada. Bíblia Shedd.
14-20 O “mistério” da parábola não é o seu ensino moral a respeito da dureza dos corações humanos. O “mistério” está no paradoxo que a vinda do reino de Deus deve ser comparada com uma frágil semente. Bíblia de Genebra.
19 ambições. Do gr. epithumia, “desejo ardente”, “anelo”, “anseio”. Foi “com desejo [gr epithumia]” que Jesus desejou celebrar a última Páscoa com os doze (Lc 22:15). O desejo é errado apenas quando é dirigido às coisas más. Aqui se trata de interesses mundanos, tais como o desejo de riquezas, que torna o “desejo” um mal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 654, 655.
21 candeia. Neste caso, é uma ilustração da verdade revelada nos próprios ensinos de Jesus, especialmente mediante o uso de parábolas. Em Lucas 11:33 a 36 ela ilustra a forma em que os indivíduos percebem e recebem a verdade. CBASD, vol. 5, p. 654.
alqueire. Do gr modios. Uma medida de capacidade para secos, de aproximadamente 9 litros … A “candeia”, o “alqueire” e a “cama” eram peças do mobiliário encontradas em cada casa, tornando assim a ilustração mais vívida. CBASD, vol. 5, p. 654.
velador. Literalmente “suporte de lâmpada”. CBASD, vol. 5, p. 654.
22 nada está oculto … senão para ser revelado. Durante o ministério terreno de Cristo, coisas estão encobertas; mas virá o dia, da ressurreição em diante, quando tudo será revelado (Mt 10.26-27; Lc 12.2-3). Bíblia de Genebra.
24 no que ouvis. Há certas coisas que é melhor o cristão não ver ou ouvir; há outras que é sábio “ouvir”. CBASD, vol. 5, p. 654.
25 ao que tem se lhe dará. Este princípio é ilustrado nas parábolas dos talentos (Mt 25.14-30) e das minas (Lc 19.11-27). Bíblia de Genebra.
26-29 Somente Marcos registra esta parábola [da semente]. Enquanto a parábola do semeador ressalta a importância do solo apropriado para o crescimento da semente e o sucesso da colheita, aqui se ressalta o poder misterioso da própria semente. A mensagem do evangelho tem em si mesma o seu poder. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 dormisse e se levantasse. Tendo plantado a semente, o agricultor se preocupará de outros afazeres. Porém, o processo de crescimento prossegue independentemente de sua presença ou ausência, quer ele durma ou fique acordado. Ele pode cultivar e irrigar a semente enquanto ela cresce até ficar madura, mas não pode fazê-la crescer. CBASD, vol. 5, p. 654.
28 a terra. A planta cresce da terra e a terra contribui para o seu crescimento, mas é a própria planta que produz fruto. CBASD, vol. 5, p. 654.
por si mesma. Do gr authomate, “movida por seu próprio impulso”; de onde se deriva a nossa palavra “automático”. CBASD, vol. 5, p. 654.
29 passa [a foice] (NVI). Do gr. apostello, “enviar”, de onde se origina a palavra “apóstolo”, que significa “enviado” (ver com. de Mc 3:14). Em outra passagem, a obra dos apóstolos é comparada à dos ceifeiros. (Jo 4:35-38). CBASD, vol. 5, p. 654.
30 com que parábola … ? Cristo consulta os Seus ouvintes, por assim dizer,. Sua audiência foi convidada a participar na busca da verdade. CBASD, vol. 5, p. 654.
31-32 semente de mostarda. Assim como a parábola do semeador, esta parábola enfatiza a comparação entre o começo humilde do reino de Jesus e seu extraordinário final. O que faz isto extraordinário não é só o seu crescimento desproporcionalmente grande comparado a início, mas que é suficientemente expansivo para trazer a si não-judeus para fazerem parte do movimento. Andrews Study Bible.
33 muitas parábolas semelhantes. Marcos provavelmente se refere apenas às parábolas pronunciadas nessa ocasião, embora o mesmo também fosse verdade sobre todas as parábolas de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 654, 655.
