Filed under: Sem categoria
Filed under: Sem categoria
MATEUS 17 – Como extrair lições de um capítulo tão rico? Como ser pobre espiritualmente com riquezas espirituais tão valiosas diante de nossos olhos?
O capítulo em questão possui vários pontos, começando com a transfiguração (vs. 1-8).
• Assim como Moisés subiu ao monte levando em sua companhia a Arão, Nabade e Abiú (Êxodo 24:1), Aquele que é maior que Moisés também subiu acompanhado de Pedro, Tiago e João.
• No Monte Sinai, Moisés viu a glória de Deus e, a pele de seu rosto resplandecia, “na transfiguração, o rosto daquele que é maior que Moisés brilhou, não com glória refletida, mas com glória não tomada por empréstimo, semelhante aos raios do sol” (R. V. G. Tasker).
• Diferente de Moisés, não foi apenas o rosto de Jesus que resplandecia, as suas roupas se tornaram brancas como luz.
• Moisés e Elias aparecem falando com Jesus, e, ao serem envolvidos em uma nuvem luminosa, uma voz poderosa vinda do Céu confirmou que Jesus é o Filho amado de Deus: Aquele que deve ser ouvido como autoridade. Isso causou grande temor nos discípulos que diziam coisas infantis e inadequadas (16:22; 17:4, etc.).
• Após serem acalmados por Jesus, os discípulos questionaram-Lhe sobre a profecia da vinda de Elias, conforme os escribas ensinavam baseando-se em Malaquias. A interpretação dos escribas estava correta, entretanto a profecia se cumpriu diante deles, porém não perceberam. Por isso, ao invés de restaurar todas as coisas, acabaram com ele. O mesmo seria feito com o Messias (vs. 9-13).
• Embora Jesus operasse tremendos milagres, desde restaurar jovem possesso que ninguém conseguiu expulsar-lhe o demônio (vs. 14-21) até fazer aparecer moedas na boca do peixe para que Pedro pagasse o imposto (vs. 24-27), certamente Ele estava dizendo a verdade sobre ser entregue nas mãos dos homens e O matariam; contudo, ao terceiro dia Ele ressuscitaria (vs. 22-23).
Reflita:
1. Ninguém deve criticar ou dar broncas em Jesus (16:22); Ele sabe o que faz e deve ser ouvido (17:5).
2. Jesus sabia quem era e que seria morto; informando, estava preparando Seus discípulos: Ele é transparente, realista e preocupado com Seus frágeis servos (vs. 20, 27).
3. A cruz é essencial para a compreensão do ministério de salvação dos pecadores, jamais deveríamos evitá-la em nosso estudo, testemunho e pregações.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus” (v.8).
Após a promessa de que alguns de Seus discípulos não veriam a morte sem que antes tivessem uma visão de Cristo glorificado (Mt 16:28), a promessa é cumprida. Pedro e os irmãos Tiago e João tiveram a visão privilegiada de Jesus como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Em Seu ministério público, o coração do Salvador estava cheio de compaixão, mas também terrivelmente aflito. O Pai olhou para o Filho em angústia e enviou dois mensageiros que Lhe seriam o mais terno conforto. Deus poderia ter enviado uma hoste angelical naquele momento, mas não teria tido o impacto que Moisés e Elias causaram. Aqueles dois homens representam as duas classes de salvos que Cristo apresentará ao Universo como troféus de Sua vitória.
Elias foi levado aos céus com vida (2Rs 2:11). Já Moisés morreu e foi ressuscitado (Jd 1:9). Na primeira carta de Paulo aos tessalonicenses, está escrita a mais linda e confortante promessa: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts 4:16-17). A aparição corpórea de Elias e Moisés foi a ilustração desta promessa, fortalecendo a Jesus em Sua missão de salvar a humanidade.
Da mesma forma, quando Cristo rasgar este céu atmosférico, e o Pai declarar perante o Universo: “Este é o Meu Filho amado” (v.5), os discípulos de Jesus que andaram com Ele, se prostrarão diante de tão magnífica aparição. Mas, da boca de Jesus, ouvirão o chamado: “Erguei-vos e não temais!” (v.7). E eles, “levantando os olhos, a ninguém [virão], senão Jesus” (v.8). Esta deve ser a nossa maior esperança e desejo mais ardente: o de ver a Jesus e nunca mais perdê-Lo de vista! Mas isso deve começar aqui. Eis o segredo da vitória: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is 45:22).
Ao contemplar o nosso Salvador todos os dias, “somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co 3:18). Então, cumprimos com fidelidade a missão que nos foi confiada de, à semelhança de João Batista, declarar ao mundo a brevidade da vinda, não mais do Deus menino, mas do Deus em Sua perfeita glória. O mundo está gemendo de dor, e o inimigo têm usado a sua hoste com ira de quem sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap 12:12). Não precisamos de mais “promoções” a fim de angariar multidões para viver um evangelho que não tem nada a ver com o Exemplo de Cristo. Precisamos sim, de um povo que, como os sete mil joelhos que com Elias não se curvaram diante de um deus estranho (1Rs 19:18), esteja unido em “oração e jejum” (v.21).
