Filed under: Sem categoria
“Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (v.9).
Quando lemos sobre a queda de Lúcifer e dos demais anjos, e sua expulsão da habitação de Deus, geralmente não paramos para meditar na dimensão deste acontecimento; do sofrimento que foi para Deus e para os seres celestiais e, do considerável número de anjos que se aliaram ao originador do mal. Como em toda guerra, o primeiro conflito cósmico deixou terríveis marcas, lugares vagos no Céu e no coração do Criador. Ao enganar terça parte dos anjos (Ap.12:4), Satanás os arregimentou para dar cumprimento à sua agenda maligna e, com a queda de nossos primeiros pais, o ser humano passou a ser o alvo de sua cólera.
O que ele não esperava era que Aquele a quem invejava e desejava tomar o lugar, assumiria a forma de servo, por Seu plano de salvação, viria a este mundo como “uma fonte aberta […] para remover o pecado e a impureza” (v.1). O lobo foi vencido pela ovelha. O mercenário foi derrotado pelo bom Pastor. A vida de Jesus foi um espetáculo ao Universo do caráter amoroso e justo de Deus. Ao falar e praticar a verdade Ele não apenas cumpriu a Sua missão, como também desmascarou o diabo em sua tentativa frustrada de acusar o Senhor de ser injusto e arbitrário. Não tinha como alguém entrar em contato com Jesus e não ser tocado por Sua simpatia. Até mesmo a inquietação dos escribas e fariseus era uma prova de que eles reconheceram em Cristo algo diferente, mas seus corações endurecidos não permitiram que a Ele se rendessem.
A integridade de Enoque, a fidelidade de Noé, a fé de Abraão, dentre tantos outros servos e servas de Deus do passado, foram abrindo caminho para que a ira de Satanás fosse direcionada para um povo específico: “Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). A batalha no Céu que se estendeu para a Terra passou a ter um alvo fixo: o remanescente. Em todas as épocas, o Senhor tinha um povo para chamar de Seu. Noé e sua família, Abraão e sua descendência, Elias e os sete mil fiéis, a igreja no Pentecostes, os reformadores protestantes, os pioneiros da mensagem do segundo advento, todos esses fazem parte da terça parte cuja experiência os forjou na fé a proclamar até à morte: “O Senhor é meu Deus” (v.9).
Hoje, fazemos parte do último alvo da ira de Satanás, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus”. O Espírito Santo tem volvido “a mão para os pequeninos” (v.7), que qual criancinhas dependem completamente do cuidado do Pai e são submissos a Ele. Mas ainda há uma parcela significativa do remanescente em Babilônia e que precisa ouvir a voz do seu Pastor a chamar: “Retirai-vos dela, povo Meu” (Ap.18:4). Pessoas que aos olhos humanos são casos perdidos, mas, aos olhos de Deus, pequeninos que necessitam de orientação. Um dia, terça parte dos anjos foi o motivo da maior tristeza no Céu. Mas, “acontecerá, naquele dia” (v.2), no Dia do Senhor dos Exércitos, que a terceira parte, o ouro provado e a prata purificada do Senhor, será motivo da maior alegria no lugar da habitação de Deus.
Daqui para frente teremos de enfrentar tempos sobremodo difíceis, quando nossa fé será severamente provada. Deus precisa provar e purificar o Seu último povo, uma obra que é pessoal, intransferível e necessária, “para remover o pecado e a impureza” (v.1). Como Elias, muitos cairão em desânimo quase a perecer (1Rs.19:4). Mas eis que o Senhor enviará os Seus anjos, “para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). Um reforço das milícias celestiais será enviado assim como o foi com Eliseu diante do exército sírio (2Rs.6:17). E qual brisa suave, a voz de Deus soará aos nossos ouvidos indicando a nossa última missão no alto clamor e que falta muito pouco para a nossa eterna redenção. É só um pouco mais, amados! “Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb.4:16). Vigiemos e oremos!
