Reavivados por Sua Palavra


Romanos 11 by Jeferson Quimelli
9 de março de 2015, 1:00
Filed under: Aliança, fidelidade de Deus, Israel | Tags: , ,

Comentário devocional:

Paulo conclui neste capítulo seu apelo evangélico à nação judaica. Embora seja verdade que Israel perdera seu status como povo escolhido quando rejeitaram a Cristo, isto não significa que Deus tenha rejeitado os judeus individualmente. Os que creem são parte do povo da graça de Deus. Paulo lembra aos seus leitores que ele é um membro da tribo de Benjamin e que a graça de Deus o salvou. Nos dias de Paulo havia muitos judeus que haviam crido em Cristo e, portanto, estavam entre aqueles que haviam sido salvos pela graça e não pelas obras.

Paulo mostra que Israel não alcançara a glória que almejara. Mas o que Cristo fez na cruz cumpriu os propósitos de Deus e os judeus que aceitam Seu sacrifício fazem parte do cumprimento de Seu plano (vs. 7-14). Ele cita Isaías 29:10 e Salmo 69:22 para mostrar que os judeus estavam cegos e adormecidos e tornaram-se uma pedra de tropeço. Esta queda, no entanto, levou à salvação dos gentios. E é o propósito de Deus usar Sua obra salvadora através dos gentios para provocar ciúmes aos judeus, de modo que eles aceitem Jesus como o Messias.

Paulo, então, mostra que os judeus incrédulos são como ramos que foram quebrados da oliveira. Os gentios foram enxertados para substituí-los. No entanto, se os judeus voltarem a crer eles podem ser naturalmente enxertados, porque não são ramos de oliveira selvagem, como os gentios. Se eles acreditarem na verdade de Cristo, será muito natural que eles sejam enxertados no Cristianismo (vs. 15-24). Por outro lado, se Deus não poupou os ramos naturais (judeus) por causa de sua incredulidade, os gentios, que são os ramos selvagens enxertados, serão tratados da mesma maneira por Deus, como Ele fez com os judeus incrédulos se deixarem de crer.

Paulo encerra o capítulo dizendo que o novo Israel espiritual é uma oliveira, composta por judeus que acreditam em Cristo e gentios que foram enxertados. Este novo Israel é salvo pelo Libertador que vem de Sião e os transforma a partir da impiedade de Jacó. Aqueles que são salvos são libertos do pecado, a partir da nova aliança (vs. 25-36). Veja também Jr 31:31-34 e Hb 8:10-13.

Seja um judeu ou gentio, todos carecem da misericórdia de Deus porque todos pecaram. As profundezas das riquezas e conhecimento de Deus são insuperáveis! Sua sabedoria, conhecimento e juízos são insondáveis. Vemos que Deus tem feito todo o possível para salvar a todos, seja judeu ou gentio, e é justo no Seu trato com aqueles que O rejeitam. Como seres humanos, não podemos compreender plenamente os caminhos de Deus, mas sabemos que Ele nos ama e que podemos confiar nEle.

Norman McNulty, M. D.
Neurologista, Lawrenceburg, TN, EUA 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/11/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Romanos 11 
Comentário em áudio



Oséias 11 by Jeferson Quimelli
6 de setembro de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, fidelidade de Deus, profecias | Tags: ,

Comentário devocional

Deus amou os israelitas e os tirou da escravidão no Egito (11:1). No entanto, eles não gostavam das mensagens que Deus lhes enviara através dos profetas. Então eles se afastaram de Deus, indo servir a outros deuses e oferecer sacrifícios e incenso à imagens de escultura (11:2). Deus amava os Israelitas e os ensinou a caminhar com Ele, mas eles logo se esqueceram de como Ele os tirou do Egito e o que havia feito por eles (11:3). Deus os atraíra com cordas de amor, retirara o jugo do pescoço deles e se abaixara para lhes dar comida (11:4). 

Israel do norte experimentaria um cativeiro na Assíria semelhante ao que eles haviam experimentado no Egito, porque eles se recusaram a retornar para Deus (11:5). Eles não conseguiram evitar a guerra e a invasão da Assíria por causa de seus próprios planos equivocados (11:6). Ninguém poderia libertá-los dessa escravidão, porque eles estavam se afastando de Deus de maneira deliberada (11:7). 

