Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 15 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by Jeferson Quimelli
9 de fevereiro de 2018, 0:45
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#RPSP #PrimeiroDeus



MATEUS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de fevereiro de 2018, 0:40
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MATEUS 15 – Mensagens fortes afastam aos egoístas, mas convertem aos humildes. Se você tem coragem, continue lendo!
Embora Jesus intentasse em alcançar os perdidos judeus, eles rejeitaram o único que poderia salvá-los.
“Por isso, Mateus 15.1-16.12 mostra Jesus voltando-se dos judeus para os gentios, entre os quais teve melhor acolhida. Em 15.1-20, Jesus não tinha saído de Israel em termos geográficos, mas com certeza o fizera em termos ideológicos […]. Em 15.21-28 Jesus sai da Galileia e vai para a Siro-Fenícia (região de Tiro e Sidom), onde encontrara uma mulher que Mateus deliberadamente chama de cananeia – um rótulo que devia recordar os horrores causados pelos antigos inimigos de Israel. Essa mulher admite estar num plano secundário na história da salvação […]. De modo ainda mais impressionante ele repetiu o milagre dos pães e dos peixes, dessa vez para quatro mil homens gentios e suas famílias (15.29-39)” (Craig Blomberg).
• Jesus respeita quem O rejeita, e procura quem O aceita!
“Em contraste com a zombaria dos judeus, esses gentios ‘glorificaram o Deus de Israel’, particularmente quando Jesus opera novamente uma série de milagres” (Blomberg).
Do capítulo em análise destacam-se preciosas lições:
• Hipócritas elaboram regras sobre as diretrizes divinas, então, acham defeitos onde não existem; valorizam mais o aspecto externo da religião do que o interno; além disso, suas críticas e implicâncias revelam que eles se sentem superiores até de Cristo.
• Jesus mostra que toda manipulação humana da Palavra de Deus macula a verdadeira religião. Legalismo e liberalismo revelam tal constatação.
• Tem pessoas e denominações dando mais crédito a dogmas e leis eclesiásticas do que à Palavra de Deus. As tradições humanas parecem mais atraentes que os ensinamentos divinos, a isso Jesus reprova.
• A religião aprovada pelo Céu começa no interior e se expande no exterior; precisamos entregar nosso coração inteiro, que parece um poço de pecados, ao senhorio absoluto do Senhor para que a adoração seja genuína, não hipócrita.
• Os promotores de falsas doutrinas devem ser rejeitados – assim como Jesus os rejeitou –, por mais que os mestres pareçam sábios e tenham status religiosos na sociedade.
• Quando a verdade celestial é rejeitada, devemos pedir a direção de Deus e tomar outro rumo, onde encontraremos pessoas receptivas.
• Finalmente, que não sejamos nós os resistentes à verdade.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


MATEUS 15, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (v.8).


Assistindo a um vídeo de um canal cristão (Camelo na Agulha), de uma forma bem humorada ele apresenta a triste realidade de um grupo de pessoas o qual denominou de “ministério da crítica”. São aqueles cuja atenção está sempre voltada para criticar a atitude alheia. Jesus deparava-Se constantemente com este “ministério”. Ao comerem sem antes lavar as mãos várias vezes, conforme “a tradição dos anciãos” (v.2), os discípulos foram acusados de transgressão. A réplica de Jesus não foi uma devolução na mesma moeda, mas uma advertência quanto ao que os escribas e fariseus julgavam como prioridade.

Enquanto criticavam o comer sem lavar as mãos, transgrediam o quinto mandamento da Lei de Deus (Êx 20:12). A prática da tradição denominada “Corbã” (uma espécie de oferta especial) foi condenada por Jesus pelo fato de tal tradição ser colocada acima da Palavra de Deus (v.6). Muitos daqueles líderes religiosos negligenciavam o cuidado para com seus pais idosos, com o discurso: “É oferta ao Senhor aquilo que poderias aproveitar de mim” (v.5). E o que o nosso irmão chamou de “ministério da crítica”, Jesus chamou de “ministério da hipocrisia”.

Será que o nosso cristianismo tem sido, de fato, a prática do puro Evangelho? Ou temos vivido um evangelho à moda de Hitler, visando criar uma “raça” de “santos” hipócritas, condenando todos os demais como miseráveis hereges de “raça” inferior? Somos portadores de verdades eternas, e diante de tamanha responsabilidade, a nossa maior obra e urgente necessidade é a da comunhão com Deus. Adquirir conhecimento da Palavra sem conhecer a Deus torna-se hipocrisia. Mas buscar conhecer a Deus através de um relacionamento diário com Ele, examinando as Escrituras e através de uma vida de oração, é vida eterna (Jo 17:3).

