Reavivados por Sua Palavra


AGEU 1 by Jobson Santos
9 de abril de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ag/1

Esta mensagem de Ageu, servo do Deus Altíssimo e um dos Profetas Menores do Antigo Testamento, veio durante o segundo ano do reinado de Dario, o Grande, quando o povo tinha retornado a Judá, vindos do exílio na Babilônia. Ele deu a mensagem a Zorobabel, governador de Judá (o líder político), ao sumo sacerdote Josué (o líder espiritual), e aos que restaram de Judá, que aparentemente estavam preocupados com suas necessidades pessoais em vez de com a reconstrução do Templo do Senhor.

Essa foi a época na qual as pessoas poderiam ter dado muitos motivos para justificar seus projetos pessoais. Hoje, enfatizamos que a família é nossa primeira responsabilidade e com razão, mas Ageu nos incentiva a colocar como prioritário entre os interesses da família, o cuidado dos negócios de Deus.

Se os líderes da igreja e da família temerem a Deus e O amarem e permitirem que Seu Espírito conduza, os membros da igreja certamente responderão positivamente aos chamados espirituais. Quando definimos nossas prioridades corretamente conseguimos alcançar o que planejamos.

Sejamos como Zorobabel e Josué prestando atenção a esta mensagem e trazendo alegria ao Senhor.

Emmanuel S. D. Manu
Tesoureiro, Divisão da África Centro-Ocidental

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1156
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



HOJE COMEÇAMOS A LER AGEU! by Jeferson Quimelli
9 de abril de 2021, 0:52
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AGEU 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS – inclui contexto histórico e tema do livro by Jeferson Quimelli
9 de abril de 2021, 0:50
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1020 palavras

Contexto histórico do livro de Ageu. Quando Ciro, o Grande, conquistou a babilônia (539 a.C.), … seu decreto … permitiu o retorno dos judeus e a reconstrução do templo em Jerusalém (Ed 1:1-4). Aproveitando esse decreto, um grupo relativamente pequeno de exilados, sob a liderança de Zorobabel (ou Sesbazar; ver com. de Ed 1:8), descendente de Davi, voltou para sua terra natal e, pouco depois, lançou os alicerces do segundo templo (Ed 2:64; 3:1-10). … Contudo, após um início promissor, o trabalho no segundo templo gradualmente diminuiu até ao ponto de praticamente cessar, em grande parte, devido à oposição contínua e ao impedimento dos samaritanos (ver Ed 4:1-5). Os desanimados exilados se voltaram ao cultivo de suas terras e à construção de suas casas. Aqueles que pranteavam enquanto era assentada a fundação do segundo templo (ver com. de Ed 3:12) pouco sabiam a que proporções chegaria seu exemplo em levar desânimo a todos que se esforçavam para restaurar a casa de Deus. … Quando interromperam o trabalho na casa de Deus e voltaram sua atenção para suas próprias casas e terras, o Senhor os visitou com uma seca e os confrontou com reveses em todos os seus planos. Por mais de um ano o templo foi totalmente negligenciado. Nesse período, o falso Esmérdis [o “destruidor de templos”] foi morto por Dario, que assumiu o trono e anulou os seus decretos [inclusive o de paralisação das obras do templo de Jerusalém]. … Sob a liderança inspiradora dos profetas Ageu e Zacarias, de Zorobabel, governador dos judeus, e do sumo sacerdote Josué (Ed 5:1, 2; 6:14), as pessoas prosseguiram com energia e zelo e concluíram a construção no ano sexto de Dario (Ed 6:15). Assim, do ponto de vista dos resultados aparentes e imediatos, Ageu deve ser contado entre os mais bem-sucedidos profetas.

Tema do livro de Ageu. As quatro mensagens que constituem o livro de Ageu foram idealizadas para despertar o abatido espírito do povo e inspirá-lo a realizar grandes coisas para Deus. Ageu compreendia a importância do templo como a sede visível da presença de Deus e como o forte vínculo necessário para manter a nação unida na fidelidade à aliança e em obediência à lei. Ageu incentivou o povo de Deus a empregar todos os esforços na reconstrução do templo.

Em sua totalidade, a mensagem de Ageu encontrou uma resposta pronta e fervorosa da parte dos líderes e do povo, maior do que a de qualquer outro profeta. Em contraste, a mensagem de Jeremias foi completa e abertamente repudiada. … Se a aceitação imediata da mensagem fosse considerada a medida do sucesso de um profeta, Ageu seria o mais bem-sucedido. O nobre espírito dos líderes e do povo é altamente digno de aceitação hoje.