Bom dia, terceira parte santa!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Zacarias13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
Perfeição só existe naquilo que Deus faz. Questionar Seus feitos só revelará nossa imperfeição, pois enxergamos pelas limitadas, pervertidas e pecaminosas lentes da sabedoria humana.
Tem muitas coisas boas que Deus fará por nós. A profecia aponta que Ele fará…
• …uma reforma plena. Uma fonte de purificação restaurará todos os desvios de comportamento e eliminará toda impureza sexual e religiosa que atrapalha nosso relacionamento com Ele (v. 1).
• …uma purificação removendo ídolos (santos/imagens de esculturas/etc.) e falsos líderes religiosos (vs. 1-6).
• …ferirá um pastor, cuja morte provocará uma diáspora, o povo se espalhará por todos os lados (v. 7).
• …ferirá o pastor que desfruta de uma posição elevada, visto que Ele está ao Seu lado (vs. 8-9).
• …demonstrará que a morte desse pastor é necessária para causar arrependimento, reavivamento e reforma. Assim, Deus suscitará um remanescente fiel, zeloso e de boas obras (v. 9).
Zacarias é um livro evangélico, fortemente messiânico. Escritores do Novo Testamento viram o plano divino descrito no Antigo Testamento realizando-se em Jesus. Frequentemente eles aplicaram as referências de Zacarias a Jesus, tais como:
1. O Rei glorioso, vitorioso, mas pacífico (9:9);
2. O transpassado (12:10)
3. O pastor abatido (13:1).
No capítulo em questão, o transcorrer da história de Israel estava ligado à linhagem de Davi como obra da graça divina, tanto quanto Deus ter dado Jesus foi obra da graça. Os profetas enviados nada mais eram que manifestação da graça celestial a um povo que merecia a desgraça das consequências de seus atos.
Os profetas de Deus eram desprezados, maltratados, até assassinados. Nunca foi popular ser profeta; por isso, os falsos profetas surgiam com mensagens mais palatáveis, assim multidões os aceitavam e seguiam.
• No final, Deus revelará quem era dEle, e quem era líder religioso empregado pelo diabo.
O capítulo culmina com um oráculo de Deus exigindo o assassinato do Seu Pastor, o rei davídico em Israel. Devido a isso, dois terços morreriam dos habitantes do mundo, deixando vivo um terço, o qual seria testado e purificado: O verdadeiro povo de Deus (vs. 8-9).
“O processo traumático de provação e purificação resultaria no estabelecimento do remanescente, em um relacionamento especial com Deus” (Bíblia de Estudo Andrews). Deus faz tudo perfeito porque anseia por nosso relacionamento!
Amigos, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO ZACARIAS 12 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ZACARIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR. ADOLFO SUÁREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR. VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/zc/12
É fácil se confundir no emaranhado de nomes, lugares e eventos aparentemente obscuros do Antigo Testamento. Às vezes, você pode ser tentado a erguer as mãos para o alto em desespero!
Mas espere! Uma solução simples é explorar os textos marginais e, embora essa exploração certamente não responda a todas as perguntas, pode, entretanto, trazer entendimentos maravilhosos! Com isso em mente, sinta-se à vontade para mergulhar em Zacarias 12, onde Israel, Jerusalém, Judá e a casa de Davi são os principais temas do capítulo, simbolizando o povo professo de Deus ao longo da história.
Embora o povo de Deus sofra aflição, este capítulo prevê uma grande vitória que permite que até mesmo os “fracos espiritualmente” (veja o versículo 8 numa versão amplificada) sejam fortes como Davi, e a “casa de Davi” como o anjo do Senhor em força!
Que maravilha! Mas antes, todos os que afirmam ser o povo de Deus, seja antes da Primeira Vinda ou da Segunda Vinda de Cristo, devem se envolver em profundo arrependimento por ter “traspassado” Aquele que está voltando a esta terra para ser recebido por todos os que “prantearam” pelos seus pecados (compare Apocalipse 1:7 com Zacarias 12:10).
