Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 11- COMENTÁRIO PASTOR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
5 de fevereiro de 2018, 0:51
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MATEUS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 11 – Tudo neste mundo conspira contra nossa alegria. O pecado é a nossa ruína e a maior desgraça que acometeu à nossa raça. Seus efeitos alcançaram nossa mente, percepção e visão da realidade.

Por isso, dedicamos nosso tempo em coisas erradas, tentando alcançar resultados positivos – o que é impossível.

O capítulo em questão nos revela que:

1. Diante de incertezas e dúvidas, procure Jesus e Sua Palavra, solicitando humildemente que Ele te esclareça as coisas que inquietam teu coração: Jesus surpreendeu os discípulos de João Batista com Suas respostas; e, elogiou, na ausência deles, ao último dos profetas que anunciou Sua primeira vinda (vs. 1-15). Jesus extrapola nossas expectativas.

2. Diante dos enviados de Deus, críticos e julgadores sempre chegam a conclusões equivocadas: Os críticos de plantão analisaram João Batista e o rejeitaram por causa de sua austeridade, alegando ser ele enviado do diabo; observaram a Jesus pelos padrões de sua limitada visão e, concluíram que deveriam recusá-lO por Sua empatia exagerada em relação ao pecador (vs. 16-19). O pecado cega, embrutece e bloqueia a percepção humana.

3. Diante das cidades impenitentes, que ignoram o evangelho, Jesus revela a sentença do juízo final: Censuras, mas não críticas; reprovação, mas não acusação; é assim que Jesus lida com Corazim, Betsaida, Tiro e Cafarnaum, deixando uma advertência a cada cidade do mundo que rejeita o Salvador (vs. 20-24).

4. Diante de um mundo condenado e desgraçado, Jesus oferece graça aos humildes: Não são os contemplados com intelecto privilegiado que apreende às singelas verdades espirituais, mas aqueles que, com coração simples e humilde, atenta para os mistérios revelados por Deus (vs. 25-27).

5. Diante da insatisfação, canseira, estresse, insatisfação, enfado das coisas e prazeres mundanos, Jesus misericordiosamente convida: Ele apela dizendo que aprendamos a ser mansos e humildes de coração para que alcancemos descanso para o coração (vs. 28-30).

Com Cristo, dúvidas transformam-se em certezas; pequenos tornam-se grandes; e, condenação resulta em absolvição. Junto a Cristo tudo é diferente, Ele acaba com a vida entediante. Não há como ter vida melhor que o estilo de vida prescrito por Cristo.

Você quer ter paz e alegria? Eis os passos para uma radical mudança de vida.

Rejeitar Jesus implica em rejeitar a vida. Em Cristo podermos reavivar-nos, revigorarmo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 11 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
5 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (v.28).


Com um ministério singular, João Batista anunciava as boas-novas de salvação preparando os corações para receber o Messias. Sua vida era uma inspiração para seus discípulos, que acompanharam a sua jornada e testemunharam o vibrante pregador. Não havia assunto mais sublime e importante para ele do que o de anunciar a chegada do Cristo prometido. Seu entusiasmo e ousadia andavam em harmonia com sua fé e convicção. Mas, quando “no cárcere” (v.2), algo inquietou o seu coração. Mesmo após ter anunciado Jesus como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29), e ter presenciado em Seu batismo a manifestação do Céu confirmando a Sua missão, inquietou-se por saber se era Ele mesmo o tão esperado Redentor da humanidade.
 
A resposta de Jesus foi a confirmação de outra profecia messiânica. A Sua vida era sinônimo de cura e de salvação (v.5). “E bem-aventurado é aquele que não achar em Mim [Jesus] motivo de tropeço” (v.6). Então, Ele dá testemunho de João chamando-o de “muito mais que profeta” (v.9), o “Elias que estava para vir” (v.14). Sabemos que o profeta Elias foi um dos maiores profetas de Israel, cuja missão foi a de restaurar a verdadeira adoração ao único e verdadeiro Deus. E as profecias apontam para “Elias” posteriores que antecederiam tanto a primeira quanto a segunda vinda de Jesus. Isto não significa que seriam o próprio Elias, mas atalaias de uma mesma mensagem: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap 14:7).
 