Foi o espírito de cooperação genuína que levou, dentro de um período extremamente curto, à conclusão da casa do Senhor. O mesmo espírito, em nossos dias, levará à conclusão da casa espiritual de Deus e ao estabelecimento do Seu reino eterno (1Pe 2:5; cf. Mt 24:14). Se o espírito manifestado pelos judeus nos dias de Ageu tivesse permanecido, as gloriosas promessas feitas aos pais pelos profetas logo teria encontrado seu cumprimento e o Messias teria vindo (PR, 703, 704), morrido e iniciado Seu reino eterno (ver vol. 4, p. 14-19). A mensagem de Ageu para a igreja hoje não é apenas de advertência e admoestação, mas também de grande encorajamento.

1 Dario. O segundo ano de Dario Histapes foi 520/519 a.C, … .

Primeiro dia. O dia da festa da lua nova (ver com. de Nm 28:11, 14), um momento adequado para exortar quanto à importância da construção do templo … .

Zorobabel. Ver Ed 3:8. Ele também era conhecido como Sesbazar (ver com. de Ed. 1:8).

Governador. Do heb. pachah, “um governador subordinado”, que estava sob um sátrapa. Embora Zorobabel, como membro da casa de Davi, tivesse uma liderança política em Judá, ele a possuía apenas como o representante de um governo estrangeiro.

2 Não veio ainda o tempo, … em que a Casa do SENHOR deve ser edificada. O povo apresentou este falso argumento por seu fracasso em realizar a reconstrução do templo. Eles, aparentemente, se equivocaram na interpretação da profecia dos 70 anos de Jeremias, dizendo que o período de cativeiro não havia se completado totalmente. … Acreditavam que as dificuldades que os impedia de reconstruir o templo eram uma forma de reprovação de Deus por sua pressa prematura. Porém, o fato de Dario ter anulado a proibição de Esmérdis, o usurpador, para a construção do templo … deveria ter dado aos judeus todo o incentivo para retomarem o trabalho na casa do Senhor … .

4 É tempo de habitardes vós em casas apaineladas … ? Deus repreende os judeus por permitirem que sua vida confortável em casas bem equipadas os cegasse para a necessidade de reconstruírem o templo. Frequentemente as pessoas estão atentas às suas necessidades materiais e cegas para as espirituais, ao mesmo tempo em que não enxergam as carências da obra de Deus na Terra. Quanto mais adiam a construção da casa espiritual do Senhor (1Pe 2:5), mais sua conclusão será retardada.

Apaineladas. Do heb. safan, “cobrir”, ou “apainelar [com madeira]” (cf. Jr 22:13-15).

Considerai. O Senhor sempre apela a uma reflexão séria e à razão por parte do ser humano (ver com. de Is 1:18).

6 Semeado muito. Os trabalhadores da nação, durante a seca anterior, tiveram um retorno escasso porque Deus reteve Sua bênção (ver Ag 2:15-17; cf. Dt 28:38-47; Pv 11:24).

8 Monte. Pode referir-se à região montanhosa perto de Jerusalém, possivelmente às “matas do rei” (ver com de Ne 2:8), onde a madeira seria rapidamente conseguida.

9 Esperastes muito. Evidentemente os exilados que regressavam tinham grandes esperanças de paz e prosperidade em seu retorno a Judá, mas estavam despreparados para as dificuldades que enfrentariam.

Por quê? De forma proposital, o povo é informado de que o fracasso de suas lavouras não é devido a causas naturais apenas, mas ao Deus que controla as forças da natureza, cuja “casas” haviam negligenciado.

Corre. Uma expressão idiomática que indica a ânsia e a pressa com que os judeus estavam construindo casas espaçosas e confortáveis para si.

10 Retêm. A seca foi tão grave que até mesmo o orvalho foi retido.

11 Fiz vir. O profeta deseja deixar claro que a seca não foi provocada apenas por causas naturais, mas foi causada por Deus para mostrar ao povo o erro de seus caminhos.

