Reavivados por Sua Palavra


II Timóteo 2 by jquimelli

Comentário Devocional:

Um soldado, um atleta, e um agricultor – Paulo usa essas personalidades marcantes para representar a viagem perseverante do cristão.
   – Quem é o soldado? Aquele que segue estritamente todas as ordens de seu comandante, mesmo no meio da batalha;
   – O atleta é a próxima comparação – bem treinado, disciplinado, focado na meta de vencer, independentemente do custo ou sacrifício pessoal;
   – E, finalmente, Paulo acrescenta o retrato do agricultor trabalhador e fiel que confia em Deus para a colheita. Meu avô era um fazendeiro como a maioria dos agricultores que conheci ao longo dos anos. Ele era muito metódico, inovador, de fala mansa, e até mesmo tranquilo. Depois de todo o seu trabalho duro e longas horas de calor, frio e períodos de seca, ele esperava uma colheita no outono.

Paulo, então, nos diz em termos inequívocos, que alguns dos nossos problemas podem vir de membros da igreja ou mesmo de um pastor, ancião, diácono ou diaconisa. O diabo quer nos arrancar de Deus e nos lançar longe da igreja. Ele pode usar alguém que você admira. Lembre-se que foi a “família da igreja” que crucificou a Cristo! Não se engane, não deixe frequentar a igreja por causa de alguém ou de algo que aconteceu. Paulo assevera no verso 19: “o firme fundamento de Deus permanece inabalável e selado com esta inscrição: ‘O Senhor conhece quem lhe pertence’” (NVI). Siga o conselho de Paulo e permaneça em alicerce seguro! Seja forte em Cristo e resista ao Diabo.

Caro cristão, 
   – seja forte como um soldado, seguindo as ordens do seu comandante: “afaste-se da iniquidade” (v. 19 NVI). Lembre-se: “Todas as Suas ordens são promessas habilitadoras” (PJ 176);
   – Mantenha os olhos fixos no prêmio, como um atleta disciplinado – para um dia poder estar perante junto ao seu irmão mais velho, Jesus;
   – E, finalmente, confie como o agricultor, que pacientemente suporta o calor escaldante, tempestades e a peste, e mantém plena fé de que Deus proverá uma colheita cheia de frutos: “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl 5:22, 23, NVI).

Jim Ayer
Vice-Presidente
Rádio Mundial Adventista
Conferência Geral

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ti/2/
Traduzido/adaptado por JAQ/GASQ

Texto bíblico: II Timóteo 2
Comentário em áudio 



Atos 15 – Comentários selecionados by jquimelli

1-35 Um grupo vindo da Judéia chega a Antioquia e reivindica que a circuncisão é necessária para a salvação. Para resolver a controvérsia resultante, uma delegação é designada para visitar Jerusalém (vv 1-2). … Esta é uma história crucial. O que deve ser exigido dos gentios para que estes se tornem cristãos? Andrews Study Bible.

1 Circuncidardes. Esta exigência prova algo que não fora dito com clareza em outra passagem bíblica. Paulo e Barnabé não exigiam que os conversos gentios fossem circuncidados. Aqui se inicia o relato da primeira grande controvérsia da igreja cristã. Certamente ela surgiria logo que o cristianismo saísse das fronteiras da Palestina. Os primeiros conversos ao cristianismo eram judeus que preservavam a maior parte das práticas e dos preconceitos da religião na qual haviam sido criados. CBASD Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 315.

Não podeis ser salvos. Este era o cerne do problema. A circuncisão não podia ser exigida dos gentios com base na antiguidade do costume nem como condição para se tornar membro da igreja. CBASD, vol. 6, p. 317.

2 Paulo e Barnabé. Os apóstolos estavam no centro da disputa, pois as exigências dos judaizantes representavam uma condenação direta do trabalho que os missionários haviam realizado na Cilicia, Antioquia e em toda a primeira viagem missionária. Mas os dois sabiam que sua obra só poderia ser interpretada como um triunfo da graça de Deus. Eles haviam proclamado a salvação pela fé em Cristo. Então não podiam permanecer em silêncio enquanto os conversos eram levados a crer que a aceitação da graça divina pela fé não era suficiente e que ritos exteriores eram necessários para a salvação. CBASD, vol. 6, p. 317.

Apóstolos e presbíteros. Pedro, João e Tiago, o irmão do Senhor, estavam em Jerusalém (Gl 2:9,1:19). Juntamente com os presbíteros (At 11:30) e talvez outros apóstolos. Eles pareciam ser os líderes da jovem igreja. O fato de se levar a difícil problemática da circuncisão a um concílio de apóstolos e presbíteros, em Jerusalém, é um precedente significativo para a organização da igreja. CBASD, vol. 6, p. 318.

