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Para uma representação artística aproximada do que poderia ter sido o templo visto por Ezequiel em Ez 40, 41, veja: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/07/planta-sugestiva-do-templo-de-ezequiel/
Animação 3D sugestiva da visão do templo de Ez 40: https://youtu.be/YNmERZkT6JM
Visão do templo em Ezequiel 41: https://www.youtube.com/watch?v=tm38zgyoy-k
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Texto bíblico: EZEQUIEL 41 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 41 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/41
Embora o templo descrito por Ezequiel nunca tenha sido construído, as medidas precisas do profeta e as descrições dele são suficientes para fazer qualquer construtor iniciante pensar sobre o que seria necessário para construir um modelo em escala.
Bem no final do capítulo 40 e no início do capítulo 41, uma imagem interessante de três entradas é desenhada – uma para o pórtico (40:48), um para o santuário externo (41: 1), e um para o santuário interno (41: 3). O que chama minha atenção é como cada uma dessas entradas se torna progressivamente menor, de cerca de 7 m de largura [ver Ez 40:48 NVI] até 3 metros de largura [ver Ez 41:3 NVI]. É como se essas entradas estivessem atraindo as pessoas. E o que há dentro?
O santuário interno, é claro, é onde a própria presença de Deus habitava. No templo de Ezequiel, apenas o Sumo Sacerdote teria permissão para entrar neste mais sagrado dos lugares. O ministério de Jesus nesta terra, no entanto, revelou que cada um de nós é bem-vindo para se aproximar com ousadia na presença de Deus.
O convite de Jesus para entrar no Seu santuário está aberto a todos – por isso a ampla entrada para o pórtico. E para experimentar a alegria de Sua presença, mantenha seus olhos fixos nEle enquanto Ele o atrai com Sua amorosa bondade (Jr 31: 3).
Tye Davis
Pastor, IASD de Regensburg, Alemanha
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/41
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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531 palavras
1 Ao templo. O termo designa aqui o lugar santo (p. 789, L; ver 1Rs 6:17; 7:50) [A parte interna do templo, o templo propriamente dito, se compunha de dois aposentos: o lugar santo e o lugar Santo dos Santos, ou Santíssimo. Estes dois lugares são símbolos do ministério de Jesus Cristo pela humanidade, como estudamos em Êx 25; 1Cr 22; Jo 2:19; Hb 9:11, 12 e seguintes e correlatos]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, p. 794.
3 Penetrou. O anjo entra sozinho no lugar santíssimo (ver Hb 9:7). CBASD, p. 794.
O pilar. Ou, “o batente” da porta entre o lugar santo e o santíssimo, que mede aqui apenas dois côvados (um metro), em comparação com os seis côvados na entrada do lugar santo (v. 1). CBASD, p. 794.
Entrada: seis côvados. Isto é, o vão da porta, o espaço entre os pilares. CBASD, p. 794.
três metros de largura (NVI; ARA: “”). Notar como as aberturas das portas ficam progressivamente mais estreitas à medida que se aproxima do santuário interior (40.48, sete metros; 41.2, cinco metros). Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 Santo dos Santos. Um quadrado perfeito de 20 côvados (p. 789, K), da mesma medida que o do templo de Salomão (1Rs 6:20). CBASD, p. 794.
A santidade é um tema central ao longo de toda a Bíblia, Antigo e Novo Testamentos. O lugar Santíssimo era o lugar mais interno no templo (Êx 26:33, 34). Ali ficava a arca da aliança, onde a glória de Deus habitava. Esta sala era penetrada somente uma vez por ano pelo sumo sacerdote, que realizava a expiação dos pecados da nação. Life Application Study Bible Kingsway.
5 A parede do templo. A espessura aqui dada (três metros) é a mesma que a do muro do átrio exterior (Ez 40:5). Essa espessura está de acordo com as grandes proporções da antiga arquitetura oriental. CBASD, p. 794.
8 Pavimento elevado ao redor do templo. Isto é, o alicerce mais alto sobre o qual repousava o templo.Ao que parece, esta plataforma se estendia 2,5 m para além da parede externa das câmaras (v. 9, 11), formando um passeio do lado de fora das câmaras (p. 789, e). CBASD, p. 794, 795.