12 Atenderam. O apelo de Ageu foi eficaz (v. 12-15), e o trabalho de restauração foi diligentemente retomado.

13 Eu sou convosco. O arrependimento do povo é aceito, e Deus garante a Sua proteção (ver Sl 23:4; 91:15; Is 43:2). Assim que o povo decidiu obedecer ao Senhor, as mensagens de reprovação foram substituídas por palavras de encorajamento. A certeza da presença de Deus com o povo lhes deu a promessa de todas as demais bênçãos, pois elas estão determinadas a acompanhar a presença de Deus.

14 E se puseram ao trabalho. Literalmente, “executaram o trabalho”, ou, “fizeram o trabalho”. O povo foi mobilizado à ação e deu atenção às mensagens do Senhor.

15 Vigésimo quarto dia. A mensagem anterior de Ageu fora dada no “primeiro dia do mês”(v. 1). Considerando o tempo necessário para o planejamento e a coleta de materiais, a resposta do povo de Jerusalém e de Judá foi rápida.

 

Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1181-1185



AGEU 1 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de abril de 2021, 0:45
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“Tendes semeado muito e recolhido pouco; comeis, mas não chega para fartar-vos; bebeis, mas não dá para saciar-vos; vesti-vos, mas ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o para pô-lo num saquitel furado” (v.6).

Após os setenta anos do cativeiro babilônico, “para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (Ed.1:1), o qual emitiu um decreto que autorizava o retorno dos judeus a Jerusalém a fim de reconstruir o templo de Deus. Retornar a Jerusalém, contudo, significava abrir mão de tudo o que haviam conquistado em Babilônia. Mesmo na condição de exilados, muitos haviam adquirido muitos bens e viviam de forma confortável na terra estrangeira. Voltar para um país destruído e a incerteza quanto ao que os aguardava fez com que muitos dentre o povo permanecessem em Babilônia e apenas um pequeno grupo regressasse.

A reconstrução do templo tornou-se o objetivo de vida daquele povo, de forma que, lançados os alicerces do templo, houve um ajuntamento solene, com muitos cânticos. Os mais idosos, porém, ao lembrar da glória da “primeira casa, choraram em alta voz” (Ed.3:12), ao ver apenas um alicerce onde antes havia um belíssimo templo. As vozes de alegria e de choro se misturaram em vozes que puderam ser ouvidas de muito longe. Mesmo em face da autorização de Ciro, os judeus remanescentes encontraram muitas limitações e sérios problemas na reconstrução do templo. Homens maus se levantaram e impediram o povo de continuar a obra. Inicialmente, houve um período de grande tristeza e desânimo, mas, com o passar do tempo, os judeus se ocuparam na construção e embelezamento de suas próprias casas, esquecendo-se do propósito pelo qual haviam retornado.

Ainda que empenhados em se estabelecer em Jerusalém e seus arredores com o mesmo padrão de vida adquirido em Babilônia, suas tentativas eram frustradas. Pareciam ter muito, mas nunca estavam satisfeitos. Plantavam muito e colhiam pouco e os assalariados nunca recebiam o bastante para suprir as necessidades de suas famílias. Todos estavam ocupados demais para buscar o Senhor. Nesse tempo de letargia e indiferença, Deus levantou os profetas Ageu e Zacarias a fim de ajuntar o povo novamente e despertá-lo para o que realmente era importante. Mesmo em face das ameaças inimigas, aquele remanescente deveria manter em mente a fiel mensagem do Senhor: “Eu sou convosco” (v.13).

Há um cativeiro, hoje, do qual já fomos libertos pelo decreto do Rei dos reis: “Está consumado” (Jo.19:30). Jesus assinou com Seu sangue a nossa carta de alforria e nos promete: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Mas também há um inimigo que, ao perceber o esforço de muitos no propósito de fazer a vontade de Deus, cria barreiras e impedimentos a fim de causar desânimo, desviando-os da fé para as coisas corruptíveis deste mundo. E, ocupados demais em seus esforços por conquistas temporais e pelo reconhecimento humano, acabam como aquele remanescente pós-exílio, tão cheios de atividades para a satisfação própria, mas sempre insatisfeitos.

A nossa missão como último remanescente de Deus não requer a reconstrução de um templo onde muitos possam estar, mas de um templo onde o Senhor possa habitar: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas” (At.1:8). “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1Co.6:19-20). Essa mensagem nunca foi tão atual quanto o é hoje. Em um tempo comparado aos dias de Noé, quando a seu bel prazer “comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento” (Mt.24:38), somos chamados para agradar não o nosso apetite pervertido, não as nossas paixões carnais, não a opinião alheia, mas agradar a Deus. “Temei a Deus e dai-Lhe glória” (Ap.14:7) compõe o escopo da verdade presente para os nossos dias.

