Reavivados por Sua Palavra


I CRÔNICAS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de setembro de 2019, 0:55
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I CRÔNICAS 7 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
22 de setembro de 2019, 0:45
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Em meio a tanta confusão religiosa, Deus continua conduzindo um povo na execução de Seus projetos no mundo?

Após retornar do exílio babilônico, a questão aos ex-exilados era se ainda eram o povo de Deus. As genealogias são importantes para garantir o “sim” da resposta divina.

Neste capítulo Deus cita seis tribos além das outras citadas em capítulos anteriores. Estas ficavam a oeste do Jordão. São elas:

· Issacar (vs. 1-5);

· Benjamim (vs. 6-12);

· Naftali (v. 13);

· Manassés (vs. 14-19);

· Efraim (vs. 20-29);

· Aser (vs. 30-40).

Neste capítulo consta a menor das genealogias. Em apenas um versículo o cronista cita a genealogia de Naftali.

· Nem pequenez ou pecado pode impedir Deus de realizar Seu plano no mundo.

Em Seu plano Deus não exclui tribos de Seu povo; porém, algumas tribos se excluíram da vontade de Deus e acabaram sendo consumidas pelos próprios pecados.

Deus deu oportunidade e habilidade, bênçãos e mais bênção ao Seu povo que vivia num contexto de guerra (vs. 2, 4-5, 7, 9, 11, 40). Ainda que os filhos de Efraim morressem em batalha e o luto tomasse conta dos sobreviventes (vs. 21-24) a genealogia de Josué englobou esse triste fato (vs. 20-21, 25-27).

Cada tribo tinha um propósito específico no plano divino, pena que desviaram-se terrivelmente desse propósito. Cada tribo tinha direito ao Seu lugar na Terra Prometida, nem mesmo as que estavam dalém do Jordão ou as mulheres (vs. 14-18) estava fora dessa herança deixada por Deus. Ao voltar do exílio nenhuma tribo deveria ser esquecida.

Após 70 anos exilados babilônico, não era hora do povo lamentar, mas de reavivar. Eis uma das razões pela qual o Espírito Santo inspirou o cronista: Israel ainda era povo especial. Deus aviva a fé do aflito remanescente com as genealogias. Deus quer ativar nossa esperança ao mostrar que mesmo não parecendo, Ele continua no controle!

1. Estamos diante de problemas mundiais, a mornidão espiritual está dando lugar à frieza; contudo, os planos de Deus de salvar o mundo acontecem apesar de nós; Ele os concretizará apesar de nós.

2. O Messias veio apesar da indiferença do povo no passado, Ele voltará apesar de nossa indiferença no presente. Entretanto, levará apenas o remanescente fiel para o céu!

Reavivemo-nos antes que seja tarde demais! – Heber Toth Armí.



1CRÔNICAS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de setembro de 2019, 0:30
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“Depois, coabitou com sua mulher, e ela concebeu e teve um filho, a quem ele chamou Berias, porque as coisas iam mal na sua casa” (v.23).

A genealogia de Crônicas é um verdadeiro teste de perseverança. Não podemos ignorar capítulos que nos deixam a lição tão preciosa de que Deus nos conhece pelo nome e que ninguém passa despercebido diante dEle. Os registros genealógicos não são apenas listas de nomes, mas uma exata compreensão acerca do fato de que não há outro igual a você e a mim. Portanto, o Senhor nos chama pelo nome para perseverarmos no estudo diário de Sua Palavra.

Hoje gostaria de perguntar se você está permitindo ser reavivado pela Palavra? Tem permanecido dia após dia examinando as Escrituras? Então você tem sido um valente de Deus. E, certamente, se você é pai, tem sido um chefe de família conduzido pelo Senhor. A genealogia das duas primeiras tribos de hoje enfatizam os homens valentes e os chefes de suas famílias. De acordo com o dicionário, a palavra valente significa aquele “que tem valor e coragem, que acode quando há perigo”. Ou seja, eram corajosos homens de guerra. Mas também eram chefes de suas famílias. E era ali, no seio da família, onde deveria haver o maior cuidado.