Da mesma forma que João teve o seu momento de questionamento, ansioso por saber se a sua pregação havia alcançado o seu pleno objetivo, os mensageiros da bendita esperança dos últimos dias também têm passado por momentos onde a dúvida se apodera mesmo diante do fato inquestionável de que as profecias finais estão se cumprindo. Notem que “João ouviu… falar das obras de Cristo” (v.2). Ou seja, o testemunho de Jesus o alcançou mesmo na prisão e, ainda assim, pensou: “Será Ele mesmo o Messias?” Em momento algum João perdeu a sua fé ou culpou a Deus por estar naquela situação, mas a sua sincera busca lhe tornou em uma resposta que certamente foi um lavar regenerador, um estribilho da melodia celeste que fez seu coração descansar mesmo diante da morte.
 
Esta é a verdadeira paz de Cristo. Tomar o “reino dos céus… por esforço” (v.12) não se trata de usar minhas próprias forças para alcançar a salvação, mas de apoderar-me da força que há em Deus. É perseverar na fé ainda que as circunstâncias não me sejam favoráveis. João Batista recebeu uma missão e a cumpriu com louvor, mesmo sob ameaças e perseguições. Mas as injustiças cometidas contra a sua vida e ministério não calam o fato de que “a sabedoria é justificada por suas obras” (v.19). É certo que nós somos justificados pela fé em Cristo, mas as obras têm o papel fundamental de atestar a nossa fé. Elas não são e nunca serão a causa, mas devem ser a consequência: “Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (Ec 12:13).
 
Fomos chamados por Deus para desempenharmos a mesma obra de Elias e de João Batista, a de anunciar o evangelho eterno ao mundo, convocando todos a adorar ao único e verdadeiro Deus. Assim como as cidades impenitentes citadas por Jesus, hoje, há inúmeras cidades, regiões, países que precisam entender que “está próximo o reino dos céus” (Mt 10:7). E o Senhor tem revelado Sua sabedoria e instrução “aos pequeninos” (v.25), aos que têm Lhe confiado o coração e atendido ao Seu chamado de amor: “Vinde a Mim” (v.28). Ele não diz “Vinde a Mim vós que sois perfeitos e sábios”, mas chama os que sentem que suas forças acabaram e que não conseguirão dar nem um passo a mais.
 
Imagino que João deve ter sentido medo naquele lugar cujos algozes “brincavam” constantemente com suas emoções. A apresentação do evangelho do reino aos “cansados e sobrecarregados” (v.28) através da vida de Cristo foi para ele o perfeito alívio. E esta é a mesma obra que Jesus deseja realizar em nossa vida: Retirar nossos fardos e colocar sobre nós a leveza e a suavidade resultantes de um amor que jamais nos abandona. Temos uma grande e sagrada obra e a responsabilidade de proclamá-la é séria e em caráter de urgência. Que possamos aceitar o Seu terno convite e, cada dia, esforçarmo-nos em aprender dEle as características que nos tornam Seus “verdadeiros adoradores” (Jo 4:23).
 
Bom dia, verdadeiros adoradores do Deus vivo!
 
Rosana Garcia Barros
 
#PrimeiroDeus
#Mateus11
#RPSP


Mateus 11 – comentários selecionados by Jeferson Quimelli
5 de fevereiro de 2018, 0:20
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1 tendo acabado Jesus. Deve-se notar que Mateus 11:1 pertence à narrativa de 9:36 a 10:42, e não à do cap. 11. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 399.

2 no cárcere. João Batista estava encarcerado em Maqueros, fortaleza inóspita nas proximidades do mar Morto. Bíblia Shedd.

3 És Tu AquEle que estava para vir? Herodes aprisionara João Batista porque este o havia repreendido publicamente por ter se casado com a esposa de seu irmão, Filipe (14:3-5). Na prisão João começou a duvidar se Jesus era realmente o Messias, especialmente do tipo de Messias do qual Mal 3 falava, ou que ele mesmo predizia (3:10-12) – aquEle cuja missão seria julgamento de fogo. Andrews Study Bible.

João quis certificar-se, antes de morrer, de que Jesus era realmente o Messias. … Aliás, Jesus e João evitaram usar a palavra “Messias” que os próprios ouvintes poderiam interpretar como a declaração da vinda do libertador militar nacionalista. Bíblia Shedd.