Deus tem levantado, hoje, homens e mulheres que qual Ageu tem clamado com a voz e com a vida: “Considerai o vosso passado” (v.5, 7). Enviados do Senhor a fim de despertar o povo de Deus para tomar novamente as ferramentas necessárias a fim de que o santuário do Espírito Santo esteja pronto para receber o Rei em toda a Sua glória. Muitos têm se perguntado porque Deus não fala hoje como falava com Seus profetas no passado. Mas o problema está em Deus não falar ou em não termos condições de ouvi-Lo? As pedras estão clamando através das descobertas científicas que o mau funcionamento do nosso corpo tem total influência sobre o nosso cérebro. E se a nossa mente está afetada pelos prejuízos que causamos ao nosso corpo, como poderemos discernir com clareza a suave voz do Espírito?

O objetivo principal da mensagem de saúde não se trata, portanto, amados, de uma fuga das doenças ou de um meio para sermos salvos, e sim de glorificarmos a Deus através de um corpo são e uma mente esclarecida. “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Então, se exercitar, se alimentar de maneira saudável, ser temperante, beber água com frequência, renovar o ar dos pulmões, tomar banho de sol, dormir bem à noite e confiar em Deus não serão oito sacrifícios, mas oito formas de amar o meu Criador e conhecê-Lo melhor. Em um mundo escravizado pelos costumes que têm destruído o corpo e a mente e afastado multidões da vida eterna (Jo.17:3), experimente esta verdade presente de preparar-se para ser um templo cheio do Espírito Santo. Vigiemos e oremos!

Bom dia, templos do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ageu1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



AGEU 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de abril de 2021, 0:40
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Não há como se desfazer do passado; não há como ignorá-lo. Entretanto, é possível usá-lo para nosso benefício. Estudando o primeiro capítulo do profeta Ageu, fica evidente que o passado precisa tomar-nos pela mão, conduzir-nos no presente e, orientar-nos rumo ao futuro.

Uma avaliação do presente com base no passado pode ajudar a determinar o teu futuro. Então…
“Considerai o vosso passado”. Duas vezes o profeta cita essa frase (vs. 5, 7). Na versão A Mensagem diz: “Deem uma olhada na sua vida. Reflitam sobre ela”.

Deus quer nos conduzir a…
1. Uma reflexão;
2. Uma retrospectiva;
3. Uma introspecção;
4. Uma auto avaliação;
5. Uma meditação.

O amadurecimento passa pelo meditar na Palavra de Deus. Nosso crescimento espiritual acontece sob a regência de um Ser Supremo. A meditação é como nossa alimentação para o coração.

Para quem não prioriza a Deus, a vida é incompleta, sem sentido, não avança consideravelmente; a insatisfação, a avidez materialista é insaciável e o dinheiro escasso (vs. 1-6).

Se as pessoas refletissem sobre a corrida e miserável vida, notaríamos muito mais atitudes positivas em relação a Deus do que se vê. Nada prospera sem a bênção de Deus; então, por que…
• …deixá-lO fora de nossa agenda?
• …não buscá-lO diariamente?
• …não tê-lO como Deus, o primeiro em nossa vida?
• …deixar o materialismo ocupar o lugar do cristianismo?

Precisamos assimilar o princípio de que independente de Deus “nada – nem homem, nem mulher, nem animal, nem plantação – vai prosperar” (vs. 8-11).

Façamos como os ouvintes de Ageu do ano 520 a.C. “Quando o Eterno enviou o profeta Ageu, eles prestaram atenção, eles honraram o Eterno”; como resultado Deus declarou: “Estou com vocês” (vs. 12-15).

Portanto, considere atenciosamente: Precisamos aprender…
• …a olhar o passado para não cometermos os mesmos erros de sempre.
• …que investir em tudo, exceto em Deus, não é produtivo: Investimentos errados produzem resultados insatisfatórios.
• …que reter para nós o que deveria ser entregue a Deus é egoísmo e resulta em pura perda.

Priorizar qualquer coisa em lugar de Deus é idolatria. Quando materialismo ocupa o lugar do cristianismo Deus precisa chamar a atenção dos Seus filhos para não despencar no caminho da perdição.