7 Debate. O que fica evidente na maneira como a questão foi tratada é que o Espírito trabalha com seres humanos e, por meio deles, realiza Sua vontade a despeito de fragilidades e desavenças pessoais. CBASD, vol. 6, p. 319.

10 Puderam suportar. Segundo a intenção divina original, os requisitos cerimoniais da lei de Moisés não eram intoleráveis! Os judeus perderam de vista o real significado dessa lei e a transformaram numa série de cerimônias para tentar garantir a salvação. … a verdadeira natureza do cristianismo não se encontra em formas e cerimônias. A essência do cristianismo é a vida espiritual e a adoração a Deus em espírito e em verdade. O cristianismo devia se libertar das formas, dos rituais e das cerimônias típicas, uma vez que Cristo já era uma realidade viva. Se o sentido básico da decisão do concílio de Jerusalém tivesse sido incorporado plenamente à experiência posterior da igreja, grande parte do erro e da apostasia teria sido evitada. CBASD, vol.6, p. 320, 333.

11 Fomos salvos. A salvação é pela graça (ver Rm 3:21-26; 5:1, 2; 11:5, 6; Ef 2:5, 8). As obras são consequência do recebimento da salvação (Rm 8:4; Ef 2:9, 10; Ef 2:12, 13). CBASD, vol. 6, p. 320.

13-21 Claramente o concílio decide que os gentios não precisam se converter ao judaísmo, obedecendo a todos os aspectos da lei cerimonial – incluindo a circuncisão – para se tornarem cristãos. Andrews Study Bible.

19 Julgo eu. Literalmente, “eu decido”. As palavras de Tiago sugerem que ele exercia autoridade. Mas o que vem em seguida não é um decreto, pois, quando finalmente promulgado, sua autoridade se baseou nos apóstolos e presbíteros (ver E f 16:4). CBASD, vol. 6, p. 322.

20 que se abstenham. Obedecer a estas quatro regras ajudaria gentios e judeus a manterem companheirismo. Duas observações são úteis aqui: 1) Estas proibições se baseiam nas leis que se aplicavam tanto a judeus quanto aos “estrangeiros que habitam entre vocês”, em Lv 17-18. O concílio de Jerusalém parece adotar este modelo do AT, argumentando que obedecer a estas regras ajudaria não-judeus a viver e adorar sem ofender a seus vizinhos judeus. 2) Todos estes quatro itens listados estavam associados a templos pagãos. A abstenção destes quatro itens – e se afastar de templos pagãos – tornaria óbvio que os cristãos gentios haviam deixado a idolatria para adorar o único e verdadeiro Deus. Andrews Study Bible.

22 Toda a igreja. Isto mostra a importância da participação dos membros da igreja nas decisões. Eles opinaram na escolha dos representantes enviados com a carta. Nos séculos seguintes, os leigos passariam a ser excluídos dos concílios oficiais. CBASD, vol. 6, p. 325.

Silas. Conhecido como Silvano nas cartas de Paulo, acompanhou Paulo em sua Segunda viagem missionária (15:40 – 18:2) e foi apontado como coautor das cartas a Tessalonica (1Ts 1:1, 2; 2Ts 1:1). Andrews Study Bible.

28 não vos impor maior encargo. A circuncisão, a apresentação de sacrifício, os ritos de purificação e todos os atos formais que faziam parte da religião judaica ou que foram acrescentados a ela não seriam exigidos dos gentios batizados na igreja cristã. CBASD, vol. 6, p. 333.

29 Coisas sacrificadas a ídolos. Estas palavras dão uma definição mais precisa da advertência de Tiago contra as “contaminações dos ídolos”. CBASD, vol. 6, p. 327.

Destas coisas fareis bem se vos guardardes. Pode surgir a dúvida do porquê de o concílio de Jerusalém não ter especificado que todos os dez mandamentos eram obrigatórios. A resposta é que o concílio não tratava acerca do decálogo. A adoração a Deus, a observância do sábado, a honra aos pais, a permissão de que o próximo viva e desfrute a vida, a honestidade e o contentamento eram fatores tão elementares na vida moral básica do cristianismo que nem necessitariam ser mencionados. Estas não eram as questões que motivariam o concílio. Conforme já destacado, as proibições estavam ligadas a coisas relacionadas aos gentios, que, mesmo após a conversão, precisariam ser alvo de atenção, quer para evitar o pecado aberto, quer para se abster de práticas que traziam discórdias à igreja. Comer sangue ou carne cujo sangue não fora drenado implicava envolver-se em idolatria e fornicação, práticas comuns entre os gentios, nas quais se envolviam sem pensar no quanto eram prejudiciais para o corpo e a mente. Portanto, eles precisavam ser advertidos contra elas, a fim de se absterem. CBASD, vol. 6, p. 333, 334.