O relato sobre o pedido da mulher siro-fenícia é uma prova de que Deus tem uma igreja invisível espalhada pelos quatro cantos da Terra e que, no devido tempo, assim como foi com Noé e sua família, ouvirá o Seu último chamado. Multidões têm clamado: “Senhor, socorre-me!” (v.25). Percebam que enquanto os discípulos não pediram para que Jesus desse atenção àquela mulher, Ele permaneceu calado. E que Ele estava sentado quando as multidões levaram os enfermos “e os largaram” aos Seus pés (v.30). Este detalhe nos revela o que Cristo esperava de Seus discípulos e o que Ele espera de cada um de nós, hoje. Que sejamos veículos de Deus encaminhando as pessoas até Ele.

Não lhe parte o coração pensar que milhares de pessoas estão sofrendo hoje sem saber que direção tomar? Estão famintas de Deus, mas não sabem como saciar sua fome. Jesus está nos dizendo, agora mesmo: “Tenho compaixão desta gente” (v.32). E o que faremos? Diremos, como os discípulos que foram testemunhas oculares da primeira multiplicação, que não temos como alimentar as multidões (v.33)? Ou simplesmente confiaremos que Jesus usará o pouco que temos para a glória de Deus?

Amados, eu passei muitos anos considerando que o meu cristianismo era verdadeiro quando eu nem conhecia a Jesus. Mas quando Ele me encontrou e eu passei a experimentá-Lo em minha vida todos os dias, eu posso afirmar que não há maior alegria do que esta. Da zona de conforto, fui levada ao deserto, que se não fosse Jesus a me dizer constantemente: “Filha, Eu já venci por você. A Minha graça te basta!”, eu não teria suportado. Ellen White diz que “as ações formam hábitos, os hábitos formam o caráter, e pelo caráter é decidido nosso destino para este tempo e para a eternidade” (Parábolas de Jesus, p. 356).

Precisamos formar o hábito da comunhão diária. Jesus anda e senta perto de nós, mas Ele jamais invadirá o território de nosso livre arbítrio. Quando compreendermos que como povo do advento o nosso primeiro serviço deve ser a renúncia do eu e a devoção diária a Deus, então o Espírito Santo será derramado com poder jamais visto e ser-nos-á dado “pão” suficiente para alimentar o mundo.

A escolha é nossa: “ministério da crítica” ou ministério de Cristo?

Bom dia, discípulos do ministério de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
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MATEUS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de fevereiro de 2018, 0:20
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1 Escribas e fariseus chegaram de Jerusalém para reforçar o rol dos inimigos de Jesus, que já estavam se consolidando, como foi o caso dos fariseus com os herodianos (Mc 3.6). Mais tarde, até os saduceus, tradicionais rivais dos fariseus, seriam acrescentados. Bíblia Shedd.

tradição dos anciãos. Após o exílio babilônico, os judeus, numa tentativa de observar perfeitamente a Torah (para que a experiência do exílio não se repetisse), começaram a desenvolver meticulosas regras e regulamentos que eram expansões das 613 leis encontradas nos livros de Moisés. Foram transmitidos oralmente de geração em geração até aproximadamente  ano 200 d.C., quando foram escritas em um livro chamado MishnahAndrews Study Bible.

não lavam as mãos. Esta não era uma questão sobre higiene pessoal, mas sobre pureza ritual e cerimonial. O propósito de lavar as mãos era remover a contaminação trazida aos piedosos judeus pelo contato com pessoas ou coisas cerimonialmente impuras. Os criadores destas tradições se baseavam em Êx 30:17-21, onde Deus ordenava que os sacerdotes lavassem suas mãos e pés antes de entrarem no tabernáculo. Isto foi expandido para a vida do dia-a-dia. Andrews Study Bible.

4-6 Se alguém queria livrar-se da responsabilidade de cuidar de seus pais em idade avançada, era só fazer a falsa declaração de que seus bens pertenciam ao templo, de que era korban (que significa “oferenda”). Seus bens seriam registrados em nome do templo até a morte de seus pais, quando então se passaria a “combinar” algo com os escribas, no intuito de reavê-los. Parece que para o gozo de tais benefícios legais não era necessário grande oferta. Talvez alguns dos que assim faziam estivessem presentes na hora. Bíblia Shedd.

invalidastes a Palavra de Deus. Devemos estar sempre atentos para os métodos que se usam para invalidar a Palavra: 1) Esquecimento; 2) Reinterpretação; 3) Racionalização; 4) Ignorância; e 5) Simples desobediência. Bíblia Shedd.