Quem não tem tempo de conduzir a sua casa, está perdendo o seu tempo. Ser chefe de família vai muito além de ser um provedor, tem que ser também, e acima de tudo, um sacerdote do lar. Na primeira carta de Paulo a Timóteo, encontramos esta verdade expressa de forma bem clara: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm.5:8). É algo muito sério para ser apenas lido. Precisamos viver o evangelho, primeiramente, dentro do lar.

Deus deseja conceder valor e coragem a todo aquele que, com fé, assume o controle de sua família, para que seus filhos não passem pelo que passou Efraim. Ao serem mortos dois de seus descendentes, porque roubaram o gado dos homens de Gate, Efraim chorou por seus filhos por muitos dias, a ponto de seus irmãos terem que ir até ele para consolá-lo. E para piorar a situação, ainda chamou a seu outro filho de Berias, “porque as coisas iam mal na sua casa” (v.23). Era como se ele tivesse olhado para a criança com ar desmotivado e dito: — Ah, seu nome será “casa desgraçada”!

Este relato triste, infelizmente, ilustra a realidade da maioria das famílias modernas. São famílias e mais famílias onde as coisas vão mal. Falta-lhes o conhecimento que salva e que liberta. Pois assim diz o Senhor: “O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Os.4:6). Não se trata de um conhecimento apenas teórico da Palavra, mas, através da Palavra, conhecermos o Senhor. Então, os filhos serão preservados, o casamento blindado e cada membro do lar compreenderá o seu verdadeiro papel na família e a importância da família para a sociedade.

Esta é a ordem correta dos fatores da vida:
• Primeiro: Deus;
• Segundo: Família;
• E as demais coisas vão sendo orientadas pelo Espírito Santo.

O fechamento do capítulo nos mostra outra preciosa pérola. Além de homens valentes e de chefes de família, entra em cena mais uma característica: escolhidos (v.40). A escolha espiritual é um dueto. De um lado Deus, e do outro você. Deus não escolhe você porque você O escolheu. Deus já criou você como um escolhido, mas a decisão é sua em aceitar essa eleição de amor, ou não. Fomos escolhidos para a salvação, mas também para sermos condutos de salvação. E esta obra deve começar dentro de nossa casa, pela transmissão do conhecimento de Deus de pais para filhos, como está escrito: “tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te” (Dt.6:7). Isto não quer dizer que ficaremos isentos de problemas, mas que, com Deus, há solução para eles.

Que a minha e a sua genealogia não tenha a interrupção que teve em Efraim, mas a confirmação que teve em Issacar e em Benjamim, e, como em Asser, a disposição em agir como um escolhido do Senhor. Clamemos a Deus por Seu favor, crendo que Ele completará o que está fora de nosso alcance realizar. E se acaso não fizemos bem o nosso “dever de casa”, que possamos crer em Jesus Cristo e em Sua graça que tudo restaura, “e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, valentes chefes de família, escolhidos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Crônicas7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
22 de setembro de 2019, 0:10
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I CRÔNICAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de setembro de 2019, 0:05
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433 palavras

1-5 Essa lista dos clãs [de Issacar] parece ter origem num alistamento militar (v. 2, 4, 5) desde os dias de Davi (v. 2), o que talvez reflita o censo do cap. 21 e de 2Sm 24 (Bíblia de Estudo Vida).