4-6 Ide e anunciai a João. Jesus altera o entendimento tradicional de qual seria a missão do Messias nesta resposta à mensagem de João:Em vez de um Messias político que traria julgamento aos inimigos dos judeus e quebraria o jugo do imperialismo romano, Jesus é o Messias que tem conhecimento das necessidades sociais, espirituais e pessoais. Ele cura, Ele ressuscita e proclama boas novas ao pobre. Mateus deseja demonstrara que a missão de Jesus era mais ampla do que outorgar uma nova lei e mais do que morrer na cruz. Andrews Study Bible.

7 um caniço. As canas cresciam em abundância no vale do Jordão, onde se realizou a maior parte do ministério de João. … Certamente João não poderia ser comparado às canas, pois seu caráter não era débil e vacilante. CBASD, vol. 5, p. 400.

9 Um profeta é simplesmente alguém que transmite uma mensagem de Deus. CBASD, vol. 5, p. 400.

Muito mais que um profeta. A ele [João] foi dada a tarefa mais importante de todos os tempos: apresentar o Messias ao mundo. CBASD, vol. 5, p. 400.

11 o menor do reinos dos céus é maior do que ele. Qualquer crente seria maior do que João, pois veria a culminação de Cristo, participando nos Seus benefícios. Bíblia Shedd.

… no privilégio de se relacionar com o próprio Cristo. CBASD, vol. 5, p. 401.

12 dias de João. Isto é, o tempo em que Batista proclamou a vinda do Messias e o reino messiânico, provavelmente desde a primavera de 27 d.C., até a primavera de 29 d.C. CBASD, vol. 5, p. 401.

até agora. Isto é, desde o tempo do aprisionamento de João, na primavera de 29 d.C. ao outono do mesmo ano. CBASD, vol. 5, p. 401.

é tomado por esforço. Alguns entendem que significa que as multidões lutavam com zelo para seguir Jesus; outros que o reino da graça divina (ver com. de Mt 3:2) sofria violência no sentido de que muitos que seguiam João e Jesus o faziam com pouco ou nenhum entendimento real da verdadeira natureza do reino. CBASD, vol. 5, p. 401.

13 os Profetas e a Lei. A totalidade do AT profetizava a vinda do reino. Bíblia de Estudo NVI Vida.

profetizaram até João. …todos os profetas do AT esperaram pela época de João e falaram do Messias que viria. (1Pe 1:10, 11). Portanto, é possível dizer que o ofício profético da época do AT teve seu clímax em João. CBASD, vol. 5, p. 401.

16 esta geração. “Esta geração” tinha recebido privilégios muito maiores do que todas as do AT. Mas, apesar dessas oportunidades sem precedentes, bem poucos tiveram “ouvidos” para ouvir …, para perceber o verdadeiro significado da missão de João Batista e da de Jesus. … João Batista serviu de ponte entre o AT e o NT (ver DTN, 220). O AT foi concluído com uma profecia de que ele viria (ver com. de Ml 3:1; 4:5, 6) e o NT se inicia com um registro do cumprimento dessa profecia (ver Mt 3:1-3; Mc 1:1-3). CBASD, vol. 5, p. 402.

17 tocamos flauta. Como num casamento. Cantamos um lamento. Como num enterro. … Os judeus eram como crianças que se recusavam a corresponder em qualquer dessas ocasiões. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O problema não era se eles gostavam do lamento ou dança. Eles simplesmente não queriam fazer o que os outros pediam. A aplicação dessa metáfora é óbvia. As crianças que não se agradavam de nada representavam os escribas e fariseus que criticavam tanto João quanto Jesus. CBASD, vol. 5, p. 403.

18 tem demônio! … desculpa para não aceitar a mensagem de arrependimento e vida nova. CBASD, vol. 5, p. 403.

20 increpar. Gr oneidisein, lit “lançar em rosto” ou “repreender”. Bíblia Shedd.

21 Corazim … Betsaida … Cafarnaum. Três cidades localizadas na banda noroeste do mar da Galileia sobre as quais pouco sabemos, a não ser que rejeitaram a mensagem de Cristo, precedendo, em sua rejeição, à dos judeus. Bíblia Shedd.

22, 24 menos rigor. Deus julgará os seres humanos mediante as oportunidades que tiveram. CBASD, vol. 5, p. 404.

Não que Sodoma fosse menos pecadora do que as cidades mencionadas: apenas não teve as mesmas oportunidades que estas. Bíblia Shedd.

23 inferno. Do gr. hades, … heb she’ol, “sepultura”, como em Oseias 13:14, em que she’ol, “túmulo”, é um paralelo poético de maweth, “morte”. CBASD, vol. 5, p. 404.