Ainda não era chegado o tempo para a proclamação do sentido pleno do ensino de Paulo (Gl 2:2). Ele aceitou a decisão do concílio como uma solução satisfatória do assunto debatido e nunca se referiu depois a suas exigências, nem mesmo ao falar sobre um dos pontos da decisão, isto é, o consumo de alimentos oferecidos a ídolos (1Co 8; 10). Na verdade, seu conselho em relação à comida não estava em total harmonia com a decisão do concílio, embora certamente não seja contrário a seu espírito e sua intenção. Paulo argumenta que não era necessariamente errado comer alimentos oferecidos a ídolos, pois os deuses que os ídolos representavam não existiam. Errado seria deixar de considerar a sensibilidade de outro cristão, que não comia tais coisas e se sentiria incomodado com o outro que o fazia. Tal instrução tenderia a evitar atritos desnecessários entre judeus e cristãos gentios em sua convivência social. Quando Paulo abordava a questão da impureza sexual, algo que ele fez diversas vezes, também não fazia referência ao concílio de Jerusalém, mas ao princípio bíblico básico no qual a decisão do concílio se baseou. Em outras palavras, ele lidou com o problema com base no fato de que o cristão pertence a Deus e todo seu ser se torna um templo habitado pelo Espírito Santo. Diante de tal presença divina, não deve existir a impureza. Logo, a importância do concílio não se faria sentir, em primeiro lugar nas conseqüências ligadas a suas proibições específicas. Em vez disso, a decisão foi significativa ao liberar a igreja cristã gentílica de ritos religiosos realizados como um fim em si mesmos. CBASD, vol. 6, p. 334.

33 Em paz. Esta é a tradução da expressão de despedida comum em hebraico. Não significa que os homens receberam permissão para ir embora calados, mas que as orações da igreja para que tivessem paz os acompanhavam (comparar com Mc 5:34). CBASD, vol. 6, p. 328.

37 Queria. Evidências textuais (cf. p. xvi) favorecem a variante “estava determinado”. Sem dúvida, foi a ligação familiar de Barnabé com João Marcos que o fez querer levar o jovem novamente em uma viagem missionária, a fim de lhe dar a oportunidade de se redimir (ver Cl 4:10). Sem dúvida, ele reconhecia, ao contrário de Paulo, que as circunstâncias desculpavam, pelo menos parcialmente, a recuada anterior de João Marcos (ver com. de At 13:13). Paulo, o ávido e corajoso guerreiro de Cristo, entendia que quem agisse assim, nas palavras do próprio Senhor, não estaria “apto para o reino de Deus” (Lc 9:62) e precisaria de disciplina pelo menos por um período, a fim de se preparar melhor. CBASD, vol. 6, p. 328.

38 Não os acompanhando. Estas palavras sugerem que a queixa de Paulo contra Marcos era que, ao voltar para Jerusalém, ele deixara de cumprir sua parcela de responsabilidade na viagem. CBASD, vol. 6, p. 328.

39 Desavença. Do gr. parxusmos, “irritação”, “raiva aguda”. Deste termo vem a palavra portuguesa “paroxismo”, que significa o auge de uma crise ou de um sentimento. A amizade de longa data selada pelo auxílio que Barnabé dera a Paulo num momento crucial (ver com. de At 9:27) e a realização de uma grande obra em conjunto tornaram dolorosa a separação entre os dois. Esta é a última menção que Atos faz a Barnabé e Marcos. Para a igreja, o resultado foi a realização de duas viagens missionárias, em vez de uma só. Embora os apóstolos tenham diferido sobre quem estava apto a participar da obra, não havia divergência quanto ao trabalho a ser feito em prol do evangelho. Paulo cita o nome de Barnabé em suas epístolas (ICo 9:6; Gl 2:1, 9, 13; Cl 4:10). Ao escrever para os coríntios (ICo 9:6), Paulo afirma que o apóstolo Barnabé dava o mesmo exemplo nobre que ele, labutando com as próprias mãos, sem precisar de auxílio financeiro das igrejas. Em Colossenses 4:10, ele revela que voltou a receber João Marcos como companheiro na obra (Fm 24) e reconheceu que o jovem lhe era “útil para o ministério” (2Tm 4:11). Depois de trabalhar com Barnabé em Chipre, parece que Marcos retornou com Pedro e ficou com ele em Roma (IPe 5:13). Pode ter sido durante essa permanência em Roma que Marcos tenha voltado a trabalhar com Paulo. CBASD, vol. 6, p. 328, 329.