Este triunfo apresentado em Zacarias 12 pode ser seu ao viver com confiança todos os dias regozijando-se na presença permanente daquele que foi traspassado, Jesus Cristo!
David Grams
Pastor jubilado, atualmente professor de Religião no Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1169
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
861 palavras
1 Sentença. Os cap. 12 a 14 constituem o segundo oráculo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1223.
2, 3 As duas metáforas usadas para Jerusalém (“um cálice de tontear” e “uma pedra pesada”) sugerem o desamparo e a injúria que sofreriam todas as nações que atacassem a cidade para destruí-la. Lutariam contra o povo de Deus para o próprio mal. Bíblia de Estudo Andrews.
2 Cálice de tontear. Isto é, um cálice cujo conteúdo produz temor (ver imagens similares em Is 51:17; Jr 25:15-18; 51:57; Hc 2:16). CBASD, vol. 4, p. 1223.
3 Todos … se ferirão. A proteção especial de Deus estaria sobre Seu povo, e os que tentassem feri-lo seriam feridos. CBASD, vol. 4, p. 1223.
4 Naquele dia. Esta expressão ocorre diversas nos cap. 12-14 e se refere ao dia do Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.
6 Chefes. Encorajados pelas evidências do poder protetor de Deus, os clãs de Judá alargaram suas fronteiras e ocuparam todo o território que Deus lhes designara (ver p. 16, 17). CBASD, vol. 4, p. 1224.
As metáforas usadas para os líderes de Judá (“um braseiro ardente debaixo da lenha” e “uma tocha entre a palha”) deixam claro que seriam livrados, ao passo que os inimigos seriam destruídos no incêndio. Bíblia de Estudo Andrews.
7 Não sejam exaltadas. Em consequência da exaltação das áreas rurais, a glória dos territórios da província de Judá equivaleria à da capital, a própria Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 1224.
8 Como Davi. Estas promessas de poder para vencer seriam cumpridas no remanescente de Judá. Esperava-se que, após o retorno do cativeiro, eles cooperassem com os propósitos celestiais. Uma nação firme com Deus é invencível. O indivíduo também pode reivindicar essas promessas em sua batalha contra a tentação e em suas conquistas para o Senhor (ver DTN, 250, 251; acerca da aplicação desta profecia à igreja cristã, ver p. 21-23; AA, 48). CBASD, vol. 4, p. 1224.
9 Procurarei destruir. Uma garantia adicional de vitória sobre toda oposição inimiga. CBASD, vol. 4, p. 1224.
10 Graça. Do heb. chen, palavra com duas diferenças básicas de sentido: (1) qualidade que torna alguém agradável (Pv 11:16; 22:1); e (2) “favor”, encontrado frequentemente na expressão “achar favor” ou “achar mercê” (Gn 18:3; 19:19; 32:5; etc.). Chen vem do radical chanan, que significa “ser gracioso”.
Súplicas. … o profeta está visualizando um profundo reavivamento espiritual, provocado por um novo vislumbre da malignidade do pecado, e caracterizado por uma intensa busca da justiça de Cristo. Olhando para o Messias “traspassado”, vendo nEle o cumprimento de todos os tipos do AT e percebendo como nunca antes o maravilhoso amor de Deus no dom de Seu Filho, as pessoas lamentariam profundamente seus defeitos de caráter.
O lamento “como se chora amargamente pelo primogênito” também pode ser o pesar da morte do Messias, uma dor experimentada por uma nação preparada para receber o Messias. Zacarias, neste versículo, está apresentando o futuro de Israel como poderia ter sido. Era desígnio de Deus que toda a terra estivesse preparada para o primeiro advento de Cristo (ver PR, 704). Teria sido bem diferente a história da nação judaica e de Jerusalém se o povo tivesse aceitado o dom do amado Filho de Deus (ver DTN, 576, 577). Se Ele tivesse vindo a uma nação assim preparada para recebê-Lo, e fosse “traspassado” repentinamente, seria extremamente profunda a dor das pessoas. essa dor seria ainda intensificada pela compreensão de que os próprios pecados causaram a morte dEle.