25 graças Te dou. Jesus dava graças pela misericórdia, em revelar as verdades eternas aos simples. Jesus não condena ao intelecto, mas, sim, ao orgulho intelectual. Sem humildade, o evangelho não tem acesso ao coração.Bíblia Shedd.

sábios e instruídos. Seriam os doutores da Lei e os escribas que orgulhavam-se do seu profundo estudo e conhecimento do AT, mas que não foram capazes de reconhecer Quem era Jesus. Bíblia Shedd.

…é evidente que os “sábios e instruídos”, os líderes de Israel, tiveram mais oportunidades de entender a Jesus do que qualquer um de seus compatriotas. … Porém, os líderes de Israel escolheram rejeitar a luz que o Céu lhes dera (ver Os 4:6; DTN, 30). Deus não foi parcial. CBASD, vol. 5, p. 405.

28 cansados. Cristo não está se referindo a trabalho físico, mas de alma e mente, que resulta em cansaço por preocupações e pesar. Esse convite tinha um significado especial para a multidão ouvinte, pois a religião de Israel tinha se corrompido até se tornar numa tentativa trabalhosa e sem sentido de se encontrar salvação pelas obras. CBASD, vol. 5, p. 406.

29 jugo. Um pedaço de madeira rígida colocada no pescoço de uma besta de carga (usualmente um boi). Era conectado a um veículo usado para carregar cargas pesadas. Andrews Study Bible.

O propósito de um jugo não era tornar mais pesadas as cargas para o animal que as levava, e sim mais leves; não mais difícil, e sim mais fácil de carregar. … O “jugo” de Cristo é nada mais do que a vontade de Deus resumida na lei de Deus e enaltecida no Sermão do Monte (ver Is 42:21; DTN, 329; ver com. de Mt 5:17, 22). A figura que Cristo empregou não era desconhecida de Seus ouvintes, pois os rabis também se referiam à Torah (ver com. de Dt 31:9) como um “jugo”, não no sentido de ser um fardo, mas como uma disciplina, um modo de vida ao qual as pessoas deviam se submeter. CBASD, vol. 5, p. 407.



MATEUS 10 by Jeferson Quimelli
4 de fevereiro de 2018, 1:00
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Leia primeiro, em espírito de oração, o texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-10/

Os discípulos de Jesus experimentaram algo semelhante a uma alta montanha-russa. Espiritualmente eles estavam se movendo cada vez mais alto. Jesus lhes confiou poderes especiais para curar os enfermos, tornar limpos os leprosos, ressuscitar os mortos e expulsar demônios (Mat. 10:8). Mas então, de repente, eles ouviram Jesus dizer que as coisas não iriam permanecer assim. A perseguição viria – bateriam neles, seriam expulsos das sinagogas e até mesmo seus parentes iriam persegui-los (Mat. 10:16).

Quando falamos hoje sobre cristianismo, temos a tendência de diminuir a importância de seguir a Jesus. Costumamos falar das bênçãos que a vida cristã pode trazer, incluindo a recompensa final dos céus. Mas a mensagem de Jesus é diferente. Ele disse que a vida cristã não é apenas um passeio bonito e alegre, mas também envolve dor e sofrimento. Nós podemos ser odiados e perseguidos, mas isso é o que significa, por vezes, carregar a cruz e seguir Jesus (Mat. 10:38).

Mas por que os cristãos estão dispostos a sofrer por amor de Jesus? A resposta é o nosso amor por Ele. Os verdadeiros seguidores de Jesus O amam acima de qualquer outra coisa ou pessoa em todo o mundo (Mat. 10:37). Porque Ele nos amou primeiro (1Jo 4:19).

Oleg Kostyuk
Hope Channel Program Host


Texto original:

https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/10 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1185

Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/11

Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli

Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados04-02-2018.mp3

Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



MATEUS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 10 – O desleixo com o evangelho verdadeiro, a mornidão espiritual dos membros da igreja, a duplicidade de vida e de caráter, a indiferença a Deus e ao próximo, e o namoro com o pecado, levam mais pessoas renderem-se aos pés do diabo do que a entrega aberta a pecados.

Qualquer prioridade ou qualquer outra escolha que interfira entre você e Deus te “levará à rejeição por parte de Jesus, [e causará] a perda da vida eterna” (David S. Dockery).

• Permitirás Deus ser prioridade em tua vida?