O coração de Deus se contorce de dor por causa do Seu amor por Israel. Ele diz: “Como posso desistir de você, Efraim? Como posso entregá-lo nas mãos de outros, Israel?” Em sua compaixão Deus sofre por seu povo (11:8, NVI). Se apenas Israel se arrependesse, Deus não iria destruí-los, porque Ele é o “Santo” em seu meio (11:9). Ellen White diz: “Santidade é integridade, é dedicação total.” Nossa santidade é nossa devoção total a Deus, e a santidade de Deus é a Sua devoção perfeita para conosco. Deus nos amou primeiro. Ele amou a Israel quando ela era uma criança (11:1). 

Mesmo na época de Oséias, Deus ainda amava a pecaminosa Israel, mas com uma profunda dor na esperança de que retornasse a andar com ele (11:10).
Se o arrependimento de Israel não viesse antes, Deus ainda esperava que eles se arrependessem durante o cativeiro na Assíria. Então Deus os levaria para fora da Assíria e os traria de volta à sua terra natal tão rapidamente quanto uma pomba voadora (11:11). Apesar de toda a rejeição, Deus ainda não desiste de seus filhos. 


A atitude de Israel para com Deus fora cheia de infidelidade, mentiras e enganos (11:12a). Ele compara Israel com a vizinha Judá. (11:12b).

Deus é o “Santo”. Ele é fiel e dedicado ao seu povo com misericórdia paciente e carinhosa. Quão felizes e gratos devemos ser pelo fato de Deus ser tão fiel conosco! Ter isto em mente e’ o que nos fará desejar jamais desapontá-lo.

Yoshitaka Kobayashi
Japão 



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/11/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Oseias 11 

Comentário em áudio



Oséias 1 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Ao tempo de Jeroboão II, em tempos de paz, o reino do norte prosperou e o território de Israel ampliou seu território a um tamanho quase igual àquele do tempo de Salomão (2 Reis 14:25). 

Neste tempo em que Elias e Eliseu trabalharam fielmente para Deus, Ele escolheu mais dois profetas, Amós e Oséias, para trabalhar em favor do Reino do Norte de Israel. Oséias foi o último profeta a falar com as pessoas de lá. A idólatra e corrompida adoração dos bezerros de ouro e Baal foram predominantes, e os males sociais se tornaram intoleráveis durante o período próspero de Jeroboão II (793-753 aC). Neste período, durante cerca de 30 anos, as mensagens de Oséias foram dadas ao norte de Israel (755-725 aC).

Perto do fim do longo reinado de Jeroboão II (793-753BC), Deus falou para Oséias tomar (de volta) a esposa adúltera (1, 2). Esta foi uma ilustração do amor de Deus para Israel. No início Israel era a pura esposa de Deus (2, 7), como, provavelmente, também era a esposa de Oséias. Deus queria ter Israel de volta, assim como Oséias aceitou de volta sua esposa. Deus aceitaria o retorno da arrependida esposa Israel (“Voltarei a estar com o meu marido como no início”, 2:7 NVI). Então Oséias deveria aceitar a esposa de volta e amá-la, assim como às crianças que dela nasceram

Deus disse a Oséias para dar a seu primeiro filho o nome Jezreel (1:4). Mais tarde, Jeú matou Jezabel, mulher de Acabe, e todos os que ficaram da casa de Acabe, em Jezreel (2 Rs 9: 30-37; 10:14). Assim, o nome do filho de Oséias, “Jezreel” [“Deus espalha”, NVI] representava um sinal de que Deus iria punir Israel, incluindo Jeú que não obedeceu a Deus nem se afastou dos pecados de Jeroboão (2 Reis 10:31). A filha de Oséias, lo’-ruhamah, significa “Desfavorecida” [Ou: “Não-amada”, NVI]. Isto profeticamente representava a destruição do reino do Norte de Israel pela Assíria. Aqueles que desobedecem a Deus são lo-ami, “Não meu povo”, o nome de outro filho de Oséias.

No entanto, Deus aceita com amor todos aqueles que estão dispostos a retornar para Ele, e, unidos como um só ao Seu povo, viver sob Sua proteção e prosperar (1:10-11).