Marcos faz apenas uma pequena coletânea, selecionada de todo o ensino parabólico de Jesus. O tema principal dessas parábolas é o crescimento da semente, apontando para a tarefa principal de evangelização na igreja. Bíblia Shedd.
segundo o que podiam compreender (ARC). Cristo não falava por parábolas para ocultar a verdade, mas para revelá-la CBASD, vol. 5, p. 655.
34 Não lhes dizia nada sem usar alguma parábola (NVI). Jesus usava parábolas para ilustrar verdades, estimular pensamentos e despertar a percepção espiritual. O povo em geral não estava pronto para perceber a plena verdade do evangelho. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 para o outro lado (NVI). Jesus partiu do território da Galileia a fim de ir até a região dos gadarenos (5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.
outra margem (ARA). Seria a margem leste do mar da Galileia. Bíblia Shedd.
36 outros barcos. Estes estavam lotados de pessoas que ainda seguiam ansiosamente a Jesus (cf. DTN, 334). CBASD, vol. 5, p. 655.
37 grande temporal. O mar da Galileia fica a cerca de 213 m abaixo do nível do mar, tem cerca de 21 km de comprimento por cerca de 13 km de largura. Na sua extremidade meridional [sul], há um vale profundo cercado por rochas escarpadas. O vento, afunilando-se através de colinas que o cercam e através deste vale, pode açoitar o lago, provocando repentinas e violentas tempestades. Bíblia de Genebra.
O ar mais frio do Mediterrâneo desce pelos desfiladeiros estreitos entre as montanhas e é lançado fortemente contra o ar quente e úmido existente por cima do lago. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38 dormindo. Jesus não era imune ao cansaço. Bíblia Shedd.
não Te importa […]? A súplica deles reflete uma impaciência que chegava ao limite do desespero. CBASD, vol. 5, p. 655.
com a cabeça sobre o travesseiro (NVI). O retrato de Jesus exausto e dormindo sobre o travesseiro normalmente guardado embaixo do assento do timoneiro é típico do toque humano que Marcos oferece. Bíblia de Estudo NVI Vida.
39 Acalma-te, emudece! As mesmas palavras pronunciadas por Jesus em 1.25 contra os demônios. Um dia, todo o mal espiritual e material ainda será afastado dos fiéis em Cristo (cf Ap 21.3, 4). Bíblia Shedd.
O ato de acalmar a tempestade parece-se com o seu poder de exorcizar: há a expressão demoníaca de violência (1.26; 5.4, 13), a ordem para a natureza aquietar-se (1.25, nota) e a calma resultante (5.15). Jesus amarra “o valente” (3.23-27) e corrige com Seu poder a criação física. Bíblia de Genebra.
41 Quem é este …? Tendo em vista o que Jesus acabara de fazer, a única resposta a essa pergunta era: Ele é o próprio Filho de Deus! Foi demonstrada a presença de Deus, e não somente o Seu poder (v. Sl 65.7; 107.25-30; Pv 30.4). Marcos dá a sua resposta na primeira linha do seu evangelho (1.1). Por meio de semelhantes milagres, Jesus procurava procurava firmar e aumentar a fé que os discípulos tinham na Sua divindade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-3/
Comentário devocional:
A afirmação de Jesus que Ele era o Filho de Deus O levou à cruz (Mt 26:63-67). Marcos 3 revela a controvérsia que ocorreu no início do ministério de Jesus a respeito de Sua identidade e a fonte de Seu poder para realizar milagres. Lemos nos versos sete a doze que uma grande multidão seguia Jesus por causa dos milagres que Ele havia feito. Quando Ele expulsou os espíritos malignos, estes gritaram: “Tu és o Filho de Deus” (verso 11). Mas Jesus lhes disse para ficarem quietos. Disseminar esta informação prematuramente comprometeria Seu ministério.