Deus anseia nossa salvação. Ele quer nossa restauração.

“Senhor, reaviva-nos agora e sempre!” – Heber Toth Armí.



SOFONIAS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de abril de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO SOFONIAS 3 – Primeiro leia a Bíblia

SOFONIAS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

SOFONIAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

COM. VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



SOFONIAS 3 by Jeferson Quimelli
8 de abril de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sf/3

Que final maravilhoso, alegre e triunfante para o livro de Sofonias! Mesmo quando o Senhor desce para “destruir tudo” (1:1) no julgamento, entendemos que o julgamento é uma boa notícia e não precisamos temer. Sofonias olha para a história e vê um tempo em que o remanescente do Senhor será reunido de todas as partes do mundo. Ele ressalta que haverá representantes de “além dos rios da Etiópia” (v.10). Como um adventista africano, me animo nessa bendita esperança! Qual será o propósito deste remanescente que foi reunido? Adorar a Deus!

À medida que essa multidão multicultural se reúne, Deus os chama de “meus adoradores” e de fato “Ele se regozijará em você” (v. 17). Quão maravilhoso será ouvir o próprio Deus cantando! Deus dá sete promessas poderosas e pessoais para o remanescente. Ele irá remover as tristezas das festas designadas, lidar com aqueles que os oprimiram, resgatar os coxos, dar-lhes louvor e honra, reuni-los, trazê-los para casa e restaurar sua sorte diante de seus próprios olhos (v. 18-20).

Alguma dessas sete promessas se refere à sua situação atual? Você se sente triste, oprimido, com medo ou até mesmo fraco? O Senhor diz: “Por isso, esperem por mim” (v. 8). Ele está vindo cumprir essas promessas para você, e então nós O adoraremos eternamente.

Moses Njuguna
Pastor, Associação do Leste de Allegheny, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1155
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



SOFONIAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de abril de 2021, 0:50
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625 palavras

1 Ai. Passando a falar a Jerusalém, Sofonias a adverte de que a punição de Deus para os ímpios incluiria também os pecadores impenitentes de Judá (v. 1-5).

3. Leões rugidores. Os líderes de Judá devoravam o povo como presa (ver Pv 28:15). Durante a minoridade do rei Josias tal procedimento seria comparativamente fácil.

4 Profetas. Isto é, os falsos profetas (ver Mq 2:11; 3:5).

Levianos. Literalmente, “insolentes” ou “dissolutos.

Profanam o santuário. Os sacerdotes ímpios não faziam diferença entre o sagrado e o profano (ver Ez 22:26).

Lei. Do heb. Torah (ver com. de Dt 31:9; Pv 3:1). Os sacerdotes deviam ser os guardiões dos ensinos de Deus e os disseminadores da luz da verdade divina (ver com. de 2Cr 15:3); mas, em vez disso, eram precisamente eles que desviavam o povo da lei de Deus.

5 No meio. Os transgressores recebem um severo lembrete de que Deus sempre está entre eles, testemunhando de Sua justiça através do templo, de seus serviços e de seus verdadeiros adoradores, removendo assim qualquer desculpa para a desobediência à Sua vontade.

6 Exterminei. Os transgressores sabiam que, no passado, o Senhor havia exterminado nações ímpias, como os cananeus, quando os israelitas tomaram posse da terra prometida e, também o reino do norte de Israel, que foi destruído pela Assíria. Assim Judá, juntamente com outras nações, é aqui advertida da punição de Deus como resultado do pecado.

Ninguém que as habite. Esta profecia se cumpriu durante o cerco final a Jerusalém, mesmo antes de a cidade cair (vem com. de Jr 32:43). A linguagem empregada simplesmente significava que Judá seria assolada.

Eles se levantaram de madrugada. Um idiomatismo hebraico que significava fazer algo com intenso desejo ou determinação (ver com. de Jr 7:13).

8 Esperai-me, pois. Como os pecadores não queriam se arrepender, o castigo divino seria certo.

Os massoretas (ver vol. 1, p. 10-12) notaram que este é o único versículo em todo o AT que contém todas as 22 letras do alfabeto hebraico.

9 Então. Esta passagem claramente indica um tempo de restauração para Israel.

10 Etiópia. Do heb. Kush (ver com. de Sf 2:12).

Sacrifícios. Do heb. minchah, aqui usado como um presente ofertado a Deus (ver com de Lv 2:1).