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/hos/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Oseias 1

Comentário em áudio 



Ezequiel 40 by Jeferson Quimelli
6 de agosto de 2014, 0:00
Filed under: coragem, cuidado de Deus, fidelidade de Deus, Israel | Tags: , ,

Comentário devocional:

O capítulo 40 dá início à parte do livro de Ezequiel que descreve em detalhes os edifícios e os serviços do templo renovado e apresenta um layout da nova cidade e da terra em um Israel restaurado. 

À medida que a visão começa no capítulo 40 vários pontos introdutórios principais são apresentados. A visão é recebida no Dia da Expiação (22 de outubro de 573 aC), próximo ao fim do ministério de Ezequiel. Esse era o dia solene em que, anualmente, o santuário era purificado. Além da purificação do santuário, Ezequiel tem uma visão poderosa do novo e melhorado templo restaurado. A localização deste templo em uma montanha alta nos dirige a atenção para o Monte Sinai, onde a Lei e o modelo do tabernáculo foram dados originalmente. Neste monte um profeta anterior, Moisés, foi o porta voz de Deus que transmitiu ao povo os detalhes de como o tabernáculo do deserto deveria ser construído e agora Deus pede a Ezequiel que também seja o seu porta voz. 

Quando Ezequiel recebe a visão ele é instado a prestar muita atenção e fixar sua mente sobre os detalhes da visão porque sua tarefa é relatar tudo o que vê para o povo de Israel. Cativo na Babilônia e longe de sua amada Jerusalém e do templo, o povo de Israel precisa ser inspirado pela esperança. Eles precisam ouvir e ver esta imagem vívida acerca do que Deus quer fazer no futuro para eles. 

Quando olhamos para a nossa própria situação no mundo, precisamos deixar que Deus nos inspire com sua visão de um novo céu e uma nova terra que Ele tem reservado para nós.

Jon Dybdahl 
Universidade Walla Walla, EUA 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/40/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 40 

Comentário em áudio 

 

Comentários selecionados:

Os cap. 40 a 48 constituem uma única profecia, de caráter singular. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 787.

Esta visão é tríplice. A primeira parte revela o Templo ideal, cap 40-42, no qual as aspirações espirituais do povo de Deus se simbolizam pela arquitetura. A segunda parte, o Culto ideal, cap 43-46, no qual participam a glória de Deus,  o ministério dos sacerdotes, a contribuição do povo, e os ritos presididos pelo sumo sacerdote e pelo príncipe. A terceira parte revela a Nação ideal, cap 47-48, que tanto física como espiritualmente tem sua vida ao redor do culto no templo, de onde extrai sua alimentação, seu refrigério e sua inspiração. Bíblia Shedd.

Muitas interpretações tem sido dadas para a última visão de Ezequiel, incluindo (1) a visão literal, na qual este templo deveria ser realmente colocado em operação algum tempo depois do retorno de Israel do exílio; … (2) a futurista …; e a alegórica. … As evidências se ajustam melhor na visão literal, interpretada de acordo com os princípios dos cap. 38-39. A visão teria se cumprido literalmente pelo Israel histórico após seu retorno do exílio babilônico, se o povo, como nação, tivesse sido fiel em reclamar as promessas divinas feitas a eles a respeito de uma reforma espiritual. Andrews Study Bible.

É razoável supor que, para convencer o povo da certeza da promessa [do recomeço e da restauração], Deus tenha orientado o profeta a traçar uma planta exata do templo que devia ser o centro do culto da nova nação. Deus poderia simplesmente dizer ao povo que, no futuro, o templo deles seria reconstruído, mas isso seria um anúncio vago. Não haveria dúvidas quanto às intenções divinas se fossem apresentados cuidadosamente todos os detalhes da construção e do ritual. CBASD, vol. 4, p. 788.

1 no princípio do ano. Do heb. rosh hashanah, “cabeça do ano”. … É interessante notar que esta é a única ocorrência na Bíblia da frase rosh hashanah, nome que ainda hoje é dado pelos judeus ao Ano Novo, o dia 1º de tisri. CBASD, vol. 4, p. 787.

décimo dia. O décimo dia do sétimo mês é o Dia da Expiação. Ezequiel recebeu a visão de um santuário purificado/restaurado no mesmo dia em que o santuário era purificado anualmente (Lev 16). Andrews Study Bible.