40 Paulo, tendo escolhido a Silas. Ver com. do v. 34. Isto revela o interesse de Silas pelo evangelismo entre os gentios. Ele era tão capacitado quanto Barnabé, pois tinha o dom de profecia. Podia então usar o título de apóstolo, no sentido mais amplo de “missionário”, pois foi enviado pela igreja de Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 330.

Compilação: Tatiana W / Jeferson Q



Como testemunhar para os parentes by jquimelli
23 de dezembro de 2014, 12:02
Filed under: amor, confiança em Deus, guia divina, sucesso, testemunho | Tags: , ,

Lucas 8:39 “Volte para casa e conte o quanto Deus lhe fez” (NVI).

Aqui vão alguns conselhos que poderão evitar situações embaraçosas em sua família. Tão logo me converti, causei estragos irreparáveis agindo como se fosse um “touro bravo dentro de uma loja de porcelanas”. Forcei a situação para que minha mãe, meu pai e vário amigos meus tomassem sua “decisão por Jesus”. Agi de forma sincera, zelosa, amorosa, gentil e estúpida. Não compreendia que a salvação não acontece com a “tomada de uma decisão”, mas por meio do arrependimento, e o arrependimento é um dom que vem de Deus, não pode ser imposto a ninguém (2Tm 2.25). A Bíblia diz que ninguém poderá vir até o Filho se o Pai não o “atrair” (Jo 6.44). Se você conseguir arrancar da pessoa uma decisão sem que ela tenha convicção do seu pecado, você possivelmente acabará tendo um “natimorto” em suas mãos.

No meu “zelo sem entendimento”, na verdade acabei retardando a salvação das pessoas que mais amava e tentava desesperadamente salvar. Não há nada mais importante para você do que a salvação de seus entes queridos, e ninguém deseja falhar nisso. Se falhar, perceberá que não existe uma segunda oportunidade. Ore fervorosamente por eles, e agradeça a Deus pela salvação deles. Faça com que eles vejam sua fé. Deixe-os sentir sua cordialidade, seu amor genuíno e sua gentileza. Dê-lhes presentes inesperados. Faça coisas que ninguém pediu para você fazer, como lavar a louça, recolher o lixo, etc. Tenha paciência. Ponha-se no lugar deles. Você sabe que encontrou a vida eterna – o aguilhão da morte foi retirado de você! É claro que sua alegria é indescritível. Todavia, quando você analisa a situação do ponto de vista de seus familiares, observa que eles possivelmente pensam em você como alguém que sofreu uma lavagem cerebral e aderiu a algum tipo de seita estranha. Portanto, suas ações amorosas falarão bem mais alto do que dez mil sermões eloquentes.

Por essa razão, evite a todo custo confrontos verbais, pelo menos até que adquira o conhecimento que dirigirá corretamente seu zelo. Ore por sabedoria e sensibilidade para saber o momento propício que Deus concede. Talvez você tenha somente uma bala na agulha de seu revólver, por isso não a desperdice. Fique tranquilo. Se não for devagar, talvez tenha o resto da vida para lamentar o fato de ter sido afoito. Acredite no que estou dizendo. É melhor ouvir um parente ou amigo íntimo dizer: “Fale um pouco a respeito de sua fé em Jesus Cristo” do que insistir com a pessoa para que ela pare e o escute, principalmente se você quiser falar de Jesus num momento em que ela não deseja. Persevere na oração por eles, então você verá que Deus abrirá os olhos de seus parentes para a verdade.

Ray Comfort. Bíblia NVI Evangelismo em Ação.



Um ano de REAVIVADOS!!! by jquimelli
17 de abril de 2013, 0:00
Filed under: alegria, amor, Bíblia, confiança em Deus, gratidão, sucesso, vitória

Parabéns a todos nós!

 

Hoje faz exatamente um ano que começamos esta jornada de um ano de descobertas na Bíbia.

E quanta coisa maravilhosa descobrimos juntos!

 

Agradecemos ao Pai Celeste, pela inspiração, força e cuidado, em conceder a estes vasos imperfeitos que somos, tanta honra em poder colaborar com este trabalho de incentivo à leitura da Palavra, tão poderosa hoje quanto o foi na criação.

