Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 14 by jquimelli

Comentário devocional:

O capítulo 14 abre se inicia com uma visão daqueles que têm o Selo de Deus. Retrata “o Cordeiro, em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil que traziam escritos na testa o nome dele e o nome de seu Pai” (v. 1 NVI). Enquanto o mundo inteiro segue a besta e recebe a sua marca, estes “seguem o Cordeiro por onde quer que ele vá” (v. 4 NVI).

Apocalipse 14 apresenta três anjos cujas mensagens estabelecem uma linha de separação entre os seguidores da besta e os seguidores do Cordeiro. Com a foice na mão, eles são o apelo final de Deus para o Planeta Terra antes de Jesus voltar para colher os habitantes da Terra. A primeira mensagem é um convite para aceitar o evangelho eterno e para dar glória a Deus, nosso Criador. A segunda é uma declaração de que Babilônia caiu. A terceira mensagem angélica é uma advertência contra receber a Marca da Besta. Se acreditamos que somos a última geração antes do fim, essa tríplice mensagem é a mais relevante e a mais urgente que poderíamos considerar.

Aqueles que aceitam o convite do evangelho comunicado pelo primeiro anjo e rejeitam os dogmas da besta condenados pelo terceiro anjo, são descritos em 14:12 como os santos de Deus “que obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus”. Por essa razão o nome do Cordeiro e o nome de Deus estão escritos nas suas testas. Sua fé em Jesus leva-os a guardar os mandamentos de Deus, mesmo em face de terrível perseguição. Eles guardam as Suas leis, não a fim de obterem a salvação, mas porque foram salvos. Nas palavras de Efésios 2:8-10, eles são salvos “pela graça… mediante a fé… para boas obras” (ARA).

As questões que desafiam a última geração estão ligadas à fé de Jesus e os mandamentos de Deus. O anticristo é acusado ​​de oferecer caminhos alternativos ao céu – mil invenções para substituir ou complementar a uma solução providenciada por Deus para o problema do pecado. Não há nenhum substituto para Jesus e nada podemos acrescentar a sua obra de salvação. O anticristo é também culpado de adaptar os mandamentos de Deus para atender preferências humanas, ou totalmente descartá-los como uma relíquia do passado. Os santos de Deus, por outro lado, dão glória à Ele por apegarem-se, pela fé, a Jesus como sua única esperança de salvação e por obedecerem aos mandamentos de Deus que foram escritos pelo Espírito em seus corações e mentes.

Garth Bainbridge
Australia


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/14/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 14 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/2015.mp3



Apocalipse 11 by jquimelli

Comentário devocional:

Ao soar a sétima trombeta, o povo de Deus estava estudando cuidadosamente o livro de Daniel e proclamando a mensagem da Hora do Julgamento. Depois de estudar cuidadosamente o sacrifício de Jesus e Seu ministério sumo sacerdotal no Santo Lugar do Santuário Celestial, eles passaram a proclamar que Jesus era a “vara de Deus” para medir aqueles que afirmavam crer nEle.

Agora, o Revelador passa a descrever o que aconteceu com as duas testemunhas durante os anos antes de Jesus passar para o Santo dos Santos. Quem são estas duas testemunhas? Eles simbolizam o Antigo e o Novo Testamentos. As duas oliveiras mencionadas por João fornecem o energizante óleo do Espírito Santo. E os dois castiçais diante de Deus mostram sua ligação com o Santuário Celestial.