3 um homem. Um anjo igual àqueles que tiveram o encargo de destruir o antigo templo profanado pela idolatria (9.2). Bíblia Shedd.

cordel. Usado para grandes medidas (47.3). Bíblia Shedd.

6-17 O que se deduz de tais medidas é a ordem, a decência e a simetria da casa de Deus;. Bíblia Shedd.

43 oblação. Heb korban, uma oferta voluntária (Mc 7.11). Bíblia Shedd.

46 filhos de Zadoque. Ezequiel distingue claramente entre os levitas em geral (muitos dos quais tinham serviços nos ritos do paganismo, Jz 17.7-13) e os descendentes do sumo sacerdote fiel, que servia nos tempos de Salomão (1 Rs 1.31-40). Os motivos para a distinção se dão em 44.10-16. Bíblia Shedd.



Ezequiel 6 by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2014, 0:00
Filed under: crescimento espiritual, fidelidade de Deus, restauração | Tags: , ,

Comentário devocional:

Aqueles que vivem em locais onde ídolos de ouro, pedra e madeira não são comuns não se sentem muito afetados por passagens bíblicas que falam sobre a idolatria de Israel. Mas, independentemente da nossa cultura, todos estamos familiarizados com a idolatria de um tipo ou outro. 

Nossos ídolos não são encontrados mais em torno de postes ídolos sagrados ou em lugares altos. Nossos ídolos, hoje, giram em torno de dinheiro, relacionamentos, entretenimento ou o nosso próprio conforto pessoal.

Podemos dar mais valor ao que as pessoas pensam de nós do que o que Deus pensa de nós. O nosso valor pessoal pode vir de nosso sucesso no local de trabalho ou do desempenho dos nossos filhos, em vez do resgate pago por Cristo em nosso lugar.

Podemos buscar conforto em alimentos, medicamentos, programas de televisão ou em um smartphone ou tablet, em vez de ao pé da cruz.

Enquanto nossas vidas aparentemente vão bem, como um motor bem regulado, estamos contentes. Mas quando as coisas começam a ir mal, nos voltamos para nossos ídolos para nos sentirmos melhor. Se formos realmente honestos conosco mesmos, não há muita diferença entre o Israel daquela época e nós, hoje.

Assim, quando lemos sobre o juízo de Deus contra Israel por um pecado similar ao que frequentemente cometemos, podemos facilmente nos desanimar ou ficar com medo. Deus é fiel à Sua promessa de disciplinar e julgar aqueles que se afastam Dele e adoram ídolos. Esta é uma maneira de Deus nos alertar, porque não quer que venhamos a nos perder.

Este lembretes de Deus em Ezequiel podem nos encher de culpa e vergonha, mas a questão mais importante é: O que nós, você e eu, faremos com a nossa culpa e vergonha? Você pode resistir a Deus e continuar em seu pecado ou você pode se arrepender e se afastar de seus pecados e ser impelido pelo Espírito Santo de volta à reconciliação com Deus.

Deus diz a Israel: “Mas pouparei alguns; alguns de vocês escaparão da espada quando forem espalhados entre as terras e nações. Ali, nas nações para onde vocês tiverem sido levados cativos, aqueles que escaparem se lembrarão de mim” (Ezequiel 6:8-9).

Assim como Deus é fiel para trazer disciplina e julgamento, Ele é fiel também para estabelecer um povo convertido, um remanescente restaurado. Este remanescente é composto de pessoas que estão conscientes do seu pecado, mas em vez de evitar a sua culpa, em vez de se esconder de Deus, ou buscar a paz através de outros meios, buscam a Jesus, a Água da Vida. Você vai buscá-lo hoje?

Deus é fiel. Sim, Ele é fiel para trazer um fim a toda a maldade, e Ele é fiel para trazer libertação real a Seu remanescente. Isso é uma ótima notícia! Amém.

Pr. Eric Bates
EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/6/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 6 

Comentário em áudio 



Lamentações 5 by Jeferson Quimelli
27 de junho de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, fidelidade de Deus | Tags: ,

Comentário devocional:

No capítulo final do livro de Lamentações, uma oração sobe ao céu. A súplica: “Lembra-Te” (v. 1) demonstra apego a Deus. No sofrimento que se seguiu à destruição de Jerusalém e do seu templo, na escuridão que parecia separar os sobreviventes do Senhor, alguém disse: “Lembra-Te”. 