A notícia que causou grande tristeza aos discípulos (v.23), hoje, é a notícia que enche o nosso coração de esperança e alegria em um Salvador que pagou o preço de nosso resgate e que venceu a morte por mim e por você. Semelhante ao pagamento do imposto, Ele também não era obrigado a pagar uma culpa que era nossa, mas, por amor, escolheu nos amar até à morte. Que este amor extraordinário e constrangedor, seja a razão de nossa vida, e viveremos este amor de modo tão natural quanto nos é respirar.
Olhe para Cristo e, certamente, viverás!
Bom dia, discípulos do amor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Mateus17 #RPSP
Deixe o seu comentário:
Filed under: Sem categoria
1 um monte alto. O local da transfiguração não é conhecido. O monte Tabor (588 m de altitude), 19 km a sudoeste do lago da Galileia e 8,8 km a leste de Nazaré, é considerado ser este local, segundo a tradição. Contudo, a descoberta de que, no tempo de Cristo, uma fortaleza e um pequeno povoado coroavam seu cume parece tornar impossível que Jesus tivesse encontrado ali a solidão descrita em Mateus e Marcos (cf DTN, 419). … Ao pé do monte da transfiguração, os escribas e rabinos se misturavam com uma multidão, provavelmente de judeus, e tentaram humilhar Jesus e Seus discípulos. Isso parece indicar que a transfiguração ocorreu na Galileia, não no distrito gentio de Cesareia de Filipe. … No intervalo da semana entre a grande confissão e a transfiguração, em seguida, Jesus voltou para a Galileia. Assim, parece que os montes Hermon e Tabor não foram o monte da transfiguração. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 462.
1-13 A aparição de Moisés e Elias tem significância em vários níveis: 1) Representam a Lei e os Profetas, respectivamente. Jesus havia dito que não viera abolir a Lei e os Profetas, mas cumpri-los (5:17). 2) Moisés e Elias, como Jesus, realizaram milagres, foram rejeitados e se encontraram com Deus em uma montanha (Sinai e Horebe/Sinai [Êx 24:12-18, 1Rs 19:8-19], respectivamente). 3) No judaísmo, estes homens tinham significância escatológica. Em Dt 18:15-18, Moisés profetizou que Deus levantaria um profeta como ele mesmo. Acreditava-se que isto aconteceria nos últimos dias. Em Ml 4:5-6 foi profetizado que Elias apareceria “antes da vinda do grande e terrível dia do Senhor.” 4) Finalmente, ambos se acreditavam estar no Céu, tendo sido ressuscitado (Moisés, Judas 9) ou transladado (Elias, 2Rs 2:11-12). Eles se tornaram representativos daqueles que serão salvos na Segunda Vinda quando Jesus retornar (1Ts 4:16-17). Andrews Study Bible.
6 caíram de bruços. Comparar com Ez 1:28; Dn 10:9. Homens como Ezequiel e Daniel receberam visões, mas Pedro, Tiago e João viram com a visão natural. CBASD, vol. 5, p. 464
10 A escatologia [teologia dos últimos acontecimentos] tradicional dos mestres da lei, tendo por base Ml 4.5, 6, sustentava que Elias devia aparecer antes da vinda do Messias. Segundo o raciocínio dos discípulos, se Jesus realmente fosse o Messias, fato esse comprovado pela transfiguração, por que Elias não aparecera? Bíblia de Estudo NVI Vida.
11 restaurará todas as coisas. na dramática experiência do monte Carmelo, Elias foi bem-sucedido em conduzir de volta o coração de muitos em Israel ao Deus de seus pais (ver com. de 1Rs 18:37-40) e, consequentemente, em refrear os terríveis avanços da apostasia. Da mesma forma, João Batista proclamou o batismo de arrependimento do pecado e o retorno ao verdadeiro espírito de adoração (ver com. de Ml 3:1, 7; 4:6; Lc 1:17). Evidentemente, João não era elias em pessoa (vem com. de Ko 1:21), mas ele foi adiante do Messias “no espírito e pode de Elias” (Lc 1:17). CBASD, vol. 5, p. 464.
17 Jesus, como Moisés, desceu do monte da glória, para encontrar a incredulidade (Êx 32.15-21). Bíblia de Genebra.
20 fé. A deficiência da fé que tinham os discípulos não está no fato de eles revelarem falta de confiança, ou que não esperassem sucesso – eles ficaram aparentemente surpresos por falharem – mas porque sua expectação não estava devidamente baseada num relacionamento com Deus. Uma leve porção de fé verdadeira, enraizada numa submissão a Deus, é eficaz. Mc 9.29 torna este ponto ainda mais claro, quando fala da oração como a chave. Bíblia de Genebra.