6 Benjamim. Significa “filho da mão direita”. José e Benjamim eram filhos de Jacó e Raquel. Benjamim foi o último filho de Jacó. Saul, primeiro rei de Israel, era da tribo de Benjamim. Em Gn 46.21 há menção de 10 filhos, e, em 1 Cr 8.1,2 [e em Nm 26.38,39] são mencionados cinco filhos. Acredita-se que os outros [seus clãs] foram mortos na horrenda matança de Jz 20. Essas genealogias são imperfeitas. Sobreviera ruína a Israel, e isso se reflete nos registros. Alguns conservaram seus registros perfeitos, na Babilônia; outros se mostraram descuidados, não se lembrando das promessas de Deus a Seu povo. Perderam as provas que, realmente, pertenciam ao povo escolhido. Os que mantinham seus registros, esperavam, pela fé, o tempo quando retornariam à sua terra. Jr 32 é um exemplo dessa fé esperançosa (Bíblia Shedd).

O único nome que aparece em todas essas fontes documentárias é Belá, o primogênito. As variações refletem origens e funções diferentes para essas genealogias. A lista aqui parece funcionar na esfera militar (v. 7, 9, 11)  (Bíblia de Estudo Vida).

11 capazes de sair à guerra. Todos os homens com 20 anos ou mais poderiam ser contados no exército de Israel (Andrews Study Bible).

13 netos de Bila. Dã e Naftali eram literalmente “filhos” de Bila, concubina de Jacó (Gn 30:3-8), de modo que os “filhos” de Naftali são “netos” (hebraico: “filhos”) de Bila (Bíblia de Estudo Vida).

14 Manassés. Refere-se à parte da tribo que vivia a oeste do Jordão (comparar 5.23,24). Foi o filho mais velho de José e Azenate (Gn 41.50,51) (Bíblia Shedd).

14-19 Dos 13 clãs diferentes da tribo de Manassés que ficam conhecidos nessas genealogias, sete são mencionados nos óstracos de Samaria (cerca de 65 cacos de cerâmica tendo inscritos neles registros de entrega de vinho, de óleo, de cevada e de outras comodidades no séc VIII a.C.). O destaque atribuído às mulheres nessa genealogia é incomum; faz supor que pode ter funcionado na esfera doméstica, talvez como declaração da condição social dos vários clãs de Manassés (Bíblia de Estudo Vida).

15 só filhas. As cinco corajosas filhas de Zelofeade motivaram um novo regulamento legal com respeito aos direitos femininos de herança (Nm 27). A proeminência das mulheres de Manassés é notável (Andrews Study Bible).

21 Gate. Uma das mais importantes das cinco cidades filistéias, que formavam uma confederação (Andrews Study Bible).

23 Berias. O nome significa “com tragédia” (Andrews Study Bible).

iam mal. [desgraça, NVI] No hebraico, beraah, sendo o nome uma reflexão da situação em que se encontrara (Bíblia Shedd).



I CRÔNICAS 6 by Jeferson Quimelli
21 de setembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/6

Os levitas não receberam parte da terra quando ela foi dividida entre as demais tribos. Em vez disso, Deus os distribuiu nas cidades de Israel, para que influenciassem as vidas dos demais cidadãos. Esta distribuição mostra como Deus tem um lugar especial para os seus obreiros e também se preocupa de um modo especial com Seus servos comprometidos em tempo integral com o trabalho do ministério. Isto nos serve como um lembrete, hoje, para que sustentemos os envolvidos no ministério através de nossos dízimos e ofertas.

No versículo 15 encontramos uma referência ao cativeiro do povo de Deus nas mãos de Nabucodonosor. Isso indica que as Crônicas foram escritas relativamente perto dos últimos registros do Antigo Testamento*. A genealogia de Crônicas traça cuidadosamente a linhagem de Cristo, especialmente o sacerdócio, primeiro de Adão a Arão e até Davi. Esta prova adicional de confiabilidade dos antigos registros é mais uma confirmação de que as promessas de Deus são verdadeiras, de que Ele tem um plano e que nesse plano temos esperança e redenção.

À luz do plano de redenção, Deus nos tem dado promessas que nos trazem ânimo e encorajamento para os repassarmos aos que nos rodeiam. Podemos reconhecê-las?

Christopher Beason
Network7 MediaCenter

* NT: Durante o domínio persa, antes dos domínios grego e romano.