As duas testemunhas permanecem perante o Senhor do Universo e têm poder para vencer as mentiras e falsos ensinamentos daqueles que odeiam a Deus. Elas também têm poder de abrir as janelas do céu em resposta a obediência e impedir que os desobedientes recebam as bênçãos. Elas detêm o poder de Deus, a verdade e a vida nas páginas da Sua Palavra. As duas testemunhas têm o poder de usar todos os meios para fazer uma última tentativa de chamar os homens de volta para a verdadeira adoração de Deus. Por um período de tempo elas permaneceram mortas nas ruas, simbolizando o período em que na França a razão foi endeusada e o comportamento ilícito dominou sobre o povo. Mas as duas testemunhas foram ressuscitadas depois de um tempo, pelo poder do Espírito Santo, para mais uma vez proclamar a verdade de Deus. Em seguida, as Escrituras rapidamente se espalharam por todo o mundo durante o Grande Despertamento de 1798-1840. A sétima trombeta ou o terceiro ai ocorrem após o Grande Despertamento e significa um período de tempo até o fechamento da porta da graça. Esta trombeta soa o alerta para o mundo que “chegou a hora do Seu juízo” (Ap 14:7 NVI).

É claro que o Islã tinha um papel a desempenhar na quinta e sexta trombetas (primeiro e segundo ais). Significaria isso que o Islã desempenhará um papel na 7ª trombeta (3º ai)? Não sabemos. Mas Daniel 11 mostra o quão perto estamos do momento em que os anjos deixarão de conter os fortes ventos. Jesus vai tirar Suas vestes sacerdotais e colocará Suas vestes reais. Então os reinos deste mundo se tornarão Seus reinos. As nações estão iradas, as sete últimas pragas cairão, os justos serão recompensados e ímpios serão julgados.

Ao ser afastada a cortina do Lugar Santíssimo no Céu, João vê a Arca contendo os Dez Mandamentos. A observância da lei de Deus é de grande importância. 

Jesus está vindo! Você está pronto para dizer ao mundo que Ele está prestes a começar seu reinado sobre os reinos deste mundo?

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/11/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 11 
Comentários sobre Apocalipse 11



Apocalipse 5 by jquimelli

Comentário devocional:

João vê o Pai sentado no trono, segurando em sua mão direita o pergaminho que contém as ações de cada pessoa. Em linguagem simbólica aquele pergaminho contém informações de toda nação, língua e povos desde o início da história da Terra até o fim. João chora porque parece não haver ninguém no céu ou na terra que possa abrir o livro e resolver o problema do pecado da Terra.

Alguém mais entra na sala do trono, o Cordeiro, aparentando recentemente ter passado pela morte. Jesus, o Cordeiro sacrificial,  consegue abrir o livro e revelar o seu conteúdo. O recém morto e ressuscitado Jesus pega o pergaminho contendo o registro das vidas das pessoas e dos eventos na terra e se prepara para agir. O momento aqui retratado é o dia de Pentecostes, em 31 d.C. Os quatro seres e os vinte e quatro anciãos prostram-se e adoram o Cordeiro, porque Ele os resgatou para Deus pelo Seu sangue. A compreensão dessas realidades também deveria fazer-nos prostrar e louvar o Cordeiro!

As sete lâmpadas ou espíritos representam a totalidade do Espírito Santo que está diante do trono e é enviado ao mundo todo. O derramamento pentecostal do Espírito Santo em Jerusalém em 31 dC foi a proclamação do Céu a respeito da entronização do Redentor. Segundo a promessa de Jesus, Ele enviou o Espírito Santo do céu sobre seus seguidores como um sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebeu todo o poder no céu e na terra e foi  ungido como Sumo Sacerdote sobre Seu povo.

Neste ponto do início do trabalho de Jesus como nosso Sumo Sacerdote e Rei, os anjos, os quatro seres e os vinte e quatro anciãos, que assistiram a agonia e triunfo de Jesus sobre a terra, também estarão observando a vitória dos cristãos de todos os tempos através do poder de Jesus Cristo. Esses anciãos se prostram e proclamam: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (v. 12).
Como eles, prostremo-nos também diante de Jesus, o Cordeiro de Deus, em gratidão por Sua graça salvadora. Só Jesus é digno do nosso louvor e adoração!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/5/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 5 
Comentário em áudio 



Apocalipse 4 by jquimelli
1 de julho de 2015, 1:00
Filed under: adoração, Espírito Santo, Jesus, louvor, Sumo Sacerdote | Tags: ,