Jeremias conhece a Escritura. Ele sabe que quando Deus se lembra, coisas acontecem para o seu povo (cf. Gn 8:1; 19:29; 30:22; Ex 2:24; 6:5). A miséria da catástrofe é equilibrada pela eternidade do Senhor: “Tu, Senhor, reinas para sempre.” (v. 19 NVI).

O tempo de Deus é certo; Sua justiça é transformadora; Sua paciência é eterna. Ele não pode Se esquecer (v. 20), porque Ele nos ama como uma mãe que cuida de seu bebê (Is 49:14, 15). Mas é só Ele que pode nos transformar. ” Restaura-nos para ti, Senhor”, escreve Jeremias: “renova os nossos dias como os de antigamente” (v. 21 NVI).

No meio de nossas lutas particulares e em nossos momentos pessoais de escuridão, Lamentações nos lembra que Deus não está ausente. Ele está ao nosso redor. Sua disciplina é sempre transformadora; Sua paciência e longanimidade são eternas (Ex. 34:6, 7); Deus, na verdade, está ansioso de vir ao nosso socorro!

“Lembre-se” hoje, da bondade de Deus e da salvação que Ele oferece gratuitamente a todos.

Gerald A. Klingbeil
Universidade de Andrews

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/lam/5/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Lamentações 5 

Comentário em áudio



Jeremias 34 by Jeferson Quimelli
4 de junho de 2014, 0:00
Filed under: confiança em Deus, fidelidade de Deus | Tags:

Comentário devocional:

Nenhum de nós gosta de receber más notícias. Isto é um fato. Mas deixe-me lhe fazer uma pergunta: o que você prefere, uma boa notícia falsa ou uma má notícia verdadeira? O rei Zedequias recebeu más notícias do profeta Jeremias: os exércitos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, destruiriam Jerusalém e o rei seria levado cativo.

Jesus também deu uma má notícia aos seus seguidores : “Eu lhes tenho dito tudo isso para que vocês não venham a tropeçar. Vocês serão expulsos das sinagogas; de fato, virá o tempo quando quem os matar pensará que está prestando culto a Deus.”(João 16:1-2, NVI).

Por que o Senhor dá essas más notícias ao Seu povo? A resposta é simples: Ele quer nos preparar para os tempos difíceis pela frente. A melhor preparação para a angústia ou perseguição é uma relação pessoal com Deus. Jesus disse aos Seus seguidores: ““Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”.” (João 16:33, NVI).

Não admira que o apóstolo Paulo tenha sido capaz de dar este testemunho alegre: “Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”(Rm 8:38-39, NVI).

“Senhor, obrigado porque estarás comigo no meio de minhas dificuldades e porque nada pode me separar do Teu amor. Amém”.

Derek J. Morris
EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/34/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 34 



Jeremias 32 by Jeferson Quimelli
2 de junho de 2014, 0:00
Filed under: confiança em Deus, fidelidade de Deus, restauração | Tags:

Comentário devocional:

Neste capítulo existe uma questão de importantes implicações teológicas: Jeremias compra de um primo uma propriedade na cidade natal de ambos, Anatote, próxima a Jerusalém. Aparentemente, este poderia parecer mais um assunto comum de família. Jeremias era o parente mais próximo e teve a primeira oportunidade para a compra da propriedade. Mas, se olharmos melhor, este realmente não era um bom momento para investir em imóveis, porque os babilônios estavam prestes a ocupar a terra. Jeremias, portanto, não era obrigado a comprar essa propriedade.

A vinda dos babilônios para ocupar a terra tinha sido profetizada pelo próprio Jeremias ao rei Zedequias e aos habitantes de Jerusalém e da terra de Judá. Mas Deus se envolve na compra da propriedade (v. 6-15). Jeremias é informado antecipadamente que Hananel, seu primo, lhe fará um pedido para que ele compre essa propriedade. Mesmo que não seja o melhor momento para investir em imóveis, Deus queria ensinar uma lição através desta compra da propriedade pelo profeta: quando Deus faz promessas, Ele garante que elas se cumpram. As pessoas irão retornar à terra, ocuparão novamente as suas casas, e isto é garantido através da experiência pessoal do profeta em comprar uma propriedade.