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=590
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de setembro de 2019, 0:55
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I CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
21 de setembro de 2019, 0:45
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Os que ministram o serviço de culto a Deus devem ser bem orientados e treinados, pois Deus não merece um culto desleixado.

Do capítulo em anexo Kenneth A. Mathews destaca:

“A linhagem do sumo sacerdote é traçada com cuidado (6:1-15, 50-53) e distinguida da linhagem de outras famílias levíticas (6:16-30), já que só os filhos de Arão tinham permissão de oferecer sacrifícios no templo (6:49). Os levitas serviam como músicos do templo e ali desempenhavam outras tarefas (6:31-48; 54-81)”.

Os levitas não deveriam ter outra ocupação a não ser cuidar da casa de adoração. O louvor a Deus deve ser conduzido por pessoas consagradas, devidamente separadas a fim de que a adoração não seja uma afronta a Deus como no caso de Nadabe e Abiú.

Deus, o Ser adorado, não aceita qualquer adorador. Deve haver ordem, responsabilidade e normas devidamente estabelecidas na música para louvar e adorar ao Deus Criador e Salvador (v. 32).

Considerando que a adoração é o “X da questão” no grande conflito, o cronista dedicou um capítulo inteiro contendo 81 versículos para enfatizar os ministros e seus ministérios no templo. “O capítulo apresenta a linhagem da tribo de Levi, com foco especial na casa de Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel” (Bíblia de Estudo Andrews).

Sendo que na atualidade, como observa A. W. Tozer, “é comum muitas igrejas evangélicas oferecerem às pessoas, especialmente aos jovens, o máximo de entretenimento e o mínimo de instrução”, deve-se rever nossa forma de adoração a Deus.

· Para Deus não serve qualquer coisa.

· O culto a Deus não deve ser de qualquer jeito; deve ser bem organizado.

· O Espírito Santo deve ser o diretor principal de música na igreja.

· Deus procura verdadeiros adoradores que O adorem em espírito e em verdade.

· Ofereçamos o melhor para Deus.

· A organização do culto não é para qualquer pessoa.

“Não existe questão mais importante para a igreja do Senhor Jesus do que cultuarmos a Deus como Ele deseja que o façamos […]. Quando conduzida corretamente, a teologia é a conversa do povo de Deus procurando entender o Senhor que adoramos e saber como Ele quer ser adorado […] Nossa adoração confusa corrompe nossa teologia, e nossa teologia fraca corrompe nossa adoração” (R. Albert Mohlher, Jr.).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



1CRÔNICAS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de setembro de 2019, 0:30
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“Seus irmãos, os levitas, foram postos para todo o serviço do tabernáculo da Casa de Deus” (v.48).

Os levitas foram escolhidos por Deus para dirigirem todo o serviço do santuário, inclusive o serviço musical. Davi, além de um grande guerreiro e rei, era um músico talentoso e escreveu a maior parte dos Salmos, que era o hinário do povo de Israel. Ele mesmo quem escolheu os cantores levitas (v.31).

Mas porque Deus escolheu justamente a tribo de Levi para um encargo tão importante? Após o episódio em que o povo de Israel adorou um bezerro de ouro no deserto enquanto Moisés recebia de Deus as tábuas da Lei (Êx.32), ao Moisés notar que o povo estava desenfreado, “pôs-se em pé à entrada do arraial e disse: Quem é do Senhor venha até mim. Então, se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi” (Êx.32:26). Deus honrou a atitude daquela tribo que decidiu permanecer fiel a Ele.

Os levitas, portanto, receberam a responsabilidade de cuidar da Casa do Senhor e de tudo o que se referisse a sua liturgia. Eles representavam o templo e deveriam ser guardadores da glória de Deus (“Shekinah”). Os filhos de Levi, no entanto, não herdariam a terra. Como bem foi profetizado na bênção de Jacó: “…dividi-los-ei em Jacó e os espalharei em Israel” (Gn.49:7). Levi e Simeão foram extremamente violentos assassinando todos os homens de uma cidade por causa de sua irmã Diná (Gn.34:25-31). O fato de terem ficado de fora da herança, confirma as palavras de Cristo quanto aos que hão de herdar a terra: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5).