Com uma pequena quantidade de fé os seguidores de Jesus seriam capazes de fazer o que parecia impossível, como mover uma montanha. Anteriormente a eles, as pessoas pensavam que as montanhas eram pilares que sustinham o céu e mantinham no lugar o disco da Terra em cima das águas subterrâneas. Mover estes montes do lugar seria um trabalho dos deuses. Na teologia de Jesus, mesmo a menor fé poderia levar à concretização do que seria geralmente aceito como impossível. Este ensino de Jesus, obviamente, deve ser entendido á luz do resto da Escritura e não ser tomado sem entendimento. A fé deve estar de acordo com a vontade de Deus e com a Sua glória. Andrews Study Bible.
22 A segunda predição da morte de Cristo. A primeira acha-se em 16.21. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24. os que cobravam. Literalmente “que recebiam a dupla dracma” [gr didrachmon]. Estes não eram os publicanos, ou cobradores de impostos (ver com. de Lc 3:12), que cobravam pedágios e impostos para as autoridades civis, mas os homens designados em cada distrito para recolher o imposto do templo, o meio siclo [shekel] exigido de todo homem judeu livre, com 20 anos de idade ou mais para a manutenção do templo. Esse imposto não era obrigatório no mesmo sentido que era o dízimo, mas seu pagamento era considerado um dever religioso. CBASD, vol. 5, p. 466
não paga vosso Mestre? Aparentemente, a ideia de desafiar Jesus a esse respeito havia chegado havia pouco à mente deles; era parte de um plano bem elaborado. CBASD, vol. 5, p. 466.
taxa do templo. Somente Mateus menciona este incidente, provavelmente porque havia sido coletor de impostos antes de ter aceitado o chamado de Jesus para ser discípulo. Andrews Study Bible.
25 Sim, respondeu Ele. Pedro reconheceu imediatamente a natureza incomum e inesperada (ver com. do v. 24) do questionamento e sentiu o desafio implícito à fidelidade de Jesus ao templo que a suposta inadimplência indicava. Aparentemente, Pedro e seus condiscípulos ainda eram totalmente fiéis em espírito aos líderes judeus (cf DTN, 398), e a primeira reação de Pedro foi de evitar a todo custo qualquer coisa que tendesse a piorar as relações com eles. Porém, como em ocasiões anteriores (ver Mt 22:15-22), os escribas e fariseus procuravam confrontar Jesus com um dilema inescapável. Os levitas, sacerdotes e profetas estavam isentos (DTN, 433). recusar-se a pagar o imposto significaria deslealdade ao templo, mas pagá-lo implicaria que jesus não se considerava um profeta, que estaria isento dele. CBASD, vol. 5, p. 466.
26 isentos os filhos. Jesus poderia ter reivindicado a isenção como um mestre ou rabino. No entanto, ele deixou de lado essa afirmação válida. CBASD, vol. 5, p. 467.
27 Mas. O coletor de impostos do templo não tinha o direito legal de exigir o meio siclo de Jesus. Ele pagou por conveniência, não por obrigação. Ele renunciou a Seu direito a fim de evitar controvérsia e fez o que não podia legitimamente ser obrigado a fazer, a fim de estar em paz com Seus inimigos. Evidentemente, ele não queria que Sua lealdade ao templo fosse contestada, por mais que a acusação fosse injusta. O modo de ação de Cristo se destaca como lição para todos os cristãos. Devemos nos esforçar para viver em paz com todos e, quando necessário, fazer mais do que o exigido, a fim de evitar conflitos desnecessários com os adversários da verdade (cf. Rm 12:18; Hb 12:14; 1Pe 2:12-15, 19, 20). No entanto, sob nenhuma circunstância devemos comprometer o princípio cristão no esforço para agradar os outros (ver DTN, 356). CBASD, vol. 5, p. 467
por Mim e por ti. O milagre tinha a intenção de ensinar a Pedro uma lição e silenciar os cobradores de impostos críticos, que tinham procurado colocar cristo na categoria de um israelita comum e, assim, desafiar Seu direito de ensinar. CBASD, vol. 5, p. 467.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-16
Comentário devocional:
Jesus tinha um bom relacionamento com seus discípulos, mas em Seu ministério Ele tinha sempre que se concentrar no quadro maior. A fim de que Sua missão pudesse ser cumprida Ele precisava manter os olhos em Seu Pai Celestial. Os discípulos também precisavam manter o foco no Pai. O caráter de Jesus estava sendo testado não somente pelas situações criadas pelos líderes judeus, mas também pelas criadas por seus amigos. Por isso Ele precisava estar em íntima comunhão com Seu Pai Celestial. Algo que nós também precisamos fazer.