13 cinquenta. Essa simetria de 50 metros (lit., “100 côvados”) simbolizava a perfeição. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 O templo propriamente dito. O que vem a seguir é uma descrição do templo propriamente dito, não do edifício que ficava atrás do templo. CBASD, p. 795.
18 Querubins e palmeiras. Isto pode ser comparado com os detalhes artísticos do templo de Salomão (1Rs 6:29). CBASD, p. 795.
Querubins era anjos poderosos. Life Application Study Bible Kingsway.
20 Acima da entrada. O apainelamento aparentemente cobria toda a parede interior (ver 1Rs 6:18). CBASD, p. 795.
22 Altar de madeira. O altar de incenso (ver 23:41) ou a mesa para os pães da proposição (ver Êx 25:23; Lv 24:26). O fato de os outros móveis não terem sido mencionados não significa que eles estariam ausentes; a visão coloca em evidência as coisas que eram um pouco diferentes das do templo de Salomão. Bíblia de Estudo Andrews.
23 Duas portas. Uma estava na entrada do lugar santo e a outra, no Santíssimo. CBASD, p. 795.
25 Baldaquino (ARA; NVI: “saliência”). Do heb. ‘av, uma palavra que ocorre somente aqui e em 1Reis 7:6. Parece ser um termo arquitetônico cujo significado já se perdeu. CBASD, p. 795.
26 Janelas de fasquias. Ou, janelas com treliças fixas (ver com. de 1Rs 6:4). CBASD, p. 795.
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“Também mediu o seu comprimento: vinte côvados, e a largura: vinte côvados, diante do templo, e me disse: Este é o Santo dos Santos” (v.4).
Contemplando o interior do templo, Ezequiel se deparou com a descrição do lugar Santíssimo. Era ali que Deus manifestava a Sua glória e a luz de Sua presença. Tendo “vinte côvados” (v.4) de comprimento e de largura, o Santo dos Santos formava um quadrado perfeito. Em sua visão da nova Jerusalém, João também viu um quadrado perfeito: “A cidade é quadrangular, de comprimento e largura iguais. E mediu a cidade com a vara até doze mil estádios. O seu comprimento, largura e altura são iguais” (Ap.21:16). O que Deus tem preparado “para aqueles que O amam” (1Co.2:9) é o Santíssimo lugar de Sua habitação.
Quando, no dia da expiação, o sumo sacerdote entrava no lugar Santíssimo, todo o povo, em atitude de humilhação (Lv.23:29), era purificado de todos os pecados com que havia contaminado o tabernáculo. O Senhor deseja realizar a mesma obra em nossa vida. Jesus afirmou: “se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt.18:3). A menos que busquemos o coração de uma criança; a menos que peçamos a Deus “um coração puro” (Sl.51:10), rápido para amar, rápido para perdoar, nossos pés jamais pisarão a santíssima habitação do Eterno.
Há mais de 500 anos, um homem permitiu que Deus fizesse morada em seu coração, e, seguindo o princípio declarado por Pedro e os apóstolos: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29), cheio de santa ousadia e fé inabalável, pregou com batidas de convicção as 95 teses contra as indulgências, na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, em 31 de outubro de 1517. Martinho Lutero não teve a intenção de agir contra a igreja, mas em que a igreja reconhecesse o seu erro e promovesse o princípio que, em todos os tempos, deve nortear o povo de Deus: “Sola Scriptura”. Mas a humildade que guiava a sua busca em fazer a vontade de Deus foi rejeitada pelos que, professos religiosos, negaram a verdadeira mensagem da cruz.
A reforma não foi simplesmente um marco histórico, mas o início de um movimento cujo fundamento sobre a “pedra que vive” (1Pe.2:4) jamais cairá devido ao derradeiro grupo de “crianças” que irá perseverar até o fim (Mt.24:13). Cristo está para encerrar a Sua obra no santuário celestial e, quando isso acontecer, virá reclamar um povo que, à semelhança dos reformadores, não cederam às ameaças da abominável união (Ap.16:14). Mas, “com jejuns, com choro e com pranto” (Jl.2:12), rasgaram seus corações na presença do Senhor, aborreceram o mal e amaram o bem (Am.5:15).