No entanto, estas palavras encontrarão ainda outro cumprimento. Parece haver uma alusão a Zacarias 12:10 em Mateus 24:30: “todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória”; e em Apocalipse 1:7: “Eia que vem com as nuvens, e todo olho O verá, até quantos O traspassaram. e todas as tribos da terra se lamentarão sobre Ele. A palavra traduzida como “lamentarão”(AP 1:7) é a mesma em Mateus 24:30 e representa a interpretação da LXX em Zacarias 12:10. A lamentação descrita neste versículo ilustra a experiência daqueles que rejeitaram a Cristo em Seu primeiro advento. Quando eles O virem em toda Sua glória na segunda vinda, compreenderão plenamente a importância de suas obras (ver DTN, 580). Sem dúvida, os mais obstinados inimigos da verdade e de Seu povo” (GC, 637), em outras gerações, também estão incluídos na profecia feita aqui (ver também PE, 179). CBASD, vol. 4, p. 1224, 1225.
Traspassaram. Do heb daqar. A palavra é usada para a ideia de perfurar com uma arma (Nm 25:8; Jz 9:54; 1Sm 31:4; 1Cr 10:4). João observa que esta escritura foi cumprida quando um dos soldados romanos traspassou o lado de Jesus (Jo 19:37). CBASD, vol. 4, p. 1225.
11 A expressão “como o pranto de Hadade-Rimon, no vale de Megido” pode ser uma referência ao grande lamento que ocorreu quando Josias, o último rei piedoso de Judá, foi morto no vale de Megido, acontecimento pranteado por muitos anos (2Cr 35:20-25). Bíblia de Estudo Andrews.
12-14 O luto pela matança seria generalizado, intenso e sincero, não só uma demonstração exterior de tristeza. Bíblia de Estudo Andrews.
A enumeração de várias famílias nos v. 12 e 13, terminando a expressão “todas as mais famílias” (v. 14), transmite a ideia de um lamento universal. A “casa de Davi” representa a família real. “Natã”foi filho de Davi (1Cr 3:5). Ele pode ter sido mencionado neste versículo porque Zorobabel era descendente de Davi por intermédio de Natã (Lc 3:27, 31). Os levitas representam os líderes espirituais. A respeito da família dos “simeítas”, ver Números 3:17, 18 e 21. CBASD, vol. 4, p. 1225.
Filed under: Sem categoria
“Então, os chefes de Judá pensarão assim: Os habitantes de Jerusalém têm a força do Senhor dos Exércitos, seu Deus” (v.5).
De forma contundente e com a autoridade de quem criou todas as coisas (v.1), o Senhor deixou bem claro que, muito acima dos propósitos do coração humano estão os desígnios do Seu coração. Como está escrito: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (Ec.3:1). E concluindo esse pensamento, Salomão terminou dizendo que há “tempo de guerra e tempo de paz” (Ec.3:8). Certamente, assim como Deus precisou exercer um tempo de disciplina para o Seu povo, o objetivo final era que este culminasse em um tempo de paz. “Esta mensagem profética pode ser intitulada como ‘O triunfo do programa de Deus’” (CBASD, v.4, p.1223).
Mencionada sete vezes, a expressão “naquele dia” revela a plenitude do Criador, exaltando a excelência de Seus propósitos, assim como em sete dias “estendeu o céu, fundou a terra e formou o espírito do homem dentro dele” (v.1) e no sétimo dia descansou “de toda a Sua obra que tinha feito” (Gn.2:2). No final, haveria um descanso para o povo de Deus. Entretanto, os planos divinos não ultrapassam a linha limítrofe das escolhas humanas. As profecias relativas à libertação e salvação são condicionais, pois o seu cumprimento depende de nossas decisões. O Senhor estende a Sua mão através do abismo para cada pecador, mas não força ninguém a segurá-la.