Comentário devocional:

Em Apocalipse 2 e 3, João testemunha um vívido retrato da graça que Jesus ofereceu a Sua Igreja em todas as eras, até o fim dos tempos. No capítulo 4, João vê uma porta aberta no céu e ouve a voz de Jesus, como uma trombeta, convidando-o para contemplar o santuário celestial. João na visão vê o que está ocorrendo. Ele vê todo o céu esperando Jesus retornar ao céu, depois de Sua ressurreição, para ser empossado como nosso Sumo Sacerdote e Rei do santuário celestial, para salvar a todos aqueles que se achegarem a Deus através dEle.

A primeira das oito cenas da sala do trono de Apocalipse é descrita por João ao ele ver o Pai sentado no trono, refletindo jaspe e sardônio, pedras que representam o caráter do Seu Filho, cujo recente sacrifício possibilitou a remissão dos pecados. O verde no arco-íris que circunda o trono representa a esperança e o vermelho expressa o sangue do sacrifício do amor divino por nós.
Circundando o trono estão os vinte e quatro anciãos e os quatro seres vivos que dão glória, honra e louvor ao Pai. Eles O reconhecem como o Criador, Aquele que criou todas as coisas por Sua vontade.

Diante do trono também estão sete lâmpadas que simbolizam a plenitude do Espírito Santo em Sua disposição e capacidade de salvar os que se submetem a Deus. Os quatro seres viventes angélicos refletem de maneira acurada as características humanas de Jesus conforme retratado nos quatro Evangelhos. O leão da tribo de Judá o representa como o cumprimento de todas as profecias do Antigo Testamento (Mateus). O boi representa Jesus em seu papel como sacrifício e em sua paciente e sofredora vida de servo (Marcos). O homem representa Jesus em Sua humanidade (Lucas). E a águia, que domina majestosamente os céus, representa a divindade de Jesus (João). Estas características de Jesus também serão refletidas nas pessoas que compõem a Sua igreja.

Diante dessa cena gloriosa, com todo o Céu esperando para empossar Jesus como Sumo Sacerdote e Rei do Universo, os seres ao redor do trono caem prostrados, lançam suas coroas perante Deus e exclamam que Ele é digno de receber glória, honra e poder, pois criou todas as coisas. Eles compreendem que a humanidade foi criada para a comunhão com Deus.

Neste momento, pela fé, adentre você também na Sala do Trono do Céu. Prostre-se diante do Criador e dê a Ele honra, glória e louvor por ter-lhe criado e redimido!
Kenneth Mathews, Jr. 
Médico, Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 4 
Comentário em áudio 



Apocalipse 2 by jquimelli
29 de junho de 2015, 1:00
Filed under: adoração, alegria, vitória | Tags: ,

Comentário devocional:

Assim como a visão de João acerca de Cristo em Apocalipse 1 descreve Jesus com imagens  altamente simbólicas, cada carta às igrejas em Apocalipse 2 e 3 começa com alguns desses símbolos e, em seguida, passa a descrever também a Igreja de Cristo em termos simbólicos. Essa é uma das muitas pistas de que as sete igrejas da Ásia representam simbolicamente a Igreja ao longo da história. Outra dica é que essas não são cartas comuns. São muito importantes, pois vêm do próprio Jesus!

Na maioria das cartas (mas não em todas) Jesus encontra algo a elogiar naquela Igreja e é assim que Ele começa. Mas, como um médico fiel, Ele também diagnostica os males da Igreja em cada época e lhes dá uma receita que, se aceita, permitirá a cada membro da igreja não só recuperar a saúde espiritual, mas vencer o pecado e a morte.