11 Naquele dia. O profeta indica um tempo futuro quando as pessoas servirão ao Senhor com sinceridade e de todo o coração.

Tirarei. Naquele dia, serão destruídos os que de forma soberba e autossuficiente andaram em seus próprios caminhos e confiaram no que é material e secular, em vez de confiar em Deus (ver Is 2:12-22).

12 Modesto. Do heb. ‘ani, traduzido como “humilde” (Zc 9:9) e “aflitos” (Sl 9:12). O profeta está descrevendo as qualificações de caráter dos remanescentes. Era propósito de Deus que não se encontrasse entre Seus filhos nenhum indivíduo que exaltasse a si mesmo ou que fosse autossuficiente e vaidoso.

14 Filha de Sião. Isto é, Jerusalém (ver com. de Is 1:8).

16 Afrouxem. Do heb. rafah, “afundar”, “deixar cair”, ou “baixar”. “Afrouxar os braços” é uma expressão idiomática que significa “desanimar-se” ou “perder a coragem”.

17 Com júbilo. A NTLH diz: “Ele cantará”. A medida do amor e da alegria que Deus terá em relação a Seu povo é tal que Deus é apresentado como se estivesse cantando.

18 Entristecidos. Enquanto estavam no exílio, os fiéis de Deus foram privados de frequentar as festas sagradas (ver Os 2:11). Pela fé, o profeta espera o tempo em que os verdadeiros filhos de Deus estarão reunidos para adorá-Lo, sem ser perturbados por qualquer “opróbrio”.

19 Salvarei os que coxeiam. A obra do Senhor sempre é ajudar os que necessitam, aqueles que talvez estejam tropeçando ao longo do caminho da vida. Deus espera que cooperemos com Ele ao estendermos essa ajuda a outros (ver T6, 458).

20 Eu vos farei voltar. O profeta encerra seu livro com um glorioso quadro de promessa, enfatizando a futura restauração do cativeiro babilônico (ver p. 18, 19).

 

Referências: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1176-1178.



SOFONIAS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de abril de 2021, 0:45
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“Mas deixarei, no meio de ti, um povo modesto e humilde, que confia em o nome do Senhor” (v.12).

A condição espiritual dos moradores de Jerusalém era degradante, não obstante ostentassem uma postura religiosa. Seus príncipes e juízes eram cruéis, seus profetas, levianos, seus sacerdotes, profanos. “Manhã após manhã” (v.5) o Senhor revelava a Sua justiça, enquanto eles se levantavam de madrugada para praticar a corrupção (v.7). Os juízos divinos sobre as nações impenitentes deveriam ter sido levados em consideração pelo povo, como claras advertências contra o que é mau. Contudo, ele escolheu o caminho da obstinação: “Não atende a ninguém, não aceita disciplina, não confia no Senhor, nem se aproxima do seu Deus” (v.2). Perante Deus, Jerusalém tornou-se uma cidade pior que as cidades ímpias que “foram destruídas” (v.6).

Mas no meio das ruínas espirituais de Jerusalém Deus enxergou algo precioso. É descrito aqui um reforço ao conceito da sacudidura do povo de Deus: “tirarei do meio de ti os que exultam na sua soberba […]. Mas deixarei, no meio de ti, um povo modesto e humilde, que confia em o nome do Senhor” (v.11, 12). Ou seja, a escória é tirada e o ouro é deixado; a palha sai e o grão fica. O Senhor não suscitaria uma nova nação, mas renovaria a nação existente retirando os soberbos e confirmando os humildes. “Dalém dos rios da Etiópia” (v.10), Deus congregaria os Seus adoradores de todas as nações como um só povo sob a segurança da fiel promessa: “Eu os congregarei” (v.18). “Os restantes de Israel” (v.13) constituiriam um povo peculiar que anda na verdade, uma revelação do caráter de Cristo antes que Este viesse primeira vez ao mundo.

Se o Senhor tivesse sido fielmente representado por Israel no passado, com Seu amor, alegria e poder para salvar (v.17), certamente o nascimento de Cristo teria sido uma celebração ouvida pelas nações ao redor e Seu ministério terrestre, completamente desimpedido de corações obstinados e soberbos. Cristo veio, porém, para revelar o verdadeiro caráter do Pai, que Israel “religiosamente” distorceu. Ao contrário do cântico da filha de Sião, fruto de um louvor sincero “de todo o coração” (v.14), a respeito daqueles que diziam representá-Lo, Cristo declarou: “Este povo honra-Me com os lábios, mas seu coração está longe de Mim” (Mt.15:8).