Deus desejava tornar Jerusalém o centro de toda a Terra. Um lugar onde todos os povos seriam bem-vindos para adorar o seu Criador. Onde haveria um povo peculiar, diferente de todos os demais, mas não exclusivista. Um povo cuja identidade fosse revelada na mais pura expressão do amor e no mais fiel compromisso com a verdade. Jerusalém seria um escudo intransponível para os inimigos, e, ao mesmo tempo, uma cidade-refúgio para os verdadeiros adoradores. Seria um lugar de paz e a capital da esperança para todo o mundo.
No entanto, a resposta do povo não foi compatível com as expectativas de Deus e, lamentavelmente, desviaram os olhos do plano original para satisfazer as próprias inclinações. A cena do Calvário deveria ter-lhes provocado profundo arrependimento e contrição. Porém, foi um chocante espetáculo onde o público ovacionava os líderes judeus pelo “sucesso” de seu feito. Quando a Terra deveria prantear (v.12) pelo inocente Cordeiro de Deus, apenas murmurava a Sua morte como um triste fim ou escarnecia dAquele “a quem traspassaram” (v.10).
Após a morte de Cristo, Lucas relata a seguinte reação das multidões e daqueles que O seguiam : “E todas as multidões reunidas para este espetáculo, vendo o que havia acontecido, retiraram-se a lamentar, batendo nos peitos. Entretanto, todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que O tinham seguido desde a Galileia permaneceram a contemplar de longe estas coisas” (Lc.23:48-49). Aparentemente, a reação das multidões foi a mais solidária ao sofrimento do Salvador. Porém, não foi a elas que Ele apareceu após Sua ressurreição. O arrependimento genuíno é aquele evidenciado pelo Céu e não pelos homens. Deus está levantando, como naquele tempo, um povo que “têm a força do Senhor dos Exércitos, seu Deus” (v.5). E essa força não é dada por méritos visíveis, mas pelo que só o Senhor pode ver.
Como o Senhor escolheu a Davi, o mais jovem dentre seus irmãos. Como da fraqueza de Paulo suscitou a mais excelente força. Assim também Sua última igreja na Terra enfrentará um tempo de grande fragilidade, mas assim como os discípulos foram sustentados no Calvário, ela suportará a última grande prova sob a força dAquele que a salvou. Oh, como está perto Jerusalém, amados! Logo o nosso Senhor e Salvador virá! Que não estejamos entre as multidões que lamentarão, mas entre aqueles que desfrutarão do eterno tempo de paz e com alegria indescritível dirão: “Eis que Este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e Ele nos salvará; Este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is.25:9). Vigiemos e oremos!
Bom dia, igreja do Senhor dos Exércitos!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Zacarias12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
ZACARIAS 12 – O que é Armagedom? O antepenúltimo capítulo de Zacarias trata desse importantíssimo tema.
• Armagedom é à profecia da maior das guerras, a qual precisa ser conhecida, estudada e compartilhada.
Deus fará uma reforma geral, mundial e total. Clamamos por reavivamento e reforma porque é um alvo e uma profecia que devemos esperar.
• Nesse tempo, o povo de Deus será purificado e reformado, e o pecado será massacrado.
Medite em cada versículo, depois leia estes pontos:
1. Antes do Armagedom haverá uma conversão em massa, o reavivamento e reforma mundial do povo de Deus despertará o mundo para a conversão mundial; consequentemente, isso atrairá a perseguição mundial pelos agentes do mal (vs. 1-6).
2. O Armagedom será a vitória de Deus sobre os agentes do diabo, os quais se unirão visando a destruição do remanescente fiel, mas fracassarão (v. 11).
• Ajuntar-se-ão contra Jerusalém (o emblema do remanescente de Deus), “todas as nações da terra”; porém, todos os que se erguerem contra ela, certamente serão feridos (v. 4).
• “Naquele dia, diz o Senhor, ferirei de pânico a todos os cavalos, e de loucura os cavaleiros”; mas, “sobre a casa de Judá abrirei os meus olhos” – Deus olha com atenção ao Seu povo (v. 4).