Deus gosta de nos ajudar nas escolhas que fazemos, não somente nas grandes decisões, mas também nas pequenas. Quando vamos comprar uma casa ou uma propriedade nem sempre recebemos um claro “assim diz o Senhor”. Mesmo assim é importante buscarmos a Sua orientação.

Portanto, fazemos bem em passar tempo em oração antes de comprar uma casa ou fazer qualquer investimento substancial. Poderá ser necessário investir algum tempo revendo os princípios da Palavra de Deus e como eles se relacionam com o negócio que estamos planejando. Em seguida, com base nestes princípios, podemos considerar os demais fatores envolvidos. Não há dúvida de que quando Jeremias atendeu à ordem de Deus e adquiriu o campo do seu primo em Anatote, ele estava concedendo a Deus o primeiro lugar. 

Não fazia muito sentido comprar um terreno numa época em que Jerusalém estava prestes a ser invadida e subjugada pelos babilônios. Mas o profeta obedeceu, mesmo sem entender tudo o que estava envolvido. Através desta ação Jeremias demonstrou a sua confiança na promessa de Deus de que um dia o seu povo voltaria do cativeiro e propriedades voltariam a ser negociadas na terra. 

Fazemos bem em obedecer a Deus em todas as coisas, pois suas orientações são seguras e visam apenas o nosso bem.

“Querido Deus, ajuda-me a ser fiel e obediente a Ti em todas as ocasiões, nas pequenas e grandes decisões da vida. Amém.”

Michael Sekupa
África do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/32/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 32 



Jeremias 31 by Jeferson Quimelli
1 de junho de 2014, 0:00
Filed under: Aliança, fidelidade de Deus | Tags:

Comentário devocional:

Este capítulo se baseia no mesmo tema discutido no capítulo anterior: a restauração de uma terra que foi devastada pela guerra e saqueada pelas nações invasoras (v. 4,11,18). Além disso, Deus reintroduz o tema da aliança. 

O texto nos permite imaginar a longa caminhada dos cativos passando por Ramá, no caminho para a Babilônia, chorando pelo exílio e pelos que morreram (v. 15). Mas deixa claro a promessa de prosperidade futura, e ela é tão certa que o Senhor diz: “quando Eu os trouxer de volta do cativeiro” (v. 23 NVI).

A restauração não é uma probabilidade, é certa. Está agendada no cronograma de Deus. Quando Jesus dá os sinais de Seu retorno em Mateus 24, Ele usa como ilustrações as indicações da natureza para a chegada do verão. A segunda vinda de Cristo é tão certa quanto a chegada de uma estação no seu tempo determinado.

O povo a quem Deus dirige estas mensagens está em um estado de crise. Eles haviam quebrado os termos da aliança que Deus estabelecera e Ele, então, permitiu que os babilônios invadissem suas terras. Agora Deus quer restaurá-los e trazê-los de volta para casa. 

Ele também quer renovar a aliança quebrada. Pela primeira vez em todo o Antigo Testamento Deus promete claramente: “‘Estão chegando os dias’, declara o Senhor, ‘quando farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá. Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados quando os tomei pela mão para tirá-los do Egito; porque quebraram a minha aliança, apesar de eu ser o Senhor deles’, diz o Senhor. ‘Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias’, declara o Senhor: ‘Porei a minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo.’”(v. 31-33 NVI).

Deus não está aqui removendo a lei ou se afastando dela – Ele promete que vai ajudar Israel a interiorizar a lei, de tal forma que ela faça parte de todos os aspectos de sua vida. Deus também promete: ““Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados.” (v. 34 NVI). Este ato de perdão é outra indicação de que o foco de Deus aqui não é alterar a lei, mas transformar o Seu povo. Ele os perdoa e os capacita, implantando Sua lei em seus corações.

A restauração da terra, a punição dos inimigos, o retorno das pessoas à sua terra, tudo isso não tem sentido se não houver uma relação de aliança. A reforma externa não tem sentido se não houver uma correspondente transformação de caráter e restauração do relacionamento com Deus.