11 contamina. Ao dizer que não é o que entra em uma pessoa que a contamina, Jesus não está tornando todas as comidas permissíveis ou saudáveis. … Jesus inverteu o foco dos mestres da lei: eles estavam obcecados com o exterior, enquanto Jesus enfatizava as ações morais e internas.Para Ele, o pecado estava enraizado dentro do ser – o coração. Andrews Study Bible.

21 Partindo Jesus dali. O incidente seguinte provavelmente aconteceu no fim da primavera de 30 d.C., possivelmente no mês de maio. Com a alimentação dos 5 mil e o sermão sobre o Pão da Vida, na sinagoga de Cafarnaum (ver com. de Jo 6:1, 25), o ministério de Jesus atingiu seu clímax. A maré da popularidade começou a se voltar contra Jesus, como havia acontecido no ano anterior na Judeia (DTN, 393), e a maioria dos que se consideravam Seus seguidores O rejeitaram (ver com. de Jo 6:60-66). Isso ocorreu poucos dias antes da Páscoa desse ano, da qual Jesus não participou (ver com. de Mc 7:1). A terceira jornada pela Galileia alarmou muito os líderes judeus … Após a Páscoa, uma delegação de Jerusalém confrontou Jesus com a acusação de que Ele estava transgredindo as exigências religiosas (Mc 7:1-23). Mas Ele os silenciou revelando sua hipocrisia, e eles foram embora encolerizados … A atitude e as ameaças deles deixaram claro que Sua vida estava em perigo… Assim, em harmonia com o conselho que já havia dado aos discípulos, Ele Se retirou da Galileia por um tempo …, como havia feito na Judeia no ano anterior, quando foi rejeitado pelos líderes de lá. Essa retirada para o norte marca o início de um novo período no ministério de Cristo e o fim de Seu ministério na Galileia, ao qual ele dedicou cerca de um ano, aproximadamente da Páscoa de 29 d.C. à de 30 d.C. Isso foi menos de um ano antes de Sua morte. … Claramente, no entanto, essa visita não foi uma viagem missionária no sentido que tiveram as três jornadas pela Galileia, pois, ali chegando, Jesus procurou Se manter incógnito (Mc 7:24). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 440.

22 uma mulher cananeia. Os fenícios pertenciam a uma antiga etnia cananeia. CBASD, vol. 5, p. 441.

26 cachorrinhos. Gr kunarion, um diminutivo afetuoso, empregado para os cachorrinhos de estimação, “de colo”. … Devia ter sido, para Jesus, um grande alívio testemunhar uma fé tão grande, e ao mesmo tempo singela e humilde, em pleno funcionamento, depois de tantas lutas com fariseus que, a despeito de sua fidelidade à letra da Lei, pouco ou nada sabiam da verdadeira comunhão com Deus em espírito e em verdade. Bíblia Shedd.

O contexto indica que estão em vista os animais de estimação, e não os de rua. A expressão não é equivalente ao insulto comum “cão gentio”. Bíblia de Genebra.

Jesus queria ressaltar que o evangelho devia ser primeiro oferecido aos judeus. A mulher compreendeu o que Jesus dera a entender e se dispôs a aceitar “migalhas”. Jesus recompensou-lhe a fé. Bíblia Shedd.

27 Sim, Senhor. Por trás da aparente indiferença de Jesus ao apelo sincero da mulher …, ela aparentemente detectou a terna compaixão de Seu grande coração de amor. CBASD, vol. 5, p. 442.

30 Esta lista de doentes pende para o lado das grandes incapacidades físicas, as quais oferecem base para não apoiar a teoria das “curas psicológicas”. Bíblia Shedd.

32 três dias. As pessoas tinham levado comida para pelo menos um dia, até dois, pois Jesus não teve preocupação até o terceiro dia. CBASD, vol. 5, p. 443.



MATEUS 14 by Jeferson Quimelli
8 de fevereiro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-14/

Comentário devocional:

Imediatamente após a decapitação de João, Jesus procurou por um lugar para ficar sozinho. Ele se sentiu muito triste por seu primo. No entanto, uma multidão afluiu para o planejado lugar de descanso. Jesus manifestou compaixão para com todos, especialmente com os antigos seguidores de João. Ele, então, começa a curá-los de suas doenças; os alimenta espiritual e fisicamente. Em meio a Sua tristeza e dor pessoal, Jesus atende às necessidades do povo. Jesus sabia que João estaria com Ele novamente algum dia, porque a dor e a morte nunca foram parte do plano de Deus.