 

E a você, querido leitor, agradecemos, de coração, a sua companhia,

Ela tem sido um estímulo a continuarmos sempre, cada vez, melhor…

 

Que o querido Pai Eterno nos dê a graça de continuarmos sendo Reavivados Pela Palavra até que o possamos ver pessoalmente!

 

Forte abraço,

Equipe do blog



I Crônicas 22 by Jobson Santos
11 de abril de 2013, 0:02
Filed under: sucesso | Tags: , , ,

Comentário Devocional: 

O planejamento é um importante investimento para o sucesso de um projeto. Davi dedicou os últimos anos de sua vida planejando e realizando preparativos para a construção do templo.


Poupar não é fácil. Envolve o estabelecimento de prioridades e a firme determinação de não se desviar do foco proposto. Davi conseguiu isto com brilhantismo. Acumulou  uma enorme quantidade de ouro, prata, bronze, ferro, madeiras e outros materiais necessários para a construção do templo de Jerusalém.


Davi queria muito construir o templo, mas Deus não o autorizou. Ele próprio revela a razão pela qual Deus não lhe permitiu emprender a construção. Sendo um homem de guerra, Davi havia matado muitas pessoas. O templo de Jerusalém não deveria estar associado com o derramamento de sangue, mas com a proclamação da paz. Salomão, seu filho, receberia o reino pacificado e portanto em melhores condições de erguer um edifício para atrair as nações ao Deus verdadeiro. Obediente a ordem divina Davi, se concentrou nos preparativos para a empreitada.


Ao chegar o momento de transferir o projeto de construção do templo para Salomão, Davi pronuncia sobre ele uma bênção. “Agora, meu filho, que o Senhor seja com você, para que você consiga construir o templo do Senhor… Você prosperará se for cuidadoso em obedecer aos decretos e às leis que o Senhor deu a Israel por meio de Moisés. Seja forte e corajoso! Não tenha medo nem se desanime!” (1 Crônicas 22:11-13). Todos nós ficaríamos felizes em ouvir palavras tão encorajadoras, não é mesmo?


Que obra você quer realizar com os dons que Deus lhe deu? Seja forte, seja corajoso! Planeje e execute com sabedoria e depois alegre-se com o extraordinário resultado.


Engenheiro celeste, tome a minha vida e faça dela um lindo templo para a glória do Teu nome!

 

Jobson Santos

Rede Novo Tempo

Ministério da Oração

 

Link para o Texto bíblico: I Crônicas 22



I Crônicas 20 by jquimelli
9 de abril de 2013, 0:01
Filed under: sucesso, tentação, vitória

Leitura do dia 09/04/2013, terça

Texto bíblico –> I Crônicas 20

Tudo parecia ir bem em israel. Ano após ano, os inimigos eram derrotados e as bênçãos de Deus eram tomadas como certas. As coisas íam tão bem que Davi não viu necessidade de acompanhar o exército no ataque a Rabá, capital dos Amalequitas.

O sucesso tem seus riscos. A ociosidade, os pensamentos impuros, a vaidade e tantos outros males florescem mais em tempos de prosperidade do que em tempos de adversidade.

Enquanto Joabe e os soldados arriscam a vida, Davi condescende com pensamentos sensuais e é vencido por eles. Envolve-se com Bate-Seba e ordena o assassinato de Urias. Triste fim para passatempos que pareciam inofensivos. O salário do pecado é a morte. Pensamentos errados, geram sentimentos impróprios que culminam em ações desastrosas.

Quando a capital amalequita já estava praticamente vencida, Davi foi chamado para comandar o ataque derradeiro. A cidade de Rabá foi deixada em ruínas e Davi recebeu as glórias. Opressão e violência se seguiram. Muitas cidades amalequitas foram assoladas e o povo obrigado a trabalhos forçados.

O fato de Davi ter usado a coroa do rei vencido recebeu grande destaque, mas aos olhos de Deus isso não era importante. Quando damos lugar ao pecado em nossa vida, nossa escala de valores fica prejudicada.

O que Deus valoriza é a retidão de vida, fruto da comunhão com Ele. Se não temos prazer em orar e meditar na bondade de Deus, se nossas práticas se inclinam para o exibicionismo e a opressão ao próximo, podemos saber que nossa vida é um fracasso, mesmo que recebamos o aplauso dos homens.

Vitórias externas não compensam derrotas internas. Por isso a Bíblia diz: “Mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade” (Provérbios 16:32).

Justo juiz, “vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139:24)

Jobson Santos

Rede Novo Tempo

Ministério da Oração




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