Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 32 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de janeiro de 2021, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Por tua causa, vestirei de preto todos os brilhantes luminares do céu e trarei trevas sobre o teu país, diz o Senhor Deus” (v.8).

A ruína do Egito e destruição de “Faraó e todo o seu povo” (v.32) provocaria uma grande comoção entre as demais nações. Aquele que por séculos tinha sido uma joia do mundo antigo, berço das dinastias de reis cujas tumbas mortuárias até hoje revelam segredos, não passaria de um reino derrotado e condenado à mesma sorte “com os que desceram à cova” (v.24). A era dos Faraós chegaria ao fim pela “espada do rei da Babilônia” (v.11). Seria um período de completa escuridão para a nação, como na praga em que “houve trevas espessas sobre toda a terra do Egito” (Êx.10:22).

Semelhantemente, Deus revelou a queda das nações da Terra e o início de “um reino que não será jamais destruído” (Dn.2:44), no sonho de Nabucodonosor. Usado como um instrumento da vingança de Deus, o rei caldeu não fazia ideia de que o seu reino um dia teria o mesmo destino do Egito, ou ainda pior, já que o Egito permaneceria no cenário mundial como nação, ainda que sem destaque. Já Babilônia, não passa hoje de um bocado de ruínas de um achado arqueológico. Contemporâneo de Ezequiel, o profeta Daniel descreveu o sonho de Nabucodonosor e desvendou-lhe não somente o futuro de sua nação, mas de todas as nações da Terra até ao tempo do fim.

O cenário profético está quase completo e se apressa para o seu desfecho. Como as dores da parturiente, os sinais têm se intensificado, e são claras evidências de que a esperança dos remidos de Deus está prestes a tornar-se realidade. Mas antes que possamos contemplar a glória do nosso Redentor, teremos de passar pelo período sobremodo sombrio. Enquanto a grande massa seguirá iludida pela besta e sua imagem (Ap.16:2), “a perseverança dos santos” (Ap.14:12) prosperará, tendo estes os pés bem firmados na Rocha inabalável. E quando a consciência da perdição se manifestar como um peso quase que insuportável, os ímpios “estremecerão a cada momento, cada um pela sua vida” (v.10).

Logo, amados, os sinais que inauguraram o tempo do fim terão novamente lugar quando “após a tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados” (Mt.24:29). Não haverá mais a lamentação de um profeta, mas “todos os povos da Terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt.24:30). Que a nossa vida corresponda ao apelo profético: “Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Am.4:12). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, remidos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ezequiel32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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