O clímax deste capítulo é a figura de Jesus caminhando sobre as águas em direção aos discípulos. Eles estão com medo, e questionam aquilo que eles estão vendo. Eles não reconhecem Jesus e especulam – em sua ignorância – se é um “fantasma”, talvez até mesmo o de João Batista. Mas Jesus se faz conhecido para eles. Eles agora estão cheios de paz e reverência.

Você pode ter certeza de que, quando Jesus fala conosco, Ele não nos deixará confusos, cheios de questionamentos. Ele nos dá conforto e paz. E no sofrimento que experimentamos e a perda temporária que enfrentamos, Ele é a nossa ESPERANÇA.

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/14 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1189
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/15
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados08-02-2018.mp3
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



MATEUS 14 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de fevereiro de 2018, 0:55
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MATEUS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 14 – O pecado continuado silencia a consciência e abre as portas para a imoralidade descarada. E, ainda pior que isso, é desprezar, maltratar e até matar quem se levanta para denunciar  tais atos perversos. Assim agiram Herodes e sua família.

Leia Mateus 14, depois debruce nesta reflexão:

“Depois da morte de Herodes, o Grande, a Palestina foi dividida entre seus filhos […]. Herodias era filha de Aristóbulo, outro filho de Herodes, o Grande; desse modo, ao unir-se com Filipe, ela estava se casando com o próprio irmão de seu pai. O que precipitou a prisão de João Batista foi o fato de que Herodes Antipas (outro tio de Herodias) convenceu Herodias a deixar seu marido (irmão dele) para se casar com ele (Mc 6.17) configurando assim um incesto, bem como uma violação de Lv 18.16. João irou-se com o fato de que um governador de Israel pudesse cometer um pecado como esse de maneira tão aberta e, assim, repreendeu Herodes de modo severo (v. 4). Por causa disso, foi preso e, mais tarde, morto (Mc 6.14-29)” (John MacArthur).

“Salomé, filha de Herodias e Filipe. De acordo com o historiador judeu Josefo, ela se casou com outro filho de Herodes, o Grande (o irmão de seu pai e tio de sua mãe), entrelaçando ainda mais a teia de incesto nessa família” (MacArthur).

Observe estes pontos:

• Denunciou? Complicou-se! Quem denuncia imoralidade, impiedade e promiscuidade corre sério risco de sofrer humilhações, prisões e até martírio; consequentemente, muitos pregadores agradam seu público não pregando a verdade como ela é realmente na Bíblia (vs. 1-14).

• Apesar dos atos miraculosos, misericordiosos e amorosos de Cristo, muitos O odeiam e O rejeitam por causa da Sua aversão ao pecado. Jesus alimentou uma multidão (vs. 15-24) e acalmou um agitado mar (vs. 22-36); contudo, em breve enfrentaria situações bem piores que a de João Batista.

• Na história mundial “ninguém sabe ao certo quantos deram sua vida pelo evangelho. O que se sabe é que, por gerações, cristãos foram torturados, perseguidos, esquartejados, queimados, mortos à espada e jogados aos leões… Ao ouvi-los, a multidão enfurecida acusava-os de heresia”. Pela falta de cristãos como João Batista, “hoje, Jesus é uma logomarca. Um discurso, qualquer emblema. Há todo tipo de Cristo para agradar a clientela. Basta escolher” (Douglas Reis).

Hoje, faltam-nos Joões Batistas!

Caiamos de joelhos, clamemos: “Senhor, reaviva-nos. Dá-nos poder espiritual” – Heber Toth Armí.



MATEUS 14, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de fevereiro de 2018, 0:30
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“Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!” (v.30).


Temendo a reação do povo, Herodes mantinha João Batista na prisão, a contragosto de Herodias, que desejava a morte daquele que expunha o seu pecado. Ao atalaia da verdade foi incumbido preparar os corações para receber o Messias, quer sua mensagem fosse aceita, quer não. E com coragem e santa ousadia, advertia a Herodes de seu pecado com Herodias: “Não te é lícito possuí-la” (v.4), cumprindo com fidelidade a sua missão: “Mas, se avisares o perverso, e ele não se converter de sua maldade e do seu caminho perverso, ele morrerá na sua iniquidade, mas tu salvaste a tua alma” (Ez 3:19). Apesar da forma trágica com que João foi morto, a sua morte foi para a vida (Ap 2:10). Mas, ao decretar a morte de João Batista, Herodes e Herodias decretaram a própria morte, e esta eterna.