Todos os dias eu me deparo com pequenos testes quanto a manter o foco no meu Pai celestial. Sinto constantemente a pressão do tempo e necessito paciência enquanto tento cumprir todas as minhas obrigações: organizar o meu trabalho, o trabalho da casa, dar atenção às crianças, encontrar tempo significativo com meu marido e ter um tempo tranquilo para mim mesma em que possa me aquietar e pensar.
Por exemplo, hoje à tarde eu estava corrigindo provas de alunos, quando meu pequeno filho veio até mim e disse: “Mamãe, vamos brincar?” Ou seja, ele queria um pouco de atenção e queria que eu brincasse com ele. Senti a necessidade de continuar avaliando as provas, porque o prazo estava quase se esgotando. No entanto, olhando para o seu rostinho de 2 anos de idade, obtive uma perspectiva mais ampla das coisas: eu podia dar notas nas provas durante o seu sono à tarde! Deixei os papéis de lado, e comecei a brincar com ele. E me senti muito feliz por desfrutar deste momento com ele. Pensei como seria bom se eu aproveitasse essas oportunidades mais vezes. A verdade é que nem sempre eu aproveito. Muitas vezes, eu perco esses momentos maravilhosos porque estou presa em coisas que podem ser feitas mais tarde.
Jesus estava tentando explicar o incrível dom da salvação aos discípulos. Eles estavam escutando, mas eles não estavam ouvindo o que o Mestre estava dizendo. Era um conhecimento essencial mas não era o que eles queriam ouvir dele, de forma que eles deixaram de perceber a importância daquele momento. Eles estavam tão focados em suas necessidades imediatas que não viram que o Cordeiro de Deus estava prestes a ser colocado no altar do Calvário. Aquele era o momento áureo em que o mundo seria liberto da maldição eterna do pecado.
É tudo uma questão de perspectiva. O que estamos enxergando? Será que estamos vendo o quadro mais amplo? Estamos abertos aos ensinamentos do Espírito Santo? Meu objetivo é manter o foco em Jesus. Qual é o seu?
Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã
—
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/16
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/17
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados10-02-2018.mp3
Filed under: Sem categoria
MATEUS 16 – Existem dois caminhos, o da dúvida e o da fé; o da rejeição à verdade, e o da aceitação da verdade; o da crença e o da descrença. Em qual você anda depende de você!
Nos versículos iniciais deste capítulo, “encontramos nosso Senhor assediado pela incansável inimizade dos fariseus e dos saduceus. Via de regra, essas duas seitas tinham inimizade entre si. Mas quando resolveram perseguir a Cristo, aliaram-se uma à outra. Essa foi, com certeza, uma aliança iníqua! No entanto, quão frequentemente vemos a mesma coisa acontecendo nos nossos dias. Pessoas de hábitos e opiniões diametralmente opostas concordam em detestar o evangelho e trabalham juntas para se opor ao seu progresso” (J. C. Ryle).
No capítulo em pauta temos os seguintes pontos:
1. Jesus finaliza Seu ministério na Galileia, onde Ele rejeita Seus oponentes e críticos (vs. 1-4);
2. Na Galileia, embora rejeitado pelos líderes religiosos, Jesus começa a ser reconhecido por Seus discípulos (vs. 5-12);
3. Depois, Jesus começa a deslocar-Se para Jerusalém, onde será o palco do Seu sofrimento e os desafios para Seus discípulos: Jesus…
• …reafirma Seu sofrimento, mas recebe uma terrível bronca de Pedro (vs. 21-23);
• …fala da lealdade de Seus discípulos e as consequências de serem fieis (vs. 24:28).
Na lida com os críticos, Jesus transparece estar desinteressado em “provar cientificamente” ser Ele o Messias; na lida com Seus discípulos mais receptivos e abertos à revelação divina, mostra é o Pai quem Lhe revela aos pecadores (v. 17).
Satanás age constantemente para impedir as pessoas de crerem em Jesus. Satanás é um ser real e literal para Jesus, o qual não opera somente em quem rejeita Jesus, mas também nos Seus discípulos. Foi por um descuido de Pedro que logo após ter-se sensibilizado com a revelação divina, que ele chamou Jesus à parte e Lhe reprovou duramente (vs. 22-23).
A descrença pede sinais e evidências, mas quando Deus Se revela através de sinais e evidências, os incrédulos endurecem ainda mais. Precisamos deixar Deus trabalhar em nós para que não sejamos campos de trabalhos dos demônios.
A maior evidência da existência de Deus está na maior prova de amor revelada ao mundo: Jesus entregando-Se por nós, sem que merecêssemos!
Por que não tomar nossa cruz por Ele? – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me” (v.24).