Após convocar oficialmente Seus discípulos à missão evangelística (vs. 1-4), Jesus dividiu Seu sermão em duas partes:

1. Requisitos para a evangelização: Os enviados por Cristo, a) devem sair em dupla, b) viajar sem fardos e sem impedimentos, c) depender da hospitalidade de pessoas cheias de bondade, d) não ater-se ou distrair-se com quem despreza o verdadeiro evangelho, e, f) delimitar a esfera de ação (vs. 5-16).

2. Os resultados da evangelização: Os enviados de Jesus 1) enfrentariam rejeição por parte de religiosos e não-religiosos, familiares e autoridades políticas; por isso, 2) deveriam ter atitudes corretas frente às dificuldades: Temer a Deus, não as pessoas (vs. 17-31).

Curiosidades:

• Primeira: O texto contraria a crença da maioria dos religiosos de que a alma não morre (v. 28).
• Segunda: O melhor e mais fiel dos cristãos enfrentam tribulação, embora Deus cuida, protege e preserva àquele que Lhe pertence (vs. 29-33).
• Terceiro: Cruz não significa dificuldade, mas morte; ou seja, quem não morrer plenamente para o EU não pertencerá a DEUS (vs. 34-39).

Observe que, apesar das dificuldades, as recompensas compensam aos que aceitam tornarem-se seguidores de Jesus e colocarem Deus acima de tudo, inclusive da família, e, receberem, hospitaleiramente, outros servos de Cristo (vs. 32-42).

Agora reflita:

• Que tipo de evangelho você conhece?
• Que evangelho foi pregado a você?
• Como é apresentado o evangelho em tua igreja?
• Você pensa que pratica ou realmente pratica o evangelho?
• Você tem certeza que vive o evangelho bíblico?
• O evangelho que você abraçou não está corrompido ou foi adulterado?

Nem todo evangelho pregado no mundo pode ser considerado verdadeiro pela Bíblia. É tempo dos verdadeiros servos de Deus levantar a voz e proclamar com intrepidez o que Jesus realmente disse e fez.

“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.



MATEUS 10 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by Jeferson Quimelli
4 de fevereiro de 2018, 0:44
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#RPSP #PrimeiroDeus



MATEUS 10, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Sereis odiados de todos por causa do Meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será salvo” (v.22).

O discurso de Jesus neste capítulo é um verdadeiro choque de realidade para Seus discípulos. Formado o Seu pequeno grupo especial, Cristo tomou o cuidado de adverti-los quanto a sua missão e as dificuldades que envolveriam a mesma. O público alvo do discipulado seria “as ovelhas perdidas da casa de Israel” (v.6), o que não era uma tarefa nada fácil, dada a incredulidade do povo quanto ao ministério messiânico de seu Mestre. Jesus expôs algumas características que devem compor a vida de Seus seguidores:

  1. Devem manter o foco (v.5-6);
  2. Pregar “que está próximo o reino dos céus” (v.7);
  3. Viver o amor prático (v.8);
  4. Depender de Deus mediante uma vida altruísta: “de graça recebestes, de graça dai” (v.8);
  5. Ter uma vida simples (v.9), mas com dignidade (v.9);
  6. Ser corteses (v.12);
  7. Ser prudentes (v.14 e 16);
  8. Ser cuidadosos (v.17);
  9. Confiar na ação e provisão divina (v.19);
  10. brir mão da própria vida por amor a Cristo (v.39).

Diante de um mundo secularizado e individualista, provavelmente, vivemos em uma das piores épocas de se viver o discipulado. Apesar do direito fundamental quanto a liberdade de crença ainda poder ser proclamado e defendido, parece que quanto mais liberdade temos, mais nos acomodamos em nossas confortáveis igrejas, pregando um evangelho que na realidade não vivemos. O evangelho prático conforme os métodos e instruções de Cristo requer renúncia. E perante a sociedade, inclusive a religiosa, uma vida de abnegação não combina com o estereótipo da prosperidade criado por tradições humanas. Cristo não disse que os Seus seguidores viverão de esmolas, e sim que “digno é o trabalhador do seu alimento” (v.10). Mas Ele também não prometeu riquezas ou prestígio, pelo contrário, nos advertiu acerca das dificuldades e perseguições. Ele prometeu sim, recompensas eternas, “tesouros no Céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam” (Mt 6:20).