Como aqueles que professam crer em Jesus e aguardar a Sua segunda vinda, estamos, de fato e de verdade, buscando a semelhança de Cristo? Enoque foi tão fiel e perseverante em sua busca, ainda que no meio de uma geração continuamente má, que Deus o tomou para Si (Gn.5:24). Elias almejou tanto a companhia de Deus diante da apostasia de Israel, que também foi levado ao Céu sem passar pela morte (2Rs.2:11). Ainda que habitando na capital da idolatria e da imoralidade, Daniel se manteve puro, e seus olhos viram o próprio Jesus. A respeito do “povo modesto e humilde” (v.12) dos últimos dias, aqueles que apesar de viverem nos momentos mais escuros da Terra, “suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (Ez.9:4), eis o que Cristo promete: “voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3).

Você aceita fazer parte da nação santa de Deus? É simples. Escolha Jesus Cristo. NEle encontramos as respostas para uma vida modesta e humilde. Ser um seguidor e representante de Cristo não significa aparecer mais do que os outros, mas ser semelhante a Ele tanto em multidões quanto diante de uma só pessoa. Não fomos chamados para agradar a homens, mas para agradar a Deus. E mesmo que nesse processo sejamos incompreendidos, o Senhor nos diz: “Não temas […]. O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; Ele Se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no Seu amor, regozijar-Se-á em ti com júbilo” (v.17). Sejamos, pelo poder do Espírito Santo, o motivo do sorriso de Deus. Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo modesto e humilde!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Sofonias3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SOFONIAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de abril de 2021, 0:40
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SOFONIAS 3 – Se Deus fosse injusto, Seu caráter seria inconsistente. Como não é, Sua justiça exige providências contra o pecado que assola o mundo e tudo o que nele há. Logo, é necessário um julgamento rigoroso.

A santa ira de Deus move Suas ações, não sem antes revelar Sua infinita bondade e expressar Sua graça. Quanto mais entendimento se adquire sobre a santidade de Deus e Sua ira contra o pecado, mais valor se dará a Sua graciosa graça.

Talvez por isso Arthur W. Pink analisa: “Um estudo da concordância mostrará que nas Escrituras há mais referências à cólera, fúria e ira de Deus do que ao Seu amor e bondade”. Entretanto, este destaque à justiça só dá maior valor ao Seu amor e graça. Pois, onde estaríamos agora se não fossem estes últimos atributos divinos?

O capítulo de nossa meditação pode ser assim esboçado:

1. Juízo sobre Jerusalém: a cidade da paz, não será poupada, nem as igrejas cristãs. Desobediência, resistência à correção, incredulidade e impiedade, ganância, leviandade, hipocrisia, tudo será castigado (vs. 1-7).

2. Um remanescente sobrará e será consolado, pois Deus vingará os perversos na segunda vinda de Cristo; e, os poucos fiéis serão ricamente abençoados: salvação plena (vs. 8-20).

Revelado por Deus, “…o plano da redenção tinha um propósito ainda mais vasto e profundo do que a salvação do homem. Não foi para isto apenas que Cristo veio à Terra; não foi simplesmente para que os habitantes deste pequeno mundo pudessem considerar a lei de Deus como devia ela ser considerada; mas foi para reivindicar o caráter de Deus perante o Universo” (Patriarcas e Profetas, cap. 4, p. 68/37).

Infelizmente, diante de tudo o que já foi revelado na Bíblia e no sacrifício de Cristo, apenas poucas pessoas se salvarão. Contudo, se não fosse a graça de Deus, nem mesmo estes se salvariam. “Portanto, cante, filha de Sião! Celebre, Israel! Filha de Jerusalém, alegre-se! Faça festa! […] Não há mais o que temer do mal, nunca mais” (vs. 14-15).

Para quem não se preparou, o dia do juízo será um terror; para os fiéis, será a maior demonstração de amor depois do Calvário! Os salvos estarão para sempre com a bênção da presença do Senhor: “As tristezas acumuladas… vão desvanecer…” (vs. 18-20). Louvado seja Deus!

Temos muitas razões para buscar reavivamento! Deus quer executar Seus maravilhosos planos em nossa vida! – Heber Toth Armí