Ao contrário dos líderes religiosos da época, Jesus era Alguém que estava sempre disponível a todos. Crianças, mulheres, publicanos, leprosos, fariseus, todos podiam ter acesso ao Mestre. Contudo, mesmo diante dos inúmeros milagres realizados e de Sua vida abnegada, o Seu ministério era constantemente criticado e ridicularizado pelos líderes judeus. Como agentes de Satanás, tentavam a Cristo (v.1) à semelhança da tentação no deserto a fim de que Ele usasse do poder divino para que o inimigo prontamente pudesse acusá-lo de usar dos atributos da divindade para aliviar o Seu fardo.
Jesus encontrou na Terra “uma geração má e adúltera” (v.4), muito difícil de lidar, dada a falta de conhecimento de Deus (Alguma semelhança com a nossa geração não é mera coincidência). Uma geração onde a doutrina de sua religião foi chamada por Cristo de perigosa: “Vede, acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus” (v.6). Os discípulos haviam crescido ouvindo os seus líderes religiosos e aprendendo a olhar para eles com admiração. Sua religiosidade impecável era-lhes exemplo de santidade. Mas quando conheceram a Jesus e passaram a andar com Ele, Seus olhos começaram a se abrir para O perfeito Exemplo de santidade. Mesmo diante de tão imaturo e incrédulo grupo apostólico (v.7), o amor e a paciência do Salvador atravessava a capa que lhes ocultava o coração e lhes apontava o real significado de Suas palavras (v.11).
Cada passo dado por Jesus era completamente guiado pelo Pai e cada local visitado tinha um propósito específico. “Cesareia de Filipe” (v.13) era um lugar considerado pagão e envolto em mistérios. Conforme relatos históricos e descobertas arqueológicas, Cesareia também era uma espécie de refúgio das maiores autoridades da época. Foi ali que, reunindo Seus discípulos, Jesus lhes perguntou quem o povo dizia ser Ele e quem os próprios discípulos diziam que Ele era. Ali, no palco das atrações romanas e das idolatrias, Pedro declarou: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (v.16). E sua inspirada declaração lhe rendeu a sua própria bem-aventurança: “Bem-aventurado és, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelaram, mas Meu Pai, que está nos céus” (v.17).
Quando avançamos para a fala de Cristo no verso seguinte, nos deparamos com um jogo de palavras que tem sido causa de divergências doutrinárias: “Também Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha igreja” (v.18). Em grego, o nome Pedro, petros, significa “uma pedra pequena”, enquanto a palavra pedra, petra, significa “pedra maciça”. Era como se Jesus tivesse dito: “Tu és uma pedra pequena, mas sobre esta pedra maciça edificarei a Minha igreja”. Mas, então, que “pedra maciça” é essa? É a própria declaração que Pedro havia feito acerca de Cristo.
Veja o que o próprio Pedro afirmou: “Chegando-vos a Ele [Jesus], a pedra que vive, rejeitada, sim, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa… A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular” (1Pe 2:4 e 7). Em Efésios 12:20, Paulo escreveu: “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular… no qual também vós juntamente estais sendo edificados para habitação de Deus no Espírito”. Pedro também afirmou tal verdade diante de uma turba de autoridades acusadoras: “Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular” (At 4:11). Percebem a quantidade de textos afirmando que Jesus é a pedra sobre a qual a igreja seria edificada, e não um ser humano falho e cheio de limitações? “E a pedra é Cristo” (1Co 10:4)! E sobre esta rocha, meus irmãos, “as portas do inferno não prevalecerão” (v.18) contra nós.
Precisamos estar sempre vigilantes quanto as entradas da alma. Satanás, um profundo conhecedor da mente humana, está constantemente à espreita de um deslize de nossa parte. Orgulhoso de sua recente vitória espiritual, o coração de Pedro engrandeceu-se a tal ponto de tentar tornar-se algum tipo de conselheiro de Cristo (v.22). Mas o seu semblante orgulhoso logo se transformou em semblante de vergonha e horror ao ouvir as mais duras palavras de sua vida: “Arreda, Satanás! Tu és para Mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens” (v.23). Jesus não chamou Pedro de Satanás, mas deixou bem claro que suas palavras não mais tinham a ver com a revelação divina, e sim com a obra de Satanás de fazer com que Jesus desistisse de consumar a Sua missão de resgate da raça humana. Isso nos mostra o quão perigoso é baixar a guarda nem que seja por um instante.
Antes mesmo da cruz, Jesus motivou Seus discípulos a participar de Seu sofrimento. A busca por prestígio e por riquezas certamente não é encorajada em nenhum dos discursos e ensinamentos de Jesus, muito pelo contrário, Sua vida deixou um legado de altruísmo e humildade. Negar-se a si mesmo com certeza é a maior das lutas que enfrentamos todos os dias. Que sejamos casas espirituais (1Pe 2:5) edificadas sobre a Rocha, que é Cristo e, muito em breve, Jesus nos retribuirá com a recompensa eterna (v.27).