A nossa missão é estar constantemente aprendendo na escola de Cristo e, mediante a ação do Espírito Santo, falaremos e viveremos conforme a Sua guia. Não temos o que temer diante dos que desejam o nosso mal, pois eles podem até resumir a nossa jornada nesta terra, mas não podem nos tirar a vida eterna em Cristo Jesus. A nossa família deve sempre ser o nosso primeiro público alvo na pregação do evangelho, mas Jesus também nos advertiu que nem sempre seremos bem-vindos, inclusive pelos da nossa “própria casa” (v.36).

Uma coisa é certa: Jesus lançou por terra a teologia barata de que a vida de Seus seguidores são só flores. Contudo, também deixou bem claro de que Ele tem cuidado de nós (v.31). Aquele que amou até à morte uma humanidade ingrata e imerecedora, espera que, de igual forma, possamos viver o maior dos dons: o amor. Amor a Deus e amor ao próximo é o que deve reger a nossa vida e nos impulsionar a almejar seguir os passos de Jesus (1Pe 2:21). Em um tempo profético onde o amor de quase todos está esfriando (Mt 24:12), perseverança é o segredo da vitória final. Onde o ódio impera, aquele que perseverar no amor certamente manifestará “plena luz” (v.27) e “será salvo” (v.22).

“Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). Assim como um filho que ama a seus pais tem prazer em obedecê-los, aquele que ama a Deus Lhe obedece e busca viver o amor. Um verdadeiro discípulo de Cristo não é aquele que se esforça por mostrar que suas obras O testificam, mas aquele cuja vida escondida em Cristo manifesta o Seu caráter. Que o Espírito Santo derrame em nosso coração o amor de Deus (Rm 5:5) e faça de nós verdadeiros discípulos:

“Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13:35).

Bom dia, discípulos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Mateus10 #RPSP



Mateus 10 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
4 de fevereiro de 2018, 0:20
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2 apóstolos. Esta é a única vez que Mateus chama os discípulos de “apóstolos”. A palavra significa “enviados” e, portanto, se ajusta ao contexto deste discurso. Andrews Study Bible.

4 Zelote. O fato de Jesus ter chamado um zelote (que apoiavam a violência que Jesus condenou no Sermão do Monte) e Mateus, o cobrador de impostos (a nêmesis [objeto de ira e vingança] dos zelotes), demonstra a graça e abertura de Jesus e Seu desejo de construir a comunidade cristã unificada. Andrews Study Bible.

5 rumo aos gentios. Ou, “o caminho dos gentios”, isto é, qualquer estrada que conduzisse a uma comunidade na qual predominassem gentios. Por exemplo, os doze não poderiam visitar nenhuma das cidades de Decápolis, onde a maior parte da população era gentílica. É provável que o motivo dessa restrição fosse que Jesus não quisesse fazer nada que suscitasse desnecessariamente o preconceito contra Ele enquanto houvesse oportunidade de trabalhar pelos judeus. Além disso, os próprios discípulos não estavam preparados para trabalhar pelos vizinhos gentios e o preconceito que compartilhavam com todos os judeus contra os gentios, sem dúvida, teria efetivamente frustrado seus esforços, ainda que de maneira involuntária. Essa proibição não foi feita aos setenta quando foram enviados cerca de um ano depois; pelo contrário, eles começaram sua obra entre os samaritanos (ver DTN, 488). Naquele tempo, a situação tinha mudado. O próprio Jesus, que fora rejeitado na Galiléia, trabalhou em favor dos samaritanos e gentios; além disso, instruiu os discípulos a fazerem o mesmo (ver Mt 28:19, 20; At 1:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 391.

samaritanos. Raça de sangue misto, resultante dos casamentos mistos entre os israelitas deixados para trás, quando o povo do Reino do Norte foi exilado, e os gentios trazidos para o país pelos assírios (2Rs 17.24). Havia acrimoniosa hostilidade entre os judeus e os samaritanos nos dias de Jesus (v. Jo 4.9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

9-11 Estes versículos ensinam o servo de Cristo a tomar uma atitude de fé com a obra missionária, aceitando as condições de vida que Cristo e a comunidade dos fiéis lhe ofereceram. Bíblia Shedd.

12 saúdam-na. A saudação dos judeus era shalom, “paz”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 sacudi o pó. Os judeus, sob o domínio romano, desenvolveram um costume de afastar, de maneira mais dramática e completa, qualquer contato com os não-judeus, considerando o próprio pó de seus pés imundo como a putrefação da morte. Bíblia Shedd.