O quadro geral apresentado em Apocalipse 2 é o de uma igreja sob ataque, de dentro e de fora. E o quadro piora antes de melhorar. A igreja de Éfeso, representando a era apostólica, é uma igreja fiel e ativa. Eles erradicam a apostasia e não se cansam de fazer o bem. A primeira igreja teve um sucesso evangelístico tão grande que Paulo pode dizer que o evangelho tinha sido “pregado a toda criatura debaixo do céu” (Col. 1:23). Mas, com o tempo, eles perderam o primeiro amor (Ap. 2:4). “Depois de algum tempo, porém, começou a minguar o zelo dos crentes, bem assim seu amor a Deus e de uns para com os outros” (White, Atos dos Apóstolos, 324).

Mesmo em nossa melhor fase, podemos estar tão preocupados com a obra do Senhor, que perdemos de vista o Senhor da obra. Esquecemo-nos de que o verdadeiro sucesso, na estimativa divina, só é possível quando olhamos para Jesus. Todos os dias precisamos de uma nova visão acerca de Cristo; precisamos ter o nosso amor por Ele renovado; precisamos da garantia de que começamos o dia em Sua força e com o senso de Sua presença. Então, nos lembraremos de que o nosso trabalho é na verdade o Seu trabalho e nossas vidas beneficiarão aqueles que nos rodeiam com a fragrância do Seu amor e graça.

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 2 
Comentário em áudio 



Apocalipse 1 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
28 de junho de 2015, 21:08
Filed under: adoração, sábado | Tags: , , ,

1 Revelação. Do gr. apokaluvsis, “descerramento”. “Revelação de Jesus Cristo” pode ser considerado o título que João deu ao livro. Este título nega categoricamente a ideia de que o Apocalipse é um livro selado, que não pode ser compreendido. Ele apresenta uma mensagem que Deus teve e tem o propósito de ajudar Seus servos na Terra a ouvir e guardar. Eles só podem fazer isso se a compreendem. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 803.

3 Aqueles que ouvem. Isto é, os membros de cada igreja. A NVI traz a expressão anterior no singular, “aquele que lê”, denotando que, em cada igreja, havia apenas um leitor, e muitos que ouviriam a leitura. A bênção que acompanhava a leitura do Apocalipse nas “sete igrejas” da província romana da Asia alcança todos os cristãos que lêem o livro com o desejo de adquirir uma compreensão mais perfeita das verdades por ele comunicadas. CBASD, vol. 7, p. 806.

4 Sete Espíritos. Em outras passagens do livro, os sete Espíritos são retratados como sete lâmpadas de fogo (Ap 4:5) e como os sete olhos do Cordeiro (Ap 5:6). A associação dos “sete Espíritos” com o Pai e com Cristo, como equivalentes doadores da graça e da paz, sugere que eles representam o Espírito Santo. É provável que “sete” seja uma expressão simbólica de Sua perfeição e também pode subentender a variedade de dons por meio dos quais ele trabalha nos seres humanos (ver ICo 12:4-11; cf. Ap 3:1). CBASD, vol. 7, p. 807.

10 Dia do Senhor. O dia do Senhor não pode ter sido um domingo, pois o primeiro dia da semana nunca foi observado como um sábado até vários seculos depois da ascensão de Cristo. Escritores bíblicos referem-se ao domingo como “o primeiro dia da semana”. Para os pagãos, era o dia do sol. Qual era o dia do Senhor? 1. O dia em que o Senhor chama de “Meu Santo dia” (Is 58:13). 2. Jesus é o “Senhor do Sábado” (Mc 2:28). Apocalipse Verso por Verso, Henry Feyerabend, p. 14.

11 Sete igrejas. A ordem em que as igrejas são citadas, tanto aqui quanto em Apocalipse 2 e 3, representa a sequência geográfica pela qual passaria um mensageiro levando uma carta de Patmos a essas cidades da província da Ásia. CBASD, vol. 7, p. 813.