Bom dia, igreja fundada sobre a Rocha!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Mateus16 #RPSP
Filed under: Sem categoria
1 e os saduceus. Pela primeira vez, os saduceus se uniram aos fariseus na tentativa de silenciar Jesus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 447.
sinal do céu. Sua [de Jesus] analogia mostra que o problema não é a falta de evidência, porém uma má vontade em aceitar o seu significado. Jesus já havia realizado muitos sinais. Bíblia de Genebra.
Eles estavam sem conhecimento porque optaram por rejeitar a luz. CBASD, vol. 5, p. 448.
4 o de Jonas. A ressurreição de Jesus, figurada pelos três dias e três noites que Jonas passou no ventre do grande peixe (12.39-41). Bíblia Shedd.
5 para o outro lado. Para os territórios de Filipe, provavelmente desembarcando em Betsaida, de onde foram caminhando para Cesaréia de Felipe, cidade situada no sopé do monte Hermom, cujo pico se localiza a c. 20 km mais para o norte. Bíblia Shedd.
6 fermento dos fariseus. Fala-se aqui de hipocrisia e perversidade crescentes (v. 12). Bíblia Shedd.
13 Cesareia de Filipe. Filipe, filho de Herodes, o Grande, seguiu o costume de dar o nome do imperador César a uma cidade de destaque, que antes era chamada Panéias, “santuário do deus Pan”. Bíblia Shedd.
O nome antigo sobrevive hoje como Banias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A partir de uma gruta, anteriormente dedicada a Pan, em um penhasco elevado nas proximidades de Paneas … brota uma corrente perene, o rio Banias, um dos principais afluentes do rio Jordão. CBASD, vol. 5, p. 450.
16 Pedro declara que Jesus é o Messias e o Rei profetizado no Antigo Testamento. Bíblia de Genebra.
o Filho do Deus vivo. Aplicado a Jesus, o título reflete o relacionamento único de Jesus com o pai. Bíblia de Genebra.
17 carne … que to revelaram. O reconhecimento daquilo que Jesus é tem que vir de Deus. Bíblia de Genebra.
18 Pedro … rocha. O texto grego de Mateus joga com estas duas palavras: pethros e petra, respectivamente. A interpretação com o apoio bíblico mais forte e mais amplamente aceito desde a Reforma Protestante é que pethros é Pedro e petra se refere a Cristo que é a fundação e pedra de esquina da igreja (1Cor 3:11; Ef 2:20; 1Pe 2:4-7). Andrews Study Bible.
Quando Pedro diz que Jesus não deve enfrentar a cruz, ele não é chamado a pedra fundamental, mas pedra de tropeço. Bíblia de Genebra.
Apesar do jogo de palavras, não é a pessoa de Pedro que é a pedra fundamental da Igreja. É Cristo mesmo, segundo o próprio Pedro (1Pe 2.4-8; cf Mt 21.42-44). Bíblia Shedd.
A esse respeito, Pedro, a quem foram dirigidas as palavras, nega enfaticamente, por seus ensinamentos, que a “rocha” de quem Jesus falou se refiria a ele (ver At 4:8-12; 1Pe 2:4-8). Mateus registra que Jesus usou outra vez a mesma figura de linguagem em circunstâncias que exigem claramente quee o termo se refira a Ele mesmo (ver com. de Mt 21:42; cf. Lc 20:17, 18). Desde os primeiros tempos, a figura da pedra foi utilizada pelos hebreus como um termo específico para Deus (ver com. de Dt 32:4; Sl 18:2, etc.). O profeta Isaías fala de Cristo como “uma grande rocha em terra sedenta” (ver com. de Is 32:2) e como uma “pedra preciosa, angular, solidamente assentada” (ver com. de Is 28:16). Paulo afirma que Cristo era a “Pedra” que seguia com Seu povo nos tempos antigos (ver 1Co 10:4; cf. Dt 32:4; 2Sm 22:32; Sl 18:31). … Jesus Cristo é a “rocha da nossa salvação” (Sl 95:1 [ARC]; cf Dt 32:4, 15, 18; DTN, 413). Ele é o único fundamento da igreja, pois “ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo” (1Co 3:11), … Jesus é sempre, e apenas Ele, a “Rocha” sobre a qual repousa toda a estrutura, pois sem Ele não haveria igreja. A fé nEle como Filho de Deus também torna possível sermos feitos filhos de Deus (Jo 1:12; 1Jo 3:1, 2). A percepção de que Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho de Deus, como Pedro enfaticamente afirmou nessa ocasião (ver Mt 16:16) é a chave para a porta da salvação (DTN, 