“Querido Deus, transforme minha vida e coloque a Sua Lei em meu coração. Amém”.

Michael Sekupa
Heidelberg College , África do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/31/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 31 



Isaías 50 by Jeferson Quimelli
15 de abril de 2014, 0:00
Filed under: comunhão, fidelidade de Deus | Tags:

Comentário devocional:

Deus havia abandonado Seu povo? Para muitos judeus parecia que sim. Seus inimigos eram uma ameaça constante para eles, e Deus havia predito o exílio dos judeus em uma terra estrangeira. Neste capítulo o Senhor apresentou diante deles duas questões legais: divórcio e escravidão (v.1).

Deus não tinha, de fato, se divorciado de Judá, apesar de muitos falarem desta maneira em Jerusalém. Se fosse assim, eles poderiam apresentar um certificado de divórcio? Não podiam. Não havia como obter provas de que isto houvesse acontecido. Deus também não os havia vendido permanentemente como escravos. Ninguém podia apresentar um documento de que os havia comprado. 

Judá seria mandado embora por um período de tempo, mas isso não significava uma ruptura permanente de seu relacionamento com Deus. Desta maneira, os judeus não poderiam em auto piedade reivindicar que haviam sido abandonados pelo Senhor. Na verdade, o Senhor já havia tentado várias vezes obter alguma resposta da Sua noiva: “Por que razão … quando chamei, ninguém respondeu?” (v.2 ARA),  Ele chorou.

Deus continua a justificar a sua capacidade de cuidar de Judá no verso 2. Sua mão não era curta que não os pudesse alcançar. A expressão “mão que não pode alcançar” estava relacionada à falta de recursos financeiros (Lv 5:7; 12:8; 14:21), a incapacidade de alguém de pagar o preço para libertar um escravo. Certamente, o Senhor do universo era totalmente capaz de sustentar sua “esposa”, bem como de pagar o resgate por ela. Ele não havia feito isso antes, quando Ele libertou o seu povo do Egito?

À pergunta no verso 2: “Quando eu chamei, por que ninguém respondeu?” (NVI) surge a resposta: Jesus, o Servo de Deus, seria esse homem, esperando ansiosamente para trabalhar para o Senhor. A cada manhã o Senhor acordava Jesus, despertava o Seu ouvido (v. 4), como discípulo fiel. Foi essa rotina matinal de se tornar cheio do Espírito e submissão diária, aprendendo a levar adiante a missão de Deus no mundo, que preparou Jesus a oferecer suas costas àqueles que O feriam (v. 6; ver Marcos 15:15). Os Evangelhos não registram que a barba de Jesus tenha sido arrancada (v. 6 NVI) em seu julgamento, embora isso possa ter acontecido. Jesus suportou tudo que o diabo pode imaginar trazer contra Ele.

Durante anos eu ministrei uma disciplina universitária sobre a vida de Jesus. Por volta da terceira semana, eu desafiava meus alunos a tentarem esta experiência: durante 10 dias pedirem a Deus que os acordasse todas as manhãs, como havia feito com Jesus, a fim de passarem tempo com Ele. No início, muitos estudantes que estudavam até tarde da noite não acreditavam que seria possível acordar cedo sem um despertador, simplesmente pelo sussurro do Senhor. Para grande surpresa deles, isto acontecia a todos aqueles que sinceramente desejavam passar tempo com Deus pela manhã.

Este era a grande necessidade de Cristo, e é também a nossa. “Muitos, mesmo nas horas de devoção, deixam de receber a bênção da comunhão real com Deus. Estão com demasiada pressa. Com passos precipitados se apressam a atravessar o círculo da amável presença de Cristo, detendo-se somente um momento no recinto sagrado, não esperando por conselho. Não têm tempo de ficar com o Mestre divino. Com seus fardos voltam eles a seus trabalhos. Estes trabalhadores nunca poderão alcançar o maior êxito antes que aprendam o segredo da força. Devem dar a si mesmos tempo para pensar, orar e esperar de Deus a renovação da força física, mental e espiritual. … Não uma parada momentânea em Sua presença, mas um contato pessoal com Cristo, assentando-nos em Sua companhia – tal é a nossa necessidade” (Educação, p 260-261).

Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/50/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 50 




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