Questionamentos a respeito de Sua identidade e poder seguiram Jesus onde quer que fosse. Nos versos 7-10, 20, 21 lemos sobre uma multidão atraída por Jesus que era tão grande que nem Jesus nem os seus discípulos tinham tempo para comer. O frenesi da multidão deixou Jesus vulnerável a acusações de perturbação civil. Para o observador casual, Sua vida parecia fora de controle. Sua própria família comentou: “Está fora de Si” (Mc 3:21 ARA).
Um professor da lei emitiu sua própria teoria: “Ele está possesso de Belzebu! E: É pelo maioral dos demônios que expele os demônios” (verso 22 ARA). Esta acusação inspirou a conhecida resposta de Jesus: “Se uma casa estiver dividida contra si mesma, tal casa não poderá subsistir” (verso 25 ARA).
No final, houve aqueles que decidiram seguir a Jesus, porque estavam convictos de que Ele era o Filho de Deus. E valia a pena segui-Lo e obedecer a Suas palavras não apenas porque Ele realizava milagres, mas porque Ele falava pelo Pai e revelava a vontade de Deus. Esses seguidores de Jesus tornaram-se parte de Sua família. Como Ele declarou: “Qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (verso 35).
Que privilégio o nosso de nos tornarmos parte da família de Jesus, reconhecendo-O como Deus e Salvador e amá-Lo!
David Smith
Pastor da Igreja da University Collegedale
Tennessee, EUA
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1206
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados25-02-2018.mp3
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MARCOS 3 – O evangelho escrito por Marcos é mais curto que os escritos por Mateus, Lucas e João. Ele foi muito seletivo na escolha do que incluir em seu texto. Ele não se preocupou com a cronologia dos eventos da história de Cristo. Ele não escreveu uma biografia.
“Marcos não estava disposto a escrever um relato cronológico das palavras e dos feitos de Jesus na sequência correta, nem a fazer uma descrição completa de sua vida. Ao contrário, seu objetivo era apresentar um esboço fiel da pregação e do ensino de Pedro sobre as boas-novas de Cristo a um público gentio em Roma. Ele utilizou, portanto, o material de ensino e pregação usado por Pedro em Roma, de acordo com as necessidades do público de Pedro” (Victor Babajide Cole).
Marcos aprendeu sobre Jesus dos lábios de Pedro. Seu livro reflete o pensamento de Pedro sobre Cristo. “Assim como o Espírito Santo relembrava a Pedro as palavras e os feitos de Jesus à medida que o apóstolo pregava o evangelho, o mesmo Espírito Santo [inspirou] Marcos, quando este, mais tarde, colocou por escrito o que havia ouvido de Pedro” (Cole).
O que aprendemos do capítulo em pauta?
• O conflito na Galileia continuou. Embora Jesus tivesse silenciado Seus críticos com respostas inteligentíssimas, eles não desistiram de importunar Jesus devido à dureza do coração. Uma visão limitada do sábado emite a opinião de que Jesus cometeu erros, portanto, merecia morrer (vs. 1-6).
• Devido à insistência do conflito, Jesus se retirou da Galileia. Contudo, outras pessoas foram beneficiadas com a presença de Jesus (vs. 7-12).
• Jesus seleciona doze apóstolos para pregar e lhes concede autoridade sobre os demônios (vs. 13-19).
• Os desafios de Jesus não foram nada fáceis. A multidão, muitas vezes, não lhe deixava tempo nem para comer. Os irmãos e mãe de Jesus, incomodados com Ele, saíram para prendê-lO. Os líderes religiosos O acusavam de estar possuído pelo maior dos demônios (vs. 20-33).
• A resposta de Jesus revelou Sua identidade e a identidade de Sua verdadeira família (vs. 34-35). Você se encaixa?
Apesar das dificuldades, Jesus não desistiu de salvar-nos. Por que não perseverar em segui-Lo? Sejamos Seus irmãos e irmãs decidindo a fazer sempre a vontade de Deus revelada na Palavra! Reavivemo-nos entre os indiferentes! – Heber Toth Armí.
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“Mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo não tem perdão para sempre, visto que é réu de pecado eterno” (v.29).