Toda a ministração do templo estava aos cuidados desta tribo “sem terra”, cujas obras deveriam estar de acordo com a fé que proferiam ter. Interessante que Jesus utilizou um levita e um sacerdote ao proferir uma de Suas parábolas. Ao ser questionado acerca de quem era o nosso próximo, Ele contou a seguinte parábola:

Um homem foi roubado e gravemente ferido em uma estrada. Caído ao chão, quase morto, seu coração clamava por uma alma piedosa que dele se compadecesse. Com muito esforço, abriu os olhos, e vendo aproximar-se um sacerdote, pensou: “Estou salvo! Certamente este homem de Deus irá me ajudar!” Mas o “homem de Deus” o ignorou e passou bem longe dele. Ele quase não acreditou! Aquele que ministrava as coisas sagradas e que o cumprimentava sempre na igreja fez de conta que não o tinha visto. Tremenda foi a sua decepção! Naquele momento ele desmaiou de dor. Ao começar a recuperar os seus sentidos, ouviu de longe outros passos, e novamente se esforçou para ver quem era. “Graças a Deus”, ele pensou. “É o levita cantor de minha igreja. Ele sim vai me ajudar!”

E para sua surpresa, ele tomou a mesma atitude do sacerdote. Pronto! E agora? Tudo estava perdido, até que… surgiu um samaritano. Quem? Um inimigo? Pois é! Assim que o avistou, prontamente se aproximou, cuidou de suas feridas, o levou a uma hospedaria e pagou para que cuidassem dele até que ele voltasse. (Lc.10:25-37).

Os levitas lidavam com coisas santas, mas acima de tudo, com o Santo de Israel. Deus deveria ser o primeiro e o último em suas vidas. Sendo assim, deveriam compreender como ninguém o Seu amor e a Sua misericórdia. Mas, com o passar do tempo, tornaram-se os que menos conheciam o real caráter de Deus. Todos corremos o mesmo risco. Vamos à igreja, trabalhamos na igreja, derramamos lágrimas pela causa, damos o suor pelas obras, mas esquecemos do principal: manter um relacionamento diário com o Dono da Casa. O nome já diz tudo: Casa de Deus. Ora, se a Casa é de Deus, Ele deve estar no controle de todas as coisas, inclusive, e principalmente, do nosso coração. 

Um verdadeiro adorador do Senhor não é aquele que canta melhor, ou que tem uma oratória que arrasta multidões. O verdadeiro adorador do Deus vivo é aquele que procura viver como Cristo viveu. Cristo não se preocupava em agradar pessoas, Ele veio para salvar pessoas! Essa é a maior confusão que fazemos. Queremos mais agradar, do que ser usados para salvar. Aquele sacerdote e aquele levita da estrada pensaram em todos os contratempos que lhes causariam cuidar daquele ferido. O bom samaritano pensou que não poderia deixar aquele homem morrer se ele tinha nas mãos o poder de fazer algo por ele. Pois “aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando” (Tg.4:17). Compreendem, meus irmãos?

Precisamos despertar para a mesma atitude daquele verdadeiro servo de Cristo. Nos preocupar menos com as más línguas, e mais com os que perecem pelas estradas deste mundo. Esta obra não é mais conferida apenas aos levitas, mas a todos os que aceitam o sacrifício de Cristo Jesus. Porque a partir do momento em que aceitamos este amor inigualável, torna-se impossível não querer compartilhá-lo. Somos obreiros do Mestre, e esta obra deve ser iniciada em nosso coração, aperfeiçoada na igreja e praticada por todo o mundo. Portanto, mãos à obra, servos do Deus Altíssimo! Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, bons samaritanos!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Crônicas6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 6 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
21 de setembro de 2019, 0:10
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