412, 413). Mas é incidental, não fundamental, que Pedro tenha sido o primeiro a reconhecer e declarar sua fé, o que, nessa ocasião, ele fez como porta-voz de todos os discípulos (ver com. do v. 16). Agostinho (c. 400 d.C.), o maior teólogo católico dos primeiros séculos do cristianismo, deixa para seus leitores decidir se Cristo aqui designava a Si próprio ou a Pedro como “a rocha” (Retraciones, i.21.1). … Eusébio, historiador da igreja primitiva, cita Clemente de Alexandria declarando que Pedro, Tiago e João não lutaram pela supremacia da igreja em Jerusalém, mas optaram por Tiago, o Justo, como líder (História Eclesiástica, ii,1). Outros entre os primeiros pais da igreja, como Hilário de Arles, ensinaram a mesma coisa. Foi só quando o apoio bíblico foi procurado em favor das reivindicações do bispo de Roma à primazia da igreja (ver vol. 4, p. 920, 921) que as palavras ditas por Cristo nessa ocasião foram tiradas de seu contexto original e interpretadas para dizer que Pedro era “esta pedra”. Leão I foi o primeiro pontífice romano a alegar, em c. 445 d.C., que sua autoridade provinha de Cristo, por meio de Pedro [cf Kenneth Scott Latourette, em A History of Christianity, 1953, p. 186]. … É extraordinário que nenhum bispo romano tenha descoberto esse significado nas palavras de Cristo, até que um bispo do 5º século considerou necessário encontrar algum apoio bíblico para o primado papal. O significado atribuído às palavras de Cristo, por meio do qual fazem conferir a primazia sobre os chamados sucessores de Pedro, os bispos de Roma, está em completo desacordo com todos os ensinamentos que Cristo transferiu a Seus seguidores (ver Mt 23:8, 10). … Talvez a melhor evidência de que Cristo não nomeou Pedro como a “rocha” sobre a qual Ele edificaria Sua igreja seja o fato de que nenhum dos que ouviram Cristo nessa ocasião – nem mesmo Pedro – interpretou assim Suas palavras, nem durante o tempo em que Cristo esteve na Terra, nem depois. Se Cristo tivesse feito de Pedro o principal entre os discípulos, eles não estariam depois envolvidos em repetidas discussões sobre qual deles “parecia ser o maior” (Lc 22:24; ver Mt 18:1; Mc 9:33-35, etc; DTN, 817; ver com. de Mt 16:19). … Petra é uma “rocha” grande, fixa, imutável, enquanto petros é uma pequena “pedra”. CBASD, vol. 5, p. 454.
portas. O triunfo de Cristo sobre a morte e a sepultura é a verdade central do cristianismo. Não foi possível a Satanás deter Cristo pelos laços da morte (ver At 2:24), nem lhe será possível deter qualquer daqueles que creem em Cristo (Jo 3:16; Rm 6:23). Falando figurativamente, Satanás detém as “portas do inferno”, mas Cristo, por Sua morte, entrou no reduto de Satanás e prendeu o adversário (ver com. de Mt 12:29). Sobre esse fato sublime repousa a esperança cristã de libertação das artimanhas de Satanás nesta vida, de seu poder sobre a sepultura e da sua presença na vida por vir. CBASD, vol. 5, p. 454.
inferno [gr. hades]. Em grego é o lugar dos mortos, equivalente ao hebraico sheol. As “portas dos hades” mais provavelmente se referem aos poderes da morte; isto é, as forças do mal que se opõem ao reino de Cristo. Comparar com Ap. 1:18. Andrews Study Bible.
não prevalecerão. Figurativamente, as “portas do inferno” prevaleceram contra Pedro quando, por três vezes, ele negou seu Senhor (DTN, 413) e, literalmente, quando ele morreu (Jo 21:18, 19). … O pleno significado do que Cristo quis dizer que “as portas do inferno não prevalecerão” pode ser melhor entendido pelo fato de que, imediatamente, ele começou a mostrar que iria “ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (ver com. de Mt 12:40; cf. DTN, 418). Cristo triunfou gloriosamente sobre todo o poder de Satanás e, por esse triunfo, deu a certeza de que Sua igreja na Terra também triunfaria sobre ele. CBASD, vol. 5, p. 455.
A igreja é construída não apenas na pessoa de Cristo, mas também na Sua obra que O obrigou a morrer (entrar no hades) e conquistar a morte através da ressurreição (1Pe 3.18). Bíblia Shedd.