Muitos querem hoje comemorar o fim da Reforma Protestante. Eu, porém, oro para que seja o início de uma reforma em nossa vida como a geração que contemplará a vinda do Filho do Homem. Estamos vivendo no grande dia da expiação profético. É tempo de colocar em prática o conselho do próprio Lutero: “Não podemos atingir a compreensão das Escrituras, quer pelo estudo quer pelo intelecto. Teu primeiro dever é começar pela oração. Roga ao Senhor que te conceda, por Sua grande misericórdia, o verdadeiro entendimento de Sua Palavra. Não há nenhum intérprete da Palavra de Deus senão o Autor dessa Palavra, como Ele mesmo diz: ‘E serão todos ensinados por Deus’. Nada esperes de teus próprios trabalhos, de tua própria compreensão: confia somente em Deus, e na influência de Seu Espírito. Crê isto pela palavra de um homem que tem tido experiência” (O Grande Conflito, CPB, p.129).
Nosso Pai de amor, como o Senhor nos deixou o santuário como uma maquete do plano da salvação, hoje, Jesus intercede por nós no santuário celestial. Como é maravilhoso saber que não estamos sozinhos! Dá-nos um coração puro e sempre dependente de Ti como de uma criancinha. Oh, Pai, nos ensina a andar Contigo a cada passo até que nos leve para o Teu santuário. Queremos habitar em Tua casa para todo o sempre. Perdoa-nos! Purifica-nos! Enche-nos do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, crianças herdeiras do reino dos céus!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel41 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 41 – Embora este capítulo seja minucioso e aparentemente técnico, é possível extrair uma mensagem relevante que aqueça o nosso coração atualmente.
“A visão do Templo apresenta duas dificuldades: (1ª) o Templo nela descrito não corresponde aos dados que se encontram no Pentateuco para o antigo Santuário; (2ª) o Templo reconstruído em Jerusalém depois do exílio não correspondeu tampouco ao daqui descrito. Em vista disto, pergunta-se qual seria o propósito da visão. Já os rabinos que compuseram o Talmud admitiam que só o profeta Ezequiel poderia elucidar esses capítulos. Uma possível explicação é que uma nação ideal vivendo na Terra Prometida depois do exílio teria construído este templo ideal. Mas como o povo judeu não viveu à altura do ideal que Deus lhes propunha, um templo que obedecesse as estipulações deste nunca foi construído”, analisou Siegfried Schwantes.
“Ezequiel viu representações da realidade e não a realidade em si, e o grau de identidade entre as duas coisas é um problema que permanece. Contudo, em qualquer grau que as duas variem, uma comparação com outras profecias relativas à restauração leve à crença de que o profeta está descrevendo uma nação literal, com um templo e uma capital literais […]. Sem dúvida, a profecia foi apresentada como uma meta futura que eles se deviam se esforçar para alcançar”. No entanto, “Se Deus sabia que tal templo nunca seria construído, por que Se daria ao trabalho de fornecer um modelo tão detalhado à futura nação? A resposta é: Deus não deixou de tentar nenhum método para levar os israelitas a aceitar o elevado destino que originalmente lhes foi planejado. Até então, a história deles havia sido de repetidos fracassos. Desta vez, Deus lhes estava oferecendo uma oportunidade de recomeço. O passado seria esquecido e nunca mais seria apresentado contra eles. Israel como nação, e seus habitantes, individualmente, foram convidados a se apossar da gloriosa provisão”, explica o Comentário Bíblico Adventista.
• Deus ampliou essa provisão em Apocalipse 21 e 22 visando motivar-nos à consagração. Ele intenta motivar-nos a fim de não nos perder.
• O Deus que deu Seu Filho para morrer por nós não poupa estratégia para incentivar-nos a apropriarmos de Seus maravilhosos planos para nossa vida.
Devemos permitir que Deus avive as chamas da esperança em nós! Heber Toth Armí