A notícia da morte de João fez o coração humano de Cristo sangrar, a ponto de desejar passar o luto em lugar deserto. Entretanto, assim como as multidões se dirigiam ao deserto a fim de ouvir a mensagem de João, muito mais anelavam estar na presença dAquele a quem o profeta anunciara. A compaixão foi maior do que a dor da perda e a cada enfermo curado, Seu coração era confortado. “Ao cair da tarde” (v.15), porém, uma preocupação se instalou no coração dos discípulos: Não havia comida. Então, ao irem a Jesus pensando estar levando a solução, Ele lançou sobre eles a responsabilidade de saciar a fome de “cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças” (v.21). A partir dali, eles presenciariam uma das maiores lições de confiança no poder de Deus.

Apenas “cinco pães e dois peixes” (v.17) era o que tinham em mãos. Mas ao entregar aquele pequeno lanche nas mãos do Mantenedor, o pouco se tornou em abundância. Notem que Jesus não entregou o alimento às multidões, mas aos discípulos para que estes o compartilhassem. Após todos estarem satisfeitos, sobraram doze cestos cheios. Maravilhadas com aquele milagre, as multidões começaram a segui-Lo não pelo que Ele era, mas pelo que Ele poderia lhes oferecer (Jo 6:26). E, diante da revelação de Cristo: “Eu sou o Pão da Vida” (Jo 6:48), escandalizaram-se e “O abandonaram e já não andavam com Ele” (Jo 6:66). Assim como daquela multiplicação sobraram doze cestos cheios, apenas os doze discípulos permaneceram com Jesus (Jo 6:67). E a eles foi dado o privilégio de viver inúmeras experiências lado a lado com o Salvador do mundo. Por Seu exemplo de íntima comunhão com o Pai (v.23), Jesus lhes ensinava as mais ricas lições espirituais.

Não é nada atrativa a ideia de que a vida cristã requer renúncia e privações, mas igrejas ficam superlotadas quando ali oferecem o que é aprazível às grandes massas. O grande problema que se tem instalado no meio cristão é justamente este, o de transformar o lugar de adoração em lugar de atração. Assim como aquelas multidões não estavam mais indo a Cristo pelo motivo certo, milhares têm seguido pelo mesmo caminho. Mas, ao perceberem que a vida cristã não é aquilo que desejam, abandonam a Jesus com a mesma rapidez com que decidiram segui-Lo. Não aceitam “toda a verdade” (Jo 16:16), fazendo da Bíblia apenas um livro de autoajuda e não o “Assim diz o Senhor”. Agostinho de Hipona sintetizou esta triste realidade em uma frase: “Se você acredita apenas nas partes que você gosta do Evangelho, e rejeita o que não gosta, não é no Evangelho que você acredita, mas em si mesmo”.

Assim como Jesus foi ao encontro dos discípulos para socorrê-los alta madrugada (entre três e seis horas da manhã) (v.25), “começando de madrugada” (Jr 7:13), Ele vem ao nosso encontro para nos dizer: “Tende bom ânimo! Sou Eu. Não temais!” (v.27), e nos convida a andar com Ele por sobre o mar das aflições. E mesmo que a nossa falta de fé nos faça submergir, Ele está pronto a atender ao nosso grito de socorro: “Salva-me, Senhor!” (v.30). Cristo não nos prometeu uma vida só de alegrias neste mundo, mas prometeu estar sempre por perto para nos estender a mão e nos conduzir à Sua embarcação em segurança.

Que o nosso cristianismo não seja baseado no que Deus pode nos oferecer, mas no amor pelo Deus que deu o melhor do Céu para nos salvar. Que a nossa adoração a Cristo seja um constante testemunho a declarar: “Verdadeiramente és Filho de Deus!” (v.23).

Bom dia, seguidores de Jesus Cristo!

Rosana Garcia Barros

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MATEUS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de fevereiro de 2018, 0:20
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tetrarca Herodes. Tetrarca, gr tetrarques, significa “quem rege uma quarta parte”. [A Palestina havia sido dividida em quatro partes, e ele havia recebido duas delas: Galileia e Pereia.]. Bíblia Shedd.

