Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de janeiro de 2021, 0:50
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1034 palavras

Juízo sobre os anciãos ligados à idolatria e sobre os falsos profetas, continuação do cap. 13, em forma de processo judicial. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Anciãos de Israel. O objetivo da consulta a Ezequiel não é mencionado, nem mesmo é expressamente declarado que os anciãos foram para uma consulta. Parece que era costume deles se assentar diante do profeta, aguardando qualquer mensagem que o Senhor pudesse enviar (ver Ez 33:31). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 680, 681.

3 Ídolos. Do heb. gillulim, … A LXX diz dianoemata, “pensamentos [de seus corações]”, talvez para expressar o anseio deles pela idolatria de tempos passados. … Provavelmente não estivesse se referindo à idolatria aberta entre os cativos, mas sim à condição pecaminosa e à alienação do coração deles. CBASD, vol. 4, p. 681.

O pior é que o povo no cativeiro babilônico continuava com atitudes pecaminosas e idolatria no coração. Mesmo afastados de seus ídolos (6:9), não aprenderam a lição. Necessitavam passar por um intenso processo de conversão. Bíblia de Estudo Andrews.

No cativeiro, não havia ensejo para construir templos, seja para adorar a Deus, seja para a idolatria; mas quem amava a Deus construía no seu íntimo um templo do amor do Senhor para adorá-lO em espírito e em verdade (11.19-20; Jo 4.23-24). E quem não amava a Deus, trazia a idolatria no seu íntimo, seja na forma de superstição, seja na forma de apego às coisas materiais. Bíblia Shedd.

4 Vindo ele. Ninguém pode esperar conhecer plenamente o que Deus quer que ele ou ela faça, a menos que seu coração seja verdadeiramente submisso à vontade divina. Isto se deve ao fato de que o coração não regenerado, não controlado pelo Espírito Santo, não pode entender as coisas de Deus (1Co 2:14). Mesmo que a mente carnal fosse instruída, ela iria entender mal, aplicar mal e distorcer as coisas divinas, pois os seres humanos creem apenas no que desejam crer. Deus, que nunca coage a vontade humana, permite que essas criaturas obstinadas se apeguem a seus enganos (ver Jo 7:17; 2Ts 2:11, 12). CBASD, vol. 4, p. 681.

6 Convertei-vos. Os anúncios dos versículos anteriores formam a base para o solene chamado ao verdadeiro arrependimento. Não pode haver esperança para Israel em qualquer reforma meramente externa. A nação tem de tratar com o Deus que esquadrinha os corações, e o único arrependimento aceitável é o que alcança os mais profundos recessos da alma. CBASD, vol. 4, p. 681.

7 Estrangeiros. Ver Lv 17:10; 20:1, 2; etc. Os estrangeiros residentes haviam partilhado da luz e dos privilégios confiados a Israel, e seriam considerados igualmente culpados. CBASD, vol. 4, p. 681.

8 Sinal. Sua punição seria um exemplo que serviria para impedir que outros seguissem curso semelhante. CBASD, vol. 4, p. 681.

9 O profeta. A referência aqui é aos falsos profetas cujas práticas são reprovadas no cap. 13. CBASD, vol. 4, p. 681.

Eu, o SENHOR. Isto é, o Senhor permite que o mau profeta seja enganado no mesmo sentido em que Ele endureceu o coração do faraó, ao permitir que a semente da obstinação brotasse e produzisse frutos (ver com. [CBASD] de Êx 4:21; 1Rs 22:22). CBASD, vol. 4, p. 681.

E o eliminarei. O pecador traz destruição sobre si mesmo por sua impenitência (ver T5, 120). Quando deixa de dar ouvidos aos convites, reprovações e advertências do Espírito de Deus, a consciência da pessoa se torna parcialmente cauterizada e, na ocasião seguinte em que for admoestada, será mais difícil prestar obediência do que antes. Ela é como alguém que está sucumbindo à doença, mas se recusa a tomar o remédio. Contudo, nas Escrituras, Deus, o médico, muitas vezes é figurativamente descrito como se enviasse também os resultados da doença sobre os que rejeitam o remédio. Por exemplo, a Bíblia O representa como se Ele tivesse colocado um espírito mentiroso na boca dos profetas para que aconselhassem determinado rei a escolher um caminho que, na verdade, ele já estava determinado a seguir (1Rs 22:19-23). … Não se deve considerar isso como se Deus, alguma vez, pudesse ser o autor do pecado e do engano; o que ocorre é que, em Seu plano, Ele simplesmente não opera o milagre que seria requerido para impedir os resultados do pecado. Ele retira Seu espírito do coração que O rejeita, entrega aquela pessoa a seus próprios enganos e permite que o pecado produza seu inevitável fruto: a morte. “A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de Mim, o teu socorro”(Os 13:9; ver GC, 36, 37; ver com. [CBASD] de 2Cr 22:8). CBASD, vol. 4, p. 681, 682.

11 Não se desvie mais. Um raio de esperança na noite escura da apostasia: o povo de Deus andaria uma vez mais na verdade. Aqui pode ser discernido o objetivo da disciplina: que Israel fosse ao verdadeiro arrependimento, fosse reunido e recebesse de volta seus antigos privilégios. CBASD, vol. 4, p. 682.

13 Quando uma terra pecar … estenderei a mão contra ela. Este comunicado parece ser dirigido contra uma crença corrente entre o povo de que Jerusalém seria poupada por amor aos justos que estivessem nela, como poderia ter ocorrido som Sodoma e Gomorra. CBASD, vol. 4, p. 682.

14 Noé, Daniel e Jó. Esses homens foram exemplos de uma vida verdadeiramente justa. Foram íntegros em sua geração (ver Gn 6:9; Jó 1:1; Dn 1:8; 6:22). … É significativo que esses três homens foram instrumentos para salvar outros. Por amor a Noé, toda a sua família foi poupada (Gn 6:18). Por meio de Daniel, seus companheiros foram salvos (Dn 2:18). Jó evitou a punição de seus amigos por meio de intercessão (Jó 42:7, 8). Embora pudessem salvar alguns, eles foram impotentes para salvar a geração na qual viviam. CBASD, vol. 4, p. 682.

Mais uma vez estamos percebendo a doutrina da responsabilidade pessoal do indivíduo perante Deus. Nenhum lugar, nenhum rito, nenhuma organização, nem mesmo pessoa alguma pode substituir a relação pessoal do indivíduo com Deus. Bíblia Shedd.

21 Quatro maus juízos. A presença de homens justos não poderia evitar um só desses quatro juízos mencionados; quanto menos poderiam fazê-lo em vista de que os quatro cairiam sobre Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 682.

22 Ficareis consolados. Quando os que estavam no exílio observassem o comportamento e os atos dos recém-chegados, saberiam que Deus não havia feito o que fez em Jerusalém sem motivo. Por outro lado, a mudança de atitude por parte de alguns dos que escaparam, evidenciando seu arrependimento (ver v. 11), ajudaria os cativos a verem que o objetivo dos juízos de Deus tinha sido a disciplina e não a vingança. CBASD, vol. 4, p. 682, 683.


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