… como ato ato simbólico quando saíssem daquele lugar ritualmente impuro. Aqui Jesus instrui Seus discípulos a fazerem o mesmo com as cidades e povoados judeus que recusassem recebê-los ou ouvir a sua mensagem. Andrews Study Bible.

16 prudentes como as serpentes. Devem ser capazes de enxergar através das astúcias dos ímpios, sem praticar eles mesmos esses ardis. Porém, há certos traços característicos da serpente que não devem imitar, assim como algumas características da ovelha. CBASD, vol. 5, p. 393.

19 não se preocupem quanto ao que dizer. Não deve ser usado por pregadores como desculpa para a falta de preparo dos sermões! V. Lc 21.14, 15. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 fugi. Jesus deixa claro neste verso que o martírio não deve ser buscado. Fuja da perseguição! Andrews Study Bible.

Não há virtude em sofrer perseguição como um meio de se obter mérito nos livros do Céu. CBASD, vol. 5, p. 394.

28 alma. Aqui Jesus está usando o termo “alma” significando “vida eterna”: Não tema aquele que pode lhe tirar da vida presente (corpo), mas tema Aquele que lhe pode tirar a vida eterna (alma). Andrews Study Bible.

32-36 O capítulo inteiro, e este trecho especialmente, projeta uma nota de urgência na mensagem de Cristo, mostrando que é exclusiva na sua situação e no seu propósito, e que é dogmática quanto ao caráter único e insubstituível da pessoa de Cristo. O cristianismo moderno, como tem sido superficial, está longe de arcar com as exigências desta mensagem. Bíblia Shedd.

34 não penseis. Jesus desfaz a opinião errônea que alguns dos discípulos aparentemente tinham de que a mensagem que levariam seria somente de paz. Eles não deviam se surpreender, no seu trabalho de casa em casa …, se surgissem diferenças como resultado de seu ministério. CBASD, vol. 5, p. 396.

não vim trazer paz. “Paz” no sentido de comodismo, ócio e ausência de lutas, Jesus não trará, enquanto o mundo não estiver em comunhão com Deus. Bíblia Shedd.

O evangelho às vezes provoca conflito por causa das profundas diferenças e desavenças que surgem entre aqueles que o aceitam e aqueles que não o aceitam. Andrews Study Bible.

38 toma a sua cruz. O criminoso romano carregava a sua cruz para o lugar de execução. O crente salvo por Cristo carrega consigo a mesma cruz: a renúncia de si mesmo para servir unicamente a Cristo, mesmo até à morte (Gl 2:20). Bíblia Shedd.

Tomar a cruz de Cristo e seguir após Ele significa sofrer sem reclamação ou arrependimento a censura de amigos e parentes e suportar a reprovação das pessoas com paciência e humildade. CBASD, vol. 5, p. 397.

42 der a beber. Talvez usado como ilustração do menor serviço que se pode fazer a alguém. Com certeza, era mínimo, mas muitas vezes, o mais importante e necessário nas terras bíblicas, onde a água sempre foi escassa. CBASD, vol. 5, p. 397.



Mateus 9 by Jobson Santos
3 de fevereiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-9/

Comentário devocional:

Jesus se misturava com os pecadores. Ele era um amigo de ladrões, prostitutas, bêbados, e coletores de impostos. Na verdade, ele frequentemente era visto festejando com eles. Professores  da lei piedosos do primeiro século consideravam essas ações ultrajantes.

A fim de ajudar as pessoas a entenderem o seu modo de proceder, Jesus conta então uma parábola: “Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha… Nem se põe vinho novo em odres velhos… Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam” (Mateus 9:16-17).

Aqui Jesus está apresentando dois pontos. Em primeiro lugar, cortando um pedaço de tecido de uma grande nova peça e costurando-o em um pano velho, você não vai ajudar o velho e ainda irá danificar a peça nova. E em segundo lugar, ao colocar vinho novo em odres velhos o vinho vai estourar os odres e o bom vinho se perderá.

Quando você aceitar todos os ensinos de Jesus, inevitavelmente começará a viver uma nova vida. Você experimentará uma mudança em seus antigos padrões de pensamento e toda a sua vida terá um novo significado.

Oleg Kostyuk
Host of Cross Connection
Hope Channel

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/3  ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1184  
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/10   
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados03-02-2018.mp3   
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/