19 as chaves. As palavras de Cristo são as “chaves” para o reino dos céus (cf. DTN, 413; cf. Jo 1:12; 17:3). … As palavras de Jesus são “espírito e vida” a todos os que as recebem (Jo 6:63). São as palavras de Cristo que trazem a vida eterna (Jo 6:68). A Palavra de Deus é a chave para a experiência do novo nascimento (1Pe 1:23). … Cristo simplesmente conferiu a Pedro e a todos os demais discípulos (ver com. de Mt 18:18; Jo 20:23) a autoridade e o poder de conduzir as pessoas ao reino. Foi a percepção da verdade por parte de Pedro de que Jesus é verdadeiramente o Cristo que colocou as “chaves” do reino em sua posse e o admitiu no reino. O mesmo pode ser dito de todos os seguidores de Cristo até o fim dos tempos. O argumento de que Cristo conferiu a Pedro um grau de autoridade superior ou diferente da que deu aos outros discípulos não tem base bíblica (ver com. de Mt 16:18). De fato, foi Tiago, e não Pedro, quem exerceu funções administrativas sobre a igreja primitiva em Jerusalém (ver At 5:13, 19; cf. At 1:13; 12:17; 21;18; 1Co 15:7; Gl 2:9, 12). Em pelo menos uma ocasião Paulo “resistiu” a Pedro “face a face”, por agir de maneira errada (ver Gl 2:11-14), o que ele certamente não teria feito se soubesse alguma coisa a respeito de Pedro desfrutar dos direitos e prerrogativas que alguns afirmam que ele tinha, tendo por base Mateus 16:18 e 19. CBASD, vol. 5, p. 455
ligares. Evidentemente, o significado é que a igreja na Terra exigirá apenas o que o Céu exige e proibirá apenas o que o Céu proíbe. Esse é o claro ensino das Escrituras (ver com. de Mt 7:21-27; Mc 7:6-13). Quando os apóstolos saíram para proclamar o evangelho, de acordo com a comissão que lhes foi confiada (ver Mt 28:19, 20), eles foram ensinar os conversos a “guardar todas as coisas que” Cristo havia ordenado; nem mais, nem menos. Estender o significado de “ligar” e desligar” à autoridade de ditar o que os membros da igreja podem crer e o que podem fazer, em matéria de fé e prática, é ler nessas palavras de Cristo mais do que Ele queria dizer com elas, e mais do que os discípulos entenderam com elas. CBASD, vol. 5, p. 455, 456.
20 a ninguém dissessem. As concepções populares a respeito do Messias estavam longe de reconhecer o Seu ministério sofredor. Permitir que Seus discípulos proclamassem abertamente a sua messianidade podia instigar a explosão de um movimento político, o que dificultaria sua verdadeira missão. Bíblia de Genebra.
21 Desde esse tempo. Esta frase marca uma nova fase no ministério de Jesus … Mateus se volta da pregação pública de Jesus, na Galiléia, para a Sua cuidadosa instrução dos discípulos a respeito de Sua morte e ressurreição, Seu papel como Messias e o deles como discípulos. Bíblia de Genebra.
23 A inspiração satânica (e mundana) sempre procura conseguir a salvação sem a cruz (Mc 8.34s). Bíblia Shedd.
24 Aqui, Jesus acrescenta o mandamento da negação de si mesmo. A chamada ao discipulado exige o abandono completo do desejo natural de buscar conforto, fama ou poder. Bíblia de Genebra.
28 de maneira nenhuma passarão pela morte. Mais provavelmente, a “vinda” do Filho do Homem, aqui, se relacione com todo o processo pelo qual Jesus recebe o domínio, especialmente Sua ressurreição, ascensão e envio do Espírito. Todas estas coisas aconteceram durante o tempo no qual os discípulos viveram. Bíblia de Genebra.
Filed under: Mateus
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-15
Comentário devocional:
Neste capítulo, vemos que os fariseus não estavam ouvindo com o coração. O foco deles eram suas tradições e rituais. Sem isto eles se sentiam perdidos. Jesus então os chama de “guias cegos”. Nesta passagem Jesus nos lembra que devemos manter nossas mentes e corações abertos para Ele. Distrações são inevitáveis, mas não devemos permitir que a mídia, os aparelhos eletrônicos, as tradições e outras coisas feitas pelo homem nos distraiam do que é real e definitivamente mais importante. Devemos estar abertos à direção do Espírito de Deus.
Jesus encontra a mulher cananéia e primeiro fala com ela da forma que um homem judeu falaria com uma pessoa estrangeira. Da forma que ela, uma não-judia, esperava. Jesus fez isso para testar a sua fé. Ela realmente acreditava que Ele era o Messias? Sua resposta a Jesus mostra seu coração aberto e seu desejo de que sua filha fosse curada. Ela clama a Jesus: “Senhor, ajuda-me!” (v. 25 NVI). Jesus pode ler o coração da mãe e sabe que ela realmente acredita em Deus e no Seu poder. A sua fé e esperança tornaram possível a realização do milagre. Sua fé em Jesus traz a cura para sua filha. Que incrível promessa de Jesus: “Seja conforme você deseja.” (v. 28)!
Quando nossa esperança e fé em Jesus tiverem esta intensidade, nós também testemunharemos grandes milagres.
Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã
—
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/15
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/16
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados09-02-2018.mp3