Em cada lugar que entrava, Jesus enfrentava dois grandes desafios: o desespero das multidões e a perseguição dos líderes judeus. O Salvador não buscava para Si benefício algum e mal Lhe sobrava tempo para comer. Mas apesar de Seu altruísmo e santo procedimento, a visão dos que O perseguiam era voltada para o fato de Jesus não levar em consideração as suas absurdas tradições. Alegando agir em nome de Deus, eles promoviam suas regras arbitrárias desprovidas de qualquer demonstração de compaixão ou de interesse pelo bem do “transgressor”. Em outras palavras, suas convicções eram inegociáveis.
Ocupado em favor da qualidade de vida e salvação do povo, Jesus curava as feridas do corpo e da alma. Eram tantas as mazelas apresentadas diante de Cristo, que, por vezes, Ele precisava Se retirar em “um barquinho” (v.9). Percebam, no entanto, o real interesse da multidão: “sabendo quantas coisas Jesus fazia, veio ter com Ele” (v.8.). O texto não diz que eles buscaram a Jesus por causa de Suas palavras e nem por acreditarem que Ele era o Filho de Deus, mas pelo que Ele poderia lhes oferecer. Por um lado, é compreensível a atitude deles diante da oportunidade única de ter a sua condição física completamente restaurada. Por outro lado, porém, a maioria deles ficou apenas na cura física, deixando escapar o privilégio da cura espiritual.
A escolha dos doze apóstolos iniciou uma fase de especial interesse para o Mestre. Aqueles homens receberam instruções suficientes que, postas em prática, fariam deles os primeiros replicadores do ministério de Cristo. E para isso, não somente as curas e milagres, mas as palavras e atitudes de Jesus frente às investidas dos escribas e fariseus deveriam ser suficientes para que percebessem a incoerência daqueles que dantes admiravam como exemplo de conduta santa e irrepreensível. Os próprios “parentes de Jesus” (v.21) não aceitavam o Seu ministério e, como os rabinos judeus, fecharam seus corações para recebê-Lo.
Creio que a maior das acusações feitas contra Cristo foi declarada pelos escribas: “Ele está possesso de Belzebu” (v.22). Mas, ainda assim, não foi isso que levou Jesus a concluir o que seja o pecado contra o Espírito Santo. Este pecado é eterno em suas consequências, não por ser imperdoável, mas por não poder ser perdoado. Porque o pecado contra o Espírito Santo não é uma iniquidade que esteja acima do perdão divino, mas que está fora de seu alcance. Trata-se da rejeição absoluta do perdão de Deus, devido a ausência de arrependimento e endurecimento do coração a ponto de atribuir a Satanás, a obra que é realizada pelo Espírito Santo. Por exemplo: Judas, ao perceber o mal que havia feito, sentiu remorso, mas não se arrependeu, cometendo o pecado contra o Espírito Santo.
O cuidado do Salvador para com as multidões doentes e Suas palavras de sabedoria frente à perseguição dos líderes de Seu povo, tudo o que fazia, tinha a finalidade de perdoar e de salvar. Mas a incompreensão e a dureza de coração impediu a muitos de gozarem da geração mais privilegiada de todos os tempos. Hoje, eu creio, do profundo do meu coração, que fazemos parte da geração que verá o Filho de Deus vindo com as nuvens do céu. E assim como Ele chamou os discípulos para serem Seus primeiros seguidores, Ele está nos chamando para fazer parte de Seu último exército de verdadeiros adoradores. Se nossas intenções não estiverem voltadas para o que Ele pode nos oferecer, mas pelo que Ele é, certamente não rejeitaremos a voz do Seu Espírito. E se não rejeitamos a voz do Espírito, fazendo a vontade de Deus, logo, somos da família de Cristo (v.35).
Que o Espírito Santo tenha constante acesso ao nosso coração para que estejamos sempre atentos à Sua voz a nos indicar a direção certa: “Este é o caminho, andai por ele” (Is 30:21).
Feliz semana, família de Jesus!
DEZ DIAS DE ORAÇÃO, 4° dia: Oremos por uma vida de mais comunhão e intimidade com Deus.
Rosana Garcia Barros
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