Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 29 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de janeiro de 2021, 0:45
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“Tornar-se-á o mais humilde dos reinos e nunca mais se exaltará sobre as nações; porque os diminuirei, para que não dominem sobre as nações” (v.15).

Uma série de profecias contra o Egito foi revelada por Ezequiel. A nação que em um período da história já havia sido a maior potência do mundo antigo se tornaria a mais humilde dentre todas. Seu momento de maior prosperidade foi concedido pelo Senhor por intermédio de Seu servo José. Como governador de todo o Egito, José não apenas salvou o mundo da fome, mas engrandeceu aquela nação acima de todas as outras. De uma forma misericordiosa, Deus Se revelou aos egípcios e lhes concedeu a oportunidade de conhecê-Lo através da descendência de Jacó. Porém, o tempo passou, e com ele a lembrança do cuidado de Deus. E, subindo ao trono um rei “que não conhecera a José” (Êx.1:8), este afligiu e escravizou o povo de Deus com crueldade.

O Senhor, então, levantou outro grande homem no Egito. Enquanto José foi usado para fortalecer a nação e levar a sua família para aquele país, Moisés recebeu a dura missão de libertar o seu povo e ser o porta-voz de Deus no derramamento das pragas sobre o Egito. A nação foi devastada devido a teimosia de Faraó, até que ele libertasse os hebreus. Mesmo em liberdade, o povo de Deus levou consigo o jugo da idolatria que havia adquirido no Egito, e, pela dureza de coração, vagou pelo deserto durante quarenta anos. O mesmo período foi determinado pelo Senhor no juízo contra os egípcios. De certa forma, eles experimentariam o mesmo castigo que Israel experimentou.

Observe que, de todas as nações sobre as quais Deus fez cair os Seus juízos, o Egito foi a única que não recebeu um juízo definitivo. Por alguma razão, tornar o Egito “um reino humilde” (v.14) seria o bastante. A prova maior é que até hoje o Egito perdura como uma nação independente, mas sem destaque diante das demais, declarando, mesmo que sem intenção, que o Senhor é Deus e que a Sua Palavra é fiel e verdadeira.

Assim como um dia José e sua família receberam asilo temporário no Egito, outro José também encontraria naquela nação um abrigo provisório. Como o Senhor havia chamado do Egito o Seu filho Israel, o Seu primogênito (Êx.4:22), a profecia de Oseias também se cumpriria séculos mais tarde: “Do Egito chamei o Meu Filho” (Os.11:1; Mt.2:15). Fugindo da ira de Herodes, José foi avisado em sonho de que deveria levar Maria e o menino Jesus para o Egito e lá permanecer até segunda ordem (Mt.2:13). Sem dúvida alguma, esta nação teve um papel decisivo e marcante na história do povo de Deus e recebeu o grandioso privilégio de ser o chão sobre o qual o nosso Salvador deu os Seus primeiros passos.

O Egito é um dos maiores testemunhos de que o desejo divino nunca foi e nunca será o de destruir nações, mas de ensinar-lhes que elas foram estabelecidas com propósitos específicos. Na guerra entre povos só há perdedores. A verdadeira vitória está em permanecer fiel aos propósitos pelos quais Deus as constituiu. Nenhum país, por menor ou mais insignificante que seja, deixa de ter uma função específica nos planos de seu Originador. Não é sem razão que a mensagem do evangelho eterno deve ser pregada “a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). Todos, sem exceção, são convidados à prática do dever (Ec.12:13). Todos, sob a mesma condição, necessitam de um Salvador pessoal (Rm.8:1).

Brasileiros, australianos, egípcios, norte-americanos, japoneses, libaneses, angolanos, espanhóis, enfim, todos, de todas as nacionalidades que há no mundo, são convidados a muito em breve fazer parte de um só reino: o reino eterno. Como um só povo, o Senhor nos reunirá “dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:31), ajuntará os Seus fiéis (Ap.14:12) diante do “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap.19:16) e, com Sua destra vitoriosa, nos levará em direção à Pátria que abrigará o trono do Universo. Como João, que possamos desejar, sonhar, apressar e clamar por este Dia: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, cidadãos da Pátria celestial!

* Oremos pelos países que têm sido assolados pela enfermidade e pela guerra e para que, cheios do Espírito Santo, sejamos instrumentos de Deus na proclamação do evangelho a todo o mundo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ezequiel29 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100


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