Herodes Antipas era o filho de Herodes o Grande, que ordenou a matança dos bebês de Belém (2:16). … Foi Herodes Antipas que escutou o caso contra Jesus antes de Sua crucifixão (Lc 23.6-12). Andrews Study Bible.

a fama de Jesus. Depois das maravilhosas viagens de Jesus pela Galileia, surgiram muitas ideias a respeito dEle, cf. 16.13-14. A consciência supersticiosa e culpada de Herodes apontava logo para a teoria de que Jesus seria João Batista ressurreto. Bíblia Shedd.

3 O cárcere da fortaleza de Maquero, perto do mar Morto, era bem visível, se olhado do magnífico palácio de Herodes Antipas. Duas masmorras escuras, fortes e profundas podem ser vistas até hoje. Ali ficara o profeta, que ministrara ao ar livre, durante um ano inteiro. Bíblia Shedd.

Herodes … mulher de Filipe, seu irmão. A genealogia de Herodes é confusa, com múltiplos casamentos, casamentos de parentes próximos e uso de nomes semelhantes. Bíblia de Genebra.

4 O caso envolve certas complicações de divórcio e incesto. Herodias era descendente de Herodes, o Grande, e esposa de Herodes Filipe [seu tio], de quem se divorciou para casar com Herodes Antipas [irmão de Herodes Filipe], seu [outro] tio . Este, para a receber como esposa, divorciou-se de sua esposa anterior que era filha de Aretas, rei da Arábia, da porção então chamada Nabateia. Bíblia Shedd.

Herodes Antipas, quando hospedado no lar desse casal [Herodes Filipe e Herodias], persuadiu Herodias a abandonar o marido e ser esposa dele. O casamento com a esposa do irmão, enquanto o irmão ainda vivia, era proibido pela lei mosaica (Lv 18.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Herodias buscou vingança pedindo a cabeça de João Batista. Andrews Study Bible.

a filha de Herodias. Filha de um casamento anterior ao de seu casamento com Herodes Filipe. Segundo Josefo, o nome da filha era Salomé e ela, posteriormente, se casou com outro filho de Herodes, o Grande: Felipe, tetrarca de Itureia e Traconites (Lc 3.1). Bíblia de Genebra.

Nessa ocasião, Salomé era jovem em idade de casar. Sua dança era sem dúvida lasciva, e a apresentação agradou tanto a Herodes quanto aos seus convidados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

prato. Tratava-se de uma travessa de madeira em que eram servidas as carnes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 ouvindo isto. Parece que Jesus recebeu a notícia da morte de João no final da terceira viagem pela Galileia, ao retornar de Cafarnaum. Mateus se refere a isso como uma das razões que fizeram Jesus ir para o outro lado do lago (ver com. de Mc 6:30). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 434, 435.

13, 14 Jesus, ao atravessar o mar da Galileia, indo de Cafarnaum a Betsaida Júlia deixava os territórios de Herodes Antipas, e entrava numa parte deserta do território de Felipe. Bíblia Shedd.

15-21 Do mesmo modo como Deus providenciou maná no deserto para Israel, assim Jesus providenciou pão para o povo, numa região remota. Bíblia de Genebra.

…é o único milagre registrado em todos os quatro Evangelhos. É, portanto, o mais importante milagre que Jesus realizou. Ele recorda o milagre do maná que alimentou os israelitas no lugar ermo [de wilderness, não desert], o milagre de Elias e o óleo da viúva (2Rs 4:1-7), e a alimentação dos 100 homens de Elias com pães de centeio e alguns recém colhidos grãos (2Rs 4:42-44). Também antecipava a Santa Ceia. … O milagre também antecipa o grande banquete escatológico no fim dos tempos – um banquete amplamente mencionado nos escritos apocalípticos tanto judeus como cristãos. O milagre também demonstrou o ministério holístico de Jesus que reconhecia as necessidades físicas e econômicas de Seu povo. Andrews Study Bible.