3. O Armagedom é uma destruição em massa, mas também uma proteção certa ao povo que buscou corretamente ao Senhor (vs. 7-9, 12-14).
4. No tempo do fim, por causa dAquele que no passado fora transpassado, gerará um derramamento do Espírito (v. 10) e uma maciça conversão da igreja e do mundo (vs. 11-14), que varrerá por completo a idolatria e o pecado do mundo todo (13:1-5).
A obra divina de purificação do planeta está ligada à oportunidade de salvação que Deus oferece à população mundial. Quem decidir-se pelo mal será influenciado a combater o bem num projeto mundial; contudo, certamente Deus entrará em cena como entrou no Calvário, então o mal será derrotado.
Todo esse processo divino têm três partes: A morte de Jesus no Calvário e Sua ressurreição; o advento de Cristo em glória para retirada dos salvos a fim de protegê-los; e, no fim do milênio, acontecerá a destruição total do mal.
Deus não está indiferente aos impenitentes. Deus está agindo para salvar. Experimente viver Seus planos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO ZACARIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia
ZACARIAS 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ZACARIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR. ADOLFO SUÁREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR. VALDECI JÚNIOR (link externo)
COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/zc/11
Este capítulo é uma descrição profética da frustração que Deus tem com Seu povo. Apesar do fato de Deus tê-los resgatado da escravidão no Egito, eles O ignoravam e desrespeitavam repetidamente. No entanto, embora abusem de Sua paciência, Ele não desiste.
As ovelhas se afastaram de Deus, por isso Ele as entregou às nações vizinhas, que as exploraram como uma fonte de riquezas. Deus tenta guiá-los com dois cajados chamados Favor e União, mas o rebanho não quer ser pastoreado. Até que finalmente, Deus os entrega às consequências de suas ações e interrompe o Favor.
Deus lhes pede que pelo menos paguem algo pelo que Ele lhes fez mas, inacreditavelmente, eles tratam a Deus como se estivesse abaixo deles e pagam a quantia ofensiva de trinta moedas de prata – o preço de um escravo. Deus rejeita a quantia e ordena que a destinem ao oleiro, o que foi uma figura da traição de Cristo e da compra de um terreno, inútil para qualquer coisa senão um lugar para enterrar os mortos indigentes.
Depois disso, chega um pastor cruel que não ajuda as ovelhas em nada, mas sadicamente mutila e come as ovelhas e, no final do capítulo, Deus amaldiçoa tal pastor e dele retira o poder. Apesar da rejeição, Deus ainda está lá, interessado no bem estar do seu povo!
Michael Peabody
Advogado e blogueiro de Religiouslibertytv.org
Los Angeles, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1168
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
717 palavras
1 Abre … as tuas portas. Dois pontos de vista principais têm sido sustentados: (1) A passagem é uma profecia do castigo que cairia sobre os judeus por causa da rejeição da liderança de Deus, especialmente do Messias. (2) A passagem é uma revisão da história passada de Israel, colocada em forma e parábola para alertá-lo sobre o que a transgressão futura lhe traria. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1221.
Cedros. As invasões geralmente eram acompanhadas da destruição arbitrária de madeira valiosa. CBASD, vol. 4, p. 1221.
2 Neste versículo, o cedro, o abeto (cipreste) e o carvalho são possivelmente usados metaforicamente para líderes proeminentes ou para as próprias nações. CBASD, vol. 4, p. 1221.
4-17 Em uma parábola muito difícil de se interpretar, o profeta se envolve em uma alegoria sobre a liderança do povo. As ovelhas (o povo de Israel) são julgadas por Deus, maltratadas por seus líderes e umas pelas outras (v. 4-6). em seguida, elas rejeitam o bom pastor (v. 7-14), que é substituído por um pastor insensato (v. 15-17). Bíblia de Estudo Andrews.
4 Apascenta. Deus ordena o profeta, como Seu representante, a cuidar de Seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1221.