13 Filho de homem. Do gr. hrdos anthrôpou. O texto grego desta passagem não tem artigo definido. Trata-se de uma tradução exata do aramaico kebar enash e parece ter o mesmo significado que tem em Daniel. Logo, aquilo que se comentou sobre kebar enash (Dn 7:13) também se aplica a huios anthrôpou. Está claro que Aquele a quem o título se refere é Cristo (Ap 1:11, 18). A expressão “o Filho do homem”, com artigo definido, é usada para Cristo mais de oitenta vezes no NT, ao passo que “Filho de homem”, sem o artigo definido, só se refere a Ele em dois outros casos no grego do NT (Ap 14:14 e Jo 5:27). CBASD, vol. 7, p. 816.

16 Sete estrelas. Este símbolo representa os “anjos”, ou mensageiros, enviados às sete igrejas (v. 20). CBASD, vol. 7, p. 817.

17 Não temas. Após a perda da força física, o profeta recebia força sobrenatural, normalmente por meio do toque de uma mão (Ez 2:1, 2; Dn 8:18; Is 6:6, 7). Muitas vezes, o visitante celestial deu a ordem “Não temas!”, a fim de dissipar os temores que naturalmente transbordam no coração humano quando confrontado com um ser celestial. CBASD, vol. 7, p. 818.

20 Mistério. Aqui o termo “mistério” é usado para se referir às sete “estrelas”, símbolo que ainda não fora explicado. O símbolo é chamado de “mistério” porque a interpretação estava prestes a se tornar conhecida. Logo, no Apocalipse, “mistério” é um símbolo prestes a ser explicado para aqueles que consentem em guardar as coisas reveladas no livro (Ap 17:7, 9), ou algo que Deus deseja lhes tornar conhecido. Os símbolos do Apocalipse também são chamados de “sinal” (Ap 12:1; 15:1). CBASD, vol. 7, p. 819.



Apocalipse 1 by jquimelli

Comentário devocional:

O livro do Apocalipse, como o primeiro versículo indica, é uma revelação recebida de Cristo e sobre Cristo, vinda de Deus Pai (cf. João 8:28; 17:8). Aqui, como em todo o livro, recebemos vislumbres do Pai e do Espírito Santo (Ap. 1:4), mas é o próprio Jesus Cristo quem toma o lugar central. Jesus é tão maravilhoso que João mal pode se conter. As imagens fluem de sua pena, uma após a outra.

Como a fiel testemunha (v. 5), Jesus é a Palavra viva, acuradamente revelando Deus e Sua vontade para nós (Ap. 19:13; cf. Jo. 1:1,18). Como o “primogênito” dentre os mortos, a Sua ressurreição é que torna possível a nossa ressurreição para a vida eterna (1 Cor. 15:17-23). Como o príncipe ou soberano dos reis da terra, Ele está no controle deste mundo. Ele nos ama. Ele nos lavou e nos purificou com Seu sangue através da Sua morte na cruz. Ele fez de nós um reino e comissionou cada um de nós, como sacerdotes, a ampliar Seu reino, proclamando as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (v 6; 1 Ped. 2:9). Acima de tudo, Ele está voltando em breve e “todo olho O verá” (Ap 1:7). Mas isso não é tudo.

A visão de João acerca de Cristo nesse capítulo é uma das mais marcantes em toda a Bíblia. Jesus está vestido como nosso Sumo Sacerdote, caminhando entre sete candeeiros – as sete igrejas da Ásia Menor (v. 20), que por sua vez representam a Sua Igreja em todos os lugares e em toda a história cristã (v. 19).

A mensagem é clara. Jesus não Se esqueceu de nós. Ele nos gravou nas palmas das Suas mãos (Is 49:16). Ele não Se esqueceu de Sua Igreja. Seus líderes – ministros cristãos que são aqui referidos como “anjos” ou mensageiros e representados pelas sete estrelas (ver Obreiros Evangélicos, 13) – estão em Sua mão. Cristo é a Cabeça da Igreja. E, como o livro de Apocalipse deixa bem claro, Ele nos guiará até o fim. Pelo fato dEle ter vencido, pela Sua graça venceremos também e reinaremos com Ele na Terra renovada (Ap 22:5).

Clinton Wahlen, PhD
Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/1/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 1 
Comentário em áudio 




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