17 Os pães e peixes eram o lanche de um único menino (Jo 6.9). Bíblia Shedd.

21 sem contar mulheres e crianças. Somente Mateus registra esse pormenor. Estava escrevendo aos judeus, que não permitiam que mulheres e crianças comessem junto com os homens em público. Por isso, estavam em lugar separado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 insistiu com (NVI. ARA: compeliu). A palavra grega empregada aqui é enfática. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Do gr. anagkazo, “compelir” ou “obrigar” (ver com. de Lc. 14:23). Essa foi a primeira vez em que Jesus achou necessário falar aos discípulos com tal autoridade e força (DTN, 378). As palavras eutheos, “imediatamente” e  anagkazo “compelir”, indicam tanto pressa e urgência da parte de jesus, quanto hesitação e relutância da parte dos discípulos. A razão para essa relutância está clara em João 6:15 [“Sabendo, pois, Jesus que estavam para vir com o intuito de arrebatá-Lo para O proclamarem rei, retirou-Se novamente, sozinho, para o monte”] (ver DTN, 377, 378; ver com. Mc 6:42). Convencida de que Jesus era o Messias prometido ou o Libertador de Israel, a multidão estava inclinada a coroá-Lo rei ali mesmo. Percebendo o sentimento da multidão, os discípulos tomaram a iniciativa e estiveram a ponto de proclamá-Lo rei de Israel. Judas foi o primeiro dos doze a perceber a importância do sentimento popular e foi ele quem iniciou o projeto de coroar a Cristo como rei (DTN, 718). Essa ação precipitada teria feito concluir prematuramente a missão terrena de Cristo. Foi necessária uma ação imediata e decisiva da parte de Jesus a fim de apaziguar o sentimento popular do povo e controlar os discípulos. CBASD, vol. 5, p. 435.

Decerto era para escudar os discípulos de serem arrebatados pela tentação de querer ver a Jesus como Rei (Jo 6.15). Bíblia Shedd.

23 a fim de orar. Nos montes, Jesus passou várias horas (ver DTN, 379), contudo, não perdeu de vista os discípulos no lago (ver DTN, 381). Nessa ocasião, Sua oração teve um propósito duplo: primeiramente por Si mesmo, para que soubesse como tornar claro o verdadeiro propósito de Sua missão ao povo; e, em segundo lugar, por Seus discípulos, devido á prova e desilusão pela qual passariam.  CBASD, vol. 5, p. 435.
orar sozinho. O segredo de como se pode ser guiado mais efetivamente por Deus do que pelos exemplos e pensamentos dos homens. Bíblia Shedd.

Lá estava Ele só. Não no sentido físico, apenas. Jesus estava “só” também no sentido de que nem os discípulos O compreendiam. No silêncio dos montes e sob o céu estrelado, Jesus teve comunhão com o Pai (ver com. de Mc 1:35).  CBASD, vol. 5, p. 436.

24 a muitos estádios da terra. Os discípulos tinham remado entre 25 a 30 estádios (Jo 6:19), de quatro a cinco quilômetros quando Jesus os alcançou. Em circunstâncias normais, teriam percorrido esta distância em mais ou menos uma hora, mas nessa ocasião levaram aproximadamente oito horas … Isto é uma evidência do forte vento que eles encontraram enquanto cruzavam o lago.  CBASD, vol. 5, p. 436.

o vento era contrário. Se os discípulos tivessem cruzado o lago quando Jesus lhes disse para irem, talvez tivessem escapado da tempestade. Mas sua obstinação fez com que demorassem para partir, até que fosse quase noite (ver DTN, 379, 380). Cerca de oito horas depois … estavam lutando pela vida. Judas tinha encabeçado o projeto de tornar Cristo rei à força e, sem dúvida, se ressentiu mais que os outros com a ordem de embarcarem para o outro lado antes do Mestre… À medida que os discípulos, em obediência a Cristo, saíam para cruzar o lago, sentimentos de humilhação, desapontamento, ressentimento e impaciência lhes perturbavam o coração. Pode-se dizer que a hesitação na praia produziu a descrença. O vento era contrário assim como o coração deles; mas, pela providência divina, o mar tempestuoso se tornou o meio de acalmar a tempestade interior. CBASD, vol. 5, p. 436

25 alta madrugada (NVI). Das 3 às 6 horas (quarta vigília [cf. ARA]). Segundo o cálculo romano, a noite era dividia em quatro vigílias: 1) das 18 às 21 horas, 2) das 21 horas à meia noite, 3) da meia-noite às 3 horas e 4) das 3 às 6 horas (v. nota em Mc 13.35 [onde Jesus cita as quatro vigílias quando o “dono da casa” irá voltar]). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Entre três e seis horas da manhã. A primeira processava-se das 18 às 21 h; a segunda das 21 às 24; e a terceira ia até às 3. Bíblia Shedd.

Os romanos tinham quatro vigílias noturnas. … Os judeus tinham três vigílias noturnas. … Eram horas aproximadas porque mecanismos de medida do tempo ainda não eram comuns no mundo antigo. Andrews Study Bible.

foi Jesus ter com eles. Por toda a noite, Ele não os perdeu de vista, e Jesus foi ter com eles apenas quando desistiram de lutar e clamaram por socorro. CBASD, vol. 5, p. 436

26 aterrados. É provável que a crença em fantasmas fosse comum (ver Josefo, Guerra dos Judeus, i30.7 [599]). Ao que parece, a superstição popular não tinha sido apagada por completo da mente dos discípulos. CBASD, vol. 5, p. 436.