5 Aqueles que as compram. Isto é, os maus pastores do v. 3, que traficavam as ovelhas e ainda tinham a audácia de bendizer ao Senhor pela fortuna adquirida dessa forma (v. 5). Cegados pelo próprio interesse, eles não se consideravam culpados quando pecaminosamente maltratavam o rebanho. CBASD, vol. 4, p. 1221.
7 Graça. Visto que a quebra da vara representa a quebra da aliança (Zc 11:10), a vara pode ser considerada um símbolo da aliança. CBASD, vol. 4, p. 1221.
A graça representa o cuidado gracioso de Deus por seu povo. Bíblia de Estudo Andrews.
União. Ou, “laços” (ARC). Do heb. chovelim, relacionada à palavra chevel, que significa “cabo” ou “corda”, e adequadamente representa a “união”. De acordo com o v. 14, esta vara representava a fraternidade entre Judá e Israel. … As duas varas simbolizavam os graciosos propósitos de Deus com relação ao Seu povo. CBASD, vol. 4, p. 1222.
Esta vara representa a união do reino do norte, Israel, com o reino do sul, Judá (Ez 37:15-23). Bíblia de Estudo Andrews.
8 Três pastores. Não é possível, com segurança, aplicar a frase a funções ou indivíduos específicos. Parece melhor entender o texto no ensino geral: a saber, que Deus livrou Seu povo de toda a oposição e da liderança opressora. Ele fez todo o possível para que Seus planos com relação a Israel tivessem êxito (ver com. de Is 5:4; Zc 10:3). CBASD, vol. 4, p. 1222.
Já foram oferecidas mais de 40 interpretações para os “três pastores”, muitas delas identificando-os com três figuras históricas específicas. O que se pode dizer com toda certeza é que representam líderes maus. Bíblia de Estudo Andrews.
9 Não vos apascentarei. Deus tomou esta atitude quando o povo recusou Sua liderança de forma persistente (ver 2Rs 18:12; 2Cr 36:14-16). CBASD, vol. 4, p. 1222.
10 Tomei a vara chamada Graça e a quebrei. Este ato simbólico representa a quebra da aliança. CBASD, vol. 4, p. 1222.
12 Dai-me o meu salário. Falando pela pessoa do Pastor principal, Zacarias dirigiu-se a todo o povo israelita, solicitando seu salário. A pergunta destacava a grande ingratidão do povo. O profeta deixou o pagamento de seu salário ao senso de justiça deles. CBASD, vol. 4, p. 1222.
Trinta moedas de prata. Isto é, o siclo [shekel] … ou 342 g … Esta ínfima quantia refletia a ingratidão dos israelitas pelo que Deus tinha feito por eles. Trinta siclos era o preço de um escravo (Êx 21:32). … ( … acerca do cumprimento dos v. 12 e 13 na experiência do Senhor, ver com. de Mt 27:3-10). CBASD, vol. 4, p. 1222.
14 Quebrei. … acerca do rompimento do reino, ver 1Rs 11:26-37; 12:13-20. CBASD, vol. 4, p. 1222.
15-17 Na última parte da alegoria, o profeta assume o papel de um “pastor insensato”, representando um líder moralmente endurecido e perverso, que maltrata o povo. Quando as pessoas rejeitam a liderança escolhida por Deus, recebem o líder que merecem. Bíblia de Estudo Andrews.
15 Toma ainda. Uma vez que o povo rejeitara o Bom pastor, Zacarias é ordenado (ver v. 4) a assumir a função e a tomar os “instrumentos” (ARC) de um pastor insensato (do heb. ‘ewili, “inadequado”, “inútil”). CBASD, vol. 4, p. 1222.
16 Comerá a carne. Uma ilustração simbólica da experiência que sobreveio a Israel quando, por rejeitar a liderança de Deus, se tornou presa de nações hostis.
17 A espada. Uma advertência solene àqueles que assumem a liderança do rebanho, para que não sejam achados infiéis à verdade. CBASD, vol. 4, p. 1222.