é um fantasma! Do gr. phantasma, “uma aparição”. Um phantasma era algo que não podia ser explicado com base no fenômeno natural. CBASD, vol. 5, p. 436.

28 respondendo-Lhe Pedro. Pedro era responsável pelo negócio de pesca no qual pelo menos quatro dos discípulos estavam envolvidos antes de se tornarem seguidores de Jesus (ver com. de Mc 3:16). … Seu espírito natural de liderança, nesta ocasião como em muitas outras, levou à confiança demasiada e a uma atitude impulsiva e desajuizada. CBASD, vol. 5, p. 437

29 andou por sobre as águas. Pedro saiu do barco com fé. Foi a fé que o susteve nas águas da Galileia. Mas a fé estava operante apenas enquanto mantivesse o olhar fixo em Jesus. CBASD, vol. 5, p. 437.

30 Reparando, porém, na força do vento. Parece que Pedro tivesse esquecido, por um momento, do vento e das ondas. À medida que seus pés se acostumavam a caminhas na superfície da água, ele evidentemente pensou em seus companheiros no barco e imaginou o que eles achavam se sua mais nova habilidade. Ao olhar de volta para o barco, perdeu Jesus de vista. Nesse momento, eles estava entre duas ondas e quando voltou seu olhar de novo na direção de Jesus já não pôde vê-Lo (ver DTN, 381). Tudo o que viu foi a agitação das ondas e o vento. Naquele breve instante, o orgulho minou sua fé, e ele não pôde mais se manter em pé. CBASD, vol. 5, p. 437

teve medo. Não precisamos temer enquanto mantivermos nosso olhar fixo em Jesus e confiarmos na graça e no poder dEle, mas quando olhamos para o eu e para os outros tempos boas razões para temer. CBASD, vol. 5, p. 437.

33 O adoraram. Essa foi a primeira, embora de forma alguma a última, ocasião (ver Mt 20:20; 28:9; Lc 24:52) em que os discípulos adoraram a Cristo. … Mas nesse caso, os discípulos confessaram pela primeira vez que Jesus era Filho de Deus e Lhe prestaram a adoração que se prestava a Deus. Além disso, jesus aceitou a adoração deles. Talvez, essa confissão de fé tenha sido a mais significativa, tendo em vista as dúvidas e remores dos discípulos durante a noite anterior. CBASD, vol. 5, p. 437, 438.

Filho de Deus. Este título reconhece o caráter messiânico de Jesus e a manifestação do Seu poder divino. … Aplicado a Jesus, o título reflete o relacionamento único de Jesus com o Pai [sobre Mt 16,16]. Bíblia de Genebra.

34 Genesaré. A planície sobre a qual se situava Cafarnaum. Bíblia Shedd.

Ou a planície estreita, com uns 6,5 km de extensão e 3 km de largura, do lado ocidental do mar da Galileia, perto da extremidade norte. … Esta planície era considerada lugar ajardinado da Palestina, fértil e bem irrigado. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Mateus 13 by Jobson Santos
7 de fevereiro de 2018, 1:00
Filed under: Mateus

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-13/

Comentário devocional:

Mais uma vez vemos Jesus ensinando as multidões acerca do Reino dos Céus. Quando leio este capítulo eu vejo dois princípios em ação: o primeiro é que tudo começa a partir do relacionamento com o Salvador. O segundo é que devemos estar abertos à liderança do Espírito Santo.

Este capítulo mostra Jesus falando com as pessoas e usando parábolas. Essas histórias produzem um grande efeito sobre aqueles que estão abertos aos ensinamentos do Messias.

Jesus conta no início de Mateus 13 a história sobre um fazendeiro que está a plantar sementes em um campo. Os discípulos ficam confusos e Jesus os incentiva a permitir que o Espírito de Deus lhes aguce os ouvidos. Ele diz que abram seus corações para o significado mais profundo nas histórias.

Como podemos tornar-nos preparados para receber a semente? É ouvindo a Jesus e abrindo nossos corações e mentes para o Espírito Santo.

Em seguida, como é que vamos melhorar a qualidade do solo? É cultivando meu relacionamento com Jesus e seguindo a orientação do Espírito Santo.

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/13  ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1188
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/14     
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados07-02-2018.mp3    
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/